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Academic year: 2021

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METODOLOGIA

CIENTÍFICA

Elaborado pela profª Drª

Graziella Ribeiro S. Moura

(2)

BAURU – 2009

BIBLIOGRAFIA DE METODOLOGIA CIENTÍFICA

ANASTASI, A. Testes psicológicos: teoria e aplicação. São Paulo: Herder – Universidade de São Paulo, 1972.

ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1993.

ANDRÉ, M. E. D. A. de; LUDKE, M. Pesquisas em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: Epu, 1986.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: Informação e documentação - Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro, 2002.

______. NBR 10719 - Apresentação de relatórios técnico-científicos. Rio de Janeiro, 1989.

______. NBR 6023 - Informação e documentação – Referências - Elaboração. Rio de Janeiro, 2002. ______. NBR 6028 -Informação e documentação - Resumo – Apresentação. Rio de Janeiro, 2003. ______. NBR 14724 - Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro, 2005.

______. NBR 15287 - Informação e documentação – Projeto de Pesquisa – Apresentação. Rio de Janeiro, 2005.

______. NBR 6022 - Informação e documentação – Artigo em publicação periódica científica impressa – Apresentação. Rio de Janeiro, 2003.

BARBETTA, P. A. Estatística aplicada às ciências sociais. 2. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 1998.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1997.

BARROS, A. J. da S.; LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Makron-Books, 2000.

CERVO, L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. São Paulo: Makron-Books, 1996. COZBY, P. C. Métodos de pesquisa em ciências do comportamento. São Paulo: Atlas, 2003. DA CÁS, D. Manual teórico-prático para elaboração de trabalhos acadêmicos. São Paulo: Jubela, 2008.

FAZENDA, I. C. A. (Org.). Metodologia da pesquisa educacional.. São Paulo: Cortez, 1991. FIORIN, J. L. Elementos de análise do discurso. São Paulo: Contexto, 2005.

(3)

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1991.

MANZINI, E. J. Considerações sobre a elaboração de roteiro para entrevista semi-estruturada. In: MARQUEZINE, M. C.; ALMEIDA, M. A.; OMOTE, S. (Orgs). Colóquios

sobre a pesquisa em educação especial. Londrina, PR.: Eduel, 2003.

MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1999.

MARQUEZINE, M. C.; ALMEIDA, M. A.; OMOTE, S. (Orgs). Colóquios sobre a pesquisa em

educação especial. Londrina, PR.: Eduel, 2003.

MARTINS, G. de A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. São Paulo: Atlas, 2000. MORGAN, C. Como estudar. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1972.

PASQUALI, L. Instrumentos psicológicos: manual prático de elaboração. Brasília: Labpam, IBAPP, 1999.

SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. Belo Horizonte: Interlivros, 1997.

SEGE, P. M. A Quinta disciplina: arte, teoria e prática da organização de aprendizagem. São Paulo: Best Seller, 1992.

SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 1986.

THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1988.

VIEIRA, S.; HOSSNE, M. S. Metodologia científica para a área da saúde. São Paulo: Campus, 2001.

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RESUMO INFORMATIVO OU SÍNTESE

O resumo ou síntese é a elaboração de um texto que reúne as principais ideias do autor lido. Porém, na graduação os estudantes devem ir além, ou seja, o resumo técnico-científico ou acadêmico necessita ser elaborado pelo aluno fazendo uso de palavras próprias, apoiadas pelas ideias dos autores consultados. O texto do graduando precisa exprimir suas argumentações e posicionamento crítico em relação às obras lidas.

A leitura de material impresso consultado requer esforço e empreendimento intelectual do leitor. Faz-se necessário realizar uma interpretação destes materiais consultados, desenvolver um certo “diálogo” com o texto lido. Esta interpretação é uma capacidade cognitiva que exige ler nas entrelinhas e inferir a partir de conhecimentos prévios e experiências anteriores com relação ao assunto que se está lendo.

COMO ESTUDAR

1

Nereide Saviani2

Estudar não é apenas ler. O fato de ser ter devorado com avidez um livro - seja por achá-lo interessante, seja por se ter pressa em dar conta de seu conteúdo - não significa tê-lo estudado. Esse tipo de leitura, é, ainda, superficial. Em geral, tira-se pouco proveito de imediato e, caso não se retorne ao texto, muita coisa se perderá alguns dias após a leitura.

Estudar é bem diferente. Significa compreender o que se leu, meditar sobre os pontos principais, reter o fundamental. Por isso, o estudo requer tempo bem maior que a simples leitura. Mas seus resultados são mais profundos e duradouros.

O estudo exige várias leituras. Num primeiro momento, é importante fazer uma leitura geral, atenta, para se ter uma visão de conjunto do texto. Geralmente, essa primeira leitura suscita a necessidade de consultar o dicionário, ou anotações de aulas/palestras, ou até mesmo outras obras que estejam ao alcance e que sejam importantes para o entendimento do texto. No entanto, não convém interromper a leitura para essa consulta, salvo nos casos em que o desconhecimento de algum termo ou fato comprometa a compreensão geral, tornando impossível ou muito difícil o prosseguimento do estudo.

Mas, mesmo durante a primeira leitura, é útil assinalar as passagens consideradas mais importantes e fazer anotações ( no próprio texto e às suas margens). Isto nos permite voltar com maior facilidade aos pontos principais ou nos chama a atenção para a necessidade de retomar/aprofundar idéias expressas pelo autor. É importante, então, termos sempre lápis e caderno à mão, para assinalar ou anotar palavras desconhecidas, trechos importantes, dúvidas que surgem, pontos a serem pesquisados em outra fontes, etc...

1 Este texto é uma composição de excertos, com algumas alterações, de “Orientações para o estudo” (publicado

em anexo à apostila Introdução ao estudo do Socialismo Científico, CEPS – Centro de Estudos e Pesquisas Sociais, São Paulo, 1987, mimeogr.) e de “Estudo Individual, reflexão coletiva” (matéria publicada em A Classe

Operária, nº 161, 9 de julho de 1998 – p. 6).

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Num segundo momento, volta-se ao texto, agora para uma leitura mais pausada, buscando sua compreensão, parágrafo a parágrafo, localizando as idéias principais e as secundárias, tentando reconstruir o processo do pensamento do autor e captar a estrutura do texto.

Num terceiro momento, cuida-se da interpretação do texto, buscando explicitar os pressupostos que justifiquem a posição do autor, fazer comparações e associações das idéias contidas no texto com outras do mesmo autor e de outros autores; formar opinião e tomar posição diante das idéias o autor. Neste caso, a volta ao texto não será necessariamente um nova leitura (parágrafo a parágrafo), mas um reportar-se apenas aos trechos ainda não totalmente entendidos, ou aos que contenham idéias centrais ou aos que mais chamaram atenção.

Depois da interpretação vem o quarto momento, o da problematização, que consiste no levantamento e discussão de questões explícitas e/ou implícitas no texto. Finalmente, a síntese pessoal, o quinto momento: a retomada do texto, com discussão, reflexão, crítica e tomada de posições pessoais.

Esses dois últimos momentos poderão ou não exigir nova(s) leitura (s) do texto como um todo (ou trechos), dependendo de como se desenvolveram os momentos anteriores e do registro que deles foi feito, e variando, também, conforme o grau de complexidade do texto.

Os momentos que se sucedem à primeira leitura exigem mais que as assinalações e anotações feitas no próprio texto ou às suas margens. Requerem um registro mais sistematizado, através de fichamentos, resumos, resenhas.

Podem-se destacar três tipos de fichamento3:

1.

FICHAMENTO TEXTUAL - é o que capta a estrutura do texto, percorrendo a

seqüência do pensamento do autor e destacando: idéias principais e secundárias; argumentos, justificações, exemplos, fatos etc., ligados às idéias principais. Traz, de forma racionalmente vizualizável - em itens e de preferência incluindo esquemas, diagramas ou quadro sinóptico - uma espécie de “radiografia” do texto.

2.

FICHAMENTO TEMÁTICO - reúne elementos relevantes (conceitos, fatos, idéias,

informações) do conteúdo de um tema ou de uma área de estudo, com título e subtítulos destacados. Consiste na transcrição de trechos de texto estudado ou no seu resumo, ou, ainda, no registro de idéias, segundo a visão do leitor. As transcrições literais devem vir entre aspas e com indicação completa da fonte (autor, título da obra, cidade, editora, data, página). As que contêm apenas uma síntese das idéias dispensam as aspas, mas exigem a indicação completa da fonte. As que trazem simplesmente idéias pessoais não exigem qualquer indicação.

