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POEMAS DE AMOR E DE REVOLTA POEMAS

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POEMAS

DE AMOR E DE REVOLTA

POEMAS

Cru como a verdade

Faço da minha voz a liberdade Expresso o que sinto

Eu não minto

Exponho o que faço

Com todo o ser, estar e existir A realeza dos sonhos meus e teus SELMA amo-te

Abraça-me em teus braços

Ilumina a magia de um olhar teu no meu Enaltece a alegria de um sorriso meu no teu Transforma o silêncio num beijo

E entoa o desejo de uma vida em família De respeito, compreensão e partilha E de vida digna

De realização dos nossos sonhos

E de geração e educação dos nossos filhos Que vamos amar e cuidar eternamente

Em todo o seu crescer com valores e princípios do bem E que sejam um exemplo

De consciência, sabedoria e inteligência.

Por vezes vivo desolado Por não me abrirem as portas

(2)

2 E me deixarem fazer o que desejo

E sinto com a coragem

A força das palavras e dos números Que entoo com razão, verdade e justiça, E que invadem em mim

Num palpitar do meu coração imenso De paixão e alegria,

SELMA desejo o teu sorriso no meu Iluminar-se a realidade de um beijo nosso De paz, ordem e harmonia

Com que brindamos

O céu que abraça a terra de vida E nos liberta de energia e consciência Para as adversidades

Que se nos deparam na vida em família.

Quero sentir o teu respirar no meu Abrir os meus braços ao mundo E desejar-te minha e eu teu

Proclamar-te que te amo, desejo e de ti preciso Para realizar o nosso sonho de família

E gerarmos os meus, os teus, os nossos filhos Com que libertamos a esperança

De uma vida digna

De direitos, igualdades, liberdades e garantias

E de deveres, responsabilidades e compromissos a cumprir Por todos por igual

Com lei, ordem e justiça

Para que se imponha a paz, ordem e harmonia

(3)

3 De uma vida em união e família

Geradora dos valores e princípios Constitucionais e morais

De um império Português vivo e poderoso De intervenção e participação

Em prol da humanidade,

Dos ciclos de biodiversidades terrestres E do planeta terra.

Para ti SELMA Expresso um sorriso Solto um carinho

Defino um sentido humano de vida Que entoa com a liberdade vive em nós, A igualdade exalta em nós,

A unidade emerge em nós

A esperança de uma paz, ordem e harmonia De uma vida digna de coragem

No superar as barreiras que se nos colocam Rumo à razão, verdade e justiça,

Ao desenvolvimento, progresso e futuro, De uma vida em família

Que geramos nós em união Para todos nós.

SELMA guerreio

Com actos, gestos, palavras, acções e atitudes O que vejo errado e incorrecto

(4)

4 De valores e princípios

Que deturpam o nosso sorriso E uma vida condigna

Continuando a gerar guerras

Que destroem tudo o que está edificado Para nunca mais construírem

E levarem os cidadãos A abandonar as suas cidades Despovoando o solo arável

Que com a erosão e o passar do tempo Se tornam desertos inacessíveis A toda uma convivência humana Que produza união, alimentos

E uma vida harmoniosa digna de habitabilidade De cada um domínio em paz

Para que cessem todas as necessidades De cada um estado soberano

Que exalte a família E imponha todo um juízo A cumprir por todos por igual

Com respeito, responsabilidade e compromisso Vivo um idioma universal.

Iluminas-te a minha vida

SELMA com cor, luz, vida, magia Com toda a melodia

Com que amo a formusura do teu corpo Que me embala numa harmonia

De valores e princípios constitutivos

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5 De liberdade, igualdade e verdade,

De paz, união e realização Dos nossos sonhos

Que se conquistam com os instrumentos Exigidos a toda uma educação,

Respeito e humanismo Em prol da vida humana,

Dos ciclos de biodiversidade terrestres E do planeta terra.

