LAÇÃO DE AJUDA NA ASSISTÊNCIA
NATAL -
UM PROGRAMA DE
EDU-AÇ O NÃO FORMAL
zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
Tanara Távora Sobreira
Parte da Dissertação submetida
à
Coor-denação do Curso de Pós-Graduação em Educação, como requisito para obtençãodo grau de mestre.
TSRQPONMLKJIHGFEDCBA
I11111muito tempo, a ênfase dada a diversas pesquisas se I 111111,no atendimento às necessidades físicas da mulher
\"Ild pouca atenção dispensada às necessidades
emocio-I11",1" da gravidez. Isto porque as necessidades são
fre-• fre-• fre-• fre-• fre-•~ " , . , , , ' " ' I h ' mais aparentes, ou então por se pensar que o
atendi-1I1l' sidades físicas da mulher, fossem suficientes para o 11111
d
crianças sadias. Entretanto, atualmente, ambos osti-I ti-I 11 sidades são vistos como integrantes do sistema gravídico
I111111,merecem atenção para que a assistência seja completa.
ruvidez
afeta todos os aspectos da vida da mulher etam-o 1111mbros da família, particularmente o marido. Para a
mu-1i
""111.nte sadia, emocionalmente madura, segura do amor, res-Illlllpreensão do marido, a gravidez é sentida como uma ex-" 1111-m
vinda e feliz, que lhe retrata a realização do seupa-111111mulher e mãe.
"
lstência
à saúde da mulher gestante inclui a prevenção de""11 d .saúde e isso é obtido com a supervisão da gestante du-I 1 Vl'stação. À medida que seus órgãos internos atravessam um
11
de
desenvolvimento, a sua capacidade de amar pode au-t porque seus sentimentos e preocupações abrangem nãolia atual família, mas o bebê que está crescendo dentro
I II marido é parte importante da experiência da gravidez, de 1111111I que, mesmo existindo o crescimento físico, este também
OIIIII!
inhado
de crescimento emocional e processos de maturação.Os antecedentes e as circun~tâncias dos indivíduos são illllll ll
ta?tes
'r=
que podem determmar efeitos psicológicos que li 1'1"prt,a . graVIdez origina sobre e~es. O apoio emocional que a
rnulln
TSRQPONMLKJIHGFEDCBA
IgravIda recebe durante o pertodo da gravidez influencia sua 11 1I1
des, emoçõe~ e tensões. .E de extrem~ importância que a g S l l l l l l !
receba o apoio emocional
cbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
d e que necessIta, para que ela possa I Ide ~orma satisfatória durante o tra~alho de parto e nasciment d l l
bebe. E.sta atenção recebida, ou nao, poderá influir positivam '111
ou negat.Ivamente suas atitudes c~m o marido e futuras gestações ~uItas vezes o
membro
rnars esquecido da "família gestant " o mart~~. Ele não é vistocom
a ~ul?er e o bebê que têm nec l i Idades fIs.Icas aparentes. Sua contnbulcão tem sido pagar as conta da ~a~ílI~, porém recentemente tem sido discutida a necessidadé j
partIcIpaçao do marido durante o
período
gestacional.O marido pode e deve
apoiar
sua mulher de diversas forma. Su~ presença junto dela reasS~gura-Ihe sua preocupação, seu desejo e. tnteresse de repartir e dividIr a experiência vivênciada com a gra-vídez e a chegada do bebê.Baseado nessas preposições foi que surgiu a idéia da autora e _ tu?a: e identificar as necessidades e .expe~t~t.ivas da mulhér grávida pnmIpara e, conseqüentemente. as dIspombIlldades do marido.
