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MANUAL DE ACOLHIMENTO

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Academic year: 2022

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MANUAL DE ACOLHIMENTO

Unidade de Saúde Pública

Agrupamento de Centros de Saúde Tâmega III Vale do Sousa Norte

(2)

FICHA TÉCNICA

--- Título

Manual de Acolhimento Unidade de Saúde Pública

Agrupamento de Centros de Saúde Tâmega III – Vale do Sousa Norte

--- Editor

Unidade de Saúde Pública do ACeS Tâmega III – Vale do Sousa Norte Rua Rainha Dona Leonor, nº 107

4590-612 Paços de Ferreira

--- Diretor Executivo

Dr. Hugo Lopes

Coordenador da Unidade de Saúde Pública Dr. Fernando Diniz

Autores:

Ana Rita Gomes Clarisse Ribeiro Fernando Diniz

--- 1ª Edição

Julho de 2018

--- E-mail de contacto

[email protected]

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Índice

1. Introdução... 3

2. Quem somos ... 3

3. Quem servimos ... 5

4. O que oferecemos ... 7

5. Como estamos organizados ... 10

5.1. Instalações ... 10

5.2. Equipa Técnica ... 10

5.3. Organização ... 10

6. O que fazemos ... 12

7. Conclusão ... 13

8. Referências ... 14

Anexo 1 ... 15

Anexo 2 ... 16

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1. Introdução

O presente Manual de Acolhimento constitui um instrumento facilitador no processo de integração dos profissionais que pela primeira vez entram em contacto com a Unidade de Saúde Pública (USP) do Agrupamento de Centros de Saúde (ACeS) Tâmega III Vale do Sousa Norte (VSN).

Pretende auxiliar na criação das melhores condições de acolhimento e integração, fornecendo informações consideradas úteis, transmitir uma imagem o mais aproximada possível das atividades desenvolvidas pela USP e prestar todas as informações que possam contribuir para um bom ambiente de trabalho, pautado por um bom desempenho socioprofissional.

Como novo elemento da equipa, contamos consigo para cumprir o nosso sentido de missão, com a sua experiência, motivação, expectativas e desejo de realização profissional.

Seja bem-vindo!

2. Quem somos

A USP é uma unidade funcional do ACeS Tâmega III – VSN e abrange a área geodemográfica dos concelhos de Paços de Ferreira, Lousada e Felgueiras, do distrito do Porto.

Os ACeS foram criados através do D.L. nº28/2008 de 22 de Fevereiro, alterado e republicado pelo D.L. nº 137/2013 de 7 de Outubro.

O ACeS tem por missão garantir a prestação de cuidados de saúde primários à população da sua área geográfica e compreende as seguintes unidades funcionais:

 Unidade de saúde familiar (USF);

 Unidade de cuidados de saúde personalizados (UCSP);

 Unidade de cuidados na comunidade (UCC);

 Unidade de saúde pública (USP);

 Unidade de recursos assistenciais partilhados (URAP);

 Outras unidades ou serviços, propostos pela respetiva ARS, I. P. e aprovados por despacho do Ministro da Saúde, e que venham a ser considerados como necessários.

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Em cada centro de saúde componente de um ACeS funciona, pelo menos, uma USF ou UCSP e uma UCC ou serviços desta. Cada ACeS tem somente uma USP e uma URAP.

A USP tem como missão contribuir para a melhoria do estado de saúde da população da sua área geodemográfica de intervenção, visando a obtenção de ganhos em saúde competindo-lhe:

 Elaborar informação e planos em domínios da saúde pública,

 Proceder à vigilância epidemiológica,

 Gerir programas de intervenção no âmbito da prevenção da doença, promoção e proteção da saúde da população em geral ou de grupos específicos, e

 Colaborar, de acordo com a legislação respetiva, no exercício das funções de autoridade de saúde.

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3. Quem servimos

A área geodemográfica de intervenção da USP e do ACES VSN estende-se por 282,2 Km2, abrangendo os municípios de Felgueiras, Lousada e Paços de Ferreira, e suas 41 freguesias (após reorganização administrativa do território das freguesias em 2013).

Figura 1| Mapa dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACeS) da Região Norte e dos concelhos que constituem o ACeS Vale do Sousa Norte.

Fonte ARS Norte, I.P.

