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Atualmente é Técnico em Eletrônica na Fundação Ezequiel Dias FUNED, atuando na área de Telecomunicações.

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Academic year: 2021

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Rádio Comunitária II: Desenvolvimento de Projeto de Implantação

Este tutorial tem como principal objetivo mostrar toda trajetória para implantar uma rádio comunitária. Foram desenvolvidos todos os cálculos concernentes ao projeto de implantação de uma emissora do serviço de RADCOM em acordo com a Lei 9612 de 1998 e com a Norma complementar N° 1 de 2004. No desenvolvimento do trabalho são apresentados os passos para a implantação de uma emissora comunitária no bairro Providência, sob o nome fantasia de POP FM 87,9 MHz. O estudo compreende o estudo de viabilidade técnica, considerando um desnível máximo do terreno de 30 metros dentro do raio de cobertura da emissora, a escolha do melhor transmissor e da linha de transmissão de R.F. que ofereça menor perda considerando suas características técnicas de comprimento e diâmetro, e, finalizando, a definição do sistema irradiante a ser utilizado.

O trabalho foi desenvolvido sob o ponto de vista da Lei Nº 9.612 de 1998, obedecendo a todos seus itens, bem como as observações da norma complementar, do serviço de rádio comunitária Nº 1 de 2004, que regulamenta as características técnicas para implantação da emissora.

Para exemplificar a importância deste tipo de emissora, em 1997 uma reportagem da Gazeta Mercantil sobre rádios comunitárias ilustrava o caráter das rádios comunitárias: "Uma emissora comunitária tem como característica principal o fato de operar em via de duas mãos: ela não apenas fala como ouve, principalmente, assegurando assim à comunidade o direito de se fazer ouvir, em seus reclamos e em suas manifestações culturais e artísticas de natureza local".

Os tutoriais foram preparados a partir do trabalho de conclusão de curso “Desenvolvimento de um Projeto para Implantação de uma Rádio Comunitária”, elaborado pelo autor, e apresentado como requisito parcial para a obtenção do título de graduação em Engenharia Elétrica da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Foi orientadora do trabalho a Profª. Rose Mary de Souza Batalha.

Este tutorial parte II apresenta o projeto de implantação da Rádio Comunitária, iniciando pela definição de sua localização, pelo levantamento do terreno e pela definição e especificação do transmissor. A seguir apresenta a especificação do sistema irradiante, da torre de transmissão, e da linha de transmissão de RF. O projeto é finalizado apresentando os cálculos da potência efetiva irradiada e da intensidade de campo no limite da área do serviço. Finalmente, são apresentadas as conclusões do trabalho realizado.

Alexandre Vitor da Silva

Engenheiro Eletricista pela Pontifícia Universidade Católica (Minas Gerais, 2008), com Pós-graduação em Sistemas de Telecomunicações pela Pontifícia Universidade Católica (Minas Gerais).

Atualmente é Técnico em Eletrônica na Fundação Ezequiel Dias – FUNED, atuando na área de Telecomunicações.

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Email: [email protected] Categoria: TV e Rádio

Nível: Introdutório Enfoque: Técnico

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Rádio Comunitária II: Introdução

Comparando o Brasil aos outros países, vimos que estávamos atrasados com relação às leis que definiam as regras das telecomunicações. Com a criação da ANATEL, houve uma modernização em tais leis, o que possibilitou a implantação da Lei Geral de Telecomunicação (L.G.T.). Posteriormente criou-se a lei que regulamenta o serviço de rádio comunitária no Brasil, com a aprovação da lei 9612 de 1998 [1]. Surge então a oportunidade de termos no Brasil, emissoras de rádio de pequeno porte, definidas como Rádio Comunitária (RadCom), oportunidade essa devido às dificuldades que anteriormente haviam para se conseguir uma concessão de uma emissora em FM, por ser um investimento de alto valor que dependia da aprovação do Congresso Nacional e liberação de canal na cidade proposta.

As concessões deste tipo de emissora são destinadas para fundações ou associações comunitárias. A partir de então começou uma corrida para se ter uma concessão deste tipo de serviço. Com a outorga da lei, inicia-se este trabalho que visa implantar a rádio comunitária de nome fantasia POP FM 87,9 MHz, localizada no Estado de Minas Gerais, na cidade de Belo Horizonte, no bairro Providência, com concessão destinada ao Conselho Comunitário do Bairro Providência (COMPROV).

Este trabalho visa desenvolver um projeto de implantação de uma emissora de rádio comunitária no centro social do bairro Providência, amparada na lei 9612/98, que funcionará com potência efetiva irradiada definida por lei, cobrindo um limite máximo de contorno protegido para a rádio de 1 km, a contar da torre de transmissão.

