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Rev. Bras. Enferm. vol.25 número4

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Academic year: 2018

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RESPONSABIDADE DA ENFERMEIRA NA PRESTAÇAO DE SERVIÇOS A COMUNDADE

Maria de Lourdes Rodrigues *

. . . "É a comunidade que interessa considerar e proteger, à qual se devem oferecer serviços de alta qualidade, isto é, assistência de en­ fermagem integral ao indivíduo e grupos da comunidade, como força impulsora do desen­ volvimento" . . .

INTRODUÇÃO

Acreditamos seja do consenso geral que a responsabilidade máxima do enfermeiro é oferecer assistência de enfermagem de alto padrão aos indivíduos e à comunidade aos quais serve e, exercendo, assim, cidadania consciente, possa contribuir para o incremento da saúde e desenvolvimento do País .

Analisando os fatos que constituíram os marcos do progresso alcançado no decênio 1 9 6 1 - 1 9 7 1 , no setor saúde, na América Latina ( 1 ) , a OPS/OMS sugere o aproveitamento da sua avaliação como base para reorientação dos p rogramas de saúde futuros .

Façamos algumas considerações sobre o tema - progresso

no setor saúde - com um esclarecimento prévio necessário : Não

temos a pretensão de avaliar, mas somente a de fazer algumas

incursões no assunto .

Há mais de um decênio se vem apontando como variáveis eminentes influindo na qualidade deficiente da assistência de saúde às populações da América Latina, a estrutura inadequada dos serviços sanitários e a insuficiência de pessoal de nível superior e auxiliar para a realização dos objetivos do setor; esta escassez

( * ) Enfermeira da "Fundação Serviço Especial de Saúde Pública" - FSESP . ( * * ) Carv:lho, A . C . & Ribeiro, C . M . - Declaração de Principlos, Rev . Bras

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é mais aguda em se tratando de pessoal de enfermagem e existe tanto em quantidade como em qualidade ( 3 ) ; em c,nseqüência, há

deficiência do serviço prestado, uma vez que a qualidade das ações depende da qualidade do agente e, conforme levantamentos reali­ zados, a maioria dos agentes das ações de saú de no setor da enfer­ magem no Brasil, ainda n ão tem o preparo adequado para executá­ las ( 4 ) .

Relativamente aos demais países da América, estamos ainda colocados nos primeiros degraus do desenvolvimento, se conside­ rarmos um dos seus indicadores que é a quantidade de recursos humanos disponíveis no setor saúde-enfermagem : somos dos países em que a força de trabalho nesta área é das mais pobres ; contamos apenas com 1,0 enfermeira e 9,2 auxiliares de enfermagem para

1 0 . 000 habitantes ( 1 ) , quando o padrão considerado aceitável indica as p roporções de 3 enfermeiras e 13 auxiliares de enfermagem para aquele número d e habitantes ; nos países americanos desenvolvidos, as proporções atingem até 42 enfermeiras ( Canadá) e 50 auxiliares de enfermagem ( Zona do Canal ) por 1 0 . 000 habitantes ( 1 ) .

NATUREZA DOS SERVIÇOS DE ENFERMAGEM PRESTADOS A

COMUNIDADE

Em termos gerais, bons serviços de enfermagem prestados à comunidade constam de assistência integral, em que todos os aspectos estejam previstos : recupe ração da saúde, p revenção das doenças e reabilitações ; em termos específicos, a assistência está condicionada às necessidades d a comunidade e aos recursos dispo­ níveis p ara seu atendimento .

Como nos temos comportado frente a esta responsabilidade ? Sabemos qual é a situação real da comunidade ? Conhecemos os re­ cursos disponíveis para satisfazer suas necessidades ? Estamos pre­ parados p ara a prestação da assistência requerida ? O que temos feito no sentido de progredir, de melhorar nossa qualidad e ?

Em termos globais, poderiamos responder que muito j á foi feito, mas resta ainda muitíssimo a fazer para que se possa considerar boa a qualidade dos serviços de enfermagem prestados à comunidade .

