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O MOVIMENTO MODERNOd
Em 1919, fundada por Walter Gropius, surgia na Alemanha, em Weimar e mais tarde
Dessau, a Bauhaus (1919-1933), uma escola de artes que propunha a integração entre as artes aplicadas e as Belas-Artes,
defendendo a renovação destes conceitos e valorizando o design industrial.
A influência dos seus postulados serão
fundamentais para determinar a arquitectura de todo o séc. XX a nível mundial, orientando-se a partir de critérios racionalistas e
funcionais, defendendo a actualização
tecnológica e uma intervenção mais directa na sociedade.
Bauhaus – Walter Gropius (Dessau - 1926)
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Em 1927, surge o Departamento de
Arquitectura da Bauhaus que segue os critérios de Walter Gropius, um dos
grandes impulsionadores do Movimento Moderno na arquitectura europeia.
O edifício projectado por Gropius para sede da escola é considerado, ainda hoje, o mais racionalista de toda a
arquitectura alemã, destacando-se pela sua simplicidade formal e estrutural.
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O MOVIMENTO MODERNOBauhaus – Walter Gropius (Dessau - 1926)
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Paralelamente à Bauhaus destaca-se no panorama internacional Le Corbusier
(1887-1965). Norteado pelo racionalismo funcionalista que guiava a Bauhaus, propõe uma aliança entre arquitectura e indústria como resposta aos
problemas da sociedade e sua habitação. Define as habitações como “máquinas para viver”.
As suas teorias resumem-se no livro “Os Cinco Pontos da Nova Arquitectura”, de 1926, onde Corbusier defendia a planta livre (1) e fachada livre (2), as construções apoiadas em pilotis (pilares - 3) e assim elevadas do solo com
terraços jardins (4) e as janelas horizontais (5).
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O MOVIMENTO MODERNO06
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As concepções de Le Corbusier, Gropius e Mies van der Rohe foram divulgadas e expandidas pelos
CIAM (Congressos Internacionais de Arquitectura Moderna) que, a partir de 1928, se realizam em várias cidades europeias,
contribuindo para organizar as ideias do Movimento Moderno,
num Estilo Internacional que, após 1930, se difundiu nos dois lados do Atlântico.
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O MOVIMENTO MODERNO06
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A partir da década de 30, começa a esboçar-se a primeira reação ao Funcionalismo Racionalista que
funcionava como base do Movimento Moderno, procurando a arte e a
arquitectura novas vias com mais preocupações com a envolvente e o respeito pelas tradições locais ao
nível do uso de materiais e técnicas de construção.
Surge integrado neste contexto, outra das grandes referências da
arquitectura do séc. XX, o americano
Frank Lloyd Wright (1869-1959)
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O MOVIMENTO MODERNOCasa da Cascata – F.L. Wright (Pittsburgh - 1936)
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F. L. Wright, não negando a importância e a relevância do movimento moderno, incorpora os seus princípios numa
arquitectura muito própria, orgânica, sensorial, com detalhe e requinte, produzindo alguns dos mais
interessantes exemplares da arquitectura do Séc. XX
Ligada a esta concepção organicista e mais sensitiva da arquitectura está também a obra de Alvar Aalto (1898-1976), que influenciam de forma
directa uma importante geração de arquitectos a nível internacional.
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O MOVIMENTO MODERNOVilla Mairea – Alvar Aalto (Noormarkku - 1939)
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A influência do racionalismo e
funcionalismo do Movimento Moderno em Portugal é retardado pelo clima social e político. Nomes como Cassiano Branco (1898-1970), Carlos Ramos (1897-1969) ou Rogério de Azevedo (1898-1983), são os responsáveis pela introdução dos
primeiros ideiais modernistas.
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O MOVIMENTO MODERNOEdifício (1933) e Garagem do Comércio do Porto (1932) Rogério de Azevedo (Porto)
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Será no entanto com a geração já nascida no séc. XX, que a Arquitetura Moderna em Portugal se executa com mais coerência, nomeadamente através de Keil do Amaral (1910-1975), Viana de Lima (1913-1991),
Arménio Losa (1908-1988), em plenos anos 50, sobretudo a partir do I Congresso
Nacional de Arquitectura de 1948.