3.

FICHAMENTO BIBLIOGRÁFICO - consiste em resenha ou comentário que dê

idéia do que trata a obra, sempre com indicação completa da fonte. Pode ser feito também a respeito de artigos ou capítulos isolados, a arquivado segundo o tema ou a área de estudo. O fichamento bibliográfico completa a documentação textual e

3 Cf. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez/Autores

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temática e representa um importante auxiliar do trabalho de estudantes e professores.

Eis, em síntese, os passos a serem seguidos no estudo:

LER – integralmente e com entendimento (visão de conjunto)

IDENTIFICAR – o tema

DESTACAR – as idéias principais.

LOCALIZAR – argumentos, fundamentações, justificações, exemplos ligados às

idéias principais.

ANOTAR – dúvidas, impressões, associações, etc., despertadas pelo texto, bem

como passagens que chamaram atenção.

FORMULAR – questões cujas respostas se encontrem no texto e/ou questões por

ele suscitadas.

RESUMIR – construir um texto sucinto, que contenha as idéias mais importantes

do texto estudado.

ESQUEMATIZAR – elaborar um quadro ou sinopse que permita visualizar a

estrutura, o planejamento do texto, expondo suas idéias centrais.

INTERPRETAR – comparar/associar as idéias do autor (com as pessoais, do

leitor; com outras do mesmo autor; com as de outros autores).

CRITICAR – formar opiniões próprias a respeito das idéias do autor, fazer

apreciações e juízo pessoal do texto.

Dependendo do tempo de que se dispõe e da familiaridade maior ou menor que se tenha com o texto ou tema, é possível deter-se em uns passos mais que em outros, ou “queimar” alguns, desde que não se perca de vista a necessidade de aprofundamento, para assimilação das idéias e adequado posicionamento pessoal. O importante é compreender todo o significado daquilo que se lê e refletir sobre o que se estuda, pois só assim é possível dele nos apropriarmos, aplicando-o de maneira viva às mais diversas situações.

Finalmente, alguns lembretes para a elaboração e cumprimento do plano de estudo individual:

1.

Definir o que estudar e selecionar a bibliografia correspondente, determinando por

onde começar.

2.

Fazer o levantamento do tempo disponível e predeterminar um horário.

3.

Cuidar para a garantia de algumas condições básicas para o estudo:

Concentração – evitar ou procurar isolar os elementos de dispersão

disciplina e organização:

providenciar antecipadamente todo o material necessário

(livro, caderno, lápis, dicionário etc...)

cumprir o horário planejado

fazer anotações e fichamentos

não deixar de ler índices, prefácios, tabelas, notas de rodapé,

(7)

ESTUDO INDIVIDUAL, REFLEXÃO COMPARTILHADA

Sempre que se enfatiza a importância do estudo, fala-se da necessidade de “fazer cursos”. Estes, sem dúvida, ajudam a “organizar as idéias”, traçar as linhas gerais da teoria e seus temas básicos. Contribuem para nossa formação teórica, ideológica e política, assim como palestras, seminários e outras situações de debates.

No entanto, nada substitui o estudo individual. Ele é indispensável à preparação e aprofundamento dos temas tratados, contribuindo para o aproveitamento dos cursos e participação em discussões.

É preciso, porém, empenhar-se para enfrentar desafios. Quando não se tem o hábito de estudo, fica-se impressionado ao pegar um livro. Pensa-se que só pode ser lido por quem freqüentou escola durante muitos anos. No início surgem muitas dúvidas e dificuldades, mas com o prosseguimento do estudo começa-se a compreender melhor os textos e a assimilá-los. Acima de tudo é necessário ter vontade de aprender e não desistir diante dos primeiros obstáculos.

Daí a importância do estudo individual planejado, permanente, metódico. Que tal assumir um compromisso com o estudo? E se experimentarmos encará-lo como uma tarefa a ser cumprida com o mesmo rigor que todas as outras? Para isto, nada melhor que estabelecer (e seguir) um plano de estudo individual. As dificuldades iniciais irão diminuir aos poucos, com paciência e dedicação.

Mas, convém não fechar-se em si mesmo! É melhor levar as dúvidas e dificuldades individuais para discussão no coletivo. Companheiros mais experientes ajudarão os principiantes. O plano individual terá mais resultado se conjugado a um plano coletivo. Uma boa prática é a formação de grupos de estudo, segundo o interesse por algum tema ou livro, procurando-se garantir o debate organizado, dirigido por um roteiro comum. E persistir na reflexão e no debate.

Cada grupo pode organizar sessões de estudo, na periodicidade considerada conveniente. Elege-se um coordenador e um secretário. Os participantes apresentam/discutem dúvidas, fazem comentários e decidem se devem voltar ao texto individualmente e realizar novas sessões. Quando necessário, solicita-se a presença de alguém que tenha mais acúmulo, para expor aspectos que facilitem a compreensão do texto e para auxiliar a dirimir dúvidas ou reorientar o estudo.

É importante que o grupo estabeleça prazos para divulgação dos avanços da reflexão compartilhada. Por exemplo, apresentação de seminários, produção de artigos, monografias, resenhas etc. É este o sentido do estudo programado.

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NBR 14724/2005 – APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

OB =obrigatórios OP= opcionais

Elementos pré-textuais:

Capa – OB Resumo em língua vernácula – OB Folha de rosto –OB Resumo em língua estrangeira – OB Folha de aprovação – OB (PARA O TCC) Lista de ilustrações - OP

Errata (OP) Lista de tabelas – OP

Dedicatória – OP Lista de abreviaturas e siglas – OP Agradecimentos – OP Lista de símbolos - OP

Epígrafe - OP Sumário - OB

Elementos textuais: Introdução (deve constar: caracterização do problema/ delimitação do

assunto – objeto de estudo e objetivos. Quando o trabalho for um relatório de pesquisa também devem constar, além destes itens: justificativa, referenciais teóricos, pergunta da pesquisa/ problema (quando houver), hipóteses – objetivos, procedimentos metodológicos).

Desenvolvimento: parte principal que detalha o assunto. Nesta parte devem conter as citações, alíneas, notas de rodapé, siglas, inserção de tabelas, quadros e/ou gráficos, ilustrações e/ou fotos. Exemplos após a conclusão.

Conclusão (apresenta conclusões pontuais dos principais resultados do trabalho correspondentes aos objetivos e hipóteses do estudo). NÃO aceita citação de autores. É inteiramente pessoal.

Elementos pós-textuais: Referências: Conjunto de TODOS os autores citados no texto e

SOMENTE os que foram citados (NBR 6023/2002). Ordem alfabética ou numérica. Espaço simples ao escrevê-las e espaço duplo entre uma referência e outra. OB

Glossário : lista de palavras e seus significados (ordem alfabética). OP

Apêndice: Textos elaborados pelo autor do trabalho que não cabem no corpo. Ex: modelo do instrumento da pesquisa de campo. OP

Anexo: Textos NÃO elaborados pelo autor do trabalho, ou seja, textos extraídos de outros autores. Recomenda-se indicar a fonte (referência). OP

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EXEMPLOS DE ITENS DO DESENVOLVIMENTO CITADOS ANTERIORMENTE: Quando necessitar fazer enumerações use ALÍNEAS. Exemplo:

Destacando o potencial das redes eletrônicas para a educação, Moran (1998a) apresenta seus possíveis usos pedagógicos: a) na divulgação do conhecimento; b) na pesquisa; c) no apoio ao ensino; d) na comunicação pessoal.

TÍTULOS e subtítulos (sempre alinhados à esquerda). Títulos em letras maiúsculas. Subtítulos minúsculas.

1 O fígado

1.1 As partes do fígado

1.1.1 Funcionamento do órgão

(Ver NBR 6024/2003 – Numeração progressiva – moodle). NOTA DE RODAPÉ

As notas de rodapé podem ser explicativas quando servem para expor um comentário, uma explicação mais específica ou um conceito os quais não cabem no corpo do trabalho. Não podem ser muito extensas. Devem ser escritas com letras em tamanho menor e em espaço simples. Exemplo:

A pesquisa foi desenvolvida no Centro de Estudos e Pesquisas Literários4 e teve como

objetivo...

SIGLAS: A primeira vez em que uma sigla aparecer no seu trabalho, escreva-a por extenso em seguida a sigla. Depois, pode-se escrever somente a sigla. Exemplo:

No cenário atual, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pode ser um grande aliado da população...

Para o governo federal, o FGTS...

