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Í '
UNIVERSIDADE
FEDERAL
DE'
SANTA CATARINA
_ . 4.H
CENTRO
DE
CIÊNCIAS AGRARIAS,
.DEPARTAMENTO
DE
ZOOTECNIA
' 4-› -‹ R 174 _ ,....«z« \RELATÓRIO DE
ESTÁGIO
MANEJO
DE
SUÍNOS
FLORIANÓPOLIS,
FEVEREIRO
DE
1997.
‹ *_-Ily E×.1 *_z~E-OI-I-
,zzzzzv .E ~/_ › ...› ,=.zIHIIH
Il
-0 ~ 282 811-9O
UFSC-BUEDSON
BERTOLINI
MANEJO
DE
sUÍNos
Relatório de estágio, apresentado ao curso de Agronomia, da Universidade Federal de Santa Catarina
Orientador: Carlos Falkoski Supervisor:
Osmar
A. Dalla Costalõrfiw
'AGRADECHVIENTOS
À
minha
F
amília, pelo apoio, paciência e dedicaçaoem
todas as horas.À
Achilles Bonassi e Cecília Bonassi, pelo incentivo e apoioem
todos osmomentos.
Ao
professor Carlos Falkoski, pela orientação e amizade.Ao
pesquisadordo
CNPSA
Osmar
Dalla Costa, pela supervisão e amizade.A
todos os professores daUFSC,
pelos conhecimentos transmitidos, pelo apoio, eamizade durante todo o curso.
Aos
colegas de curso, especialmente a Rosangela _Daniel, Édson,Edvando
e Joel,pela amizade e apoio durante estes cinco anos de convivência.
AsVFamílias Ribeiro e Carvalho, pela amizade, apoio, paciência e “jantas”
A
todas as pessoasque
colaboraram para a realizaçãodo
estágio edo
relatóriode
ÍNDICE
INTRODUÇÃO
... ..4I-
DESCRIÇÃO
DO
MUNICÍPIO
DE
CONCÓRDIA
... ..5II-
DESCRIÇÃO
DA
INSTITUIÇÃO
DE ESTÁGIO
(CNPSA
-EMBRAPA).
... ..óHI-ORIGEM, HISTÓRIA
E
CLASSIFICAÇÃO
DO
SUÍNO
... ... ..7Iv-
PANORAMA
DA
SUINOCULTURA
... ... ..sV-DESCRIÇÃO
DO
SISTEMA
DE
PRODUÇÃO
DE
SUÍNOS
(SPS)DO
CNPSA
... ..11VI -
MANEJO
DE
SUÍNOS
... ... .. 126.1-
MANEJO No
SISTEMA CONPINADO (TRADICIONAL). ... ._ 126.1.1. Manejo de leitões por ocasião do nascimento ... ._ 12
6.1.2- Práticas no decurso da vida do leitão ... ._ 15
6.1.3- Manejo de leitões na creche ... .. ... _. 17
6.1.4- A/Ianejo de matrizes ... _. 17
6.1.5- Manejo de reprodutores (machos) ... _. 25
6.1.6- Limpeza e desinfecção das instalações ... .. 27
6.1. 7.Manejo de dejetos ... .. 27
6.2-
MANEJO No
SISTEMA INTENSIVO DE SUINOS CRIADOS AOAR
LIvRE(SISCAL) .... 306.2.1-Manejo de leitõespor ocasião do nascimento ... ... ... ._._..._31
6. 2. 2- Práticas no decurso da vida do leitão ... _. _ ... _. 31
6.2.3- Manejo de leitões após 0 desmame..__... ... _. 32
6.2.4- Manejo das matrizes ... ... ._ 32
6. 2. 5- 1\/[anejo dos reprodutores (mac/zos)..._... 34
6.2.6. Destrompe ... ._ 34
6.2. 7- Instalações e equipamentos .... ... ._ 35
6.2. 8- Àdanejo dos piquetes ... .__ ... _. 37
VII -
COMPARAÇÃO
ENTRE
O
SISTEIVLACONFINADO
E
A CAMPO
... ... .. 417.1.
QUANTOAOMANEJO
... ... ..417.2.
QUANTO
A CUSTO DE IMPLANTAÇÃO, PRODUÇÃO E ÍNDICES TÉCNICOS ... ._ 42CONCLUSÃO
... ... _. 44J
INTRODUÇÃO
Os
suínosforam
introduzidosno
Brasil, segundo Viana (1974) por imigrantes portugueses,por ocasiãodo
início da colonização. Durante muito tempo, a suinocultura serviupara suprir as necessidades de_proteínas e gorduras, principalmente, das populações rurais.
A
suinoculturano
Brasil éuma
atividade predominante de pequenas propriedades rurais, presenteem
quase50%
das propriedades existentesno
Brasil,emprega
mão
de obra tipicamentefamiliar e se constitui
numa
importante fonte de renda e deestabilidade social.A
criação de suínos éuma
atividade fundamental para o Estado de Santa Catarina tantoeconômica
como
social.A
produção catarinense de suínos é a maiordo
país,com
a taxa dedesfrute
chegando
a 160%,
contra amédia
nacional de513%
(Suinocultura Industrial, Junho/Julho°96).Nos
últimos anos a suinocultura teve grandes avançosem
níveis técnicos,mas
estesavanços trouxeram problemas ecológicos,
como
a contaminaçãodo meio
ambiente e problemas deordem
etológica. Para tentar solucionar estes problemas,mas
continuarcom
osmesmos
índices técnicos surge a Suinocultura Intensiva ao
Ar
Livre,como uma
alternativa paranovos
produtores e para aqueles que pretendem aumentar a produção.
Na
.produção de suínos a aplicação correta das técnicas demanejo
é defimdamental
importância, tanto
no
sistema tradicional,como
no
sistema ao ar livre, apesar de cadaum
ter suascaracterísticas próprias.
O
presente trabalho visa relatar as principais atividadesacompanhadas
durante o estágiode conclusão de curso; disciplina
do
curso deAgronomia
da Universidade Federal de SantaCatarina, realizado
no
Centro Nacional de Pesquisa de Suínos eAves
daEMBRAPA
(Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária) de Concórdia ,
no
período de30
de julho a 05 de setembrode 1996.
O
objetivodo
estágio foiacompanhar
as atividades desenvolvidasno
sistemade produção
de suínos
do
CNPSA,
concentrando-se, principalmente, na área de manejo.1-
DESCRIÇÃO
Do
MUNICÍPIO
DE
coNcÓRDIA
1- Aspectos Físicos e Geográficos:Concórdia possui
uma
área de 885.4km2,
dos quais 8.17km2
correspondem
aZona
Urbana
e 876.85km2,
aZona
Rural.A
altitudemédia do
município é de570 m;
a temperaturamédia
anual é de 17°C
e a precipitação pluviométrica anualmédia
é de2.000mm.
