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COM AMÁLMMA, UTIUZANDO
DII=~R~NU5!
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AD~IV05!
COMO
M~NU5!
INURMWIÁR105!"
ANDRé LUIZ FRAGA
aRISO
CIRU'RGJAO-
DENTISTA
Tese apresentada à Faculdade de Odontologia de Piracicaba - UNICAMP, como parte dos requisitos
para obtenção do título de Mestre em Clínica
Odontológica, Área de Dentistica.PIRACICABA- SP
1998-i
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FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
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COM AMÁLMMA, UTILIZANDO
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IWDRÊ. LUIZ FRMA
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Pm.
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RENATO~SIJNDFl!t.:D
Tese apresentada
à
Faculdade de Odontologia de Piracicaba - UNICAMP, como parte dos requisitospara obtenção do título de Mestre em Clínica
Odontológica, Área de Dentística.
PIRACICABA- SP
-1998-B774a
Ficha Catalográfica
Briso, André Luiz Fraga.
Avaliação da infiltração marginal em restaurações cervicais
de amálgama. utilizando diferentes sistemas adesivos como
agentes intermediários. I André Luiz Fraga Briso. -Piracicaba, SP : [s.n.], 1998.
13If: iL
Orieut:adores : Prof Dr. Luiz André Freire Pimenta, Prof Dr. Renato Herman Sundfeld
Dissertação (Mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Odontologia de Piracicaba.
I. Odontologia • Restauração. 2. Infiltração. 3. Amálgamas. 4. Adesivos deatârios I. Pimenta, Luiz André Freira. 11. Suudfhld,
Renato Hennan.
m.
Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Odontologia de Piracicaba. IV. Tftulo.Ficha Catalográfica Elaborada pela Bibliotecária Marilene Girello CRB 1 8 - 6159, da Biblioteca da Faculdade de Odontologia de Piracicaba I UNICAMP.
UNICAMflo
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
."h,. Comissão Julgadora dos trabalhos de Defesa de Tese de MESTRADO, em
sessão pública realizada em 01 de Dezembro de 1998, considerou o candidato ANDRE LUIZ FRAGA BRISO aprovado.
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DEDICATÓRIA
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lAos meus pais
ANDRÉ LUIZ
e
FLORA,
pelo exemplo de
força, seriedade, apoio constante,
amor
e
luta
pela
vida,
transmitidos a mim e minhas
irmãs durante nossa formação,
dedico este trabalho.
Às
minhas irmãs,
pela união
da família, pelo apoio em todos
momentos
dificeis
e
pela
amizade
nos
momentos
agradáveis, com carinho, dedico
este trabalho.
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lAGRADECIMENTOS
. . . -·. . -· . . . . -· 'COMPARTILHO
com meus orientadores a realização deste trabalho ....
Prof. Dr. LUIZ ANDRÉ FREIRE PIMENTA:
Pessoa íntegra e competente, que tanto me
orientou na elaboração deste trabalho, como na
minha formação humana. Fico muito feliz de
chamar-lhe de AMIGO.
Prof. Dr. RENATO HERMAN SUNDFELD:
Realmente, neste momento, sinto-me incapaz de
expressar todos os agradecimentos que lhe devo.
Durante nossa caminhada, porém, continuará
transparecendo
a
amizade e consideração que lhe
tenho.
Sua
evolução profissional e espiritual faz de
você uma pessoa muito especiaL Obrigado por
tudo!!!
INGER CAMPOS PIMENTA:
Agradeço a você, pela ajuda na
execução
da
parte experimental desta
tese, pelo coleguismo em todos os
momentos
que
conviVemos
e,
principalmente,
pela
amizade,
que
extrapola os limites
da
Faculdade. Com
muito carinho, imensa satisfação
e
orgulho, COMPARTILHO com você
este trabalho.
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Aos amigos da República da Moraes,
Dorini, Helinho e Jorge,
agradeço
pela oportunidade de conhecê-los e
pela convivência harmoniosa durante
todo esse tempo em que formamos uma
pequena família ...
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À Prol". Dr". Altair
A.
Del Bel Cury, pelo constante estímulo e pela
l
competente coordenação dos curso de pós-graduação da Faculdade de
l
Odontologia de Piracicaba - UNICAMP.
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À,
Prol". Dr". Mônica Campos Serra, coordenadora do curso de
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graduação, em Clínica Odontológica da Faculdade de Odontologia de
l
l
Piracicaba - UNICAMP, pela amizade, competência e acessibilidade
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durante todo o curso.
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À
FAPESP, pela concessão de bolsa de estudos durante todo este
curso.
À
KG SORENSEN, pelo fornecimento das pontas diamantadas
utilizadas neste experimento .
Aos professores da Área de Dentístíca da Faculdade de Odontologia
de Piracicaba - UNICAMP, nas pessoas de: Luiz André Freire Pimenta,
Mônica Campos Serra, Marcelo Giannini, Gisele Marchi, Luís RGberto
Marcondes Martins, José Roberto Lovadino e Luís Alexandre Paullilo.
Ao Prof. Antônio Luiz Rodrigues Júnior, pela realização da análise
estatística dos resultados obtidos nesta tese.
Ao amigo Vicente Sabóia, pela ajuda na elaboração das ilustrações
realízadas em microscopia de varredura.
Ao Prof. Dr.Kitagima, da Escola Superior de Agronomia Luiz de
Queiras, por permitir o uso do microscópio eletrônico de varredura.
Aos funcionários da Disciplina de Odontologia Restauradora,
ReinaldG, Caro! e Denise, pela disposição plena em nos ajudar .
Ao quadro de FuncionáriGs da Biblioteca da Faculdade de
Odontologia de Piracicaba- UNICAMP.
AGs colegas de pós-graduação, em especial aos da Área de
Dentística; Inger, André Dorini, Jorge, HéliG, Camila, Vicente,
Roberta, Carlota, Gisele, Nara, Solange, BrunG e Adriano, sempre terei
recordações agradáveis de vocês.
À todos os colegas da turma antiga, hoje já quase doutores, pela
recepção amigável e pela disposição em ajudar.
À Disciplina de Dentística da Faculdade de Odontologia de
Araçatuba- UNESP, pela intensa colaboração nas ilustrações desta tese.
Aos professores da Disciplina de Dentística da Faculdade de
Odontologia de Araçatuba; aos doutores Jorge, Renato, Carlos, Sílvio,
Laumer, Mara, Sandra e Ricardo, pela atenção e apoio dados a minha
pessoa.
Aos professores Renato Herman Sundfeld e Sílvio José Mauro, e
respectivas famílias, pela ajuda na minha formação profissional e pela
amizade
a
mim dispensadas.