Vou explodir

A um beijo teu SELMA De amizade, ternura e amor Que nos faça exaltar

O respeito, a responsabilidade e o compromisso De uma vida unida em família

Que desperte o respeito, A compreensão e a partilha

De um existir digno de consciência Com que vamos impor

A competência no exercício de funções De cada um cidadão

Com as qualificações, experiência e dons criativos E vamos superar as adversidades

Que todos os dias se nos deparam Na conquista dos nossos sonhos De razão, verdade e justiça

Para vivermos em paz no paraíso.

(6)

6 SELMA és o poder com que escrevo

E componho para ti um hino

De alegria, paz, harmonia e de esperança Com que toda a nossa amizade é capaz De superar e impor o sentido da mudança Vem comigo bailar esta dança

Que movidos pelo amor

Despertam a minha e a tua consciência De unidos tudo transformarmos

Aos nossos olhos que vislumbram Desenvolvimento, progresso e futuro E que produzem

Toda uma dignidade de vida Merecida e gratificante

Que releve competência, empenho, Entrega e dedicação nos sonhos Que unem o império português No globo terrestre.

SELMA sou um escravo do teu abraço É só a ti que escrevo o que faço

Compreende o quão te amo, desejo e de ti preciso Para realizarmos o nosso sonho

De vida em família

Para todo o sempre serei o teu rei E tu TERNURA a minha rainha Inspira o ar que eu respiro Beija com a tua a minha boca

(7)

7 Embala a chama e o rubor

Da nossa paixão

Escuta o bater do meu coração Que por ti palpita noite e dia Aguardo abraçar-te querida

E realizar o sonho de um mundo novo Próspero de paz, alimentos e abrigo.

SELMA anseio ver-te

Para sempre te respeitar, compreender E corresponder a todos os teus desejos Vem dar-me um beijo

Que ilumine o nosso sorriso E fortaleça de lei, ordem e justiça

Os valores e princípios de uma vida em família Quantas vezes faço amor contigo TERNURA Sem ter a paixão do teu corpo

A iluminar a nossa chama de vida

QUERIDA descobre o que penso quando te beijo Sem sentir a doçura dos teus lábios

E pergunto a mim próprio O que de tão errado fiz Para não te ter todos os dias Bem junto a mim,

SELMA vislumbra o que vejo Um mundo de amizade, amor e paz Com dignidade, união e cooperação É do que sou capaz

A querer o teu beijo no meu e amar-te

(8)

8 A abraçar-te em meus braços

E não mais largar-te PAIXÃO.

Oro às forças da natureza vivas Que te iluminem

Com o meu beijo e sorriso Que te envolvam

Com o meu corpo e o meu abraço E que te façam sentir SELMA O quão te desejo, amo e de ti preciso Para a realização dos sonhos que traço Para todo o nosso nobre povo

Que aguarda a esperança De um sonho esplendoroso De razão, verdade e justiça Sou eu quem grita

Aos instrumentos

Quero ver todos em frente na pista A colaborar, cooperar e auxiliar

Unidos todos temos um futuro a assegurar Nesta vida.

Em prol da mulher

RAINHA IMPERATRIZ SELMA Impus para promulgares

A realeza, nobreza e honra Da consciência humana Como expoente supremo

(9)

9 A cumprir em todo o reino

Consagrei os direitos protectores Da responsabilidade feminina Face à função primordial maternal E à evolução da raça humana Constitui a igualdade como razão De toda uma unidade,

Identidade e justiça

Soberana monárquica portuguesa Institui a liberdade

Como forma de realização dos nossos sonhos E de firmar um futuro condigno

E ordenei as garantias de toda a mulher Ser amada, respeitada e tratada

Com respeito, amor e ternura Para que em todas as sereias

Se enalteça o sorriso, o carinho e o beijo Que em nós homens

Fazem mover montanhas.

SELMA entre a felicidade, A alegria e a harmonia Com que do planeta terra Florescem as sementes

Que fecundam a vida planetária, Emergindo os oceanos

E a solidez do solo,

Os seres, os sons e as formas Iluminou-se o teu e o meu sorriso

(10)

10 Todo um beijo que eclodiu num poema

Cujo fogo, chama e rubor Exaltou no mundo

A força, a coragem e o poder

Com que com o teu encanto e magia Incendiaste em mim

A paixão crescente de um carinho E de um amar-te profundo.