2- Localização Geográfica: '
O
Município situa-se na Meso-regiãodo
Oeste Catarinense e na Micro-região Colonialdo Rio do
Peixe. Posição geográfica determinada pelo paralelo 27° 01°40”
de latitude sulem
suainterseção
com
o meridiano de 52° 01” 40” de longitude oeste. 3- População:A
população de Concórdia é de 82.000 habitantes, sendoque
40%
residem naZona
Rural. 4- Economia:* Agricultura:
O
município de Concórdia éum
dos principais produtores de milho deSanta Catarina. Entre outras culturas encontramos: soja, feijão, trigo, fumo, arroz, laranja e
batata-inglesa
(IBGE-
Concórdia-1993).* Suinocultura: Concórdia
tem
um
plantel de 241.794 cabeças.A
Empresa
Sadiatem
um
abate anual de 864.000 animais, provindos da Micro-região de Concórdia..* Avicultura:
O
desenvolvimento da avicultura,com uma
produção de 7.357.125 cabeças,transformou o município de Concórdia
no
maior produtor de frangosdo
Brasil.Tem
aindauma
produção anual de ovos de 8.002.926 dúzias
(IBGE-
Concórdia-1993).* Bovinocultura:
O
município não apresenta grande rebanho atingindonúmero
de apenas47.709 cabeças.
A
produção anual de leiteno
município é de 6.907.645 litros.Destaca-se
também
a piscicultura, quevem
tendo grande incremento nos últimos anos,bem como
a produção de codornas e mel. '11-
DESCRIÇÃO
DA
1NsT1TUIÇÃo
DE
ESTÁGIO
(CNPSA
-.EMBRAPA).
O
CNPSA,
está localizadono
km
.1 10 daBR
153, distantellkm
da cidade de Concórdia,SC. Criado
em
1975,como
Centro Nacional de Pesquisa de Suínos,em
1978 agregou a pesquisacom
Aves.Suas atividades de pesquisa
vem
sendo atualizadas pelas constantesmodificações
porque
passam
as atividades suinícolas e avícolas, contando atualmentecom
13 projetos de pesquisaem
desenvolvimento.As
figuras programáticas que norteiam a coordenação de suas pesquisasenquadram-se
dentro dos programas, projetos e sub-projetos
que refletem
ademanda
externa.Sua
equipe multidisciplinar é variável quanto ao número,mas
suas pesquisas concentram-se nas áreas de : Nutrição,
Melhoramento
Genético, Sanidade,Economia, Reprodução,
Engenharia agrícola, Ambiente,
Manejo
e Estatística animal.A
missãodo
CNPSA
é gerar epromover
conhecimentos, tecnologia, serviços einsumos
para o desenvolvimento sustentado da suinocultura e avicultura,
em
beneficio da sociedade. _O
desafiodo
CN1°SA
é de assegurar o valor e a qualidade da pesquisa para o futuro.Essa
tarefa exige constantes investimentos na capacitação de recursos
humanos
e na aquisição emanutenção
de instrumental adequado. Justifica-sena
medida
em
que a aplicação da ciência eda
tecnologia à agropecuária
tem
como
objetivo atender aocompromisso da
instituição paracom
a sociedade brasileira, gerando tecnologia, serviços e produtos para aprodução
de alimentos de melhor qualidade e demenor
custo,bem como
gerandoempregos
e divisas para o país eassegurando a permanência
do
homem
no meio
rural.III-ORIGEM,
HISTÓRIA
1:CLASSIFICAÇÃO
Do
SUÍNo
Sobre a origem
do
Suíno,um
artiodáctilo monogástrico, pertencente ao gênero Sus, há duas teorias predominantes.1-
Grande número
de naturalistas aceitam sua procedênciado
javali europeuSus
scrofaferus, baseados
em
três argumentos:a) Caracteres
do
crâniob)
Fórmula
vertebral idêntica àdo
javali c) Caracteres externos2-
A
extrema maleabilidade e a fecundidade entre todas as formas porcinas domésticasou
selvagens
permitem
concluir que se trata deuma
derivada da outra, devido a existência de 2espécies fósseis
do
gênero Sus. Para Cornevin, citado porMachado,
1980, o Sus índícus seriao
anterior principalmente o
Sus
víttatus.A
domesticaçãodo
Suíno é antiquíssima, parece ser de5000
anos aC., realizada peloschineses.
Comenta-se que
o suíno asiático só foi conhecido pelos europeus,quando
jádomesticado, trazido pelos Árias.
Na
verdade, a diversificação intensa porque ele passou,tem
suas possíveis origensnuma
domesticação remota cujaforma
selvagem é tidacomo
desaparecida(BERTOLIN,1993).
Colombo
foiquem
introduziu suínos naAmérica
em
1493, na região de SãoDomingos.
Desta ilha, passaram à Colômbia, Venezuela, Peru e
Equador
(BERTOLIN,1993).
Segundo
Viana (1974),no
Brasil os primeiros Animaisforam
trazidos ao litoral paulistapor Martin
Afonso
de Souza,no
ano de 1532, sendo queno
ano de 1580, já havia criação desuínos na Bahia e
em
São
Vicente.Os primitivos suínosque chegaram
ao Brasileram de
raças portuguesas,que
através de cruzamentos desordenados influenciados pelo ambiente e manejo,deram
origem as raças nacionais.Classificação Zoológica
Reino:
Animal
Tipo: Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem:
ArtiodactylaSub- ordem:
Ungulados
Família: Suidae
Sub-família: Suinae Gênero: Sus
IV-
PANORAMA
DA SUINOCULTURA
Suinocultura atualDe
1970
a 1994, a suinocultura mundial cresceunuma
taxa del.9%
ao anoem
relação a quantidade de animais.Os
abates cresceram2,5%
ao ano e a produção decame
suína,3%
ao ano.Em
1994, o plantel total de suínosno
mundo
era de 873 milhões de cabeças eo
número
deanimais abatidos, 998,5 milhões.
Nessa
época a produção mundial de carne suína atingiumarca
de 76,29 milhões de toneladas (Suinocultura Industrial, Junho/Julho”96).
A
produção mundial e o rebanho suíno estão concentrados principalmente na Ásia eRegião
do
Pacífico, seguidos pelaCEE,
Leste europeu,América do
Norte,Central eAmérica do
Sul.
A
Ásia continua tendouma
tendência de crescimentono
seu rebanho, enquanto naEuropa
a tendência é de declínio, devido a limitações ambientais crescentes.
A
China é de longe o maior produtor mundial decame
suína. Seus 12 rnilhões decriadores
produzem
mais de 31 milhões de toneladas de carcaça parauma
população de 1,2 bilhão de habitantes, altamente consumidorado
produto.Tabela I-
Produção
de carne suína -1994país produção país produção
(milhões de t) (milhões de t)
1- China 31.1 7-Holanda 1.65 2- Estados
Unidos
7.9 8- Polônia 1.603-Alemanha
3.5 9-Dinamarca 1 .504-Russia 2.4 _ 10-Japão 1.40
5- França 2.1 11-Itália 1.32
6-Espanha 1.9 12-Brasil 1.26 Fonte: Suinocultura industrial,-junho/julho”96.
