• Nenhum resultado encontrado

S1.6 ARQ PORTUGAL parte2

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "S1.6 ARQ PORTUGAL parte2"

Copied!
29
0
0

Texto

(1)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

O MOVIMENTO MODERNO

d

Em 1919, fundada por Walter Gropius, surgia na Alemanha, em Weimar e mais tarde

Dessau, a Bauhaus (1919-1933), uma escola de artes que propunha a integração entre as artes aplicadas e as Belas-Artes,

defendendo a renovação destes conceitos e valorizando o design industrial.

A influência dos seus postulados serão

fundamentais para determinar a arquitectura de todo o séc. XX a nível mundial, orientando-se a partir de critérios racionalistas e

funcionais, defendendo a actualização

tecnológica e uma intervenção mais directa na sociedade.

Bauhaus – Walter Gropius (Dessau - 1926)

(2)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

Em 1927, surge o Departamento de

Arquitectura da Bauhaus que segue os critérios de Walter Gropius, um dos

grandes impulsionadores do Movimento Moderno na arquitectura europeia.

O edifício projectado por Gropius para sede da escola é considerado, ainda hoje, o mais racionalista de toda a

arquitectura alemã, destacando-se pela sua simplicidade formal e estrutural.

d

O MOVIMENTO MODERNO

Bauhaus – Walter Gropius (Dessau - 1926)

(3)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

Paralelamente à Bauhaus destaca-se no panorama internacional Le Corbusier

(1887-1965). Norteado pelo racionalismo funcionalista que guiava a Bauhaus, propõe uma aliança entre arquitectura e indústria como resposta aos

problemas da sociedade e sua habitação. Define as habitações como “máquinas para viver”.

As suas teorias resumem-se no livro “Os Cinco Pontos da Nova Arquitectura”, de 1926, onde Corbusier defendia a planta livre (1) e fachada livre (2), as construções apoiadas em pilotis (pilares - 3) e assim elevadas do solo com

terraços jardins (4) e as janelas horizontais (5).

d

O MOVIMENTO MODERNO

(4)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

As concepções de Le Corbusier, Gropius e Mies van der Rohe foram divulgadas e expandidas pelos

CIAM (Congressos Internacionais de Arquitectura Moderna) que, a partir de 1928, se realizam em várias cidades europeias,

contribuindo para organizar as ideias do Movimento Moderno,

num Estilo Internacional que, após 1930, se difundiu nos dois lados do Atlântico.

d

O MOVIMENTO MODERNO

(5)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A partir da década de 30, começa a esboçar-se a primeira reação ao Funcionalismo Racionalista que

funcionava como base do Movimento Moderno, procurando a arte e a

arquitectura novas vias com mais preocupações com a envolvente e o respeito pelas tradições locais ao

nível do uso de materiais e técnicas de construção.

Surge integrado neste contexto, outra das grandes referências da

arquitectura do séc. XX, o americano

Frank Lloyd Wright (1869-1959)

d

O MOVIMENTO MODERNO

Casa da Cascata – F.L. Wright (Pittsburgh - 1936)

(6)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

F. L. Wright, não negando a importância e a relevância do movimento moderno, incorpora os seus princípios numa

arquitectura muito própria, orgânica, sensorial, com detalhe e requinte, produzindo alguns dos mais

interessantes exemplares da arquitectura do Séc. XX

Ligada a esta concepção organicista e mais sensitiva da arquitectura está também a obra de Alvar Aalto (1898-1976), que influenciam de forma

directa uma importante geração de arquitectos a nível internacional.

d

O MOVIMENTO MODERNO

Villa Mairea – Alvar Aalto (Noormarkku - 1939)

(7)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A influência do racionalismo e

funcionalismo do Movimento Moderno em Portugal é retardado pelo clima social e político. Nomes como Cassiano Branco (1898-1970), Carlos Ramos (1897-1969) ou Rogério de Azevedo (1898-1983), são os responsáveis pela introdução dos

primeiros ideiais modernistas.

d

O MOVIMENTO MODERNO

Edifício (1933) e Garagem do Comércio do Porto (1932) Rogério de Azevedo (Porto)

(8)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

Será no entanto com a geração já nascida no séc. XX, que a Arquitetura Moderna em Portugal se executa com mais coerência, nomeadamente através de Keil do Amaral (1910-1975), Viana de Lima (1913-1991),

Arménio Losa (1908-1988), em plenos anos 50, sobretudo a partir do I Congresso

Nacional de Arquitectura de 1948.

d

O MOVIMENTO MODERNO

Considerado como um momento de

viragem, introduz a arquitectura moderna aliada à industrialização e à participação dos arquitectos na resolução do problema da habitação sem constrangimentos nem

(9)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

O MOVIMENTO MODERNO

d

A nova ideologia surgia devido a uma

aparente liberdade na fase pós-1945, onde o fascismo havia sido derrotado e a

oposição interna nacional se sentia revigorada.

