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Comissão Técnica de Arroz CTA REGIMENTO INTERNO. Capítulo I

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Academic year: 2021

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Comissão Técnica de Arroz – CTA REGIMENTO INTERNO

Capítulo I

DA DEFINIÇÃO, DAS FINALIDADES E DOS OBJETIVOS

Art. 1º. A Comissão Técnica de Arroz - CTA é o órgão colegiado que congrega componentes da cadeia produtiva do arroz – instituições de pesquisa científica, ensino, assistência técnica, extensão rural, produção de insumos, crédito e comercialização, fiscalização, padronização, industrialização, representação de orizicultores, conservação, dentre outros - tendo como finalidade o desenvolvimento sustentável da cadeia através da articulação das instituições, prospecção de demandas, difusão das informações geradas e assessoria, quando solicitado, sobre aspectos técnico-científicos da cultura e do produto.

Art. 2º. Os objetivos da CTA são:

Geral

Colaborar com o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva do arroz.

Específicos

b) Ampliar e aperfeiçoar o plano integrado interinstitucional e interdisciplinar de desenvolvimento da cadeia produtiva do arroz,

c) Informar e atualizar os diversos elos sobre demandas, ações e resultados,

d) Viabilizar o debate técnico-científico de temas relevantes ao desenvolvimento da cadeia,

f) Assessorar tecnicamente a definição de políticas relacionadas à cadeia, e) Interagir com outras cadeias produtivas,

Capítulo II DA CONSTITUIÇÃO

Art. 3º. A CTA constitui-se de segmentos representativos da cadeia produtiva de arroz:

A proposta aqui foi de se determinar como componente apenas as instituições presentes no momento da criação da comissão técnica.

ABIMAQ ABRASEM ANDA ANDEF

Associações de Produtores de Sementes Associações de empresas particulares de AT Associações de Consumidores

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ASFA Bolsas de Mercadoria Colégios Agrícolas CONAB Cooperativas de AT RURALTINS Embrapa

Empresas estaduais de pesquisa Empresas particulares de pesquisa Federações de Agricultura

Federações de Trabalhadores na Agricultura IBGE

Instituições ambientais regionais/ estaduais OCB

ONGs SEBRAE

Secretarias Estaduais/Municipais de Agricultura Secretarias Estaduais/Municipais de C&T

Sindicato das Indústrias Beneficiadoras Sindicato das Indústrias Transformadoras Universidades

Capítulo III DO FUNCIONAMENTO Art. 4º. A CTA funciona sob o sistema de subcomissões.

§ 1º. As subcomissões são:

a) Desenvolvimento de cultivares b) Manejo da cultura

c) Desenvolvimento da cadeia produtiva

§ 2º. A CTA pode criar, reunir, desmembrar ou eliminar subcomissões.

Art. 5o . As instituições relacionadas no Art. 3o, têm representantes apenas nas

subcomissões em que desenvolvam atividade.

Art. 6o . As instituições relacionadas no Artigo 3o têm direito a votar nas

subcomissões em que tiver profissional devidamente credenciado.

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§ 2o - O representante votante necessita ser indicado por sua instituição por

ocasião das reuniões da CTA.

§ 3o - O representante votante deve ser indicado por uma instituição e

credenciado apenas para uma subcomissão. Capítulo IV DAS REUNIÕES

Art. 7 o. A CTA reunir-se-á ordinária e extraordinariamente. As reuniões ordinárias

serão bienais e em torno de tres meses antes do início da semeadura da cultura na região de abrangência da comissão. As extraordinárias, quando necessárias.

Art. 8º. A reunião ordinária da CTA será dividida em três sessões plenárias: de abertura, inicial e final. Entre as plenárias iniciais e finais, serão intercaladas as sessões das subcomissões. A critério da comissão organizadora, poderão ser promovidas sessões plenárias especiais em que serão apresentados palestras, painéis, etc.

 § 1º. A Sessão Plenária de Abertura obedecerá a seguinte ordem: - abertura

- comunicação das ações executadas pela presidência da CTA desde a última reunião

- posse do presidente da atual reunião

- apresentação dos representantes credenciados - posse do secretário da reunião

- discussão da agenda da reunião

- comunicação do credenciamento de novas instituições

- indicação dos coordenadores e secretários das subcomissões técnicas - assuntos gerais

- encerramento

§ 2º. A Sessão Plenária Inicial será realizada com a finalidade de relatar o

comportamento da cadeia produtiva do arroz nas duas safras imediatamente anteriores, ressaltando aspectos que demonstram a importância da aplicação das orientações técnicas e aqueles que indicam demandas.

