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NOVEMBRO 2012

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Academic year: 2021

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B O L E T I M I N F O R M A T I V O D A E S C O L A D E D I R E I T O D E S Ã O P A U L O D A F U N D A Ç Ã O G E T U L I O V A R G A S

: DESTAQUES DO MÊS : SEÇÕES

: 01 : 02 : 03 : 04 : 05 : 06 : 07 : 08 : 09 : 10

RUA ROCHA, 233 SÃO PAULO SP BRASIL TEL (11) 3799.2233 (11) 3799.2231

: INSTITUCIONAL P 01

: EVENTOS ACADÊMICOS P 04

: PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS P 06

: DIREITO GV NA MÍDIA P 08

: REVISTA DIREITO GV INDICA P 09 : DIREITO GV CONCEDEU TÍTULO DE DIRETOR EMÉRITO

AO PROFESSOR ARY OSWALDO MATTOS FILHO : DIREITO GV ABRIU PROCESSO DE SELEÇÃO PARA

CONTRATAÇÃO DE PROFESSORES

: PESQUISA DA DIREITO GV REVELA QUE 63% DA POPULAÇÃO REPROVA A ATUAÇÃO DA POLÍCIA

: DIREITO GVE PINHEIRO NETOSELECIONAM ESTAGIÁRIOS PARA PESQUISAR DIREITO E MODA

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: DIREITO GV CONCEDEU TÍTULO DE DIRETOR EMÉRITO AO PROFESSOR ARY OSWALDO MATTOS FILHO

A DIREITO GV concedeu o título de Diretor Emérito a Ary Oswaldo Mattos Filho, um dos fundadores da Escola. A distinção ocorreu no dia 22 de novembro, em cerimônia de inauguração da galeria de diretores da DIREITO GV.

Ao justificar a distinção, o atual diretor, Oscar Vilhena Vieira, destacou o papel fundamental de Mattos Filho não apenas na criação de uma escola inovadora, mas tam- bém da própria renovação do ensino jurídico no Brasil.

Paulo Goldschmidt e Antonio Angarita registraram o papel marcante do homenageado dentro da FGV, desde 1969, destacando sua capacidade de formular e imple- mentar um novo modelo de ensino do Direito no Brasil.

Alguns professores falaram sobre a importante contribui- ção de Mattos Filho para a construção de uma escola inovadora. Para Mario Schapiro, o fundador da Escola criou a figura do pesquisador e professor em período integral. Já o professor José Garcez Ghirardi lembrou o incentivo dado por Mattos Filho em busca de um inces- sante aprimoramento de técnicas de metodologia e ensi- no na Escola. E Luciana Gross Cunha falou sobre o grande espaço concedido pela DIREITO GV à atividade de pesquisa empírica na área jurídica, com o total apoio do agora Diretor Emérito.

Carlos Ivan Simonsen Leal, presidente da FGV, enviou uma carta que enfatiza o papel do professor Ary Oswaldo Mattos Filho no sucesso da DIREITO GV. “Esta

é uma ocasião quando se justifica uma reflexão sobre uma trajetória de construção extremamente exitosa, cujo mérito é de muitos, mas que não teria acontecido sem a incansável determinação do professor Ary Oswaldo. De fato, pelo seu excepcional valor intelectual, pelo seu idea- lismo e abnegação farta e diariamente demonstrados, o professor Ary Oswaldo foi simultaneamente um agente catalizador e um indutor para o início de uma verdadei- ra revolução no ensino jurídico nacional.”

Ao tomar a palavra, Ary Oswaldo Mattos Filho agrade- ceu a homenagem, afirmando que o sucesso da Escola é fruto do esforço de cada colaborador. Em seu discur- so, reservou especial atenção ao apoio dado por Carlos Ivan Simonsen Leal à construção da DIREITO GV. “A Fundação Getulio Vargas nos deu apoio incondicional para termos todas as condições para criar uma Escola que realmente desse sua contribuição ao desenvolvimen- to do Brasil”.

: DIREITO GV ABRIU PROCESSO DE SELEÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE PROFESSORES

A Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas abriu um processo seletivo para a contratação de dois professores em regime integral e dedicação exclu- siva, cujas atividades irão iniciar em agosto de 2013.