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Coletivamente, o trabalho realizado pela Associação da Classe, foi inegavelmente enorme e proveitoso, no sentido de : consolidar a situa­ ção do enfermeiro entre os profissionais liberais ; influir na regula­ mentação do ensino e do exercício profissional ; tomar consciência da existência dos problemas nacionais relacionados à escassez quali­ tativa e quantitativa de recursos humanos n a área da saúde-enferma­ gem e estimular sua avaliação em extensão e profundidade, nela cola­ borando ; promover a minimização desses problemas através do estu­ do de soluções imediatas e mediatas, quais sejam : proposição e

execução de campanhas para incrementar o recrutamento de candi­ datos à profissão, proposição de medidas para o desenvolvimento do pessoal deficientemente qualificado para o serviço, proposição e apoio a medidas para apressar a formação de pessoal auxiliar de en­ fermagem ; atuar na estruturação da carreira em nível nacional e regional ; promover a inclusão e aceitação do enfermeiro n a equipe multiprofissional nas altas esferas administrativas do setor saúde ; promover o desenvolvimento profissional dos associados, p romover o progresso científico da enfermagem, através do encoraj amento e

divulgação de pesquisas operacionais na área profissional ; manter seus sócios informados sobre um sem número d e questões d e in­ teresse da classe tais como : necessidades e problemas profissionais, tendências no ensino e no trabalho, vantagens profissionais conquis­ tadas ou a serem conseguidas etc . , para citar apenas algumas das realizações da ABEn.

Quanto ao aspecto individual, não se pode falar com a mesma ênfase c generalização ; existem atuações individuais marcantes e

eficazes, mas, sabe-se que as realizações dos enfermeiros, indivi­ dualmente, nas sua maioria, estão aquém do que deveriam ser tanto em quantidade como em qualidade ; há, porém, indicações de que se tornam mais conscientes de sua responsabilidade individual como profissionais a serviço do desenvolvimento nacional .

FATORES QUE TÊM INFLUíDO NO PADRÃO DA ASSISTÊNCIA PRESTADA

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A fim de minimizar as conseqüências da insuficiência de pessoal, houve um movimento da ABEn no sentido de intensificar a formação do pessoal onde foi possível fazê-lo, pela realização de cursos intensivos de auxiliares de enfermagem, com duração de 1 1 meses . O longo trabalho que vinha sendo acumulado em favor da criação do Técnico de Enfermagem foi outro esforço realizado por elementos da enfermagem . Isto porque considera-se ponto pací­ fico a utilização de p essoal auxiliar na enfermagem, tendo este, há muito, passado do caráter transitório para uma situação de existên­ cia permanente na equipe de enfermagem . Se suas atribuições ainda, por vezes, vão além do que devem ser, isto corre por conta da falta de definição de funções e da má distribuição de recursos .

A problemática da utilização do p essoal de enfermagem é outro ponto já imensamente debatido . O "Técnico de Enfermagem" ( que nomearemos apenos de Técnico ) , não foi objeto de tantas dis­ cussões, pois é uma categoria nova, principalmente para a enferma­ gem de saúde pública, e pode vir a ser um recurso de valor, do qual se poderá lançar mão . Em virtude disto, interessa-nos sobremaneira trazer aqui alguns aspectos ligados à sua utilização na prestação de serviços à comunidade .

A existência do Técnico não é mais objeto de cogitações, é uma realidade, pois é um imperativo legal ( 5 ) . O que acontece é que, existindo em pequena quantidade - um pouco mais de 200

-sua atuação não se fez sentir ainda e é uma categoria praticamente desconhecida entre os enfermeiros, mormente no setor da saúde pública .

Sobre as justificativas da sua criação, creio j á ter sido dito o

suficiente nos informes existentes na Revista B rasileira de Enfer­ magem desde 1 9 65 .

Embora sua utilização estej a ainda na fase probatória, po­ der-se-ia dizer que a prova se refere aos ajustamentos que se farão necessários quanto à sua formação e de se consolidar sua existência e posição na equip e .

Pelas razões ligadas à sua quantidade, pouco se sabe sobre o que poderia ser o seu p otencial de trabalho na área da saúde pública, ou mesmo se teria propriedade a sua utilização neste setor .