A
suinocultura brasileira, quetem
um
faturamento anual daordem
de 5,5 bilhões dedólares é
uma
das atividades mais importantesdo complexo
pecuário nacional por serpreponderantemente desenvolvida
em
pequenas propriedades, gerando renda, alimento eemprego
a mais de 2 milhões de proprietários rurais. Constitui-se, portanto,
num
excelente instrumento deinteriorização
do
desenvolvimento e defixação
damão
de obrano
campo.Além
dissofomece
um
produto de alta qualidade e rico
em
nutrientes(Suinocultura Industrial, Junho/Julho”96).O
Brasil possuium
rebanho de 34,8 milhões de suínos, o que lhe garante o 4° lugarno
ranking mundial.
Em
relação a produção de came, porém, posiciona-se apenascomo
o
12° maiorprodutor. Isto ocorre, pois
convivemos
com
duas suinoculturas distintas(Suinocultura Industrial,Junho/Iulho°96).
Uma,
tradicional, constituída por raças nativas, de baixodesempenho
zootécnico eque
adota
pouca ou
nenhuma
tecnologia moderna. Está localizada principalmente na regiãoNorte
eNordeste e é responsável pela diminuição dos índices nacionais. Trata-se basicamente de
suinocultura de subsistência
A
outra suinocultura situa-se na região Sul e é responsável por quase80%
do
totaldos
animais abatidos sob o serviço de Inspeção e Fiscalizaçãodo
Ministério da Agricultura (SIF).Predominam
os animais tipo “carne”com
taxamédia de
desfrute de 100 a 110%,
sendoque no
Estado de Santa Catarina esse índice chega a 160%.(Suinocultura Industrial, Junho/Julho°96).
Tabela II-
Evolução
da suinoculturano
Brasil de1970
a 1995Ano
plantelprodução
Exportações Populaçãodo
BrasilConsumo
suínos milhões mil t mil t milhoes de hab. per capita(kg)
1970
31.5 705.1 2.1 93.1 7.55 1975 35.1942
5.5 105.2 8.90 1980 34.21150
0 118.6 ¬ 9.69 1985 30.0966
5.2 131.9 7.28 1990 30.01040
13.1 144.7 7.09 11991 31.01100
17.3 146.8 7.37 1992
32.01200
44.5 149.3 7.74 1993 32.5 1225 34.7 151.6 7.85 1994 33.11260
32.3 153.7 7.98 1995* 34.81500
32.0 155.8 9.42 * EstimativaFonte: Suinocultura Industrial - Junho/Julho”96
Este rebanho está concentrado, principalmente, nas regiões Sul (31,5
%), Nordeste
(28,5%) e Sudeste (l8,2%).
A
Região Centro Oestedetém 10,6% do
rebanho evem
apresentandoum
crescimento expressivo devido a sua facilidadeem
transformar, deforma
baratae eficiente, a
produção
vegetalem
animal. Colaborou para isso, a migração da fronteira agrícolapara os Estados dessa região,
em
detrimento dos Estadosdo
Sul.Tabela III-Variação
do
rebanho brasileiro nas diferentes regiõesdo
Brasil, 1970-1994.REGIÃO
1970 1994 Plantel milhões de cabeças%
Plantel milhões de cabeças%
Sul 15.2 48.3 10.4 31.5 Nordeste 7.1 22.5 9.4 28.5 Sudeste 5.8 18.4 6.0 18.2 Centro-Oeste 2.5 7.9 3.5 10.6 Norte 0.9 2.9 3.7 11.2 . Total 31.5 100 33.0 100Perspectivas
As
tendências de expansão da criaçãode
suínosparecem
definir-seem
duas direções: naregião Sul, deverá ser mantida a infra-estrutura instalada,
caminhando
parauma
especializaçãocada vez maior.
O
sistema de integração é marcante e deverá incrementar as granjas voltadas paraa
produção
de leitões e granjas de terminação.Quantitativamente, o rebanho deverá crescer principalmente
na
região Centro Oeste,acompanhando
a expansão das culturas de grãos, que estão sendo conduzidascom
alta tecnologia e eficiência. Nessas novas áreas deverão predominar as cooperativas de suinocultores,independentes das grandes indústrias,
onde
ambas
organizarão o sistema produtivonum
sistemade parceria.
Os
grandes programas de genética que se instalamno
país deverão dar preferência para asregiões
do
Centro Oeste e Triângulo Mineiro, regiões de cerrado e quepermitem
um
adequado
controle sanitário.
v-DESCRIÇÃO
Do
SISTEMA
DE
PRoDUÇÃo
DE
sUÍNos
(s1>s)Do
CNPSA
O
sistema de produção de suínostem
como
objetivo aprodução
de suínos para seremutilizados
em
experimentosem
pesquisasem
diversas áreas,como
também
a produção de animaispara abate.
O
plantel éformado
poraproximadamente 170
fêmeas e 10 machos.As
fêmeas sãoda
raça Landrace e
F1
(Landrace XLarge
-White) e osmachos
são Large ~white e Duroc.As
fêmeashíbridas são acasaladas
com
macho Duroc
formando
o tri-cross, e as fêmeas Landrace puras são acasaladascom
machos
Large -white parafomecer
fêmeasF1
para reposição.Quanto
as instalações, cada fase possuium
prédio individualizado.O
prédio de cobrição egestação conta
com
104 celas de gestação, 18 baias coletivascom
capacidade para 6 animais, 18baias individuais para os
machos
euma
baia para cobertura e diagnósticodo
cio.O
fornecimentode água
é realizado através de bebedouros tipo chupeta e oscomedouros
para o arraçoamentosão individuais.
O
prédioda
maternidade é divididoem
12 salas contendo cadauma
5 celas de pariçãoinstaladas ao nível
do
piso.A
água é fornecidaem
bebedouros tipo taça e a raçãoem
comedouros
de metal
que fazem
parte da cela parideira.No
desmame
que é realizado aos28
dias de idade, osleitões são transferidos para a creche e as fêmeas
retomam
ao prédio de cobrição.O
prédio destinado a creche é divididoem
7 salascom
10 baias por sala.Das
7 salas,4
possuem
baias ao .níveldo
piso e utilizamcama
de maravalha e 3possuem
baias (gaiolasde
ferro)suspensas
do
chão.A
água é fornecidaem
bebedourosdo
tipo chupeta e a raçãoem
comedouros
semi-automáticos.
Os
leitõespermanecem na
creche até 65 a70
dias de idade,quando
sãotransferidos para o prédio de crescimento e terminação.
Os
prédios de crescimento e terminação são paralelos e interligados.Cada
prédio é divididoem
4
salas,com
20
baias por sala.As
baiastem
capacidade para abrigar80
animais.O
fornecimento de
água
éem
bebedourosdo
tipo chupeta e oscomedouros
sãodo
tipoEMBRAPA
V1
-MANEJQ
DE
sUÍNos
Manejo
é o conjunto de operaçõesque
se realizam sobre o rebanhocom
a finalidade deproduzir economicamente, e é essencialmente, a aplicação inteligente dos resultados da
investigação científica na técnica
do
processo produtivo (Machado,l980).A
aplicação inteligente da zootecnia, baseada nos princípios procedentes da investigaçãocientífica, assegura
uma
produçãocom
osmenores
custos, mediante a obtenção de índicesprodutivos mais altos. Portanto,
o
bom
manejo
pressupõe a aplicaçãode
conhecimentos técnicos(Machado,
1980).Na
produção de suínos, o manejo constituium
doscomponentes
principais.Dele
derivamas formas de atuação dentro
do
sistema, amedida
em
que
possibilita acombinação
dos outros fatores, taiscomo,
ohomem,
a genética, os contaminantes, a nutrição e as instalações (Dalla Costa, 1995).6.1-
Manejo
no Sistema Confinado
(Tradicional).A
suinocultura brasileira evoluiu muito nas últimas décadas,com
aumentos expressivosna produtividade.