Os candidatos deverão ter doutorado em Direito ou em outro campo de conhecimento similar e produção acadê- mica nas áreas de interesse da DIREITO GV. ...continua >>

•SOBRE A DIREITO GV

•CURSOS

•PROFESSORES

•PESQUISA

•METODOLOGIA DE ENSINO

•PUBLICAÇÕES

•CASOTECA

•GLOBAL

•PROCESSOS SELETIVOS

•CENTRO DE PESQUISA JURÍDICA APLICADA

•EVENTOS

•NOTÍCIAS

•GALERIA DE VÍDEOS

: LINKS

: INSTITUCIONAL

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<< volta... Títulos de doutorado obtidos no exterior ape- nas serão aceitos caso o candidato comprovar as respec- tivas revalidações nas instituições de ensino nacionais.

Para o cargo, os candidatos deverão demonstrar capa- cidade de: ministrar disciplinas e transitar em mais uma área de conhecimento; produção acadêmica de excelên- cia; produção acadêmica, científica e técnica que aten- da às mais altas exigências dos órgãos reguladores;

liderar projetos de pesquisas coletiva; capacidade de produção acadêmica e científica interdisciplinar e domí- nio da língua inglesa.

A DIREITO GV dará preferência a candidatos cujo percur- so, produção acadêmica e atuação profissional demons- trem aderência e potencial de desenvolvimento em relação às seguintes áreas do conhecimento: direito pro- cessual, sistema de justiça e solução de controvérsias;

direito, desenvolvimento, sustentabilidade e inovação; filo- sofia, história e teoria do direito; direito constitucional, teo- ria da constituição e teoria dos direitos.

As inscrições deverão ser encaminhadas, unicamente por meio eletrônico, até 28 de março de 2013 para o e-mail

CSP.DIREITOGV@FGV.BR, identificadas pelo título “Processo Seletivo para Professor”. O mesmo endereço eletrônico deverá ser utilizado para a resolução de qualquer dúvi- da sobre o processo.

A solicitação de inscrição deverá ser acompanhada dos seguintes arquivos eletrônicos: cópia da tese de douto- rado ou dissertação de mestrado (quando existir); cópia

“É um dado alarmante, principalmente se considerarmos os últimos acontecimentos envolvendo o assassinato de policiais e diversas pessoas na periferia”, analisa Luciana Gross Cunha, professora da DIREITO GV e coordenado- ra do ICJBrasil.

O ICJBrasil mensura a confiança da população no Judiciário Brasileiro desde 2009. Entre abril e setembro de 2012, o indicador ficou em 5,5 pontos, numa escala de 0 a 10. Essa pontuação é calculada com base em dois subíndices. O subíndice de comportamento, que afere se, em determinados casos concretos, o cidadão recor- re ao Judiciário para resolver seus conflitos; e o subín- dice de percepção, que verifica o sentimento da população em relação ao Judiciário no que se refere à celeridade, honestidade, neutralidade e custos de aces- so. No mesmo período, esses subíndices foram, respec- tivamente, de 8,7 pontos e 4,1 pontos (sempre em uma escala de 0 a 10).

“Os dados do segundo e terceiro trimestre de 2012 seguem a tendência, já identificada nos períodos ante- riores, de má avaliação do Judiciário como prestador de serviços públicos”, afirma Luciana. Para 90% dos entre- vistados o Judiciário é moroso, resolvendo os conflitos de forma lenta ou muito lentamente. Além disso, 82%

disseram que os custos para acessar o Judiciário são altos ou muito altos e 68% dos entrevistados acreditam que o Judiciário é difícil ou muito difícil para utilizar.

de até três publicações acadêmicas que o candidato considere mais significativas, sendo ao menos uma delas produzidas nos últimos três anos; cópia do currículo Lattes (CNPq); carta de intenções; três cartas de reco- mendação; plano de ensino para duas disciplinas obri- gatórias, constantes da grade curricular do curso de graduação e plano de pesquisa para os próximos três anos, indicando a relevância e a aderência à área de pes- quisa da DIREITO GV.

Com base na avaliação prévia do material apresentado quando da inscrição, a DIREITO GV reserva-se o direito de não convocar para as fases posteriores da seleção qualquer dos inscritos no processo seletivo. Os candi- datos pré-selecionados serão chamados para entrevis- ta e prova didática. Na ocasião da entrevista também deverá ser comprovado o domínio de língua inglesa.

: PESQUISA DA DIREITO GV REVELA QUE 63% DA POPULAÇÃO REPROVA A ATUAÇÃO DA POLÍCIA A população em geral não está satisfeita com a atuação da polícia. Essa é a principal conclusão do relatório do ICJBrasil (Índice de Confiança na Justiça), produzido pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (DIREITO GV): 63% da população que respondeu à pesquisa afirmou estar um pouco insatisfeita ou muito insatisfeita com a atuação da polícia. Este percentual cresce para 65% entre os mais pobres e, entre os mais ricos, chega a 62%.

