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Parecer sobre Planos de Estudos

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Academic year: 2021

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(1)C Coonnsseellhhoo ddee E Ennffeerrm m maaggeem 22001100 // 22001111. PAR RECER n.º 13 / 2011 ASSUNTTO: Da proodução de pareceres relativos a Planoss de Estudoss O CONSELHO DE ENFERMAGEM M ADOPTA NA ÍN NTEGRA O PARRECER N.º 4 / 2011 DA COMISSSÃO DE INVESSTIGAÇÃO E DESENVOLVIMEN E NTO (CI&D). Data dde entrada no secretariado s CE C 15.03.20011. 1. Questão colocaada d doss Entendde a CI&D prooceder a clarifficação do enttendimento relativo à análisse de Planos dde Estudos, decorrente diversoos pedidos reaalizados, morm mente no resppeitante a: 1.1. “C Criação de currsos de Pós-LLicenciatura dee Especializaçção em Enferm magem”, 1.2. “A Alteração de planos p de estudos” dos Cuursos de Pós--Licenciatura de d Especializaação em Enfeermagem com m paarecer favorávvel anterior, 1.3. “Planos de estudo de formaação pós-gradduada (Mestrrado) consenttâneo com C CPLEE” ou “ccom Plano dee esstudos de CPLLEE inclusos em e Planos de Estudo de Meestrado” 2. Fuundamentaçãão 2.1. Dos Cursos dee Pós-Licencciatura de Esppecialização em Enfermag gem O Deccreto-Lei n.º 353/99, de 3 de Setembroo fixou as reggras gerais doo ensino da EEnfermagem no âmbito doo ensino superior polittécnico. Nele se afirma quee O ensino daa Enfermagem m é asseguraddo através: a)) Do curso dee licenciaatura em Ennfermagem; b) b De cursoss de pós-liceenciatura de especializaçção em Enfeermagem nãoo confereentes de grauu académico, organizados nos termos do d n.o 7 do artigo a 13.o daa Lei de Basees do Sistemaa Educattivo (Lei n.o 46/86, de 14 de Outubro, alterada pella Lei n.o 1155/97, de 19 dde Setembro1). A partir doo Capítulo III, artigo 9º: Os cursoos de pós-liceenciatura de especializaçãão em Enferm magem visam m assegurar a aquisiçção de compeetência científiica, técnica, hhumana e culttural numa áreea específica da enfermageem. E sobre a duraçãão (artigo 10º)) - 1 — Os cuursos de pós--licenciatura de d especializaação em Enfer ermagem têm a duração dee dois a três semestrees curricularess. 2 — Exceppcionalmente, os cursos poodem ter a duuração de quaatro semestress curricuulares. Quantoo ao Diplomaa de especialização em E Enfermagem (artigo 12º) - “A aprovaçãão em todas as unidadess curricuulares que inteegrem o planoo de estudos dde um curso de d pós-licenciaatura de espeecialização em m Enfermagem m conferee o direito a um u diploma dee especializaçção em Enferm magem emitiddo nos termoss do n.o 7 do artigo 13.o daa Lei de Bases do Sisttema Educativvo.”. 1. Este arrtigo - Artigo 13.ºº Graus académicos e diplomas – sofreu alterações mas não quan nto ao seu nº 7. TTexto: 1 - No ensino superior sãoo conferridos os graus accadémicos de baccharel, licenciadoo, mestre e doutoor. 2 - No ensino universitário sãoo conferidos os graus académicoss de baccharel, licenciadoo, mestre e douttor. 3 - No ensinoo politécnico sãoo conferidos os graus g académicoos de bacharel e de licenciado.4 Os cursos conducentees ao grau de baccharel têm a durração normal de três anos, poden ndo, em casos esspeciais, ter umaa duração inferior m a dois semestrres. 5 - Os cursoos conducentes aao grau de licenciado têm a dura ação normal de qquatro anos, poddendo, em casoss em um especciais, ter uma durração de mais um m a quatro semesstres. 6 - O Goveerno regulará, atrravés de decretoo-lei, ouvidos os estabelecimentos e s de enssino superior, as condições de attribuição dos gra us académicos de d forma a garan ntir o nível científifico da formação adquirida. 7 - Oss estabeelecimentos de ensino e superior podem realizar ccursos não confferentes de grau académico cujaa conclusão com m aproveitamentoo conduuza à atribuição de um diploma. 8 - A mobilidadee entre o ensinoo universitário e o ensino politéccnico é asseguraada com base noo princíppio do reconhecim mento mútuo do valor da formaçãão e das competêências adquiridass. Parecer nº 013 / 2011 - CE - 1 de 5.