Na
década de50
nas criações extensivas a produtividade erade
6-8 suínos/terminados/porca/ano, já hoje nos sistemas de criação de suínos de alta tecnologia eeficiência a produtividade chega a 23-26 suínos/ terminados / porca/ ano.
Apesar
da suinocultura brasileira ter conseguido melhorar os índices técnicos, os altoscustos de implantação e os altos custos de
produção
estão impedindo o surgimento denovos
criadores, e nos
momentos
de maior cn`se levando ospequenos
criadores a se desfazerem de todoo plantel. -
Para este sistema não se
tem
muitas perspectivas de crescimento,devendo
ficar estagnado,ficando
as maiores taxas de crescimento para os sistemas de alta tecnologia e eficiência.6.1.1.
Manejo
de
leitõespor
ocasiãodo nascimento
O
período mais dificil na vidado
leitão, são as primeiras24h
posteriores ao parto.Logo éneste período
que
se deve ter os maiores cuidados, pois as maiores perdas se verificam nessa fase.Enxugamento
do
leitãoNo
CN?SA
os leitões são limpados e secados amedida
em
quevão
nascendo.O
leitão nasce coberto demembranas
fetais e mucos, devido a isso, deve-se tirá-las das fossas nasais eda
boca, seca-lo de preferência
com
toalhas de papel descartável.Ao
mesmo
tempo que
se executa asecagem, o operador poderá fazer massagens na região toráxica, ativando a respiração e circulação.
Alguns
leitõespodem
nascer parcialou
totalmente envoltosem
membranas
fetais epodem
morrer sufocados, se estas não
forem
removidas imediatamente.O
leitão deve ser secado imediatamente após nascer, para evitar perda de calor.Quanto
mais
tempo
o leitão permanecer úmido, tantomaiora
quantidade de calor perdido.Corte
e desinfecçãodo
umbigo
O
cordão umbilical é o elo decomunicação
entre amãe
e o feto durante o períodode
gestação. -
O
processo demumificação
equeda do umbigo
é rápido,mas
mesmo
assim, elepode
servir de porta de entrada agermes
causadores de infecçõesou
dar origem a hemorragias, asquais
podem
conduzir a perdas de leitões.Para reduzir estas perdas
o
cordão umbilical é amarrado e cortado imediatamente após oparto, a mais
ou
menos
2cm
abaixodo
abdômem.
O
cordão usado para o amarrio deve ser limpoe desinfetado previamente.
A
parte remanescentedo
umbigo, é mergulhadaem
um
frasco deboca
larga contendo
uma
solução desinfetante de iodo, formolou
álcool iodado.Corte
dos dentesOs
leitõesnascem
com
8 dentes, 4 incisivos,chamados
de cantos e 4 caninos e são bastante afiados, e para não causarem ferimentos nas tetas, causando desconforto, feridas e atéproblemas de mastite,
ou
dar origem a ferimentos nos arredoresda boca
dos leitões na disputapelas tetas, são cortados de preferência antes da primeira
mamada.
Os
dentes são cortados rentes a gengivacom
um
alicate próprio,num
golpefirme
erápido, cuidando para não deixar pedaços pontiagudos e
nem
ferir as gengivasdo
leitão.Fonte de
calorO
leitão nascecom
o aparelho termoregulador insuficientemente desenvolvido, por istonão
pode
controlar o equilíbrio de sua temperatura corporalquando
a temperatura ambiental éinferior a 25°C.
O
declínio térmicopode
causar a morte e sempre prejudica, seu desenvolvimentoposterior, pois
tem
que mobilizar reservas energéticas que poderia utilizarno
crescimento(Machado,
1980).Tabela IV: Temperatura exigida pelos leitões nas diferentes idades.
Idade
em
temperatura°C
... . Semanas...
- ... - ... - ...-
....
>
4 I18-15
Fonte:Comberg, 1966; citado por
.É de fundamental importância fornecer
um
microambienteadequado
aos leitões,sem
alterar
ou
prejudicar obem
estar da porca 'lactante através deuma
fonte de calor. Isto seconsegue através
do
abrigo escamoteador.Ao
escamoteador se adaptauma
lâmpada
comun
ou
infravermelhacomo
fontede
calorsuplementar.
O
uso de escamoteador apresenta as seguintes vantagens:- fornece
um
microambienteem
que a temperaturapode
ser controlada de acordocom
asexigidas nas diferentes idades dos leitões;
- o calor é distribuído uniformemente a toda a leitegada;
- evita o efeito de correntes de ar fiio;
- evita
esmagamento
de leitões, pois, estão forado
alcance da porca;-
não
influencia a temperaturado
restanteda
baia,adequada
a porca; -economia no
custodo
aquecimento.É
importanteque
os leitõestenham
uma
cama,que
deve permanescer seca e limpa.Transferência
No
CNPSA
somente é realizada a transferência unilateral,com
o objetivo de uniformizaro
número de
leitões por leitegada.Esta transferência é realizada, o mais tardar nos primeiros três dias após o parto
da
porcaadotiva,
uma
vezque
as glândulasmamáiias
excedentes e não utilizadastendem
a involuir.Assinalamento
Para se ter
um
melhor controle sobre os animais, especialmente os que são destinados areprodução é imprescindível
que
se faça a identificação.O
assinalamento nos suínos é realizado picoteando as orelhascom
alicates especiais.A
posição
do
picotena
orelhatem
um
valor convencional,com
os quais seformam
os números.(Anexo
1).O
assinalamento é realizado logo apóso
nascimento, pois neste período o leitão praticamentenão
sente dor e a cicatrização é rápida, dispensando maiores cuidados.Pesagem
,~ ~
Os
leitoes sao pesados logo após o nascimento, juntamentecom
as demais práticasrecomendadas.
A
prática dapesagem
é feita para avaliar a eficiênciada
criação e para avaliar as possibilidades de crescimento de cada leitão, pois, os leitõescom
mais peso são osque
sãodesmamados
maiores e consequentementechegam
ao peso de abate mais cedo.O
pesomédio
deve ser igualou
superior a 1400g.Os
leitões quenascem
com
pesoinferior a
l100g
tem
poucas possibilidades de sobrevivência(Machado,
1980).Eliminação de
leitõesConsiderando
que
as chances de sobrevivência de leitõescom
peso baixo são muitopequenas,
no
CNPSA
leitõescom
menos
de 700gr são eliminados após .o nascimento,porque
eles praticamente não
tem
condições de estimular a glândulamamária
para produção de leite.Caudoctomia
O
corte da cauda é feito principalmente para evitaro
canibalismo.A
cauda é cortadano
seu terço final,onde não
há enervação e o animal não sente dor.O
corte da cauda é feito juntamentecom
as demais práticas por ocasiãodo
nascimento.O
corte da cauda é feito deuma
só vez,com
tesoura especial e após aplica-seuma
solução de iodo para desinfetar o local.