4 Este centro visa à disseminação de pesquisas e estudos na área da literatura nacional e também internacional.

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TABELAS, GRÁFICOS E QUADROS

A tabela 1 mostra...

Tabela 1 – nome (letras tamanho menor e em espaço simples)

O quadro a seguir (não escreva quadro abaixo)...

Quadro 1 – nome (letras tamanho menor e em espaço simples)

A seguir apresentam-se os gráficos...

Gráfico 1 – nome (letras tamanho menor e em espaço simples)

FOTOS, DESENHOS, FIGURAS...: deve-se escrever a palavra designativa, com letras em tamanho menor e em espaço simples. Exemplo:

Figura 1 - Estrela

(11)

EXEMPLO:

APÊNDICE A – Formulário de observação do aparelho de eletrocardiograma

Expor

ANEXO A – Quadros representativos do eletrocardiograma

Expor FONTE: (escrever a referência do material).

Apresentação: Margens – superior e esquerda 3 cm/ Inferior e direita 2 cm.

Espaço entre linhas 1,5; exceto: natureza do trabalho, citações diretas com recuo, notas de rodapé, resumo, referências.

Paginação: As páginas são contadas a partir da folha de rosto e numeradas a partir da primeira folha textual, no caso a introdução. O numeral deve ser o próximo da seqüência numérica segundo a contagem, no canto superior direito.

Letras: times new roman ou arial tamanho 12; tamanho menor (11) para citações diretas com recuo, nomes de gráfico, tabelas e quadros, notas de rodapé. Cor preta. Papel A4 branco. Utiliza-se apenas o anverso da folha.

Errata:

Folha Linha Onde se lê Leia-se

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TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) RELATÓRIOS TÉCNICO-CIENTÍFICOS

Além de todas as normas técnicas da ABNT, a redação de trabalhos acadêmico-científicos deve respeitar outras regras como:

 Extensão  Confiabilidade

 Clareza e objetividade

 Norma padrão da língua (acentuação, ortografia, pontuação, concordância....)  Conclusão

 Estética

 Leitura do texto - revisão

 Elementos de coesão (assim, dessa forma, entretanto, por um lado, em primeiro lugar...)  Impessoalidade do texto: recomenda-se a 3ª pessoa do impessoal (exceto a justificativa).

Manter a opção até o final do texto.  Coesão entre os parágrafos.

 Escrever um texto pensado. Montar um roteiro sequenciado.  Dar conceitos e explicações concluídas.

 Iniciar os parágrafos com uma ideia sua.

 Os capítulos (referenciais teóricos) necessitam da citação indireta dos autores para dar suporte, esclarecimentos e explicações às ideias próprias.

 Excesso de citação é prejudicial. Evite as citações diretas. Se necessário usá-las não ultrapasse 1/3 da folha.

PRÓXIMAS PÁGINAS – MODELOS DE CAPA, FOLHA DE ROSTO E SUMÁRIO

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GRAZIELLA RIBEIRO S. MOURA

(mais de um autor – escrever em ordem alfabética)

NOVAS TECNOLOGIAS EM SISTEMAS BIOMÉDICOS: um

levantamento bibliográfico

BAURU - 2009

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(mais de um autor – escrever em ordem alfabética)

NOVAS TECNOLOGIAS EM SISTEMAS BIOMÉDICOS: um

levantamento bibliográfico

Relatório de pesquisa apresentado

como requisito parcial da disciplina

Metodologia Científica do Curso de

Tecnologia em Sistemas Biomédicos

sob a orientação da profª Drª

Graziella Moura.

BAURU – 2009

(15)

INTRODUÇÃO...08

CAPÍTULO 1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS SOBRE MARCAS...11

1.1 Evolução da Marca...13

1.2 Regulamentação das marcas no Brasil...16

1.3 Classificação das marcas: no Direito e no Marketing...20

1.4 Aspectos contábeis na valoração das marcas...24

CAPÍTULO 2 METODOLOGIA APLICADA: delineamento...28

2.1 Público-alvo...29

2.2 Instrumentos adotados...29

CAPÍTULO 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO DA PESQUISA DE CAMPO...30

CAPÍTULO 4 TILIBRA: a empresa com a marca mais reconhecida na cidade de Bauru...36

CONCLUSÃO...47

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COMO REALIZAR CITAÇÕES EM DOCUMENTOS SEGUNDO A NBR 10520/2002

O QUE É UMA CITAÇÃO? Menção de uma informação extraída de outra fonte. As citações podem ser: diretas, indiretas, citação da citação.

SISTEMA DE CHAMADA AUTOR-DATA: EXEMPLO: CITAÇÃO DIRETA (quando copiada do texto ATÉ 3 LINHAS)

Segundo Andrade (1999, p. 15): “[...] o sistema médico-cirúrgico faz a correção ou a retirada de órgãos afetados por doença ou acidentes.”

Obs: O sinal [...] indica que houve uma supressão, um acréscimo ou um comentário que não foram escritos no texto (na citação).

VARIAÇÃO:

“[...] o sistema médico-cirúrgico faz a correção ou a retirada de órgãos afetados por doença ou acidentes.” (ANDRADE, 1999, p.15).

CITAÇÃO DIRETA COM MAIS DE 3 LINHAS

Nossa experiência nos leva a crer que o engenheiro biomédico necessita do auxílio de profissionais da área da saúde para poder propor soluções e novas técnicas que efetivamente venham auxiliar o diagnóstico e tratamento de doenças pulmonares. (LIMA, 1988, p. 89).

Variação

Lima (1988, p. 89) assevera que

Nossa experiência nos leva a crer que o engenheiro biomédico necessita do auxílio de profissionais da área da saúde para poder propor soluções e novas técnicas que efetivamente venham auxiliar o diagnóstico e tratamento de doenças pulmonares.

OBS: Alinhamento nas margens direita e esquerda

CITAÇÃO INDIRETA (paráfrase – escrito com suas palavras). EXEMPLO:

Para Barollo (1988) o tecnólogo em sistemas biomédicos gerencia, planeja, implanta e mantém equipamentos médico-hospitalares.

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VARIAÇÃO:

O tecnólogo em sistemas biomédicos gerencia, planeja, implanta e mantém equipamentos médico-hospitalares. (BAROLLO, 1988).

CITAÇÃO DA CITAÇÃO DIRETA:

Barollo (1986 apud LIMA, 1988, p. 36) assinala que: “o tecnólogo em sistemas biomédicos supervisiona e coordena equipes de manutenção de equipamentos médico- hospitalares.”

VARIAÇÃO:

“O tecnólogo em sistemas biomédicos supervisiona e coordena equipes de manutenção de equipamentos médico-hospitalares.” (BAROLLO, 1986 apud LIMA, 1988, p. 36).

CITAÇÃO DA CITAÇÃO INDIRETA

De acordo com Possas (2000 apud COSTA, 2005) o curso de Tecnologia em Sistemas Biomédicos permite várias possibilidades de atuação profissional.

VARIAÇÃO:

O curso de Tecnologia em Sistemas Biomédicos permite várias possibilidades de atuação profissional. (POSSAS, 2000 apud COSTA, 2005).

VARIAÇÃO: INDICAÇÃO DE VOLUME. EXEMPLO:

Grisa (2004, v. 3) ressalta ainda que o tecnólogo em sistemas biomédicos é responsável também pela segurança dos equipamentos.

ATENÇÃO: ADOTAR UM DOS SISTEMAS: NUMÉRICO OU AUTOR-DATA PARA O TEXTO TODO.

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MODELOS DE CITAÇÕES (autor/data) E REFERÊNCIAS

Quando a obra lida:

* FOR LIVRO E TIVER UM AUTOR:

Segundo Silveira (2007) as notas de rodapé servem para explicar, informar ou referenciar. * FOR LIVRO TIVER DOIS E TRÊS AUTORES:

Para Severino e Cruz (2006) os estudantes devem aprender metodologia científica desde o ensino médio.

De acordo com Almeida, Floriano e Valle (1999)... * FOR LIVRO E TIVER MAIS DE 3 AUTORES:

Bryan et al (2000) afirmam que as normas devem ser respeitadas.

* FOR UMA REVISTA (PERIÓDICO) OU JORNAL – SEGUE A MESMA FORMA DOS AUTORES DE LIVROS:

Castro (2001) concorda com demais estudiosos que quanto mais se pesquisa, mais conhecimento se produz.

Conforme Soares e Morgan (2003) as referências devem ter espaço duplo entre si. * FOR RETIRADA DE SITE: SEGUE A MESMA FORMA DOS AUTORES DE LIVROS:

Antunes et al (2005) acrescenta que os textos de internet são duvidosos. Aceitar somente de base de dados.

