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Nursing team and humanized assistance in neonatal UTI

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Academic year: 2021

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Nursing team and humanized assistance in neonatal UTI

Equipe de Enfermagem e a assistência humanizada na UTI neonatal Equipo de Enfermería y la asistencia humanizada en la UTI neonatal

ABSTRACT

Objective: To identify, through an integrative literature review, the main humanization strategies for the NICU, focusing on the care provided by the nursing team. Methodology: This is a qualitative approach, where the method adopted is an integrative review of the literature. The search was performed in the databases SCIELO, VHL and LILACS. Ten articles were selected for analysis, being literature review, case study, experience report. Results: It is possible to analyze the performance of professionals, especially nurses, in the humanized and holistic care provided to the neonate and his / her family, helping parents to prepare for child care in the post-discharge period. It is important that the nursing professional be prepared to minimize as much as possible the emotional damage caused to the family by seeing the newborn in the NICU. Conclusion: The care encompasses a series of factors that go beyond the technical work, they need to help, welcome, comfort, explain and teach the family the situation in which the newborn is, allowing them to help in the care process, so that they feel active and participating in the recovery of the newborn. RESUMO

Objetivo: Identificar por meio de revisão integrativa de literatura as principais estratégias de humanização para a UTIN, com foco nos cuidados prestados pela equipe de enfermagem. Metodologia: Trata-se de uma abordagem qualitativa, onde o método adotado se trata de uma revisão integrativa da literatura. A busca foi realizada nos bancos de dados SCIELO, BVS e LILACS. Dez artigos foram selecionados para análise podendo ser revisão de literatura, estudo de caso, relato de experiência. Resultados: Pode-se analisar a atuação dos profissionais, principalmente dos enfermeiros no cuidado humanizado e holístico prestado ao neonato e sua família, ajudando os pais a se preparem no cuidado ao filho no período pós alta hospitalar. É importante que o profissional da enfermagem esteja preparado para amenizar o máximo possível o dano emocional causado nos familiares por verem o RN dentro da UTIN. Conclusão: A assistência engloba uma série de fatores que vão além dos trabalhos técnicos, necessitam ajudar, acolher, confortar, explicar e ensinar para a família a situação em que o RN está, permitindo que estes ajudem no processo de cuidado, para que eles se sintam ativos e participantes na recuperação do neonato.

RESUMEN

Objetivo: Identificar por medio de revisión integrativa de literatura las principales estrategias de humanización para la UTIN, con foco en los cuidados prestados por el equipo de enfermería. Metodología: Se trata de un enfoque cualitativo, donde el método adoptado se trata de una revisión integrativa de la literatura. La búsqueda fue realizada en los bancos de datos SCIELO, BVS y LILACS. Diez artículos fueron seleccionados para análisis pudiendo ser revisión de literatura, estudio de caso, relato de experiencia. Resultados: Se puede analizar la actuación de los profesionales, principalmente de los enfermeros en el cuidado humanizado y holístico prestado al neonato y su familia, ayudando a los padres a prepararse en el cuidado al hijo en el período post alto hospitalario. Es importante que el profesional de la enfermería esté preparado para amenizar al máximo posible el daño emocional causado en los familiares por ver el RN dentro de la UTIN. Conclusión: La asistencia engloba una serie de factores que van más allá de los trabajos técnicos, necesitan ayudar, acoger, confortar, explicar y enseñar a la familia la situación en que el RN está, permitiendo que éstos ayuden en el proceso de cuidado, para que ellos se se sienten activos y participantes en la recuperación del neonato.

Aline de Souza Coelho¹ Daiany Cristina Gil Glioli Custódio² Grazielli Rosso³ Renato Silva4

Jemima dos Santos Carvalho da Silva5

Francielli Carniel6

¹Acadêmica do 7º período do curso de Enfermagem do Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná (CEULJI/ULBRA), Ji-Paraná, Rondônia- Brasil. E-mail: [email protected]

²Acadêmica do 7º período do curso de Enfermagem do Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná (CEULJI/ULBRA), Ji-Paraná, Rondônia- Brasil. E-mail: [email protected]

³Acadêmica do 10º período do curso de Enfermagem do Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná (CEULJI/ULBRA). Ji-Paraná, Rondônia- Brasil. E-mail: [email protected]

4Acadêmico do 10º período do curso de Enfermagem do Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná (CEULJI/ULBRA).

