Quarteto Modigliani Matan Porat

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Texto

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Quarteto Modigliani

Matan Porat

piano

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19 e 20 de março

Antonio Meneses violoncelo Cristian Budu piano

23 e 24 de abril

Orquestra Sinfônica da Antuérpia Robert Trevino regência

Dezsö Ranki piano

7 e 8 de maio

Beijing Symphony Orchestra Li Biao regência

Sergey Dogadin violino

21 e 22 de maio

Alessio Bax piano Lucille Chung piano

cultura artística temporada 2019

assinaturas a partir de r$ 750,00 renovação de 15/10 a 05/11/2018. novas assinaturas a partir de 03/12/2018. mais informações: www.culturaartistica.com.br ou pelo telefone 11 3256 0223.

programação e datas sujeitas a alterações.

o ministério da cultura e a sociedade de cultura artística apresentam

realização sociedade de cultura artística ministério da cultura governo federal 4 e 5 de junho

Orquestra de Câmara da Irlanda Jörg Widmann regência

25 e 26 de junho

Alexandre Tharaud piano

17 e 18 de setembro

Quatuor Ebène

1 e 2 de outubro

Orquestra Sinfônica de Montreal Kent Nagano regência

Veronika Eberle violino

22 e 23 de outubro

Il Pomo d’Oro

Joyce DiDonato mezzo-soprano

5 e 6 de novembro

Nelson Freire piano

jo yce did ona to , f ot o de borrke shaden anúncio temp.2019.indd 1 24/09/18 16:45

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patrocínio

realização

2018

Gioconda Bordon Programa

Nota sobre o programa mônica lucas Biografias 3 4 6 13 a associação sociedade de cultura artística apresenta

Quarteto Modigliani

Matan Porat

piano

Projeto realizado com apoio do ProAc

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DIRETORIA

ANTONIO HERMANN D. MENEZES DE AZEVEDO PRESIDENTE

GIOCONDA BORDON VICE-PRESIDENTE DIRETORES

FERNANDO LOHMANN, FREDERICO CARRAMASCHI, ISA MELARAGNO, RICARDO BECKER, RODOLFO VILLELA MARINO FREDERICO LOHMANN SUPERINTENDENTE CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO FERNANDO CARRAMASCHI PRESIDENTE

ROBERTO CRISSIUMA MESQUITA VICE-PRESIDENTE

CONSELHEIROS

ANTONIO HERMANN D. MENEZES DE AZEVEDO, CARLOS JEREISSATI FILHO, CARLOS JOSÉ RAUSCHER, FERNÃO BOTELHO BRACHER, FRANCISCO MESQUITA NETO, GÉRARD LOEB, HENRI PHILIPPE REICHSTUL, HENRIQUE MEIRELLES, JAYME SVERNER, MARCELO KAYATH,

PEDRO PARENTE, ROBERTO BAUMGART CONSELHO CONSULTIVO

ALBERTO JACOBSBERG, ALFREDO RIZKALLAH, ANNA HELENA AMERICANO DE ARAÚJO, ANA MARIA IGEL, ANDREA CALABI, ANTONIO VIDAL ESTEVE, CARMO SODRÉ MINEIRO, CECÍLIA RIBEIRO DA SILVA, GEORGE ZAUSNER, HEINZ JÖRG GRUBER, ISRAEL VAINBOIM, JOSÉ ROBERTO MENDONÇA DE BARROS, MARINA MESQUISA, MÁRIO ARTHUR ADLER, PATRÍCIA MORAES, STEFANO BRIDELLI, SYLVIA PINHO DE ALMEIDA, THOMAS MICHAEL LANZ, YARA BORGES CAZNOK

SOCIEDADE DE CULTURA ARTÍSTICA

PROGRAMA DE SALA — EXPEDIENTE GIOCONDA BORDON COORDENAÇÃO EDITORIAL SILVIA PEDROSA SUPERVISÃO GERAL CAMILA FRESCA EDIÇÃO

PAULO HUMBERTO L. DE ALMEIDA PROJETO GRÁFICO

LUDOVICO DESENHO GRÁFICO EDITORAÇÃO ELETRÔNICA CONTEÚDO COMUNICAÇÃO ASSESSORIA DE IMPRENSA

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA FUNDAÇÃO ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE CULTURA FERNANDO HENRIQUE CARDOSO PRESIDENTE DE HONRA

