Assembléia de prestação de contas do Sindppd/RS

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Assembléia de prestação de contas do Sindppd/RS

É nesta segunda-feira (27), na sede do sindicato, as 18hs. Não deixe de participar deste importante encontro.

O Sindppd/RS espera você, associado, para realizar a assembléia-geral de apresentação, discussão e apreciação do BALANÇO FINANCEIRO e PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL, relativo ao exercício de 2005.

Agende-se:

O quê: Assembléia-Geral da categoria Quando: 27 de março de 2006

Onde: Sede do Sindppd/RS (Rua Afonso Pena, 251 – Porto Alegre/RS)

Horário: 18 hs

Sindppd/RS apóia ação da Via Campesina

A invasão do Horto Florestal Barba Negra, em Barra do Ribeiro, tem sido condenada pela grande mídia, que aproveita para discriminar os movimentos sociais, como a Via Campesina e o MST. No entanto, é mostrado apenas um lado da moeda, num ato

explícito de discriminação, interesses próprios e apoio às grandes multinacionais. Aspectos como a defesa do meio ambiente, a luta pela reforma agrária e a defesa dos direitos

básicos do trabalhador – verdadeiros motivos que impulsionam as ações dos movimentos – são ocultados.

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A sociedade precisa saber que, por trás da plantação desenfreada de eucaliptos, há impactos ambientais violentos à fauna e à flora. A Aracruz Celulose estuda proposta para instalar nova unidade aqui no RS, e conta com total apoio do governo estadual e do empresariado. Em estados como o Espírito Santo, onde a empresa chegou em 1967, os efeitos nocivos do plantio de eucaliptos já começam a ser percebidos, através do assoriamento dos rios (o eucalipto consome muita água), desaparecimento de espécies de animais que viviam na região, alterações na qualidade da água e uso de venenos extretamente tóxico a pessoas e a natureza. As denúncias vêm dos próprios moradores do entorno.

Outro importante fato que a Imprensa não menciona é a violência sofrida pelos povos que ocupam as regiões onde funcionam as instalações da Aracruz. No Espírito Santo, no início de janeiro, duas comunidades indígenas, os Guaranis e os Tupiniquins, foram covardemente atacadas pela Polícia Federal e com total apoio da Aracruz Celulose. A polícia atacou e destruiu as duas aldeias, expulsando da terra 50 pessoas. Sem sequer receber uma ordem de despejo, os Tupiniquim e Guarani foram surpreendidos com o violento ataque. A ação, que resultou na prisão arbitrária de duas lideranças e deixou outras 12 pessoas feridas, teve todo o apoio logístico da empresa Aracruz Celulose. Os 120 agentes da Polícia Federal receberam hospedagem e utilizaram o heliporto e os telefones da multinacional. Nenhuma linha sequer sobre o assunto saiu na Imprensa.

Estes são alguns dos motivos pelos quais o Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados no Rio Grande do Sul (Sindppd/RS) vem a público se unir a várias entidades sindicais, estudantis e populares, e todos os que apóiam não só a ação da Via Campesina, mas as lutas populares no Brasil.

Acreditamos que vale à pena ir à luta pela defesa dos direitos fundamentais da maioria da população. Assim como fazemos cotidianamente na defesa dos interesses de nossa categoria, organizando mobilizações, atos e greves.

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SINDICATO DOS TRABALHADORES EM PROCESSAMENTO DE DADOS NO RS – SINDPPD/RS

Nota de apoio aos trabalhadores em Educação do Rio Grande do Sul

O Sindppd/RS, juntamente com diversas entidades sindicais, estudantis, CUT e Conlutas, manifesta o seu total apoio à greve dos trabalhadores em Educação do Rio Grande do Sul, deflagrada no dia 2 de março e liderada pelo Cpers/Sindicato.