Ji-Paraná, Rondônia- Brasil. E-mail: [email protected]

5Acadêmica. do 7° período do curso de Enfermagem do centro Universitário Luterano de Ji-Paraná (CEULJI/ULBRA).

Ji-Paraná, Rondônia- Brasil. E-mail: [email protected]

6Enfermeira. Docente e coordenadora do curso de Enfermagem do CEULJI-ULBRA. Mestre em Genética e Toxicologia

Aplicada na Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Especialização em Pediatria pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Atualização em Neonatologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Especialista em Qualidade e segurança no cuidado ao Paciente pelo Instituto de Ensino e pesquisa do Hospital Sírio Libanês. Ji-Paraná, Rondônia- Brasil. E-mail: [email protected]

Descriptors Family. Newborn. Neonatal

intensive care units. Descritores Família. Recém-nascido. Unidade de Terapia Intensiva neonatal.

Descriptores Familia. Recién nacido. Unidades de

terapia intensiva neonatal.

Sources of funding: No Conflict of interest: No

Date of first submission: 2018-01-08 Accepted: 2018-03-15

Publishing: 2018-03-20

Corresponding Address Aline de Souza Coelho

Rua: Av. Engenheiro Manfredo Barata Almeida da Fonseca, 762 Bairro: Jardim Aurélio Bernardes Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná

CEULJI-ULBRA

CEP: 76.907-438 – Ji-Paraná (RO), Brasil

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INTRODUÇÃO

O recém-nascido passa por uma série de transformações no momento da passagem da vida intrauterina para o nascimento, e muitas vezes em meio a esse processo ocorrem algumas intercorrências ou são observadas algumas alterações fisiológicas que retardaram o desenvolvimento normal e saudável da criança. Nesses momentos se faz necessário a utilização da unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN)(1).

A UTIN está destinada ao atendimento de neonatos com até 28 dias de vida que precisem de um suporte assistencial diferenciado a todo tempo. Com apoio de suporte vital completo, monitoração, equipamentos de reanimação, entre diversos outros e serviço auxiliar de apoio extenso. Condições essenciais e vitais para a sobrevivência e desenvolvimento do RN no ambiente extra uterino(2).

A humanização da UTIN é uma das principais estratégias para ajudar no desenvolvimento do RN, uma vez que visa diminuir os estressores que causam impacto no processo de melhora. A equipe de enfermagem são os dos principais responsáveis para propiciar um ambiente agradável(3). (4) destaca que “um dos papéis da enfermagem

consiste na diminuição dos estressores da UTIN e na implantação de ações que resultem em um ambiente terapêutico”, sendo a equipe de enfermagem que passa mais tempo junto ao recém-nascido internado, reconhece melhor os sinais de desconforto podendo reduzir estes, atuando de forma eficaz e humanizada(3).

Observando então a necessidade da humanização da unidade de terapia intensiva neonatal, o objetivo do trabalho é identificar por meio de revisão integrativa de literatura as principais estratégias de humanização para esse setor, com foco nos cuidados prestados pela equipe de enfermagem.

METODOLOGIA

O referido estudo trata-se de uma abordagem qualitativa, onde o método adotado foi o de revisão integrativa de literatura. Este visa buscar, analisar, avaliar, demonstrar e compreender os conhecimentos científicos já

com ênfase nos cuidados prestados pela equipe de enfermagem nesse processo.

A revisão integrativa de literatura estabelece critérios definidos para a elaboração do processo de coleta de dados, análise, interpretação e apresentação dos resultados, necessitando se trabalhar em etapas, de forma contínua, durante toda construção do estudo. Primeiro se definiu a problemática da pesquisa, juntamente com a elaboração do objetivo, depois se estabeleceu os critério de inclusão do estudo e realizou-se coleta de dados, após categorizou-se os artigos em formato de tabela, mostrando de forma objetiva o que por todos os artigos foi proposto.

A problemática norteadora do trabalho foi: O que humanização da UTI neonatal e quais as formas de promover tal humanização?