De acordo com as estimativas da população residente do Instituto Nacional de Estatística, residiam em 2016 na área geodemográfica do ACES 160 688 pessoas, sendo os concelhos mais populosos os de Felgueiras e Paços de Ferreira. A população idosa (≥ 65 anos) representa 13,5%

da população (21 706) e 14,6% (23 569) tem menos de 15 anos de idade (quadro 1).

Quadro 1| População residente (estimativas 2016), por sexo e por grupo etário

Local de Residência

Total 0-14 anos 15-64 anos 65 e + anos

HM H M HM H M HM H M HM H M

Felgueiras 56.950 27.233 29.717 7.908 4.017 3.891 40.816 19.733 21.083 8.226 3.483 4.743 Lousada 46.900 22.610 24.290 7.097 3.613 3.484 33.823 16.388 17.435 5.980 2.609 3.371 Paços de

Ferreira 56.838 28.210 28.628 8.564 4.378 4.186 40.774 20.493 20.281 7.500 3.339 4.161 ACeS Vale do

Sousa Norte 160.688 78.053 82.635 23.569 12.008 11.561 115.413 56.614 58.799 21.706 9.431 12.275 Fonte: Instituto Nacional de Estatística

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Figura 2| Pirâmides etárias do ACeS Vale Sousa Norte, 1991 e 2016.

Fonte: Perfil Local de Saúde 2017 – ACeS Vale do Sousa Norte, ARS Norte, I.P.

Entre os dois últimos censos (2001 e 2011) a população do ACeS aumentou 4,2%, crescimento percentual superior ao verificado na Região Norte (RN) e no Continente, que foi respectivamente de 0,1% e 1,8%.

O índice de envelhecimento de 92,1 em 2016 é inferior ao da RN (146,1) e ao do Continente (153,9).

A esperança de vida à nascença (81,0 anos no triénio 2014-2016) tem aumentado em ambos os sexos, mas ainda é inferior à da RN (81,7 anos) e à do Continente (81,4). A taxa de natalidade (8,4 nados vivos por 1000 habitantes, em 2016) tem diminuído de forma mais acentuada do que na RN e no Continente, apresentando um valor superior ao da RN e idêntico ao do Continente em 2016.

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4. O que oferecemos

Segundo o D.L. nº 81/2009 de 2 de Abril, alterado pelo D.L. n.º 137/2013 de 7 de Outubro os serviços de natureza operativa de saúde pública são serviços públicos criados em função da dimensão populacional residente na área respetiva de intervenção, com competência para:

 Identificar necessidades de saúde;

 Monitorizar o estado de saúde da população e seus determinantes;

 Promover a investigação e a vigilância epidemiológicas;

 Avaliar o impacto das várias intervenções em saúde;

 Gerir programas e projetos nas áreas de defesa, proteção e promoção da saúde da população, no quadro dos planos nacionais de saúde ou dos respetivos programas ou planos regionais ou locais de saúde, nomeadamente vacinação, saúde ambiental, saúde escolar, saúde ocupacional e saúde oral;

 Participar na execução das atividades dos programas descritos na alínea anterior, no que respeita aos determinantes globais da saúde ao nível dos comportamentos e do ambiente;

 Promover e participar na formação pré-graduada, pós-graduada e contínua dos diversos grupos profissionais que integram.

Estes serviços devem orientar a sua intervenção para a prossecução das Operações Essenciais de Saúde Pública, nos termos da Organização Mundial da Saúde, nomeadamente:

 Manter a vigilância da saúde e bem-estar dos cidadãos, incluindo a recolha de dados para a produção de estatísticas, e medidas de acompanhamento nas áreas das doenças comunicáveis e não comunicáveis, saúde mental, saúde materna e infantil, saúde ocupacional e ambiente, bem como proceder a inquéritos e outras medidas de seguimento de estilos de vida e padrões de comportamento;

 Monitorização e resposta a riscos e emergências em saúde pública, incluindo riscos químicos, biológicos, radiológicos e nucleares;

 Contribuir para assegurar a proteção da saúde nas vertentes ambiental, climática, ocupacional, alimentar e de outras constantes do Plano Nacional de Saúde;

 Promover a saúde através de ações sobre os determinantes sociais, com especial enfoque na identificação de pessoas e populações com riscos diferenciados,

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contribuindo para políticas intersetoriais que promovam a saúde e progressivamente eliminem as desigualdades;