Foram entrevistadas 30 rrtttlheres e 30 homens que estavam ou estiveram envolvidos com procedimentos da assistência pré-natal na Maternidade Escola Assis Chllteaubriand. A amostra envolveu 'ges-tantes, puérperas e maridos das classes não pagante e previdenciária. O enfermeiro foi questionado sobre seu interesse
ém
participar de l'rogramas educacionais que envolvam o marido e a mulher no pe-l'í?do gravídico, bem corno soas disponibilidades para o mesmo. l)Iscu~iu-se, particularmente,soas
opiniões e sugestões quanto aos ~onteudos e viabilidade de cursCl1 de orientação educacional para o Casal, nos processos de assistêt1cia pré-natal da Maternidade Escola. ~onc~b~-~e que os cursos educa,eiona~s devem ser partes daassístên-l ta
, dmgtndo o processo para
a
relaçao de ajuda entre marido e rnu-,lher e o enfermeiro como educador e organizador.Algumas considerações devem ser feitas para situar a conclusão ela pesquisa. A clientela primípElra assistida no pré-natal da Mater-nidade Escola é constituída p o r pessoas residentes na zona urbana s~ndo, na maioria, domésticas pr?venientes de famílias com níveÍ SGcio-econômico baixo e experiênCIa educacional elementar.
Por se tratar, porém, de pessoas que se encontram na mesma !~ixa etária, as expectativas e e m o ç õ e s vivenciadas com a gravidez
& 0 geralmente semelhantes.
AS
respostas mostraram que a maiorI()8 Educação em Debate, Fort. 21/22 (1/2) ;n . 107-115, jan.jdez. 1991
1111'ivistadas procura a maternidade quando os sintomas
."",,,,,11,,,1' I t rnam evidentes e as dúvidas relacionadas à gravidez,
1'11II Jl rlo e cuidados com o bebê são ressaltados. Ess~s
m~-I .IIU 11 trarn grande falta de conhecimentos sobre a s~tuaçao
II I Jl li' 'c tratar do primeiro filho. Isto gera ne1a~ cnses de
.11.1, in egurança, dificultando
o
relacionamento interpessoal11I IJ eut 'mente, influindo no desenvolvimento do bebê. Através
11' I 1'0 'tas, nota-se a necessidade que a mulher sente de ter o
I.I I I I U lado, vivenciando todas estas transformações e
adap-ultantes da própria gravidez.
IIjfjcou-se, também, que o "casal gestante" de primeiro filho
I necessidade de ser educado e preparado para aceitar em con-I rdaptações da gravidez. Isto levaria a um maior envolvimento
I.I
r
rtaleceria a união do casal e a gravidez seria um período de I 1II';l'rta e realizações, contribuindo para o desenvolvimento deI 111 IS audáveis. O casal manifesta desejo de esclarecimentos para 1'11 (I dois possam se compreender melhor e de~envolver um diá1~go
1I 1i
uisfatório ,
As mulheres se mostraram desejosas de que o mandoI ncompanhasse no decorrer do período gravídico, não só
acompa-1111 IlIlI -as nas consultas de pré-natal, como também se interessando
I " I " crescimento e desenvolvimento do bebê. Algumas comentaram
11 dificuldades dos maridos em acompanhá-Ias para as consultas,
( ' 1 1 porque eles trabalham, ou seja apenas por saberem que tinham
I 11 esperar as esposas do lado de fora. Contudo, têm a certeza de '111 , e houvesse chance dos maridos participarem m,ai~,. eles se réve-I réve-Iriam interessados e capazes de considerar a possibilidade de
che-nr m um pouco tarde no emprego nos dias de consulta.
Foi questionado também, junto às mulheres, a disponibilid~de dos maridos em ajudar
elou
assistir ao parto, Porém, para que lS~O«contecesse com sucesso, haveria necessidade de sé preparar os d~s para tal acontecimento. As mulheres compreendem que o parto nao
~ um fato isolado, mas sim o final de um ~rocess? . de mudanças e transformações que este período deve ser sentido e VIVIdo pelo homém e pela mulher juntos.
Nota-se, então, que existe interesse tanto do homem como ,da mulher de se descobrirem e se ajudarem mutuament~. O mand.o pode e deve encorajar a mulher de várias maneiras, seja por mani-festações de carinho, seja mostrando interesse por ela, fazendo-a sentir que o bebê pertence aos dois. Ambos passam por um períe><!
de "crise" de amadurecimento. Constata-se que a presença dos di,
nos momentos de consulta, irá oferecer mais segurança à
TSRQPONMLKJIHGFEDCBA
m u l h I levar o marido a compreender uma série de fatores descnh
l ipor ambos,
Realmente, em se tratando de gravidez, é indispensável I I11
sença do marido. Sua ausência no decorrer da gestação leva
:t
11111lher a sentir crises de insegurança, aumentando os temores c 1' l i ,
devido ao aparen.e desinteresse do companheiro.
