• Nenhum resultado encontrado

7 Referências bibliográficas

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "7 Referências bibliográficas"

Copied!
9
0
0

Texto

(1)

ALBERTI, V. Manual de história oral. Rio de Janeiro, Editora Fundação Getulio Vargas. 2004.

ADELMAN, M. Travestis e transexuais e os Outros: Identidade e Experiências de Vida. In: Gênero. Niterói: Ed. UFF, v.4, n.1, 2003, p.65-100.

ALTMANN, H. Gênero, sexo e sexualidade: interfaces com o corpo. In: Estudos Feministas. nº 1, p.114-124, 1º semestre, 1998.

AMARO, S. T. A. A Assistência Social como política pública: as relações de

dádiva em questão. Revista Debates Sociais, RJ, n 58, ano XXXVI, 2001, pp.

141-145.

ARÁN, M; MURTA, D.; LIONÇO, T. Transexualidade e Saúde Pública no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, vol.14, nº. 4. Rio de Janeiro. Jul/Ago. 2009. Disponível em http://www.scielosp.org/scielo acessado em Maio de 2010.

BEHRING, E. R.. Fundamentos de Política Social. In: Revista Serviço Social e

Saúde: Formação e Trabalho Profissional. Rio de Janeiro: UERJ, 2006.

________, E. R. & BOSCHETTI, Ivanete. Política Social: fundamentos e

história. São Paulo: Cortez, 2007.

BENEDETTI, M. Toda Feita: O corpo e o gênero das travestis. Rio de Janeiro: Garamond, 2005.

BENJAMIN, W. Magia e Técnica, Arte e Política: ensaios sobre literatura e história da cultura. 7ª ed. São Paulo, Brasiliense, 1994.

BENTO, B. A reinvenção do corpo: sexualidade e gênero na experiência

transexual. Rio de Janeiro: Garamond, 2006.

________. O que é transexualidade. São Paulo: Brasiliense, 2008.

BLACKWELL M.; NABER N. Interseccionalidade em uma era de globalização.

Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 10, n. 1, 2002, p.189-198.

BOMFIM. P. T. S. Discriminação e Preconceito: identidade, cotidiano e

religiosidades de travestis e transexuais. 2009. 132 f. Dissertação de Mestrado

(Psicologia) – Universidade Católica de Brasília – Brasília/DF. 2009.

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0812003/CA

(2)

CARDOZO, F. Parentesco e parentalidades em Florianópolis/SC. 2006. 123f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sociologia). Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. Orientadora: Prof.ª Miriam Pillar Grossi. CASSEMIRO, L. C. Transcendendo o ideário de participação social: uma análise do acesso dos homossexuais masculinos às políticas públicas. 2003. 148f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Serviço Social). Universidade de Taubaté, Taubaté/SP, 2003.

CASTEL, R. Metamorfoses da questão social. Petrópolis, Editora Vozes, 1998. CASTELLS, M. O poder da identidade. A Era da informação: economia, sociedade e cultura. V. II. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

CASTLE, T. A cultura do travesti: sexualidade e baile de máscaras na Inglaterra do século XVIII. In: ROSSEUAU, G.S. et ali (orgs.). Submundos do sexo no Iluminismo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

COSTA, R. P. Os onze sexos: as múltiplas faces da sexualidade humana. São Paulo: Editora Gente, 1994.

COUTO, E. S. Transexualidade: o corpo em mutação. Salvador: Grupo Gay da Bahia; 1999.

COVRE, M. L.. O que é cidadania. São Paulo, Brasiliense: 2002.

CRENSHAW, K. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativo ao gênero. In: Estudos Feministas, V.10. UFSC. 2002-1, p.171-

188

DRAIBE, S. M. Uma Perspectiva Del Desarollo Social em Brasil. In: GURRIERI, Adolfo. (Org.) Los anos noventa: desarollo com equidad? Costa Rica: Flacso, 1990, p. 217-256.

FACCHINI, R. Sopa de Letrinhas? Movimento homossexual e a produção de identidades coletivas nos anos 90. Rio de Janeiro: Garomond Universitária, 2005. ________; SIMÕES, J. A.. Sexualidade: dimensão conceitual, diversidade, discriminação. Centro Latino Americano em Sexualidade e Direitos Humanos. Versão preliminar, 2006 (mimeo)

FARINA, R.. Transexualismo. Do homem à mulher normal através dos estados de inersexualidade e das parafilias. São Paulo: Novalunar, 1982.