Desta forma é possível discutir-se os percursos internacionais do CIAM, de

Corbusier, da nova vanguarda brasileira de Niemeyer, Lucio Costa e a sua Brasília.

O regime tenta reagir a este movimento colectivo, ora no indeferimento de

projectos modernistas, ora na oposição à eleição do presidente da classe dos

(10)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

O MOVIMENTO MODERNO

d

Ao longo da década de 50, o regime irá aproximar-se de algumas destas

ideologias, chegando mesmo a entregar importantes obras públicas a alguns dos seus mentores. Pouco a pouco o regime vai revelar suficiente sagacidade política para compreender a utilidade da

divulgação destes exemplos integrando-os em operações de propaganda nacional e internacional. Surge uma nova geração de obras públicas marcadamente

modernas, os palácios da Justiça, as cidades universitárias, os pavilhões.

Mercado do Bom Sucesso (Porto - 1952) Grupo ARS

(11)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

O MOVIMENTO MODERNO

d

A nova arquitectura

manifestou-se de forma mais consistente em primeiro

lugar no Porto, cidade afirmativa na sua

modernização, onde a encomenda privada vai estimular linguagens

arquitectónicas inovadoras. “Por isso, naquela altura,

Lisboa ia ao Porto ver arquitectura moderna”

Faculdade de Economia do Porto Viana de Lima (Porto – 1953)

(12)

Surgem inovadoras obras em termos de desenhos e soluções tipológicas,

marcadamente modernas, quer ao nível do cuidado com o pormenor, quer na

organização dos espaços privados e comuns.

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

O MOVIMENTO MODERNO

d

A quantidade e qualidade de obras e nomes envolvidos, virá a dar origem à denominação de “Escola do Porto”, inicialmente agrupada em torno da figura de Carlos Ramos (1897-1969), director do curso de arquitectura durante quase toda a década de 40.

Edifício DKW– Arménio Losa (Porto - 1951)

(13)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

O MOVIMENTO MODERNO

d

A Escola do Porto, tendo uma visão

modernista e internacional do ensino, apoiada na prática projectual

eminentemente relacionada com a

problemática da habitação, irá formar uma importante geração de arquitectos.

Assistirá-se de igual forma a uma

dissidência de importantes nomes da arquitectura da Escola de Lisboa,

procurando um alternativa à opressiva e académica Escola de Lisboa.

Habitação unifamiliar na R. Ameal (1952) e Habitação unifamiliar na R. Santos Pousada (1950)

(14)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

O MOVIMENTO MODERNO

d

Paralelamente em Lisboa desenvolve-se uma acção mais abrangente, não se

confinando à defesa de uma arquitectura moderna. Sobretudo para a ditadura, a

modernização era sinónimo de socialismo

ilustrado, não podendo funcionar de forma autónoma da arquitectura oficial.

É no entanto em Lisboa ao nível do desenho urbano que se conseguirão criar novas

estruturas que abandonam o modelo

tradicional do quarteirão, introduzindo o

crescimento vertical e a libertação do piso térreo para jardins e espaços de exterior, um dos postulados Corbusianos.

Conjunto habitacional na Av. Infante Santo (Lisboa - 1955) A. Pessoa, H. Gandra e J.Manta

(15)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

O MOVIMENTO MODERNO

d

Lentamente, a generalização da aplicação dos ideais do movimento moderno

estendem-se à iniciativa privada, marcada pelo surgimento de novas referência

nacionais para todo o século XX,

nomeadamente Fernando Távora

(1923-2005), que reaquaciona a teoria e a prática do movimento moderno em Portugal.

A produção arquitectónica dos anos 50, de grande qualidade e em pequeno número, tenderá a banalizar-se perversamente nas seguintes décadas.

(16)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A SEGUNDA METADE DO SÉC. XX

e

À medida que o estilo internacional se generalizava programaticamente e se estendia a todo o território com o

emergente perigo da sua banalização, surgia nos sectores mais esclarecidos e junto dos autores mais críticos a

necessidade de rever o caminho percorrido.

Esboçava-se uma procura de

autenticidade contrária ao estilo

internacional, denunciando a preocupação de tornar possível a integração da

(17)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A SEGUNDA METADE DO SÉC. XX

e

Keil do Amaral, um dos primeiros

interlocutores do modernismos, defende uma linguagem mais simples e

equilibrada, inspirada na arquitectura

popular, propondo em 1947 a realização de uma pesquisa séria sobre este tema.