O desenvolvimento de um envolvimento precoce entre h o n n 111
e mulher contribui para o inter-relacionarnento satisfatório entre
p
I filhos.As questões em torno das quais se manifestaram mais
int
I sadas em serem orientadas dizem respeito ao desenvolviment 111casal no período gravídico, expectativas da mulher grávida, ajuda
d"
marido no período gestacional, alterações e aspectos emocionais d ( l períodos gestacional e puerperal . Concordam que se ia interes 3111
haver debates, grupos de discussões, para que" marido se inteiras com outros casais, o que poderia estimular o seu interesse em com parecer às sessões,
Os maridos entrevistados se mostraram desejosos de acompanhar a mulher, demonstrando satisfação em poderem conversar mais com ela sobre assuntos relacionados à gravidez, parto e como eles poderiam dar sua contribuição a esses eventos, Eles afirmaram que a mulher sente segurança e apoio quando eles chegam em casa, Percebeu-se assim. que haveria necessidade de haver uma preparação do casal, pois alguns responderam saber muito pouco sobre sua importância na assistência pré-natal e sobre as alterações físicas e emocionais da gravidez,
Muitos comentaram que, apesar dos incômodos que a própria gravidez origina. eles sentiram que este fato aproximou-os mais,
di-minuindo os desentendimentos entre eles, visto que a mulher estava satisfeita em ser mãe,
Os maridos demonstravam vontade de assistir o parto da sua mulher, mas eles sentiam despreparados para tal. havendo necessidade
de esclarecimentos, Eles acham que se o marido fosse orientado isto favoreceria o envolvimento no período gestacional e o levaria a com-preender melhor sua mulher, por ter ele apréndido coisas novas para ajudar no que fosse preciso, no momento oportuno,
Os tópicos preferidos pelos maridos estão relacionados a assuntos que dizem respeito a alterações da gravidez, participação do marido como fator de ajuda
à
mulher gestante, trabalho de parto, puerpério e como o marido poderia cuidar do filho,110 Educação em Debate, Fort, 21/22 (1/2) : p, 107-115, [an.ydez. 1991
m ue estão envolvidos com a as-1\ IIni. de enfermage q id d Escola nos seus
de-, peras na Materm a e . ,
1
IIIl,e' c pu~r ~'d- "casal gestante" de primeuoI 111i r u m a lmportcmcla h: a gravidez représellta
1 ti" rientações, Eles a~ am q~:m certo conhecimento
I" 1111
o c
diferente e requer,°
cas~radas com sucesso,I 11IlIdanças ocorrentes sejam sup
, rofissional da saúde pode dispor
, 11,
nltcrnatlvas que, o p lh t do o enfermelro como111
dI' aluda
entre mando e mu, er'd ennvolvido ao longo dad
E t processo se na ese d111\1 'U or . se, d _ educativas para grupoS e
,I pr~-natal, atraves e sessoes _ njunto
1,,1
r -ssacos em crescer e se conhecer em co J ', 'a im lantacão de cursos
educa-\' 11 I ( lIC seja possivel, porem: ~ d de' de se colocar junto 1111 ifaternidade Escola,
há
ne~~ssl a ara consultas deeníer-IlltllIlI
uório
de pré-natal, an;b,u a~o~~sa Pcontinuidade das orie~-iu, Ioi nessas consultas s,~fla a , 'a os arupOS de casaIS,l é m disso, o enfermeiro organlzan to
IItlv!mdo a sua participação, dos enfermeiros da
d ' segundo a opinião ,
sessões e ucatlvas, t s que dizem respeIto
d d deverão conter assun o 1
111,,!idade estu a a, , "'~ na aravidez, dtlcacão sexna na
I IlIções in erpes~o~\1s ,da ca.:l, d; aceitabilidade do filho,
pre-IH'U e no puerpetlo, l~port(.ncla ' recém-nascido, aleitamento
to cUldac10s com o ,- ltéira
, II'H;:lO para o par , d lescentes apoio 3 mae so