FOUCAULT, M. Microfísica do poder. 20ª ed. Trad. Roberto Machado. Rio de Janeiro: Graal, 1979.

________. História da Sexualidade I: A Vontade de Saber. Rio de Janeiro: Graal, 1993. PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0812003/CA

(3)

FRY, P.; Mac RAY, E. O que é homossexualidade. São Paulo: Brasiliense, 1982 (Coleção Primeiros Passos, 26).

________. Para Inglês Ver: Identidade e Política na Cultura Brasileira. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999.

GOLDENBERG, M.. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. 5. Ed. Rio de Janeiro: Record , 2000.

GROSSI, M. P. Identidade de Gênero e Sexualidade. Coleção Antropologia em Primeira Mão. PPGAS/UFSC, 1998.

GUIMARÃES, C. D. O homossexual visto por entendidos. Rio de Janeiro: Garamond, 2004.

LANDES, R. “Matriarcado cultual e homossexualidade masculina”. In: A cidades

das mulheres. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1967.

LAQUEUR, T. Inventando o sexo: corpo e gênero dos gregos a Freud. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2001.

LIANÇO, T.; GRANER B. S. A.. Movimento GLBT e transexualidade nas políticas públicas de saúde no Brasil: idiossincrasias e sincronismos. In:

Seminário Internacional Fazendo Gênero 7 – Sexualidades, corporalidades e

transgêneros: narrativas fora da ordem. Florianópolis, 2006. 5 p. LISPECTOR, C. A Hora da Estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

LOPES, J. R. Das famílias “desestruturadas” às famílias “recombinadas”:

transição intimidade e feminilidade. Revista Serviço Social e Sociedade, São

Paulo, ano 15, nº 46, p.5-20, dez. 1994.

MACRAE, E. A construção da igualdade: identidade sexual e política no Brasil da “abertura”. Campinas: Editora da Unicamp, 1990.

MARTINELLI, M. L. O uso de abordagens qualitativas em Serviço Social. In NEPI. O uso de abordagens qualitativas em Serviço Social. São Paulo: PUC, 1994. P. 11-18.

_______. Pesquisa Qualitativa: um instigante desafio. São Paulo: Veras, 1999. MEIHY, José Carlos S B. Manual da história oral. São Paulo: Edições Loyola, 1996.

________. Desafios da História Oral Latino Americana: o caso do Brasil, In: FERREIRA, M. M., FERNANDES, T. M., ALBERTI, V. (ORGS). História Oral: desafios para o século XXI, Rio de Janeiro: Editora Fiocruz /Casa de Oswaldo Cruz / CPDOC-FGV, 2000. PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0812003/CA

(4)

MENDES, E. V. Distrito Sanitário: O Processo Social de Mudanças das

Práticas Sanitárias do Sistema Único de Saúde. Hucitec Abrasco - Rio de

Janeiro, 1994.

MINAYO M. C. S; Souza, E. R. 1998. Violência e saúde como um campo interdisciplinar e de ação coletiva. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, IV (3).

________. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 86. Ed.

São Paulo: HUCITEC, 2004.

________. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 25. ed. rev. atual. Petrópolis: Vozes, 2007.

MOTA, A. E. Cultura da Crise e seguridade social: um estudo sobre as

tendências da previdência e da assistência social brasileira nos anos 80 e 90.

São Paulo: Cortez, 1995.

MOTT, L. A cena gay de Salvador em tempos de AIDS. Salvador: Editora Grupo Gay da Bahia, 2000.

NEGRI, B. (org) Brasil: Radiografia da Saúde, Campinas, SP. Unicamp, 2001. PASSAMANI, G. R.. O arco-íris (des) coberto: homossexualidades

masculinas, movimentos sociais e identidades regionais - os casos de Porto Alegre e Buenos Aires. Santa Maria, 2008, 163 f. Dissertação de Mestrado.

Universidade Federal de Santa Maria, Brasil. 2008.

PATRÍCIO, M. C. Travestismo: mobilidade e construção de identidades em Campina Grande. Dissertação de Mestrado. PPGA/UFPE. Recife: 2002. Orientador: Prof. Dr. Russel Parry Scott.