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Outros dois aspectos apontados pelos entrevistados são a falta de honestidade (64% dos entrevistados conside- ram o Judiciário nada ou pouco honesto) e a parcialida- de (61% dos entrevistados acreditam que o Judiciário é nada ou pouco independente).

O ICJBrasil também procurou saber qual o grau de con- fiança do brasileiro nas instituições e o resultado é que as forças armadas lideram o ranking das instituições que o brasileiro mais confia, com 75% das respostas, segui- da pela Igreja Católica (56%), Ministério Público (53%), grandes empresas e imprensa escrita, empatadas com 46% e Governo Federal com 41%.

Com apenas 39% de respostas positivas, segue a polí- cia e o Poder Judiciário, ganhando apenas das emisso- ras de TV (35%), vizinhos (30%), Congresso Nacional (19%) e partidos políticos (7%).

Os entrevistados também foram questionados sobre a confiança que depositam em determinados grupos de pessoas, como amigos, vizinhos, familiares e colegas de trabalho e pessoas em geral. A família vem em primeiro lugar, com 89% das respostas, seguido por colegas de trabalho, pelos vizinhos e, em último lugar, em pessoas em geral (21%).

O ICJBrasil ouviu 3.300 pessoas em oito estados brasi- leiros, que respondem por 55% da população: Amazonas (pela primeira vez na amostra), Pernambuco, Bahia,

Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.

: DIREITO GV E PINHEIRO NETO SELECIONAM ESTAGIÁRIOS PARA PESQUISAR DIREITO E MODA

A DIREITO GV e o Pinheiro Neto advogados estão sele- cionado estudantes para bolsas de iniciação científica em pesquisas envolvendo direito e moda. A pesquisa inte- grará o Grupo de Estudos em Direito e Inovação, que tra- balhará com os temas voltados para o segmento denominado Fashion Law.

Segundo Mônica Rosina, professora de propriedade inte- lectual da DIREITO GV, algumas particularidades do campo da moda resultam em desafios jurídicos especí- ficos. “O objetivo deste edital é incentivar a produção de pesquisas que tenham como objetivo a relação entre direito e moda”, explicou.

Serão concedidas até três bolsas de iniciação científica, no valor de R$ 600,00 cada, para o período que vai entre fevereiro e agosto de 2013. Alunos de Direito de qualquer instituição podem participar. As inscrições encerraram- se em 10 de dezembro.

: CPJA DESENVOLVERÁ PESQUISA PARA O CNJ O Centro de Pesquisa Jurídica Aplicada (CPJA) foi sele- cionado pela Secretaria de Assuntos Legislativos (SAL –

Ministério da Justiça) para desenvolver uma pesquisa sobre o tema “Compras públicas sustentáveis”. Com a proposta de avaliar experiências concretas e investigar as diferentes iniciativas de uso do poder de compra gover- namental para implementação de políticas públicas sus- tentáveis, a pesquisa tem por principal objetivo qualificar o debate em torno do tema pela sistematização de dados e apresentação de análises jurídicas que suscitem refle- xões sobre a prática das compras públicas sustentáveis.

A equipe de trabalho, composta por seis pesquisadores, é coordenada pelos pesquisadores Nelson Novaes e Juliana Bonacorsi de Palma e tem como consultores os Professores Carlos Ari Sundfeld, Frederico Araújo Turolla e José Reinaldo de Lima Lopes. A pesquisa faz parte do Projeto Pensando o Direito, apoiado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

: DIREITO GV APLICOU PROVAS DA PRIMEIRA FASE DO VESTIBULAR

Nos dias 11 e 15 de novembro, a DIREITO GV aplicou as provas da primeira fase do Vestibular 2013, que irá sele- cionar até 60 alunos para a graduação no próximo ano.

Nessa fase, os candidatos se submeteram aos exames de Língua Portuguesa, Inglês, Redação, Artes e Questões Contemporâneas, Raciocínio Lógico-Matemática, História e Geografia. A segunda fase, que consiste no Exame Oral, ocorreu entre os dias 10 e 14 de dezembro, exclusiva- mente em São Paulo.

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: DIREITO GV PROMOVEU SEMINÁRIO SOBRE OPORTUNIDADES E DESAFIOS DE ENERGIA O CPJA (Centro de Pesquisa Jurídica Aplicada) da DIREITO GV promoveu, no dia 12 de novembro, o Seminário “Energia no Brasil e a Sustentabilidade no Século 21 – oportunidades e desafios”, com apoio da Iniciativa sobre

Alternativas de Política para o Setor Elétrico no Brasil e Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (IEE-USP).

