Ediorial
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A DO EPO PA VISUALIAÇAO
DA FERMAGEM"
Foi realizdo o XXX Congreo Braileiro de Enfermagem na Grande Região Norte: em Belém do Pará. Este fato é motivo de reflexõs. Justa mente rarrrm ete aos dJe
1971,
ao em qe se realizou, em Ma naus, o XXIII CoAreo Brasileiro de Enferaem.Nse sao de ete anos, muitos triam sido s aontecimentos ar cantes,
s
ams da edermagem, que e ligam pincipalente a e8 as cts de:1)
Aistência de enfrmagem ra o públio, e enio, tanto delo:
graduaço Omo de �graduação de enferBe;
2)
s
insituições do tra Coelhs Fdral e Regnah de Enferaem, empres; rus o iais,' ética profissional.Os ete as edeando ntre tes dois Conrss frm otáveis.
Vej&
"ASSIST�NCIA E ENSINO DE ENFERMAGEM"
Não conhees m a clareza que a quia sraria as atuais
diçs da asistência de frmaem,o
Paí. O último lvantaentobe
se ammto refie $ ans de
1956
a1957.
U. oia é rta: s efermeirs (s) so em núo iUfiiente. So
S
s qutitativs,ra
fazer-e faceà
elaoração de pors em eguidas plas de ade. En
tretnom
fato de grande significao oru: o Ministério da Educção e Cultura ostrou-e imssionado omsa ss
idade néia de efr eis, segdo le teria sido drito els Miistéro da Saúde e da Pre vidência e sistência Soial. Dese odo têm srgidos de1975
até o r sente, provid�ncias doCltra
ertamento de Ans Universitáriosrio da Eduaço e pra aument o núro de
Crs
do Mnistée
devags
no ensino de enfermaem e obstetrícia, o País. Tal efro ontinua cada vez mais vioroo; o devio temo, eus rultados sitivos devro on tribuir pra melhrar s serviços de aúdem
geral.Tem havido outros fats ovs: em
1972
iniciou-se o Cro de Mestrado em Enfermagem a Univrsidade Fdral do Rio de Jaei,o (Ecola de En fermagem Ana Néri), seguido de dois na Universidade de So Paulo, além de outros atualmente em início de funcionnto."INSTITUIÇOES DO TRABALHO" "
Data de abril de
1975
a istalação do primeiro Conrsso Fderal de Enfermaem, e data de outubro doso
o a istalação dos primeirosCoselhos Regionais em cada Estado. Eles visam dar apoio e guia ético a todo essoal que trabalha em enfermagem. Hoje graças ao Conelho Fieral de Enfermagem já existe o código de Deontologia de Enfermagem que vigora desde 1976. Temos, ainda, em cada COREN para o Desenvolvimento Pro fissional do Pessoal de Enfermagem programa de curos a serem ministrados.
Quanto a empregos, no País, continua a haver falta de providências i fim de criarem-se empregos ara os técnicos de enfermagem. Terão que ha ver empregos solicitados pelos etores que estão com as atividades a erem executadas; por exemplo, nos serviços de governos, os hospitais, ambulatórios e serviços oficiais de saúde pública terã'O que dar início ; expedientes sobre o asunto. O que se deve obter são empregos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho.
Os grupos sociais na efermagem, devem ser coess; devemos estimular' o maior número de coincidência de pontos de vista (onsensos) entre os grupos das categorias de pessoal de enfermagem. Por exemplo, estamos todo& de acordo com o nosso Código de Deontologia de Enfermagem aprovado pelo COFEN.
Nos serviços de saúde estamos reunidos em equipes que têm a cope ração como ideal comum.
Associam-se na ABEn os enfermeiros e os técnicos de enfermagem; e a
UNATE, os auxiliares de enfermagem. Também os técnicos, se o deejarem, pdem se associar com os auxiliares de enfermagem.
É
genralizado o desejo de progredir: unimo-nos para podermos ter, omunitariamente, proreso próprio.É
bom que se divulgue que no Brasil temos coneguido um mdo racio nal para apressar a valorização ds que trabalham. Refre-se ao seguinte.É
uma realidade a passagem de uma categoria de pesoal para outra categoria superior. Muitos auxiliares de enfermagem (e, mesmo os atendentes que estão em endições) se submetem à suplência profissionalizante para erem técni cos de enfermagem, bem como obtêm sua aprvação nS rs regulares ousupletivos de 2.° grau. Não é fácil; porém muitos têm coneguido tal progresso. Finalizando, os dois Congresos Brasileiros realizados na Região Norte, de 1971 e 1978, prestam-se a estudo de evidêcias do exercício e do enino da enfermagem, bem como dos aspectos i'nstitucionais referidos, tanto dos en fermeiros quanto dos demais (técnios e auxiliares) abrangidos s sevios de enfermagem, levand�nos não só à constatação de progresos significativos como também às aspirações de ver reolvidos os obstáculs gue surgem. To dos, coesos, apresentamo-nos a conseguir acelerar o desenvolvimento da
en-férmagem para um 'Brasil renovado. (HGD)