Às funcionárias do Departamento de Odontologia Restauradora da
Faculdade de Odontologia de Araçatuba- UNESP; Noêmia, Rosa, Sílvia e
Valéria.
A todos os Funcionários da Biblioteca da Faculdade de Odontologia
de Araçatuba - UNESP, pela eficiência e prontidão em todos os serviços
prestados.
Em nossa vida, recebemos apoio de muitas pessoas queridas, que não
podem deixar de ser lembradas em
um
momento tão importante de nossa
formação. Deixo aqui meus agradecimentos a essas pessoas, pela amizade,
apoio e amor a mim dispensados:
Vô Joaquim, Vó Hilda, a todos tios e
primos, Ricardo, João, Henrían, Marcelo, José Ricardo, Waldemar, Allan,
Renato, Rodrigo, Marco Aurélio, Júlia, Daisy, apto
81,
e
tantas outras ....
lufelízmente tenho que parar de agradecer, e dar lugar
à
tese propriamente
dita.
Para todas as pessoas que colaboraram de al!,>uma forma para
realização deste sonho, MUITO OBRIGADOlll
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lSUMÁRIO
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ILISTAS
LISTAS
I.
1 - Valores exploratórios(mediana, média e amplitude) e soma das
ordens do Te.de de Kruskal- Wallis, para os escores de esmalte. 80
2 - Valores exploratórios (mediana, média e amplitude) e soma das
ordens do Teste de Kruskal- Wallis, para os escores de dentina. 84
3 - Valores correspondentes aos escores e médias obtidos dos
espécimes pertencentes ao grupo
I,
de acordo com os fatores esmalte edentina. 107
4 - Valores correspondentes aos escores e médias obtidos dos
espécimes pertencentes ao grupo 11, de acordo com os fatores esmalte
e dentina.
5 - Valores correspondentes aos escores e médias obtidos dos
espécimes pertencentes ao grupo lll, de acordo com os fatores esmalte
108
e dentina. 109
6 - Valores correspondentes aos escores e médias obtidos dos
espécimes pertencentes ao grupo IV, de acordo com os fatores esmalte
e dentina.
11.
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Abkos
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PAGI!\~·11 - Sistemas adesivos empregados.
2 -Avaliação do grau de infiltração marginal na margem oclusal
(esmalte).
3 - Avaliação do grau de infiltração marginal na margem
cervical( Dentina!Cemento ).
III.
I - Diagrama de "Box- Plot", de acordo com as distribuições de
escores, e os grupos experimentais, para o fator esmalte
71
77
78
84
2 - Diagrama de "Box- Plot", de acordo com as distribuições de
escores, e os grupos experimentais, para o fator dentina.
IV.
1 - Detalhe da ponta diamantada, utilizada no preparo dos espécimes,
85
evidenciando o utop", que permitiu a padronização dos preparos. 69
2 - Posicionamento da ponta diamantada em relação à superficie dental,
durante a realização do preparo cavitário. 69
3 - Aspecto .final do preparo cavitário. 70
4 - Material restaurador empregado, Permite C, tipo mistura, com alto
conteúdo de cobre. Microscopia óptica comum sob ação de luz polarizadll.
( 400 X). 74
5 - Espécimes representativos de cada grupo, cobertos por duas camadas
de esmalte de unhas. 75
6 - Esquema de escores empregado para avaliar o grau de infiltração
marginal da solução corante nas margens oclusal e cervical. 77
7 - Espécime do grupo 111, apresentando ausência de penetração de
corante na interface esmalte/restauração. 81
8 - Espécime representativo do grupo 11, mostrando pequena penetração
de corante na interface esmalte/restauração. 82
9 - Espécime do grupo I apresentando penetração da solução corante até o
nível dentinário, na interface esmalte/restauração. 82
1 O - Espécime do grupo I, apre.~entando severa penetração da solução
corante na interface esmalte/restauração. 83
11 - Espécime do grupo Ill, mostrando ausência de penetração de corante
na interface dentina/restauração. 85
12-Espécime do grupo
W,
mostrando penetração do corante na interfacedentina/restauração. 86
13 - Espécime do grupo 1 apresentando penetração severa da solução
corante na interface dentina/restauração. 86
14 - Prolongamentos resinosos, "tags", obtidos em esmalte dental
3
condicionado com ácido fosfórico a 37%. Microscópio óptico comum, sob
ação de luz polarizada. - ( 400 X) 96 15 - Camada híbrida de adesão obtida pós-condicionamento ácido
dentinário, seguida da aplicação do sistema adesivo SBMY. Microscópio
óptico comum sob ação de luz polarizada. ( 400 X) 99 16 - Interface dentina/adesivo/amálgama, analisada em microscopia
eletrônica de varredura, evidenciando o embricamento mecânico entre o
amálgama e o adesivo. ( 300 X)
17 - Interface dentina/restauração, destacando a adaptação do material
restaurador às paredes cavitárias, analisada em microscopia eletrônica de
100
va"edura. ( 350 X). 100 18 - Espécime apresentando infiltração marginal na interface
adesivo/amálgama, observado em lupa estereoscópica. ( 45 X) 101
v.
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SIGA/FICADOS
et ai. ml mm SBMYP
BD
PB AP Jlg HEMA PENTA Bis- GMA 4-METAe outros (abreviatura de "et ali i") graus Celsius
mililitros milímetros
sistema adesivo Scotchbond Multi-Purpose Plus sistema adesivo Prime & Bond 2_1 Dual Cure sistema adesivo Prime & Bond 2_ 1
sistema adesivo Amalgambond Plus micrograma
Hidroxi-etil-metacrilato
Ester penta-acrilato fosfonatado Bisfenol glicidil metacrilato 4-metacriloxietil trimelitato anidro
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RESUMO
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6 IU~SUMOPara minimizar a microinfiltração ao redor de restaurações de amálgama, tem-se
proposto o uso de agentes intermediários adesivos, que favorece a união do amálgama à
estrutura dental. A proposta deste trabalho foi avaliar "in vitro", e qualitativamente a
penetração de corantes em cavidades cervicais restauradas com amálgama, empregando-se
alguns adesivos como agentes intermediários. Para tanto, foram realizadas 100
cavidades nas faces livres dos 50 molares usados no experimento. Os espécimes foram
aleatoriamente divididos em 4 grupos (n=25), que testaram os adesivos: GI, Prime & Bond 2.1 (Dentsply), Gil, Prime & Bond 2.1 Dual Cure (Dentsply), Gil!, Scotchbond Multi Purpose Plus (3M), e GIV, Amalgambond Plus (Parkel). Após serem restaurados e polidos,
os e~-pécimes sofreram 1000 ciclos térmicos em temperaturas de 5°C ± 2°C e 55°C ± 2°C Em seguida, foram protegidos com 2 camadas de esmalte de unha, com exceção do
milímetro que circunscrevia as restaurações. As amostras foram imersas por 4 horas em
solução de azul de metileno 'a 2%, sendo em seguída lavadas, secas, cortadas e avaliadas,
A avaliação foi feita por 2 examinadores com auxílio de lupa estereoscópica (35X), Os
resultados furam analisados pelos testes de Kruskal-W allis e de comparações múltiplas,
com nível de significâncía de 5%. De acordo com os resultados obtidos, concluiu-se que os
sistemas adesivos Scotchbond Multi Purpose Plus, Amalgarnbond Plus e Prime & Bond 2. 1
Dual,
proporcionaram os menores valores de infiltração marginal em esmalte enquanto oadesivo Prime & Bond 2.1 alcançou os piores resultados. Em dentina/cemento, o sistema adesivo Scotchbond Multi Purpose Plus obteve os melhores resultados, enquanto os demais
sistemas adesivos obtiveram resultados semelhantes. Verificou-se que os adesivos de dupla
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7polimerização, grupos
li,III e IV, foram mais efetivos que o adesivo apresentado em frasco
único (grupo I) no controle da microinfiltração.