O encontro foi dividido em duas sessões. A primeira deu ênfase aos desafios jurídicos para as fontes alternativas de energia, com palestra inaugural de João Akira, procurador da República do Ministério Público do Paraná.

À palestra inaugural do procurador, seguiu-se o primeiro debate, com a participação de Ricardo Baitelo, do Greenpeace; José Dilcio Rocha, da Embrapa Agroenergia; Carlos Alberto Calixto Mattar, da Aneel; e Virgínia Parente, do IEE-USP.

A mediação foi de Caio Mario da Silva Pereira Neto, professor da DIREITO GV.

A segunda sessão foi aberta pela palestra do professor José Goldemberg, do IEE-USP, sobre

“Desafios para a Sustentabilidade na Área Energética”, seguido por um debate que contou

com Nivaldo de Castro, da UFRJ; Sergio Bajay, da Unicamp; Marcia Leal, do BNDES; Carlos Rittl, da WWF e Celio Bermann, do IEE-USP. A mediação foi do professor Rômulo Sampaio, da FGV DIREITO RIO.

“Atualmente, grande esforço vem sendo feito para encontrar meios que promovam o uso mais racional e efetivo dos recursos energéticos, o que provocará uma procura por aumentar a

participação de novas fontes renováveis na matriz energética mundial”, explicou Nelson Novaes Pedroso Junior, pesquisador do CPJA. “Esse esforço demandará uma reflexão a respeito dos instrumentos técnicos, econômicos e jurídicos para viabilizar esse processo”, complementou.

: DIREITO GV PROMOVEU WORKSHOP PARA DEBATER AGÊNCIAS REGULADORAS A DIREITO GV reuniu em 30 de novembro pesquisadores para debater o funcionamento de agências reguladoras de diversos setores do país.

O workshop faz parte de um projeto de pesquisa financiado pela International Development Research Council (IDRC), em parceria com a Universidad de los Andes e com o Global Administrative Law Project da NYU (EUA).

: EVENTOS ACADÊMICOS

: DIREITO GV PROMOVEU WORKSHOP SOBRE INVESTIMENTOS EM VENTURE CAPITAL A DIREITO GV promoveu no dia 08 de novembro um encontro para analisar experiências variadas no setor de venture capital, abrangendo consultoria jurídica, gestão de fundos de investimento e captação de recursos.

O painel abordou as seguintes questões:

a dinâmica do investimento em venture capital (seed, venture, growth); principais pontos de atenção nas negociações entre investidor e empreendedor; papel do governo no estímulo ao investimento de capital de risco; estruturas jurídicas normalmente utilizadas e melhores práticas.

Participaram do encontro Gabriel Benarrós, empreendedor que idealizou o site

Ingresse.com e recebeu recursos de investidores anjos e de fundos brasileiros e estrageiros; Humberto Matsuda, sócio responsável pelos fundos de venture capital da Performa Investimentos e membro da Associação Brasileira de Venture Capitale Private Equity; e Rodrigo Menezes, advogado especializado em negócios de venture capital e sócio da Derraik & Menezes Advogados.

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Foram apresentados estudos sobre o

funcionamento dos seguintes institutos: Anatel, Anvisa, ANS, Cade e CVM. O encontro teve como objetivo refletir sobre a relação entre cada uma dessas agências e o Judiciário, fechando o seminário com um panorama do grau de judicialização.

: ESCOLAS DA FGV PROMOVERAM SEMINÁRIO SOBRE DIREITO E DESENVOLVIMENTO EM PARCERIA COM O TRF

As Escolas de Direito da Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro e de São Paulo promoveram um seminário sobre Direito, Desenvolvimento e Justiça para magistrados e servidores públicos na sede do Tribunal Regional Federal de São Paulo, nos dias 29 e 30 de novembro.

O evento contou com a presença do Ministro João Otávio de Noronha do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do doutor Mairan Maia, da Escola de Magistrados da Justiça Federal da 3ª Região (EMAG), que foram os responsáveis pela abertura.

Antes das três mesas que compuseram o seminário, o professor Mario Schapiro, da DIREITO GV, ministrou uma palestra sobre “Direito e desenvolvimento: conjuntura e balanço”.

A primeira mesa tratou das consequências econômicas das decisões e foi composta por Fernando Herren Aguillar (DIREITO GV), Paulo Furquim Azevedo (FGV-EESP) e Vinícius de Carvalho (CADE).

No dia 30, o seminário começou com a segunda mesa: “Reforma do Judiciário, confiança na Justiça e novas agendas”, com a participação do professor Diego Arguelhes Werneck (FGV DIREITO RIO), Flávio Crocce Caetano (SRJ/MJ) e Frederico Normanha de Almeida (DIREITO GV).

