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Boletim do

Exército

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO

Nº 17/2010

Brasília, DF, 30 de abril de 2010.

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BOLETIM DO EXÉRCITO N

º 17/2010

Brasília, DF, 30 de abril de 2010.

ÍNDICE 1 ª PARTE LEIS E DECRETOS Sem alteração.

2 ª PARTE

ATOS ADMINISTRATIVOS MINISTÉRIO DA DEFESA PORTARIA NORMATIVA N º 646-MD, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Dispõe sobre a alternância e a temporalidade do exercício de cargos ocupáveis por Oficial-General na administração central do Ministério da Defesa, nas Missões Permanentes do Brasil junto à Organização das Nações Unidas em Nova Iorque e Genebra, na Escola Superior de Guerra e no Hospital das Forças Armadas...7

COMANDANTE DO EXÉRCITO PORTARIA N º 300, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

Autoriza e delega competência para alienação dos imóveis RJ 01-0119, RJ 01-0196, RJ 01-0197, RJ 01-0198, RJ 01-0199, RJ 01-0200 e RJ 01-0203...8

ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO PORTARIA N º 043-EME, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Adota o Fuzil de Repetição, calibre 7,62mm, de alta precisão, modelo IMBEL MD1, (Ato de Adoção nº 01/10)...9 PORTARIA N º 045-EME, DE 26 DE ABRIL DE 2010.

Altera a Equipe para Implantação do Projeto de Desenvolvimento e Produção do Helicóptero de Médio Porte de Emprego Geral das Forças Armadas - Projeto H-XBR...9 PORTARIA N º 046-EME, DE 26 DE ABRIL DE 2010 .

Aprova as Diretrizes de Implantação do Programa de Modernização do Sistema de Doutrina Militar Terrestre (SIDOMT)...11 PORTARIA N º 048-EME, DE 27 DE ABRIL DE 2010.

Altera o Curso de Graduação em Engenharia realizado no IME por Oficiais com o Curso da AMAN.. .24 PORTARIA N º 049-EME, DE 27 DE ABRIL DE 2010.

Cria o Curso de Operações na Selva Categoria “E” para oficiais intermediários e subalternos do Serviço de Saúde e estabelece condições de funcionamento...25 PORTARIA N º 050-EME, DE 27 DE ABRIL DE 2010.

Cria o Curso de Operações na Selva Categoria “F” para subtenentes e sargentos do Serviço de Saúde e estabelece condições de funcionamento...26

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DEPARTAMENTO-GERAL DO PESSOAL PORTARIA N º 096-DGP, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

Altera a Portaria nº 190-DGP, de 21 de julho de 2009, que fixa as vagas para os Cursos e Estágios nas Indústrias Civis Nacionais (CE-ICN), a serem realizados no ano de 2010...27

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXÉRCITO PORTARIA N º 025-DECEx, DE 26 DE ABRIL DE 2010.

Altera as Normas para Inspeção de Saúde dos Candidatos à Matrícula nos Estabelecimentos de Ensino Subordinados ao DECEx e nas Organizações Militares que Recebem Orientação Técnico-Pedagógica. 28

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PORTARIA N º 011-DCT, DE 29 DE MARÇO DE 2010.

Aprova o Plano de Migração para Software Livre no Exército Brasileiro, versão 2010...29 PORTARIA N º 016-DCT, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Homologa os Requisitos Técnicos Básicos (RTB) nº 03/10, da Viatura Blindada Leve de Transporte de Pessoal, 4x4 (VBL TP, 4x4)...29 PORTARIA N º 017-DCT, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Homologa o Anteprojeto e o Estudo de Viabilidade Técnico-Econômico nº 02/10, da Viatura Blindada de Transporte de Pessoal, 4x4 (VBL TP, 4x4)...29

3 ª PARTE ATOS DE PESSOAL

ATOS DO PODER EXECUTIVO MINISTÉRIO DA DEFESA DECRETO DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Promoção na Ordem do Mérito Militar...30 MINISTÉRIO DA DEFESA

PORTARIA N º 614-MD, DE 16 DE ABRIL DE 2010.

Autorização para afastamento do país do Comandante do Exército...30 PORTARIA N º 632-MD, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Concessão da Medalha da Vitória...31 PORTARIA N º 633 -MD , DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Concessão da Medalha da Vitória...32 PORTARIA N º 634 -MD , DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Concessão da Medalha da Vitória...32 PORTARIA N º 639-MD, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (MINUSTAH)...33 PORTARIA N º 641-MD, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Designação para Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (MINUSTAH)...33 PORTARIA N º 645-MD, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Designação para Comissão dos Serviços de Saúde das Forças Armadas (CPSSMEA)...34

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PORTARIA N º 654-MD, DE 23 DE ABRIL DE 2010.

Campeonato Mundial Militar Feminino de Voleibol...34 PORTARIA N º 655-MD, DE 23 DE ABRIL DE 2010.

Campeonato Mundial Militar de Esgrima do CISM...34 PORTARIA N º 657-MD, DE 23 DE ABRIL DE 2010.

Reunião da Saúde Militar da Comissão de Países de Língua Portuguesa...35 SECRETARIA DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL

PORTARIA N º 659-MD, DE 23 DE ABRIL DE 2010.

Dispensa de ficar à disposição do Ministério da Defesa...35 CONSELHO DE DEFESA NACIONAL

SECRETARIA EXECUTIVA PORTARIA N º 24, DE 19 DE ABRIL DE 2010.

Atualização de integrantes do Conselho de Defesa Nacional (CDN)...36 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA

PORTARIA N º 317-MCT, DE 27 DE ABRIL DE 2010.

Substituição de oficial-general no Conselho Superior da Agência Espacial Brasileira – AEB...36 COMANDANTE DO EXÉRCITO

PORTARIA N º 270, DE 13 DE ABRIL DE 2010.

Designação para realizar curso no exterior...37 PORTARIA N º 277, DE 14 DE ABRIL DE 2010.

Designação para realizar curso no exterior...37 PORTARIA N º 279, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Prorrogação de nomeação de prestador de tarefa por tempo certo...37 PORTARIA N º 281, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Designação para realizar curso no exterior...38 PORTARIA N º 282, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Designação sem efeito para realizar curso no exterior...38 PORTARIA N º 284, DE 20 DE ABRIL DE 2010 ...38 PORTARIA N º 285, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Oficial à disposição ...39 PORTARIA N º 286, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Designação de oficial...39 PORTARIA N º 287, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Designação de oficial...39 PORTARIA N º 288, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Nomeação de comandante, chefe ou diretor de organização militar...39 PORTARIA N º 289, DE 20 DE ABRIL DE 2010

Nomeação de comandante, chefe ou diretor de organização militar...40 PORTARIA N º 290, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

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PORTARIA N º 292, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Designação para realizar curso no exterior...40 PORTARIA N º 293, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Designação para realizar curso no exterior...41 DEPARTAMENTO-GERAL DO PESSOAL

DIRETORIA DE AVALIAÇÃO E PROMOÇÕES PORTARIA N º 001/DAPROM/S2.12, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

Promoção de oficiais temporários...42 DIRETOR DE SERVIÇO MILITAR

PORTARIA N º 80-DGP/DSM, DE 16 DE ABRIL DE 2010.

Demissão do Serviço Ativo, a pedido, sem indenização à União Federal...45 SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO

PORTARIA N º 117-SGEx, DE 22 DE ABRIL DE 2010.

Concessão de Medalha Marechal Osorio - O Legendário...45 PORTARIA N º 118- SGEx, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

Concessão de Medalha Militar...65 PORTARIA N º 119 -SGEx, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

Concessão de Medalha Militar...67 PORTARIA N º 120-SGEx, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

Concessão de Medalha Militar...70 PORTARIA N º 121-SGEx, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

Concessão de Medalha de Serviço Amazônico...71 PORTARIA N º 122-SGEx, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

Concessão de Medalha de Serviço Amazônico...72 PORTARIA N º 123-SGEx, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

Concessão de Medalha de Serviço Amazônico...72 PORTARIA N º 124-SGEx, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

Concessão de Medalha Corpo de Tropa...73 PORTARIA N º 125-SGEx, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

Concessão de Medalha Corpo de Tropa...74 PORTARIA N º 126-SGEx, DE 14 DE ABRIL DE 2010.

Concessão de Medalha Corpo de Tropa...75 4 ª PARTE

JUSTIÇA E DISCIPLINA Sem alteração.

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1 ª PARTE LEIS E DECRETOS Sem alteração.