Palavras~chave:
microinfJ.ltração, amálgama, sistemas adesivos.
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INTRODUÇÃO
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lNTRODlJÇÃO
Os materiais odontológicos restauradores têm evoluído, sobremaneira, nas
últimas décadas. Como exemplo dessa evolução, pode~se citar o amálgama dental, que tem
sido utilizado há mais de 150 anos, assim como sofrido mudanças e melhorias contínuas<
63).O desenvolvimento e o aperfeiçoamento das ligas de amálgama têm-se manifestado perante
o desenvolvimento de ligas com partículas esféricaS:, fase dispersa, e ultimamente, com as
ligas de alto conteúdo de cobre.
Mesmo com o interesse econômico das grandes indústrias por materiais
resmosos, chegando muitas vezes a introduzir no mercado odontológico produtos não
adequadamente testados~ as ligas metálicas, especificamente o amálgama, continuam
ocupando lugar de destaque na relação de materiais para restaurações de dentes,
principalmente onde os fatores mecânicos são rnaís exigidos, e nos países onde a maioria da
população
carece
de cuidados orais< 63 )_Entretanto~ por não se unir quimicamente à estrutura dental, esse material
restaurador permite a existência de fendas na interface dente/restauração, o que propicia a
ocorrência de microinfiltração marginal( 2, 3, 4, s, 1, s, to, 11, 12, 14, 15, zs, 35, 36, M, n, 79,90 )_ Essas
fendas, decorrentes de sua incompleta adaptação nas paredes internas da cavidade, podem
levar
à penetração de compostos salivares, resíduos alimentares e bactérias, podendo,também, acarretar em sensibilidade pós-operató~ descoloração da estrutura dental,
deterioração marginal, desenvolvimento de cáries secundárias e, até mesmo, injúrias
pulpares( L zs, 46, s1 ).
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10Assim, com o intuito de minímizar ou impedir a infiltração marginal nas
restaurações de amálgama, bem como conseguir meios auxiliares de retenção desse
material restaurador à cavidade, muitos autores propuseram o emprego de agentes
intermedíàrios adesivos que, além de protegerem o complexo dentina/polpa, permitem,
também, a união do amálgama ao tecido dental, diminuindo, dessa forma, a ocorrência de
infiltração marginal(
z,
7' 15' 19' 55' 58• 76' 79• 83• 90) e o desenvolvimento de cáries secundárias< 68'85)
Entretanto, mesmo em restaurações de amálgama, onde é empregado um
sistema adesivo, observa-se, ainda, um certo grau de infiltração marginal ao longo das
paredes cavitárias, principalmente em restaurações com envolvimento cervical(
21• 23• 55• 62• 65' 83
•90
)'em cavidades desprovidas de esmalte dental.
Vale destacar, na literatura disponível, que o emprego do
"amálgama adesivo",utilizando ligas com
altoconteúdo
decobre,
é capaz de proporcionar, entre outras
considerações, maior durabilidade, união
àestrutura dental, assim como maior resistência
às
fraturas(
17, 21, :zz. 26, 44, 61, 63, 66, 77, 79, 84, 88 ). Poroutro lado, outros
trabalhostêm
demonstrado que esses agentes adesivos são responsáveis pelo enfraquecimento dessa liga
metálica
c 20' 56).De acordo com essas informações, foi proposta uma técnica alternativa em que,
após a aplicação e polimerização do sistema adesivo, o amálgama seria condensado sobre
essa camada,
jápolimerizada(
12' 21' 41. 49' 83 ),evitando, assim, qualquer interferêncía
significativa na liga restauradora. Ressalta-se que nessa técnica, geralmente são
empregados sistemas adesivos que se apresentam em único frasco, contendo em sua
composição agentes hidrófilos e resinosos.
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llTendo em vista as vantagens do emprego do amálgama adesivo, e sendo esta
opção restauradora, uma alternativa para restaurações de dentes extensamente destruidos,
seu emprego
é,
sem dúvida alguma, de grande interesse para a comunidade odontológica,
visto que, essa técnica possui um custo inferior aos tratamentos restauradores indiretos,
bem
como~propicia um menor desgaste dental, quando comparada aos tratamentos
protéticos( 40).
Dessa forma,
é
válido considerar que estudos clínicos e laboratoriais sãonecessários para avaliar o comportamento dessas novas técnicas restauradoras, em que
comumente são empregados diferentes sistemas adesivos como agentes intermediários.
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REVISÃO DA
LITERATURA
13
REVIS,\0 DA LITERAHIRA
Em 1952, NELSEN et at( 62 ) avaliara~ "'in vitro", o efeito da temperatura na
percolação marginal das restaurações_ Os dentes foram submersos em água de baixa
temperatura, em seguida aquecidos
àtemperatura ambiente e examinados em microscopia
óptica.
A
penetração dos fluidos na interface dente/restauração e os aspectos clínicos dapercolação marginal também foram avaliados,
Osautores concluíram que as mudanças de
tt.mperatura
aumentaram
o fluxo de fluidos na interface dente/restauração e que apercolação marginal
écausada, em parte, pela diferença do coeficiente de expansão térmico
linear entre o dente, o material restaurador, e o fluído que ocupa a interface. Os autores
afirmaram ainda que, de acordo com os mecanísmos
de
desenvolvimento de cárieconhecidos até a presente data, esse fenômeno pode ser uma explicação para a reincidência
de lesões cariosas em algumas restaurações.