Já a última mesa, que debateu o “Judiciário, direitos e Cidadania”, trouxe Fabiano Engelmann (UFRGS), Fabiana Luci Oliveira (FGV DIREITO RIO) e Eloísa Machado (DIREITO GV) para falar aos presentes.

: DIREITO GV DEBATEU ADESÃO BRASILEIRA À CISG DA ONU

A DIREITO GV, em parceria com a New York University, promoveu nos dias 26 e 27 de novembro a conferência internacional “The United Nations Convention on Contracts for the International Sale of Goods: what changes with Brazil s Adoption”. O encontro foi promovido juntamente com Nasser Advogados, Machado Meyer, BM&A (Barbosa, Mussnich & Aragão), Grebler Advogados, e L.O Baptista – SV.

A adesão do Brasil à CISG (como é conhecida a convenção) foi aprovada recentemente pelo Congresso Nacional. Para que a convenção entre efetivamente em vigor, ainda é preciso a ratificação do poder Executivo e depósito em organismos internacionais. Depois desse trâmite, o país passará a integrar a convenção que define os padrões de promoção de contratos de compra e venda internacionais.

O objetivo da conferência foi refletir, sob diversas perspectivas, os desafios e oportunidades do processo de harmonização das regras da CISG e da legislação brasileira, por meio da experiência e análise de acadêmicos e advogados que atuam na área, tanto do Brasil quanto do exterior.

: DIREITO GV DEBATEU A NOVA LEI DE LAVAGEM DE CAPITAIS E ADVOCACIA A DIREITO GV promoveu, no dia 23 de novembro, uma mesa redonda que debateu as mudanças na Lei de Lavagem de Capitais e a Advocacia. O evento contou com a presença de Antonio Gustavo Rodrigues, presidente do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), Ary Oswaldo Mattos Filho, professor sênior da DIREITO GV e Oscar Vilhena Vieira, diretor da DIRIETO GV.

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Alunos do Programa de Pós Graduação Lato Sensu (GVlaw) apresentaram um resumo de uma pesquisa sobre o tema, orientados pela professora Heloísa Estellita, uma das organizadoras do encontro.

O evento foi dividido em duas partes: a primeira abordou o tema “Advogados como sujeitos obrigados?”, com a coordenação de Antonio Gustavo Rodrigues, Ary Oswaldo Mattos Filho e Theodomiro Dias Neto, e com a participação dos advogados Antenor Madruga, Carlos Gómez- Jara Díez, Celso Vilardi, Luciano de Souza Godoy, Luciano Feldens, Rodrigo Sánchez Ríos, Sergio Rosenthal e o juiz federal Flávio Cruz.

A segunda parte, que tratou do tema

“Planejamento tributário/societário e lavagem”, teve a coordenação de Antonio Gustavo Rodrigues, Ary Oswaldo Mattos Filho e Heloísa Estellita, com a participação de Eurico de Santi, Fernando Castelo Brando, Lie do Carmo, Marco Aurelio Greco, Pierpaolo Cruz Bottini; os juízes federais Marcelo Costenaro Cavali e Márcio Catapani e o procurador da República Rodrigo de Grandis.

Segundo Heloísa Estellita, a reforma da Lei de Lavagem de Capitais (9613/98) pela Lei 12.683/12 reacendeu as discussões sobre as

conexões entre o exercício da advocacia e a lavagem de capitais. “O tema tem preocupado os advogados e a OAB e merece uma reflexão aprofundada”, explicou a professora.

: CONVERSA COM MESTRADO PROFISSIONAL A DIREITO GV promoveu nos dias 30 de novembro e 18 de dezembro um café da manhã para promover o Mestrado Profissional em Direito, com a participação do professor Mario Engler, coordenador do programa, e de outros professores.

O Mestrado Profissional tem duas linhas de pesquisa voltadas para as áreas de direito dos negócios e direito tributário, ligados por um eixo que enfatiza as relações entre direito e

desenvolvimento. Haverá um conjunto de cinco disciplinas obrigatórias e comuns que fornecerão embasamento teórico geral aos alunos nessa área. São elas: teoria do direito aplicada aos negócios; metodologia de pesquisa em direito;

novos desafios do direito e dilemas ético- profissionais; métodos analíticos empresariais:

finanças e contabilidade; e direito e economia:

microeconomia e análise de decisão.

O encontro visou apresentar o programa e esclarecer as principais dúvidas de advogados e

interessados em participar do curso. As seguintes questões foram esclarecidas:

• O que é um mestrado stricto sensu para profissionais?

