SUPRAM – TM e AP Av. Nicomedes Alves dos Santos, 136– Uberlândia – MG CEP 38400-170 – Tel: (34) 3237-3765 / 2983 DATA: 16/11/2010 Página: 1 /12
PARECER ÚNICO: SUPRAM TM/AP PROTOCOLO 777841/2010
Indexado ao(s) Processo(s)
Licenciamento Ambiental Nº 00412/1997/003/2010 LOC DEFERIMENTO
Processo de outorga – poço tubular nº. 4555/2010 Renovação Automática
Empreendimento: VITRAL VIDROS PLANOS LTDA
CNPJ: 17 281 106/000 1-03 Município: UBERLÂNDIA/MG Unidade de Conservação: -
Bacia Hidrográfica: RIO PARANAÍBA Sub Bacia: RIO ARAGUARÍ
Atividades objeto do licenciamento:
Código DN 74/04 Descrição Classe
B-01-08-02 FABRICAÇÃO E ELABORAÇÃO DE VIDRO E
CRISTAL, INCLUSIVE A PARTIR DA RECICLAGEM 3 Medidas mitigadoras: (X ) SIM ( ) NÃO Medidas compensatórias: ( )SIM (X) NÃO Condicionantes: (X) SIM ( ) NÃO Automonitoramento: : (X) SIM ( ) NÃO Responsável pelo empreendimento:
FÁBIO C BRAGA FILHO
Responsável Técnico pelos Estudos Técnicos Apresentados:
TADEU GERVASIO DOS SANTOS – ENG° SEG DO TRABALHO Registro de classe CREA MG 67541/D Relatório de vistoria/auto de fiscalização: 16348/2010 DATA: 01/07/2010
Data: 16/11/2010
Equipe Interdisciplinar: Registro de
classe
Assinatura
Ricardo Rosamília Bello - Analista Ambiental
Adrian Franco Silva - Analista Ambiental Dayane Aparecida de Paula - Analista Ambiental Kamila Borges Alves - Ciente
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1. INTRODUÇÃO
O empreendimento Vitral Vidros Planos Ltda., solicitou pedido de Licença de Operação Corretiva, mediante preenchimento do FECI em 20/11/2009, obtendo o FOBI em 27/11/2009. Sendo que, o processo foi formalizado em 19/04/2010, conforme recibo de documento nº. 250798/2010.
Com objetivo de subsidiar a análise do processo, em 01/07/2010, foi realizada a vistoria pela equipe técnica interdisciplinar desta Superintendência (Auto de Fiscalização n°. 16348/2010) no referido empreendim ento.
2. DIAGNÓSTICO AMBIENTAL
2.1. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
As atividades exercidas na empresa consistem em processamento de vidros: corte perfuração, laminação, têmpera, lapidação, e fabricação de vidros insulados (duplos), o funcionamento da unidade teve início em 1981.
Para realização de suas atividades a empresa emprega 233 funcionários que trabalham em regime de funcionamento em dois turnos, o primeiro das 8:00 às 17:30 e 21:00 às 8:00 horas.
O consumo de energia elétrica é da ordem de 240.000 KW / h mês sendo o fornecimento realizado por concessionária local.
O consumo médio mensal de água é de 330 m³, necessária para uso humano, higienização das instalações e também utilizada no processamento industrial.
O recurso hídrico é explorado mediante utilização de um poço tubular perfurado nos limites do empreendimento regularizado mediante portaria de outorga n° 3172/2004,que
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se encontra em renovação nesta Superintendência, conforme processo de outorga nº. 4555/2010. Esclarece-se que de acordo com o artigo 14 da Portaria IGAM n. 49/2010 processos de renovação de outorga formalizados até a data de vencimento da portaria anterior serão prorrogados automaticamente até a manifestação final da entidade responsável.
O processo industrial resumidamente consiste em:
• recebimento de chapas de vidros
• corte e separação em tamanhos padronizados • têmpera
• lapidação • perfuração
• fabricação de vidros laminados
• fabricação de vidros insulados (duplos) • impressão
3. DIAGNÓSTICO AMBIENTAL - PRINCIPAIS IMPACTOS IDENTIFICADOS
3.1 EFLUENTES LÍQUIDOS
Em diversas etapas do processamento industrial são gerados efluentes líquidos desde lavagem de vidros e pátio industrial, até as etapas de polimento, perfuração e lapidação, efetuados por via úmida com a finalidade de facilitar o processamento e evitar emissões de particulados finos de vidro, porém, gerando efluentes líquidos, estes são coletados mediante canaletas e tubulações a uma estação de tratamento (ETE) instalada nos limites da empresa.