GOING; MASSLER; DUTE( 33
>,
em 1960, compararam a infiltração marginal ocorrida nos materiais restauradores. Para tanto empregaram cristal de violeta a 0,025% eisótopos radioativos( 1131 ) em restaurações recentes e antigas. Num total de 316 cavidades
classe V, foram testadas restaurações de amálgama, ouro e cimento de silícato. Todas as
restaurações mostraram algum grau de infiltração, sendo que as restaurações recentes
apresentaram maior ínfiltração, quando comparadas às antigas.
Em 1961, GOING & MASSLER( 34) avaliaram a influência de "liners'' cavitários na
penetração de isótopos radioativos sob restaurações de amálgama. Utilizaram-se nesse
estudo, 234 dentes extraídos de pacientes entre 23 e 68 anos. Foram avaliados os agentes
14
intermediários: Copalite,
Mizzy
Poly Liner, Chembar, suspensões de hidróxido de cálcioem diferentes concentrações, óxido de zinco e eugenol com e sem polistireno e cimento de
fusfato de zinco. As restaurações foram sujeitas
à
penetração de 4 isótopos radioativos.d I · !131 S350 C 45 N 22 A ' . d al 1·
-sen o e es. 7 4. a ou a . pos secc10namento ent e ava 1açao com
auto-radiografias, os autores concluíram que, dentro das condições do experimento, o verniz
cavítárío
à
base de copal e os ''1iners" à base de hidróxido de cálcio foram efetivos nocontrole da penetração dos íons radioativos tanto em dentina, como em polpa, enquanto os
cimentos óxido de zinco e eugenol e fosfato de zinco não tiveram o mesmo desempenho.
Em 1965, PICKARD & GA YFORD< 70
>,
em revisão, descreveram os métodos de se medír a rnicroinfiltração em restaurações de amálgama. Os autores descreveram trabalhosque usaram como metodologia: ar comprimido~ penetração de corantes, bactérias e isótopos
radíoativos como meios de se detectar a infiltração ocorrida na interface dente/restauração,
Realizaram ainda um experimento que avaliou a existência de microinfiltração em
restaurações de amàlgama. Os corpos de prova foram mergulhados em recipiente com água,
e a formação de bolhas foi observada com auxílio de exame microscópico. Os autores
observaram que as bolhas diminuíam consideravelmente nos períodos de 1 O semanas após a
execução da restauração.
Em
1967, DACHI &STIGERs< "
1 realizaram estudo clínico e patológicc, comparando a inflamação pulpar e a sensibilidade térmica em restaurações cervicais deamálgama Foram utilizados nesse estudo 100 dentes com indicação prévia de extração.
Como material ferrador, foram utilizados: verniz cavitário, anti-inflamatório, associação de
ambos ou nenhum agente intermediário. Os resultados mostraram que o uso do verniz
cavitário foi mais efetivo na redução da sensibilidade térmica, apresentando reação
15
inflamatória mais discreta. Quando o verniz foi aplicado, após o tratamento com anti
inflamatório, também foi mais efetivo que o tratamento apenas com o farmaco.
Em 1968, GOING; et
at<
35) avaliaram quantitativamente, "in vivo" e ''in situ'"', amicroinfiltração em restaurações dentais em humanos. Para tanto, utilizararn~se 108 dentes
para o estudo laboratorial e doze dentes para a avaliação clínica. Foram realizadas
cavidades nas faces vestibulares dos dentes utilizados no experimento, que foram
restauradas por cinco marcas de resina e quatro de cimentos de silicato e um material
se1ador temporário. Os dentes usados no teste ""in vítro", após serem restaurados, foram
protegidos com substância isolante, para evitar a penetração do agente traçador em outras
âreas, senão nas margens das restaurações. Os dentes restaurados ''in situ" também foram
selados, sendo em seguida envolvidos por um lençol de borracha. A borracha foi amarrada
na cervical dos dentes restaurados, possuindo em outra extremidade uma abertura para a
injeção da solução traçadora. O isótopo traçador escolhido foi o 56Mn,. pelo fato deste existir em pequenas concentrações e possuir valores conhecidos em tecido dental. Dessa
forma, os dentes restaurados foram imersos em 2m1 de Mn( N03 )2, por uma hora. Os dentes foram então levados a um reator nuclear, que ativou o manganês não radioativo e, com a
ajuda de um espectrômetro, foi a emissão de raios gama. A quantificação foi conseguida
com a comparação de concentrações previamente conhecidas. Os valores foram expressos
em microgramas de magnésio por dente. Houve grande variação na concentração de
manganêso obtida entre os espécimes. Os cimentos de silicato testados apresentaram as
maiores concentrações de manganês, seguidos pela resina. O material temporário mostro-se
ser o mais efetivo no controle da microinfiltração. Todos os testes realizados "'in vivo"
obtiveram maiores valores de microinfiltração que os testes 'in vitro".
16
GUZMAN; SW ARTZ; PIDLLIPS1 41 )' em 1969, estudaram a influência do estresse
térmico na adaptação marginal de 4 materiais restauradores. A influência de outros fatores
como a idade das restaurações e o uso de vernizes em restaurações de amálgama também
foram avaliados, Todos corpos de prova receberam preparos tipo classe V no terço médio
de suas superfícies vestibulares. As restaurações de amálgama aumentaram os valores de
microinfiltração quando sujeitas a 500 ciclos térmicos com temperaturas de l5°C ± l':oC e
45''C ± l°C As restaurações que receberam verniz cavitário apresentaram pouca infiltração
marginaL, e esta não se alterou com a ciclagem ténnica realizada.
Analisando o efeito
dabrunidura e do polimento na infiltração marginal de
restaurações de amálgama,
RUSSO~ etat.<
76),
em 1970, utilizaram como agente
evidenciador o 131Na, e concluíram que o polimento do amálgama não influenciou as áreas de infiltração marginal, e que o brunimento deve ser realizado rotineiramente em clínica,
pelo fato de diminuir o mercúrio residual e a porosidade superficial do amálgama, assim
como a
infiltraçãomarginaL
No ano de 1970, ATTO; ROSEN; TAYLOR< 6) compararam a ocorrência de lesões
de cárie secundária ao redor de restaurações de amálgama de prata e de cobre. No
experimento foram utilizados 23 dentes, que receberam preparos cavitários nas fossas
mesiaís e distais de suas superficies oclusais. Cada cavidade das amostras recebeu um tipo
de material restaurador. Após isso, os dentes foram armazenados em solução salina por 24
horas, sendo em seguida polidas as restaurações. Foi preparada uma cultura de
Lactobacillus arabinosos ativos, com a qual a face oclusal dos dentes ficou
permanentemente em contato. Os espécimes foram incubados por um período de 9 a 16
semanas, em temperatura de 37'C. A cada 7 dias, os dentes foram mudados de posição e o
17
pH do meio era verificado. No final do período de avaliação, os dentes foram fixados em
formal i na a 1 O% por 5 dias e examinados com aumento de 7 vezes. Dando seqüência à
metodologia empregada, para obter maiores detalhes das amostras, foram realizados cortes
de aproximadamente 250 micrômetros, sendo estes imersos em solução de nitrato de prata a
0,5%por 90 minutos e vermelho de alizarina a 1% por 1 hora. Cada secção dental foi
examinada macro e microscopicamente~ verificando a ativídade de cárie. Foram detectadas
lesões de cárie em 9 das 23 restaurações de amálgama de prata. O amálgama de cobre, por
outro lado, apresentou lesões em 18 das 23 restaurações, havendo diferença estatística entre
os grupos.