Também Januário Godinho (1910-1990) desenvolvia desde os anos 40 uma

linguagem fortemente contextualizada ao

lugar, particularmente atenta aos ambientes naturais, assim como ás

técnicas e materiais tradicionais.

Pousada de Salamonde (Gerês - 1956) Januário Godinho

(18)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A SEGUNDA METADE DO SÉC. XX

e

Será no entanto Fernando Távora que realizará uma obra pioneira, pela

inquietação do seu percurso projectual, pelo valor das suas reflexões teóricas e pelo legado e influência que determinará uma reforçada geração de arquitectos na segunda metada do séc. XX.

O seu percurso de autor e professor revela uma busca de autenticidade, integrando o desejado compromisso da história com a vanguarda, reequacionando o modelo

(19)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A SEGUNDA METADE DO SÉC. XX

e

A realização do Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa, iniciado em 1955,

desencadeado por Keil do Amaral, contou com a participação de cerca de duas centenas de arquitectos, reunindo um grupo heterogéneo de modernos racionalistas, organicistas e a mais recente geração de modernistas,

realizado com o apoio oficial da ditadura, no sentido de “contribuir para o

aportuguesamento da arquitectura”.

Pavilhão de Ténis (Matosinhos - 1960) - Fernando Távora Arquitectura Popular do Nordeste de Portugal

(20)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A SEGUNDA METADE DO SÉC. XX

e

Mais do que um inventário de formas e técnicas construtivas, propõe uma

aproximação ao lugar, às formas de

povoamento e seus saberes, sendo a base de uma teorização em torno do moderno e

regional, como resposta à ortodoxia dos CIAM (que estava a sofrer o mesmo

questionamento no seu interior).

Será precisamente a casa de Ofir, uma das obras de Távora, que será apresentada

internacionalmente nos CIAM como um

exemplo deste novo paradigma, norteando o caminho que irá estar patente num dos seus

(21)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A SEGUNDA METADE DO SÉC. XX

e

O caminho trilhado por Távora será no entanto exponenciado por Siza a partir da década de 50/60, com alguns dos mais interessantes trabalhos de pequena escala realizados em todos o séc.XX, nomeadamente a Casa de Chá da Boa Nova

(1963) e as Piscinas de Leça da Palmeira (1966), sendo hoje o testemunho do mais

prestigiado e importante

arquitecto português de toda a

(22)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A SEGUNDA METADE DO SÉC. XX

e

A capacidade de síntese, o diálogo e a relação da edificação com a sua envolvente, a linguagem moderna, mas recorrendo a materiais tradicionais e não

ignorando as novas tecnologias, anunciam um autor intuitivamente sensível, que explora a dimensão geográfia, transformando-se ao longo das últimas décadas na

grande figura da Escola do Porto e da Arquitectura Portuguesa.

Piscina das Marés (Matosinhos - 1966) Álvaro Siza

(23)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A SEGUNDA METADE DO SÉC. XX

e

Apesar da existência de nomes,

investigações e produções arquitectónicas de relevo, as seguintes décadas estarão marcadas por um progressivo decréscimo da qualidade arquitectónica, ora por

castramento político (década de 60), ora por instabilidade social (década de 70) ou até por excessos económicos (década de 80), produzindo-se arquitectura de relevo apenas em casos e objectos pontuais.

A encomenda privada de pequena escala, as pesquisas isoladas e a obra de autor de reduzida dimensão, serão a base que irá proporcionar um resurgir das referências nacionais no contexto pós-1974, sobretudo na temática da habitação colectiva.

Igreja do Sagrado Coração de Jesus (Lisboa - 1961) Nuno Teotónio Pereira, c/ Nuno Portas,

(24)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A SEGUNDA METADE DO SÉC. XX

e

Neste âmbito devemos por isso destacar o período de 1974-1976, como aquele onde de forma mais consistente se realizaram

alguns dos mais interessantes trabalhos nesta matéria, sobretudo os projectos de Álvaro Siza – Bairro da Bouça (1974-2006) e da Malagueira (1976), no âmbito do SAAL – Serviço de Apoio Amulatório Local.

O programa SAAL, lançado pelo recém formado governo através do Fundo do Fomento da Habitação, visava uma construção rápida e

directa de nova habitação para populações carenciadas. Alguns dos projectos e intervenientes lançaram a arquitectura portuguesa a nível internacional, enquanto estudo sobre a temática da habitação social.