CORES em mim

Impera a razão, a verdade e a justiça Que requer muito tempo

Mas não o isolamento

Com que me vejo confrontado Se te amo culpa-te a ti própria Por teres despertado

Com um beijo e um abraço o sentimento TERNURA nunca deixarei de ser responsável Pelos meus acto, gestos, palavras, acções e atitudes Para que todos os problemas no mundo culminem Aguardo um carinho e uma ternura tua

Que concretize a minha luz na tua chama RAINHA IMPERATRIZ SELMA Escreve que me amas.

FLORES escrevo a dizer-te O quão feliz era

Quando te via todos os dias

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11 E com a minha timidez

Escondia o meu amor por ti MUSAS quebra a distância Que nos separa e o feitiço Que sobre nós lançaram

Preciso de um beijo e um abraço teu Da tua presença, da tua ternura e encanto Com que a ti me prendeste

SELMA amo-te profundamente.

SEREIA não sabendo Se os astros no céu Te contam as palavras

Que entoo no meu castelo encantado Sobre o meu amor por ti

Alerto-te que preciso

Ver o brilho dos teus olhos nos meus A luz do teu sorriso no meu

Sentir a chama com que me envolves E que me une a ti AMOR

Preciso escutar a tua melodia

Sentir o teu perfume, carinho e afecto Continuo a aguardar um momento a sós Para te revelar os meus segredos E os teus vislumbrar

Continuo a amar-te

Como sempre te amei, amo e vou amar O meu beijo no teu

RAINHA IMPERATRIZ

(12)

12 Das cores, das flores, das musas, das sereias e do meu amor SELMA RIBEIRO.

SELMA por ti conquistei o mundo Para que com a tua luz o ilumines A tua chama o fortaleças

O teu sorriso o faças compreender O significado das palavras

Paz, amor, família, união, ternura e carinho.

SELMA desde o primeiro momento Em que nos conhecemos

Sempre existiu espaço nas nossas vidas Para um sorriso, um beijo e um abraço Nunca te observei como no dia Em que te encontrei junto ao casino Com a minha BIA

Aborrecida e chateada com a minha forma De me comportar face a ti

Andei perdido no tempo

E sempre falou mais alto a minha timidez Para mim sinal de um sentimento profundo Que sempre me uniu a ti o amor

TERNURA há longos anos Que o meu coração é teu,

Mesmo sem dizer-te compreendes-te Na escola de dança.

Quando te perguntei a primeira vez CORES não compreendo nem aceito

(13)

13 Que não namores e que não pensas em casar

Constituir família, ter filhos e os educar A vida é farta de dificuldades

Mas quando amamos tudo superamos,

Escuta guerreira nunca compreendi um desabafo Como resposta a uma só solução

Constituirmos família, casarmos e gerarmos os nossos filhos, Não me tens dado tempo

Para te expressar o amor que sinto E o quão de ti preciso do meu lado Comunica comigo, expõe-me a tua razão Eu só tenho que compreender e aceitar, Ergui a minha vida a batalhar e a conquistar

Os sonhos que acredito e os que a razão me impõe, Desejo-te como esposa e a mãe dos nossos filhos Para que possamos dar o exemplo

Dos valores e princípios da família a existir.

Com a coragem e a razão

Que superamos as batalhas e os combates E com que desbravamos

O medo do mar imenso, belo e profundo E nos entregamos a um sonho imperial

Brotou a esperança de um nobre povo português Que se ergueu com a energia, força e valentia Da voz dos nossos antepassados reais

Que iluminados pelas estrelas Erguemos uma nação viva De soberania, una e indivisível,

(14)

14 E consciente de toda uma identidade

De valores e princípios Morais e constitucionais Que nos fazem exaltar A vontade, o crer e o vencer Os obstáculos e os desafios

Que se nos deparam no nosso caminho

E que unidos combatemos e triunfamos como desígnio.