• Por que a DIREITO GV criou o 1º mestrado profissional do Brasil?

• Por que as linhas de pesquisa “Negócios”

e “Tributário”?

• Quais os diferenciais e a quem se destina o curso?

: PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS

: LIVRO DIREITO E ECONOMIA: 30 ANOS DE BRASIL FOI LANÇANDO NA ESCOLA SUPERIOR DE

MAGISTRATURA DO AMAZONAS

Em 12 de novembro, os professores Maria Lúcia Pádua Lima e José Garcez Ghirardi participaram do lançamento do livro “Direito e Economia: 30 anos de Brasil”, ocorrido na Escola Superior de Magistratura do Amazonas (Esman).

Organizada pela professora Maria Lúcia Pádua Lima e dividida em três tomos, a obra analisa os principais avan- ços em termos de política econômica e regulatória dos últimos 30 anos. Por meio de entrevistas e artigos, auto- res de destaque em estudos de economia e direito con- tribuíram com uma profunda reflexão sobre ...continua >>

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<< volta... o passado, um estudo sobre o presente e um delineamento da tendência futura de ambas as áreas do conhecimento.

: OSCAR VILHENA VIEIRA APRESENTOU TRABALHO SOBRE ENGENHARIA CONSTITUCIONAL NA UFRJ Oscar Vilhena Vieira, professor de direito constitucional e diretor da DIREITO GV, foi um dos palestrantes do I Seminário Internacional de Teoria das Instituições: Diálogos Institucionais e Legitimidade, organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Direito de UFRJ (PPGD-UFRJ), ocor- rido no início de novembro, no Rio de Janeiro.

O seminário teve como objetivo trazer ao debate jurídico brasileiro os principais aspectos da teoria das instituições, promovendo uma análise voltada às questões e desafios que se apresentam ao constitucionalismo contemporâneo.

Oscar Vilhena apresentou o trabalho “Engenharia Cons- titucional e Constituição”, na mesa redonda Instituciona- lismo e Constitucionalismo. Na mesma mesa, Eduardo Garuti Noronha, professor da UFScar, apresentou o paper “Constitucionalismo e Política”. A mediação ficou por conta do professor Luigi Bonizzato, da UFRJ.

: PROFESSORES DA DIREITO GV PARTICIPARAM DE ENCONTRO SOBRE CARANDIRU

Maíra Rocha Machado e Marta Machado, professoras do Núcleo de Estudos sobre o Crime e a Pena, participaram do encontro “Carandiru+20: O que resta do massacre”,

na Defensoria Pública do Estado de São Paulo.

As professoras apresentaram o trabalho “Massacre do Carandiru e a Responsabilização no Sistema de Justiça”.

O encontro também contou com a participação de Sidney Francisco Alves, que deu seu testemunho como sobrevivente do Massacre.

Segundo as professoras, nenhuma autoridade competen- te foi capaz de atribuir responsabilidades pelo Massacre do Carandiru. “Apesar de diversos esforços advindos da so- ciedade civil, os processos de responsabilização discipli- nar, criminal, civil e internacional iniciados após o Massa- cre foram interrompidos ou permanecem sem conclusão.”

: PROFESSORES DA DIREITO GV E

FGV DIREITO RIO PARTICIPARAM DE SEMINÁRIO SOBRE DIREITO CONCORRENCIAL

Caio Mario da Silva Pereira Neto, professor de direito econômico da DIREITO GV, foi um dos palestrantes do Seminário Científico Direito Concorrencial, organizado pelo Cedes (Centro de Estudos em Direito Econômico e Social), que ocorreu em 06 de dezembro, em Brasília.

Caio Mario dividiu o primeiro painel com Damien Geraldin, professor de direito concorrencial e econômi- co da Universidade de Tilburg. Nele, os especialistas apresentaram a pesquisa “Restrições Verticais na Defesa da Concorrência”. O professor explicou que, em termos gerais, o termo se refere a contratos entre fornecedores e clientes, que são basicamente de três tipos: os de

exclusividade, os de descontos condicionais, envolven- do grandes descontos em troca de altos volumes de ven- das, e os de venda casada.

“A pesquisa procurou fazer uma análise comparativa entre a jurisprudência brasileira e a europeia e propõe uma metodologia que possa estudar quais os benefícios e prejuízos de uma regulamentação desses contratos, especialmente os de desconto condicionais. Se, por um lado, eles podem ser benéficos para o consumidor final, por outro, muitas vezes, pode prejudicar o pequeno comércio”, explicou o professor.