Em 1972, GOING(
36>,
em uma revisão nos estudos de microinfiltração em
restaurações de amálgama, descreveu os meios em que esse fenômeno pode ser observado,classificando o método de penetração de corantes como sendo o mais antigo e dos mais
utilizados para esse estudo, e elegendo Fletcher em 1895 como o pioneiro no uso dessa
metodologia. Nessa revisão, o autor conclui que o fenômeno da microinfiltração ao redor
das restaurações advém de uma série de fenômenos associados, e não de um evento único.
HALS & HALSE( 44
>,
em 1975, através de micro~análise com sonda elétrica, estudaram as lesões de cárie secundária em restaurações de amálgama de prata. Foramanalisados o conteúdo mineral e a penetração dos elementos da liga em lesões secundárias
de cárie. Foram feitas secções de 11 espécimes, inclusive em dentes com lesões secundárias
naturais. Foi verificada a distribuição de Ca, P, Mg, Zn,. Sn, Cu, Age Hg em imagens
bi-dimensionais através de raios-x. As lesões de parede de dentina foram micro-radiografadas
e mostraram maior radiopacidade que o tecido intácto, exíbindo queda considerável nos
valores de Ca e P. As áreas radiopacas mostraram-se com cerca de 5 a 8% de Zn e Sn,
diminuindo para 0,1% em áreas localizadas a uma distância maior que l30f.1m da parede
18
cavitária. Foram detectadas presenças de Hg e Ag, em um único espécime. O aumento da
radiopacidade fOi causado pelo alto número atômico do Zn e Sn . Estes elementos
penetraram de maneira mais discreta nas áreas de esmalte desmineralizado. Segundo os
autores, a penetração desses componentes em lesões incipientes pode fazer com que estas
se para1isem. Os componentes das lesões de cárie secundárias naturais foram semelhantes
aos das lesões induzidas.
KIDD( 48\ em 1976, defmiu microínfiltração como a passagem de bactérias, fluidos,
moléculas ou íons entre as paredes cavitárias e o material restaurador. A autora afirmou,
através de sua revisão, que o uso de corantes para observar o fenômeno da microinfiltração
é o método mais comumente utilizado, no entanto, ressaltou que a indução de lesões
artificiais de cárie é o método com maior relevância clínica. Em se tratando de restaurações
de amálgama recentes, estas apresentam maior microinfiltração, e o uso de vernizes e
~<liners" pode reduzir esse fenômeno até que os produtos de corrosão dessa líga sejam
depositados na interface dente/restauração.
No mesmo ano, a mesma autora( 49 ) comparou, através da técnica de indução de
lesões artificiais de cárie, a mícroinfiltração em restaurações de amálgama e resina
composta Para tanto. foram utilizados 20 pré-molares hígidos, extraídos por motivos
ortodônticos. Foram preparadas cavidades que se estenderam no sentido mesio-distaL no
terço médio das superficies vestibular e lingual. A liga testada apresentava zinco, enquanto
o com:pósito era do tipo pasta - pasta e a base de BIS-GMA As restaurações foram
executadas conforme as orientações dos fabricantes. Em seguida, os espécimes foram
armazenados por 24 horas em recipiente contendo mlos de algodão embebidos com água
destilada. Dando seqüência à metodologia empregada, os corpos de prova foram protegidos
com verniz que limitava a ação do ácido, usado para indução das lesões de cárie, ao
19
milímetro adjacente à restauração_ Após 24 horas~ foi aplicado sobre as restaurações, gel de
ácido tático a 10% com pH 4. Após 10 semanas, os dentes foram seccionados e avaliados
em microscópio de luz polarizada. Foram encontradas lesões nas paredes cavitárias de 77%
das restaurações de amálgama, enquanto essas lesões estavam presentes em apenas 13% do
grupo que usou como material restaurador resina composta. Além disso, as lesões
existentes ao redor das restaurações de amálgama apresentaram maior penetração nasparedes axiais do preparo cavitário.
Ainda em 1976, RJJK< 74 }' através de teste óptico, estudou a adaptação do amálgama
em matrizes de aço inoxidávet Para tanto, o amálgama foi condensado em matrizes
sulcadas, com dimensões conhecidas.
As
matrizes possuíam sulcos ou em suas paredesaxiais ou nas pulpares. Passados 20 minutos da condensação do amálgama, as matrizes
foram abertas, resultando em blocos de amálgama com o negativo dos sulcos. A avaliação
foi feita por teste óptico por meio da difração dos raios de He que incidiam sobre as
superficies sulcadas. Para confirmar as observações feitas pelo teste óptico, as amostras
também foram avaliadas em microscópio metalográfico. Houve correlação direta entre os resultados obtidos nos 2 métodos. Os autores concluem que o tipo de liga usada nas
restaurações é de grande importância na adaptação desta nas cavidades.
CHAN; EDIE; SV ARE< 19 )~ no ano seguinte, avaliaram o efeíto da escultura, bmnidura e do polimento na adaptação marginal de restaurações de amálgama Para tanto,
foram realizadas cavidades classe V nas superficies vestibulares de 30 dentes humanos. Foi
utilizado amálgama de partículas esféricas, sendo os excessos removidos com instrumento
de escultura. Os dez espécimes de G I foram brunidos, 1 O minutos após a realização da
escultura Em G
n.
as restaurações foram somente esculpidas, enquanto as de G lll foram polidas 24 horas após serem esculpidas. Os espécimes foram avaliados em microscopia20
eletrônica de varredura ( 200X ). Em G li e G IIl obteviveram-se fendas entre a superfície do amálgama e as paredes cavitárias. No grupo que recebeu escultura e brunidura, essas
fendas foram preenchidas por amálgama amorfo.
Analisando a textura superficial e a integridade marginal, antes e após o polimento
de restaurações de amálgama DAHI - AFSHAR, et a!( 26 ', em 1978, realizaram
restaurações com as limalhas Dispersalloy, Spheraloy e Tytin, em dentes humanos
extraidos, os quais foram examinados ao microscópio de varredura, após a escultura,escultura e brunímento, e finalmente após o polimento. Concluíram que a brunidura após
escultura melhorou a textura superficial da restauração, mas o polimento subseqüente foi
necess&io. Além disso, as restaurações apenas esculpidas ou esculpidas e brunidas, quando
polidas, não apresentaram diferenças entre sL Quanto à obtenção de integridade marginalótima, exigiu-se, para tanto~ uma cuidadosa escultura da limalha empregada.