Para realização da pesquisa utilizou-se a seleção dos artigos em bancos de dados, estes que foram: SCIELO, LILACS e Biblioteca Virtual de saúde, pesquisa realizada em maio de 2017.

Adotou-se como critério de inclusão categorias diversas de artigo, podendo ser revisão de literatura, estudo de caso, relato de experiência, original; apenas artigos que disponibilizassem textos completos para análise; somente os publicados no idioma português; e os artigos que continham o termo humanização neonatal como centro da pesquisa, em seu título. Os artigos selecionados deviam ainda ter sido publicados no intervalo de tempo dos últimos 10 anos. Os critérios de exclusão se deram para todos os artigos que não continham as características acima citadas. Dez artigos foram selecionados para análise, estes que foram tabelados e se adequavam a todas as exigências de inclusão.

RESULTADOS

Pode-se constatar que em relação ao tempo de publicação dos artigos incluídos no trabalho, o ano de 2010 se encontra com um maior número de artigos selecionados, correspondente a 50%. Os anos de 2011, 2015 com 20% cada e 2013 com 10% .

Dos 29 autores e profissionais da área que debateram o tema, 93,10% são enfermeiros; e 6,90% são médicos. O estado que mais se destacou com publicações

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seguido dos demais estados (Minas Gerais, Ceará, Paraíba, Santa Catarina e Paraná) com 10%, sendo apenas uma publicação por estado.

Uma abordagem a respeito do tema proposto será explanada, de forma a retratar sobre a humanização dentro da UTI neonatal.

Nas últimas décadas se destacam o avanço do atendimento prestado dentro das UTI pelo progresso da tecnologia, principalmente dentro da neonatologia, por conta do surgimento de novos equipamentos, processos terapêuticos e conhecimentos teóricos e práticos. Evolução necessária para reverter distúrbios que colocam em risco a vida de bebês com alto risco. Mas, embora necessária para garantia da sobrevivência, a implementação cada vez maior de tecnologias e aparelhos dentro das unidades cria uma espécie de barreira, separando o que é artificial do humano, sendo muitas vezes o lado humanizado deixado de lado pelos próprios profissionais que acreditam que a disponibilização de técnicas já se faz suficiente no processo de melhora dos RN’s(5).

As Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) são ambientes repletos de interferências, agressivos, impessoal de difícil adaptação. Na atualidade e perceptível que a realidade deste ambiente ao longo do tempo é progressivamente mais preocupante(4).

São ambientes com luzes fortes e constantes, barulho, variações de temperatura, alterações do ciclo do sono, e numerosas intervenções diárias, onde algumas medidas podem ir até na contramão da assistência, como deixar rádio ligado para deixar o setor mais agradável à equipe. Ressalta-se ainda que a intensidade de ruído e luz algumas vezes são maiores que os permitidos pela Associação Brasileira de Normas e Técnicas (ABNT) (4).

Trata-se de um ambiente estranho e assustador, e muitas vezes os pais carregam o sentimento de culpa pelos problemas do filho, inibindo do contato espontâneo entre eles. Nesse sentido, justifica-se a importância do acolhimento aos familiares neste ambiente(6).

Para se incrementar a tecnologia dentro do cuidado aos recém nascido de risco, se faz necessário repensar as formas de relacionamento prestada dentro do serviço, relação entre os RN’s, profissionais e família, sendo necessária a interação destes, uma vez que o cuidado

oferecido deve ser exclusivo, de forma individualizada, segura e humana2.

Importantes mudanças que estão ocorrendo nas unidades neonatais sendo dentre outras, a liberação de visitas de outros familiares, a permanência dos pais junto ao RN internado, implementação de grupos de apoio aos familiares, o método canguru, participação materna nos cuidados e tomada de decisão do tratamento(6).

As UTIN, exige conhecimentos e habilidades específicas do profissional de enfermagem, pois é necessário a organização de espaço, tarefas, equipamentos, família e RN. O enfermeiro ainda reconhece a partir de uma avaliação individualizada as necessidades específicas de cada RN e família, conseguindo planejar desta forma uma melhor assistência, levando em consideração a sensibilidade de cada indivíduo, principalmente da família que se encontra fragilizada(7).