6.1.2- Práticas
no
decursoda
vidado
leitãoMedicação
preventiva contraanemia
ferroprivaNos
suínos a anemia ferropriva constitui-senum
problema de grande importância pela falta de elementos na formação de hemoglobina e glóbulos vermelhos.O
leitão exige para suaperfeita
manutenção
7 a 15mg
de ferro por dia e o leite lhe oferece apenas 2mg
de ferro. Pelacarência, os leitões
tomam-se
anêmicos, débeis,sem
apetite,com
crescimento muito lento,podendo
até morrer ( Bertolin, 1992).Para prevenir a anemia ferropriva é fornecido profilaticamente ferro suplementar aos
leitões.
É
aplicado ferro dextrano(200mg)
via intramuscularno
terceiro dia de vida.Manejo
da água
Em
suinocultura, ofomecimento
de água e tão importante,que
sepode
afirmar,sem
restrição,
que
sua administração correta, tantoem
quantidadecomo
em
qualidade,pode
ser asolução de muitos problemas e ser a chave de
uma
exploração suinícola ( Hernandez, 1967;citado por Sobestiansky et al 1985).
Durante o período de lactação, a necessidade de
água do
leitão não é saciada pelo leitematerno devendo-se a partir da primeira
semana
de vida,complementar
a deficiência destealimento.
O
consumo
de água está relacionadocom
seu peso, temperatura e alimentação(Bertolin, 1992).
A
água
é fornecidaem
bebedouros esclusivo para os leitões, a partir da primeirasemana
de vida.
Manejo
da
alimentaçãoDurante os primeiros 21 dias de vida, as necessidades nutritivas da leitegada são preenchidas pela produção leiteira da porca. Apartir desse período, enquanto decresce a
produção
leiteira da porca,
aumentam
progressivamente as necessidades nutritivas dos leitões (Machado,
1980)
A
finalidadedo fomecimento
da primeira ração é suprir as necessidades nutritivasda
leitegada, favorecer
o
crescimento dos leitões mais fracosem
leitegadas muito grandes eacostumar os leitões a
comerem
um
alimento seco antes dadesmama. Quanto
maiscedo o
leitãofor capaz de digerir
uma
ração,menor
será o estresse dadesmama.
_Castração
Apesar
da terminação demachos
inteiros ser vantajosa sob o pontode
vista dedesempenho, existe o risco de ocorrência de odor sexual na carne.
No
Brasil o abate de suínosnão castrados é proibido pelo Ministério da Agricultura, tornando-se assim, a castração,
uma
medida
obrigatória nos sistemas de produção.A
melhor idade para castração é até aos 15 dias de idade.É
conveniente fazer-se a castração antes dos 15 dias de idade pois a cicatrização é maisrápida e o estresse
provocado
pela operação se ameniza devido a presença damãe
e aoaleitamento.
Por
outro lado é preferível realizar a castração entre o 10° e o 15° dia de vida , poisnos primeiros dias os testículos dos leitões estão envoltos
em
membranas
muito grossas,que
podem
ser confundidascom
os testículos(Machado,
1980).Os
princípios básicos a serem observados antes, durante e após a castração dos leitõessão (Hultmann,1973; citado por Sobestiansky, 1985):
- não castrar leitões doentes,
- examinar os leitões quanto a apresentação de hérnia escrotal e criptorquidismo;
- as baias
onde
encontram-se os leitõesdevem
estar limpas, secas e providas decama
que
seje livre de poeira;
- o material a ser utilizado deve estar limpo e desinfetado
ou
esterelizado;-
não
castrar na maternidade,uma
vez que o grito dos leitõespodem
inquietar as porcasque estão parindo
ou amamentando;
- castrar
sem
mexer
dentro da incisão para exteriorizar os testículos;- aplicar
um
cicatrizanteem
forma
depó
na incisão logo após aremoção
dos testículos.No
CNPSA
os leitões são castradoscom
aproximadamente
10 dias de idade atravésdo
método
de cirurgia inguinal(Anexo
2).Desmame
Entende-se por
desmama
a separação completa da porca de todaou
de parte de sualeitegada.
Por
ocasião dadesmama,
os leitões são privados dos cuidados e da alimentação lácteada porca.
Este é o período mais delicado da vida dos leitões e a rentabilidade de
uma
criaçãodepende
em
grande parte da maneiracom
que os leitõessuperam
este período cn'tico.Para diminuir a possibilidade
que
o leitãodesmamado
apresenteum
quadro de subnutrição, consequência de
uma
dificuldade de ingestão e digestão de ração, recomenda-se evitar,nos dias
que
antecedem,bem
como
nos dias subsequêntes adesmama,
situações estressantes, taiscomo:
mudanças
de instalações, transporte troca de raçõesou
concentrado, castração,desverminação, vacinações entre outros.
No
CNPSA,
odesmame
é realizado entre24
e 31 dias de idade,em
média
28 dias, deuma
única vez,num
mesmo
dia dasemana
(quinta feira), para evitar que as porcas entremem
ciono
final de semana.
No
atoda
desmama
os leitões são pesados e transferidos para a creche.Os
leitões refugos são enxertadosnuma
única porcaque
será descartada, deixando-osmamar
por maisuma
semana.
Segundo
Sobestiansky et al, 1985 odesmame
entre24
e 31 dias éum
método
antecipadoe apresenta as seguintes vantagens: '
-
>
número
de leitões produzidos /porca/ano,-
>
número
de leitõesdesmamados
uma
vezque
diminui onúmero
de perdas por lesões e€SfI`l3g3ITl€IlÍOS,
-
economia
na alimentação da porcauma
vezque
a porca requer,em
média, 4kg
de raçãopara produzir lkg de leitão, enquanto
que
os leitões necessitam somente Zkg;- diminui a possibilidade de transmissão de doenças
da
porca aos leitões;- neste período, as funções digestivas
do
leitão estão adaptadas à alimentaçãosuplementar; _ O
- é fácil de ser realizada e não causa maiores problemas, tanto para a porca
como
para osleitões.
Este
método pode
ser adotado por criaçõescom
bom
estado sanitário ecom
mão
de obraadequada.
6.1.3-
Manejo
de
leitõesna
crecheCreche
ou
recria é a fasedo
suíno quecompreende do
desmame
até maisou
menos
70
dias de idade.
Na
creche o objetivo é atingirno
seu final animaiscom
Ótima performance,com
baixoconsumo
alimentar, aliado aboa
saúde. Animais destinados a reprodução, os sexos são separadose criados
com
um
manejo
diferente dos destinados ao abate,que
são levados então a terminação(Bertolin, 1992).
Os
animais são levados à creche sendoque
cada salatem
uma
ficha
individual por baia,onde
deve constar alguns dados dos leitões para se terum
melhor controle dos animais, e maioreficiência nas técnicas de manejo.