Alem dos efluentes industriais há geração de esgoto doméstico advindos dos sanitários, lavatórios e vestuários utilizados pelos 233 funcionários da empresa e geração de efluentes oleosos ao entorno do tanque de armazenagem de óleo lubrificante usado.
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São advindas principalmente do processamento de vidros (lapidação e perfuração), constituindo-se principalmente por particulados finos (pós) de vidro.
Além destas oriundas do processamento industrial são lançados efluentes atmosféricos nas operações de recepção de matéria prima e de expedição de produtos acabados provenientes da queima de combustível fóssil (óleo diesel) utilizado como combustível de caminhões.
3.3 RESÍDUOS SÓLIDOS
Os principais resíduos sólidos são retalhos e fragmentos de vidro gerados nas operações de corte e outros resíduos de vidro advindos de quebras acidentais, além dos fragmentos finos (pós) de vidro, removidos da estação de tratamento existente.
Em vistoria realizada em 01/07/2010, verificou-se a necessidade de algumas adequações na área da ETE: foi observado que devido a escapes de efluentes gerados nas operações de limpeza constatou-se existência de pós de vidro ao entorno do sistema de tratamento existente. Assim, a equipe desta Superintendência encaminhou ofício ao empreendedor para que o mesmo comprovasse adequações físicas e operacionais na área da ETE.
3.4 RUÍDOS
São gerados ruídos no processamento e movimentação de matéria prima e produtos acabados, e também nas áreas externas devido a pressão sonora gerada pelos caminhões e veículos.
Para atestar o cumprimento da legislação vigente, a equipe desta Superintendência solicitou ao empreendedor mediante ofício 2184/2010 laudo de avaliação de ruídos de acordo com a resolução CONAMA n° 01/1990, Lei Estad ual n°10100 de 1990 e Lei Municipal n°17/1991.
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4.1 EFLUENTES LÍQUIDOS
Atendendo a solicitação desta SUPRAM, o empreendedor encaminhou relatório fotográfico demonstrando as adequações construtivas e operacionais efetuadas na área da ETE, bem como apresentou contrato de inclusão ao PREMEND - DMAE - Prefeitura Municipal de Uberlândia destinado a regularizar o lançamento de efluentes não domésticos na rede pública municipal.
Também efetuou adequações na área de armazenagem de óleos usados visando mitigar os impactos relacionados a geração de efluentes oleosos.
Quanto ao esgoto doméstico o mesmo é lançado na rede pública municipal, porém, de acordo com os estudos apresentados, o empreendedor optou por submeter estes efluentes a sistema de tratamento composto por fossa séptica antes de lançar o mesmo na rede pública.
4.2 EMISSÕES ATMOSFÉRICAS
Na área da indústria os equipamentos geradores de particulados finos de vidro operam sempre por via úmida, assim não se observa emissões de pó de vidro na área produtiva industrial, estes resíduos são coletados por grelhas, canaletas e tubulações e conduzidos até a ETE existente no empreendimento, a fração líquida é separada da fração sólida mediante processo de decantação, sendo a fração sólida (pó de vidro) separada em recipientes e encaminhada para empresas especializadas em reciclagem a fração líquida é direcionada a rede pública municipal.
Para evitar a emissão de fontes fugitivas de particulados finos o empreendedor deverá efetuar constantemente as operações de manutenção e limpeza da ETE forma a evitar o extravasamento destes resíduos para a área externa da estação de tratamento.
Quanto às emissões geradas pelos veículos a diesel, caberá ao empreendedor efetuar o automonitoramento de acordo com a Portaria do IBAMA n° 85/1996.
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Os particulados finos de vidro removidos pela estação de tratamento de efluentes, e os retalhos de vidro resultantes do processamento industrial, são segregados em recipientes metálicos (caçambas) e encaminhados a empresas especializadas em reciclagem, e o lixo doméstico é destinado a coleta pública municipal. Recomenda-se ao empreendedor que haja segregação do lixo, encaminhando apenas o lixo doméstico não passível de reciclagem ao aterro, já o resíduo passível de reciclagem, sugerimos encaminhar o mesmo a empresas especializadas.
Quanto aos resíduos perigosos classe I, tais como estopas contaminadas com óleos e graxas, lâmpadas, acumuladores, pilhas e baterias, caberá ao empreendedor armazenar estes resíduos temporariamente em local adequado de acordo com NBR 10100 direcionando os mesmos a empresas especializadas.
Para assegurar a correta gestão de resíduos sólidos o empreendedor deverá preencher planilha conforme modelo descrito nas condicionantes deste parecer.