* FOR EXTRAÍDO DE PERIÓDICO DA BASE DE DADOS – segue a regra da revista e acrescenta o modelo de site:

Os estudos de Caldeira (2002) afirmam que as referências devem ser escritas em espaço simples.

* TIVER AUTOR CITADO NELA. Ex: Do Oliveira é o livro e ele cita a Parreira:

As normas da ABNT devem ser estudadas e seguidas à risca, assevera Parreira (apud OLIVEIRA, 2004).

* TIVER CAPÍTULOS E O TRECHO CITADO FAZ PARTE DE UM DOS CAPÍTULOS COM AUTOR DIFERENTE:

(19)

* TIVER MAIS DE UM VOLUME:

Sobre apresentação de relatórios Amadeus, Gregory e Thomaz (v. 2, 1998) mencionam que há autores discordantes.

* TIVER AUTOR COM SOBRENOME: Filho, Neto, Junior...

Para Costa Filho (1997) só escrevemos nas referências os autores que foram citados no corpo do texto.

* TIVER COLEÇÃO:

Ferreira (2008) contesta afirmações de que o espaço entre as linhas deve ser 1,5 cm. * NÃO TIVER AUTOR: INICIA-SE PELO TÍTULO (caixa alta)

Conforme AS NORMAS técnicas (2007) para separar uma referência da outra usamos espacejamento duplo.

* NÃO TIVER TÍTULO: (inicia-se pela primeira palavra - caixa alta) OS SISTEMAS biomédicos (2003)...

* FOR UMA LEI:

Para Brasil (1988) a educação é direito de todos e dever do Estado. * FOR UMA ASSOCIAÇÃO:

Para a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005) o sumário é elemento obrigatório.

* FOR UMA TESE OU DISSERTAÇÃO, ETC.

Segundo Silva (2000) os softwares podem auxiliar na montagem de trabalhos... * FOR UM DVD, CD

Para APARELHOS médicos (1999) ... * FOR UMA FOTO:

Os estudos de Gomes (2004) ressaltam... * TIVER NOME COMPOSTO:

(20)

Na interpretação de Da Cás e Perri-Laffon (2010) na introdução deve conter o objetivo do trabalho.

* FOR ÓRGÃO DO GOVERNO:

Segundo Brasil (v. 3, 2005) os Parâmetros visam direcionar propostas. OBS: No caso de São Paulo:

Segundo São Paulo (2006) as referências devem ser escritas em espaço simples. * TIVER ORGANIZADOR OU COORDENADOR:

Todos os trabalhos devem ter introdução, desenvolvimento e conclusão, afirma Araújo Neto (2009).

*TIVER EDIÇÃO:

Conforme Vieira (1998) a edição é referenciada como 2.ed. após o título. *TIVER CITAÇÃO DA CITAÇÃO

Rocha (apud PRADO, 2005) o autor referenciado é o que está nos parênteses.

REFERÊNCIAS

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AMADEUS, S.; GREGORY, P. S.; THOMAZ, E. Compreender as normas técnicas. Brasília: Letros, v. 2, 1998.

ANTUNES, J. et al. Textos digitais. Disponível em:

<http://www.estudesempre.com.br//20072>. Acesso em: 23 set. 2009.

APARELHOS médicos. Produção de Julia Arantes. Rio de Janeiro: Ceravi, 1999. 1 CD. ARAÚJO NETO, C. de (Org.). Como elaborar trabalhos acadêmicos. 5. ed. São Paulo: Ática, 2009.

(21)

AS NORMAS técnicas. Disponível em: <http://www.estudesempre.com.br//20072>. Acesso em: 30 jun. 2009.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724 - Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro, 2005.

BRASIL. Ministério da Educação. Propostas curriculares para sistemas biomédicos. Brasília: D.F., v. 3, 2005.

______. Art. 208. Constituição Federal, 1988.

BRYAN, C. Cientific Methodology. NewYork: Trous, 1997.

CALDEIRA, C. da S. Normas técnicas. Revista Brasileira de estudos pedagógicos, Botucatu, ano XII, n. 23, p. 20-24, dez. 2002. Disponível em: <http://www.estudesempre.com.br//20072>. Acesso em: 15 mar. 2009.

CASTRO, J. Como pesquisar. Ciência e Tecnologia, Bauru, v. 15, n. 4, p. 45-48, ago./set., 2001. COSTA FILHO, J. da. Como normatizar trabalhos acadêmicos. São Paulo: EPU, v. 3, 1997. DA CÁS, D.; PERRI-LAFFON, V. Manual de trabalhos acadêmicos científicos. São Paulo: Jupela, 2010. (Coleção Amigos dos Estudantes).

FERREIRA, O. Apresentação de trabalhos: norma 14.724/2005. Porto Alegre: Artmed, 2008. (Coleção Primeiros Passos).

GOMES, T. M. Sistemas eletromedicos. 2004. 1 fotografia.

MOURA, G. R. S.; RIBEIRO, T. G. Aprendendo citações. In: TRAVASSOS, S. As normas da ABNT. Porto Alegre: Artmed, 2003.

OLIVEIRA, C. H. A. Normas da ABNT: estudar para aprender. 4. ed. Belo Horizonte: Unis, 2004.

(22)

OS SISTEMAS biomédicos. Manual. Rio de Janeiro: Editora da UERJ, 2003. PRADO, F. do. Aprendendo a escrever. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2005.

SÃO PAULO (Estado). Diretrizes estaduais para normatização de trabalhos. Diário Oficial. Poder executivo, São Paulo, 10 nov. 2006. Seção 1, p. 453.

SEVERINO, J.; CRUZ, A. Métodos. 2. ed. São Paulo: FTD, 2006.

SILVA, K. C. Aplicativos tecnológicos para desenvolvimento de monografias: um estudo de caso. 2000. 156 f. Dissertação (Mestrado em Sistemas de Informação) – Faculdade de Tecnologia de Bauru, Bauru.

SILVEIRA, C. Metodologia científica: normas e métodos. São Paulo: FTD, 2007.

SOARES, L.; MORGAN, C. A. Como mencionar referências. Jornal Universitário, Bariri, ano X, n.20, p. 15, out. 2003.

VIEIRA, S. C. Manual técnico. 3.ed. São Paulo: FTD, 1998.

---REGRAS DAS REFERÊNCIAS

*Referências são o conjunto de obras citadas no trabalho. Somente as que foram citadas. *Podem ser numéricas ou em ordem alfabética.

*O espaço para escrevê-las é simples e duplo entre uma referência e outra. *O alinhamento só ocorre na margem esquerda. Na direita não.

*Se optar por colocar as páginas devem ser em todas.

*Se optar por escrever os nomes dos autores por extenso devem ser em todas.

(23)

OUTROS MODELOS DE CITAÇÕES: autor (data)

As citações também podem ser escritas no final dos parágrafos conforme NBR 10520/02. Exemplos:

As notas de rodapé servem para explicar, informar ou referenciar. (SILVEIRA, 2007). Os estudantes devem aprender metodologia científica desde o ensino médio. (SEVERINO; CRUZ, 2006)

...(ALMEIDA; FLORIANO;VALLE, 1999). As normas devem ser respeitadas. (BRYAN et al, 2000).

Quanto mais se pesquisa, mais conhecimento se produz. (CASTRO, 2001). As referências devem ser bem estudadas. (SOARES; MORGAN, 2003).

Os textos de internet são duvidosos. Aceitar somente de base de dados. (ANTUNES et al, 2005).

Alguns estudos se referem à normatização. (CALDEIRA, 2002).

As normas da ABNT devem ser estudadas e seguidas à risca. (PARREIRA apud OLIVEIRA, 2004).

As citações podem ser numéricas. (MOURA; RIBEIRO, 2003).

Sobre apresentação de relatórios há autores que são discordantes. (AMADEUS; GREGORY; THOMAZ, v. 2, 1998).

Só escrevemos nas referências os autores que foram citados no corpo do texto. (COSTA FILHO, 1997).

Para separar uma referência da outra usamos espacejamento duplo. (AS NORMAS técnicas, 2007).

Para separar uma referência da outra usamos espacejamento duplo. (AS NORMAS técnicas, 2007).

...(OS SISTEMAS biomédicos, 2003).

O sumário é elemento obrigatório. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2005).

O sumário é elemento obrigatório. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2005).

...(APARELHOS médicos, 1999). Na introdução deve conter o objetivo do trabalho. (DA CÁS; PERRI-LAFFON, 2010). Os Parâmetros visam direcionar propostas. (BRASIL, v.3, 2005).