Quanto
a alimentação os leitõesrecebem
ração pré-inicial até maisou
menos
15 dias após odesmame,
sendo que a partir desta data, até a saída da crecherecebem
ração inicial.Os
leitõesrecebem
ração a vontade,mas
oscomedouros
são abastecidos todos os dias, evitando-se deixar ração úmida, velhaou
estragada nos comedouros.Os
leitõesrecebem água
deboa
qualidade e a vontade.A
lotação na creche varia de 2.5 a 3.0 leitões/m2.Quanto
ao descarte de animais,quando
estesforem
destinados a reprodução, na saídada
creche é feito
uma
avaliação externa (visual)do
animal.O
animal deve apresentarum
bom
desenvolvimento,no mínimo
sete pares de tetas e não apresentarnenhum
defeito nos Órgãosexternos
do
aparelho reprodutor.. lA
eliminação de animais só deve ser feitaem
casos extremos, esempre
procurar recuperar0 animal.
Primeira
seleçãopara reprodução
A
primeira seleção para reprodução é baseada nas características dos pais.São
selecionados animais das melhores leitegadas, que apresentamum
bom
peso ao nascer,que
tenham no mínimo
7 pares de tetas e não apresentemnenhum
defeito externo.6.1.4-
Manejo
de
matrizes Índicede
reposiçõesQuanto
mais rapidamente são substituídos os reprodutoresdo
plantel por outrosgeneticamente superiores, maior será o progresso genético por unidade de tempo, pela diminuição
No
entanto existeum
ponto de equilíbrio, que deve ser buscado,numa
estrutura demelhoramento
genético, pois aperfomance
reprodutiva das leitoas é inferior a das pluríparas ( Circular técnicanúmero
8CNPSA/EMBRAPA,
1985).São
recomendáveis,como
orientaçao, as taxas de reposiçao apresentadas na tabela abaixo.Tabela V:
Taxas
de reposiçãorecomendadas
para rebanhos de seleção de multiplicação ecomerciais.
Rebanho
Taxa
de reposiçaoTaxa
de reposiçãoN°
deanual
(%)
Machos
anual(%) Fêmeas
partos/fêmeano
rebanho
De
seleção200
100 2De
multiplicação 100 50 4Comercial 100
40
5Fonte: Circular técnica
N°
8CNPSA/EMBRAPA,
1985.No
CNPSA,
o índice de reposiçõesno
primeiro semestre para o sistema demelhoramento
genético de suínos foi de 7
8.5%
eno
sistema de produção de suínos de 40.5%.Indução
apuberdade
A
puberdade nafêmea
suína, caracterizada pelo aparecimentodo
primeiro cio fértil,ocorre entre o quinto e sexto
mês
de idade (Institut Techniquedu
Porc,1982; citado porSobestiansky et al, 1985).
Esta variação na idade
em
que afêmea
atinge a puberdade deve-se a fatores taiscomo:
raça, genótipo, estado nutricional,
meio
ambiente e aomanejo
adotado na granja.Existem várias técnicas utilizadas para indução da puberdade,
no
CNPSA
é utilizado ocontato
com
o cachaço.Entre os
métodos que
favorecem o aparecimento da puberdadeem
leitoas,uma
dastécnicas
que
melhores resultadostem
apresentado é o contato das fêmeascom
os machos.A
capacidademáxima
de estimular leitoas é atingida pelo cachaço aos 11meses
de idade eo melhor resultado obtém-se
quando
a exposiçãodo
macho
às leitoas é realizadano
momento
em
que
estas atingemem
torno de 160 dias de idade. Deve-setomar
cuidado paraque
afêmea
não sehabitue ao
macho,
poisquando
isto ocorre não se consegue bons resultados na indução a puberdade.(Kirkwood
&
Hughes, 1982, citado por Sobestiansky et al 1985).Sincronização
puberdade
precoceH
sincronização
do
cio é feita atravésdo
contatocom
o macho.Segundo
Hughes
e Cole,citado por Sobestiansky et al 1985, a estimulação
da
leitoa atravésdo
contatocom
omacho
além
de induzir eficazmente à puberdade, resulta
numa
sincronização de cio. Este efeitopode
sermelhorado fornecendo ao grupo de leitoas, diariamente,
um
novo
estímulo através da rotação decachaços.
Primeira cobertura
A
faseem
que a leitoa é coberta pela 1° vezpode
ter importantes implicaçõesna
eficiência total de sua vida reprodutiva.No
CNPSA,
as leitoas são cobertascom
seis a setemeses
de idade, de preferência
no
segundo cio.Na
prática, geralmente seafirma que
em
granjasque
estimulam a leitoa a atingir apuberdade precocemente,
mantém
um
controledo
rebanho,que
tem
uma
alimentaçãoadequada
ecom
instalações adequadas, a leitoa deve ser cobertaquando
atingir 7 a 8 meses de idadeou
pesando entre 115 e 125
kg
eno
segundoou
terceiro cio( Be1tolin,1992).Gestação
i
Praticamente dois terços da vida útil
da
porca são passadosem
períodos de gestação,sendo assim as técnicas de
manejo
dispensadas aos animais nesta fasepodem
determinaro
sucesso
ou
o fracasso deuma
criação.A
duraçãomédia do
período de gestaçãopode
ser considerada de 114 dias , caindogrande
número
de gestações nos limites de 113 e 115 dias ( Sobestiansky et al, 1985).No
pen'odo de gestação 'afêmea
é mantidaem
ambiente tranquilo, isento de fatoresestressantes e
com
boa
nutrição.Durante a gestação as fêmeas são alojadas
em
celas individuais e nãopossuem
acesso apiquetes.
Transferência das
fêmeas
em
gestaçãopara
amaternidade
As
fêmeas são transferidas para a maternidade três a sete dias antes da data prováveldo
parto, para acostumarem-se
com
seunovo
ambiente.É
importante que as fêmeas sejam lavadasantes de irem para a maternidade.
A
lavagem é feitacom
escova,água
e sabão ede
preferência defrente para trás e de cima para baixo,
dando
especial atenção à área ao redor da vulva, regiãodo
aparelho
mamário
e dos cascos.A
transferência para a maternidade e' feita nas horas mais frescasdo
dia e as porcas sãoconduzidas calmamente. «
Parto
Fase preparatória
do
partoAs
instalações da maternidadedevem
estar limpas, secascom
água
a disposição das fêmeas e os escamoteadorestambém
deverão estar limpos,com
cama
ecom
fontede
aquecimento adequado.
Em
tomo
de três dias antesdo
parto, pode-se observaruma
mudança
no comportamento
das fêmeas, principalmente inquietação. Geralmente
24h
antesdo
parto afêmea
começa
apreparar a cama, seguida alternadamente, por períodos de inquietação e inatividade, coincidindo
com
o inicio das doresdo
parto (Bollwahn,1978; citado por Sobestiansky et al, 1985).O
melhor sintoma de aproximaçãodo
parto é atribuído ao inicio da secreçãodo
leite.Quando
inicia a secreçãode
leite, o parto geralmente ocorre dentro das próximas 6 horas.Parto normal
O
parto inicia-secom
a fasede
abertura e dilatação da via fetal mole, provocadas pelascontrações rítmicas
do
útero.O
intervalomédio
entre a expulsão de dois leitões é de 16 a20
minutos (English et al, 1977 ; citado por Sobestiansky et al, 1985).