Trata-se de uma luta histórica, e que, mudam os governos, nenhum se propõe, de fato, a solucionar o impasse. Professores e trabalhadores do setor enfrentam, há anos, arrocho salarial e assistem o sucateamento do ensino público. O governo do Estado, através do secretário de Educação, José Fortunati, insiste que irá negociar apenas em maio, argumentando déficit orçamentário. Além disso, está demitindo trabalhadores, em represália a qualquer forma de adesão à greve. E é desta forma que age o governo que se diz “de diálogo”.

É justa a reivindicação da categoria, que solicita reajuste salarial de 28%, mais 8,69%. Inadmissível é que, muitos desses trabalhadores, tenham piso menor do que o salário mínimo nacional. O movimento é grande, tem a adesão de cerca de 80%

das escolas gaúchas, e deve permanecer unido e forte para romper com a intransigência desse governo. A falta de proposta de Fortunati e do governo demonstra o total descaso que essa administração tem com a educação pública.

A luta continua.

Em greve pela Educação!

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Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados no Rio Grande do Sul – Sindppd/RS

Definida pauta de reivindicações da campanha salarial 2006/2006 no Serpro, Dataprev e Datamec

Acompanhe os eixos centrais que norterão as mobilizações.

Com boa representação dos trabalhadores, as assembléias realizadas nos dias 08 e 09 de março na Dataprev, Serpro e Datamec definiram a pauta de reivindicações para a campanha salarial que se inicia. Apesar de existirem itens específicos que dizem respeito a situação de cada uma dessas importantes empresas, alguns pontos são gerais e deverão nortear a campanha. Entre eles estão:

* Reposição das perdas salarias de 01 de maio de 2002 a 30 de abril de 2006, estimada em torno de 16%;

* Não às terceirizações se serviços das atividades da empresa;

* Redução da jornada de trabalho, sem redução de salário;

* Garantia de emprego para todos os funcionários;

* Defesa intransigente da Dataprev e não ao desmonte da empresa;

* Não pagamento da Dívida Externa ao banqueiros! Pagar a dívida social com os trabalhadores! Não ao Plano Econômico de

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Lula!

Nas reuniões, também foram escolhidos os delegados para a Plenária Nacional da campanha: os trabalhadores da Dataprev no Rio Grande do Sul serão representados por Raimundo Nonato;

pelo Serpro irão Luis Hugo e Teresinha Viana; Luis Sá pela Datamec; e Vera Guasso, representando o Sindppd/RS.

Outro importante item, o calendário de mobilizações, também foi definido e, em breve, será divulgado.

Trabalhadores, só um movimento forte e coeso levará à vitória.

Contamos com a sua participação!

Ato público marca o Dia Internacional da Mulher em Porto Alegre

Participe do ato público amanhã, Dia Internacional da Mulher, na Esquina Democrática, em Porto Alegre. A concentração acontecerá a partir das 17h.

O dia 8 de março é, acima de tudo, uma data de luta. E um salário mínimo justo é uma das principais reinvidicações da mulher brasileira. No Brasil, enquanto o presidente Lula paga adiantados os US$ 15,5 bilhões de dívidas ao FMI, oferece um

“reajuste” de R$ 50,00 no mínimo dos trabalhadores. A mulher representa 53% dos brasileiros remunerados com salário mínimo.

No entanto, o rendimento médio das trabalhadoras é cerca de 35% inferior ao dos homens. Para a mulher negra, a opressão é dupla: uma combinação de machismo e racismo.Elas recebem 55% a

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menos do que as não-negras.

Não há como lutar contra a exploração e a opressão de braços dados com o governo.

A CUT está com o governo para o que der e vier, vide o cargo de Ministro do Trabalho dado a Luís Marinho, ex-presidente da central. Por isso, é preciso construir uma alternativa para a luta das mulheres e de todos os trabalhadores. Participe você também do ato público convocado pelo Conlutas amanhão, Dia Internacional da Mulher, a partir das 17h, na Esquina Democrática.