PELÚCIO, L. Nos nervos, na carne e na pele – ma etnografia sobre

prostituição travesti e o modelo preventivo de Aids. São Carlos/SP: Programa

de Pós-Graduação em Ciências Sociais, Universidade Federal de São Carlos. (Tese de Doutorado). 2007.

________. No salto: trilhas e percalços de uma etnografia entre travestis que se prostituem. In: BONETTI, Alinne & FLECHTER, Soraya (org). Entre Saias

Justas e Jogos de Cintura: gênero e etnografia na antropologia brasileira recente

(no prelo).

________. Na noite nem todos os gatos são pardos: notas sobre prostituição travesti. In: Cadernos Pagu. Campinas: PPGAS/Unicamp, nº 25, 2005 (pp. 217-248). PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0812003/CA

(5)

________. Três casamentos e algumas reflexões: notas sobre conjugalidade envolvendo travestis que se prostituem.. In: Revista de Estudos Feministas. Florianópolis:

2006 (no prelo).

PEREIRA, P. A. P. Concepções e propostas de políticas sociais em curso: tendências, perspectivas e conseqüências. Brasília, DF: NEPPOS, CEAM - UnB, 1994.

________. A. política de Assistência Social: avanços e retrocessos. In: Cadernos

do CEAM nº 11. Brasília: CEAM/UnB, 2002.

PERELMUTTER, D.; ANTONACCI, M. A.. (Org.). Ética e História Oral: projeto de história. Revista do Programa de Estudos de Pós-Graduados em História e

do Departamento de História da PUC-SP. São Paulo: Ed. da PUC, nº 15, abr,

p.13-50, 1997.

PERES, W. S.. Subjetividade das travestis brasileiras: da vulnerabilidade da

estigmatização à construção da cidadania. Rio de Janeiro: Programa de Pós-

Graduação em Saúde Coletiva, Universidade Estadual do Rio de Janeiro. (Dissertação de Doutorado) 2005.

________. Travestis: corpo, cuidado de si e cidadania In Fazendo Gênero 8

Corpo, Violência e Poder. Florianópolis, 25 a 28 de agosto de 2008.

________. Relações Sociais e de Gêneros entre Travestis de Londrina: construindo identidades cidadãs. Comunicação. II Seminário Internacional. Educação intercultural, Gênero e Movimentos Sociais. Identidades, diferenças e mediações, 2003.

________. Travestis brasileiras: construindo identidades cidadãs. In: GROSSI, Miriam Pillar et alii. Movimentos Sociais, Educação e Sexualidades. Rio de Janeiro: Garamond, 2005 (pp. 53-68).

PESSOA, F. Poesia Completa de Alberto Caieiro. São Paulo: Companhia das Letras, 2005

PICAZIO, C.. Diferentes Desejos – Adolescentes Homo, Bi e Hetero Sexuais. São Paulo: Summus, 2000.

________. Educando para a diversidade: os GLBTs na escola; orientações para educadores e pais. Secretaria Especial de Direitos Humanos. São Paulo: Corsa, 2003.

PORTELLI, A. Memória e Diálogo: desafios da história oral para a ideologia do século XXI. História oral: desafios para o século XXI. Rio de Janeiro: Fiocruz – Fundação Getúlio Vargas, 2000. p. 67-72.

________. Tentando aprender um pouquinho: algumas reflexões sobre a ética na história oral. Revista do Programa de Estudos de Pós-Graduados em História

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0812003/CA

(6)

e do Departamento de História da PUC-SP. São Paulo: Ed. da PUC, nº 15, abr,

p.13-50, 1997.

________. História Oral como gênero. Projeto História, São Paulo: EDUC, n. 22, p. 9 - 36, jun. 2001.

________. Forma e Significado na História Oral: a pesquisa como um experimento de igualdade. Projeto História, São Paulo: EDUC, n. 14, p. 7 – 24, fev. 1997b.

________. O que faz a História Oral Diferente. Projeto História, São Paulo: EDUC, n. 14, p. 25 – 40, fev. 1997c.

________. A Filosofia e os Fatos: narração, interpretação e significado nas memórias e nas fontes orais. Tempo. Rio de Janeiro: Relume Dumará, v. 1, n. 2, p. 59 – 72. 1996.

PRADO, M.A, MACHADO, F.V. Preconceito contra homossexualidades: a hierarquia da invisibilidade. Cortez, São Paulo, 2008.