Será apresentada neste trabalho de conclusão de Curso, toda trajetória para se implantar uma rádio comunitária, desde estudos de topografia do terreno até os cálculos de limites de contorno de serviço protegido com base na lei 9612/98 que regulamenta o serviço de Rádio Comunitária no Brasil. Depois de feitos todos os cálculos de viabilidade técnica para Implantação da emissora, e conseguindo chegar a valores estipulados pela Norma, será encaminhado ao Ministério das Comunicações pedido de outorga para um Canal em Frequência Modulada para execução do serviço.

A Rádio Comunitária surge da necessidade de nos comunicarmos uns com os outros; a rádio comunitária permite uma forma de comunicação eficaz, dentro do raio de cobertura da mesma; levando cidadania, educação e cultura para todos que poderão sintonizar uma emissora democrática e de comunicação simples, permitindo o entendimento de seu conteúdo jornalístico até para as pessoas mais humildes. Atualmente uma pequena parte da população detém grande parte dos meios de comunicação em nosso país; essas pessoas normalmente são políticos, pois possuem além de condições financeiras favoráveis, facilidades em conseguir concessões de uso público.

Com a lei 9612/98 surge uma oportunidade para que a população mais carente possa usufruir de um meio de comunicação mais próximo da realidade de onde vive. A dificuldade a partir deste momento ficaria por conta de se criar uma associação comunitária que inicialmente defenderia o direito de exploração do meio de comunicação aqui exposto. Desta forma atenderia um requisito na lei que impõe que somente

associações comunitárias de bairros ou fundações podem concorrer a concessões de rádio comunitária. Nosso objetivo maior é conseguir uma concessão para exploração de tal serviço, levando uma forma de entretenimento para as pessoas do Bairro Providência e adjacências, sob o nome fantasia de POP FM, operando na frequência de 87,9 MHz, canal este destinado a execução do serviço de Radio difusão Comunitário na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A questão de ser ter uma rádio comunitária localizada próxima aos seus ouvintes traz como consequência uma união e um interligamento entre a rádio e seu público alvo, uma vez que toda programação da mesma é voltada para a comunidade onde está inserida a emissora. Todo trabalho desenvolvido na emissora será

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executado por pessoas da própria comunidade de forma voluntária, e assim sendo, teremos pessoas que realmente se importam com este projeto.

A rádio ficará instalada no centro social do COMPROV, que vem sendo construído para abrigar não somente a emissora como também outros serviços destinados à comunidade, tais como: posto médico, consultório odontológico, creche, consultório psicológico, dentre outros; visando o beneficio

exclusivamente para toda a população as margens do centro comunitário. Importância da Rádio Comunitária

A rádio comunitária é de suma importância não só para a localidade onde será instalada como para toda a população em geral, pois marca uma revolução nos meios de comunicação. Atualmente os meios de comunicação, um poder tão importante no mundo atual, e de detenção de poucos, pois requer interesses públicos para se conseguir uma concessão de uma emissora seja de rádio ou de televisão, não obstante necessita de um grande recurso financeiro para se projetar e construir uma emissora de rádio comercial. Os equipamentos utilizados por estas emissoras são em geral caros e importados. Para se ter uma base, emissoras atualmente em funcionamento em Frequência Modulada (FM), são vendidas por valores em torno de 2 a 4 milhões de reais. Estes valores variam dependendo da infraestrutura da emissora e localização da mesma [13].

A rádio comunitária levará cultura, entretenimento, diversão, lazer e conscientização a região coberta pelo sinal da emissora, lugares esses que normalmente são vilas e favelas de um modo geral. Não que uma rádio comunitária somente possa a vir ser instalada em comunidades mais humildes, mas o objetivo principal é a construção da cidadania de um povo, através de um meio de comunicação que não seja manipulado por interesses destrutivos como acontece nos meios de comunicação atuais [13].

Uma rádio feita pelo povo para o povo, com uma linguagem simples e humilde, de fácil entendimento de qualquer um, lidando com os problemas locais da região onde instalada.

Estrutura do Trabalho

O desenvolvimento deste trabalho transcorrerá de forma linear. Após a definição das coordenadas

geográficas do local de instalação da emissora, podemos fazer o levantamento de estudo do terreno com a intenção de não achar desnível superior a 30 metros; na sequência, calcularemos a viabilidade técnica para a rádio, relacionando o tipo de transmissor a ser utilizado; calcularemos também os equipamentos que compõem o sistema irradiante, antena transmissora, torre de sustentação, cabo coaxial dentre outros. Após termos definido os equipamentos que compõem o sistema irradiante; sendo composto de

transmissor, cabo coaxial, antena e torre de sustentação, passaremos para o levantamento de custos dos mesmos, com a intenção de conseguirmos o melhor equipamento por um baixo custo, junto às empresas de Santa Rita do Sapucaí, no vale da eletrônica, em Minas Gerais.

Tutoriais

O tutorial parte I apresentou inicialmente as características básicas das Rádios Comunitárias e os aspectos regulatórios do serviço. A seguir apresentou os aspectos técnicos das tecnologias relacionadas com a sua implementação e fez uma breve incursão no futuro das emissoras de rádio a partir da sua implementação digital.