2 ª PARTE

ATOS ADMINISTRATIVOS MINISTÉRIO DA DEFESA

PORTARIA NORMATIVA Nº 646-MD, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Dispõe sobre a alternância e a temporalidade do exercício de cargos ocupáveis por Oficial-General na administração central do Ministério da Defesa, nas Missões Permanentes do Brasil junto à Organização das Nações Unidas em Nova Iorque e Genebra, na Escola Superior de Guerra e no Hospital das Forças Armadas.

O MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e tendo em vista o disposto no Decreto nº 6.223, de 4 de outubro de 2007, resolve:

Art. 1º Para o exercício de cargos ocupáveis por Oficial-General na administração central do Ministério da Defesa, nas Missões Permanentes do Brasil junto à Organização das Nações Unidas em Nova Iorque e Genebra, na Escola Superior de Guerra e no Hospital das Forças Armadas, os Comandos das Forças Singulares indicarão militares que disponham de condições funcionais para permanência mínima de dois anos no cargo.

Parágrafo único. Todos os cargos referidos no caput estão submetidos ao sistema de rodízio entre as Forças Armadas.

Art. 2º A Secretaria de Organização Institucional do Ministério da Defesa providenciará, em conjunto com os Comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, o planejamento da execução da presente Portaria Normativa.

Art. 3º Esta Portaria Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

(Portaria se encontra publicada no DOU nº 76, de 23 Abr 10 - Seção 1).

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COMANDANTE DO EXÉRCITO

PORTARIA Nº 300, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

Autoriza e delega competência para alienação dos imóveis RJ 01-0119, RJ 01-0196, RJ 01-0197, RJ 01-0198, RJ 01-0199, RJ 01-0200 e RJ 01-0203.

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 4º da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, e o § 1º do art. 20 da Estrutura Regimental do Comando do Exército, aprovada pelo Decreto nº 5.751, de 12 de abril de 2006, e tendo em vista o previsto no art. 1º da Lei nº 5.651, de 11 de dezembro de 1970, e o que facultam os arts. 11 e 12 do Decreto-Lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967, e os arts. 1º e 2º do Decreto nº 83.937, de 6 de setembro de 1979, e Portaria nº 40, de 18 de março de 2009, da Secretaria de Patrimônio da União, e de acordo com o que propõe o Departamento de Engenharia e Construção, ouvido o Estado-Maior do Exército, e considerando:

- a situação de calamidade pública em que se encontram os municípios do Rio de Janeiro, Niterói e São Gonçalo, e atendendo aos reclamos da sociedade fluminense que se expressou por intermédio do Governador do Estado do Rio de Janeiro e que foi registrado pela mídia nacional por intermédio de jornais, rádio, televisão e sítios eletrônicos; e

- que as instalações dos imóveis dos antigos 3º Batalhão de Infantaria e 24º Batalhão de Infantaria Blindado já estão recebendo os flagelados da calamidade gerada pelo desmoronamento de inúmeros morros das cidades do Rio de Janeiro, Niterói e São Gonçalo, resolve:

Art. 1º Autorizar a alienação, ao Estado do Rio de Janeiro, do domínio pleno do imóvel RJ 01-0119 com área de 146.772,00 m² (cento e quarenta e seis mil setecentos e setenta e dois metros quadrados) e benfeitorias, localizado na Rua Dr Porciúncula nº 395, Bairro Venda da Cruz, em São Gonçalo - RJ, dos domínios plenos dos terrenos alodiais: 11.673,93 m² (onze mil seiscentos e setenta e três vírgula noventa e três metros quadrados), 6.077,93 m² (seis mil e setenta e sete vírgula noventa e três metros quadrados), 5.965,74 m² (cinco mil novecentos e sessenta e cinco vírgula setenta e quatro metros quadrados), 8.178,59 m² (oito mil cento e setenta e oito vírgula cinquenta e nove metros quadrados), 12.606,83 m² (doze mil seiscentos e seis vírgula oitenta e três metros quadrados) e 5.598,91 m² (cinco mil quinhentos e noventa e oito vírgula noventa e um metros quadrados), dos domínios úteis dos terrenos de marinha: 10.863,03 m² (dez mil oitocentos e sessenta e três vírgula três metros quadrados), 2.172,14 m² (dois mil cento e setenta e dois vírgula quatorze metros quadrados), 4.341,48 m² (quatro mil trezentos e quarenta e um vírgula quarenta e oito metros quadrados), 3.852,34 m² (três mil oitocentos e cinquenta e dois vírgula trinta e quatro metros quadrados), 2.284,23 m² (dois mil duzentos e oitenta e quatro vírgula vinte e três metros quadrados) e 3.051,96 m² (três mil e cinquenta e um vírgula noventa e seis metros quadrados) e dos domínios úteis dos terrenos acrescidos de marinha: 50.245,52 m² (cinquenta mil duzentos e quarenta e cinco vírgula cinquenta e dois metros quadrados), 11.798,93 m² (onze mil setecentos e noventa e oito vírgula noventa e três metros quadrados), 23.579,58 m² (vinte e três mil quinhentos e setenta e nove vírgula cinquenta e oito metros quadrados), 18.337,61 m² (dezoito mil trezentos e trinta e sete vírgula sessenta e um metros quadrados), 3.060,27 m² (três mil e sessenta vírgula vinte e sete metros quadrados) e 26.073,01 m² (vinte e seis mil e setenta e três vírgula um metros quadrados) constituintes dos imóveis cadastrados como RJ 01-0196, RJ 01-0197, RJ 01-0198, RJ 01- 0199, RJ 01-0200 e RJ 01-0203, respectivamente, localizados na Av. Almirante Frontin, 144 e 628, em Ramos, Rio de Janeiro - RJ.

Art. 2º Delegar competência ao Comandante da 1ª Região Militar para representar o Comandante do Exército no ato de formalização da alienação autorizada no art. 1º desta Portaria.

Art. 3º Designar o Departamento de Engenharia e Construção como Órgão de Direção Setorial Supervisor.

Art. 4º Estabelecer que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

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ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO

PORTARIA Nº 043-EME, DE 20 DE ABRIL DE 2010.

Adota o Fuzil de Repetição, calibre 7,62mm, de alta precisão, modelo IMBEL MD1, (Ato de Adoção nº 01/10).

O CHEFE DO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe confere o inciso VI do art. 5º do Regulamento do Estado-Maior do Exército (R-173), aprovado pela Portaria Ministerial nº 300, de 27 de maio de 2004, e de conformidade com o item 9) do art. 6º das Instruções Gerais para o Funcionamento do Sistema de Ciência e Tecnologia do Exército (IG 20-11), aprovadas pela Portaria Ministerial nº 270, de 13 de junho de 1994, e com o Bloco nº 47, do art. 15 das Instruções Gerais para o Modelo Administrativo do Ciclo de Vida dos Materiais de Emprego Militar (IG 20-12), aprovadas pela Portaria Ministerial nº 271, de 13 de junho de 1994, resolve:

Art. 1º Adotar, para o Exército Brasileiro, o Fuzil de Repetição, calibre 7,62mm, de alta precisão, modelo IMBEL MD1, conforme o Ato de Adoção nº 01/10.

Parágrafo único. A referida adoção é fruto da decisão tomada na Reunião Decisória a Distância, encerrada em 6 de abril de 2010, com base no resultado da avaliação do protótipo constante do Relatório de Avaliação nº 008/08, do Centro de Avaliações do Exército, homologado pela Portaria nº 017-DCT, de 9 de abril de 2008.

Art. 2º Determinar ao Departamento de Ciência e Tecnologia, ao Comando Logístico, ao Comando de Operações Terrestres e às Áreas de Doutrina, Instrução e Logística do Estado-Maior do Exército, que tomem as providências decorrentes da adoção do material em questão, previstas nas Instruções Gerais para o Modelo Administrativo do Ciclo de Vida dos Materiais de Emprego Militar (IG 20-12), aprovadas pela Portaria Ministerial nº 271, de 13 de junho de 1994.

Art. 3º Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

PORTARIA Nº 045-EME, DE 26 DE ABRIL DE 2010.

Altera a Equipe para Implantação do Projeto de Desenvolvimento e Produção do Helicóptero de Médio Porte de Emprego Geral das Forças Armadas - Projeto H-XBR.