Desde a década de setenta, a humanização já era debatida como um tema relevante nos Estados Unidos. No Brasil, a partir da década de noventa, conforme Vaitsman e Andrade, o termo passou a fazer parte do vocabulário da saúde. Inicialmente, como um conjunto que apontava o caráter impessoal e desumanizado da assistência à saúde, vindo mais tarde a transformar-se em propostas que visam modificar as práticas assistenciais(3).

A assistência humanizada é toda aquela assistência voltada ao paciente como um todo. Ao refletirem sobre a integralidade do cuidado no hospital constataram que o paciente é visto como um somatório de diversos e parciais cuidados, revelando uma trama de atos que configuram o fluxo, os saberes, a rotina e o processo de trabalho dentro do hospital(2).

O sentido está relacionado à preocupação que a equipe tem em integrar, de forma participativa, os familiares que acompanham os pacientes durante a internação. Provavelmente, é uma forma de minimizar o impacto da estranheza causado pelo ambiente hospitalar, mediado por muitos recursos tecnológicos onde a comunicação se da por uma linguagem profissional(7).

O método mãe canguru é um exemplo da implantação do modelo de cuidado humanizado no campo neonatal. Este método promove atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso e gera um conjunto de ações

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na assistência que envolve o paciente, sua família e os profissionais de saúde(4).

É importante a integração entre a equipe e a família, pois o aprendizado dos familiares na ocasião da internação servirá como base para a continuidade do cuidado quando o bebê estiver em casa(3).

Os bebês são manipulados para higiene, para a verificação dos sinais vitais e os procedimentos programados pela equipe médica. Também circula um número significativo de profissionais que participam de visitas, round e outras atividades dentro da unidade(7).

Dados literários confirmam que a sobrecarga sensorial gerada no ambiente contribui para ocorrência de sequelas e complicações no recém-nascido, especialmente em pré-termos(4).

Além de variados distúrbios comportamentais, a luz e ruídos intensos geram mudanças no padrão sono/repouso do neonato, comprometem o ciclo circadiano a regulação da temperatura. A luz demasiada na incubadora pode causar a queda na saturação de oxigênio, estresse, apneia, taquicardia e retinopatia(4).

Para que a assistência prestada pela enfermagem ao RN seja de qualidade, e evite todos os transtornos que uma UTIN pode causar, é fundamental que se respeite e atenda às necessidades de repouso, calor, higiene, nutrição, observação e atendimento contínuo ao RN. Sendo que antes e depois de qualquer que seja a atividade ou técnica invasiva a ser realizada é necessário uma observação rigoroso do estado de saúde atual do RN, principalmente de seus sinais vitais. Esse processo é necessário para se avaliar o processo de adaptação ao procedimento na qual foi submetido e também a sinais de dificuldade para se adaptar ao ambiente extrauterino(5).

Segundo os profissionais de enfermagem, são objetivos das orientações: diminuir a ansiedade; reduzir o estresse; manter a segurança do serviço e funcionamento da UTIN; encorajar o vínculo mãe e filho; orientar e confortar a família; e, proporcionar sentimentos de segurança na equipe(6).

Um aspecto bastante triste é a falta de preparo dos profissionais para lidar com a família dos RNs internados e isto é preocupante, pois a responsabilidade da enfermagem abrange também envolver dos familiares, em

mais diversas questões, amamentação e manutenção da lactação por exemplo, pois há um baixo índice de aleitamento materno aos recém nascidos hospitalizados(6).

Mas para que este processo de humanização na assistência a ser prestada ao neonato e família dentro da UTIN não é necessário apenas à aceitação de tal processo pelos profissionais, pois muitas vezes a falta de recursos financeiros, físicos e humanos são umas das principais dificuldades encontradas. A necessidade de um local para acolhimento dos pais e que os comporte, uma vez que tem acesso a 24 horas no dia ao ambiente da UTI(8).

A participação dos pais nesse ambiente muitas vezes pode causar danos emocionais, principalmente para a mãe, que em algumas ocasiões se sente incapaz, por não ter conseguido ter uma gestação e parto sem intercorrências. É importante que o profissional da enfermagem esteja preparado para amenizar o máximo possível o dano emocional causado na mãe por se sentir culpada, e nos demais familiares por verem o RN dentro da UTIN. É sábio lembrar, que para os profissionais da área da saúde é normal ver um bebê dentro desse ambiente, mas a família não encara da mesma forma, sendo então importante o cuidado em como se portar nesse meio, entendendo o sofrimento da família(8).