Em 1978, KIDD & SILVERSTONE( 50
l,
em trabalho "in vitro", avaliaram opotencial remineralizador de lesões artificiais de cárie ocorridas ao redor
derestaurações de
amálgama
realizadas nas superfícies vestibulare
lingual de pré-molares. Os corpos deprova foram armazenados em gelatina acidificada com ácido láctico, com pH 4. Após 1 O
semanas,
as amostras foram seccionadas e armazenadas em saliva humanae
em sohlçãocalcificadora por 20 dias, sendo que as soluções eram trocadas a cada 48 horas. Em
seguida, foram embebidas em água e quinoleína
e
submetidas à análisepor
luz polarizada. Os autores concluiram que a exposição das amostras em solução calcificadora permitiu aremineralização das lesões de cárie artificial, e que isso só foi possível pela ocorrência da
microinfiltração .
.BOYER & TORNEY( 16\
em
1979, avaliaram a ocorrência de microinfíltraçãoem
restaurações de amálgama com alto conteúdo de cobre. Nove marcas comerciais foram
21
testadas. Foram realizadas duas cavidades classe li em cada molar humano usado no experimento. As cavidades foram padronizadas, tendo 5mm no sentido vestíbulo-lingüal,
3mm no sentido mésio-distal e 3,5mm de profundidade. A fOrça de condensação também
fui padronizada. As cavidades não receberam qualquer agente intermediário anteriormente
à realização das restaurações. Os espécimes foram esculpidos e 1 O minutos após brunidos.
Após 30 minutos, os dentes foram armazenados em saliva artificial a 37°C, por 24 horas,
quando sofreram polimento. Dois operadores realizaram 16 restaurações para cada materiaL
A
adaptaçãodo material às cavidades foi medida com microscopia eletrônica,
anteriormente ao teste de infiltração marginal A microinfiltração foi medida com
auto-radiografias, após 24 horas, 1, 3 e 6 meses. Os corpos-de~prova foram protegidos com 2
cantadas de esmalte de unha, com exceção do milímetro que circunscrevia as restaurações.
Não foi correlacionado a adaptação marginal com a microin:filtração. A microinfiltração
aumentou entre os periodos de 24 horas e 1 mês. Por outro lado, houve significativa
redução após 6 meses de análise. Houve diferença nos valores de microinfltração após 24
horas, mas não aos 6 meses, quando as ligas com alto conteúdo de cobre obtiveram valores
semelhantes às ligas convencionais.
No ano de 1980, ANDREWS & HEMBRE JR' 5 l estudaram a infiltração marginal ocorrida em amálgamas com alto teor de cobre. Nesse estudo foram incluídas 9 ligas, sendo
elas: Velvalloy, usada como controle; Micro ll, Optaloy 11, Dispersalloy, Sybraloy,
Cupralloy, Aristaloy CR, Indíloy e TytíiL Cada grupo contou com 30 espécimes que, após
serem restaurados, sofreram 100 ciclos térmicos em água às temperaturas de 4ºC e 58~C. A
infiltração marginal foi determinada pela penetração de isótopos radioativos, 45Ca, que foi visualizado em auto-radiografias, após seccionamento dental. Foram feitas avaliações no
primeiro dia após a realização das restaurações, aos 3 e 6 meses, e após 1, 1 Yz e 2 anos da
22
execução
das
mesmas. Os autores verificaram que a infiltração marginal nas ligas com alto teor de cobre diminui mais lentamente que na liga usada como controle, fato este, explicadopelo fato de que os amálgamas com alto teor de cobre sofrem menos corrosão. Ainda
concluem que, após 2 anos de análise, não houve diferença na infiltração marginal entre as ligas testadas.
A degradação marginal de 76 restaurações de amálgama, foi avaliada por MJÓR &
RYGEP9 )'
em
1981, usando diferentes formas de análise: exame clinico visual, através deimpressões obtidas com o material Optosil/Xantoprem, através de réplicas examinadas em
microscopia eletrônica de varredura e , finalmente, por tomadas fOtográficas utilizando-se
filme branco e preto. Os autores encontraram uma boa correlação entre os resultados
obtidos nas diferentes formas de análise.
Em estudo que comparou a infiltração marginal em restaurações de amálgama com
ligas enríquecidas ou não com cobre, ANDRADA; et a1.<4 )• em 1982, utilizaram 300 dentes
que receberam os preparos no terço médio
da
fuce vestibular, Os dentes foram restauradoscom 3 tipos de ligas, recebendo ou não verniz cavitário. Os espécimes foram então
divídidos em 5 grupos, conforme os períodos de análise. Os autores utilizaram como
agente traçador fluoresceína sódica a 2% durante a ciclagem térmica. Em seguida, os dentes
foram seccionados e avaliados por dois examinadores previamente calibrados. Os
resultados obtidos foram submetidos à análise estatística, o que possibilitou aos autores
concluírem que, em ligas convencionais, a aplicação do verniz cavitário previamente à
inserção do material restaurador foi capaz de reduzir eficazmente a infiltração marginal,
porém nas ligas enriquecidas com cobre, essa eficácia fOi menos evidente. NOs períodos de
3 a 7 dias houve um aumento da infiltração, principalmente nas ligas com alto conteúdo de
23
cobre, e a infiltração continuou aumentando até que aos 15 e 30 dias de avaliação, todos
corpos de prova apresentavam infiltração total
Por um periodo de seis meses, SCHMELITZER,
etal(
78l, em 1982, realizaram um
estudo clínico, em que avaliaram a integridade marginal de restaurações de amálgama, com
alto conteúdo de cobre, que receberam polimento seco, úmido, ou ainda, não receberam
qualquer polimento. A avaliação foi realizada por intermédio de fotografias em preto e
branco.
Asrestaurações que receberam o polimento a seco exibiram a melhor integridade
margina~
seguidas pelas restaurações que foram polidas na presença de umidade, enquanto
as que não foram polidas apresentaram a pior integridade marginal. Os autores sugerem,
ainda, que restaurações realizadas com ligas de alto conteúdo de cobre não apresentam um
auto-polimento, razão pela qual necessitam do emprego de acabamento e polimento.
Analisando por dois anos o comportamento clinico de limalhas com alto conteúdo
de cobre, quando submetidas a diferentes tipos de bnmimentos, MAY, et al.( 56)' em 1983,através de avaliação fotográfica, verificaram que restaurações
brunidase esculpidas e
brunidas após
aescultura, de
ummodo
geral,mostraram
umaintegridade marginal superior
àquela apresentada pelas restaurações que não foram brunidas.