FÁBIO COLLETTI BARBOSA

PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO ANTONIO CARLOS QUINTELLA

VICE-PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO MARCELO LOPES

DIRETOR EXECUTIVO ARTHUR NESTROVSKI DIRETOR ARTÍSTICO

FAUSTO AUGUSTO MARCUCCI ARRUDA SUPERINTENDENTE

CARLOS HARASAWA DIRETOR MARKETING

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A intensa música de Brahms

Desde sua fundação, em 1912, a música de câmara tem lugar de destaque no repertório dos concer-tos da Cultura Artística, que àque-la época aconteciam no Salão do Conservatório Dramático e Musical. O primeiro quarteto de renome internacional que trouxemos foi o London String Quartet, em maio de 1935. Desde então, espetáculos memoráveis foram apresentados por grupos renomados como o Quarteto Léner, Borodin, Hagen, Takácz, Alban Berg, Tokio String Quartet; e mais recentemente, recebemos o conjun-to francês Ebéne. Hoje, ouviremos o Quarteto Modigliani, em noite de estreia no Brasil.

A música de câmara é uma expe-riência fascinante. Somos levados a sentir o prazer que envolve os interpretes enquanto compartilham uma ideia, ou uma maneira específi-ca de articular um fraseado, como se a cumplicidade entre eles fosse mais evidente e mais intensa do que aque-la que acontece entre os músicos de uma grande orquestra.

O programa de hoje traz duas obras de Brahms, autor da mais vigorosa e profunda literatura escrita para esse repertório. O Quarteto op.

67 e o Quinteto op. 34, precedidos

de uma peça de Webern, prometem uma noite memorável.

Bom concerto a todos!

Gioconda Bordon gio cond a@cul tur aar tis tic a. com.br 3

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2018

os concertos serão precedidos do momento musical, palestra de camila fresca sobre os compositores, peças e intérpretes da noite, que acontece às 20 horas no auditório do primeiro andar da sala são paulo.

o conteúdo editorial dos programas da temporada 2018 encontra-se disponível em nosso site uma semana antes dos respectivos concertos.

Quarteto Modigliani

Amaury Coeytaux

,

violino

Loïc Rio

,

violino

Laurent Marfaing

,

viola

François Kieffer

,

violoncelo

Matan Porat

, piano

Anton Webern

(1883-1945)

Movimento lento para quarteto de cordas

c. 12’

Johannes Brahms

(1833-1897)

Quarteto de cordas n. 3

em si bemol maior op. 67

c. 34’

Vivace Andante

Agitato (Allegretto non troppo) — Trio — Coda Poco Allegretto con Variazioni

intervalo sal a s ão p aul o, 23 de outubr o, ter ça -feir a, 21h S érie A zul 4

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programação sujeita a alterações. facebook.com/culturartistica

instagram: @culturaartistica www.culturaartistica.com.br

Johannes Brahms

Quinteto para piano em fá menor op. 34

c. 42’

Allegro non tropo Andante, un poco adagio Scherzo: Allegro

Finale: Poco sostenuto — Allegro non tropo — Presto, non troppo

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O quarteto de cordas é um gênero emble-mático na música de câmara instrumental. Consolidado no fim do séc. XVIII, com Haydn, Mozart e Beethoven, combina quatro instrumentos da mesma família: violinos, viola e violoncelo. Esta homoge-neidade sonora associa-se a uma tessitura ampla, de mais de sete oitavas, e a uma enorme variedade expressiva, gerada pelas possibilidades de articulação e de colorido conferidas pelo arco. Este imenso poten-cial levou à criação de obras de qualidade musical elevada. No séc. XIX, a escrita de obras para esta formação passou a servir como prova de domínio sobre a própria arte da composição. Poucos foram os autores românticos que não incluíram ao menos um quarteto de cordas em sua produção musical. Dentre os composito-res que integram o pcomposito-resente programa, Brahms (1833-1897) é autor de três quar-tetos, ao passo que Webern (1883-1945) compôs cinco peças para essa formação.