(2) C Coonnsseellhhoo ddee E Ennffeerrm m maaggeem 22001100 // 22001111. A Porttaria n.º 2688/2002 de 133 de Março, Regulamentoo Geral de Pós-Licenciatu P ura de Especcialização em m Enferm magem, definiuu “o conjunto de princípioss genéricos a que deve obbedecer a criaação e funcioonamento doss cursos de pós-licenciatura de especialização eem Enfermaggem, a que see refere o cappítulo III do Decreto-Lei D n.ºº 353/999, de 3 de Seteembro.” O Os cursos visaam assegurar a aquisição dde competênccia científica, técnica, humaana e culturall adequadas à prrestação de cuidados c de ennfermagem esspecializados numa determinada área clíínica. ... Os cursos reealizados a tem mpo inteiro têm m a duração de d dois a três semestres cuurriculares. d novecentass horas. ... A carga lectiiva mínima é de p de estuudos de um cuurso confere o ... A aprovaçãoo em todas ass unidades cuurriculares quee integrem o plano direito a um diploma de esspecialização em Enfermaggem emitido nos n termos doo n.º 7 do artiggo 13.º da Leei de Bases do Sistema Eduucativo (Lei n..º 46/86, de 14 1 de Outubroo, alterada pella Lei n.º 1155/97, de 19 dee Setembro). A conccretização do Processo de Bolonha ao nnível da adopçção do modeloo de organizaação do ensino superior em m três cicclos ficou conncluída até 20010, o ano p revisto para a finalização da criação dee um “Espaçoo Europeu doo Ensinoo Superior”2. Cabe C realçar que, em 20007, a Lei n.º 62/2007 de 10 de Setem mbro, Regimee Jurídico dass Instituiçções de Ensino Superior, determinou como atribuiçções das insttituições de eensino superior: “O ensinoo superioor3 organiza-sse num sistem ma binário, devvendo o ensinno universitárioo orientar-se ppara a oferta de formaçõess científiccas sólidas, juuntando esforçços e competêências de uniddades de ensiino e investigaação, e o ensiino politécnicoo concenntrar-se espeecialmente em m formações vocacionais e em formaações técnicaas avançadaas, orientadass profissionalmente.” Sendo S certo que q as “instituiições de ensinno superior goozam do direito to de criar ciclos de estudoss que vissem conferir graus g académicos”, a entradda em funcionnamento de cicclos de estudoos que visem conferir grauss académ micos carece de acreditaçãão pela Agênncia de Avaliaação e Acreditação para a Garantia da Qualidade doo Ensinoo Superior (A33ES) e de subssequente regissto junto do Ministério M da Ciência, C Tecnoologia e Ensinoo Superior. 2.2. Daa atribuição do d título de esspecialista Aprovaado na Assem mbleia Geral de d 29 de Maioo de 2010, o Regulamento R o de atribuiçãão do título de d enfermeiro o especiialista no peeríodo transittório previsto nos númeross 3 e 7 do artigo 4.º da LLei n.º 111/20009, de 16 dee Setembro, que proceedeu à primeira alteração aao Estatuto daa Ordem dos Enfermeiro, E tem m no seu preââmbulo: “A Lei n.º 111/2009, de 16 de Setembbro, que proceedeu à primeira alteração aao Estatuto da d Ordem doss j para a Enffermeiros, aprrovado pelo Decreto-Lei n.º 104/98, de 211 de Abril, estabeleceu um novo regime jurídico atribuição do títuulo de enfermeiro especialissta. A nova disciplina d jurídica da atribuiçção do título de enfermeiroo esppecialista, de acordo com o Estatuto da Ordem dos Enfermeiros, E na n redacção ddada pela Lei n.º 111/2009, de 16 de Setem mbro, encontra-se prevista no artigo 7.ºº, n.º 4, que estabelece qque “o título de d enfermeiroo esppecialista é attribuído ao deetentor do títullo de enfermeeiro, após ponnderação dos processos foormativos e dee Posteriormente, o Decrreto-Lei n.º 74/20006 de 24 de Marrço aprovou o reggime jurídico doss graus e diplomaas do ensino supperior. O DecretoLei nº 107/2008 de 255 de Junho (repuublica o DL 74/20006; altera os Deecretos-Lei n.os 74/2006, de 24 dde Março, 316/76 de 29 de Abril, 42/20005 de 22 de Feevereiro, e 67/20005 de 15 de M Março), relativo a graus académicos e diplomas do ensino supeerior, “promove o aprofuundamento do Processo P de Boloonha no ensino superior”. O Deecreto-Lei nº 230 0/2009 de 14 dee Setembro proccedeu à segundaa alteraçção ao Decreto-LLei n.º 74/2006, de d 24 de Março. 3 O siste ema de ensino superior s compreeende: a) O ensinno superior público, composto pelas instituições pertencentes aoo Estado e pelass fundaçções por ele insstituídas nos term mos da presentee lei; b) O ensinno superior priva ado, composto ppelas instituiçõess pertencentes a entidaades particulares e cooperativas. Nos termos da C Constituição, incumbe ao Estado o a criação de um ma rede de instituições de ensinoo superiior públicas que satisfaça as neecessidades do País. É garantiddo o direito de criação de estabbelecimentos dee ensino superior privaddos, nos termos da d Constituição e da presente leii. Não é permitido o funcionamen nto de instituições es de ensino supeerior ou de cicloss de esttudos conferentes de grau em reggime de franquia.. 2. Parecer nº 013 / 2011 - CE - 2 de 5.