O CHEFE DO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO, considerando o disposto no art. 4º da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, combinado com o inciso II do art. 20 da Estrutura Regimental do Comando do Exército, aprovada pelo Decreto nº 5.751, de 12 de abril de 2006, e no uso da atribuição que lhe confere a letra “h” do inciso IV, do art. 1º da Portaria nº 727, de 8 de outubro de 2007, combinado com o art. 5º, inciso VI, do Regulamento do Estado-Maior do Exército (R-173), aprovado pela Portaria nº 300, de 27 de maio de 2004 e de acordo com a Portaria nº 094 - EME, de 12 de novembro de 2008, resolve:

Art. 1º Alterar a Equipe para Implantação do Projeto de Desenvolvimento e Produção do Helicóptero de Médio Porte de Emprego Geral das Forças Armadas - Projeto H-XBR, constituída pela PORTARIA Nº 095-EME, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2008.

Art. 2º A Equipe terá a seguinte composição:

I - Gerente do Projeto (GP): Gen Bda ANTÔNIO DE PÁDUA BARBOSA DA SILVA, da Diretoria de Material de Aviação do Exército;

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II - supervisor: Cel DÊNIS TAVEIRA MARTINS, da Diretoria de Material de Aviação do Exército;

III - adjunto do supervisor: Maj LUREMBERG DOS SANTOS PEREIRA, da Diretoria de Material de Aviação do Exército.

IV - Demais integrantes:

a) do ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO 1. 3ª Subchefia

- Cel PAULO RICARDO PINTO DA SILVA; e

- Cel AMÉRICO KUNIO TAGUCHI (substituto eventual);

2. 4ª Subchefia

- Ten Cel CRISTIANO MENDONÇA PINTO; e

- Ten Cel WILSON ROBERTO AGOSTINHO DO NASCIMENTO (substituto eventual);

3. 6ª Subchefia

- Ten Cel Art Flávio ALVARENGA Filho (titular);

- Maj Int ALEXANDRE Silveira de Lima (substituto eventual).

b) do COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES - Cel LUCIANO PINTO MARTINS; e

- TC ALCIDES VALERIANO DE FARIA JÚNIOR (substituto eventual).

c) do DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA

- TC QEM CARLOS ROBERTO FUZITA, do Departamento de Ciência e Tecnologia; e - Maj QEM ALEXANDRE LAVAL SILVA, do Instituto Militar de Engenharia (substituto eventual).

d) do DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO

- TC QEM JULIO GUILHERME GERLACH GUTERRES, da Diretoria de Obras Militares; e

- Cap QEM ADRIANO DUTRA DE VASCONCELOS (substituto eventual), da Diretoria de Obras Militares.

e) do COMANDO MILITAR DA AMAZÔNIA

- TC HÉLIO CESAR FRANÇA do 4º Batalhão de Aviação do Exército; e

- Cap FLÁVIO DOS SANTOS JÚNIOR (substituto eventual), do 4º Batalhão de Aviação do Exército.

e) do COMANDO MILITAR DO SUDESTE

- TC LINDONEI LUNARDI, do 2º Batalhão de Aviação do Exército; e

- Maj ANDRÉ VINICIUS LOPES GALVÃO (substituto eventual), do 2º Batalhão de Aviação do Exército.

Art. 3º Estabelecer que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

Art. 4º Revogar a Portaria nº 095-EME, de12 de novembro de 2008.

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PORTARIA Nº 046-EME, DE 26 DE ABRIL DE 2010.

Aprova as Diretrizes de Implantação do Programa de Modernização do Sistema de Doutrina Militar Terrestre (SIDOMT).

O CHEFE DO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e III, do art. 4º do R-173 Regulamento do Estado-Maior do Exército (Portaria do Comandante do Exército nº 300, de 27 de maio de 2004); o inciso XI do art. 100 e art. 117 da IG 10-42, aprovada pela Portaria nº 041, de 18 de fevereiro de 2002, do Comandante do Exército, resolve:

Art. 1º Aprovar as Diretrizes de Implantação do Programa de Modernização do Sistema de Doutrina Militar Terrestre (SIDOMT).

Art. 2º Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

DIRETRIZ DE IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DO SIDOMT

1. FINALIDADE

- Regular as medidas necessárias à implantação do Programa de Modernização do Sistema de Doutrina Militar Terrestre (SIDOMT).

2. REFERÊNCIAS

a. Portaria nº 013-EME, de 13 Fev 09 - Diretriz para o Planejamento Decorrente da Estratégia Nacional de Defesa.

b. Portaria nº 687, de 22 Set 09, que aprova a Diretriz para o Planejamento da Evolução do Exército.

c. Portaria nº 091-EME, de 30 Set 09, que aprova a Diretriz para o Planejamento da Evolução do Exército até 2030, em decorrência da Estratégia Braço Forte.

d. Portaria nº 024-EME, de 2 de abril de 2007, que aprova as Normas para Elaboração, Gerenciamento e Acompanhamento de Projetos no Exército Brasileiro.

e. Estudo de Viabilidade do Programa SIDOMT.

3. OBJETIVOS

a. Orientar os trabalhos relativos à implantação do Programa de Modernização do SIDOMT.

b. Definir o escopo do programa e as condições gerais para o planejamento e execução.

c. Regular a participação e as atribuições dos órgãos e das equipes envolvidas no programa de revisão e reestruturação do SIDOMT.

4. CONCEPÇÃO GERAL a. Visão de Futuro

“ESTRUTURAR E HIERARQUIZAR UM SISTEMA DOUTRINÁRIO QUE ESTEJA APOIADO EM FUNDAMENTOS CONSISTENTES QUE NORTEIEM E GARANTAM À FORÇA TERRESTRE O SUCESSO NO COMBATE”.

b. Justificativa do Programa

1) O Programa SIDOMT constitui uma das ações de planejamento da evolução do Exército até 2030, estabelecidas pela Estratégia Braço Forte.

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2) Os fatores determinantes da revisão e reestruturação do SIDOMT foram identificados pelos estudos conduzidos no decorrer da elaboração da Estratégia Braço Forte. Posteriormente, novos estudos foram realizados por ocasião do Seminário de Doutrina Militar Terrestre, em 2009, e pelo Estudo de Viabilidade, realizado em Mar 2010.

3) A evolução do Exército até 2030 está relacionada ao aumento de suas capacidades operativas, representadas por um conjunto de fatores, nos quais a doutrina e o conhecimento atuam como diretores.

4) A modernização da Força Terrestre, por meio da criação de novas organizações militares e da aquisição de novos MEM, não alcançará a eficiência visualizada sem a correspondente reestruturação do Sistema de Doutrina.

c. Estrutura do Programa

O Programa SIDOMT está constituído por dois projetos, o Projeto de Revisão Sistêmica Organizacional (PRSO) e o Projeto de Revisão Doutrinária (PRD).

O PRSO, sob a supervisão da 3ª SCh/EME, será um trabalho de estado-maior desenvolvido por meio do Grupo de Trabalho Alfa (GT Alfa), com a participação de representantes das Subchefias do EME, dos Órgãos de Direção Setorial e Comandos Militares de Área. O PRSO terá como foco a revisão da estrutura organizacional do SIDOMT, em todos os seus níveis.

O PRD, também sob a coordenação da 3ª SCh/EME, será um trabalho desenvolvido no âmbito do Estado-Maior do Exército, particularmente na Seção de Doutrina Militar Terrestre/3ª SCh-EME, por meio dos formuladores doutrinários (GT Bravo), tendo como foco principal a revisão e reavaliação dos assuntos doutrinários relacionados com os diversos Sistemas Operacionais da Força Terrestre.

d. Objetivos

1) Do Programa SIDOMT

a) Revisar e avaliar o Sistema de Doutrina Militar Terrestre (SIDOMT) do Exército Brasileiro, consolidando um Diagnóstico Geral da atual situação do sistema.

b) Em função do diagnóstico levantado, propor ações e medidas de adequação e/ou reestruturação organizacional que permitam a modernização do SIDOMT.

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2) Do Projeto de Revisão Sistêmica Organizacional (PRSO)

a) Implantar nova estrutura para o Sistema de Doutrina Militar Terrestre, a fim de permitir que a Doutrina Militar Terrestre forneça efetivamente os elementos balizadores de preparo e da ação de comando na Força Terrestre, integrando-a ao planejamento de operações conjuntas.

b) Estruturar o órgão central do SIDOMT, visando alcançar os seguintes objetivos gerais:

(1) reposicionar o órgão dentro da estrutura organizacional do EME;

(2) aumentar as atuais capacidades do processo doutrinário (concepção, planejamento, formulação, difusão e aplicação);

(3) integrar-se ao planejamento estratégico em nível de operações conjuntas e no âmbito da Força; e

(4) dinamizar a gestão do conhecimento e o aproveitamento das experiências adquiridas pelas diversas organizações militares.

c) Aperfeiçoar o processo de pesquisa e de desenvolvimento doutrinário, por meio da descentralização de atribuições aos órgãos, grandes comandos e demais OM integrantes do SIDOMT.

d) Definir os produtos do Sistema de Doutrina.

e) Integrar as bases de dados doutrinários das organizações, por intermédio da EBNet, em especial, com os sistemas de bibliotecas virtuais dos Estabelecimentos de Ensino.

f) Elaborar o cronograma de implantação do novo Sistema.

g) Implantar o Portal do SIDOMT na Intranet do EB (EB-Net).

h) Desenvolver produtos de Tecnologia da Informação voltados para o desenvolvimento doutrinário.