O segundo painel contou com a participação dos profes- sores David Evans, da Faculdade de Direito da Universi- dade de Chicago e presidente do Global Economics Group, em Boston, e Melanie Aitken, professora adjunta da Os- goode Hall York University e ex-presidente da Agência de Direito Concorrencial do Canadá.

O terceiro painel tratou dos aspectos atuais da exclusi- vidade e dos programas de fidelidade no direito concor- rencial, com os professores Paulo Furquim de Azevedo, da EESPE, e Afonso Arinos de Mello Franco, professor da FGV-RJ.

O seminário teve encerramento com palestra tratando das principais tendências do direito concorrencial bra- sileiro, com Vinícius Carvalho, presidente do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), e Carlos Ragazzo, superintendente geral do Cade e pro- fessor da FGV DIREITO RIO.

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: JOSÉ RODRIGO RODRIGUEZ PALESTROU EM ENCONTRO NA USP

O coordenador de Publicações José Rodrigo Rodriguez participou do primeiro Encontro de Marcadores Sociais da Diferença (Enumas), organizado por alunos da pós- graduação em Antropologia Social da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e membros do Núcleo de Estudos que leva o mesmo nome do evento, o Numas.

O Encontro aconteceu entre os dias 12 e 14 de novem- bro e abordou temas que suscitam polêmica entre a população em geral, mas do ponto de vista de quem estuda a antropologia social. Discussões sobre união estável homossexual, sexualidade, gênero, aborto de anencéfalos, cotas raciais e questões de identidade tive- ram espaço no debate.

José Rodrigo Rodriguez participou de uma mesa cujo tema era “Políticas e processos de inclusão e exclusão”, apresentando uma pesquisa sobre a lei Maria da Penha.

Também estiveram na mesa Debora Diniz (UnB), que falou sobreo aborto dos anencéfalos; e Adriana Vianna (UFRJ), que pesquisa sobre abuso sexual. A mediadora foi a professora Lilia Schwarcz, do Numas.

: Durante o mês de novembro, a DIREITO GV deu prosseguimento à parceria firmada com o Grupo Estado na cobertura do julgamento do Mensalão.

No total, foram produzidos 29 análises, entre artigos escritos e entrevistas concedidas à TV Estadão e à Rádio Estadão/ESPN.

: No início de novembro, a imprensa prosseguiu acompanhando a crise de segurança pública, com apoio de professores da DIREITO GV.

Houve participações nos seguintes veículos:

Globonews. CLIQUE AQUIpara ver a matéria

Rede TV!. CLIQUE AQUIpara ver a matéria

Globonews. CLIQUE AQUIpara ver a matéria

Rádio CBN. CLIQUE AQUIpara ouvir a matéria

Rádio CBN. CLIQUE AQUIpara ouvir a matéria

Rádio CBN. CLIQUE AQUIpara ouvir a matéria

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Revista Época. CLIQUE AQUIpara ler a matéria

Record.CLIQUE AQUIpara ver a matéria

Isto É. CLIQUE AQUIpara ler a matéria

Folha de S. Paulo. CLIQUE AQUIpara ler a matéria

Folha de S.Paulo. CLIQUE AQUIpara ler a matéria

Estadão. CLIQUE AQUIpara ler a matéria

TV Brasil.

Agora São Paulo.

Jornal de Brasília.

: O professor Dimitri Dimoulis publicou, em coautoria com a professora Soraia Lunardi, um artigo analisando a crise grega, nos sites do JB, Diário do Comércio (MG) e Gazeta (ES).

09 DE NOVEMBRO

: O site Migalhas divulgou uma nota sobre o lançamento de cursos da DIREITO GV.

11 DE NOVEMBRO

: O professor Salem Nasser concedeu entrevista ao Estado de Minas comentando a respeito da política externa dos EUA no Oriente Médio com a vitória de Obama. CLIQUE AQUI para ler a matéria

: O site da revista Veja publicou uma matéria, com declarações do professor Bruno Salama, sobre o livro lançado pelo pensador Richard Posner. CLIQUE AQUIpara ler a matéria

17 DE NOVEMBRO

: O professor Salem Nasser concedeu uma entrevista à Rádio Joven Pan para falar sobre o conflito árabe-israelense. CLIQUE AQUI para ouvir a matéria

: DIREITO GV NA MÍDIA

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20 DE NOVEMBRO

: O professor José Eduardo Faria publicou um artigo no Estado de S.Paulo avaliando os impactos jurídicos, políticos e econômicos do pós-crise.CLIQUE AQUIpara ler a matéria

22 DE NOVEMBRO

: O professor Salem Nasser concedeu uma entrevista ao Zero Hora para falar sobre a crise na região da Palestina. CLIQUE AQUIpara ler a matéria : Em artigo publicado na Folha de S.Paulo, o professor Salem Nasser analisou o papel do Egito no cessar fogo entre árabes e israelenses.