A ajuda aos familiares só ocorrerá caso a prestação de serviço humanizado não ocorra somente em relação ao RN, mas também um cuidado humanizado com os pais. A interação, apoio, ensinamentos, incentivo dos familiares é essencial, levando os mesmos a participar do processo de cuidado. A aproximação da equipe de enfermagem também se faz necessária para que se abordem assuntos em relação ao cuidado após o período de internação, uma vez que a criança ainda precise de monitoração por alguns dias(9).

O incentivo para que os pais toquem e peguem seu bebê quando possível também é essencial, para que estes percam um pouco do receio em manusear a criança, de forma a facilitar os cuidados nos períodos pós-internação(9).

Um ponto importante a ser relatado quando se fala no manuseio ao RN pré termo, se dá em relação a correta higienização das mãos, uma vez que estão susceptíveis a qualquer patógeno, pois seu sistema imunológico se encontra delimitado. Os profissionais da área da saúde

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das mãos, assim como ensinando aos pais e lhes mostrando a importância de fazê-la(10).

O enfermeiro quando se presta a fazer o serviço de forma humanizada permite-se ampliar os horizonte, focalizar no indivíduo e família que necessitam de cuidado, vendo estes como um conjunto, e não o RN como um ser isolado que necessita de apoio mecânico para sobreviver. Com o acolhimento da família na UTIN se cria um vínculo e laço com o RN que antes não era possível, trazendo resultados benéficos até mesmo em relação a melhora do recém nascido.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A assistência de forma humanizada engloba uma série de fatores que vão além dos trabalhos técnicos, necessitam ajudar, acolher, confortar, explicar e ensinar para a família a situação em que o RN está, permitindo que estes ajudem no processo de cuidado, para que eles se sintam ativos e participantes na recuperação do neonato.

Deve-se prestar a assistência de modo que também acolha as necessidades subjetivas dos pacientes, quando o enfermeiro investe em educação continuada, direciona sua atenção organizando, planejando e executando os cuidados de enfermagem, ele exerce a assistência de maneira integral, de qualidade e humanizada.

Outros fatores também se fazem importantes para que a humanização dentro da UTI neonatal ocorra, como instalações e preparo destes locais para a participação dos pais, mas o principal ponto ainda encontrado são os profissionais, afinal, por mais que haja máquinas, tecnologias e impecílios o que define ou não se esse trabalho está sendo feito de forma mecânica, desumanizada é a forma em que ele é empregado pela equipe.

REFERÊNCIAS

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4. MARTINS, CF. Unidade de terapia intensiva neonatal: o papel da enfermagem na construção de um ambiente terapêutico. R. Enferm. Cent. O. Min. 2011. 1(2); 268-276. 5. SOUZA, KMO; FERREIRA, SD. Assistência humanizada em UTI neonatal: os sentidos e as limitações identificadas pelos profissionais de saúde. Ciência & Saúde Coletiva. 2010; 15(2); 471-480.

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8. ROCHA, DKL; FERREIRA, HC. Estado de arte sobre o cuidar em neonatologia: Compromisso da enfermagem com humanização na unidade da terapia intensiva neonatal. Enfermagem em Foco. 2013; 4(1); 24-28.

9. NEVES, FAM. Assistência humanizada ao neonato prematuro e/ou de baixo peso: implantação do Método Mãe Canguru emHospital Universitário. Acta Enferm. 2010; 19(3); 349-53.

10. BARBARA CC; LAM, MBB; JOSEPHINE LEE, RN. Hand Hygiene Practices in a Neonatal Intensive Care Unit: A Multimodal Intervention and Impact on Nosocomial Infection. 2004; 114.

11. HENNING, MAS; GOMES, MASM; MORSCH, DS. Atenção Humanizada ao Recém-nascido de baixo peso. Método Canguru e cuidado centrado na família: correspondências e especificidades. Physis Revista de Saúde coletiva. 2010; 20(3); 835-852.

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