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O MOVIMENTO MODERNOConsiderado como um momento de
viragem, introduz a arquitectura moderna aliada à industrialização e à participação dos arquitectos na resolução do problema da habitação sem constrangimentos nem
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O MOVIMENTO MODERNOd
A nova ideologia surgia devido a uma
aparente liberdade na fase pós-1945, onde o fascismo havia sido derrotado e a
oposição interna nacional se sentia revigorada.
Desta forma é possível discutir-se os percursos internacionais do CIAM, de
Corbusier, da nova vanguarda brasileira de Niemeyer, Lucio Costa e a sua Brasília.
O regime tenta reagir a este movimento colectivo, ora no indeferimento de
projectos modernistas, ora na oposição à eleição do presidente da classe dos
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O MOVIMENTO MODERNOd
Ao longo da década de 50, o regime irá aproximar-se de algumas destas
ideologias, chegando mesmo a entregar importantes obras públicas a alguns dos seus mentores. Pouco a pouco o regime vai revelar suficiente sagacidade política para compreender a utilidade da
divulgação destes exemplos integrando-os em operações de propaganda nacional e internacional. Surge uma nova geração de obras públicas marcadamente
modernas, os palácios da Justiça, as cidades universitárias, os pavilhões.
Mercado do Bom Sucesso (Porto - 1952) Grupo ARS
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A nova arquitectura
manifestou-se de forma mais consistente em primeiro
lugar no Porto, cidade afirmativa na sua
modernização, onde a encomenda privada vai estimular linguagens
arquitectónicas inovadoras. “Por isso, naquela altura,
Lisboa ia ao Porto ver arquitectura moderna”
Faculdade de Economia do Porto Viana de Lima (Porto – 1953)
Surgem inovadoras obras em termos de desenhos e soluções tipológicas,
marcadamente modernas, quer ao nível do cuidado com o pormenor, quer na
organização dos espaços privados e comuns.
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A quantidade e qualidade de obras e nomes envolvidos, virá a dar origem à denominação de “Escola do Porto”, inicialmente agrupada em torno da figura de Carlos Ramos (1897-1969), director do curso de arquitectura durante quase toda a década de 40.
Edifício DKW– Arménio Losa (Porto - 1951)
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A Escola do Porto, tendo uma visão
modernista e internacional do ensino, apoiada na prática projectual
eminentemente relacionada com a
problemática da habitação, irá formar uma importante geração de arquitectos.
Assistirá-se de igual forma a uma
dissidência de importantes nomes da arquitectura da Escola de Lisboa,
procurando um alternativa à opressiva e académica Escola de Lisboa.
Habitação unifamiliar na R. Ameal (1952) e Habitação unifamiliar na R. Santos Pousada (1950)
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Paralelamente em Lisboa desenvolve-se uma acção mais abrangente, não se
confinando à defesa de uma arquitectura moderna. Sobretudo para a ditadura, a
modernização era sinónimo de socialismo
ilustrado, não podendo funcionar de forma autónoma da arquitectura oficial.
É no entanto em Lisboa ao nível do desenho urbano que se conseguirão criar novas
estruturas que abandonam o modelo
tradicional do quarteirão, introduzindo o
crescimento vertical e a libertação do piso térreo para jardins e espaços de exterior, um dos postulados Corbusianos.
Conjunto habitacional na Av. Infante Santo (Lisboa - 1955) A. Pessoa, H. Gandra e J.Manta
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O MOVIMENTO MODERNOd
Lentamente, a generalização da aplicação dos ideais do movimento moderno
estendem-se à iniciativa privada, marcada pelo surgimento de novas referência
nacionais para todo o século XX,
nomeadamente Fernando Távora
(1923-2005), que reaquaciona a teoria e a prática do movimento moderno em Portugal.
A produção arquitectónica dos anos 50, de grande qualidade e em pequeno número, tenderá a banalizar-se perversamente nas seguintes décadas.
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A SEGUNDA METADE DO SÉC. XXe
À medida que o estilo internacional se generalizava programaticamente e se estendia a todo o território com o
emergente perigo da sua banalização, surgia nos sectores mais esclarecidos e junto dos autores mais críticos a
necessidade de rever o caminho percorrido.