Bairro da Bouça (Porto) – Álvaro Siza 1977 (Fase 1) – 2005 (Fase 2)

(25)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A SEGUNDA METADE DO SÉC. XX

e

Enquanto que em Portugal a investigação, teorização e prática arquitectónica

continuava centrada em poucos e isolados intervenientes, em alguns circuitos

internacionais iniciava-se uma reação que frontalmente rejeitava os princípios básicos do Movimento Moderno: o Pós-modernismo. Tendo origem no EUA e Inglaterra, assume-se a partir dos anos 60 como um retorno

consciente e intencional às raízes históricas

da Arquitectura, sobretudo ás referências seculares de Vitruvio (sec. I a.c.) e Palladio

(sec. XVI). Guild House – Robert Venturi (Filadélfia - 1963)

(26)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A SEGUNDA METADE DO SÉC. XX

e

Se em Portugal o Pós-Modernismo irá centrar-se na figura de Manuel Vicente (1934-...), Raul Hestnes Ferreira (1931-...) e sobretudo Tomás Taveira (1938-...), a Norte do país, a cultura arquitectónica esteve

sempre mais ligada à Escola do Porto, centrada e fechada a partir da década de 70, na figura de Álvaro Siza, que começava então a afirmar-se como uma grande figura internacional.

O crescente prestígio da sua arquitectura, os ecos do SAAL e um posicionamento deliberado em contracorrente em relação aos

revivalismos pós-modernistas que se afirmavam na Europa, são alguns dos motivos que levaram a que na Escola do Porto se formasse um

núcleo coeso na vontade de prosseguir uma via ligada à modernidade do Séc. XX, prosseguindo o seu caminho de forma autónoma

(27)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A SEGUNDA METADE DO SÉC. XX

e

Academicamente esgotado e

ultrapassado a partir da década de 80, o Pós-modernismo continua a figurar em Portugal com algum protagonismo, conciliando-se com o

desenvolvimento de edifícios que cultivaram o que genericamente foi designado como “arquitectura de empresário”. A imagem era ditada nacionalmente pelo gosto que se vende, pela promoção imobiliária e pela ausência de uma identidade

arquitectónica moderna consolidada.

Marina de Albufeira (Albufeira - 2002) Tomás Taveira e o exemplo da Arquitectura de empresário, na variante Pós-Modernista

(28)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A SEGUNDA METADE DO SÉC. XX

e

Nos anos posteriores a 1985, muitos dos autores que se haviam afirmado nas

décadas de 50 e 60 ressurgem como figuras de primeiro plano, após alguns anos de menor actividade. A retoma económica, a crescente construção de

grandes equipamentos e o reconhecimento da arquitectura portuguesa de vanguarda no estrangeiro e depois em Portugal,

formam a conjuntura de um renovado conjunto: Teotónio Pereira (1922-...),

Fernando Távora, Manuel Tainha (1922-...), Vítor Figueiredo (1929-2004), são alguns dos exemplos paradigmáticos.

Escola Superior de Artes Decorativas (Caldas da Rainha – 1997)

(29)

06

ARQ. PORT. SÉC. XX

A SEGUNDA METADE DO SÉC. XX

e

Para além do retorno das figuras consagradas, as gerações

formadas nas décadas de 60 e 70 aparecem com renovado fulgor: Eduardo Souto de Moura (1952-...), Gonçalo Byrne (1941-...) e João

Carrilho da Graça (1952-...), sendo conjuntamente com Siza, as

grandes referências

arquitectónicas do último quarto de século em Portugal, numa clara afirmação de um novo pulsar

contemporâneo nacional. Escola Superior da Comunicação Social(Lisboa – 1993)

Referências

Documentos relacionados

the human rights legislated at an international level in the Brazilian national legal system and in others. Furthermore, considering the damaging events already

utilizada, pois no trabalho de Diacenco (2010) foi utilizada a Teoria da Deformação Cisalhante de Alta Order (HSDT) e, neste trabalho utilizou-se a Teoria da

Para a análise de dados optou-se por utilizar a escala de Likert nos questionários para medir o grau de inovação das empresas, sendo que: a pontuação 1,0 é

de professores, contudo, os resultados encontrados dão conta de que este aspecto constitui-se em preocupação para gestores de escola e da sede da SEduc/AM, em

De acordo com o Consed (2011), o cursista deve ter em mente os pressupostos básicos que sustentam a formulação do Progestão, tanto do ponto de vista do gerenciamento

nesse contexto, principalmente em relação às escolas estaduais selecionadas na pesquisa quanto ao uso dos recursos tecnológicos como instrumento de ensino e

Esta ação consistirá em duas etapas. Este grupo deverá ser composto pela gestora, pelo pedagogo e ou coordenador pedagógico e um professor por disciplina

Pensar a formação continuada como uma das possibilidades de desenvolvimento profissional e pessoal é refletir também sobre a diversidade encontrada diante