Em 1983, F ANIAN; HADAVI; ASGAR'
29l estudaram a infiltração marginal em
restaurações de amálgama em diferentes tipos de ligas. As ligas testadas foram: Tytin,
Dispersalloy, Fine
Cu~ Spherica~Ease e New True Dentalloy. Os testes foram realizados
com ar pressurizado, através de um aparelho que dosava o volume de gits que passava pela
interface dente/matriz por cada período de 15 minutos. Somente Fíne Cut apresentou maior
infiltração que outros materiais testados. Os autoresconcluem
que a infiltraçãomarginal
não
é afetadasomente pelo tamanho das partículas ou pela proporção de cobre existente na
composição.
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24Visando avaliar o efeito do verniz cavitário e do brunimento na microinfiltração
marginal em restaurações de amálgama, FANIAN; HADAVI; ASGARt 30 l, em 1984
realizaram trabalho laboratorial com a técnica do ar pressurizado. Foram testadas
restaurações com ligas de alto teor de cobre, ligas convencionais, apresentando partículas
de corte fino, mista ou esféricas. As restaurações foram feitas em matrizes plásticas, que
foram sujeitas à pressão de 60psi por 15 minutos. Os autores concluíram que a aplicação de
2 camadas
de
verniz cavitário sob restaurações de amálgama com alto ou baixo conteúdo decobre ajudam a reduzir a infiltração marginal, não havendo diferença entre as ligas testadas.
Da mesma forma, o brunimento das restaurações mostrou ser um procedimento eficaz no
controle do fenômeno, também não mostrando diferenças entre as ligas.
Em 1985~ GOTTLIEB; et al { 37 ) compararam a microin:filtração ocorrida em
restaurações de amálgama de liga convencional e de alto teor de cobre. Foram utilizados
160 pré~ molares que foram armazenados em etanol 70% até o momento de sua utilização.
Os dentes sofreram preparos com formas de retenção em suas faces vestibulares. Em
seguida? foram formados 4 grupos, sendo que as amostras dos grupos I e III foram
restauradas respectivamente com amálgama com alto conteúdo de cobre e com liga
convencional~ sem qualquer agente intennediário; as dos grupos li e IV foram também restaurados na mesma seqüência , no entanto, esses grupos receberam 2 camadas de verniz
cavitário previamente à condensação da liga Em seguida, as amostras sofreram 400 ciclos
térmicos em solução de isótopos radioativos ( 45Ca ). Conforme a metodologia utilizada, os corpos de prova foram seccionados e avaliados com auto ~ radiografias. A avaliação foi
realizada após 2 semanas; 3, 6 e 12 meses. De acordo com os resultados obtidos e com a
aruüise estatística, os autores concluíram que as restaurações realizadas com amálgama
convencional e sem aplicação de verniz cavitário mostraram uma redução da infiltração nas
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25margens gengiva! e oclusal após ficarem imersas em saliva artificial por 12 e 6 meses
respectivamente_ A aplicação de verniz cavitário foi eficiente na redução da microinfiltração apenas durante o intervalo de 2 semanas. As restaurações com alto teor de
cobre mostraram elevada infiltração nas margens gengival e oclusal, durante todos períodos
estudados, quando comparadas às restaurações com amálgama convencionaL
Um estudo comparativo da infiltração marginal em restaurações classe V usando
diferentes materiais restauradores fui realizado por BAUER & HENSON 8 l, em 1985. As
restaurações foram realizadas com Electraloy, Concise ou Dispersalloy em 32 pré-molares
recentemente extraídos. Após a realização de cavidades padronizadas~ os espécimes foram
restaurados e expostos a 25 ciclos térmicos de 1 minuto
cada,
às temperaturas de 4°C e60°C em solução contendo traçadores fluorescentes. Os resultados mostraram que, dentro das condições
do
experimento, o amálgama de prata foi o material que apresentou menorcapacidade seladora, quando comparado ao ouro e à resina composta.
Ainda em 1985, SILVA; et at<81 ) avaliaram o efeito de bases e vernizes cavitários
usados sob restaurações de amálgama.,. no controle da infiltração marginal. Nesse estudo,
foram utilizados 11 O dentes, que receberam preparo cavitário, classe V, em suas superficíes linguais, Os dentes foram divididos em quatro grupos de estudo, sendo que: o grupo 1
recebeu apenas o verniz copal; o II, cimento de hidróxido de cálcio e verniz; o UI, cimento
de óxido de zinco e eugenol e verniz, e finalmente o grupo IV que não utilizou quaisquer
bases ou vernizes. Todos corpos-de-prova sofreram 1 000 ciclos térmicos com temperaturas
de 15°C e 50°C Em seguida, os dentes foram imersos em solução de azul de rnetileno a 1%
por 24 horas a
3'rC
Foram realizadas análises qualitativas, através escores avaliados emmicroscópio, e quantitativas, através de avaliação volumétrica da penetração do corante,
por espectrofotometria. As avaliações foram feitas após 48 horas, um e três meses do
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26ténnino das restaurações< A aplicação de dúas camadas de verniz nas paredes dos preparos
cavitários, mostrou-se eficaz na diminuição da microinfiltração. Os autores afirmam ainda
que existe correlação entre os valores conseguidos na análise quantitativa e qualitativa.
SHIMIZU; UI; KAWAKAMr80 1,
em
1986, pesquisaram a força de adesão entre o amálgama e a estrutura dental. usando como agentes intermediários: fluoretos, cimento deionômero de vidro e dois cimentos adesivos resinosos. Esse experimento foi realizado com
dentes bovinos. que ficaram armazenados em solução fisiológica até o momento de sua
utilização. Foram realizados blocos de tecido dental de 8 X Smm, sendo estes deixados em
mesmo nível da resina acrílica em que foram incluídos. Após adaptar uma matriz de cobre
ao redor do espécime, foram realizados os tratamentos superficiais. Os fluoretos testados
foram: SnFz a 8%, Ag(NH3)zF a 38% e flúor acidulado, NaF a 2%. A aplicação dos
fluoretos foi feita de forma tópica pelo tempo de 3 minutos. Além desses, foram também
testados os adesivos Panavia EX e Super-Bond, e os cimentos Lining Cement e
Ketac-Bond, como base das restaurações adesivas. As amostras foram levadas à máquina
universal de ensaios que atuou com velocidade de 0,5mm/min. Os resultados levaram os
autores a concluírem que os 2 adesivos testados foram capazes de unir o amálgama à
estrutura dental, e que a força de adesão tende a aumentar quando se realiza aplicação
tópíca de fluoretos previamente ao uso dos agentes de união, sendo essas observações,
segundo os autores, de grande importância clínica, merecendo novos estudos.