Gostaríamos de poder apresentar aqui um inquérito de valor sobre o assunto, mas nossas limitações, sobretudo de tempo, nos contiveram nos limites de simples indagações preliminares .

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quali-REVISTA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM 137

dade da assistência prestada ; se, apesar das medidas adotadas, como a intensificação do preparo de pessoal, esta quantidade será presu­ mivelmente deficiente ainda por uma década ou mais, em se considerando os recursos existentes até aqui ; se aparece mais um elemento na profissão que poderá ser incorporado à equipe sem problemas de criação ; se é uma das responsabilidades da enfermeira garantir a boa qualidade do serviço de enfermagem e, se para isto, deve conhecer bem os recursos disponíveis para usá-los bem, então é aconselhável que se coloquem algumas questões relacionadas à

nova categoria, tais como :

a ) será o Técnico u m elemento utilizável em saúde pública? b) que fatores influiriam na sua utilização ?

c ) em que nível da ol'ganização estrutural dos serviços de saúde pública deverá ser localizado ?

d ) o que fará ele na equipe de enfermagem de saúde pública ?

Poderíamos ter tentado responder a estas questões isolada­ mente, mas achamos que o valor das considerações sobre elas seria muito maior e mais real se tais considerações se baseassem em

opiniões de outras enfermeiras, cuj as funções tivessem também características de destaque e representatividade ligadas ao Técnico, nomeadamente no que diz respeito à sua formação, regulamentação do seu exercício profissional e seu aproveitamento no mercado de trabalho .

Como o tempo de que dispúnhamos era limitadíssimo, pro­

curamos reduzir ao mínimo possível o universo para as nossas en­ trevistas .

Apresentamos a seguir, comentários sobre o pequeno inquérito realizado .

A finalidade da nossa pesquisa foi levantar dados que pudes­ sem contribuir para maiores esclarecimentos quanto a :

a ) propriedade da utilização do Técnico no setor da saúde pública ;

b ) tendências e perspectivas dessa utilização ; c) fatores que influiriam nessa utilização .

Procuramos entrevistar 27 enfermeiras, cujas tornam representativas em assuntos ligados ao Técnico . onde exercem estas funções são :

funções as Os órgãos

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b ) Secretaria de Estado da Saúde do Estado de São Paulo, nus seus setores de : Conselho de Saúde, Coordenadoria de Saúde da Comunidade e Coordenadoria de Assistência Hospitalar ;

c ) Associação Brasileira de Enfermagem, nos seus setores de Presidência, em nível nacional e estadual ( São Paulo ) e de Comissão

de Documentação e Estudos ;

d ) Faculdade de Saúde Pública da USP, no seu setor de Prática de Saúde Pública - Curso de Enfermagem de Saúde Pública e Chefia da Seção Técnica de Enfermagem do Centro de Saúde Geraldo de Paula Souza .

e ) Escolas d e Enfermagem, n o seu setor de Diretoria :

da Universidade de São Paulo ; Faculdade Paulista de Enfermagem ; Faculdade Adventista de Enfermagem ;

Faculdade de Enfermagem São José - Santa Casa .

O INPS - no seu setor de Assessoria Técnica de Enfermagem . g) Hospitais de Ensino - no seu setor de Chefia de Enfer­ magem :

Hospital das Clínicas ; Hospital São Paulo ;

Hospital dos Servidores Públicos de São Paulo ; Hospital Matarazzo ;

Hospital da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo .

As justificativas da seleção feita são : tempo disponível, alta representatividade das entrevistadas e alcance dos resultados esperados .

Os obj etivos da nossa pesquisa foram : procurar subsídios que nos esclarecessem quanto a :

in dicação do aproveitamento do Técnico, em saúde pú-blica ;

fatores que influiriam neste aproveitamento .

Para conseguirmos estes objetivos, levantamos 3 hipóteses que procuramos testar :

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b ) os conhecimentos das entrevistadas sobre o Técnico podem influir na sua conduta, favorável ou desfavorável à utilização da categoria em saúde pública ;

c ) a experiência profissional das entrevistadas em relação ao Técnico pode influir na sua opinião, favorável ou desfavoravelmente

à utilização da categoria em saúde pública .