Este tutorial parte II apresenta o projeto de implantação da Rádio Comunitária, iniciando pela definição de sua localização, pelo levantamento do terreno e pela definição e especificação do transmissor. A seguir apresenta a especificação do sistema irradiante, da torre de transmissão, e da linha de transmissão de RF.

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O projeto é finalizado apresentando os cálculos da potência efetiva irradiada e da intensidade de campo no limite da área do serviço. Finalmente, são apresentadas as conclusões do trabalho realizado.

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Rádio Comunitária II: Projeto, Localização e Transmissão

Para se implantar uma rádio comunitária deve-se observar toda regulamentação específica para seu funcionamento dentro das regras da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) e do Ministério das Telecomunicações [1].

Nossa base para implantação da emissora será a lei 9612/98 por se tratar de uma lei específica para as emissoras comunitárias, e na Norma complementar N.º 1/2004 – Serviço de Radiodifusão Comunitária. Observando seus artigos podemos, passo a passo, dimensionar toda parte técnica da emissora, conforme será feito a partir de agora nos cálculos de viabilidade técnica. Esses cálculos são baseados em dados da emissora tais como frequência de operação, distância do contorno protegido e potência máxima irradiada, e compreendem cálculos de potência efetiva irradiada, perdas na linha de transmissão e intensidade de campo no limite da área de serviço [7].

Como sabemos o canal definido para a transmissão das emissoras comunitárias é o canal 200, que corresponde à frequência de 87,9 MHz. Na figura 1, podemos ver detalhadamente a locação deste canal no espectro de radiofrequência.

Figura 1: Espectro de radiofrequência de 54 a 216 MHz Fonte: Cartilha “Rádio comunitária - Desafios e Perspectivas - CCS”

Podemos ver que o canal 200 está localizado dentro da faixa de frequência do canal 6 (TV), o que impede a coexistência de emissoras do RadCom numa mesma localidade onde exista uma emissora de TV neste canal (6).

Não é o caso de Belo Horizonte, onde não existe emissora de (TV) operando no canal (6). Localização da Emissora

A emissora será instalada nas dependências do COMPROV, juntamente com todo sistema irradiante. Temos reservado três cômodos, que compreenderão: o primeiro para abrigar o compressor de áudio, gerador de estéreo e transmissor, segundo cômodo para o estúdio principal da emissora, o terceiro será a recepção da rádio. Como o estúdio principal e o sistema irradiante da emissora estão no mesmo edifício; não utilizaremos sistema de link, onde poderíamos colocar o sistema irradiante na sede da emissora, e o estúdio principal em outro local. Mas a lei não permite este tipo de transmissão. Os dados do endereço da emissora são:

Rua: Manhuara, 1371 – Providência; Belo Horizonte – MG;

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Coordenadas Geográficas do Local do Sistema Irradiante

Com base no mapa utilizado para determinação do nível médio do terreno na área de prestação do serviço de Radiodifusão Comunitário, obtivemos as coordenadas geográficas do local de instalação da emissora:

Latitude: 19°S 51’15”; Longitude: 43°W 55’ 25”.

Levantamento do Nível Médio do Terreno

De acordo com a norma regulamentadora, a cota do terreno (solo), no local de instalação do sistema irradiante, não poderá ser superior a trinta metros, com relação à cota de qualquer ponto do terreno no raio de um km em torno do local do sistema irradiante. De acordo com a ANATEL, caso a condição estabelecida acima não seja satisfeita, a instalação proposta será analisada como situação especial. Será feita uma análise de um estudo específico que apresente as peculiaridades do terreno, com levantamento das cotas num raio de até 4 km, no qual fique demonstrada a execução adequada do serviço na área a ser atendida, sem acréscimo dos valores de intensidade de campo sobre áreas de serviço de estações de radiodifusão comunitária ocupando o mesmo canal [7].

Para tanto, utilizaremos o mapa da região pretendida de instalação da rádio, para fazermos este levantamento topográfico da região delimitada a um 1 km de raio. Os dados utilizados são [7]:

Cartas Utilizadas: Cartas de Belo Horizonte, sistema geodésico Sul-Americano 1969 – SAD/69; Denominação: Levantamento aerofotogramétrico;

Procedência: PRODABEL – Empresa de informática de informação do município de Belo Horizonte S.A.;

Escala: 1:10.000;

Equidistância das curvas de nível: 20,0 a 100,0 metros; Data da publicação: agosto / 1989.

A Tabela 3.1, abaixo, mostra de forma simplificada, o levantamento do nível médio do terreno de cobertura da emissora, tomando como centro do círculo, o sistema irradiante, juntamente com o estúdio principal da emissora.