Esboçava-se uma procura de
autenticidade contrária ao estilo
internacional, denunciando a preocupação de tornar possível a integração da
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A SEGUNDA METADE DO SÉC. XXe
Keil do Amaral, um dos primeiros
interlocutores do modernismos, defende uma linguagem mais simples e
equilibrada, inspirada na arquitectura
popular, propondo em 1947 a realização de uma pesquisa séria sobre este tema.
Também Januário Godinho (1910-1990) desenvolvia desde os anos 40 uma
linguagem fortemente contextualizada ao
lugar, particularmente atenta aos ambientes naturais, assim como ás
técnicas e materiais tradicionais.
Pousada de Salamonde (Gerês - 1956) Januário Godinho
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A SEGUNDA METADE DO SÉC. XXe
Será no entanto Fernando Távora que realizará uma obra pioneira, pela
inquietação do seu percurso projectual, pelo valor das suas reflexões teóricas e pelo legado e influência que determinará uma reforçada geração de arquitectos na segunda metada do séc. XX.
O seu percurso de autor e professor revela uma busca de autenticidade, integrando o desejado compromisso da história com a vanguarda, reequacionando o modelo
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A SEGUNDA METADE DO SÉC. XXe
A realização do Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa, iniciado em 1955,
desencadeado por Keil do Amaral, contou com a participação de cerca de duas centenas de arquitectos, reunindo um grupo heterogéneo de modernos racionalistas, organicistas e a mais recente geração de modernistas,
realizado com o apoio oficial da ditadura, no sentido de “contribuir para o
aportuguesamento da arquitectura”.
Pavilhão de Ténis (Matosinhos - 1960) - Fernando Távora Arquitectura Popular do Nordeste de Portugal
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A SEGUNDA METADE DO SÉC. XXe
Mais do que um inventário de formas e técnicas construtivas, propõe uma
aproximação ao lugar, às formas de
povoamento e seus saberes, sendo a base de uma teorização em torno do moderno e
regional, como resposta à ortodoxia dos CIAM (que estava a sofrer o mesmo
questionamento no seu interior).
Será precisamente a casa de Ofir, uma das obras de Távora, que será apresentada
internacionalmente nos CIAM como um
exemplo deste novo paradigma, norteando o caminho que irá estar patente num dos seus
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A SEGUNDA METADE DO SÉC. XXe
O caminho trilhado por Távora será no entanto exponenciado por Siza a partir da década de 50/60, com alguns dos mais interessantes trabalhos de pequena escala realizados em todos o séc.XX, nomeadamente a Casa de Chá da Boa Nova
(1963) e as Piscinas de Leça da Palmeira (1966), sendo hoje o testemunho do mais
prestigiado e importante
arquitecto português de toda a
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A SEGUNDA METADE DO SÉC. XXe
A capacidade de síntese, o diálogo e a relação da edificação com a sua envolvente, a linguagem moderna, mas recorrendo a materiais tradicionais e não
ignorando as novas tecnologias, anunciam um autor intuitivamente sensível, que explora a dimensão geográfia, transformando-se ao longo das últimas décadas na
grande figura da Escola do Porto e da Arquitectura Portuguesa.
Piscina das Marés (Matosinhos - 1966) Álvaro Siza
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A SEGUNDA METADE DO SÉC. XXe
Apesar da existência de nomes,
investigações e produções arquitectónicas de relevo, as seguintes décadas estarão marcadas por um progressivo decréscimo da qualidade arquitectónica, ora por
castramento político (década de 60), ora por instabilidade social (década de 70) ou até por excessos económicos (década de 80), produzindo-se arquitectura de relevo apenas em casos e objectos pontuais.
A encomenda privada de pequena escala, as pesquisas isoladas e a obra de autor de reduzida dimensão, serão a base que irá proporcionar um resurgir das referências nacionais no contexto pós-1974, sobretudo na temática da habitação colectiva.