3) Do Projeto de Revisão Doutrinária (PRD)

a) Revisar e reavaliar os assuntos doutrinários relacionados com os diversos Sistemas Operacionais da Força Terrestre.

b) Atualizar os bancos de dados doutrinários dos diversos Sistemas Operacionais, bem como dos assuntos correlatos de interesse da Força Terrestre.

e. Prioridade do Programa

- O EME definiu que, no ano de 2010, conduzirá, com prioridade, a modernização do SISTEMA DE DOUTRINA MILITAR TERRESTRE, a fim de dar prosseguimento às ações estabelecidas na Estratégia Braço Forte.

f. Premissas para o funcionamento do Programa SIDOMT

1) Estudos e pesquisas realizadas – o programa SIDOMT tem como base os estudos, pesquisas, avaliações, pareceres e lições aprendidas, inclusive junto a outros exércitos de países amigos, os quais passaram ou estão passando pelo mesmo processo de modernização de seus respectivos sistemas doutrinários.

2) Atuação conjunta com outros órgãos – as atividades do Programa SIDOMT serão conduzidas pelos Grupos de Trabalho de Doutrina (Alfa e Bravo), constituídos por representantes dos ODS, dos Cmdo Mil A e das Subchefias do Estado-Maior do Exército. Os trabalhos contarão, também, com o assessoramento e colaboração de membros do Gabinete do Comandante do Exército, do Ministério da Defesa e das demais Forças Armadas.

(14)

3) Tipo de ações esperadas do projeto – sensibilização da Alta Administração do Exército, nivelamento conceitual; constituição do grupo de trabalho, elaboração do programa, discussão e consolidação de idéias, elaboração de normas e atribuições, montagem de linhas de ação, reuniões de trabalho, apresentação de resultados, validação e implementação.

4) Dispositivo legal para a execução do projeto – A Portaria nº 091-EME, de 30 Set 09, que trata do planejamento da evolução do Exército até 2030, estabeleceu orientações gerais para o planejamento da reestruturação do SIDOMT e constituiu o GT Doutrina.

5) Direcionamento didático e seus desdobramentos em relação aos órgãos responsáveis pela instrução e pelo ensino militar – considerando a vinculação do sistema de ensino ao SIDOMT, verifica- se a necessidade de incluir no Programa ações de revisão/reformulação de programas de ensino, por parte do Departamento de Educação e Cultura do Exército.

6) Integração com outros projetos já existentes – as atividades estarão integradas aos demais projetos em andamento e coordenados pela 7ª SCh/EME.

7) Órgão gestor do projeto – 3ª Subchefia do EME.

8) Designação do local onde será desenvolvido o projeto - QG Ex - Bloco A - 1º piso - 3ª SCh/EME.

9) Vinculações necessárias com os ODS, OADI, C Mil A e OM - o GT Doutrina comporá uma estrutura matricial que estabelece ligação funcional com todos os ODS, Gab Cmt Ex, Cmdo Mil A e Subchefias do EME.

10) Participação de equipes setoriais - Visualiza-se como necessária a designação de equipes setoriais (subgrupos dos GT ALFA e BRAVO ) para a realização dos trabalhos e atividades setoriais a serem desenvolvidas e posteriormente apresentadas por cada ODS, no caso do GT ALFA e pela 3ªSCh, no caso do GT BRAVO.

11) Necessidade de assessoria técnico/normativa - Da mesma forma, o Subgrupo de Planejamento do Programa SIDOMT necessitará de um assessoramento técnico e normativo prestados pelos seguintes órgãos/subchefias:

a) Gab Cmt Ex – assessoramento jurídico e normativo, visando o alinhamento do programa às diretrizes emitidas pelo Cmt Ex.

b) Escritório de Projetos da 7ª Subchefia – assessoramento para a elaboração e acompanhamento do Projeto.

c) 2ª Subchefia/EME – assessoramento para a elaboração e acompanhamento do programa.

d) Departamento de Ciência e Tecnologia – equipe técnica para o desenvolvimento de sistemas e ferramentas de TI em apoio ao SIDOMT.

e) Departamento de Engenharia e Construção – assessoramento (por meio da CRO) nos estudos e planejamentos relacionados com as necessidades em projetos e obras.

f) Departamento de Educação e Cultura – revisão curricular, em especial, no COTER, no DECEx e no DCT .

g) Departamento Geral do Pessoal – assessoramento nos estudos de pessoal do Programa SIDOMT, com todas as suas repercussões.

h) Secretaria de Economia e Finanças – assessoramento nos estudos e projeções de custos para a implementação das medidas de reestruturação propostas ou levantadas ao longo do Programa.

i) Sec Com Soc/Gab EME – atividades de divulgação institucional.

(15)

12) Constituição dos Grupos de Trabalho (GT) a) GT ALFA

- No caso do GT ALFA, os grupos serão constituídos por 01 (um) oficial representante de cada ODS e Cmdo Mil A, além de representantes do EME e do Gab Cmt Ex.

- Cada ODS e Cmdo Mil A constituirá, no âmbito interno, um subgrupo, cujo coordenador será, em princípio, o oficial que já integra o GT ALFA. Este subgrupo terá como principal encargo a realização dos trabalhos setoriais, a serem desenvolvidos no âmbito de cada ODS e Cmdo Mil A. Tais trabalhos, após consolidação, serão apresentados pelo coordenador (representante de cada ODS e Cmdo Mil A) ao GT ALFA, por ocasião das reuniões do SIDOMT.

- O Estado-Maior do Exército deverá constituir um subgrupo, coordenado pela 3ª S Ch, a fim de executar os trabalhos setoriais pertinentes ao ODG.

- Caberá à 3ª SCh/EME constituir e coordenar o subgrupo de coordenação, planejamento e acompanhamento do Programa SIDOMT.

- O organograma a seguir contém a representação do esquema visualizado para a fase de trabalhos setoriais do GT ALFA:

(*) Os subgrupos terão constituição variável, a critério dos ODS e CMil A.

(**) Constituição a critério da 3ª SCh/EME.

b) GT BRAVO

- No caso do GT BRAVO, o grupo será constituído pelos integrantes da Seção de Formulação Doutrinária da 3ª SCh/EME.

- As demais subchefias do EME, ODS e Cmdo Mil A participarão deste grupo, quando solicitados, prestando assessoramento à distância por meio de pareceres e respostas às consultas formuladas pela 3ª SCh/EME e que estejam relacionadas com os respectivos setores doutrinários , como no caso das escolas vinculadas ao DECEx, das OM operacionais, por meio do COTER e respectivos C Mil A, ou de qualquer ODS, quando o assunto for interligado ou comum.

- O mesmo Subgrupo de Coordenação, Planejamento e Acompanhamento constituído para os trabalhos do GT ALFA, desempenhará as atividades de supervisão junto ao GT BRAVO.

- Da mesma forma que no GT ALFA, os trabalhos desenvolvidos pelo GT BRAVO, após consolidação, serão apresentados pelo coordenador (Of mais antigo do GT), por ocasião das reuniões do SIDOMT.

(16)

13) Cronograma de Eventos (GT ALFA)

Período Atividade/Ação Local

Até 31 Mar Estudo de Viabilidade do Programa SIDOMT

3ª SCh/EME Até 15 Abr Expedição da Diretriz de Implantação do Programa SIDOMT

De 09 ABR a 02 Maio Trabalhos setoriais EME/ODS/CMilA

De 03 a 06 Maio 1ª Reunião de Planejamento e Integração Doutrinária 3ª SCh/EME 25 e 26 Maio Reunião à distância (videoconferência); COTER/CMilA De 07 a 11 Jun 2ª Reunião de Planejamento e Integração Doutrinária

(Brasília) 3ª SCh/EME

30 JUN e 01 Jul Reunião à distância (videoconferência) COTER/CMilA De 12 a 16 Jul 3ª Reunião de Planejamento e Integração Doutrinária 3ª SCh/EME

Até Ago Apresentação do Diagnóstico EME

04 a 08 Out 4ª Reunião de Planejamento e Integração Doutrinária 3ª SCh/EME Obs: O GT BRAVO terá suas atividades desenvolvidas e reguladas em cronograma específico, devendo, no entanto, concluir seus trabalhos até 30 Ago, quando serão apresentados os resultados juntamente com o trabalho desenvolvido pelo GT ALFA.