(3) C Coonnsseellhhoo ddee E Ennffeerrm m maaggeem 22001100 // 22001111. recconhecimento de competênncias, numa áárea clínica dee especializaçção, nos termoos em que a especialidadee vierr a ser definidda”. A Ordem doss Enfermeiross, enquanto enntidade pública à qual incum mbe promoverr a defesa da qualidade doss cuiddados de ennfermagem prestados à ppopulação, coonsidera que a atribuiçãoo do título de d enfermeiroo esppecialista é coondição essenncial da garanntia e efectivaa protecção da saúde dos cidadãos, poorquanto é por meio da atribuiçãão desse títullo que se recconhece comppetência cientíífica, técnica e humana aoos enfermeiross parra prestar, aléém de cuidaddos gerais, cuuidados de enfermagem e especializados e s em áreas específicas e dee enffermagem, pelo que importaa garantir a coontinuidade da atribuição enquanto e o noovo regime jurídico não sejaa impplementado. mediata nem ccoincide com a entrada em m Contanto quee a implementação do novvo regime juríddico não é im vigoor da Lei n.º 111/2009, de 16 de Setem mbro, e enconntra-se dependente da aproovação de regulamentaçãoo esppecífica e da criação de estruturas próóprias, a citaada lei previuu um regime transitório em m matéria dee atribuição do títtulo de enferrmeiro especiialista, constaante nos n.ºss 3 e 7 do artigo 4.º, o qual importaa reggulamentar.” Este R Regulamento estabelece as regras applicáveis à atribuição a do título de ennfermeiro esppecialista aoss enferm meiros detentoores do título de d enfermeiroo pela Ordem dos Enfermeiiros até ao iníício de produçção de efeitoss da reguulamentação necessária à atribuição do título de enfeermeiro especialista, de acoordo com os números n 4e5 do artiggo 7.º do Esttatuto da Ordeem dos Enferrmeiros. A atribuição do títuulo de enferm meiro especialista ao abrigoo deste R Regulamento é da competência dos Coonselhos Direcctivos Regionaais por propossta da Comisssão nomeadaa nos terrmos do n.º 8 do artigo 4.º da d Lei n.º 111//2009, de 16 de d Setembro. O Título de Enferm meiro Especialista é atribuíído nos termoos do nº 2 do d artigo 7º ddo Estatuto da Ordem doss Enferm meiros na redaacção constannte da sua ve rsão origináriaa aprovada peelo Decreto-leei nº 104/98 de d 21 de Abril, até à eentrada em vigor v e efecttiva implemeentação do reegime previssto no nº 4 ddo artigo 7º do Estatuto daa Ordem m dos Enfermeeiros, na redaccção dada pelaa Lei nº 111/22009 de 16 de Setembro. Assim, a atribuição do d título de esspecialista, tal como previsto na versão originária do Esstatuto: Artigoo 7º, nº 2: meiro especiaalista reconhecce competênccia científica, técnica e hum mana para preestar, além dee — O tíítulo de enferm cuidaddos gerais, cuiidados de enffermagem esppecializados na n área clínicaa da sua espeecialidade e é atribuído aoss profisssionais que, já detentores doo título de enfe fermeiro, posssuam uma dass seguintes haabilitações: a) Curso dee especializaçção em Enferrmagem legaalmente instituído, ou ao qual tenha sido concedidaa equivalênciia ou equiparaação; b) Curso de estudos sup periores espeecializados em e Enfermag gem, ou ao quual tenha sidoo concedida a respectiva equivalência e legal; c) Cursos dee pós-graduaação que, noss termos do diploma d de in nstituição, coonfiram comp petência paraa a prestação de cuidado os especializaados. Assim, considdera-se que os o procedimenntos que condduziam à propposta de atribbuição do título profissional, e de paarecer relativo ao Plano de Estudos, se mantém m neste período de traansição. designadamente a emissão nálise dos CP PLEE’s 2.3. Daa matriz de an Conforrme afirmado pelo Conselhoo de Enfermaggem4 em 20033,. 4. Cf. httpp://www.ordemennfermeiros.pt/AEnnfermagem/Paginnas/Matrizparaaaanalise.aspx Parecer nº 013 / 2011 - CE - 3 de 5.