Todos os trabalhos devem ter introdução, desenvolvimento e conclusão. (ARAÚJO NETO, 2009).

OBS: NESTES CASOS AS REFERÊNCIAS SEGUEM AS MESMAS REGRAS.

---OUTRAS SITUAÇÔES:

* Locais com mesmo nome: acrescentar o estado: Viçosa, MG.

(24)

Para Figueiredo (2003), Mello (2000) e Santos (2004) o tecnólogo pode atuar em policlínicas...

O tecnólogo também pode atuar em policlínicas. (FIGUEIREDO, 2003; MELLO, 2000; SANTOS, 2004).

* Mesmo sobrenome – inicial do nome diferente. Exemplo: Antonio Souza e Tadeu Souza são autores da mesma obra.

Para Souza, A e Souza, T. (2007) os equipamentos...ou Os equipamentos estavam quebrados. (SOUZA, A.; SOUZA, T., 2007). Mesmo sobrenome e inicial do nome também igual – na mesma obra:

O tecnólogo também pode atuar em clínicas médicas. (TOLEDO, MAURO; TOLEDO, MARÍLIA, 1998).

Variação:

Para Toledo, Mauro e Toledo, Marília (1998) as clínicas devem absorver grande parte dos tecnólogos.

Mesmos autores com obras em diferentes anos: Segundo Gama e Viana ( 2000, 2005)

(25)

MODELO DE CITAÇÕES: sistema numérico

AS CITAÇÕES TAMBÉM PODEM SER APRESENTADAS PELO SISTEMA NUMÉRICO. EXEMPLOS:

Na introdução deve conter o objetivo do trabalho. (1)

Todos os trabalhos devem ter introdução, desenvolvimento e conclusão. (2) Os tecnólogos em sistemas biomédicos devem seguir normas técnicas da ABNT ou Anvisa para equipamentos médicos. (3)

REFERÊNCIAS

(1) SILVEIRA, C. Metodologia científica: normas e métodos. São Paulo: FTD, 2007.

(2) DA CÁS, D.; PERRI-LAFFON, V. Manual de trabalhos acadêmicos científicos. São Paulo: Jupela, 2010. (Coleção Amigos dos Estudantes).

(3) BRASIL. Ministério da Educação. Propostas curriculares para sistemas biomédicos. Brasília: D.F., v. 3, 2005.

---OBS: NO SISTEMA NUMÉRICO AS REFERÊNCIAS SEGUEM A ORDEM NUMÉRICA

DOS AUTORES CITADOS E NÃO A ORDEM ALFABÉTICA. OUTRO EXEMPLO:

Na introdução deve conter o objetivo do trabalho. 1

(26)

Os tecnólogos em sistemas biomédicos devem seguir normas técnicas da ABNT ou

Anvisa para equipamentos médicos. 3

REFERÊNCIAS

1 SILVEIRA, C. Metodologia científica: normas e métodos. São Paulo: FTD, 2007.

2 DA CÁS, D.; PERRI-LAFFON, V. Manual de trabalhos acadêmicos científicos. São Paulo:

Jupela, 2010. (Coleção Amigos dos Estudantes).

3 BRASIL. Ministério da Educação. Propostas curriculares para sistemas biomédicos. Brasília:

(27)

MODELOS DE DESENVOLVIMENTO DE TRABALHOS NUMERAÇÃO PROGRESSIVA

DESENVOLVIMENTO Os aparelhos auditivos estão em avanço constante. As recentes descobertas têm demonstrado que, num futuro próximo, as pessoas com deficiência auditiva poderão fazer uso de equipamentos mais eficazes, é o que afirma Davis (2009).

CAPÍTULO 1

APARELHOS AUDITIVOS

1.1 As mais recentes descobertas

Os aparelhos auditivos estão em avanço constante. As recentes descobertas têm demonstrado que, num futuro próximo, as pessoas com deficiência auditiva poderão fazer uso de equipamentos mais eficazes.

Estudos como o de Levis e Davis (2007, p. 54) confirmam: “ até 2020 a tecnologia dos aparelhos avançará expressivelmente.”

A TECNOLOGIA DOS APARELHOS AUDITIVOS

1 As mais recentes descobertas

Os aparelhos auditivos estão em constante avanço. Muitas pesquisas têm sido desenvolvidas com o intuito de melhorar a funcionalidade destes equipamentos. (DAVIS; LEVIS, 2007).

(28)

TEXTOS PARA A PRÁTICA DE RESUMOS

Texto 1

A BIOMEDICINA

Biomedicina é a ciência que conduz estudos e pesquisas no campo de interface entre biologia e medicina, voltada para a pesquisa das doenças humanas, seus fatores ambientais e ecoepidemiológicos, com intuito de encontrar sua causa, prevenção, diagnóstico e tratamento.

No Brasil

O curso superior de Biomedicina foi criado com o objetivo de formar profissionais para atuar no desenvolvimento da saúde humana, saneamento do meio ambiente e no ensino das ciências básicas da saúde. O profissional formado em Biomedicina está apto a realizar estudos e pesquisas clínicas, envolvendo as análises clínicas, genética e biologia molecular de fluidos, células e tecidos humanos. No Brasil, os biomédicos dedicam-se principalmente às análises clínicas (exames laboratoriais), no entanto, muitos desses profissionais atuam como cientistas em centros de pesquisas (Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto Nacional de Câncer (INCA), Instituto Butantan, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) etc.) e universidades, analisando e pesquisando moléculas, células e organismos na busca da cura, do diagnóstico, do tratamento e da prevenção de doenças (desenvolvendo vacinas), reagentes laboratoriais e novos medicamentos, bem como atuando na pesquisa de DNA.

Os biomédicos também realizam testes para averiguação bioquímica e de microrganismos presentes nos alimentos. Na Reprodução Humana, realizam, entre outras atividades, a criopreservação, a manipulação e a seleção de gametas e embriões que serão implantados na futura mãe. Nas análises ambientais, realizam análises físico-químicas, microbiológicas e parasitológicas de interesse para o saneamento do meio ambiente, incluídas as análises de água, ar e esgoto.

O trabalho nas indústrias biotecnológicas envolve a manipulação de enzimas, microrganismos e células, na produção de produtos biologicamente ativos, tais como enzimas, hormônios (insulina por exemplo), antibióticos, vitaminas, vacinas, soros, além de reagentes laboratoriais.

Os biomédicos especialistas em Biofísica, Imagenologia ou Radiologia trabalham em clínicas ou centros de diagnóstico por imagem tendo a função de preparar o paciente, elaborar o plano de irradiação, gerenciar banco de imagens, programar e operar equipamentos de Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, Medicina Nuclear, Radioterapia, entres outros, além de poder ser o responsável pelo controle de qualidade e radioproteção (de acordo com as normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN e Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA). Confeccionando, assim, a(s) imagem(ns) para que o médico Radiologista/Imagenologista possa, finalmente, fornecer o laudo. A indústria da tecnologia nuclear para o biomédico, inclui a preservação de alimentos através de sua irradiação. Na pesquisa em Radiobiologia e a Fotobiologia, testam estas radiações (oriundas de diferentes fontes de energia) ionizantes e não-ionizantes em aplicações clínicas (tais como a Oncologia), além de aplicaçoes biotecnológicas, biomédicas e ambientais. Físicos, engenheiros e médicos são os principais profissonais que trabalham em conjunto com biomédicos nesta área. A Imagenologia é uma das áreas em que ocorre um incremento na procura pelos novos profissionais da biomedicina.

Apoio as cirurgias cardíacas também é realizada por biomédicos especialistas em circulação extracorpórea (C.E.C.), quando o coração precisa parar de bater e o sangue do paciente é desviado para

(29)

um aparelho que substitui este órgão durante a cirurgia. Assim, o perfusionista (como é chamado o profissional da CEC), realiza o procedimento e monitora seus parâmetros, tais como a oxigenação, temperatura, pressão arterial, volemia e a coagulação sanguínea. O biomédico para atuar nesta área deve possuir titulo de especialista em Circulação Extracorpórea emitido pela Sociedade Brasileira de Circulação Extracorpórea.

Para atuação em qualquer área da biomedicina, o profissional deve estar legalmente habilitado e/ou possuir Título de Especialista além de ter registro em seu respectivo Conselho Regional de Biomedicina.

A BIOMEDICINA. Wikipédia. Disponível em: <http://www.wikipedia.com.br>. Acesso em: 21 abr. 2009.

