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Papel da escola nas dificuldades de aprendizagem

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Academic year: 2022

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(1)

Papel da escola nas

dificuldades de aprendizagem

Gabriel Brito

Pedagogo com especialização em Psicopedagogia, Doutorando e Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Pesquisador do grupo neuropsicologia infantil UPM Membro do Instituto abcd

[email protected]

(2)

Perguntas Norteadoras

Como distinguir dificuldade de aprendizagem de transtorno de aprendizagem e quando é responsabilidade da escola intervir?

Quais os principais pilares do Desenho Universal da Aprendizagem?

3) Quais pressupostos do modelo RTI garantem maior eficácia na identificação e remediação das dificuldades ou transtornos de aprendizagem?

(3)

APRENDIZAGEM

Processos funcionais e neuroquímicos envolvidos nas modificações do Sistema Nervoso Central, modulando a plasticidade cerebral através de fatores intrínsecos e extrínsecos (Rotta).

(4)

Fatores Intrínsecos e extrínsecos

Culturais;

Psicológicos;

Ambiente escolar;

Ambiente familiar.

EXTRÍNSECOS Ambientais

Prejuízos cognitivos;

Neurológicos;

Prejuízos sensoriais;

Transtorno de aprendizagem.

INTRÍNSECOS Individuais

(5)

Dificuldades de Aprendizagem

É o resultado de qualquer falha intrínseca ou extrínseca no processo de aprendizagem

(Rotta, 2006)

Não são exclusivas da

criança em idade escolar

(6)

Mau desempenho escolar

Rendimento acadêmico a baixo

do esperado para determinada

idade, habilidades cognitivas e

escolaridade;

(7)

O Papel da Escola nas Dificuldades de Aprendizagem

PREVINIR IDENTIFICAR REMEDIAR

(8)

Taxas de retorno de investimentos - Capital Humano

Programas na Pré-escola

Programas na Ed. Básica

Programas Pós-escolarização

(9)

Aprendizagem

processo de plasticidade cerebral

As experiências moldam a arquitetura do cérebro

Conexões mais usadas se fortalecem

(10)

Diversidade

(11)

Perfis distintos de

aprendizagem Perfis distintos de dificuldade

A forma como cada um aprende é

tão única quanto suas digitais!

(12)

É a maneira singular de cada pessoa agir na hora de aprender. Cada um dos estilos apresenta

características próprias, importantes de serem

identificadas, uma vez que se sabe que o estilo de aprender interfere no estilo de ensinar.

Estilo de Aprendizagem

(13)

Para que haja uma seleção justa, todos tem que passar pelo mesmo teste: subam naquela

árvore.

Estilos de Aprendizagem

(14)

Desenho

Universal da

Aprendizagem

Universal Design of learning (UDL)

(15)

Desenho Universal da Aprendizagem (UDL)

Estudos da neurociência:

funcionamento do cérebro durante o processo de

aprendizagem

três tipos de redes neuronais distintos envolvidos na

aprendizagem:

(16)

Desenho Universal da Aprendizagem

3 Pilares Principais

Apresentação mesmo conteúdo de formas ≠ (ESTRATÉGIAS MULTISSENSORIAIS)

Contextualização para favorecer articulação entre forma e conteúdo

Diferentes formas do aluno expressar o conhecimento adquirido

(17)

Princípios da UDL

O alvo principal é sempre o aluno

enquanto

representante de uma enorme

variedade de perfis de aprendizagem

(18)

Como

Aprendemos

Ler •10%

Escutar •20%

Ver •30%

Ver e Ouvir •50%

Conversar, perguntar, repetir, •70%

relatar, numerar, reproduzir, recordar, debater, definir, nomear

•80%

Escrever, interpretar, traduzir, expressar, revisar, identificar, comunicar, ampliar, utilizar, demonstrar, praticar, diferenciar,

catalogar.

Explicar, resumir, estruturar, definir, generalizar, •95%

elaborar, ilustrar.

A pirâmide de aprendizagem

de William

Glasser.

(19)

D E S A F I O

AUTOESTIMA SENTIMENTO

DE

INCAPACIDADE

NÃO OCORRE APRENDIZAGEM

SIGNIFICATIVA

Situação 1: Desafio em nível elevado

O que o professor pode fazer

(20)

D E S A F I O

AUTOESTIMA DESINTERESSE

NÃO OCORRE APRENDIZAGEM

SIGNIFICATIVA

Situação 2: Desafio em nível baixo

O que o professor pode fazer

(21)

D E S A F I O

AUTOESTIMA

SENTIMENTO DE

POSSIBILIDADE

O DESAFIO É ENCARADO E OCORRE

APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA

Prazer = Recompensa Motiva a repetição do ato

(Le Doux, 1996)

Situação 3: Desafio em nível adequado

O que o professor pode fazer

(22)

Como aplicar os princípios da UDL?

(23)

Conheça os alunos!

Investigar as competências e habilidades

- que o aluno já domina

- que ela pode desenvolver

- que ela pode aprender com a ajuda de um parceiro (aprendizagem colaborativa)

(24)

Resposta à Intervenção

• Garantir a aprendizagem de todas as crianças que entram na escola;

• Carência de critérios

claros para identificar

estudantes com DA.

(25)

Diretrizes

Atendimento diferenciado a estudantes com DA;

Encaminhamentos não eram a única e principal forma de atender a esse público;

Perspectiva ecológica de análise.

(26)

Pressupostos

Oferta de ensino eficaz ao maior número

possível de pessoas;

Prevenir DA;

Governo

estabelecerem

programas eficazes nas escolas.

(27)

Atendimento Precoce

Chances de Sucesso

Consequências emocionais e acadêmicas prejudiciais

(28)

Mudança de Paradigma

Intervenção Preventiva

Discrepância entre aptidão e

desempenho

(29)

Resposta à Intervenção

Sistema integrado de detecção precoce

com progressivos níveis de apoio ao

estudante;

Oferta de

intervenções cada vez mais intensivas,

baseadas no

progresso da resposta.

Individual; alta intensidade;

longa duração

Intervenção Remediativa

Alguns estudantes;

mais conteúdo;

maior duração

Intervenção no grupo alvo

Todos os estudantes;

nível preventivo.

Intervenção Instrucional

(Adaptado de Fletcher & Vaughn, 2009)

(30)

Objetivos da RTI

Aumentar as oportunidades educacionais para

todas as crianças;

Prevenir as DA;

Identificar os alunos com DA e com NEE.

(31)

Para alcançar os objetivos, é

necessária a formação de

professores contemple: que

Instrução de alta qualidade

Estratégias curriculares embasadas em evidências científicas

Monitoramento do desempenho dos

estudantes

(32)

OUTROS MODELOS

Apresenta

dificuldade INTERVENÇÃO

Respondeu

Respondeu Não

(33)

RTI

Intervenção 1

Respondeu Não

Respondeu

Intervenção 2

Respondeu Não

Respondeu

Intervenção 3

Monitoramento Desempenhode

(34)

Estudos

comprovando a eficácia da

RTI

(35)

Estudos

comprovando a eficácia da

RTI

(36)

Benefícios da RTI

Instrução de alta qualidade;

Ensino com base científica;

Não requer mão-de-obra especializada externa à escola;

Não depende de materiais ou de outros recursos que a escola não disponha;

Medida eficaz para grande parte dos alunos.

(Adaptado de Fletcher & Vaughn, 2009)

(37)

Papel do professor na escola

Expandir as capacidades

ao invés de compensar os

déficits.

(38)

PROF. MS. GABRIEL BRITO

[email protected]

Referências

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