Johannes Brahms escreveu seu Quarteto

de cordas em si bemol maior op. 67 no

ve-rão de 1875. Curiosamente, considerando a importância simbólica do gênero no âm-bito musical romântico, Brahms descreveu a obra como “trivial” e como “maneira de adiar o trabalho sério” representado pela finalização de sua primeira sinfonia (op. 68), iniciada quase vinte anos antes. Embora não haja dúvida de que o alvo da atenção de Brahms naquele momento era a Sinfonia n.1, as duas obras foram fina-lizadas e apresentadas em 1876. Já na es-treia, a Sinfonia foi considerada a legítima

mônic a l uc as Not a sobr e o pr ogr ama 6

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herdeira do legado beethoveniano, sendo alcunhada de “a décima sinfonia”, em referência explícita ao mestre de Bonn. O Quarteto, gênero por definição mais reservado, recebeu menor atenção públi-ca, embora tenha sido interpretado por um grupo de altíssima qualidade, liderado pelo grande violinista Joseph Joachim, a quem Brahms também dedicaria seu con-certo para violino (1878). Nesse contexto, é compreensível que Brahms afirmasse tratar-se de uma obra de menor impor-tância, face à grandeza da peça sinfônica.

Contudo, a trivialidade alegada por Brahms tem aspectos curiosos, sendo o principal deles a própria escolha de um gênero compositivo tão simbólico para uma peça aparentemente descomprometi-da. Joachim afirmou, ademais, que, dentre os três quartetos escritos por Brahms, este era o favorito do compositor. A peça está escrita na tonalidade de si bemol maior, fato que merece reflexão.

Até a metade do séc. XIX, o tempera-mento (ou afinação) denominado “igual”, em que a oitava é dividida em doze in-tervalos perfeitamente equidistantes, não estava estabelecida como norma para ins-trumentos de afinação fixa, como o piano. Praticavam-se então os temperamentos desiguais (ou “bons”), que propunham, utilizando diferentes receitas, a divisão da oitava em intervalos de tamanhos ligei-ramente distintos. Como resultado, cada tonalidade possuía uma sonoridade diver-sa. A literatura musical dos séculos XVII ao XIX, atenta a essas diferenças, buscou

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descrever as tonalidades de acordo com suas potencialidades afetivas específicas. Mesmo após estabelecimento do tempe-ramento igual, a tradição gerada pela rica herança histórica manteve-se presente no imaginário de compositores e ou-vintes. A tonalidade de si bemol maior, elegida por Brahms para seu Quarteto op. 67, é descrita com adjetivos como “elegante, porém graciosa” (J. Mattheson, 1714) ou como a “tonalidade dos bosques da primavera” (E.T.A.Hoffmann, 1814).

Uma breve comparação entre o

Quarteto de Brahms e o Quarteto K458

“A caça” de Mozart, também em si bemol maior, mostra diversos pontos em co-mum, certamente decorrentes da escolha da tonalidade: ambas as obras, embora aparentem simplicidade, são de difícil execução para os intérpretes; ambas empregam em seus movimentos iniciais a fórmula de compasso 6/8, caracteriza-da por Mattheson como “fresca e leve”, e totalmente incomum para primeiros movimentos de sonatas; ambas utilizam recorrentemente melodias e motivos de caça. O caráter alegre e luminoso que predomina nas duas peças contrasta com o fato de que seus compositores são reconhecidos por sua técnica composi-cional sofisticada e por sua profundidade expressiva. Estes fatos podem indicar que a aparente simplicidade seja, em realidade, um recurso engenhosamente empregado por Brahms, assim como por Mozart, para alcançar um efeito específi-co sobre seus ouvintes.