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Tabela 1: Levantamento do Nível Médio do Terreno

LEVANTAMENTO DO NÍVEL MÉDIO DO TERRENO AZIMUTE

(Graus)

Nível médio do terreno (Metros) 0° 788 20° 788 40° 782,14 60° 782,5 80° 788,2 100° 794,3 120° 802,9 140° 853 160° 816,9 180° 814,3 200° 803 220° 805,6 240° 805,8 260° 793,04 280° 780,7 300° 782,5 320° 781,6 340° 782,5

Nível médio geral do terreno 796,5

Fonte: Cartas de Belo Horizonte, sistema geodésico Sul-Americano 1969 – SAD/69

Atendendo a um requisito da norma: Em nenhum local da área de cobertura da emissora, raio de 1 km, foi encontrada uma cota inferior a 30 metros do local pretendido [7].

Como forma de ilustração, na figura 2 podemos ver a representação do desnível permitido no terreno de instalação da emissora [7].

Figura 2: Desnível Máximo do terreno até 1 km da Torre Fonte: Cartilha “Rádio comunitária - Desafios e Perspectivas - CCS”

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Dados do Transmissor

Ao escolhermos o tipo de transmissor a ser utilizado em nossa rádio, recorremos ao que a Norma estabelece como base técnica para o mesmo. O transmissor deve atender aos requisitos abaixo:

Somente será permitida a utilização de equipamentos transmissores certificados pela ANATEL. Os equipamentos transmissores utilizados no Serviço de Radiodifusão Comunitária deverão ser

pré-sintonizados na frequência de operação consignada à emissora e deverão ter sua potência de saída inibida à potência de operação constante da Licença para Funcionamento de Estação. As especificações dos transmissores deverão atender aos requisitos mínimos a seguir indicados:

Os transmissores não poderão ter dispositivos externos que permitam a alteração da frequência e da potência de operação.

Os transmissores devem estar completamente encerrados em gabinete metálico e todas as partes expostas ao contato dos operadores serão eletricamente interligadas e conectadas à terra.

Todo o transmissor deve ter fixado no gabinete uma placa de identificação onde conste, no mínimo, o nome do fabricante, o número de série, a potência nominal e a frequência de operação. O dispositivo de controle da frequência deve ser tal que permita a manutenção automática da

frequência de operação entre os limites de mais ou menos 2000 Hz da frequência nominal. Qualquer emissão presente em frequências afastadas de 120 a 240 kHz (inclusive) da frequência

da portadora deverá estar pelo menos 25 dB abaixo do nível da portadora sem modulação. As emissões em frequências afastadas da frequência da portadora de 240 kHz até 600 kHz,

inclusive, deverão estar pelo menos 35 dB abaixo do nível da portadora sem modulação. As emissões em frequências afastadas de mais de 600 kHz da frequência da portadora deverão

estar abaixo do nível da portadora sem modulação de (73 + P) dB, onde P é a potência de operação do transmissor em dBk.

A distorção harmônica total das frequências de áudio, introduzidas pelo transmissor, não devem ultrapassar o valor eficaz de 3% na faixa de 50 a 15.000 Hz para percentagens de modulação de 25, 50 e 100%.

O nível de ruído, por modulação em frequência, medido na saída do transmissor, na faixa de 50 a 15.000 Hz, deverá estar, pelo menos, 50 dB abaixo do nível correspondente a 100% de modulação da portadora por um sinal senoidal de 400 Hz.

O nível de ruído, por modulação em amplitude, medido na saída do transmissor, na faixa de 50 a 15.000 Hz, deverá estar, pelo menos, 50 dB abaixo do nível que represente 100% de modulação em amplitude.

Com base nestes itens a serem atendidos, fizemos várias pesquisas de mercado e chegamos à conclusão de que o transmissor a ser comprado seria da Teletronix Equipamentos, por atender a todos os requisitos acima, e pelo valor do mesmo ser acessível frente aos outros transmissores similares de outras empresas consultadas. Tal transmissor apresenta os seguintes dados:

Fabricante: Auad Correa Equipamentos Eletrônicos LTDA.; Tipo: Transmissor de Radiodifusão;

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Categoria: 2B;

Potência de Saída: 50,0 Watts com redução até 10,0 Watts; Número de Homologação: 27997 – XXX528.

Obs.: O transmissor utilizado será o transmissor SP5050 com potência ajustável de 10 a 50 W.

Vale salientar uma importante observação: o transmissor será calibrado internamente para operar com 37,0 Watts. A figura 3 apresenta uma vista do painel frontal e traseiro do transmissor.

Figura 3: Transmissor de FM utilizado no Projeto Fonte: Foto do site www.teletronix.com.br/transmissores

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Rádio Comunitária II: Sistema Irradiante

Dados do Sistema Irradiante

Ao escolhermos o tipo de antena transmissora a ser utilizada em nossa rádio, recorremos ao que a Norma estabelece como base técnica para a mesma. A antena deve atender aos requisitos listados a seguir:

O sistema irradiante de estação do Serviço de Radiodifusão Comunitária deverá estar localizado, preferencialmente, no centro da área de serviço da emissora.