 Atuar na prevenção da doença, em particular pela eliminação da exposição a agentes nocivos para a saúde, garantir a cobertura vacinal adequada, modelação de comportamentos e participando em programas de deteção precoce;

 Contribuir para a planificação das ações e atividades necessárias para a manutenção da saúde das populações, incluindo a avaliação de impactos na saúde de políticas transversais;

 Manter a formação e certificação dos recursos humanos da saúde pública;

 Promover a gestão sustentável de recursos financeiros e materiais disponíveis;

 Assegurar a sensibilização das pessoas, mantendo e melhorando continuadamente a comunicação sobre saúde e a mobilização social para as responsabilidades individuais e coletivas para com a saúde pública;

 Prosseguir investigação em saúde pública, incluindo sobre serviços de saúde, com vista a produzir conhecimentos para a elaboração e implementação de políticas de saúde.

As competências dos serviços de natureza operativa de saúde pública integram ainda o exercício do poder de autoridade de saúde, no cumprimento da obrigação do Estado de intervir na defesa da saúde pública.

As funções de autoridade de saúde são independentes das de natureza operativa dos serviços de saúde e são desempenhadas por médicos, preferencialmente da carreira de saúde pública.

Segundo a base XIX da Lei de Bases da Saúde (Lei nº48/90), as autoridades de saúde situam-se a nível nacional, regional e concelhio, para garantir a intervenção oportuna e discricionária do Estado em situações de grave risco para a saúde pública, e estão hierarquicamente dependentes do Ministro da Saúde, através do diretor-geral competente.

Têm funções de vigilância das decisões dos órgãos e serviços executivos do Estado em matéria de saúde pública, podendo suspendê-las quando as considerem prejudiciais, cabendo ainda especialmente às autoridades de saúde:

 Vigiar o nível sanitário dos aglomerados populacionais, dos serviços, estabelecimentos e locais de utilização pública para defesa da saúde pública;

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 Ordenar a suspensão de atividade ou o encerramento dos serviços, estabelecimentos e locais referidos na alínea anterior, quando funcionem em condições de grave risco para a saúde pública;

 Desencadear, de acordo com a Constituição e a lei, o internamento ou a prestação compulsiva de cuidados de saúde a indivíduos em situação de prejudicarem a saúde pública;

 Exercer a vigilância sanitária das fronteiras;

 Proceder à requisição de serviços, estabelecimentos e profissionais de saúde em casos de epidemias graves e outras situações semelhantes.

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5. Como estamos organizados

A USP Vale do Sousa Norte possui um Regulamento Interno que estabelece os princípios da organização e funcionamento do serviço.

5.1. Instalações

A USP tem sede nas instalações do Centro de Saúde de Paços de Ferreira, Rua Rainha D. Leonor, nº 107, 4590-612 Paços de Ferreira, utilizando ainda periodicamente gabinetes nos Centros de Saúde das sedes dos outros concelhos que integram o ACeS.

Nas instalações do Centro de Saúde de Paços de Ferreira é possível o estacionamento nos parques exterior e subterrâneo. Os profissionais que integram o quadro da USP podem solicitar a chave ou comando junto da assistente técnica da USP ou outro profissional, para efetuarem uma cópia.

Existe ainda junto às instalações da USP um espaço – copa - onde os profissionais podem fazer as suas refeições e/ou guardar os seus alimentos. Este espaço dispõe de frigorifico, micro-ondas, forno, banca com ponto de água, mesas e cadeiras. Dispõe ainda de máquina para café e máquina dispensadora de alimentos.

5.2. Equipa Técnica

A equipa da USP é constituída por três assistentes técnicas, três enfermeiros especialistas em enfermagem comunitária e uma enfermeira especialista em enfermagem médico-cirúrgica;

cinco médicos de saúde pública, dois médicos do internato complementar de saúde pública, três técnicas superiores de diagnóstico e terapêutica – saúde ambiental. Remete-se para anexo a constituição da equipa técnica da USP (anexo 1).