CLIQUE AQUIpara ler a matéria

24 DE NOVEMBRO

: A Folha de S.Paulo publicou uma matéria sobre o conflito entre a OAB e o Coaf sobre a possibilidade de advogados fornecerem informações de clientes dentro da nova Lei de Lavagem de Dinheiro, tema debatido em evento organizado pela DIREITO GV.

CLIQUE AQUIpara ler a matéria

26 DE NOVEMBRO

: O professor Salem Nasser concedeu uma entrevista ao Canal Livre, da Rede Bandeirantes,

falando sobre os conflitos no Oriente Médio.

A entrevista também foi difundida via rádio.

CLIQUE AQUIpara ver a matéria

27 DE NOVEMBRO

: O professor Mario Schapiro concedeu uma entrevista ao Jornal da Gazeta analisando o cartel da indústria de cimento. CLIQUE AQUI para ver a matéria

: A entrevista rendeu um convite para participação no programa apresentado pelo jornalista Heródoto Barbero, na Record News.

CLIQUE AQUIeAQUIpara ver a matéria

: A operação Porto Seguro rendeu algumas aparições do professor Carlos Ari Sundeld em jornais da Globo para falar sobre agências reguladoras:

Jornal da Globonews. CLIQUE AQUIpara ver a matéria

Jornal da Globo. CLIQUE AQUIpara ver a matéria

29 DE NOVEMBRO

: O IG publicou uma nota sobre o Seminário de Direito e Desenvolvimento promovido pela DIREITO GV e FGV DIREITO Rio no TRF de São Paulo.

: A temática das uniões homoafetivas no Supremo Tribunal Federal à luz do debate Honneth-Fraser Maria Eugenia Bunchaft

O debate sobre os direitos das uniões homoafetivas cons- titui um dos tópicos mais controversos do direito consti- tucional. Como se sabe, a união homoafetiva não foi reconhecida expressamente no § 3º do artigo 226 da CF, inexistindo norma específica. O presente artigo pretende investigar a posição de ministros do STF em relação ao tema das uniões homoafetivas, em conexão com as filo- sofias do reconhecimento propostas por Axel Honneth e Nancy Fraser. Nesse sentido, os fundamentos filosóficos das teorias do reconhecimento podem ser um instrumen- tal teórico fundamental para a compreensão de determi- nadas formas de ativismo judicial que objetivam a proteção de minorias estigmatizadas cujas pretensões normativas são desconsideradas pelo processo político. Pretendemos demonstrar que o paradigma da autorrealização propos- to por Honneth é impreciso e incapaz de legitimar formas de ativismo judicial voltadas para a proteção dos direitos das uniões homoafetivas.

: Os quilombos perante o STF: a emergência de uma jurisprudência dos direitos étnicos (ADIN 3.239-9) João Carlos Bemerguy Camerini

O STF apreciará este ano a ADIN nº 3.239-9, na qual se discute a interpretação do direito das comunidades remanescentes de quilombos à titulação de ...continua >>

: REVISTA DIREITO GV INDICA

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<< volta... suas terras (art. 68 do ADCT). Para além de prenunciar impactos sociais sobremodo relevantes, notadamente no mercado de terras, essa ação recolo- ca a Corte Suprema brasileira face aos dilemas da juris- dição constitucional, tais como a sua legitimidade democrática, o seu compromisso com a concretização dos direitos fundamentais, além da necessidade de forçá-la a perscrutar as consequências materiais de suas decisões. A partir da demonstração da tese da funda- mentabilidade do direito às terras quilombolas e da crí- tica às teorias liberal-positivistas da jurisdição e da interpretação, este artigo visa demarcar as questões prin- cipais desse processo judicial, cujo enfrentamento se impõe, segundo métodos hermenêuticos adequados, se o tribunal quiser chegar a um provimento final efetivo, isto é, ser capaz de promover a pacificação social e promo- ver a eficácia dos direitos fundamentais, que consubs- tanciam a razão última da função jurisdicional no contexto do Estado Constitucional.

EXPEDIENTE JOSÉ RODRIGO RODRIGUEZ COORDENADOR DE PUBLICAÇÕES BRUNO BORTOLI BRIGATTO EDIÇÃO ULTRAVIOLETA DESIGN PROJETO GRÁFICO

Referências

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