No mesmo ano, V ARGA; MATSUMURA; MASUHARA('!J testaram a infiltração
margina~ bem como, a adesão que um adesivo do grupo 4 - META e o Panavia Ex ~ com
ou sem condicionamento ácido, ofereciam às restaurações classe I em amálgama. Após
serem restaurados, os dentes foram armazenados em solução de fucsina a 37°C, por 24
horas, .sendo em seguida polidos e annazenados por 1 semana, nas mesmas condições. O
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27estudo de infiltração marginal revelou que a utilização de agentes intermediários adesivos
foi capaz de reduzir significantemente a penetração
da
solução evidenciadora na interfacedente/restauração, quando comparado ao não uso de qualquer agente.
Em 1987, YU; WEI;
x:tf
94l
avaliaram
a infiltraçãomarginal
ocorrida emrestaurações de amálgama, empregando-se sístemas adesivos como agentes intermediários.
Para tanto, 80 molares humanos receberam preparos cavitários, classe V, em suas faces
vestibulares e linguais. O grupo controle foi restaurado com amálgama convenciona4 sem qualquer agente intermediário. Após serem restaurados, para prevenir a infiltração de
corante em áreas não localizadas na interface dente/restauração, os espécimes receberam
duas camadas de esmalte de unha. Em seguida,. os dentes sofreram 100 ciclos térmicos de
120 segundos cada, em temperaturas de 4°C e 60°C~ realizados em solução de azul de
metileno. Após serem seccionados, os corpos-de-prova foram examinados em lupa
estereoscópica e classificados qualitativamente. Paralelamente a essa avaliação, os cortes
foram também examinados em microscopia eletrônica de varredura. Foi observado um
elevado índice de penetração de corante nas restaurações dos dentes pertencentes ao grupo
controle. Observou-se também um maior índice de infiltração marginal nas margens
cervicais dos preparos cavitários. O uso de agentes adesívos proporcionou considerada
redução na infiltração marginal, sendo que o agente de união~ Creation,. apresentou os
melhores resultados.
No mesmo ano. BEN- AMAR; et at< 11 ) realizaram um estudo piloto, com 44
dentes extraidos, objetivando avaliar o efeito do sistema adesivo, Scotchbond, quando
utilizado sob restaurações de amálgama. Os espécimes receberam preparos cavitários, tipo
classe V, os quais foram restaurados com amálgama e comparados com o desempenho do
verniz cavitário, Copalite, e com restaurações sem qualquer agente intermediário. Após
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28serem restaurados, os espécimes foram armazenados em solução salina, por 7 dias, e
submetidos a 200 ciclos ténnicos. A análise da penetração da solução corante, à base de
fucsina básica a 0,5%, apontou que o uso de uma ou duas camadas do sistema adesivo
testado reduziu, de forma significante, a microínfiltração em restaurações recentes de
amálgama.
Em 1988, KELSEY & P ANNETO~ 47 l , usando 2 agentes intermediários ( Banier e Cavi - Line ) e o verniz copa!( Copalite ), compararam o potencial de redução da
infittração marginal em restaurações de amálgama. Nesse estudo foram usados 40 molares
higidos que receberam preparos tipo classe V. Os espécimes foram divididos em 4 grupos ( IP 10 ), sendo que: o grupo l foi restaurado apenas com amálgama de prata; o grupo li
recebeu Copalíte e em seguida amálgama; o grupo III,. Barrier e amálgama; e finalmente o grupo IV que recebeu Cavi - Line e amálgama. A liga usada no experimento foi do tipo
mi~iura com alto conteúdo de cobre( Dispersalloy ). Todas as amostras foram protegidas
por 2 camadas de esmalte de unha, exceto na área restaurada. Os dentes receberam 24 horas
de ciclagem ténnica em temperaturas de 5°C e 55°C, sendo em seguida imersos em solução
de cristal de violeta a 0,05%, por 4 horas. Após seccíonamento dental, apuração dos
resultados e análise estatística, os autores concluem que o uso do Barrier ou do Cavi - Line
foram mais efetivos que o não uso de qualquer agente intermediário, porém foram menos
efetivos que o Copalite.
No mesmo ano, ST ANINEC & HOL't 82 ) avaliaram a adesão e a infiltração
marginal em restaurações cervicais experimentais de "amálgama adesivo". Para o teste de
adesão, os corpos de prova foram desgastados em suas superfícies oclusais,. até expor
tecido dentinário. Após acoplar a amostra em uma matriz de aço, foi aplicado no
grupo
teste, o adesivo resinoso Panavia( Kuraray ), enquanto o grupo controle recebeu 2 camadas
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29de verniz copal e amálgama. As aplicações dos agentes intermediários segutram as
recomendações dos respectivos fabricantes. Foi usado amálgama com alto conteúdo de
cobre( Tytin ), disposto em cápsulas unidoses, com tempo de trituração de 10 segundos.
Após a realização das restaurações, as amostras ficaram armazenadas em temperatura
ambiente por 24 horas, sendo em seguida sujeitas ao ensaio mecânico( Instron Corp. }.
atuando com velocidade de 2mm/roin.
Já
para o teste de microínfiltração, 2 grupos com 10especimes cada( n~ 1 O ) foram testados. Cada amostra do grupo I recebeu preparos de classe
V em suas superficies livres, sendo que uma face recebeu verniz copal, e outra, o cimento
resinoso( Panavia ), previamente à inserção do amálgama. O grupo li, consistiu de amostras
que receberam em uma superficie apenas amálga~ e em outra Panavia e amálgama.
Todas amostras sofreram ciclagem térmica, composta de 100 cíclos de temperaturas de SQC
e 60°C. De acordo com os resultados obtidos, o uso do cimento resinoso Panavia, como
agente intermediário em restaurações de amálgama com alto conteúdo de cobre, é efetivo
em reduzir os valores de infiltração marginal, como também em propiciar a união da liga à
estnrtura dental, Os autores afirmam ainda que o uso desses agentes podem aumentar a
resistência de dentes restaurados a fraturas, além de inibirem a recorrência de cáries nas
paredes de esmalte e promover retenção
às
restaurações,Um estudo sobre a redução da infiltração ao redor de restaurações recentes em
amálgama foi realizado por BEN ~AMAR( 10) em 1989. O autor afuma que entre outros
fatores, a maior contribuição para a ocorrência de microínfiltração em restaurações de
amálgama está na falta
de
união entre o material restaurador e o dente, na diferença deexpansão térmica entre o amálgama e o dente e nas alterações dimensionais ocorridas no
materiaL O autor ainda descreve corno o clínico deve proceder para que esse fenômeno seja
minimizado. A diminuição desse fenômeno se tmcta, na execução correta do preparo