5.3. Organização

A USP organiza-se por áreas, programas e projetos, que se regulam pela complementaridade e pela transversalidade, baseando-se nas boas práticas de articulação e intercooperação. Alguns deles estão implementados em parceria com outras unidades funcionais do ACeS, bem como

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Alguns elementos da equipa de saúde da USP integram ainda grupos de trabalho e/ou cargos no ACeS e ARS Norte, nomeadamente:

 Comissão da Qualidade e Segurança do Doente - Dr. º Fernando Diniz, Enf.º Joaquim Moreira, Drª Maria João Pires e Drª Nazaré Neves

 Departamento de Saúde Pública da ARS Norte - Drª Ana Mendes

 Direção de Enfermagem do ACeS - Enf.º Joaquim Moreira

 Gestão de Resíduos Hospitalares - Drª Michelle Cintra

 Grupo Local Energia Carbono - Drª Michelle Cintra

 Juntas Médicas de Avaliação do grau de Incapacidade para efeito de benefícios fiscais – Dr. º Fernando Diniz, Dr. º Rei Neto, Dr.ª Nazaré Neves, Dr.ª Ana Rita Gomes

 Núcleo de Apoio a Crianças e Jovens em Risco - Drª Nazaré Neves

 Núcleo de Gestão de Formação do ACeS Tâmega III – Vale do Sousa Norte – Enf.ª Clarisse Ribeiro

 Núcleo Local de Inserção de Felgueiras - Dr. º Fernando Diniz

 Programa Prevenção e Controlo de Infeção e de Resistência aos Antimicrobianos - Enf.º Joaquim Moreira, Enf.ª Fernanda Coelho, Drª Nazaré Neves e Drª Mª João Pires

 Rede Social de Paços de Ferreira - Dr. º Rei Neto

 Segurança e Saúde no Trabalho (interlocutoras de risco) - Drª Maria João Pires e Drª Michelle Cintra

Sistema Nacional de Notificação de Incidentes - Drª Maria João Pires

Unidade de Cuidados na Comunidade de Paços de Ferreira – Enf.ª Susana Regadas

 Vogal do Conselho Clínico do ACeS - Drª Nazaré Neves

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6. O que fazemos

As áreas, programas e projetos desenvolvidos pela USP consideram as prioridades definidas no Plano Nacional de Saúde (responsabilidade da Direção-Geral da Saúde), no Plano Regional de Saúde (responsabilidade do Departamento de Saúde Pública da ARS Norte, I.P.) e no Plano Local de Saúde do ACeS cuja elaboração é da responsabilidade da USP. A operacionalização destes planos é da responsabilidade de equipas multidisciplinares. Apresenta-se de seguida o quadro resumo das áreas que são desenvolvidas na USP, assentes na sua matriz de competências.

Quadro 2| Programas/Projetos em desenvolvimento pela equipa de saúde da USP

ÁREA SUB-ÁREA DIMENSÃO PROGRAMA/PROJETO

Desempenho Assistencial

Observatório Local de Saúde

Diagnóstico de Situação de Saúde Diagnóstico de Situação de saúde Monitorização do Estado de Saúde

da População e dos Seus Determinantes

Plano Local de Saúde

Vigilância Epidemiológica e Resposta às Emergências em Saúde Pública

Caraterização das Estruturas de Apoio das Comunidades

Programa de Vigilância e Promoção da Saúde em Equipamentos Sociais Cartas Sanitárias de Risco GeoACeS

Planos de Contingência Plano de Contingência Local para Temperaturas Extremas Adversas Investigação Epidemiológica Vigilância e Controlo das Doenças

Transmissíveis

Proteção da Saúde (Incluindo Ambiental, Ocupacional, Segurança

Alimentar e Outros)

Vacinação Programa Nacional de Vacinação Saúde Ocupacional Programa Nacional de Saúde

Ocupacional

Saúde Ambiental

Rede de Vigilância de Vetores (REVIVE)

Vigilância Sanitária de Água para Consumo Humano Vigilância Sanitária de Piscinas Promoção da Saúde (Incluindo

Determinantes Sociais e Desigualdades)

Saúde Oral Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral Saúde Escolar Programa Nacional de Saúde

Escolar

Governança para a Saúde e Bem-estar Planeamento em Saúde Planeamento em Saúde

Prevenção da Doença Programas Nacionais Prioritários Programa Nacional para a infeção VIH/SIDA

Atividades de Autoridade de Saúde

Lei da Saúde Mental Emissão de atestados

Outras

Serviços Serviços de Caráter Assistencial Serviços de Caráter Assistencial CDP Serviços de Caráter não Assistencial Atividades de Governação Clínica

no ACES

Conselho Clinico de Saúde Direcção de Enfermagem

Formação Profissiona l Interna

Formação Equipa Multiprofissional

Formação Formação de Internos e Alunos

Autoria de Artigos Escritos, Autoria de Artigos Escritos,

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As áreas, programas e projetos materializam-se em planos de atividades, devendo incluir sempre um plano de monitorização e avaliação. Compete ao gestor da área, programa ou projeto enviar os resultados obtidos no processo de monitorização e avaliação ao coordenador da USP.