, t - a gestantes a o ' '
I I tll'mO,
onen
açao, ,1 lanejamento" famlhar,fermeiro preclsana"
cbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
oraanizarF - ' os anmost'.l' de umat-Além diSSO, o en~ , /'> 1 bservando o grat1 ne ms rucao, 111 ncira mais bom?~en~a pOSSl staci: aI sendo a primeira consulta I vcl sócio-econômico, epoca ges acion '
I
-ita
pelo enfermeiro, '~tr
balham na MaternidadeEs-Para o grupO de enfermeIro" que n:o desses cursos existem, ma
Iola, as possibilidades par~ o ,des~m~e a oio por parte da
administra-rá necessária uma consclentlza~aod Ppara trabalhar dentro de (C
- e haj a elementos trema os no e q u
l nfoque, stão voltadas para o fato de se tratar
As facilidades apontadas
esrs
,
ssário sempre inovarns
, 1 E 1 sendo por ISSO, nece '1'
le um HospIta sco a, - ' 1 d ' - de boa área física, sa as pu:11
ações, além de que,
°
Ho
P'tf~ , IStPOeeI'nteresse por pane do'ní
'r-, I didáti
su lCIPn ereuniões, matena, lt' aa~c~ comu~idade assistida, Oleiros em conscien lZ
, " ue
uma
das dificuldad mllio~e' Foi respondido pelo grupc f~' " o que resultanum
mUIr
reside no número restrito de pro ISSlonms,
acúmulo de trabalho, havendo necessidade de conscientiza 'uo
TSRQPONMLKJIHGFEDCBA
l i corpo médico sobre a importância do acompanhamento dagc
I1111pelo enfermeiro.
Conclui-se, do exposto, que existe um interesse grana
e
p I' P111do casal em aprender, crescer e amadurecer em conjunto,
d
\..011\ 111da própria condição de vida, o que é uma das necessidades b I \ \
do ser humano. Sempre que possível, qualquer que seja a
ocasl 1\'
I relação de ajuda é fator de crescimento.As necessidades de informação e orientação do casal pod '111
preenchidas de várias maneiras, sendo uma das alternativas a (11 1\ tação educacional. O ideal seria que o enfermeiro identificas \' interesses individuais e as necessidades de aprendizagem do '1111'1'
e adaptasse as orientações a esses propósitos.
As opcões que o casal possa deseiar conhecer devem ser '011
deradas e discutidas. As sessões educativas devem incluir informo \I
relativas às expectativas e
necessidades
do casal gestante e alnf'lu
11 cia da sua participação no período gestacional ,A comunicacão entre os casais deve ser facilitada durant 1 \
ti
cussão com o enfermeiro. a respeito dos cuidados a serem pr sI11111
ao recém-nascido. Quando necessário. o enfermeiro deve
encaminh
\Io casal para consulta e orientacão com especialistas disponív i
Por conseguinte, baseado nos resultados obtidos com a pe qul I surge a necessidade de se implantar cursos educacionais para o 'I
ti
no decorrer da assistência pré-natal.
Os objetivos básicos serão, além do desenvolvimento da r 11' li'
de ajuda, o esclarecimento de erros e a eliminação dos mito , II a gravidez e o parto, trocando-os por informações corretas e ensinando se algumas habilidades físicas
e/ou
mentais, que contribuirã 1111 \o casal desenvolver um período gravídico e trabalho de part 1\1
equilíbrio.
A programação dos cursos deve ser orientada pelas
necessidurh
de cada grupo de casais, observando as características do mesm
O enfermeiro deverá participar ativamente dos cursos IIUI membro educador responsável pela programação, conjuntamente '1111\
um docente e com a ajuda da equipe médica da Maternidade E c
1\
Recomenda-se que devem ser desenvolvidas, na assistência 11 natal, consultas de enfermagem
à
gestante com o objetivo de mant 'Ia continuidade e o acompanhamento do casal nas orientações edu ' I cionais.