Texto 2

SEMEANDO INTERDISCIPLINARIEDADE EM ENGENHARIA BIOMÉDICA VITAL: como respirar

Henrique Takachi Moriya Universidade de São Paulo (USP)

Fonte: www. sbpcnet.org.br. Acesso em: 28 abr. 2009

Anais da 58ª Reunião Anual da SBPC - Florianópolis, SC - Julho/2006

Laboratório de Engenharia Biomédica – LEB Departamento de Telecomunicações e Controle – Escola Politécnica – USP Muito mais do que uma semente, a interdisciplinariedade em Engenharia Biomédica é, hoje, um fruto vital para as atividades desta área. A própria etimologia nos faz lembrar da união de palavras relacionadas a áreas, a princípio, distintas. Entretanto, o neologismo interdisciplinariedade leva a diversas interpretações que, apesar de distintas, podem compor um mosaico onde não há conceitos absolutos. Uma das possíveis interpretações deste neologismo em uma das diversas áreas da Engenharia Biomédica será assunto deste texto.

A Engenharia Pulmonar é a denominação utilizada para o ramo da Engenharia Biomédica que contribui com atividades de estudo e pesquisa do sistema respiratório dos seres vivos. Este ramo realiza pesquisas e estudos nas áreas de fisiologia e fisiopatologia pulmonar, medicina intensiva, fisiologia do esforço, instrumentação e transdutores aplicados à pesquisa respiratória, engenharia clínica, bioengenharia do sistema respiratório, ensaios de equipamentos para avaliação de desempenho entre outras áreas.

Este ramo da Engenharia Biomédica tem se desenvolvido bastante nos últimos anos e vem encontrando aplicações em pesquisas sobre doenças pulmonares, tais como asma, enfisema, SDRA (Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo) entre outras. Além disso, a Engenharia Pulmonar tem contribuído na implementação de novas técnicas de provas de função pulmonar, tais como a utilização da técnica de oscilações forçadas. Utilizando-se conceitos oriundos da

(30)

Engenharia Pulmonar, novas técnicas de ventilação mecânica são propostas e novos métodos de monitorização de pacientes sob assistência ventilatória mecânica são empregados. Novas drogas são testadas utilizando técnicas da Engenharia Pulmonar para interpretação de dados obtidos com animais de laboratório.

Estes desenvolvimentos alcançados em Engenharia Pulmonar não poderiam ser obtidos apenas com o trabalho de engenheiros biomédicos. A cooperação de profissionais de diversas áreas do conhecimento é imprescindível para este ramo do conhecimento. Os artigos publicados nessa área são, na grande maioria das vezes, resultados de projetos interdisciplinares e apresentam diversos autores de diferentes áreas, tais como: engenheiros biomédicos, médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, enfermeiros entre outros.

No Laboratório de Engenharia Biomédica (LEB) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, pesquisas na área de Engenharia Pulmonar são realizadas em conjunto. Quando ocorre a falta de interdisciplinariedade nos projetos de Engenharia Pulmonar, observa-se, na maioria das vezes, ou a falta de uma aplicação prática ou a má utilização dos recursos existentes. Assim, a falta do fruto interdisciplinariedade leva a um crescimento distorcido dessa área da Engenharia Biomédica.

Texto 3

PESQUISA TECNOLÓGICA UM TRADUTOR DIFERENTE

Pesquisadores paranaenses desenvolvem novo sistema para tradução de textos em braile http://cienciahoje.uol.com.br/144459

Setenta reais e mais uns trocados. Esse é o custo final de um inovador aparelho que poderá revolucionar a educação para deficientes visuais no Brasil. Trata-se de um leitor de braile, capaz de traduzir sinais táteis da linguagem em alto-relevo para a escrita convencional. O protótipo foi desenvolvido na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), no Paraná, e ganhou o 3º Prêmio Werner Von Siemens de Inovação Tecnológica. O grande mérito do projeto, segundo seus pesquisadores, é associar facilidade de uso, simplicidade e baixo custo.

(31)

A boa sacada foi do atual vice-reitor da UEPG, Carlos Luciano Vargas, que, ao constatar os altos gastos da instituição com traduções de braile, pensou em desenvolver um aparelho para fazer o trabalho a custos menores. Expôs então o plano ao colega Ariângelo Hauer, do Departamento de Informática, que gostou da sugestão e não demorou a apresentar o primeiro protótipo.

“A ideia é muito simples”, diz Hauer à CH On-line. “Adaptamos uma webcam comercial, dessas comumente encontradas no mercado, a um suporte de acrílico que deixa o aparato a uma distância adequada para a focalização do texto.

Uma minilanterna lança então um pequeno feixe de luz sobre os sinais em braile, gerando padrões de luz e sombra sobre o papel.” Por meio de uma rede neural artificial (técnica de programação bastante difundida), o software projetado por Hauer identifica esses padrões e os compara com um banco de dados – traduzindo-os assim para a linguagem convencional. “Após vários testes, nossa equipe obteve um índice de 90% de precisão de leitura”, conta o pesquisador. A equipe da UEPG já recebeu recursos para dar continuidade ao projeto. A ideia, a partir de agora, é trabalhar na produção em maior escala. “Inicialmente queremos produzir mais uns dez ou doze protótipos, para disponibilizá-los a diversas

instituições do estado”, afirma Carlos LucianoVargas. .

“Queremos que o aparelho passe por um período de testes, em que os próprios professores vão dizer como podemos melhorar o protótipo.” Mesmo sendo possível incrementar o projeto com sistemas mais sofisticados de leitura digital, os pesquisadores da UEPG reconhecem que o melhor a fazer é mantê-lo da forma mais simples possível. Afinal, a ideia é que o custo final do aparelho seja acessível, para que mesmo as escolas mais pobres possam utilizá-lo sem pesar no orçamento.

Protótipo do equipamento desenvolvido na Universidade Estadual de Ponta Grossa (PR) para ler textos em braile e traduzi-los para a escrita convencional (foto: assessoria de comunicação / UEPG).

(32)

Educação para cegos .“O número de estudantes com deficiência visual nas universidades brasileiras é maior do que se imagina”, ressalta Vargas. No entanto, poucas são as instituições preparadas para atendê-los – e menos ainda os professores que leem braile. Os deficientes visuais normalmente frequentam as mesmas classes que alunos sem essa limitação. Mas, quando um estudante cego entrega uma prova ou um trabalho em braile, o professor encaminha o material para as associações locais, que irão traduzir os textos e reenviá-los ao docente. Só então as tarefas podem ser corrigidas. “Isso cria uma defasagem de tempo muito grande entre o retorno didático que o professor dá ao aluno normal e ao seu colega

deficiente”, diz o vice-reitor da UEPG.

Com o novo equipamento, esse quadro vai melhorar, pois o professor poderá corrigir as atividades dos alunos cegos juntamente com as demais. Tudo o que ele precisará fazer é conectar o novo aparelho a um computador, e o conteúdo que o aluno escreveu em braile será imediatamente traduzido para um editor de texto comum. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, existem 45 milhões de cegos no mundo. No Brasil, o número de portadores de algum tipo de deficiência visual grave é de

aproximadamente 3,5 milhões.

(33)

EXERCÍCIOS DE CITAÇÕES E REFERÊNCIAS

---Autor: Roberto de Almeida Moura, Carlos Wado, Adhemar Purchio, Terezinha Verrastro

Título: Biologia Local : São Paulo Editora: Cortez

Edição: 12ª Ano: 1998

O resumo é um item obrigatório no artigo científico.

---Autor: Eva Maria Lakatos, Maria Andrade Marconi

Local : São Paulo Editora: Atlas Edição : 4ª

Título: Técnicas de pesquisa Ano: 1999

O resumo possui embaixo palavras-chave que indicam o seu conteúdo e devem ser separadas por ponto. Exemplo:

Palavras-chave: Ambiente. Educação ambiental. Práticas de ensino.

---Autor: Antonio Joaquim Severino Local : São Paulo Editora: Cortez

Título: Metodologia do trabalho científico Ano: 1986

Nunca esquecer que devemos substituir tópicos por alíneas. Exemplo: o artigo deve conter: a) resumo; b) introdução; c) desenvolvimento; d) conclusão; e) referências.

---Autor: Antonio Carlos Gil Local : São Paulo Editora: Atlas

Título: Como elaborar projetos de pesquisa Edição: 2ª Ano: 2002

O projeto de pesquisa é obrigatório para todos os pesquisadores que desejam desenvolver pesquisas.