8 de Março –

Dia Internacional da Mulher

Uma data para reforçar que o caminho ainda é longo e de muitas lutas….

– De acordo com a ONU, 25% das mulheres sofrem violência doméstica e, em 70% dos casos, o agressor é o marido ou companheiro. Apenas 2% são denunciados.

Na Índia, as mulheres pagam para se casar e o pagamento pode ser feito em dinheiro ou bens pessoais.

– A mutilação genital feminina já foi praticada em mais de 80 milhões de mulheres e meninas, em sua maioria na África e na Ásia. A cada dia, 6 mil meninas sofrem mutilações, que somam uma a cada 15 segundos.

– Dados do Dieese apontam que, a desigualdade de remuneração em relação ao homem é um dos maiores desafios feminino. Em geral, elas recebem entre 85,8% em Porto Alegre e 74,8% em Belo Horizonte por hora trabalhada em relação a remuneração dos homens.

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Março é o mês de abertura da Campanha Salarial 2006/2007

Estamos iniciando a campanha salarial dos trabalhadores do Serpro, Dataprev e Datamec. É um momento muito importante para a categoria, pois é quando organizamos nossa pauta de

reivindicações, definimos o plano de lutas e eixos gerais que nortearão nossas ações neste ano. Venha trazer a sua

contribuição: acompanhe as datas das assembléias.

Alguns itens são fundamentais para a nossa campanha, como a reposição das perdas do período de maio/2002 a abril/2006;

ganho real de 10%; recuperação das perdas do Plano Real (1994- 2002). Não podemos esquecer de outros itens importantes, entre eles, a luta contra o desmonte do Serpro e da Dataprev e contra a Reforma Sindical/Trabalhista.

Por isso, é fundamental a participação de todos. Contribua você também, com suas idéias, para a formulação da pauta.

Somente o trabalho unificado e forte nos conduzirá à vitória.

Venha trazer sua contribuição.

Todos à assembléia!

PAUTA:

1- Discussão e aprovação da pauta de reivindicação a ser apresentada para o SERPRO, DATAMEC e DATAPREV;

2 – Autorizar a Plenária Nacional de Campanha através de seus delegados a aprovar e consolidar a pauta de reivindicações enviadas pelas Assembléias Estaduais, unificando-as;

3- Autorizar a diretoria da Fenadados a negociar, acordar. E, frustradas as negociações, a instaurar ou defender-se em dissídio coletivo;

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4- Discussão e aprovação da contribuição assistencial;

5- Eleger delegado para Plenária da Campanha 2006/2007;

6- Outros assuntos gerais de interesse da categoria.

AGENDE-SE SERPRO

Data: 09 de Março de 2006 Horário: 13h30min

Local: Av. Augusto de Carvalho, n°1133 – POA DATAPREV

Data: 08 de Março de 2006 Horário: 16h30min

Local: Travessa Mário Cinco Paus, n° 20/Sobreloja – POA DATAMEC

Data: 09 de Março de 2006 Horário: 14h

Local: Rua Furriel Luis Antônio Vargas, 380 5° andar – POA

Bancos brasileiros têm os maiores juros do mundo

Levantamento foi feito em 107 países

Em nenhum lugar do mundo um empréstimo custa tão caro como no Brasil. Levantamento feito pelo jornal Folha de São Paulo a partir de dados de 107 países coletados pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) mostra que os juros cobrados pelos bancos brasileiros são os mais altos de todos.

A lista foi feita com base nos juros praticados em cada país no segundo trimestre de 2005, já descontada a inflação

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acumulada nos 12 meses anteriores. Por esse método, chegou-se à taxa real cobrada pelos bancos -44,7% ao ano, no caso brasileiro.

No topo da lista, o Brasil tem a companhia de vários países africanos, como Angola (onde a taxa real média é de 43,7% ao ano), Gâmbia (juros reais de 31,8% ao ano), Gabão (18,2% ao ano) e Moçambique (14,7%). Entre os dez países cujos empréstimos são mais caros, seis são africanos.