RODRIGUES, J. A imprensa gay do Rio de Janeiro: linguagem verbal e linguagem visual. In: Grossi, M. et al. Movimentos sociais, educação e sexualidades. Rio de Janeiro: Garamond, 2005.

SAFFIOTI, H. I. B.; ALMEIDA, S. S. Violência de Gênero: Poder e Impotência. Rio de Janeiro, Revinter Ltda, 1995.

SANTOS, W. G., 1979. Cidadania e Justiça. Rio de Janeiro: Campus.

SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. Cortez, São Paulo, 2002.

SIMIONATO, I. Caminhos e descaminhos da política de Saúde no Brasil. Revista Inscrita, 1997.

SILVA, Hélio R. S. Travesti a Invenção do Feminino, Rio de Janeiro, Relume-Dumará, ISER, 1993.

SILVA, M. K. Uma introdução à história oral. Cadernos de Sociologia, v.9. Porto Alegre, 1999. p.115-141.

SILVA, M. V. Transcendendo o ideário do arco-íris: da invisibilidade à efetivação de direitos. 2009. 133 f. Dissertação (Mestrado em Serviço Social) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2009.

SILVEIRA, E. M. C. De tudo fica um pouco: a construção social da identidade do transexual. 2006. 302f. Tese (Doutorado em Serviço Social) – Faculdade de Serviço Social, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2006. PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0812003/CA

(7)

SCOTT, Joan. W. “Gênero: Uma Categoria Útil para a Análise Histórica.” Traduzido pela SOS: Corpo e Cidadania. Recife, 1990.

SEGATO, R. Santos e Daimones. Brasília, Editora da UNB, 1995.

SPOSATI, A. Assistência na Trajetória das Políticas Sociais Brasileiras: uma

questão em análise. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 1995. 112 p. 6. Ed., São Paulo: Cortez, 1995.

________. Especificidade e intersetoralidade da política de assistência social. In.

Serviço Social e Sociedade nº 77, Cortez, 2004.

________. A menina Loas: um processo de construção da assistência social. São Paulo: Cortez, 2004.

STOLLER, R. J. A experiência transexual. Rio de Janeiro: Imago, 1982.

________. Masculinidade e feminilidade (apresentações de gênero). Porto Alegre: Artmed, 1993.

SZYMANSKI, H.. Um estudo sobre significado de família. Tese de doutorado. Pontifícia Universidade Católica. PUC/SP, 1987.

TEIXEIRA, M. L. L.. “Lorogum: identidades sexuais e poder no candomblé”. In: Carlos Eugênio Marcondes de Moura (org.). Candomblé: religião do corpo e da

alma. Tipos psicológicos nas religiões afro-brasileiras. Rio de Janeiro, Editora

Pallas, 2000. p. 197-225.

TEIXEIRA, R. J. Linguagem profissional e o lugar da experiência: interações no cotidiano institucional dos assistentes sociais. 2008. 161 f. Dissertação (Mestrado em Serviço Social) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2008.

THOMPSON, P. A voz do passado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.

TOSTA, A. L Z; PELÚCIO, L. Experiências plurais em categorias singulares:

Problematizando a materialização das travestilidades. In: Seminário

Internacional Fazendo Gênero 8 – Corpo, Violência e Poder. Florianópolis,

2008. 6 p.

QUEIROZ, M. I. P. Variações sobre a técnica de gravador no registro da

informação viva. São Paulo: TA. Queiroz, 1991.

YAZBEK, M. C. Classes Subalternas e Assistência Social. São Paulo: Cortez, 1993.

________. Assistência Social Brasileira: limites e possibilidades na transição do milênio. Cadernos Abong, v. 30, p. 39-54, 2001.

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0812003/CA

(8)

VANNUCHI, P. Direitos Humanos e Políticas Públicas: o caminho para garantir a cidadania de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. In: Texto-base da

Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais,

2008, Brasília. Brasília: Governo Federal, 2008.

VERDE, J.B.; GRAZIOTTINI, A. Transexualismo – o enigma da identidade. São Paulo: Paulus, 1997.

VIANA, M. G.. Travestilidade e trajetórias de trabalho entre as usuárias da

Política Nacional de Assistência Social. 2007. 88p. Monografia (Graduação em

Serviço Social) – UNISUAM, RJ, 2007.