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A atenção restrita que Brahms devotou à escrita de quartetos de cordas, tendo produzido apenas três exemplares, pode se dever ao fato de que conjuntos mais numerosos, como o quinteto ou sexteto, propiciem recursos mais adequados à densidade de sua expressão. Sua paleta sonora encontrou expressão perfeita no

Quinteto em fá menor para piano e cordas op. 34, considerado uma das

obras-pri-mas do compositor.

O quinteto com piano une dois meios expressivos essenciais da música de câ-mara do romantismo: o quarteto de cor-das e o piano, ambos surgidos no fim do séc. XVIII, e plenamente estabelecidos no séc. XIX. A primeira peça do gênero foi escrita por Robert Schumann em 1842. Ao alternar diálogos entre os cinco ins-trumentos com passagens concertantes, o grande pianista e compositor estabe-leceu firmemente o quinteto com piano como veículo de expressão romântica por excelência. A obra de Schumann foi amplamente imitada, gerando peças de grande qualidade musical, como os quin-tetos de César Franck, Antonin Dvořák e Johannes Brahms.

O Quinteto de Brahms resultou de uma encomenda de Clara Schumann em 1864. Viúva de Robert Schumann, detinha des-tacada carreira de concertista, e manteve uma amizade longeva com Brahms, que lhe dedicou várias obras. Ao compor seu

Quinteto op. 34, Brahms remodelou uma

sonata originalmente concebida para dois pianos (publicada como op. 34b),

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que, por sua vez, se baseava em um quin-teto de cordas, destruído por Brahms após a conclusão do Quinteto. A peça está composta na tonalidade de fá menor, recorrentemente descrita pela literatura musical dos sécs. XVIII e XIX com adjetivos como “sombria”, “pesarosa” e “trágica”. A coerência entre a escolha da tonalidade de fá menor e a profundidade expressiva no quinteto está longe de ser fortuita: ela evidencia claramente a intenção, extrema-mente bem-sucedida, de compor uma peça de forte impacto dramático.

O Movimento lento para quarteto de

cor-das (Langsamer Satz für Streichquartett)

de Anton Webern, data de 1905, distan-ciando-se em apenas 30 anos do Quarteto

op. 67 de Brahms. Trata-se de uma peça

de juventude, escrita sob a orientação de seu professor, Arnold Schoenberg (1874-1951), cujas correções são visíveis no manuscrito. Foi concebida como parte de um quarteto com vários andamentos. Entretanto, o plano inicial foi abando-nado após a finalização do movimento lento. A obra é herdeira direta da tradição romântica, servindo, nesse sentido, como excelente complemento às outras peças do programa.

A música de Schoenberg e de seus jovens e talentosos alunos, Anton Webern (1883-1945) e Alban Berg (1885-1935), foi alcunhada pela crítica da época de “escola da dissonância”, em referência à ousadia harmônica que coloca suas obras na exata fronteira entre a tradição romântica pós--Brahms e o modernismo.

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Nos anos 1920, após explorarem os limites da escrita tonal, Schoenberg e seus dois seguidores desenvolveriam um novo método de composição, baseado em séries de 12 tons e no resgate dos princípios do contraponto. Utilizando esta técnica, batizada como “dodecafonismo”, os três compositores constituíram a assim cha-mada “Segunda Escola de Viena”, deno-minação que dialoga diretamente com a tríade de compositores que consolidou a harmonia e o pensamento tonal no fim do século XVIII: Haydn, Mozart e Beethoven. Em termos estilísticos, o dodecafonismo representa o movimento inaugural do modernismo musical.

O Movimento lento revela um Webern anterior ao radicalismo dodecafônico, senhor de uma técnica refinada no âmbi-to da composição tradicional, em que se destaca um enorme domínio da escrita harmônica e ampla gama expressiva, que passa por um turbilhão dramático antes de encontrar um desfecho tranquilo. As obras de juventude de Webern evidenciam mais claramente a expressividade do com-positor do que muitas de suas obras mais tardias, extremamente condensadas e com durações mínimas.

mônica lucas é clarinetista (instrumentos do

século XVIII) e pesquisadora. É responsável pelas disciplinas História da Música, História da Ópera e Retórica Musical no Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da Universi-dade de São Paulo.