O diagrama de irradiação da antena utilizada por estação do Serviço de Radiodifusão Comunitária deverá ser omnidirecional.

O ganho da antena transmissora será de, no máximo, 0 dB, em relação ao dipolo de meia onda.

Com base nos itens acima a serem atendidos, fizemos várias pesquisas de mercado e chegamos à conclusão de que a antena a ser comprada seria da Teletronix Equipamentos, por atender a todos os requisitos acima e pelo valor da mesma, comparado este valor com o valor de outras antenas de 0 dB de ganho de outros fabricantes [4] [7].

Abaixo estão listados os dados da antena transmissora escolhida para o sistema irradiante: Fabricante: Auad Correa Equipamentos Eletrônicos LTDA.;

Tipo de Antena: Dipolo de meia-onda Onidirecional; Modelo: DP0dB;

Polarização: Linear, Vertical;

Ganho máximo com relação ao dipolo de meia onda: 0dBd ou 1,0 vezes.

Como forma de visualização é apresentada na figura 4 uma foto da antena que utilizaremos no sistema irradiante de nossa emissora, POP FM 87,9 MHz, retirada do site da empresa Teletronix Equipamentos [4].

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Figura 4: Antena Dipolo 1/4 de onda utilizada no Projeto Fonte: Foto do site www.teletronix.com.br

Como a lei determina que o diagrama de irradiação da antena utilizada por estação do Serviço de

Radiodifusão Comunitária deverá ser omnidirecional, na figura 5 é mostrado, como forma de ilustração, o Diagrama de Irradiação da Antena Dipolo ¼ de Onda.

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Fonte: Foto do site www.idealantenas.com.br

Com base no diagrama de irradiação da antena a ser utilizada, podemos extrair os valores de intensidade de campo e tabelá-los, conforme é apresentado na Tabela 3.1.

Tabela 2: Valores de Intensidade de Campo Antena Dipolo ¼ de Onda

Graus E/Emax (dB) (%) Graus E/Emax (dB) (%)

0º 1 0 100,00% 90º 0,78 -2,16 60,84% 5º 0,99 -0,09 98,01% 95º 0,76 -2,38 57,76% 10º 0,99 -0,09 98,01% 100º 0,75 -2,5 56,25% 15º 0,99 -0,13 97,02% 105º 0,73 -2,73 53,29% 20° 0,98 -0,18 96,04% 110º 0,72 -2,85 51,84% 25º 0,97 -0,26 94,09% 115º 0,7 -3,1 49,00% 30º 0,96 -0,35 92,16% 120º 0,69 -3,22 47,61% 35º 0,95 -0,45 90,25% 125º 0,68 -3,35 46,24% 40º 0,93 -0,63 86,49% 130º 0,67 -3,48 44,89% 45º 0,92 -0,72 84,64% 135º 0,66 -3,61 43,56% 50º 0,9 -0,92 81,00% 140º 0,65 -3,74 42,25% 55º 0,89 -1,01 79,21% 145º 0,64 -3,88 40,%% 60º 0,88 -1,11 77,44% 150º 0,63 -4,01 39,69% 65º 0,87 -1,21 75,69% 155º 0,63 -4,01 39,69% 70º 0,85 -1,41 72,25% 160º 0,63 -4,01 39,69% 75º 0,84 -1,51 70,56% 165º 0,62 -4,15 38,44% 80º 0,82 -1,72 67,24% 170º 0,62 -4,15 38,44% 85º 0,8 -1,94 64,00% 175º 0,62 -4,15 38,44% 180º 0,62 -4,15 38,44% 270º 0,78 -2,16 60,84% 185º 0,62 -4,15 38,44% 275º 0,8 -1,94 64,00% 190º 0,62 -4,15 38,44% 280º 0,82 -1,72 67,24% 195º 0,62 -4,15 38,44% 285º 0,84 -1,51 70,56% 200º 0,63 -4,01 39,69% 290º 0,85 -1,41 72,25% 205º 0,63 -4,01 39,69% 295º 0,87 -1,21 75,69% 210º 0,63 -4,01 39,69% 300º 0,88 -1,11 77,44% 215º 0,64 -3,88 40,96% 305º 0,89 -1,01 79,21% 220º 0,65 -3,74 42,25% 310º 0,9 -0,92 81,00% 225º 0,66 -3,61 43,56% 315º 0,92 -0,72 84,64% 230º 0,67 -3,48 44,89% 320º 0,93 -0,63 86,49% 235º 0,68 -3,35 46,24% 325º 0,95 -0,45 90,25% 240º 0,69 -3,22 47,61% 330º 0,96 -0,35 92,16% 245º 0,7 -3,1 49,00% 335º 0,97 -0,26 94,09% 250º 0,72 -2,85 51,84% 340º 0,98 -0,18 96,04% 255º 0,73 -2,73 53,29% 345º 0,99 -0,13 97,02% 260º 0,75 -2,5 56,25% 350º 0,99 -0,09 98,01% 265º 0,76 -2,38 57,76% 355º 0,99 -0,09 98,01%

Fonte: Tabela do site www.idealantenas.com.br

Esta tabela nos mostra a variação da relação da intensidade de campo elétrico E em relação ao campo E (máximo), em função da variação da inclinação da antena na torre de sustentação [5].