Elaboramos um plano de p esquisa em cujos detalhes n ão nos deteremos, por não apresentarem interesse imed iato - ( estão contidos no Relatório da Pesquisa) .

Quanto à execução, faremos apenas alguns comentários críticos, pois o que mais importa são as conclusões :

1 - houve uma limitação muito grand e no tamanho d a p o­

pulação da pesquisa, em virtude do pouco tempo disponível ; contudo, a sua representatividade qualitativa supriu, a nosso ver, a quantidade ;

2 - houve, igualmente, limitação lamentável, pela mesma razão, nas áreas da pesquisa, que se limitaram às seguintes :

a ) conhecimenlos específicos das entrevistadas quanto ao Técnico e relacionados :

das a :

sua existência ; sua formação ; suas atribuições ;

regulamentação do seu exercício profissional ;

b ) opiniões das entrevistadas quanto ao Técnico,

relaciona--justificativas para a sua utilizaçio em saúde pública ; - prioridade atribuída ao seu trabalho, em relação ao dos auxiliares de enfermagem ;

- barreiras existentes quanto à utilização do Técnico na saúde Pública ;

conveniência de se discutir esta utilização no momento ;

c ) experiência profissional prévia ou atual das entrevistadas em relação ao Técnico ;

d ) classe das entrevistadas ( função e setor de trabalho ) .

3 - O formulário usado nas entrevistas apresentou inúmeras

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CONCLUSÃO DA PESQUISA

0 - Das 27 enfermeiras entrevistadas, 14 possuíam expenencia

profissional de ensino ou de trabalho com o Técnico e 13 n ão tinham tido nenhuma experiência .

- O fator experiência das entrevistadas não apresentou rela­ ção direta de sentido com os seus conhecimentos nem com as suas opiniões e sim, relação indireta .

- O fator conhecimento das entrevistadas apresentou uma re­ lação direta de sentido com suas opiniões, sendo que o resultado geral dos conhecimentos incidiu no grau "RS" ( regularmente satisfatório) e o das opiniões, no grau "RF" ( regularmente favorável ) .

Podemos concluir que :

1 - a tendência geral entre as enfermeiras entrevistadas é

de restrições quanto à utilização do Técnico na saúde pública, uma vez que a este respeito sua conduta manifesta não foi plenamente favorável ;

2 - em virtude da alta categoria e representatividade das

enfermeiras entrevistadas, pode-se inferir, pelos resultados da pes­ quisa, que os conhecimentos das demais enfermeiras em relação ao Técnico, de um modo geral, são insuficientes, principalmente nas áreas correspondentes à percepção da sua existência, da sua formação e das suas atribuições atuais e futuras . '

3 - Os fatores apontados como barreiras à utilização do

Técnico, na saúde pública, foram os seguintes :

- desconhecimento do seu p reparo em saúde pública ; - insuficiência de conhecimentos sobre a categoria, no meio profissional ;

falta de definição das funções do Técnico na saúde pública ; falta de regulamentação do seu exercício profissional ; aceitação duvidosa da categoria no meio p rofissional ; efetivação prévia d a utilização do enfermeiro nos serviços de saúde do Estado .

Em conclusão : a responsabilidade do enfermeiro n a presta­ ção de serviços à comunidade, prende-se grandemente à garantia da

boa qualidade destes serviços, o que pode ser relacionado a aguns aspectos importantes :

a ) qualidade do seu próprio trabalho ;

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REVISTA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM

141

Quanto ao seu trabalho, cabe-lhe promover seu próprio de­ senvolvimento através da educação continuada, visando levá-la a :

a) aperfeiçoar cada vez mais seus conhecimentos profissio­ nais, principalmente nas áreas da administração ( com ênfase no

planejamento e na supervisão ) , ensino e pesquisa em enfermagem, e tarefas a ele delegadas ;

b ) manter atualizados seus conhecimentos sobre as neces­

sidades e recursos da comunidade a que serve ;

fissão ;

c) interessar-se ativamente pelos assuntos relacionados à

pro-d) participar efetivamente das atividades da sua associação de classe etc . .