A
eliminaçãoda
placentapode
ocorrer imediatamente após o nascimentodo
leitão, apóso
nascimento de
um
grupo de leitõesou
após o nascimentodo
último leitão.O
parto éacompanhado
até o seu final, pois se o intervalo entreo
nascimento dos leitõesfor muito grande e
quando
as contrações são débeis, se intervemcom
um
toque vaginalou
com
a aplicação de ocitocina.Duração do
partoA
duraçãodo
partopode
ser influenciada por fatores estressantes,como
altas temperaturas, barulhos, toque vaginalem
momento
inoportuno, etc.Os
fatores estressantesinduzem
a secreção de adrenalina, bloqueando a açãoda
ocitocina.A
duraçãodo
parto varia de 2 a 6 horas.Quanto
maior a duraçãodo
parto maior onúmero
de natimortos.Intervenção
no
partoEm
grande parte os partosem
sidecorrem
sem nenhuma
complicação.Porém
existempartos
em
quepodem
ocorrer problemas, taiscomo
intervalo muito grande entre o nascimento dos leitões, afêmea
apresenta contraçõesmas
osleitõesnão
nascem.Quando
algum
dessesproblemas
ocorrem
recomenda-se intervir .no parto, e a primeiramedida
tomada
é o toquevaginal para verificar a presença
ou
o posicionamentodo
leitãono
útero emesmo
retirá-loquando
possível.O
toque vaginal é realizado dentro das mais estritasnormas
de higiene, para evitaruma
infecção
no
aparelho reprodutorda
fêmea.Quando
um
parto édemorado
e não existe obstáculo àsaída dos leitões, é aplicado ocitocina.
Lactação
Durante a lactação, há necessidade de
um
meio
ambiente calmo e tranquilo.Os
ambientesadversos
podem
provocar inibiçãoda
secreção e da descidado
leite da porca, ocasionando aprodução de leitões fracos
que
são incapazes de estimular suficientemente a glândula mamária. Durante a lactação os leitõesmamam
aproximadamente20
vezes por dia.No
inícioda
lactação o intervalo entremamadas
é deuma
hora e deuma
hora e meiano
final da lactação.Geralmente é a porca que
chama
os leitões para amamentá-los.Sistemas de
manejo
de porcasem
lactaçãoEm
nossomeio
criatório existem diferentes sistemas demanejo
das porcasem
lactação.No
CNPSA
o sistema utilizado éo
aleitamento isolado,no
qual a porcapermanece
na cela parideiracom
sua leitegada desdeo
parto até odesmame,
a porcaamamenta
apenas a sualeitegada e é alimentada isoladamente.
Neste sistema o
manejo
fica mais fácil, ocorreum
menor
número
deesmagamentos
eferimentos nos leitões.
O
manejo
da porca, imediatamente depoisdo desmame,
provavelmentetem
grandeinfluência sobre o
numero
de leitõesque
nascerãono
parto seguinte. Isto é válido principalmente, para a primípara quedesmamou
grandenúmero
de leitões (Martinez,l980; citado porSobestiansky et al, 1985).
Já
no
terceiro dia após odesmame,
e' feita a identificaçãodo
ciocom
auxíliodo
cachaçopela
manhã
e a tarde 8As
fêmeasem
pré cobrição são alimentadas 2 vezes ao dia erecebem
ração de lactação a vontade, parapromover
a entradaem
cio e para aumentar a taxa de ovulação.Retorno ao
ciod d l
"
O
retorno ao cio após aesmama
ependedo
periodo de actaçao e de criação paracriaçao geralmente se considera normal
um
periodo de ate 12 dias parao
reaparecimentodo
cio,em
media
este periodo e de 7 diasQuando
o retornonao
ocorrer dentroda média
das fêmeasda
criaçao, estas deverão ser examinadas
Diagnostico
do
cioNa
pratica, omomento
da inseimnaçao esta baseado nos sintomas de estro das porcas,tido
como
melhores preditores para omomento
da inseminaçaoO
sintoma maiscomumente
utilizado e o reflexo de imobilização positivo frente ao cachaço e o reflexo de tolerância ao teste
de
monta
feito pelohomem
O
grafico abaixo ilustra os periodos de duraçãodo
reflexode
tolerância aomacho
(RTM)
e de tolerancia ao
homem
(RTH)
Desmame
Manejo
de fêmeasdesmamadas
7 `
A
B
C
1 0ENVELH
ENvELii;EcnviENTo
SPMTZ
ovULo
(24H)
(8 _ o h) Á, pr. 70. 80.0 84.2 _ 81.2 58.3 30.8 N°Leii. 9.8 io.ó 11.2 12.6 9.7 8.4oVULAÇÃo
ESTIMADA
24
-36 h
RTM
uRTM &
RTH
RTM
O ll22
3344
5566
Horas
de EstroRelação estimada entre o
momento
deuma
cobrição simples e odesempenho
reprodutivoem
leitoas, Boender,(1996).Em
qualquer situação, na prática, o melhormétodo
para detectar o cio é a utilizaçãodo
macho
duas vezes ao dia.De
manhã
cedo
e-no final da tarde.Momento
ótimo da coberturaTem-se
assumido que a ovulação ocorre40
a42h
após o iníciodo
estro.O
momento
da
ovulação durante o estro esta fortemente relacionado
com
a duraçãodo
estro e a ovulaçãoocorre
quando
transcorreu maisou
menos
dois terçosdo
períododo
estro (Silveira,comunicação
pessoal).Os
melhores resultados de fertilização são conseguidosquando
a inseminação é realizadano
período entre 0 e24h
antes da ovulação.O
regime de inseminações deve terem
conta a frequência. de diagnósticos de cio equando
detectou-se pela primeira vez o reflexo de tolerância.No
CNPSA
o diagnóstico.do
cio» é feito duas vezes ao dia, pelamanhã
e pela tarde, euma
primeira inseminação é feita 12h após os primeiros sinaisdo
cio euma
segunda 12h maistarde e, se a
fêmea
ainda aceitar,uma
terceira 12h mais tarde.Quanto
amaximização do número médio
de leitões eda
taxa de fertilidadeem
relação aonúmero
de inseminações, parece depender pelomenos
de
2 inseminações.A
tabela abaixo apresenta os dados sobre o percentual de partos e onúmero
de leitõesnascidos
com
relação aonúmero
de inseminações.Tabela
VI
: efeitoda
frequência de inseminações sobre a produtividade de leitoas.Número
de inseminações%
de partosnúmero
de leitões nascidos V1 73.3 8.0
2 86.1 8.7
87.0 8.9
88.7 9.2
Fonte: adaptado de Flowers
&
Esbenchade, 1993.-Bb.)
Manejo
alimentar dasfêmeas
Na
fase de reproduçãoNa
fase de reprodução se buscano
animal tamanho, crescimento, vigor econformação
óssea.
Assim
toma-se essencial que a ração seja ricaem
proteínas deboa
qualidade e sejaabundante
em
vitaminas e minerais, contendoaproximadamente
15%
dePB
e 3.300 KcalED/kg
ração.As
leitoas de reposição até duas semanas antesda
cobriçãorecebem
ração de crescimentoa vontade
com
15%
dePB
e 3.300 kcalED/ kgde
ração sendo 7 alimentadas duas vezes por dia.Duas
semanas antes da cobrição as leitoasrecebem
ração de lactação a vontadecom
o objetivo de aumentar a taxa de ovulação, devido aos altos níveis energéticos.`
Na
fase de gestação.