14) Objetivos e Metas a serem atingidas (GT ALFA)

a) 1ª Reunião de Planejamento e Integração Doutrinária (03 a 06 Maio 10) - Revisão da Hierarquia Doutrinária.

- Discussão sobre os produtos do sistema de doutrina (tipos de conhecimento).

- Exame das necessidades doutrinárias dos ODS/Cmdo.

- Exame das necessidades doutrinárias dos Cmdo Mil A.

b) 2ª Reunião de Planejamento e Integração Doutrinária (07 a 11 Jun 10)

- Apresentação de propostas para a estruturação de Div/Sec Dout de ODS e de Cmdo Mil A.

- Montagem de L Aç para a nova estrutura do SIDOMT.

- Proposta das normas para o funcionamento do sistema e atribuições dos órgãos participantes.

c) 3ª Reunião de Planejamento e Integração Doutrinária (12 a 16 Jul 10) - Apresentação do novo modelo do SIDOMT.

- Apresentação dos novos produtos e ferramentas do SIDOMT.

- Apresentação das ferramentas de TI passíveis de utilização pelo SIDOMT.

- Integração da área técnica e suporte.

d) 4ª Reunião de Planejamento e Integração Doutrinária (04 a 08 Out 10) - Lançamento do Portal do Sistema de Doutrina do Exército.

g. Implantação

1) Equipe de Planejamento do Programa SIDOMT a) Gerente

- Gen Div JULIO DE AMO JÚNIOR, 3º Subchefe do EME – Tlf. 3415-6912, correio eletrônico funcional - [email protected]

(17)

b) Supervisor

- Cel MARCO ANTONIO FREIRE GOMES – 3ª SCh – Tlf. 3415-5733, correio eletrônico funcional - [email protected]

c) Equipe de Gerenciamento

- Cel AMILTON COUTINHO RAMOS – 3ª SCh – Tlf 3415-5407, correio eletrônico funcional – [email protected]

- Cel GILBERTO BARBOSA MOREIRA – 3ª SCh - Tlf. 3415-4504, correio eletrônico funcional – [email protected]

2) Equipe de Planejamento do Projeto de Revisão Sistêmica Organizacional (PRSO) a) Gerente

- Cel MARCO ANTONIO FREIRE GOMES – 3ª SCh – Tlf. 3415-5733, correio eletrônico funcional - [email protected]

b) Supervisor

- Cel GILBERTO BARBOSA MOREIRA – 3ª SCh - Tlf. 3415-4504, correio eletrônico funcional – [email protected]

c) Adjuntos

- Cel NILSON KASUNI NODIRI – 3ª SCh – Tlf. 3415-4030, correio eletrônico funcional – [email protected]

- Cel R/1 (PTTC) HUGO TAMEYASSU ARAKAKI – 3ª SCh – Tlf. 3415-4470, correio eletrônico funcional – [email protected]

- Cel R/1 (PTTC) RENATO MARCOS - 3ª SCh – Tlf. 3415-5748, correio eletrônico funcional – [email protected]

- Cel R/1 (PTTC) ANTONIO JOAQUIM DE CARVALHO MELO – 3ª SCh – Tlf. 3415- 5228, correio eletrônico funcional – [email protected]

3) Equipe de Planejamento do Projeto de Revisão Doutrinária (PRD) a) Gerente

- Cel AMÉRICO KUNIO TAGUCHI – 3ª SCh – Tlf. 3415-5531, correio eletrônico funcional – [email protected]

b) Supervisor

- Cel PAULO RICARDO PINTO DA SILVA 3ª SCh – Tlf. 3415-6302, correio eletrônico funcional – [email protected]

c) Adjuntos

- Cel ANTONIO ALBERTO ROCHA ACCIOLI - 3ª SCh – Tlf. 3415-4215, correio eletrônico funcional – [email protected]

- Cel R/1 PTTC LUIZ CARLOS ALMEIDA SANTOS – 3ª SCh – Tlf 3415-5748, correio eletrônico funcional – [email protected]

- Ten Cel MARCO AURÉLIO DE ALMEIDA ROSA - 3ª SCh – Tlf. 3415-4428, correio eletrônico funcional – [email protected]

- Ten Cel ALVARO HENRIQUE DE MENDONÇA ROCHA - 3ª SCh – Tlf. 3415-5248, correio eletrônico funcional – [email protected]

- Ten Cel SILVIO RENAN PIMENTEL BETAT - 3ª SCh – Tlf. 3415-6097, correio eletrônico funcional – [email protected]

- Maj KEUNNY RANIERE CARVALHO DE MACEDO - 3ª SCh – Tlf. 3415-5486, correio eletrônico funcional – [email protected]

- Ten R/1 PTTC EDILSO VICENTE FERREIRA – 3ªSCh – Tlf 3415-5268, correio eletrônico funcional – [email protected]

(18)

h. Organização do projeto

1) Composição do GT ALFA

Posto/Nome completo Órgão Tel. E-mail

Cel PAULO CESAR FERREIRA DE SOUZA 1ª SCh/EME 3415-4034 [email protected] Cel WALLACE VIANNA MARTINS JÚNIOR

2ª S Ch/EME 3415-5506 [email protected] Cel R/1 EUMAR BARROSO DAMASCENO 3415-6788 [email protected] Cel MARCO ANTONIO FREIRE GOMES 3ª S Ch/EME

3415-5733

96753392 [email protected]

Cel GILBERTO BARBOSA MOREIRA 3415-4426 [email protected]

Cel AYRTON PEREIRA RIPPEL 4ª S Ch/EME 3415-5408 [email protected] Cel JOSÉ AUGUSTO MASSAD GOMES DA SILVA 3415-5368 [email protected] Cel JOSÉ EDUARDO PEREIRA 5ª S Ch/EME 3415-5694 [email protected] Cel ÊNIO MACHADO MARTINS JÚNIOR 6ª S Ch/EME 3415-5568

8202-5888 [email protected] Cel RONALD SANTANA DE ARAGÃO 7ª S Ch/EME 3415-4644 [email protected]

Ten Cel OMAR TUMAS Gab Cmt Ex 3415-4364 [email protected]

Cel DÍDIO PEREIRA DE CAMPOS COTER 3415-5425 [email protected] Ten Cel AGUINALDO CATHARINO DOS ANJOS

FILHO

COLOG

34156465

98142345 [email protected] Ten Cel PAULO GUILHERME RIBEIRO

FERNANDES

3415-6465

81840683 [email protected] Gen Bda R/1 JOÃO HENRIQUE CARVALHO DE

FREITAS

DECEx (21)2519- 5553

[email protected]

Cel R1 ANTONIO GIÁCOMO FILHO [email protected]

Cel R/1 JEFFERSON ADELMO LEMOS PITTA DCT (61)81389196 [email protected]

Cel JÚLIO CESAR DE ARRUDA DEC 3415-6039

Ten Cel PAULO SÉRGIO IGLESSIAS (D Sau) DGP 3415-5426 [email protected] Maj ALEXANDRE JOSÉ DE OLIVEIRA LEITE SEF 860-3059

(RITEX) [email protected] Cel FRANCISCO CÂNDIDO DO AMARAL

SCHROEDER Cmdo CMO (67)33684902

890-4916

(RITEX) [email protected] Cel FERNANDO JOSÉ SANTANA SOARES E SILVA Cmdo CMP 850-3457

(RITEX) [email protected] Cel FERNANDO SAMPAIO COSTA Cmdo CMSE 820-5605

(RITEx) [email protected] Cel PEDRO PAULO DE MELO BRAGA Cmdo CML 8105320

(RITEX) [email protected] Cel R/1 LUIZ ROBERTO ARAÚJO VIGNOLO Cmdo CMS 8306438

(RITEX) [email protected] Ten Cel ANTÔNIO HÉLCIO FRANCO FILHO Cmdo CMA 840-1103

(RITEx) [email protected] Ten Cel SEBASTIÃO LOPES DE VASCONCELOS

FILHO Cmdo CMNE

(81) 2129- 6176 870-6176

(RITEX)

[email protected]