4.4 RUÍDOS
De acordo com laudo de avaliação de ruídos apresentado a este Órgão, as aferições na área externa, apresentaram valores inferiores aos parâmetros referentes à NBR 10 151 de junho de 2000, porém algumas aferições apresentaram valores superiores a Lei Estadual n°10100 de 17 de janeiro de 1990 e Lei Mun icipal n°17/91. Em razão disto, caberá ao empreendedor, executar as medidas necessárias a minimizar este impacto, devendo apresentar novas medições conforme prazo estabelecido em condicionante deste Parecer.
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5. CONTROLE PROCESSUAL
O processo encontra-se formalizado e devidamente instruído com a documentação exigível.
Conforme Declaração da Prefeitura Municipal de Uberlândia, o local de instalação e o tipo de atividade desenvolvida estão em conformidade com as leis e regulamentos administrativos do município.
6. CONCLUSÃO
A equipe interdisciplinar de análise deste processo, do ponto de vista técnico e jurídico, opina pelo deferimento da concessão da Licença de Operação Corretiva para o empreendimento VITRAL VIDROS PLANOS LTDA, localizada no município de Uberlândia /MG, desde que atendidas as medidas mitigadoras de impactos ambientais descritas neste parecer e no PCA apresentado, aliadas às condicionantes listadas no anexo I, ouvida a Unidade Regional Colegiada do Conselho Estadual de Política Ambiental do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba.
Cabe esclarecer que a SUPRAM TM/AP não possui responsabilidade técnica sobre os projetos de sistemas de controle ambiental e programas de treinamento aprovados para implantação, sendo a execução, operação, comprovação de eficiência e/ou gerenciamento dos mesmos de inteira responsabilidade da própria empresa, seu projetista e/ou prepostos.
Ressalta-se que a Licença Ambiental em apreço não dispensa nem substitui a obtenção pelo requerente de outras licenças legalmente exigíveis.
Ressalta-se ainda, que as revalidações das licenças ambientais deverão ser efetuadas 90 (noventa) dias antes de seu vencimento.
SUPRAM – TM e AP Av. Nicomedes Alves dos Santos, 136– Uberlândia – MG CEP 38400-170 – Tel: (34) 3237-3765 / 2983 DATA: 16/11/2010 Página: 8 /12 Eventuais pedidos de alteração nos prazos de cumprimento das condicionantes estabelecidas nos Anexos deste parecer único poderão ser resolvidos junto à própria SUPRAM, mediante análise técnica e jurídica, desde que não alterem o mérito/conteúdo das condicionantes.
Opina-se, que as observações acima constem do Certificado de Licenciamento Ambiental.
7. VALIDADE
06 (seis) anos
Data: 16/11/2010
Equipe Interdisciplinar: Registro de
classe
Assinatura
Ricardo Rosamília Bello - Analista Ambiental
Adrian Franco Silva - Analista Ambiental Dayane Aparecida de Paula - Analista Ambiental Kamila Borges Alves - Ciente
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ANEXO I
Processo COPAM Nº 00412/1997/003/2010 Classe/Porte:3/M Empreendimento:Vitral Vidros Planos Ltda
Atividade: Fabricação e elaboração de vidro e cristal, inclusive a partir da reciclagem Endereço: Avenida José Andraus Gassani, 4775 – Distrito Industrial
Município: Uberlândia - MG.
Referência: CONDICIONANTES DA LICENÇA VALIDADE 06 anos
ITEM DESCRIÇÃO PRAZO*
1.
Comprovar a execução das ações necessárias para
minimizar os impactos causados pelos ruídos. 180 dias
2
Após as ações descritas no item 01, apresentar novo laudo de avaliação de ruídos de acordo com a resolução CONAMA n° 01/1990, Lei Estadual n°10100 de 1990 e L ei Municipal n°17/91 (considerar se mpre os parâmetros mais restritivos).
180 dias
3 Comprovar a instalação de local adequado para armazenagem de resíduos de acordo com NBR 10 100. 180 dias
4 Comprovar a implementação de coleta seletiva no empreendimento. 180 dias
5
Promover rotineiramente procedimentos de manutenção e operação da ETE.
Durante a vigência da
licença
6 Efetuar programa de automonitoramento conforme descrito no anexo II.
Durante a vigência da
licença.
Obs: a comprovação das condicionantes deverá ser efetuada mediante relatório técnico e fotográfico, os projetos e laudos técnicos deverão estar acompanhados de ART de profissional legalmente habilitado. As coletas e as análises deverão ser efetuadas por laboratórios cadastrados na FEAM. As análises e laudos técnicos deverão estar acompanhados de relatórios conclusivos.
Eventuais pedidos de alteração nos prazos de cumprimento das condicionantes estabelecidas nos Anexos deste parecer único poderão ser resolvidos junto à própria SUPRAM, mediante análise técnica e jurídica, desde que não alterem o mérito/conteúdo das condicionantes.