---Autores: Larissa de Souza, Lais de Souza n° 12 edição: 34 páginas:15 a 18

Título do artigo: As condições de acessibilidade nas escolas de Bauru: um estudo preliminar

Local: Bauru Revista: Educação ano: 2009 período: fevereiro a abril

O resumo dos artigos deve conter: a) descrição da problemática abordada; b) objetivos; c) método; d) resultado.

---Autor: Pedro da Costa Rodrigues site: www.bioenergia.com.br

Título: A energia a serviço da vida Acesso: 20 de março de 2009

Não se deve pesquisar textos de sites duvidosos, tampouco basear suas pesquisas em textos de dicionários virtuais como Wikipédia.

---Autor: Bento Vasconcellos n° 58 volume: 4 página: 9

Título: A tecnologia em equipamentos de mamografia

(34)

Os textos para referenciar trabalhos científico-acadêmicos devem ser extraídos de livros ou periódicos científicos.

---Autores: Hernandes Carvalho e Carla Collares-Bizoto Local: Barueri, SP

Ano: 2005 Título: Células: uma abordagem multidisciplinar Editora: Manole

A redação de um trabalho não pode ser cópia fiel dos autores lidos. Se isto acontecer está configurada uma situação de plágio (crime previsto na lei de direitos autorais).

---Autor: Célio Castanho Tese de doutorado em Medicina ano: 2007 Local: Botucatu Instiruição: Universidade Estadual Paulista número de folhas = 174

Título: Desenvolvimento de um aplicativo para monitoramento de aparelhos sensoriais: um estudo de caso.

Ao crime de plágio cabe indenização e detenção.

--- Associação Brasileira de Cardiologia Local: Brasília

Manual sobre técnicas de laboratório Editora: Ática Ano: 2004

Os títulos das seções dos trabalhos devem ser sempre com caixa alta e escritos no centro da folha quando não forem numerados.

---Autor: Olivio Novaski volume: 1 Editora: EPU Local: São Paulo

Título: O microscópio eletrônico Ano: 1980 Coleção: Primeiros Passos

Os títulos sumário, introdução, conclusão, referências devem ser sempre escritos no centro da folha.

---Autor: Vicente Chiaverini Editora: Pearson Education do Brasil Local: São Paulo

Título: Tecnologia mecânica edição: segunda Ano: 1986

O número de páginas deve ser escrita a partir da introdução.

---Autor: Vicente Chiaverini Editora: Pearson Education do Brasil

Título: Mecânica agrícola Local: São Paulo Ano: 1986

Deve-se começar a contar as páginas a partir da folha de rosto.

---Autor: John Russel Filho volume: 4 Editora: Pearson Makron Books Local: São

Paulo Título: Química geral edição: quarta Ano: 1994

Todos os títulos e subtítulos (numerados) devem ser escritos alinhados à margem esquerda da folha, sem recuo.

---Autores: Arlindo Silva, Carlos Tavares Ribeiro, João Dias, Luis Souza

Editora: Lidel edição: sétima Local: Lisboa

(35)

Os subtítulos são obrigatoriamente escritos com letras minúsculas.

---Constituição Federal (1988) artigo 196 Local: Brasília

Autor: Flávio de Campos Editora: Ediouro ano: 1994

Título: Emendas constitucionais

Textos que não têm autor devem ser citados pela primeira palavra do título em caixa alta.

---Capítulo: As hemácias Autor do capítulo: João Guimarães

Título do livro: Bioquímica Local : Belo Horizonte Editora: Jupela

Autor do livro: Juarez Barbosa de Mello ano: 2000

Se a primeira palavra for monossílabo devemos citar as duas primeiras em caixa alta.

---Autor: Luisa Arantes (organizadora) Título: Produção industrial

Ano: 2001 Editora: Ática Local: São Paulo

Só escrevemos nas referências as obras citadas no texto.

---Título: Os lipídeos Revista: Biologia molecular ano: 2005

Local: Salvador Centro de Pesquisas Médicas

Nas citações diretas (copiadas) é obrigatória a citação da página. Exemplo: Castro (2000, p. 34).

---Autores: Suzane Godói e Paula Silvia Torres página 9

Jornal Enfoque Regional Local: Bariri Título: Técnicas operacionais

Data: 22 de junho de 2007 ano: VII número: 14

Os trabalhos devem sempre ser escritos com as palavras de quem o escreve. Nunca copiar trechos completos.

---Autor: Marcio Lucio Ribeiro foto: Os retirantes

Local: Rio de Janeiro Ano: 1999

O itens do sumário devem ser idênticos ao que está escrito no corpo do trabalho. ---Nas referências:

a) Use a ordem alfabética (último sobrenome); b) Alinhe somente na margem esquerda; c) Dê espaço simples para escrever cada uma e espaço duplo entre uma e outra; d) Use negrito OU itálico OU sublinhado nos títulos. Em subtítulos não; e) Escreva os 1º nomes dos autores por extenso ou abreviados. Adote uma única forma para todas.

(36)

TIPOS DE PESQUISA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

Pesquisa bibliográfica é a etapa da investigação em que o pesquisador faz a busca dos referenciais teóricos pertinentes à questão-problema de seu estudo. Essa busca é realizada em materiais como livros, periódicos e jornais científicos impressos ou digitais localizados em bibliotecas ou em base de dados.

Normalmente, ao proceder a pesquisa bibliográfica, o pesquisador realiza a revisão da literatura que significa identificar os estudos já desenvolvidos na área com relação ao seu problema de pesquisa.

A pesquisa bibliográfica dá origem à fundamentação teórica dos trabalhos e relatórios e pode receber também o nome de: revisão da literatura, embasamento teórico, referencial teórico

ou revisão bibliográfica.5

A fundamentação teórica tem a função de possibilitar a sustentação da teoria estudada em sua pesquisa. Deve estar em conformidade com o problema (pergunta da pesquisa), objetivos e hipóteses. Esta etapa deve servir de base para analisar, interpretar e discutir os dados da investigação.

A redação deste item nos relatórios exige a citação de autores, seja de forma indireta ou direta. (Prefira a forma indireta). Para isto, é necessário utilizar as orientações estabelecidas pela NBR 10520/02 (Citações em trabalhos acadêmicos).

5 Para aprender como se escreve uma revisão da literatura leia o artigo: A prática da solução de problemas

(37)

ESTRUTURA DE PROJETO DE PESQUI8A

Folha de rosto Projeto de Pesquisa apresentado à Faculdade de Tecnologia de

Bauru –Curso de Tecnologia em Sistemas Biomédicos, sob a orientação do prof. Dr. ... AUTOR TÍTULO: subtítulo Bauru - 2009 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 1.1 Tema-problema... 1.2 Hipótese... 1.3 Objetivos... 1.4 Justificativa... 2 REFERENCIAL TEÓRICO... Continuar... Idem ao corpo do trabalho 3 1 INTRODUÇÃO 1.1 Tema-problema 1.2 Hipótese 1.3 Objetivos 1.4 Justificativa 7 2 REFERENCIAL TEÓRICO 8 3 MATERIAL E MÉTODOS 9 4 MATERIAL E MÉTODOS 5 CRONOGRAMA 10 REFERÊNCIAS Seguir NBR 6023/02

(38)

MODELO DE PROJETO DE PESQUISA

Folha de rosto (título) Sumário

1 INTRODUÇÃO

1.1

Tema-problema

: Inicialmente deve-se contextualizar o tema. Expor algumas considerações sobre o assunto.

Caracterização do problema: Qual é o papel da Biologia no modelo biomédico existente?

1.2

Hipótese

: Acredita-se que a Biologia enquanto ciência da vida tem papel preponderante no desenvolvimento da medicina, pois os conhecimentos dela provenientes são essenciais para a atuação da área médica.

1.3 Objetivos

1.3.1 Geral: Analisar o papel que a Biologia exerce na área biomédica atualmente compreendendo sua função no curso de Tecnologia em Sistemas Biomédicos.

1.3.2 Específicos: a) se tiver deve expor. À vezes os objetivos são somente específicos.

1. 4 Justificativa

(Expor as razões, preocupações, relevância e contribuições do estudo – texto pessoal – não há citações).

O modelo biomédico durante muitos anos pautou-se pela visão reducionista e mecanicista da vida, encontrando seus principais postulados nas teorias newtoniana e cartesiana.

Este modelo de conduta da medicina vem demonstrando sinais de esgotamento, pois não assegura totalmente a solução dos inúmeros problemas que a vida contemporânea começa a despontar.