2) Composição do GT BRAVO

Posto/Nome completo Órgão Tel. E-mail

Cel AMÉRICO KUNIO TAGUCHI

3ª S Ch/EME

3415-5531 [email protected] Cel PAULO RICARDO PINTO DA SILVA 3415-6302 [email protected] Cel ANTONIO ALBERTO ROCHA ACCIOLI 3415-4215 [email protected] Cel LUIZ CARLOS ALMEIDA SANTOS 3415-5748 [email protected] Ten Cel MARCO AURÉLIO DE ALMEIDA ROSA 3415-4428 [email protected] Ten Cel ALVARO HENRIQUE DE MENDONÇA

ROCHA 3415-5248 [email protected]

Ten Cel SILVIO RENAN PIMENTEL BETAT 3415-6097 [email protected] Maj KEUNNY RANIERI CARVALHO DE MACEDO 3415-5486 [email protected]

Ten R/1 EDILSO VICENTE PEREIRA 3415-5568

8202-5888 [email protected]

(19)

3) Visão Temporal do Programa

Obs: O cronograma, inicialmente e conforme o previsto na Estratégia Braço Forte, foi dimensionado para que os trabalhos fossem concluídos até final de 2011. Houve a necessidade de reformulação dos prazos em face da aplicação da metodologia de projetos e a necessidade de atender as imposições de calendário estabelecidas pelo Ch EME. Dessa forma, a apresentação dos trabalhos deverá ocorrer ainda em 2010, ficando, no entanto, a implementação das medidas levantadas para ter início a partir de 2011.

5. ATRIBUIÇÕES

a. Estado-Maior do Exército

1) 1ª , 2ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª SCh

- Visando aprimorar os processos de gestão integrada de informações doutrinárias entre as Subchefias do EME e entre os ODS, participar no levantamento do Diagnóstico Geral sobre a situação atual do SIDOMT, bem como da elaboração das medidas passíveis de implementação para uma possível reestruturação e/ou modernização do SIDOMT, particularmente nos aspectos ligados ao estabelecimento da organização e atribuições do ODG no processo doutrinário.

2) 3ª SCh

a) Considerando as concepções doutrinárias decorrentes das operações conjuntas e ouvidos os demais órgãos participantes do Programa SIDOMT, apresentar propostas para:

- a nova estrutura do SIDOMT;

- o estabelecimento de níveis de formulação doutrinária;

- sistemática de classificação dos temas e assuntos;

- estrutura de encadeamento dos manuais doutrinários;

- a descentralização de atribuições no processo doutrinário;

- a criação de novos produtos de difusão da doutrina;

- a construção do Portal de Doutrina do Exército e demais ferramentas baseadas em rede de TI.

(20)

b) Realizar estudos de análise e melhoria de processos (AMP), apresentando linhas de ação para a elaboração de Manuais de Campanha, Instruções Provisórias, Normas Técnicas e outros produtos do SIDOMT

b. Órgãos de Direção Setorial (ODS)

1) COTER

Em decorrência da possibilidade de descentralização de atribuições no processo doutrinário, em coordenação com o DECEx, apresentar:

- proposta de organização (pessoal e material), funcionamento e atribuições do órgão interno de Doutrina Militar Terrestre (composição de uma célula de doutrina na estrutura organizacional do ODS);

- OM integrantes do subsistema (Doutrina Tática, Lições Aprendidas, etc);

- conclusões sobre a possibilidade de criação e desenvolvimento de novos produtos de doutrina;

- criação de filmetes e/ou animações gráficas que possam demonstrar os conhecimentos e informações contidas em Manuais de Campanha ou Cadernos de Instrução (conceito de “doutrina em ação” ou “doutrina em movimento”).

2) COLOG

Em decorrência da possibilidade de descentralização de atribuições no processo doutrinário, em coordenação com o COTER e o DECEx, apresentar:

- proposta de organização (pessoal e material), funcionamento e atribuições do órgão interno de Doutrina Militar Terrestre (composição de uma célula de doutrina na estrutura organizacional do ODS);

-conclusões sobre a viabilidade de criação de um “subsistema de doutrina de logística”

-OM integrantes do subsistema.

3) DECEx

Em decorrência da possibilidade de descentralização de atribuições no processo doutrinário, em coordenação com o COTER, apresentar:

- proposta de organização (pessoal e material), funcionamento e atribuições do órgão interno de Doutrina Militar Terrestre (composição de uma célula de doutrina na estrutura organizacional do ODS);

- conclusões sobre a viabilidade de criação de um “subsistema de doutrina de ensino”

- OM integrantes do subsistema;

- propostas para o aperfeiçoamento do processo de pesquisa acadêmico-doutrinária, no intuito de atender, de forma objetiva as demandas do Exército, em especial, da Força Terrestre.

- em coordenação com o DCT e os estabelecimentos de ensino, realizar estudos de análise e melhoria do processo de integração dos sistemas de bibliotecas, visando a ampliação de ferramentas de busca de dados e informações doutrinárias de interesse em ambiente virtual (Internet/Intranet);

- estudos visando avaliar a possibilidade de organização de um “subsistema de Doutrina Especializada”, integrado pelas Escolas de Especialização e Extensão e Centros de Instrução;

- estudos sobre a viabilidade da inserção do assunto SIDOMT nos planos de disciplinas (PLADIS) das escolas de formação, aperfeiçoamento e de altos estudos militares.

4) DCT

Com base no atual Modelo Administrativo do Ciclo de Vida dos Materiais de Emprego Militar, estabelecido pelas IG 20-12, apresentar propostas para a agilização do processo decisório, com base nos seguintes parâmetros:

- aperfeiçoamento do atual sistema de pesquisa sobre materiais de emprego militar e de interesse em coordenação com o EME;

- considerar as necessidades específicas de OM de natureza especial (aquisição, desenvolvimento, adaptação etc);

- aperfeiçoar o processo de especificação de MEM estabelecido por intermédio de CONDOP, ROB e RTB e pelo fluxo de tramitação de informações entre o ODG, os ODS e demais OM.

(21)

5) DEC

- Apresentar propostas para o aperfeiçoamento do processo de formulação doutrinária, no que concerne à elaboração de normas e manuais técnicos;

- Considerando o processo de evolução do Exército até 2030 e a visualização de futuras demandas do apoio de Engenharia, analisar a viabilidade de criação de uma célula de doutrina na estrutura organizacional do ODS.

6) DGP

- Realizar estudos sobre a necessidade de criação de produtos de doutrina organizacional, no que concerne à elaboração de normas, manuais técnicos e procedimentos do sistema de gestão de pessoal.

- Considerando o processo de evolução do Exército até 2030 e a visualização de futuras demandas do sistema de gestão de pessoal, analisar a viabilidade de criação de uma célula de doutrina na estrutura organizacional do ODS.

7) SEF

- Realizar estudos sobre a necessidade de criação de produtos de doutrina organizacional, no que concerne à elaboração de normas, manuais técnicos e procedimentos do sistema de gestão financeira.

- Considerando o processo de evolução do Exército até 2030 e a visualização de futuras demandas do sistema de gestão financeira, analisar a viabilidade de criação de uma célula de doutrina na estrutura organizacional do ODS.

c. OADI Gab Cmt Ex

A fim de proporcionar o devido assessoramento durante os trabalhos a serem realizados em todas as fases do Programa, e devidamente autorizada pelo Gab Cmt Ex, a gerência do Programa contará com o apoio dos seguintes órgãos:

8) CIE

- Em coordenação com o DECEx e o COTER, apresentar as possibilidades da EsIMEx em atividades inerentes ao processo doutrinário (coleta, pesquisa acadêmica, experimentação, avaliação e formulação)

9) CCOMSEx

- Considerando a necessidade de coletar dados, consolidar informações e experiências adquiridas ao longo do tempo, apresentar:

- parecer acerca da viabilidade de criação de um órgão interno de formulação e acompanhamento doutrinário nesse Centro; e

- propostas de assuntos doutrinários da atividade de Com Soc em apoio às operações conjuntas e às operações da Força Terrestre, com vistas à elaboração de futuros Manuais de Campanha.

d. Comandos Militares de Área

1) Em decorrência da possibilidade de descentralização de atribuições no processo doutrinário, realizar estudos sobre a possibilidade de criação de uma Seção de Doutrina no Cmdo Mil A, com atribuições de coleta, avaliação e validação de TTP (Táticas, Técnicas e Procedimentos) para a Força Terrestre.

2) Apresentar proposta de organização (pessoal e material), funcionamento e atribuições do órgão interno de Doutrina Militar Terrestre (composição de uma célula de doutrina na estrutura organizacional do C Mil A).