Tipo de Estrutura da Torre de Transmissão

Ao escolhermos o tipo de sustentação do sistema irradiante a ser utilizado em nossa rádio, recorremos ao que a Norma estabelece como base técnica para o mesmo. O tipo de estrutura para sustentação da antena deve atender aos requisitos abaixo:

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O sistema irradiante de estação do Serviço de Radiodifusão Comunitária deverá estar localizado, preferencialmente, no centro da área de serviço da emissora;

A altura da antena com relação ao solo será de, no máximo, trinta metros;

A cota do terreno (solo), no local de instalação do sistema irradiante, não poderá ser superior a trinta metros, com relação à cota de qualquer ponto do terreno no raio de um km em torno do local do sistema irradiante;

O estúdio e o transmissor devem estar instalados, preferencialmente, na mesma edificação, não sendo permitida a instalação de estúdio auxiliar [7].

Atendendo aos requisitos acima, optamos pelo seguinte tipo de sustentação: Tipo de estrutura de sustentação: Auto-suportável;

Altura física da estrutura de sustentação em relação à sua base: 30,0 metros;

Altura do centro geométrico da antena em relação à base da estrutura de sustentação: 30,0 metros; Altitude da base da estrutura de sustentação sobre o nível do mar: 795 metros;

Altura do centro geométrico da antena sobre o nível geral do terreno: 28,05 metros.

Dados da Linha de Transmissão em R.F.

Para escolhermos o tipo de cabo a ser utilizado em nossa emissora recorremos à Norma, que estabelece a base técnica para o mesmo. O tipo de cabo a ser utilizado deverá ser:

“I) A ligação entre o transmissor e a antena deve ser feita por meio de cabo coaxial.”

Existem diversos tipos de cabos coaxiais disponíveis no mercado nacional, optamos por aquele que tem a menor perda em relação ao seu comprimento, e atendesse ao requisito do sistema irradiante e do

transmissor, de que sua impedância deverá ser de 50 Ω. O cabo que mais atende aos nossos requisitos é aquele que minimiza as perdas na linha de transmissão.

Assim sendo, escolhemos o cabo listado abaixo: Fabricante: KMP Pirelli;

Tipo: Cabo coaxial; Modelo: RGC 213;

Impedância Característica: 50 Ω;

Atenuação em dB por 100 metros: 5,0 dB / 100m; Comprimento Total: 35,0 metros;

Eficiência: 0,668;

Perda na Linha: ((5x35) / 100) = 1,75 dB.

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De acordo com os cálculos, a perda com a utilização deste cabo, será de 1,75 dB, uma perda considerada aceitável. A Figura 3.6 apresenta uma ilustração do cabo RGC 213, incluindo detalhes de sua estrutura.

Figura 6: Cabo coaxial RGC 213

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Rádio Comunitária II: Potência Irradiada e Intensidade de Campo

Potência Efetiva Irradiada (ERP)

De acordo com a lei, a potência efetiva irradiada pela rádio comunitária deverá ser de -16 dBk, para que possamos ter uma intensidade de campo máxima dentro do raio de 1 km ao redor da torre de transmissão de 91dBµ.

Este valor é estabelecido por lei, para que o sinal de uma emissora do RadCom não interfira em nenhuma circunstância no sinal da emissora vizinha.

A potência efetiva irradiada (ERP) por emissora do RadCom deverá ser igual ou inferior a 25 Watts. A distância mínima entre emissoras do RadCom deverá ser de 4,5 km, possibilitando assim um melhor uso do espectro de radiofrequência, uma vez que todas as emissoras utilizam o mesmo canal dentro de uma cidade. No caso de Belo Horizonte, o canal escolhido é o 200, que corresponde à frequência de 87,9 MHz. Em cidades cujo raio é menor que 4,5 km de distância, haverá apenas uma concessão de rádio comunitária.

O cálculo da potência efetiva irradiada é dado pela equação a seguir:

ERP (dBk) – potência efetiva irradiada, em dB relativos a 1 kW (tomado o valor máximo, de -16 dBk, correspondentes a 25 W), sendo:

ERP (dBk) = 10 log ( Pt x Ght x Gvt x η ) Onde:

Pt - potência do transmissor, em kW;

Ght - ganho da antena, no plano horizontal, em relação ao dipolo de meia onda, em vezes; Gvt - ganho da antena, no plano vertical, em relação ao dipolo de meia onda, em vezes;

η - Eficiência da linha de transmissão.

Valores utilizados neste projeto:

Potência de operação do Transmissor: 37,0 Watts. Passando para kW:

Pt = 0,037 kW.