Do lado oposto, dois países latino-americanos aparecem entre os países em que os juros bancários são mais baixos. Na Argentina, a taxa real chega a ser negativa, porque os encargos cobrados pelos financiamentos (6% ao ano em junho de 2005) são menores do que a inflação (alta de 8,79% acumulada entre julho de 2004 e junho de 2005). Assim como a Argentina, outros cinco países aparecem na lista com taxa real negativa.

Na Venezuela, o custo médio de um empréstimo é de 0,2% ao ano, também já descontada a inflação. Pelos dados do FMI, até o Haiti possui uma taxa menor do que a brasileira: 13,1% ao ano.

Se fosse feita uma média simples dos juros reais praticados pelos bancos nos 107 países da lista – sem considerar o peso que cada um tem na economia mundial- chegar-se-ia a uma taxa de 7,4% ao ano: esse seria o custo médio de um financiamento bancário no mundo. O que significaria dizer que, no Brasil, uma pessoa ou uma empresa paga quatro vezes mais do que no resto do planeta por um empréstimo.

Somente em cinco países -incluindo o Brasil- os juros reais médios dos financiamentos bancários superam os 20% ao ano. Dos 107 países analisados, 81 oferecem uma taxa menor que 10% ao ano.

Os dados são coletados pelo FMI a partir de informações enviadas pelos países que integram o organismo. Os números não refletem, necessariamente, a média de todas as operações de crédito efetuadas em determinado país -no Brasil, por exemplo,

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não são considerados os chamados créditos direcionados, como o financiamento à agricultura e à habitação.De acordo com definição do FMI, os números recolhidos pela instituição se referem à “taxa bancária que normalmente atende as necessidades de financiamento de curto e médio prazos do setor privado”.

No Brasil, foram considerados os empréstimos prefixados concedidos, com recursos livres, a pessoas físicas e jurídicas. Em alguns países, foram incluídos financiamentos comerciais, hipotecas, entre outros. As taxas recolhidas são aquelas que, para o FMI, melhor representam o custo do crédito em cada região. Os juros de 44,7% ao ano cobrados nos empréstimos bancários a pessoas físicas e jurídicas no Brasil, no segundo trimestre de 2005, estão bem acima da taxa básica de juros, conhecida como Selic, hoje em 17,25% ao ano. A taxa do BC também é a mais alta entre os bancos centrais do mundo.

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), os juros no Brasil são altos por causa de distorções que têm origem no governo, como a carga tributária, a dívida pública e os recolhimentos compulsórios exigidos pelo Banco Central.

Já levantamento feito pelo Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial) mostra que o Brasil tem se mantido entre os líderes da lista dos juros altos desde, pelo menos, 1996.

POR TUDO ISSO QUE O BRASIL É O PAÍS ONDE BANQUEIRO SÓ DA RISADA…

fonte: www.conlutas.org.br

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Aviso

O Sindppd/RS informa que não haverá expediente nos dias 27 e 28 de fevereiro. As atividades serão retomadas a partir das 12h de quarta-feira, dia 1º de março.

Expediente do sindicato nos feriados

Informamos à categoria que o expediente do sindicato nos feriados de Carnaval, será retomado na quarta-feira, 01/03, a partir das 12 horas.

“SUPER SIMPLES” é um atentado aos direitos do trabalhador

Lei Geral pode reduzir o FGTS, relaxar a fiscalização e mudar a regra para aposentadoria e auxílio-doença, segundo deputado e entidades.

Apesar de ter como objetivo aumentar a formalidade no mercado de trabalho, o projeto da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa pode trazer armadilhas para o trabalhador. Centrais sindicais, parlamentares ligados ao movimento sindical, procuradores e juízes do trabalho alertam para o risco de a proposta, em tramitação na Câmara, reduzir direitos trabalhistas e previdenciários.