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ta

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Quarteto Modigliani

Sediado em Paris, o Quarteto Modigliani foi formado em 2003 por quatro amigos: Amaury Coeytaux e Loïc Rio (violinos), Laurent Marfaing (viola) e François Kieffer (violoncelo). Após 15 anos de tra-balho, o grupo desfruta de prestígio inter-nacional, tocando com regularidade nas principais salas de concerto do mundo e nas mais prestigiadas séries de quartetos de cordas. Para as próximas temporadas, o conjunto já tem agendadas em turnês nos EUA, Japão, Coréia, China e em diver-sos países europeus, além de terem sido o primeiro quarteto de cordas a se apre-sentar no grande salão da recém-inaugu-rada Elbphilharmonie de Hamburgo, no início de 2017.

O grupo também se apresenta regu-larmente com outros músicos como Sabine Meyer, Renaud Capuçon, Beatrice Rana, Nicholas Angelich, Jean-Frédéric Neuburger, Marie-Elisabeth Hecker ou Daniel Müller-Schott. O quarteto vem gravando para a gravadora Mirare desde 2008 e lançou 7 CDs. O disco mais recente traz os três quartetos de Schumann do op.41.

Em 2014, o Quarteto Modigliani tornou-se diretor artístico do Rencontres Musicales d’Evian, um festival criado em 1976 por Antoine Riboud e que ficou famoso por meio de seu lendário diretor artístico Mstislav Rostropovich. Desde 2016, o festival conta com um núcleo dedicado a preparar os talentos da próxima geração.

Saiba mais — Graças ao apoio

de patrocinadores privados, o Quarteto Modigliani toca em quatro excelentes instrumentos italianos: Amaury Coeytaux toca num violino Guadagnini de 1773; Loïc Rio toca num violino Giovanni Battista Guadagnini de 1780; Laurent Marfaing toca numa viola 1660 de Luigi Mariani; e François Kieffer num violoncelo de 1706 de Matteo Goffriller.

APOIO

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Matan Porat

Aclamado pelo New York Times por seu “som magnífico”, o pianista e compositor Matan Porat já se apresentou em palcos prestigiados como a Philharmonie em Berlim, Carnegie Hall, Wigmore Hall, Auditório do Louvre e a Alte Oper em Frankfurt, e com orquestras como as sinfônicas de Chicago, Varsóvia, Filarmônica de Helsinque e Hong Kong Sinfonietta.

Conhecido por planejar os programas de seus recitais como se fossem narra-tivas, o repertório variado de Porat vai desde as Partitas de Bach e Sonatas de Schubert até a Concord Sonata de Ives e o Concerto de Ligeti. Como camerista já se apresentou ao lado de importan-tes quartetos de cordas como Artemis, Ysaÿe, Casals, Pacifica, Modigliani, Schumann e Jerusalem.

Matan Porat também trabalhou com o lendário diretor Peter Brook em tur-nê com sua produção de A flauta

má-gica de Mozart para piano solo e sete

cantores; com o Ballett am Rhein na Opernhaus Düsseldorf e com o grupo de teatro musical Nico e os Navegators. Porat também improvisa música ao vivo para filmes mudos.

Nascido em Tel-Aviv, Matan Porat estudou com Emanuel Krasovsky, Maria João Pires e Murray Perahia, obtendo seu mestrado na Juilliard School. Seus professores de composi-ção foram Ruben Seroussi e

George Benjamin.

Saiba mais — “Variações

sobre um tema de Scarlatti”, o CD de estreia de Matan Porat para o selo Mirare, traz um programa de 65 minutos de peças de Couperin a Boulez, todas relacionadas à Sonata K.

32 de Scarlatti — “um álbum

fantástico que se deve ouvir repetidamente” afirmou o Frankfurter Allgemeine Zeitung. Seu CD seguinte, “Lux”, é um recital de peças em torno da luz, do amanhecer ao anoitecer.