(39)

A Biologia enquanto ciência da vida tem um papel fundamental neste processo. Este contexto revela a importância de se realizar um estudo que possa demonstrar e suscitar a reflexão sobre os caminhos e descaminhos da Biologia enquanto área do conhecimento para um curso que se destina a cuidar da saúde da população...

2 REFERENCIAL TEÓRICO

(Expor o assunto – texto informativo - resumo – paráfrases - citar os autores. Base teórica: O ponto de mutação – Fritjof Capra)

Ainda encontra-se no pensamento da sociedade ocidental uma forte crença de que o ser humano pode ser comparado a uma máquina. Até meados do século XX, a visão mecanicista da vida teve forte influência no modo de pensar e organizar a sociedade. Mas graças ao desenvolvimento científico, a fragmentação das especialidades, principalmente na área médica, vem se tornando uma tendência cada vez menos aceita.

As teorias científicas dos séculos passados, representadas especialmente pelos grandes filósofos Descartes e Newton, contaminaram as concepções de mundo da época. (CAPRA, 1982). ...

3 MATERIAL E MÉTODOS

O presente estudo será uma pesquisa do tipo bibliográfica que buscará o referencial teórico em fontes impressas como livros, periódicos e jornais científicos, bem como em materiais digitais por meio da busca em base de dados como Bireme, Medline, entre outras.

Os dados teóricos serão coletados em função dos objetivos e organizados posteriormente para análise.

3. 1

Análise dos resultados

A análise dos resultados será realizada por meio da interpretação criteriosa dos dados, fazendo uso dos conhecimentos obtidos por meio da coleta de dados. Estes conhecimentos

(40)

originarão uma base teórica capaz de responder à questão-problema da pesquisa, confirmando ou rejeitando a hipótese elaborada.

4 CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO (exemplo)

Levantamento bibliográfico 1° semestre de 2009

Redação do projeto 2° semestre de 2009

Inicio da coleta de dados 1° semestre de 2010

Análise e discussão dos resultados 2° semestre de 2010

Redação final do relatório (TCC) e defesa 1° semestre de 2011

REFERÊNCIAS Seguir NBR 6023/02 (orientações das aulas)

Use a ordem alfabética (último sobrenome) - Alinhe somente na margem esquerda - Dê espaço simples para escrever cada uma e espaço duplo entre uma e outra - Use negrito OU itálico OU sublinhado nos títulos - Escreva os 1º nomes dos autores por extenso ou abreviados. Adote uma única forma para todas - Subtítulos não são sublinhados, nem negritados, nem em itálico.

MODELO DE PRÉ - PROJETO (TG) Folha de rosto (título)

(41)

Sumário

1

Tema-problema

: Inicialmente deve-se contextualizar o tema. Expor algumas considerações sobre o assunto.

Caracterização do problema: Qual é o papel da Biologia no modelo biomédico existente?

2

Hipótese

: Acredita-se que a Biologia enquanto ciência da vida tem papel preponderante no desenvolvimento da medicina, pois os conhecimentos dela provenientes são essenciais para a atuação da área médica.

3 Objetivos

3.1 Geral: Analisar o papel que a Biologia exerce na área biomédica atualmente compreendendo sua função no curso de Tecnologia em Sistemas Biomédicos.

3.2 Específicos: a) se tiver deve expor. À vezes os objetivos são somente específicos.

4 Justificativa

(Expor as razões, preocupações, relevância e contribuições do estudo – texto pessoal – não há citações).

O modelo biomédico durante muitos anos pautou-se pela visão reducionista e mecanicista da vida, encontrando seus principais postulados nas teorias newtoniana e cartesiana.

Este modelo de conduta da medicina vem demonstrando sinais de esgotamento, pois não assegura totalmente a solução dos inúmeros problemas que a vida contemporânea começa a despontar.

A Biologia enquanto ciência da vida tem um papel fundamental neste processo. Este contexto revela a importância de se realizar um estudo que possa demonstrar e suscitar a reflexão sobre os caminhos e descaminhos da Biologia enquanto área do conhecimento para um curso que se destina a cuidar da saúde da população...

(42)

5 MATERIAL E MÉTODOS

O presente estudo será uma pesquisa do tipo bibliográfica que buscará o referencial teórico em fontes impressas como livros, periódicos e jornais científicos, bem como em materiais digitais por meio da busca em base de dados como Bireme, Medline, entre outras.

Os dados teóricos serão coletados em função dos objetivos e organizados posteriormente para análise.

6 CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO (exemplo)

Levantamento bibliográfico 1° semestre de 2009

Redação do projeto 2° semestre de 2009

Inicio da coleta de dados 1° semestre de 2010

Análise e discussão dos resultados 2° semestre de 2010

Redação final do relatório (TCC) e defesa 1° semestre de 2011

A SEGUIR, ALGUNS EXEMPLOS PARA A REDAÇÃO DOS PROJETOS E RELATÓRIOS

(43)

O avanço da medicina tem acontecido de forma morosa ao longo da história da humanidade, embora as conquistas do último século tenham sido muito significativas e fundamentais para seu aperfeiçoamento. Inicialmente, eivada de superstições, mitos e preconceitos foi, durante muito tempo, considerada como bruxaria.

Ultrapassado o período mágico e o do empirismo sedimentou-se na Ciência transformando-a no baluarte para sua afirmação e reconhecimento no contexto social, fazendo da experimentação controlada condição essencial para sua validade...

EXEMPLO DE JUSTIFICATIVA

Este projeto justifica-se não só pela atualidade e complexidade do seu tema, como pelo método adequado para analisá-lo.

Discutir como integrar princípios administrativos com conceitos de medicina veterinária é uma das grandes preocupações dos profissionais da área com vistas ao atendimento às exigências e necessidades do cliente...

Analisar as funções de todo o pessoal envolvido, o papel da enfermagem veterinária, a estrutura necessária a um trabalho de qualidade são, de grande relevância...

EXEMPLO DE FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Entender a universidade a partir dos parâmetros das exigências que lhe são feitas pela sociedade dos dias de hoje e do novo século que se inicia é o grande desafio de qualquer planejador estrategista.

Para Baldridge (1983) os objetivos da universidade são vagos e difusos, impedindo uma avaliação segura do que, de fato, agrega na formação de seus alunos. Atende a uma clientela com necessidades diferenciadas...

(44)

GERAL: abrangente, amplo, alcança-se no final da pesquisa. Exemplos de verbos: compreender, analisar, avaliar, explicar, conhecer...

ESPECÍFICO: menos abrangente, atinge-se no decorrer da pesquisa. Exemplos de verbos: relacionar, descrever, identificar, verificar, traduzir, enumerar, observar, experimentar, nomear, coletar...

GERAL:

 Compreender a atuação da Medicina Biomolecular nos dias de hoje. ESPECÍFICOS:

 Proceder ao levantamento bibliográfico que fundamenta o estudo;

 Discutir a validade e pertinência científica dos protocolos de Medicina Biomolecular.

EXEMPLO DE PROBLEMA

Os profissionais de fonoaudiologia têm encontrado dificuldades para exercer sua profissão, integrando quadros funcionais de instituições de saúde ou na prestação de serviços como autônomos.

Questão-problema/delimitação: Quais seriam as causas da dificuldade de colocação dos profissionais de fonoaudiologia no mercado de trabalho atual?

Hipótese: Parte-se da premissa de que os egressos de fonoaudiologia não estão sendo bem preparados para o mercado de trabalho.

Adaptado de VIANNA, I. O. de A. Metodologia do trabalho científico: um enfoque didático da

produção científica. São Paulo: Epu, 2001.

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ESTRUTURA DO ARTIGO (NBR 6022/2003)

TÍTULO (centralizado)

Autor/es ( à direita) RESUMO

Este item é obrigatório e deve conter nesta ordem: contextualização da temática abordada, o problema em questão, tipo de estudo (pesquisa), objetivos, metodologia, resultados (quando for uma pesquisa), conclusão, tudo bem suscinto. Não deve ultrapassar 250 palavras (NBR 6028/03). ABSTRACT: (resumo em inglês)

PALAVRAS-CHAVE: separadas por ponto. KEYWORDS: (palavras-chave em inglês)

INTRODUÇÃO (normalmente escreve-se juntamente com a fundamentação teórica). FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA (pode ser incluída na introdução)

MÉTODO estes itens podem ser inexistentes RESULTADOS E DISCUSSÃO em artigos teórico-bibliográficos CONCLUSÕES (devem expor os principais resultados em função da problemática, hipóteses (quando houver) e objetivos. NBR 14724/05.

REFERÊNCIAS (NBR 6023/02)

Referências

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