DOENÇA DA MURCHIDÃO DOS PINHEIROS
PREVENÇÃO E CONTROLO
Normas e Procedimentos para controlo do Nemátodo da
Madeira do pinheiro (NMP)
Departamento de Gestão de Áreas Classificadas, Públicas e de Proteção Florestal
SESSÃO PÚBLICA DE SENSIBILIZAÇÃO | NOVEMBRO DE 2013
DOENÇA DA MURCHIDÃO DOS PINHEIROS
Normas e Procedimentos para controlo do Nemátodo da Madeira do pinheiro (NMP) 1. O QUE É 2. ONDE ESTÁ 3. COMPORTAMENTO DA DOENÇA 4. RISCOS ASSOCIADOS 5. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL 6. O QUE FAZER 7. OBRIGAÇÕES LEGAIS 8. FISCALIZAÇÃO E CONTROLO
1. O QUE É?
É um verme
microscópico
É transmitido
às árvores por um
inseto
longicórnio do pinheiro Monochamus galloprovincialisA DOENÇA DA MURCHIDÃO DOS PINHEIROS É CAUSADA
PELO NEMÁTODO DA MADEIRA DO PINHEIRO
Leva à Morte
das árvores
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Normas e Procedimentos para controlo do Nemátodo da Madeira do pinheiro (NMP) 1. O QUE É 2. ONDE ESTÁ 3. COMPORTAMENTO DA DOENÇA 4. RISCOS ASSOCIADOS 5. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL 6. O QUE FAZER 7. OBRIGAÇÕES LEGAIS
8. FISCALIZAÇÃO E CONTROLO
Organismo Quarentena (OEPP)
Fortes restrições à circulação do material lenhoso
SITUAÇÃO ATUAL (GLOBAL & UNIÃO EUROPEIA)
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ZONA DE RESTRIÇÃO
SITUAÇÃO EM PORTUGAL
CONTINENTAL
2. ONDE ESTÁ?
NOTA:
NMP também presente na Ilha da Madeira
Locais de Intervenção
NMP presente
Zona Tampão – 586 Freguesias
NMP ausente – Medidas de
Contenção
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3. COMPORTAMENTO DA DOENÇA
Muito suscetíveis
P. pinaster, P. nigra, e P. sylvestris
Pouco suscetíveis
P. pinea, P. radiata, e P. halepensis
HOSPEDEIROS SUSCETÍVEIS
Em Geral Todas
as Coníferas
3. COMPORTAMENTO DA DOENÇA
SINTOMAS
Morte da
Árvore
Redução
Resina
Cloroses nas
Agulhas
Amarelecimento
Copa
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3. COMPORTAMENTO DA DOENÇA
SINTOMAS
Morte da
Árvore
Amarelecimento
Copa
Tomicus piniperda Orthotomicus erosus Sphaeropsis sapinea Ips sexdentatusArmillaria sp. Rhizina inflata Heterobasidion
annosum
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3. COMPORTAMENTO DA DOENÇA
SINTOMAS
Morte da
Árvore
Amarelecimento
Copa
J
F
M
A
M
J
J
A
S
O
N
D
Acções realizadas durante o Período
de Outono – Inverno e início
Base Tronco principal Parte média da copa Parte inferior da copa Parte superior da copa
Zona de baixo risco:
O NMP pode estar
presente mas não
havendo insetos vetores
não há risco de
transferência
Os insectos não
colonizam esta parte
> 20 cm
< 20 cm
Colonização da árvore com o inseto vetor
4. RISCOS ASSOCIADOS
ZONA DE ELEVADO
RISCO:
Todos os componentes
devem ser destruídos
Sobrantes
devem ser
corretamente
- Inseto Vetor
PORTUGAL
Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
- Transporte
Paletes
Rolaria
Mad Serr.
Risco = NMP + Inseto vetor
NATURAL
ARTIFICIAL
Sobrantes
MEIOS DE DISPERSÃO
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Decisão de Execução da Comissão
2012/535/UE, 26 Setembro
5. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL
NACIONAL
Decreto-Lei n.º
95/2011,
de 8 de agosto
Declaração de
Retificação
n.º 30-A/2011,
de 7 de outubro
COMUNITÁRIA
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6. O QUE FAZER?
DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO 2012/535/UE
CONSAGRA:
ESTABELECIMENTO
DE UM PLANO DE
AÇÃO
MEDIDAS DE EMERGÊNCIA PARA CONTROLO DO NEMÁTODO DA
MADEIRA DO PINHEIRO
CONTROLO NMP Prospeção e Amostragem Gestão do Declínio Erradicação Pontos Isolados Tratamento da Madeira Fiscalização e Controlo Sensibilização InvestigaçãoDOENÇA DA MURCHIDÃO DOS PINHEIROS
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PROSPEÇÃO E AMOSTRAGEM
ATENÇÃO ESPECIAL DADA À ZONA TAMPÃONECESSÁRIO
AMOSTRAR TODAS AS
ÁRVORES COM
SINTOMAS DE
DECLÍNIO
6. O QUE FAZER?
DIRIGIDA A TODO O
TERRITÓRIO
CONTINENTAL
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GESTÃO DE DECLÍNIO
6. O QUE FAZER?
Identificação de Árvores
com sintomas de declínio
Eliminação das árvores (Abate e
Transporte para locais de transformação
autorizados)
Eliminação dos respetivos
sobrantes
SEJA ATIVO!
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6. O QUE FAZER?
Notifica todos os proprietários, usufrutuários e rendeiros
de pinheiros e outras resinosas, para procederem ao abate
imediato e remoção de todas as árvores que apresentem
copa seca ou a secar (total ou parcialmente), dos que
estejam tombados ou tenham sido afetados por
tempestades e por incêndios.
EDITAL
A afixar pelas juntas de
freguesia nos locais
habituais
GESTÃO DE DECLÍNIO
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DECRETO-LEI N.º 95/2011, DE 8 DE AGOSTO
ESTABELECE:
ABATE TRANSPORTE ARMAZENAMENTOREGRAS
SISTEMA
RASTREABILIDADE
REGIME
SANCIONATÓRIO
MANIFESTO EXPLORAÇÃO
FLORESTAL
VALIDA TODO O
CONJUNTO DE
RESTRIÇÕES !!
7. OBRIGAÇÕES LEGAIS
ABATE DE ÁRVORES COM SINTOMAS DE
DECLÍNIO
ELIMINAÇÃO DOS SOBRANTES
PREENCHIMENTO DO MEF
REGISTO como OPERADOR ECONOMICO
(EXCEPTO PROPRIETARIOS)
O DECRETO-LEI N.º 95/2011, DE 8 DE AGOSTO
OBRIGA :
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7. OBRIGAÇÕES LEGAIS
É de
PREENCHIMENTO PRÉVIO OBRIGATÓRIO
e
deve, obrigatoriamente,
SER OBTIDO ON-LINE
,
através da aplicação disponível no sítio da internet
do ICNF , impresso e assinado para que se considere
validado;
Tem que
ACOMPANHAR O TRANSPORTE
da madeira
até ao destino final;
Deve ser
PREENCHIDO PELO RESPONSÁVEL
pelas
ações indicadas.
MANIFESTO DE EXPLORAÇÃO FLORESTAL (MEF)
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Estão
ISENTAS AS AÇÕES DE ABATE E DESRAMA ATÉ 3
CONÍFERAS
ou o equivalente a uma tonelada que ocorram
no
PERÍODO DE 1 DE NOVEMBRO A 1 DE ABRIL,
desde que se
destinem a consumo próprio!
7. OBRIGAÇÕES LEGAIS
INSCRIÇÃO NO REGISTO OFICIAL
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1. Procede ao
ABATE/DESRAMA/TRANSPORTE,
TRANSFORMAÇÃO E QUEIMA DE MADEIRA
e à produção
ou comercialização de
pinheiros/abetos/cedros/larix/píceas/espruces/tugas/
falsas-tsugas e à produção ou comercialização de
exemplares destinados à plantação;
2. Procede ao
TRATAMENTO DE MADEIRA DE CONÍFERAS E
AO FABRICO
, tratamento e marcação do material de
embalagem de madeira.
OBRIGATÓRIO PARA QUEM :
Informação disponível em: http://www.icnf.pt/portal/florestas/prag-doe/nmp/reg-op-econ
Estão
ISENTOS
de inscrição obrigatória
OS PROPRIETÁRIOS
, no
caso de serem eles próprios a proceder
DIRECTAMENTE AO
ABATE OU AO TRANSPORTE
de coníferas hospedeiras .
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