Igreja do Sagrado Coração de Jesus (Lisboa - 1961) Nuno Teotónio Pereira, c/ Nuno Portas,
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A SEGUNDA METADE DO SÉC. XXe
Neste âmbito devemos por isso destacar o período de 1974-1976, como aquele onde de forma mais consistente se realizaram
alguns dos mais interessantes trabalhos nesta matéria, sobretudo os projectos de Álvaro Siza – Bairro da Bouça (1974-2006) e da Malagueira (1976), no âmbito do SAAL – Serviço de Apoio Amulatório Local.
O programa SAAL, lançado pelo recém formado governo através do Fundo do Fomento da Habitação, visava uma construção rápida e
directa de nova habitação para populações carenciadas. Alguns dos projectos e intervenientes lançaram a arquitectura portuguesa a nível internacional, enquanto estudo sobre a temática da habitação social.
Bairro da Bouça (Porto) – Álvaro Siza 1977 (Fase 1) – 2005 (Fase 2)
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A SEGUNDA METADE DO SÉC. XXe
Enquanto que em Portugal a investigação, teorização e prática arquitectónica
continuava centrada em poucos e isolados intervenientes, em alguns circuitos
internacionais iniciava-se uma reação que frontalmente rejeitava os princípios básicos do Movimento Moderno: o Pós-modernismo. Tendo origem no EUA e Inglaterra, assume-se a partir dos anos 60 como um retorno
consciente e intencional às raízes históricas
da Arquitectura, sobretudo ás referências seculares de Vitruvio (sec. I a.c.) e Palladio
(sec. XVI). Guild House – Robert Venturi (Filadélfia - 1963)
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A SEGUNDA METADE DO SÉC. XXe
Se em Portugal o Pós-Modernismo irá centrar-se na figura de Manuel Vicente (1934-...), Raul Hestnes Ferreira (1931-...) e sobretudo Tomás Taveira (1938-...), a Norte do país, a cultura arquitectónica esteve
sempre mais ligada à Escola do Porto, centrada e fechada a partir da década de 70, na figura de Álvaro Siza, que começava então a afirmar-se como uma grande figura internacional.
O crescente prestígio da sua arquitectura, os ecos do SAAL e um posicionamento deliberado em contracorrente em relação aos
revivalismos pós-modernistas que se afirmavam na Europa, são alguns dos motivos que levaram a que na Escola do Porto se formasse um
núcleo coeso na vontade de prosseguir uma via ligada à modernidade do Séc. XX, prosseguindo o seu caminho de forma autónoma
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A SEGUNDA METADE DO SÉC. XXe
Academicamente esgotado e
ultrapassado a partir da década de 80, o Pós-modernismo continua a figurar em Portugal com algum protagonismo, conciliando-se com o
desenvolvimento de edifícios que cultivaram o que genericamente foi designado como “arquitectura de empresário”. A imagem era ditada nacionalmente pelo gosto que se vende, pela promoção imobiliária e pela ausência de uma identidade
arquitectónica moderna consolidada.
Marina de Albufeira (Albufeira - 2002) Tomás Taveira e o exemplo da Arquitectura de empresário, na variante Pós-Modernista
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Nos anos posteriores a 1985, muitos dos autores que se haviam afirmado nas
décadas de 50 e 60 ressurgem como figuras de primeiro plano, após alguns anos de menor actividade. A retoma económica, a crescente construção de
grandes equipamentos e o reconhecimento da arquitectura portuguesa de vanguarda no estrangeiro e depois em Portugal,
formam a conjuntura de um renovado conjunto: Teotónio Pereira (1922-...),
Fernando Távora, Manuel Tainha (1922-...), Vítor Figueiredo (1929-2004), são alguns dos exemplos paradigmáticos.
Escola Superior de Artes Decorativas (Caldas da Rainha – 1997)
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Para além do retorno das figuras consagradas, as gerações
formadas nas décadas de 60 e 70 aparecem com renovado fulgor: Eduardo Souto de Moura (1952-...), Gonçalo Byrne (1941-...) e João
Carrilho da Graça (1952-...), sendo conjuntamente com Siza, as
grandes referências
arquitectónicas do último quarto de século em Portugal, numa clara afirmação de um novo pulsar
contemporâneo nacional. Escola Superior da Comunicação Social(Lisboa – 1993)