Tipo de antena: Dipolo de meia-onda Onidirecional. Polarização: Linear, Vertical.

Ganho máximo com relação ao dipolo de meia-onda: 0dBd ou 1,0 vezes. Ght = 1

(17)

Tipo de antena: Dipolo de meia-onda Onidirecional. Polarização: Linear, Vertical.

Ganho máximo com relação ao dipolo de meia-onda: 0dBd ou 1,0 vezes. Gvt = 1

Cabo coaxial RG213 com eficiência da linha de transmissão igual: η = 0,668

Substituindo os valores e calculando temos: ERP (dBk) = 10 log ( Pt x Ght x Gvt x η )

ERP (dBk) = 10 log ( 0,037 x 1 x 1 x 0,668) = -16,07dBk

Este valor (-16,07dBk) está dentro do valor máximo estipulado pela Norma complementar N.º 1/2004 – Serviço de radiodifusão comunitária [7].

Intensidade de Campo no Limite da Área do Serviço

De acordo com a lei, a intensidade de campo máxima dentro do raio de 1 km ao redor da torre de transmissão deverá ser de 91dBµ. Sendo assim, de acordo com a fórmula podemos calcular esta intensidade de campo.

O máximo valor de intensidade de campo que a estação poderá ter a uma distância de um quilômetro da antena e a uma altura de 10 metros sobre o solo será de 91 dBμ, obtido a partir da expressão [7]:

E (dBμ) = 107 + ERP (dBk) – 20 log d (km) Onde:

ERP (dBk) – potência efetiva irradiada, em dB relativos a 1 kW (tomado o valor máximo, de -16 dBk, correspondentes a 25 W).

d (km) – Distância da antena transmissora ao limite da área de serviço (raio da área de serviço).

Valores utilizados neste projeto: ERP (dBk) = -16,07dBk d (km) = 1 km

Substituindo os valores e calculando temos:

E (dBμ) = 107 + ERP (dBk) – 20 log d (km)

(18)

Este resultado atende ao requisito da lei de limite de intensidade de campo não superior a 91 dBμ, conforme calculado acima [7].

Podemos visualizar na Figura 3.7, como varia o nível de intensidade de campo à medida que nos afastamos da torre de transmissão da emissora do RadCom.

Para cobertura com sinal de 54 dBμ, uma emissora do RadCom pode alcançar por volta de 5,6 km para áreas de baixo ruído ambiente, normalmente são emissoras localizadas em áreas rurais.

Figura 7: Cobertura da Estação do RadCom

(19)

Rádio Comunitária II: Conclusões

No decorrer deste trabalho, após executarmos todos os cálculos inerentes aos propostos pela norma complementar N°01/2004, podemos concluir que a implantação da Rádio Comunitária POP FM 87,9 MHz no local antes mencionado neste estudo, é totalmente viável. Observamos que os resultados alcançados após execução dos cálculos estão em conformidade com os limites impostos em norma [7]. Estamos aguardando a liberação da outorga, seja ela provisória ou definitiva, para efetuarmos a compra dos equipamentos, e assim colocarmos a emissora em funcionamento. Teremos instalado em nossa

emissora, na parte de áudio, os seguintes equipamentos: compressor de áudio, gerador de estéreo, mesa de áudio de 12 canais, dois aparelhos de CD player, um toca discos, dois gravadores de fita K-7, uma híbrida telefônica. Já para a transmissão contaremos com: transmissor de Frequência Modulada de 37 Watts, cabo coaxial RG213, torre de sustentação e finalizando antena dipolo onidirecional de 0 dBd de ganho [7]. Quando do início do nosso processo (1998) a lei Nº. 9612 de 19 de fevereiro de 1998, determinava que a distância mínima entre as emissoras do RadCom, deveria ser de 2,5 km, mas com a norma complementar Nº. 01/2004, a distância foi alterada para 4 km. Esta mudança tornou inviável vários projetos que foram enviados até 2004, obrigando a aqueles que ainda quisessem implementar uma rádio comunitária a refazerem seus projetos para obterem a outorga [1].

Esta iniciativa do Ministério das Comunicações deixa claro o interesse do mesmo em diminuir o número de processos para serem analisados, e reduzir significativamente o número de emissoras outorgadas. Ter uma Rádio Comunitária em funcionamento significa uma luta de anos e anos, contra o regime de oligopólio das telecomunicações em que vivemos. A Rádio Comunitária é um direito do povo, uma forma de expressão cultural de uma comunidade qualquer. Deve ser preservada por esta última, atendendo aos requisitos de qualidade jornalística, perfazendo uma mídia independente e imparcial, totalmente

desvinculada dos interesses políticos.

Em 1997, uma reportagem da Gazeta Mercantil sobre rádios comunitárias ilustra o caráter das rádios comunitárias. "Uma emissora comunitária tem como característica principal o fato de operar em via de duas mãos: ela não apenas fala como ouve, principalmente, assegurando, assim, à comunidade o direito de se fazer ouvir, em seus reclamos e em suas manifestações culturais e artísticas de natureza local". Mesmo que no decorrer do projeto não consigamos a outorga, esperamos que este trabalho possa auxiliar a todos aqueles que tiverem interesse em desenvolver um projeto similar em sua comunidade.