§ 3º. A Sessão Plenária Final obedecerá a seguinte ordem:  - abertura

 - apresentação e votação das resoluções das subcomissões,

devidamente justificadas

 - assuntos gerais

 - indicação da entidade coordenadora da reunião seguinte, adotando-se

preferencialmente, o critério de rodízio

(4)

§ 4º – A programação do plano integrado será definida e as orientações

técnicas atualizadas conforme votação da sessão plenária final.

§ 5º - A instituição escolhida definirá o presidente da próxima reunião.

Art. 9º. As reuniões extraordinárias serão convocadas pelo presidente da CTA por iniciativa própria ou por solicitação de qualquer uma das instituições constantes desde que aprovado por cinqüenta por cento mais um das instituições no Art. 3o.

Art. 10o . Para cada reunião ordinária e extraordinária deverá ser elaborada uma ata. § 1º . Para cada subcomissão haverá um coordenador e um relator indicados

pelo presidente da CTA na sessão plenária de abertura.

§ 2º. Os mandatos do coordenador e do relator se estenderão até o início da

reunião bienal seguinte.

§ 3º. Compete ao coordenador:

a) Dirigir os trabalhos da subcomissão;

b) Nomear um relator substituto no impedimento do titular.

§ 4º. Compete ao relator:

a) Elaborar documentos contendo as informações de maior relevância obtidas pelas instituições em sua respectiva subcomissão, e apresentá-lo na sessão plenária final de que trata o Art. 8º, § 3º.

b) Elaborar a ata dos trabalhos de sua subcomissão e apresentá-la na sessão plenária final de que trata o Art. 8º, § 3º.

c) Substituir o coordenador em seus impedimentos e, neste caso, nomear um dos membros como relator substituto.

Capítulo V DAS ATIVIDADES

Art. 11º. A apresentação de resultados conclusivos de pesquisa e desenvolvimento, bem como de outras deliberações, será feita em nível de subcomissão, de modo a possibilitar a elaboração das orientações técnicas e o planejamento de pesquisa e desenvolvimento.

Art. 12º. Na sessão plenária final, o secretário de cada subcomissão apresentará as informações e conclusões respectivas, no intuito de:

a) Elaborar orientações à assistência técnica e extensão rural;

b) Equacionar as medidas consideradas indispensáveis à melhor integração, execução e coordenação das atividades;

b) Detalhar o planejamento e a metodologia proposta. Nas ocasiões em que se discutem esses temas, pode ocorrer a colaboração de técnicos vinculados às demais comissões.

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Capítulo VI

DO CREDENCIAMENTO DE REPRESENTANTES, ADMISSÃO DE NOVAS ENTIDADES E VOTAÇÃO

Art. 13º. As instituições listadas no Art. 3º, desde que credenciadas, indicarão os seus representantes para uma ou mais subcomissões previstas no § 1º, do Art. 4º. (ANEXO A)

§ 1º. Além dos representantes credenciados, profissionais ligados à cadeia

produtiva arroz poderão participar das reuniões, prevalecendo o poder de voto apenas aos representantes credenciados.

§ 2º. As instituições credenciadas, especificadas no Art. 3º, deverão enviar

antecipadamente à Comissão Organizadora e/ou entregar na Secretaria da reunião, no momento da inscrição, correspondência oficial indicando os representantes (titular e suplente) nas respectivas subcomissões previstas no § 1º, do Art. 4º.

Art. 14º. Os representantes das instituições credenciadas (Artº 3º) terão direito a voto nas sessões das subcomissões (§ 1º do Art. 4º) nas quais foram credenciados e na Sessão Plenária Final (Art. 8º, § 3º). Cada instituição credenciará também um suplente com direito a voto apenas na ausência do titular.

§ 1º. Em cada subcomissão, cada instituição terá direito a um voto,

independentemente do número de bases físicas que a represente.

Art. 15º. Para todas as reuniões, o regime de votação será o de maioria simples, salvaguardando a possibilidade do voto de minerva dos coordenadores das subcomissões, nas sessões das subcomissões, e do presidente da CTA na sessão plenária final.

Art. 16º . Para a votação de matérias em plenária será necessária a presença mínima de 2/3 dos representantes credenciados na primeira chamada e com qualquer número na segunda chamada que acontecerá 30 minutos após a primeira.