(4) C Coonnsseellhhoo ddee E Ennffeerrm m maaggeem 22001100 // 22001111. “Impoorta realçar dois d aspectos.. Primeiro, a OE não preteende, nem accha adequadoo, normalizar os planos dee estuddo dos CPLE EE das diferenntes instituiçõees de ensino de enfermaggem, nem o fu funcionamentoo dos CPLEE E. Aliáss, vemos na diversidade d dos percursos dde aprendizaggem dos enferrmeiros ao lonngo da vida uma mais-valiaa para o desenvolvim mento das prááticas – que nnos importa ennfatizar –; preetendemos, issso sim, contriibuir para umaa harm monização mínnima que, presssupomos, toddos desejamoos e que favorrece um proceesso de atribuuição de títuloss profisssionais cada vez mais adequado face ao desígnio da d nossa autoo regulação prrofissional. Asssim, a matrizz construída, refere aspectos mínnimos a considderar: temas que q no entenddimento do CEE devem ser abordados a em m todoss os CPLEE, temas t que devvem ser aborddados nos seiis CPLEE, esttágios que devvem ser realizzados nos seiss CPLE EE, duração mínima m do peeríodo de estáágio, duração mínima dos seis s CPLEE e Título profisssional exigidoo aos ddocentes respponsáveis peloos estágios e aaos coordenadores dos seiss CPLEE. Seguundo, a OE, obviamente, o não n englobará rá nos pareceeres a emitir, os aspectos cuja responssabilidade em m garanntir a sua consonância com m a portaria caabe ao Ministéério da Educaação. À OE caabe definir as competênciass dos enfermeiros responsáveiss por cuidadoos gerais e especializadoos e definir estratégias que q permitam m asseggurar aos ciddadãos que recebem r cuiddados gerais e especializaados de quallidade. Infelizzmente, nestee mom mento, não esstá ainda com mpletado o prrocesso de definição d dessse quadro dee competênciias, nem estáá conclluído o processso de reconhhecimento dass especialidaddes em enferm magem. Assim m, nesta altura,, a construçãoo da m matriz de anállise teve por finalidade asssegurar uma resposta da OE em temppo útil, por forrma a não see atrassar ainda maiss o reinicio da formação esppecializada em m enfermagem m em Portugall.” Conssideramos quee a Matriz de Análise dos CPLEE’s visoou assegurar uma harmonnização mínim ma, em termoss dos ttemas comunns, duração mínima m do cu rso e dos esstágios, conteúdos específficos, responssabilidade dass unidaades curriculares de enferm magem e dos eestágios bem como do Cursso. Mais consideramos que importaa, à luz do reg ulamentado, continuar c a prrodução de paareceres, quanndo solicitado, relativos aos Planoos de Estudo que cumpram m o previsto no artigo 7º doo Decreto-Lei nº 104/98 de 21 de Abril, e v da efectiva implementtação do regim me previsto naa Lei nº 111/20009 de 16 de Setembro. S até à entrada em vigor A parrtir dos pedidoos apresentaddos à OE, conssidera-se umaa diferente tipoologia de soliccitações: a) De parecer para a crriação de CPLLEE’s; d Estudos de d CPLEE aanteriormente com parecer b) De parecer perantee alterações num Plano de favorávvel; c) De parecer para CPLEE C inclusso em Plano de Estudos de formaçõees de 2º cicclo, declaradoo explicittamente comoo consentâneoo com a Matrizz; d) De parecer para CPLLEE, considerrado incluso mas m de forma não explícita nno documentaal de Plano dee Estudoo de formaçõess de 2º ciclo. Não obbstante as apaarentes diferennças, consideerou a CI&D quue: a) Analisa os Planos de Estudos dos Curso de Pós-Licenciatu P ra de Especcialização em Enfermagem m (CPLEE) à luz da Matriz para Análise ddos Planos dee Estudos doss CPLEE da O Ordem dos Enffermeiros; “ ao Plano de Esttudos” previam mente aprovaddo pela OE tooda e qualquer mudança naa b) Considera “Alteração estrutura do Plano de Estudos E ou naas Unidade Curriculares C (U UCs) que o ccompõem e a este nível: a denominaçãão da UC; a carga ; c horária cconsiderada; os o objectivos estabelecidoss; conteúdos programáticos p metodologiaas de ensinoo aprendizaggem; Enfermeeiro Responssável pela U UC no caso das UCs dee Enfermagem; entende que o surgime nto de novas UCs, ou a alteração da suua carga horáária, requerem m reapreciaçãão global da UC U à luz dos critérios da Matriz M de refeerência – peloo que, também m em caso dee alteração, se s analisa – tooda a versão aactualizada – à luz da Matriiz; o que harm moniza o proceedimento quer se trate de criação quer de d alteração dde CPLEE; Parecer nº 013 / 2011 - CE - 4 de 5.