I I uma das principais conclusões deste trabalho reside
1111 11 • is di i f dos e apro-I idade de estudos mais rversi ica
11I 1 nccessl , .
l i istões de relação homem/mulher no assumir
conJ~n-, 11 '" de integração do casal e da chegada ~ educaçao
":1111I ' ciedade em profunda transforma~ao, exigindo t[ar:s -1IIIIIIridade e responsabilidade compartllhada na re açao
1\l i I
contribuindo para o desenvolvimento de
ajustados,
I I I I ~ N IAS BIBLIOGRÁFICAS
Li d _
cbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
A e n f e r m a g e m e a r e la ç ã o de a ju d alores ns e. T 1980
Con resso Brasileiro de Enfermagem, ~rasl Ia, . . oris.g_ E n f e r m a g e m O b s t é t r ic a B á s ic a , R10 de Janelro,
11111IIlI rícana, 1982. P ative
\I "Psychological aspects of Preoperative and osoper
I" \
11"n : : ~ r ic a ~ l: a ~ u : a ~ ~ ~ r ~ : ; : ~ ~ ~ : ~~o( ! ~
~~~~ir~~5~diciones" I V l I ' .A., 1972. . d CEDEPE Belo
R R O r e la c io n a m e n t o de a 1 u a , '
I 11111"1', .
.-110111.nte, 1979. . R e f le x õ e s s o b r e a p r á t ic a 1.11 Vilma de & Ieda Bandeua. - . .
, Ana! do XXXI Congresso BrasIleiro de
Enfer-" , I';11
t
r m a g e m , aIS1111\
m,
Filortaldeza.cea~áR:~7:aode A ju d a e a T o t a lid a d e d a p r á-I.11 V ma e. il . d Enfer
111 1/ de E n f e r m a g e m , )L"{XIII Congresso Bras eiro e
-11111um, HBrasí.1ia,1 9 J 8 ~ S ~ SC r is t o e a R e la ç ã o d e A ju d a , Loyola,
1\ ,enn.
-() aulo 1977. H ' t
' t 1" _ E d u c a ç ã o de P e s s o a , Belo onzon e, 111.. W. Arthur e . a n. .
1"IIMARe, 1980
t· 1" F u n d a m e n t o s de E n f e r m a g e m , Rio de 1111.' I " Uonor e . a 11.
-•111\ 1ro, Interamericana, 1977. ,
d C a tradução de Marta
II I 11.1 Arthur T. - P s ic o lo g ia a n a n ç ,
, '1 B 1 Horizonte, Editora
1\0 lho e de Neil Ribeiro da Sl va, e o ItI taía, 1970.
LINTON, T.
TSRQPONMLKJIHGFEDCBA
& MENECKER, J. -cbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA
T h e E d u c a t io n M o d e l: A n A I/, It iv e t o t r a d ic io n a l S c h o o l. Couseling. Quebec, Congr '. ti
IOSP (Association Internaciona1e D' Orientation Scolair I 1'11
fissionelle) , 1973 .
LOFFREDI, Lais E. - P a r a d ig m a d e O r ie n t a ç ã o E d u c a c io n a l, 1 1 I 0 I
Janeiro, Francisco Alves Editora, 1979.
- - - - . - A R e la ç ã o d e A ju d a XXXIII Congresso B r a s í k 11ti
Enfermagem, Brasília, 1980.
MASLOW, A. H. - M o t iv a t io n a n d p e r s o n a lit y , New York, H n r j u I
Brothers, 1954.
McCULLY, H. C. - C o n c e p t io n o t m a n t h e H e lp in g P r o je s s io n s
I . ,
sonnel and Guidance Journa1, 1966,44, 911-918.
McDERMIT, M. T. - A n á lis e C o n c e p t u a l d e L a E n f e r m e ir a . 1 ':1 1 1 1 1
ción Médica Y Sa1ud. Organização Panamericana de Salud
7 N." 1. 3-15, 1973.
MORRIL, W. et. alii. - D im e n s io n s 0 . 1 C o u n s e lo r F u n c t io n n in ç I '"
sonnel and Guidance Journal, 1974, 52, 355-359.