O
período de gestação éum
período crítico sob o ponto de vista alimentar.As
raçõesdevem
ser restritas, pois altos níveis energéticos ocasionam maiorporcentagem
de mortalidade embrionária.O
uso de pastagens é aconselhável.As
fêmeasem
gestaçãorecebem
Zkg
de ração de gestaçãocom
cerca de14%
PB
e 3.300K
cal/kg ração, por dia até90
dias de gestação.Após
90
dias até 3 dias antes de irem para amaternidade
recebem 3kg
de ração e nos últimos 3 diasrecebem
raçãomedicada
com
Amprólio
para controle da coccidiose.
Aos
96,98
e 100 dias de gestação as fêmeasrecebem
diarréia de leitõescom
até 7 dias devida, misturada a ração
com
o objetivo de auto imunização das porcas.Por
ocasiãodo
partoNo
diado
parto as porcasrecebem
somente água a vontade ealgum
pasto verde.Na
fase de lactaçãoA
ração de lactação deve conter16%PB
e ter cerca de3.300K
calED/kg
ração.As
porcasrecebem
3kg
de ração por dia até o parto e por 3 dias após. Apartir dos 111dias de gestação e 3 dias após o parto a porca recebe 10gr de sal
amargo
por diacomo
laxante,misturado a ração.
Apartir
do
4° dia após o parto as porcas são alimentadas pelomenos
3 vezes ao dia e cada porcacom
8 leitõesou
mais recebe ração a vontade,no
mínimo
5,5kg /dia. Porcacom
menos
de8 leitões recebe 2,5kg de ração mais 400gr/leitão.
As
porcascom
menos
de 8 leitõesnão
recebem
ração a vontade, para nãoengordarem
demais.Recebem
uma
quantia para mantença, 2.5kg, mais400g
para cada leitão.Por
ocasião dadesmama
Trabalho realizado pelo
CNPSA
demonstra que os melhores resultados de intervalodesmame-cio-fértil e
número
de leitões nascidos foram observadosquando
as fêmeasforam
arraçoadas normalmente até o
desmame
ecom
ração e água a vontade após odesmame.
Diagnóstico
da
gestaçãoO
diagnóstico precoce da gestação, na espécie suína, éuma
preocupação constante dosprodutores, principalmente
em
granjas mais sofisticadas.As
vantagensdo
diagnóstico precoce de gestação são a identificação precoce de fêmeasvazias; possibilidade de
venda
de fêmeascom
certificado de garantia de prenhês; previsão da produção e detecção de possíveis problemascom
omacho
ou
por ocasião da cobertura.Quanto
aométodo
de diagnóstico de gestação existem inúmeras possibilidades, os mais usados são:* controle de retorno ao cio; * palpação retal;
No
CNPSA~e'
feito teste de prenhezcom
aparelho de ultrasom
a cada duassemanas
em
todas as fêmeas
com
mais de30
dias de gestação.A
eficiência das coberturas está acima de90%.
Manejo
sanitário das matrizesEverminação
Em
uma
criação de suínos o leitão é o indivíduo mais sensível auma
infecção por parasitas e o que mais sofre suas consequências.O
leitão nasce livre de parasitas e seu parasitismo estáintimamente relacionado
com
a infecção parasitária da porca ,com
as condições demanejo
e dehigiene da maternidade,
bem como
o usoou não
de anti-helminticos na granja (Sobestiansky et al,1935)
As
fêmeas são desverminadas antesdo
parto, para evitaruma
contaminação das instalações e dos leitões.A
forma
de desvenninação das matrizes é a aplicação deum
anti- helmínticona
ração.Vacinações
Algumas
doençaspodem
ser evitadasou
controladas pormeio
de vacinação.É
recomendado que
para cada região seja discutidoum
plano de vacinaçãocom
o
veterinário.As
principais vacinações são:1- Vacina contra Rinite Atrófica
Em
leitoas são feitas duas aplicações de2ml
por via subcutânea,uma
aos 60 dias e outra aos90
dias de gestação.Em
porcasuma
dose de2ml
em
cada gestação por volta dos90
dias deprenhez.
2-
Vacina
contra ColibaciloseContra colibacilose é seguido o
mesmo
esquema
da rinite atróficacom
dose de 4ml.3- Vacina contra Parvovirose
As
leitoas são vacinadas na transferência para a gestação (+ou
-150 dias de idade ) euma
segunda aplicação 15 a
20
dias após a primeira.As
porcas são vacinadas entre 28 e 14 dias antesda cobrição.
A
dose é de2ml
por via intramuscularou
subcutânea .Medicamentos
Para controle da Coccidiose as porcas
recebem
raçãomedicada
com
Amprolim, na
dose de2_0O0ppm
por 10 dias antes e 10 dias após o parto.Testes _
A
cada 6meses
é colhido sangue paraexame
de brucelose, leptospirose edoença
deAujeszky.
Anualmente
são coletadass fezes paraexames
de endoparasitas. 24Critérios e causas
de
descartede
matrizesAs
fêmeas são utilizadas até 5 pariçõesquando
são substituídas por leitoas.O
descartede
fêmeas antes de produzir 5 leitegadas ocorre, se elas:
- produzirem
menos
de 9 leitões nascidos namédia
das duas primeiras leitegadas; - não aceitarem os leitões logo após a parição;- apresentarem problemas de
mamite
queprovoquem
a perda de tetas; - apresentarem problemas de aprumos;- apresentarem mais de dois
retomos
de cio seguidos;- porcas
que não
apresentarem cio30
dias apóso
desmame.
6.1.5-
Manejo
de
reprodutores(machos)
Avaliação
do reprodutor por
ocasiãoda
sua introduçãoPelo fato
do
macho
ser acasaladocom
várias fêmeas e ser responsável pela transmissãode
50%
das características genéticas aos seus descendentes, ele é o animal mais importantedo
rebanho,
devendo
merecer toda a atenção por ocasião da compra.Os
principais cuidados observados ao introduzirum
novo
macho
no
plantel são os seguintes:- adquirir
machos
selecionadoscom
pesomínimo
del10kg
aos 150 dias de idade emáximo
del8rmn
de espessura de toucinho ao finaldo
teste de granja;- apresentar
bons
aprumos;- não apresentar desvios na coluna;
- apresentar os testículos salientes e proporcionais a idade; - ter
bom
comprimento;- apresentar pemil desenvolvido e
boa
largura de lombo.-›
Avaliação
da
fertilidadeOs
machos
de reposição só são utilizadosem
montas
apósexame
andrológicoque
comprove
sua qualidade.Sistema
de
monta
Osistema de
monta
utilizado é variávelem
cada criação e dependedo programa
demanejo
das instalações.
i
No
CNPSA
é utilizadoo
.sistema demonta
controlada,no
qual a porcaem
cio é conduzida ao cachaço.Este sistema apresenta as seguintes vantagens:
- melhor
manejo
das instalações;V
- pode-se controlar o