VIANNA, M. L. T. W. A americanização da seguridade social no Brasil – estratégias de bem-estar e políticas públicas. Rio de Janeiro: Editora Revan, 1998. VIEIRA, T.R. Adequação de Sexo do Transexual: Aspectos Psicológicos, Médicos e Jurídicos. Revista Psicologia: Teoria e Prática, São Paulo, 2000.

DOCUMENTOS

BRASIL. Centro de Referencia especializado de Assistência Social – CREAS

Guia de Orientação nº 1. Distrito Federal – DF Brasília: Ministério do

Desenvolvimento Social e Combate a Fome, 2003.

________. Código de Ética Profissional do Assistente Social e Lei 8662/93 que regulamenta a profissão de Assistente Social. Conselho Federal de Serviço Social. São Paulo.

________. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado Federal, 2002.

________. LOAS: Lei Orgânica da Assistência Social. Brasília: MPAS, 1997. ________. Lei n.º 8.080, de 19 de setembro de 1990. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 31 dez., 1990.

________. Lei n.º 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 31 dez. 1990.

_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde; Coordenação Nacional DST e da AIDS. Profissionais do sexo: documento referencial para as ações de prevenção das DST e da AIDS. Brasília, 2002.

______. Ministério da Saúde. Manual de Homossexuais. ABC dos Gays. Grupo Gay da Bahia com apoio do Programa Nacional de AIDS e DST. Salvador, 1996.

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0812003/CA

(9)

_______. Ministério da Saúde. Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde. Portaria N° 675/GM/2006. Diário Oficial da União. 31/03/2006.

________. Ministério da Saúde. Plano Nacional de Enfrentamento da

Epidemia de AIDS e das DST entre Gays HSH e Travestis. Brasília, DF. 2008.

_________. Política Nacional de Assistência Social – PNAS/ 2004 e Norma

Operacional Básica - NOB/ SUAS. Brasília: Ministério do Desenvolvimento

Social e Combate à fome e Secretária Nacional de Assistência Social, 2005. ________. Programa Nacional Brasil Sem Homofobia, Brasília: 2004.

________. Relação Preliminar das Propostas Aprovadas pela Conferência

Nacional LGBT, Brasília: 2008.

_________. Plano Nacional de Direitos Humanos e Cidadania LGBT, Brasília: 2009.

________. Secretaria Especial de Direitos Humanos. Texto-Base da Conferência

Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Brasília, DF.

2008.

________. Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República.

Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). Brasília, DF. 2010.

Ministério da Previdência e Assistência Social. Assistência Social: algumas questões básicas, Série Diálogo, Volumes 1 e 2, Ministério da Previdência e Assistência Social, Brasília/DF, 1999.

Ministério da Previdência e Assistência Social e Conselho Nacional de Assistência Social. Assistência Social e Cidadania, Ministério da Previdência e Assistência Social e Conselho Nacional de Assistência Social, Brasília/DF, 1995.

Princípios de Yogyakarta. Princípios sobre a aplicação da legislação

internacional de direitos humanos em relação à orientação sexual e identidade de gênero.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria Municipal de Saúde e Higiene. Cartilha dos

Direitos Humanos – Homens que fazem sexo com Homens. São José do Rio

Preto. PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0812003/CA

Referências

Documentos relacionados

Com relação aos investimentos da FRG, o ano encerra não apenas com a superação dos "benchmarks" estabelecidos na Política de Investimentos para o ano de 2002, tanto para

7 - Portanto, ó pastores, ouvi a palavra do Senhor: 8 - Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que, porquanto as minhas ovelhas foram entregues à rapina, e as minhas ovelhas vieram a servir

Letícia Soares Nunes, tendo como título preliminar Uma análise acerca da aplicação da remissão, prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n.

As entidades ligadas à CSM indicaram o nome do gráfico Aviz Valente, então presidente da Federação dos Trabalhadores da Indústria (FTI) e do Sindicato dos

Era novembro de 1935 quando um santo monge teria estado no município de Soledade (RS) e pernoita- do na casa de André Ferreira França, conhecido como Deca França.

• Ambiente regulatório estável; • Abatimento no Imposto de Renda para Pesquisa & Desenvolvimento para pequenas e médias empresas; • Infraestrutura de primeira linha para

[r]

Dessa forma, os recursos para financiamento da saúde passaram a depender de aportes gerais do orçamento da seguridade social, cujas fontes financeiras principais