No que diz respeito à qualidade do trabalho dos demais

componentes da sua equipe, cabe-lhe :

a ) exercer eficiente liderança profissional, compreendendo isto todos os aspectos administrativos e de relacionamento ;

b ) pesquisar suas necessidades de serviço :

em quantidade : seu dimensionamento e distribuição ; em qualidade : seu preparo, atribuições e atuação .

RECOMENDAÇõES

Valendo-nos grandemente da pesquisa efetuada sobre a utili­ zação do Técnico na saúde pública, achamos oportuno deixar aqui,

à nossa Associação, algumas sugestões, umas conseqüentes dos re­

sultados verificados e outras colhidas das próprias enfermeiras entre­ vistadas :

a ) que seja promovida melhor divulgação do Técnico de

Enfermagem entre os enfermeiros, quanto à razão da sua existência,

seus valores e atribuições na equipe de enfermagem .

b ) que sejam promovidas pesquisas de atribuições, de ne­ cessidade da mão de obra e do mercado de trabalho em saúde pública, relativamente ao Técnico ;

c) que sejam estudadas as causas da desistência dos cursos técnicos de enfermagem ;

d ) que sejam promovidos estudos sobre a sua taxa de cres­ cimento, como base para o planejamento da sua utilização ;

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Técnico, a fim de que se possa estudar a conveniência da sua utili­ zação e o tempo e movimento ligados à sua atuação com a finalidade de se conseguir uma basc para o seu dimensionamento .

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 - H . ECHOS Que Revelam Progresso en Salud . W ashington, D. C., OPS /OMS, 1 9 7 1 .

2 - CARVALHO, A . C . & RIBEIRO, C . . Declaração de Princípios da ABEn . Reu. Bras. Enf., 21 (4, 5, 6,) : 2 1 6,

julho/dezembro, 1 9 69 .

3 - SANTOS, J . - Participação da Enfermagem na Satisfação da Demanda nos serviços de saúde . R e u . Bras. Enf., 21 ( 5 ) : 354 .

4 - SOUZA, A . M . J . , LlZIER, H . & CARVALHO, J . F . - Levan­ tamento do Pessoal de Enfermagem . Rev. Bras. Enf., 2 1 ( 5 ) : 454-455 .

5 LEI n .- 5 . 692, de 1 1 de agosto de 1 9 7 1 . Brasília, MEC, 1 9 7 1 .

BIBLIO GRAFIA CONSULTADA

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3 - COMISSÃO D A COORDENAD ORIA D O ENSINO TÉCNICO DO

ESTADO D E SÃO PAULO . Plano de Currículo do Curso Técnico de Enfermagem . São Paulo, Secretaria dos Negócios da Educação, 1 9 7 2 .

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6 - CONSELHO Federal de Educação . Câmara do Ensino de Pri­ meiro e Segundo Graus . Parecer 45/72, Brasília, j an . 1 9 7 2 .

7 -- ENFERMERIA de Salud Pública. Cuadernos de Salud Pú blica,

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8 - HECHOS que Revelan Progreso en Salud. Washington, D . C . , OPS/OMS, 1971 .

9 -- HECHOS sobre Problemas de Salud . Washington, D . C . ,

OPS/OMS, 1 9 6 1 .

1 0 - - RAMOS, U . - Considerações relativas à Lei n ." 5 . 692, de 1 1

d e agosto d e 1 9 7 1 , Secretaria dos Negócios d a Educação, Coordenadoria do Ensino Técnico - São Paulo, 1 9 7 1 .

( mimeografado) .

1 1 - REVISTA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM. - - vols . 2/3, 4 e 5,

1 9 65 .

12 - Ibid. - 2/3, 4 e 5/6, 1 9 6 6 .

1 3 - Ibid . - 1 e 4 , 1 9 6 7 .

1 4 - Ibid . - 1 /2/3, 4 , 5 e 6, 1 9 6 8 .

15 -- Ibid . - 4, 5 e 6, 1 9 69 .

1 6 - REVISTA DA ESCOLA DE ENFERMAGEM DA USP, São Paulo

vols. 1 /2, 1 9 7 0 .

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