(22)

e. Gerente do Programa

1) Designar os integrantes da equipe, atribuindo-lhes responsabilidades específicas para a execução do Programa.

2) Solicitar formalmente ao EME, ODS, OADI, C Mil A e OM envolvidos no projeto a indicação de um representante para compor as equipes dos projetos.

3) Elaborar a Declaração de Escopo, o Plano do Programa e os anexos julgados necessários.

4) Definir as necessidades de ligações com os diversos órgãos participantes do Programa.

5) Realizar reuniões de coordenação com o supervisor e com representantes dos ODS, OADI, C Mil A e OM envolvidos no Programa.

6) Definir o fluxo de informações necessárias à avaliação do Programa e os indicadores de avaliação.

7) Coordenar e controlar todas as atividades referentes ao Programa, inteirando-se mesmo daquelas que são conduzidas por outros órgãos.

8) Realizar o acompanhamento físico-financeiro da implantação do Programa.

9) Promover a avaliação da implantação do Programa.

10) Caso necessário, propor o aperfeiçoamento do Programa à autoridade que determinou sua implantação.

11) Reportar-se periodicamente à autoridade que determinou a implantação do Programa, via canal de comando, por intermédio do Relatório de Situação do Programa.

12) Delegar competência ao supervisor, caso necessário.

f. Supervisor do Programa

1) Representar o gerente do Programa.

2) Secundar o gerente, assegurando a execução de todas as atividades previstas no item “d”

anterior.

3) Exercer controle e reportar ao gerente quanto ao desenvolvimento das diversas etapas do Programa.

4) Identificar e comunicar ao gerente fatos que possam retardar o cumprimento das etapas intermediárias de implantação, propondo ajustes e correções.

5) Manter estreita ligação com os representantes do Programa em outros órgãos.

6) Cumprir e fazer cumprir todas as ações previstas no Plano do Programa.

7) Submeter à aprovação do gerente todos os documentos elaborados.

g. Gerentes de Projeto

1) Designar os integrantes da equipe, atribuindo-lhes responsabilidades específicas para a execução do projeto.

2) Solicitar formalmente aos ODS, OADI, C Mil A e OM envolvidos no projeto a indicação de um representante para compor a equipe do projeto.

3) Elaborar a Declaração de Escopo, o Plano do Projeto e os anexos julgados necessários.

4) Definir as necessidades de ligações com os diversos órgãos participantes do projeto.

(23)

5) Realizar reuniões de coordenação com o supervisor e com representantes dos ODS, OADI, C Mil A e OM envolvidos no projeto.

6) Definir o fluxo de informações necessárias à avaliação do projeto e os indicadores de avaliação.

7) Coordenar e controlar todas as atividades referentes ao projeto, inteirando-se mesmo daquelas que são conduzidas por outros órgãos.

8) Realizar o acompanhamento físico-financeiro da implantação do projeto.

9) Promover a avaliação da implantação do projeto.

10) Caso necessário, propor o aperfeiçoamento do projeto à autoridade que determinou sua implantação.

11) Reportar-se periodicamente à autoridade que determinou a implantação do projeto, via canal de comando, por intermédio do Relatório de Situação do Projeto.

12) Delegar competência ao supervisor, caso necessário.

h. Supervisores de projeto

1) Representar o gerente do projeto.

2) Secundar o gerente, assegurando a execução de todas as atividades previstas no item “d”

anterior.

3) Exercer controle e reportar ao gerente quanto ao desenvolvimento das diversas etapas do projeto.

4) Identificar e comunicar ao gerente fatos que possam retardar o cumprimento das etapas intermediárias de implantação, propondo ajustes e correções.

5) Manter estreita ligação com os representantes do projeto em outros órgãos.

6) Cumprir e fazer cumprir todas as ações previstas no Plano do Projeto.

7) Submeter à aprovação do gerente todos os documentos elaborados.

6. PRESCRIÇÕES DIVERSAS

a. As ações decorrentes da presente Diretriz poderão ter seus prazos alterados pela autoridade que determinou a implantação do projeto.

b. Caberá, ainda, aos ODS, OADI, C Mil A e OM envolvidos:

1) designar, atendendo solicitação formal do gerente do projeto, um oficial superior seu representante, informando os dados pessoais desse militar;

2) participar, por intermédio de seu representante, das reuniões de coordenação a serem realizadas pelo órgão que determinou a implantação do projeto, pelo gerente ou pelo supervisor do projeto;

3) se necessário, propor alterações em ações programadas à autoridade que determinou a implantação do projeto; e

4) adotar outras medidas, na sua esfera de competência, que facilitem a operacionalização desta Diretriz.

c. Estão autorizadas todas as ligações necessárias ao desencadeamento das ações referentes à condução deste projeto, entre o gerente e todos os órgãos envolvidos.

d. Neste projeto, o gerente obedecerá à cadeia de subordinação: V Ch EME - Ch EME.

e. Relatórios de Situação do Projeto serão elaborados ao final de cada Reunião de Planejamento e Integração Doutrinária.

(24)

PORTARIA Nº 048-EME, DE 27 DE ABRIL DE 2010.

Altera o Curso de Graduação em Engenharia realizado no IME por Oficiais com o Curso da AMAN.

O CHEFE DO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 38, inciso I, do Decreto nº 3.182, de 23 de setembro de 1999 - Regulamento da Lei do Ensino no Exército e o que prescrevem o art. 1º, inciso IV, alínea “f” da Portaria do Comandante do Exército nº 727, de 8 de outubro de 2007 e o art. 5º, inciso IV, da Portaria do Comandante do Exército nº 300, de 27 de maio 2004 - Regulamento do Estado-Maior do Exército (R-173) e de acordo com o que propõe o Departamento de Ciência e Tecnologia, resolve:

Art. 1º Alterar, a partir de 2010, o Curso de Formação e Graduação em Engenharia, que passa a ter as seguintes especialidades: Engenharia Cartográfica; Engenharia de Computação; Engenharia de Comunicações; Engenharia Elétrica; Engenharia Eletrônica; Engenharia de Fortificação e Construção;

Engenharia de Materiais; Engenharia Mecânica e de Armamento; Engenharia Mecânica e de Automóveis; e Engenharia Química, que têm por objetivo graduar, na especialidade de Engenharia correspondente, oficiais da ativa cuja formação militar tenha sido realizada na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN).

Art. 2º Estabelecer que o referido curso:

I - integre a Linha de Ensino Científico-Tecnológica, o grau superior e a modalidade de graduação;

II - funcione no Instituto Militar de Engenharia;

III - tenha a duração máxima de 160 (cento e sessenta) semanas e a periodicidade de 1 (um) curso por ano, para cada especialidade de Engenharia;

IV - possibilite a matrícula de, no máximo, 6 (seis) alunos por cada especialidade;

V - tenha, como universo de seleção, por ocasião da época de inscrição no concurso de admissão, mediante requerimento, os 2º tenentes e os 1º tenentes, estes no primeiro ano do posto, formados pela AMAN;

VI - tenha, como requisito para matrícula, a aprovação no respectivo concurso de admissão;

VII - tenha o seu funcionamento regulado pelo Departamento de Ciência e Tecnologia;

VIII - tenha o processo de seleção e o relacionamento dos oficiais designados para a matrícula conduzidos pelo Departamento de Ciência e Tecnologia; e

IX - tenha a classificação e a movimentação dos concludentes do curso realizadas pelo Departamento-Geral do Pessoal.

Art. 3º Revogar a Portaria nº 033-EME, de 12 de abril de 2010.

Art. 4º Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

(25)

PORTARIA Nº 049-EME, DE 27 DE ABRIL DE 2010.

Cria o Curso de Operações na Selva Categoria “E”

para oficiais intermediários e subalternos do Serviço de Saúde e estabelece condições de funcionamento.

O CHEFE DO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 38, inciso I, do Decreto nº 3.182, de 23 de setembro de 1999 - Regulamento da Lei do Ensino no Exército e o que prescrevem o art. 1º, inciso IV, alínea “f” da Portaria do Comandante do Exército nº 727, de 8 de outubro de 2007, e o art. 5º, inciso IV, da Portaria do Comandante do Exército nº 300, de 27 de maio 2004 - Regulamento do Estado-Maior do Exército (R-173), ouvidos o Departamento de Educação e Cultura do Exército e o Comando Militar da Amazônia, resolve:

Art.1º Criar o Curso de Operações na Selva Categoria E, que tem por objetivo habilitar oficiais intermediários e subalternos do Serviço de Saúde ao desempenho de cargos e ao exercício de funções relacionadas com o planejamento e a execução de operações na selva em Organizações Militares (OM) do Comando Militar da Amazônia (CMA) e do Comando Militar do Oeste (CMO).