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ANEXO II
PROGRAMA DE AUTOMONITORAMENTO AMBIENTAL
1. Efluentes líquidos: .
Local de amostragem Parâmetro Freqüência
Entrada e saída da ETE pH, DBO, DQO, sólidos em
suspensão, sólidos sedimentáveis, detergentes, óleos e graxas. Anual Entrada e saída do sistema de tratamento de esgoto doméstico existente
pH, DBO, DQO, sólidos em
suspensão, sólidos
sedimentáveis, detergentes, óleos e graxas, coliformes fecais, coliformes totais.
Anual
• Relatório : Enviar anualmente á SUPRAM - Triângulo os resultados das análises efetuadas. O relatório deverá conter a identificação, registro profissional e a assinatura do responsável técnico pelas análises.
• Método de coleta e análise: Normas aprovadas pelo INMETRO ou, na ausência delas, no Standard Methods for Examination of Water and Wastewater APHA – AWWA, última edição.
• O lançamento de efluentes líquidos em corpos receptores deverá obedecer ao disposto na Resolução CONAMA nº 357/2005, Deliberação Normativa COPAM nº 10/86 e NBR 13969/97.
2. Resíduos sólidos:
Deverão ser confeccionadas planilhas mensais de controle da geração e disposição dos resíduos sólidos, contendo, no mínimo, os dados do modelo abaixo, bem como a identificação, registro profissional e a assinatura do responsável técnico pelas informações, as quais serão apresentadas quando
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Modelo da planilha de controle de resíduos:
Resíduo Denominação /Classe Origem Taxa de geração no período Transportador (nome,endereço, telefone) Empresa receptora (nome, endereço, telefone) Forma de disposição final(*)
(*)1 - Reutilização 2 - Reciclagem 3 - Aterro sanitário 4 - Aterro industrial
5 - Incineração 6 - Co-processamento 7 - Aplicação no solo
8 - Estocagem temporária (informar quantidade) 9 - Re-refino de óleo 10 - Outras (especificar) • Em caso de alterações na forma de disposição final de resíduos, a empresa
deverá comunicar previamente ao SUPRAM -Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, para verificação da necessidade de licenciamento específico. • As notas fiscais de vendas e/ou movimentação de resíduos deverão ser
mantidas disponíveis pelo empreendedor para fins de fiscalização.
• As doações de resíduos deverão possuir anuência prévia do órgão ambiental.
• Fica proibida a destinação dos resíduos sólidos e oleosos, considerados como Resíduos Classe-1 segundo a NBR 10.004/87, em lixões, bota-fora e/ou aterros sanitários, devendo o empreendedor cumprir as diretrizes fixadas pela Resolução CONAMA 362/2005 em relação ao óleo lubrificante usado.
• O empreendedor deverá cumprir o disposto nas normas ambientais e técnicas aplicáveis para resíduos sólidos, enquadrados nas Classes 2 e 3 segundo a NBR 10.004/87, em especial a Deliberação Normativa COPAM nº 07/81, Resolução CONAMA nº 307/2002 e NBR 13896/97.
IM P OR TAN TE :
O S P A RÂ MET R OS E F R EQ UÊ NC IAS E SP EC IF ICA DA S P AR A O P R OG RA MA DE A UT O MO N IT OR IZ AÇÃ O P OD ER Ã O SO F RE R A LT ER AÇ ÕE S A CR ITÉ RIO D A ÁR EA T É C N IC A DA S U P RA M -T R IA NG U LO .
A C OM PR O VA ÇÃ O D O AT EN DIM ENT O A OS IT E NS D E STE P R OG RA MA D EV ERÁ E ST A R A CO MP AN H AD A DA A N OT AÇ Ã O DE R ES P ON SA BILID ADE T ÉC N IC A - A RT , E MIT ID A P E LO (S ) R ES P ON SÁ VE L (EIS) TÉ C NIC O(S ), DE V ID A ME NT E HA B ILIT AD O (S);
Q U A LQU ER M UD ANÇ A PR O MO V ID A NO E M PR EE ND IME NT O , QUE V E N H A A A LT E R AR A C ON DI ÇÃ O OR IG IN A L DO P RO JE TO D AS IN S T A LA Ç ÕE S E C A US AR INT ER FER Ê NC IA NE STE PR O GR A MA
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D EV E RÁ S ER PR EV IAM EN TE INF ORM A DA E A P R OV AD A P E LO Ó R GÃ O A MB IEN T A L.
Eventuais pedidos de alteração nos prazos de cumprimento das condicionantes estabelecidas nos Anexos deste parecer único poderão ser resolvidos junto à própria SUPRAM, mediante análise técnica e jurídica, desde que não alterem o mérito/conteúdo das condicionantes.