O organigrama da USP com a informação das equipas responsáveis por cada área/programa/projeto encontra-se no anexo 2.

7. Conclusão

O acolhimento pode ser definido como um processo aplicado aos profissionais que ingressam pela primeira vez na Unidade. Através deste manual são explanados, de forma simplificada, os aspetos que melhor caracterizam as atividades desenvolvidas nesta Unidade.

Pensamos que este documento lhe permitirá tomar conhecimento da estrutura organizacional e do funcionamento da USP enquadrados nos objetivos das suas áreas estratégicas de atuação.

Esperamos ainda que contribua para a criação de um bom desempenho de trabalho.

O coordenador da USP encontra-se disponível para discutir sobre considerações que possam melhorar este documento.

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8. Referências

 Diário da República. Decreto-Lei n.º 28/2008, de 22 fevereiro, Criação dos agrupamentos de centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde. 1ª Série. N.º 38: 1182-

9. [consultado em 26 jul. 2018]. Disponível em:

https://dre.pt/application/conteudo/247675

 Diário da República. Decreto-Lei n.º 81/2009, de 2 de Abril, estabelece as regras e princípios de organização dos serviços e funções de natureza operativa de saúde pública, sedeados a nível nacional, regional e local. 1ª Série. N.º 65: 2058-62. [consultado em 26 jul. 2018]. Disponível em: https://dre.pt/application/conteudo/603228

 Diário da República. Decreto-lei n.º 137/2013, de 7 de Outubro: procede à quinta alteração ao Decreto-Lei n.º 28/2008, de 22 de fevereiro, alterado pelos Decretos-Leis n.ºs 81/2009, de 2 de abril, 102/2009, de 11 de maio, 248/2009, de 22 de setembro, e 253/2012, de 27 de novembro, que estabelece o regime de criação, estruturação e funcionamento dos agrupamentos de centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde, e à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 81/2009, de 2 de abril, que estabelece as regras e princípios de organização dos serviços e funções de natureza operativa de saúde pública, sedeados a nível nacional, regional e local. 1ª Série. N.º 193: 6050-61.

[consultado em 26 jul. 2018]. Disponível em:

https://dre.pt/application/conteudo/500071

 Diário da República. Lei n.º 48/90, de 24 de agosto: Lei de Bases da Saúde. 1ª Série. N.º 195: 3452-9. [consultado em 26 jul. 2018]. Disponível em:

https://dre.pt/application/conteudo/574127

 Ministério da Saúde - Administração Central do Sistema de Saúde. Termos de Referência para contratualização de cuidados de saúde no SNS para 2018. 2017 nov. [consultado em 26 jul. 2018]. Disponível em: http://www.acss.min-saude.pt/wp- content/uploads/2017/11/Termos-Referencia-Contratualizacao-SNS_2018.pdf

 Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde Vale do Sousa Norte.

Regulamento Interno. Revisão nº 2/2016.

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Anexo 1

Equipa de Saúde da USP

3 Assistentes Técnicas:

 Amélia Gomes

 Edite Carneiro

 Maria Otília Teixeira

3 Enfermeiros Especialistas em Enfermagem Comunitária (EEEC) e 1 Enfermeira Especialista em Enfermagem Médico-cirúrgica (EEMC):

 Clarisse Ribeiro (EEEC)

 Joaquim Moreira (EEEC)

 Fernanda Coelho (EEEC)

 Susana Regadas (EEMC) 5 Médicos de Saúde Pública:

 Ana Isabel Mendes

 Ana Rita Gomes

 António Rei Neto

Fernando António Diniz (Delegado de Saúde Coordenador)

 Nazaré Neves

2 Médicos do Internato Complementar de Saúde Pública:

 Diana Guimarães

 Paulo Ferreira

3 Técnicas Superiores de Diagnóstico e Terapêutica – Saúde Ambiental:

 Luísa Soares

 Maria João Pires

 Michelle Cintra

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Anexo 2

Referências

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