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2018

PATROCINADORES OURO PATROCINADORES PLATINA

PATROCINADORES PRATA PATROCINADORES MASTER

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PATROCINADORES BRONZE APOIO REALIZAÇÃO GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DA CULTURA 17

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Amigos da Cultura Artística

Agradecemos a todos que contribuem para tornar realidade os espetáculos e projetos educativos promovidos pela Cultura Artística.

MECENAS

Adolpho Leirner Alexandre e Silvia Fix Ana Lucia e Sergio Comolatti Ana Maria Igel e Mario Higino Leonel Ane Katrine e Rodolfo Villela Marino Anna Helena Americano de Araújo Antonio Correa Meyer Antonio Hermann D. M. Azevedo Carmo e Jovelino Mineiro Cláudio Thomaz Lobo Sonder Denise Pauli Pavarina Frédéric de Mariz Gioconda Bordon Giovanni Guido Cerri Hélio Seibel

Henri Slezynger e Dora Rosset Israel Vainboim

Jean Claude Ramirez José Carlos Evangelista José E. Queiroz Guimarães José Luiz e Sandra Setúbal José Roberto Opice Lázaro de Mello Brandão Liana e José Ermírio de Moraes Neto Lucila Pires Evangelista Michael e Alina Perlman Minidi Pedroso Nádia e Olavo Setúbal Jr. Nelson Nery Junior Otto Baumgart Paulo Proushan Roberto Baumgart Rosa Maria de Andrade Nery Ruth M. Lahoz Mendonça de Barros Sylvia e Flávio Pinho de Almeida 2 mecenas anônimos

MANTENEDORES

Alfredo Rizkallah Ameribrás

Cleide e Luiz Rodrigues Corvo Fernando Eckhardt Luzio

Francisca Fagá e Rui Fernando R.Alves Jayme Blay

Livio De Vivo

Marcelo Pereira Lopes de Medeiros Neli Aparecida de Faria Paulo Guilherme Leser Regina e Gerald Reiss Ricard Akagawa

Silvia e Fernando Carramaschi Thomas Frank Tichauer

Valeria e Antonio Carlos Barbosa de Oliveira Wilma Kövesi (i.m.)

3 mantenedores anônimos

BENFEITORES

Alberto Whitaker Antonio Ailton Caseiro Bruno Alois Nowak Cássio Augusto Macedo da Silva Claudio Alberto Cury Claudio e Selma Cernea Daniela e Frederico Carramaschi Edith Ranzini

Eduardo Secchi Munhoz Edward Launberg Elias e Elizabeth Rocha Barros Evangelina Lobato Uchoa Fernando Lohmann

Francisco Humberto de Abreu Maffei Francisco J. de Oliveira Jr. Francisco Montano Filho

Galícia Empreend. e Participações Ltda Gerard Loeb e Angela Varela Gustavo e Cida Reis Teixeira Heinz Jorg Gruber Henri Philippe Reichstul Henrique Lindenberg Neto Irmgard Jandyra Rauscher Isaac Popoutchi Israel Sancovski Jayme Sverner José e Priscila Goldenberg Junia Borges Botelho Katalin Borger Lea Regina Caffaro Terra Leo Kupfer Luci Banks Leite

Lúcia Lohmann e Nemer Rahal Luiz Marcello M. de Azevedo Filho M. Bernardete Baretto de Menezes Sampaio

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Malú Pereira de Almeida Marcos de Mattos Pimenta Maria Adelaide Amaral Maria Teresa Igel MV Pratini de Moraes Nelson Jafet Nelson Pereira dos Reis Nelson Vieira Barreira Patricia de Moraes Paulo Bruna Paulo Cezar Aragão Ricardo Luiz Becker Roberto e Luzila Calvo Roberto Falzoni Rosa Maria Graziano

Ruy Souza e Silva e Fátima Zorzato Ulysses de Paula Eduardo Jr. Vavy Pacheco Borges Walter Ceneviva 6 benfeitores anônimos