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Mas a proposta ainda é alvo de polêmica. Pelo menos quatro pontos do substitutivo têm sido objeto de intensa crítica: a possibilidade de redução dos depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o relaxamento na fiscalização dos pequenos negócios (nas áreas trabalhista, sanitária e de segurança), a adoção de critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria por tempo de contribuição e as mudanças previstas no auxílio-doença.

Projeto Frankenstein

“É mais uma postura oportunista do governo. O projeto deveria tratar só de questões tributárias, mas virou um Frankenstein”, critica o deputado Sérgio Miranda (PDT-MG). Ligado ao movimento sindical, Miranda lidera um movimento na Câmara para derrubar os dispositivos que tratam de questões trabalhistas e previdenciárias. Além do PDT, fazem coro às críticas deputados do PCdoB, do PV, do Psol, do PSB e até do PT.

O relator do projeto, deputado Luiz Carlos Hauly (PR), nega que o substitutivo negociado por ele com o Planalto tenha o objetivo de tirar direitos trabalhistas e previdenciários para compensar as perdas do governo com a arrecadação. “O projeto não pode tirar direito de quem já não tem direito hoje. O mundo real é o que tem 9,5 milhões de trabalhadores informais.

Protegemos uma estrutura cara de ser legalizada”, reage o tucano.

Fiscalização menos rígida

O ponto que tem gerado mais polêmica é o que afrouxa a fiscalização nos aspectos trabalhista, sanitário, ambiental e de segurança sobre as empresas com faturamento anual de até R$

2,4 milhões, novo teto para o enquadramento das pequenas empresas. “É o ponto de maior gravidade pela conseqüência social que tem, porque vai atingir questões sanitárias”, destaca Miranda

De acordo com o substitutivo, a fiscalização deverá ter

“natureza prioritariamente orientadora”. Nos casos em que

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forem constatadas irregularidades, a fiscalização só poderá lavrar infração em uma segunda visita (na primeira, com algumas exceções, só poderá ser feita a advertência).

“Mas a segunda visita é definida de tal forma que só será possível lavrar a infração depois de formalizado um termo de ajustamento de conduta e quando se registrar reincidência de falta em relação ao termo de conduta; isto é, apenas cometida a mesma falta, pela terceira vez, será possível lavrar o ato de infração”, critica o pedetista.

Acima da legislação

O substitutivo permite ainda que o empresário individual com receita bruta anual de até R$ 36 mil, das chamadas pré- empresas, negocie com o empregado a redução do depósito do FGTS, dos atuais 8% para 0,5%. Na avaliação de Miranda, a proposta cria duas categorias de trabalhadores e abre a porta para a redução, no futuro, do depósito em grandes empresas.

“Na prática, aceita-se uma situação em que o acordado prevalecerá sobre o legislado”, observa.

Preocupação semelhante é manifestada pela Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) e pela Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT). “Tal acordo entre as partes fará desaparecer qualquer indenização ao trabalhador em caso de demissão imotivada, uma vez que a multa de 40% sobre o depósito é o único mecanismo existente”, diz nota conjunta assinada pelas duas entidades.

Os presidentes da Anamatra, José Nilton Pandelot, e da ANPT, Sebastião Vieira Caixeta, manifestaram preocupação, também, com a equiparação do crédito trabalhista aos demais créditos no âmbito do processo de recuperação judicial de pequenas e m p r e s a s , b e m c o m o c o m a p r o p o s t a d e l i m i t a ç ã o d a responsabilidade do empresário quanto às dívidas contraídas no exercício de sua atividade, inclusive em relação a débitos trabalhistas.

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Srs. Deputados, tirem as mãos dos nossos direitos!

Fonte: Congresso em Foco (wwww.congressoemfoco.com.br) e Conlutas (www.conlutas.org.br)

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Referências

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