(5) C Coonnsseellhhoo ddee E Ennffeerrm m maaggeem 22001100 // 22001111. c) Caso o plaano de estudoos esteja expl icitamente coonsiderado inteernamente a um curso de mestrado em m Enfermagem, da mesmaa forma se prrocura identificcar os elemenntos da Matrizz de análise dos CPLEE’s, sem que tenha a CI&D que pronunciarr-se sobre o curso c de Mestrrado; d) Caso não seja s explícito que q a estruturra do curso dee mestrado é consentânea c ccom a matriz dos CPLEE’s, entende a CI&D, após deliberação, d qque importa iddentificar se cumpre c a maatriz e, em caaso afirmativo, predispor a parecer favorável conquannto a Instituiçãão de Ensino Superior façaa incluir essa informação i noo diploma de instituição (coonforme alíneaa c) do nº 2 doo artigo 7º). 3. Coonclusão A CI&D D considera: 3.1. A partir do Reguulamento de Atribuição A do título de enferrmeiro especiaalista, o título de Enfermeirro Especialistaa é aatribuído nos termos do nº 2 do artigo 7ºº do Estatuto da Ordem dos Enfermeiross na redacçãoo constante daa suua versão origginária aprovada pelo Decreeto-lei nº 1044/98 de 21 de Abril, até à eentrada em vigor e efectivaa im mplementação do regime previsto no nº 4 do artigo 7º do Estatuto da d Ordem doss Enfermeiross, na redacçãoo daada pela Lei nºº 111/2009 dee 16 de Setem mbro, pelo quee a produção de d pareceres fface a pedidoss solicitados à Orrdem dos Enfeermeiros, devee igualmente m manter-se, duurante esta fasse; 3.2. Em m qualquer situação s de criação c ou allteração dos Cursos de Pós-Licenciatu P ura de Especcialização em m Ennfermagem (C CPLEE), imporrta analisar ass propostas doos Planos de Estudos E à luz da Matriz parra Análise doss Plaanos de Estuddos dos CPLE EE da Ordem ddos Enfermeirros; 3.3. Coonsidera aindda analisar os o planos dee estudos dee cursos de formação póós-graduada cuja titulaçãoo coorresponda àss áreas de especialidade em que a Ordem O dos Ennfermeiros atrribui título proofissional (em m cooncreto: enferm magem comunitária, médicco-cirúrgica, saaúde infantil e pediátrica, ssaúde maternaa e obstétrica, saaúde mental e psiquiátrica, reabilitação); de onde, preeserva a mesma aplicaçãoo do instrumennto de análisee exxistente (Matrizz para Análisee dos CPLEE’ s) tendo em vista v a atribuição do título dee enfermeiro especialista. e. Relator(es)) Aprovação o. Lucília Nunes (CI&D) Aprovado em reuniião plenária do CE diaa 11 15.03.201 Para divulgação integral. Envio do Parecer. ROE Bast. X. Outros órgãos ó da OE. Sitee X CJ C X CD. CER CDR R CJR Presid’s Messas Colégios. Pel' O Conselho de e Enfermagem m. Enf.ª Lucília Nunes (Presidente). Parecer nº 013 / 2011 - CE - 5 de 5.

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