APOIADORES

Alberto Cazaux Alessandro e Dora Ventura Ana Cristina Arantes Ana Elisa e Eugenio Staub Filho Ana Maria Malik

Andrea Sandro Calabi Antonio Manuel Azevedo Arnaldo Malheiros Arnoldo Wald Beatriz e Numa Valle Beatriz Garcez Lohmann Bernardo Guerra Betty Mindlin

Carlos Mendes Pinheiro Junior Carmen Guarini

Charles e Sandra Cambur Clara Akiko Kobashi Silva Clarissa Kobashi Silva Claudia Annunziata G. Musto Cristina e Richard Barczinski Dan Linetzky Waitzberg Eduardo Molan Gaban Eliana Regina Marques Zlochevsky Eric Alexander Klug

Fernando Antonio Pinto Silva

Francisco,Mariana e Gabriela Turra Gustavo Henrique Machado de Carvalho Helio e Livia Elkis

Issei e Marcia Abe Jorge e Lisabeth Diamant José Carlos Dias José de Paula Monteiro Neto José Theophilo Ramos Jr. Leda Tronca Lilia Katri Moritz Schwarz Luiz Alberto Placido Penna Luiz Diederichsen Villares Luiz Schwarcz Marcelo Gutglas Maria Cecilia Comegno Maria da Graça e Mario Luiz Rocco Maria do Carmo Risi

Maria Joaquina Marques Dias Marta Cristina Fiore Lazzarine Marta D. Grostein Milton Goldfarb Omar Fernandes Aly Pedro Spyridion Yannoulis Plinio J. Marafon Raul Corrêa da Silva

Regina Celidonio e Luiz Fernando Caiuby L. da Silva Ricardo Di Rienzo

Sandra e Charles Cambur Sara e Kenneth Geld 21 Apoiadores anônimos

Lista atualizada em 1 de outubro de 2018 Para mais informações ligue para (11) 3256 0223, escreva para amigos@culturaartistica.com.br ou visite www.culturaartistica.com.br/amigos

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Teatro Cultura Artística

Agradecemos a todos que têm contribuído, de diversas maneiras, para o esforço de construção do novo Teatro Cultura Artística.

Adolpho Leirner Affonso Celso Pastore Agência Estado Aggrego Consultores Airton Bobrow Alexandre e Silvia Fix Alfredo Egydio Setúbal Alfredo Rizkallah Álvaro Luís Fleury Malheiros Ana Maria Levy Villela Igel Antonio Carlos Barbosa de Oliveira Antonio Carlos de Araújo Cintra Antonio Corrêa Meyer Arnaldo Malheiros Arsenio Negro Jr.

Aurora Bebidas e Alimentos Finos Banco Pine

Banco Safra Bicbanco Bruno Alois Nowak Calçados Casa Eurico Camargo Correa Camilla Telles Ferreira Santos Carlos Nehring Netto CCE

Center Norte Cláudio e Rose Sonder

Cleõmenes Mário Dias Baptista (i.m.) Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração Daniela Cerri Seibel e Helio Seibel

Dario Chebel Labaki Neto Dora Rosset

Editora Pinsky Ltda. Elias Victor Nigri Elisa Wolynec EMS

Erwin e Marie Kaufmann Eurofarma

Fabio de Campos Lilla Fanny Ribenboin Fix

Fernando Eckhardt Luzio Fernando Lohmann Fernão Carlos Botelho Bracher Festival de Salzburgo Flávio e Sylvia Pinho de Almeida Francisca Nelida Ostrowicz Francisco H. de Abreu Maffei Frédéric de Mariz Frederico Lohmann Fundação Filantrópica Arymax Gerard Loeb

Gioconda Bordon Giovanni Guido Cerri Heinz J. Gruber Helga Verena Maffei Henri Philippe Reichstul Henri Slezynger Henrique Meirelles Idort/SP Israel Vainboim Jacques Caradec Jairo Cupertino Jayme Blay Jayme Bobrow Jayme Sverner