Art. 2º Estabelecer que o referido Curso:

I - integre a Linha de Ensino Militar Bélico, no grau superior e na modalidade de especialização;

II - funcione no Centro de Instrução de Guerra na Selva, em princípio, com a periodicidade de 01 (um) curso por ano e de acordo com as necessidades do CMA e do CMO;

III - tenha a duração máxima de 08 (oito) semanas sendo, 06 (seis) de curso efetivo, a primeira de testes e exames de seleção e a última de desmobilização;

IV - tenha, como universo de seleção, os oficiais intermediários e subalternos de carreira do Serviço de Saúde (médicos, farmacêuticos e dentistas) e do Quadro Complementar de Oficiais (QCO), especificamente, veterinários e enfermeiros, dos segmentos masculino e feminino, que, prioritariamente, estejam servindo em OM do CMA, no 2º B Fron ou no 44º BI Mtz (OM/CMO) e que, após a conclusão do referido curso, tenham condições de permanecer nessas OM por um período mínimo de 01 (um) ano para aplicação dos conhecimentos adquiridos;

V - possibilite a matrícula de, no máximo, 10 (dez) alunos por curso;

VI - em caso de não preenchimento das vagas oferecidas, estas possam ser revertidas para os Cursos de Operações na Selva, categorias “A”, “D” ou “F”, de acordo com as necessidades do CMA ou do CMO;

VII - tenha a seleção e o relacionamento dos militares designados para a matrícula a cargo do CMA, ouvidos o Departamento-Geral do Pessoal (DGP) e o CMO;

VII - tenha a designação dos militares selecionados para a matrícula efetivada pelo DGP, de acordo com a proposta do CMA;

VIII - tenha o seu funcionamento regulado pelo CMA; e

IX - tenha orientação técnico-pedagógica do Departamento Educação e Cultura do Exército.

Art. 3º Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

(26)

PORTARIA Nº 050-EME, DE 27 DE ABRIL DE 2010.

Cria o Curso de Operações na Selva Categoria “F”

para subtenentes e sargentos do Serviço de Saúde e estabelece condições de funcionamento.

O CHEFE DO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 38, inciso I, do Decreto nº 3.182, de 23 de setembro de 1999 - Regulamento da Lei do Ensino no Exército e o que prescrevem o art. 1º, inciso IV, alínea “f” da Portaria do Comandante do Exército nº 727, de 8 de outubro de 2007, e o art. 5º, inciso IV, da Portaria do Comandante do Exército nº 300, de 27 de maio 2004 - Regulamento do Estado-Maior do Exército (R-173), ouvidos o Departamento de Educação e Cultura do Exército e o Comando Militar da Amazônia, resolve:

Art.1º Criar o Curso de Operações na Selva Categoria F, que tem por objetivo habilitar Subtenentes e Sargentos de Saúde ao desempenho de cargos e ao exercício de funções relacionadas com o planejamento e a execução de operações na selva em Organizações Militares (OM) do Comando Militar da Amazônia (CMA) e do Comando Militar do Oeste (CMO).

Art. 2º Estabelecer que o referido Curso:

I - integre a Linha de Ensino Militar Bélico, no grau médio e na modalidade de especialização;

II - funcione, no Centro de Instrução de Guerra na Selva, em princípio, com a periodicidade de 01 (um) curso por ano e de acordo com as necessidades do CMA e do CMO;

III - tenha a duração máxima de 08 (oito) semanas sendo, 06 (seis) de curso efetivo, a primeira de testes e exames de seleção e a última de desmobilização;

IV - tenha, como universo de seleção, os subtenentes e sargentos de carreira do Serviço de Saúde, dos segmentos masculino e feminino, que, prioritariamente, estejam servindo em OM do CMA, no 2º B Fron ou no 44º BI Mtz (OM/CMO) e que, após a conclusão do referido curso, tenham condições de permanecer nessas OM por um período mínimo de 01 (um) ano para aplicação dos conhecimentos adquiridos;

V - possibilite a matrícula de, no máximo, 10 (dez) alunos por curso;

VI - em caso de não preenchimento das vagas oferecidas, estas possam ser revertidas para os Cursos de Operações na Selva, categorias “A”, “D” ou “E”, de acordo com as necessidades do CMA ou do CMO;

VII - tenha a seleção e o relacionamento dos militares designados para a matrícula a cargo do CMA, ouvidos o Departamento-Geral do Pessoal (DGP) e o CMO;

VII - tenha a designação dos militares selecionados para a matrícula efetivada pelo DGP, de acordo com a proposta do CMA;

VIII - tenha o seu funcionamento regulado pelo CMA, e

IX - tenha orientação técnico-pedagógica do Departamento Educação e Cultura do Exército.

Art. 3º Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

(27)

DEPARTAMENTO-GERAL DO PESSOAL PORTARIA Nº 096-DGP, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

Altera a Portaria nº 190-DGP, de 21 de julho de 2009, que fixa as vagas para os Cursos e Estágios nas Indústrias Civis Nacionais (CE-ICN), a serem realizados no ano de 2010.

O CHEFE DO DEPARTAMENTO-GERAL DO PESSOAL, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria do Comandante do Exército nº 716, de 6 de dezembro de 2002, e de acordo com a Portaria nº 109-EME, de 27 de outubro de 2004, resolve:

Art. 1º Alterar dispositivo da Portaria nº 190-DGP, de 21 de julho de 2009, que fixa as vagas para os Cursos e Estágios nas Indústrias Civis Nacionais (CE-ICN), a serem realizados no ano de 2010, conforme constante no anexo.

Art. 2º Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

ANEXO À PORTARIA N° 096-DGP, DE 28 DE ABRIL DE 2010

ALTERAÇÕES NO ANEXO À PORTARIA N° 190 - DGP, DE 21 DE JULHO DE 2009 VAGAS PARA OS CURSOS E ESTÁGIOS NAS INDÚSTRIAS CIVIS NACIONAIS A SEREM REALIZADOS NO ANO DE 2010

1. CURSOS E ESTÁGIOS GERIDOS PELO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA (DCT)

- Incluir:

REFERÊNCIA DENOMINAÇÃO LOCAL

CIDADE - UF

SOLICI-

TANTE VAGAS POSTO PCE-ICN/10-DCT-

075

Estágio Avançado de Capacitação em Tecnologia de Radares

ORBISAT

Campinas - SP CTEx 02 Of QEM

2. CURSOS E ESTÁGIOS GERIDOS PELO COMANDO LOGÍSTICO (COLOG)

...

3. CURSOS E ESTÁGIOS GERIDOS PELO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO (DEC)

...

(28)

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXÉRCITO PORTARIA Nº 025-DECEx, DE 26 DE ABRIL DE 2010.

Altera as Normas para Inspeção de Saúde dos Candidatos à Matrícula nos Estabelecimentos de Ensino Subordinados ao DECEx e nas Organizações Militares que Recebem Orientação Técnico-Pedagógica.

O CHEFE DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXÉRCITO, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto nº 3.182, de 23 de setembro de 1999 (Regulamento da Lei de Ensino no Exército), resolve:

Art. 1º Alterar as Normas para Inspeção de Saúde dos Candidatos à Matrícula nos Estabelecimentos de Ensino Subordinados ao DECEx e nas Organizações Militares que Recebem Orientação Técnico-Pedagógica, aprovadas pela Portaria nº 014-DECEx, de 9 de março de 2010, mediante o acréscimo do nº 3) do subitem e. do item 3. CONDIÇÕES GERAIS DE EXECUÇÃO, que passa a vigorar com a seguinte redação:

“e. Exames complementares para as IS relativas aos concursos de admissão aos cursos de formação de Of e Sgt e ao EIA/QCM

1) ...

...

3) Os candidatos à área Aviação do Curso de Formação de Sargentos deverão apresentar, além dos previstos no nº 1), os seguintes exames para serem avaliados quanto aos padrões psicofísicos necessários para as atividades de aviação:

a) exame oftalmológico completo (tonometria, campimetria computadorizada, exame visual para cores e refração com e sem correção, fundoscopia e exame de motilidade ocular);

b) radiografia dos seios da face (incidências mentonaso e frontonaso);

c) eletroencefalograma com foto estímulo;

d) colesterol total e frações; e e) triglicerídios.” (NR)

Art. 2º Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

Referências

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