Contamos com o apoio da empresa Teletronix, de Santa Rita do Sapucaí, a qual está desenvolvendo todo o projeto conosco.

Referências

[1] BRASIL, Planalto Central. Lei 9612 de 19 de Fevereiro de 1998 - Institui o Serviço de Radiodifusão Comunitária e dá outras providências.

Disponível em:

www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9612.htm Acesso em: 06 de abril de 2008.

[2] BRASIL, Ministério das Comunicações. Cartilha mostrando como fazer para se conseguir uma concessão de Radio Comunitária.

(20)

Disponível em:

www.mc.gov.br/sites/600/695/00000537.pdf Acesso em: 06 de abril de 2008.

[3] BRASIL, Planalto Central. Lei 9472 de 16 de Julho de 1997 - Dispõe sobre a organização dos serviços de telecomunicações, a criação e funcionamento de um órgão regulador e outros aspectos institucionais, nos termos da Emenda Constitucional nº 8, de 1995.

Disponível em:

www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9472.htm Acesso em: 06 de abril de 2008.

[4] ANTENAS, Teletronix Indústria e Comercio. Antenas para Emissoras de Rádio Comunitárias. Disponível em:

www.teletronix.com.br/pt/inside.php?g=produtos&p=antenas Acesso em: 06 de abril de 2008.

[5] ANTENAS, Ideal Antenas Profissionais. Antenas para Emissoras de Rádio Comunitárias. Disponível em:

www.idealantenas.com.br/produto/fm%20plano%20terra58/fm_plano_terra58.pdf Acesso em: 06 de abril de 2008.

[6] BRASIL, Planalto Central. Lei 10.597 de 11 de Dezembro de 2002 - Altera o parágrafo único do art. 6º da Lei nº 9.612, de 19 de fevereiro de 1998, que Institui o Serviço de Radiodifusão Comunitária, para aumentar o prazo de outorga.

Disponível em:

www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10597.htm Acesso em: 06 de abril de 2008.

[7] BRASIL, Planalto Central. Norma Complementar N.º 1/2004 - SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO COMUNITÁRIA

Disponível em:

www.redevivafavela.com.br/pdf/norma_complementar_comentada.pdf Acesso em: 07 de maio de 2008.

[8] BRASIL, Senado Federal. Rádio Digital no Brasil – Implantação do Rádio Digital no Brasil. Disponível em:

(21)

www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=64670&codAplicativo=2 Acesso em: 07 de maio de 2008.

[9] BRASIL, Inovação tecnológica. Rádio Digital Chega ao Brasil em 2008. Disponível em:

www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=radio-digital-no-brasil Acesso em: 07 de maio de 2008.

[10] PIRELLI, Cabos Pirelli. Cabos Pirelli para Radio Frequência. Disponível em:

www.pirellicabos.com.br/RGC 213 Acesso em: 24 de maio de 2008.

[11] IMBRIZI, Marcos. Rádios Comunitárias e o Acesso à Cultura Disponível em:

www.unilestemg.br/revistacomplexus/textos_revista01/02artigo01_imbrizzi.doc Acesso em: 21 de setembro 2007.

[12] IMBRIZI, Marcos. ACEC, uma alternativa cultural para São Caetano do Sul. 2000, 60p. Disponível em:

www.cultivox.com.br

Acesso em: 21 de setembro 2007.

[13] IMBRIZI, Marcos. Rádios comunitárias e democratização dos meios de comunicação no Brasil. Dissertação de mestrado. Universidade Metodista de São Paulo - (UMESP), 2002. 164p.

(22)

Anatel 2007: Teste seu Entendimento

1. Qual ou quais foram as bases para a implantação da rádio comunitária desta série de tutoriais? Lei 9612/98 por se tratar de uma lei específica para as emissoras comunitárias, e a Norma

complementar N.º 1/2004 – Serviço de Radiodifusão Comunitária.

Lei 2961/98 por se tratar de uma lei específica para as emissoras comunitárias. Norma complementar N.º 1508/2004 – Serviço de Radiodifusão em Áudio. Nenhuma das anteriores.

2. Como deve ser o transmissor para uso nas rádios comunitárias?

Deve ser pré sintonizado na frequência de operação consignada à emissora.

Deve ter sua potência inibida à potência de operação constante da Licença de Funcionamento da Estação.

Deve ser homologado e certificado pela Anatel. Todas as anteriores

3. De acordo com a lei, qual deve ser o valor de potência irradiada do transmissor para que a intensidade de campos máxima dentro do raio de 1 km ao redor da torre de transmissão possa ser de 91dBµ?

-10 dBk. -16 dBk. -22 dBk. -28 dBk.

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