Joaquim de Alcântara Machado de Oliveira Jorge Diamant

José Carlos e Lucila Evangelista José E. Queiroz Guimarães José Ephim Mindlin Jose Luiz Egydio Setúbal José M. Martinez Zaragoza José Roberto Mendonça de Barros José Roberto Opice

Jovelino Carvalho Mineiro Filho Katalin Borger

Lea Regina Caffaro Terra Leo Madeiras Livio De Vivo Luís Stuhlberger

Principais doadores (R$ 5.000,00 ou mais)

PATROCINADORES

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REALIZAÇÃO

GOVERNO FEDERAL

MINISTÉRIO DA

CULTURA

Luiz Diederichsen Villares Luiz Gonzaga Marinho Brandão Luiz Rodrigues Corvo

Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados Mahle Metal Leve

Maria Adelaide Amaral Maria Alice Setúbal Maria Bonomi

Maria Helena de Albuquerque Lins Marina Lafer

Mário Arthur Adler Marisa e Jan Eichbaum Martha Diederichsen Stickel Michael e Alina Perlman Milú Villela

Minidi Pedroso Moshe Sendacz Nádia e Olavo Setúbal Jr. Natura

Neli Aparecida de Faria Nelson Reis Nelson Vieira Barreira Oi Futuro

Oswaldo Henrique Silveira Otto Baumgart Indústria e Comércio Paulo Bruna

Paulo Setúbal Neto Pedro Herz Pedro Pullen Parente Pinheiro Neto Advogados Polierg Tubos e Conexões Polimold Industrial S.A. Porto Seguro Raphael Pereira Crizantho Ricard Takeshi Akagawa Ricardo Egydio Setúbal Ricardo Feltre Ricardo Ramenzoni Richard Barczinski Roberto Baumgart

Gostaríamos de agradecer também doações de mais de 200 empresas e indivíduos que contribuíram com até R$ 5.000,00.

Lamentamos não poder, por limitação de espaço, citá-los nominalmente.

Roberto e Luizila Calvo Roberto Egydio Setúbal Ruth Lahoz Mendonça de Barros Ruy e Celia Korbivcher Salim Taufic Schahin Samy Katz

Sandor e Mariane Szego Santander

São José Construções e Comércio (Construtora São José) Silvia Dias Alcântara Machado

Stela e Jayme Blay Suzano Tamas Makray Theodoro Jorge Flank Thomas Kunze Thyrso Martins Unigel Ursula Baumgart Vale

Vavy Pacheco Borges Vitor Maiorino Netto Vivian Abdalla Hannud

Volkswagen do Brasil Ind. de Veículos Automotores Ltda. Wolfgang Knapp

Yara Rossi 3 Doadores Anônimos

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2018

Programação e datas sujeitas a alterações série branca

11 de abril

Camerata Salzburg Gregory Ahss regência Bernarda Fink mezzo-soprano

14 de maio

Orchestre de la Suisse Romande Jonathan Nott regência Nelson Goerner piano

26 de junho

Geneva Camerata

Pieter Wispelwey violoncelo

3 de setembro

Orquestra Filarmônica de Dresden

Michael Sanderling regência Herbert Schuch piano

2 de outubro

Yuja Wang piano

27 de novembro

Carolin Widmann violino Simon Lepper piano

série azul

13 de março

Jan Lisiecki piano

15 de maio

Orchestre de la Suisse Romande Jonathan Nott regência Xavier Phillips violoncelo

11 de junho

Les Violons du Roy Mathieu Lussier regência Julia Lezhneva soprano

4 de setembro

Orquestra Filarmônica de Dresden

Michael Sanderling regência Herbert Schuch piano

23 de outubro

Quarteto Modigliani Matan Porat piano

6 de novembro

Orquestra de Câmara de Viena Stefan Vladar piano

concertos extra-assinatura

27 de março | concerto de páscoa

Os Músicos de Capella

Luis Otávio Santos direção e violino barroco

12 de setembro | concerto de primavera

Filarmônica Jovem Alemã Jonathan Nott regência

11 de dezembro | concerto de natal

Os Músicos de Capella

Imagem

Referências

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