MOTA, Sônia Maria Cantídio. - C o n s u lt a d e E n f e r m a g e m n a 1 /
d e M a t e r n o - I n f a n t il, E s t u d o D e s c r it iv o d o s P r o c e d im e n t o s •/I
C e n t r o s M u n ic ip a is d e S a ú d e n a C id a d e d o R io d e J a n e ir o , I 111
de Janeiro, setembro, 1980
MUNSON, H. L. _. F o u n d a t io n s o t D e v e lo p m e n t G u id a n c e . Bo. ttll'
A1yyn e Bacon, 1971.
----o
-
A P a r a d ig m a f o r V o c a t io n D e a r n in g - M a t u r a ll( 1 / 1Quebec, V Congresso Internacional da AIOSP (Association 111
ternaciona1e D'Orientation Sco1aire et Profissionelle), 1973
PATI'ERSON, C. H. - S im p ó s io d a A P A (American P s y c h o l o g h - u l
Assocíation) . Washington, D. C., 1967.
PETERS, H. J. - T h e G u id a n c e P r o c e s s (a p e r s p e c t iv e ) . Illínnl
Peacok Publishers, 1970.
PIKUNAS, Justin. - D e s e n v o lv im e n t o H u m a n o , São Paulo, Editor I
McGraw Hill do Brasil Ltda., 1979.
POHL, M. L. - T h e T e a c h in g F u n c t t o n o n t h e n u r s in g P r a c t it iO llf '
3.' edição, U.S.A., W. C. Brown Company Publishers, 1978
ROGERS, C. R. - T h e N e c e s s a r y a n d S u iic ie n t C o n d it io n s f o r 1 1 / 1
r a p e u t ic P e r s o n a lit y C h a n g e , Journal of Consu1ting Psychol y,
1957,21, 95-103.
- - - . - T h e I n t e r p e r s o n a l R e la t io n s h ip : T h e C o r e o t G u id a n ( '( '
H a r v a r d E d u c a t io n a l R e v ie w . 1062. In Roges et. alii., Person
to Person. California: Rae1 Peop1e Press, 1967.
----o -
A T h e o r u , p e r s o n a lit y a n d . ln t e r p e r s o n a l as D e v e lo p p ( '( 1in t h e C lie n t - Centered framework, In: O. R. Roger
114 Educação em Debate, Fort. 21/22 0/2) : p. 107-115, jan./dez. 1901
. H manos Trad. Mercedes
I til t psicoterapia Y RelaclOnes u .
, h' Ed· tora Alfaguara, 1967.
I.111'\11' Marc 1 : 1 M tins Fontes, Lisboa, 1978.
T o r n a r - s e p e s E s o ~ , dara A s s is t ê n c ia E d u c a t iv a d e s n t e r
-N D - O n s t 1 l0 . .
. . m 5(12)'14-38.
JaneIro-R Vista Brasileira de Enfermage, .
, U' 11I,
11't i , I!l72 . . t - P a r a a A lt a d e P a c ie n t e s
d M galhães - O n e n a ç a o .
Illltmln a a. .'. láai U m E s t u d o E x p lo r a t ó n o ,
, ll( / lI 't t d o s à
csrursno
G m e c o çica .1'1 I I I Ja.neiro, 1980. l e s o r a m ie n t o
C- M a n u a l p a r a e a s .
I 1 '1 1'", . & STONE,. S . E Saltmann, Buenos AIre.S' I ' " ( Ilc C J t c o(Counselmg). Trad. .
I 011101'111Paidos, 1972., l R h a b ilit a c io n . (Rehabilitative
t P E n f e r m e n a d e a e t A
I 1',1" I1 . of 'a:te a n d Hromic Nursing Cara). Trad. Vicen e .
I 1"I ' ' . Méxl'CO Interamericana, 1974. p. 84-85
11111 1', 't ' Rio de Janeiro,
1" _ E n f e r m a g e m O b s t e n c a .
I I I " 11;
rna
et.a
1 1 . I1'01 tnt ramericana, 1980. 1" _ E n f e r m a g e m P e d iá t r ic a ,
-' H R N et a1 1 .
II'I'I';H" Eugema . . .
I I l t l ti Ja.neiro, Interamericana, 1979.
I01,11'111' t F t 21/
22 (1/2) . p. 107-115, jan./dez. 1991 11