Art. 17º. Novas entidades poderão ser admitidas na CTA desde que: a) Se enquadrem no Art. 1º

b) Justifiquem a inclusão, relacionando os trabalhos realizados, em andamento e estrutura de trabalho, na(s) área(s) de atuação especificada(s) no Art. 4º, § 1º. c) Solicitem a inclusão ao Presidente da CTA que encaminhará para análise à

subcomissão respectiva.

§ 1º - A participação efetiva de novas entidades admitidas dar-se-á por ocasião

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§ 2º - A solicitação de inclusão de representantes de entidades já participantes

em outras subcomissões que não aquelas em que estavam atuando, obedecerá o mesmo critério.

Art. 18º. A entidade credenciada para participar de uma determinada subcomissão que não se fizer representar em duas reuniões consecutivas, será descredenciada da referida subcomissão.

Capítulo VII

DO PRESIDENTE, DO SECRETÁRIO E DOS REPRESENTANTES

Art. 19º. A presidência da CTA será exercida por profissional atuante na cadeia produtiva do arroz, designado pela entidade escolhida como coordenadora da reunião. Esta entidade, num prazo máximo de 90 dias, deverá oficializar ao presidente em exercício da CTA a indicação de seu sucessor.

§ 1º. O presidente designado pela entidade coordenadora assumirá a

presidência na sessão plenária inicial e desempenhará essa função até a próxima reunião.

§ 2º. Havendo impedimento do presidente, a entidade coordenadora indicará

um substituto, comunicando a modificação às demais entidades.

§ 3º. Compete ao Presidente:

- coordenar a organização da reunião - presidir a comissão organizadora

- convocar e presidir reunião ordinária (e, se for o caso, a extraordinária) - indicar o secretário da reunião

- indicar os coordenadores e relatores das subcomissões - cumprir e fazer cumprir o presente regimento

Art. 20º. Na sessão plenária inicial da reunião ordinária da CTA, o presidente designará o secretário da reunião

§ 1º. Compete ao Secretário:

- secretariar as sessões plenárias

- secretariar atividades ocorridas entre a reunião vigente e a seguinte - substituir o presidente da CTA em seus impedimentos

- indicar um substituto quando assumir a presidência

Art. 21º. O Presidente e o Secretário da CTA exercerão as respectivas funções de Presidente e Secretário de mesa na Sessão Plenária Final.

Art. 22º. São direitos dos representantes:

a) apresentar resultados de trabalhos conclusivos, sugestões, solicitações e proposições.

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Art. 23º. São deveres dos representantes: a) comparecer à reunião

b) cumprir o presente Regimento

Capítulo VIII

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 24º. A reunião da CTA, deverá ser convocada pelo seu presidente, com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias, indicando o local, data e temário.

Art. 25º. Os trabalhos de organização da reunião da CTA ficarão a cargo da instituição escolhida na reunião anterior.

Art. 26º. Os trabalhos a serem apresentados nas subcomissões deverão ter seus resumos submetidos à Comissão Organizadora no prazo por esta estabelecido, visando a publicação dos mesmos.

Art. 27º A Embrapa Arroz e Feijão será a responsável pelo registro e arquivamento dos documentos das reuniões da CTA. Para isso, obterá o material do secretário da reunião e dos relatores das subcomissões.

§ 1º – A Embrapa Arroz e Feijão poderá buscar parceria técnica e apoio

financeiro para publicação da ata e das orientações técnicas

§ 2º – A ata deverá ser disponibilizada à sociedade na homepage da Embrapa

Arroz e Feijão num prazo máximo de 90 (noventa) dias após o término da reunião ordinária. As demais instituições credenciadas poderão pubicar em por quaisquer meios as recomendações da CTA.

§ 3º – As orientações técnicas devem estar publicadas até 60 (sessenta) dias

após o término do evento.

Art. 28º. Os casos omissos neste Regimento Interno serão resolvidos em Assembléia Geral.

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(MODELO DE REQUERIMENTO) ANEXO A

SOLICITAÇÃO DE CREDENCIAMENTO

Ao Sr.

(nome)

Secretário-Executivo da CTA- MT/RO

Prezado Senhor

Solicito o credenciamento da (nome da instituição) na Comissão Técnica de Arroz –TO. A (nome

da instituição) desenvolve atividades de (descrição sucinta das atividades), possui (número total de profissionais, destacando a quantidade dos que são relacionados ao desenvolvimento da cadeia produtiva do arroz).

Indicamos, como representantes com direito a voto, os seguintes profissionais, nas respectivas sub-comissões da I Reunião da Comissão Técnica de Arroz MT/RO.:

Nome Condição (titular ou suplente) Sub-comissão

Atenciosamente

Nome a assinatura do dirigente da instituição

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