Sinto a paixão

Com que abraço o mundo Profundo ergo o meu ser

SELMA és a razão do meu desejo Emerge em nós o poder

De unidos conquistar e vencer com amor A paz, a união e a realização

Dos meus, dos teus, dos nossos sonhos Anseio o nosso amor e uma vida a dois De respeito, compreensão e partilha Com coração, energia e magia Que desperte no planeta terra Uma vida viva

De colaboração, cooperação e auxílio Entre os estados soberanos mundiais Que previnam as catástrofes

Humanas e naturais.

SELMA em família somos a mão e a voz

(15)

15 Que fortalece todo um sentimento,

Sentido e crer de razão, verdade e justiça No globo terrestre

Em prol da dignidade da vida humana, Dos ciclos de biodiversidade

E do planeta terra Que exalte a esperança Dos valores e princípios

Da competência, da consciência e da inteligência E que conquiste com os instrumentos

A igualdade e liberdade De realização dos sonhos

De todo o nosso nobre povo imperial português.

Deparo com o meu olhar A realidade à minha volta Vislumbro na minha cabeça

As leis de a poder transformar aos meus olhos, Movimento um sentido integro e correcto De razão, verdade e justiça

Com que defino o rumo da vida, Que não me deixam constituir

Por ócios e vícios com que definem a inocência Aprofundando todos os dias problemas

Fingindo as preocupações de sempre, Quem cria o mal

Nunca o quis ou vai querer terminar, Discutem com palavras que nada dizem,

Firmam e expressam qualquer forma de resolução

(16)

16 Vive a comunicação social a dar tempo de antena

A quem não tem educação e não merece, Fazem de um canudo

Uma exigência à esperteza

Quando cidadãos com o ensino primário São doutores por inerência,

A educação não se estuda,

Aprende-se com os princípios e valores De quem nos gera e cria,

Aprofundando na escola O sentido empírico

De quem pensa de muitas formas Para superar as adversidades

E os obstáculos que se nos deparam na vida, Para erguer a cabeça, ter saúde e sorrir Todos os dias.

Hoje ergo a minha espada

Restauro a monarquia de soberania Independente, una e indivisível,

Salvaguardo as famílias, as empresas e o estado, Fortaleço os laços e traços

Económicos, humanos e culturais De todos os estados soberanos Membros do império português

E potencio o respeito, a responsabilidade e o compromisso Com os inúmeros estados soberanos mundiais

Carentes de unidade, cooperação e auxílio De dignidade da vida humana,

(17)

17 Dos ciclos de biodiversidade e do planeta terra

Que nos criou e onde realizamos os nossos sonhos Com toda a nossa ambição

Exaltando a nossa experiência, dons criativos E toda a nossa educação.

Desperto num tempo

Em que o mundo tarda a acordar Vivo sonhos

Em busca de os realizar, Não dou tréguas ao cansaço

Legislando processos e diplomas seguidos Com palavras e números

Para erguermos todo um hino, Que condene a esperteza E instaure a inteligência, Grito todos os dias em silêncio

Por valores e princípios morais e constitucionais Que aprofundem o bem-estar

Humano, dos ciclos de biodiversidade e Do planeta terra

Para cessar todo um movimento de desgoverno Provocado pelos governantes

Que tudo exploram e destroem

Sem pensar no que possuíamos e no que hoje temos, Vivo cedente da consciência

Dos actos, gestos, palavras, acções e atitudes Que derrubem o mal

E reabilitem a terra mãe,

(18)

18 Que sempre mos deu tudo o que possuímos,

Transformamos e precisamos

Para habitar, alimentar, viver e laborar Anseio um novo viver

E um novo despertar.

Vivo os meus sonhos

A deambular na minha cabeça

Sem os instrumentos exigidos a os realizar Projecto o paraíso no planeta terra

E a unidade do império português Para sermos um exemplo a prosseguir Por todos os estados soberanos mundiais, Em prol da paz, da ordem e da harmonia, Com que os meus olhos vislumbram O globo terrestre de inúmeras nações A cooperar, colaborar e auxiliar-se Tendo presente o terminar

Com as adversidades e os obstáculos,

Rumo ao desenvolvimento, progresso e futuro, Económico, humano e cultural,

Unidos de luz, cor, vida, magia e toda a melodia, Imponho o máximo de meu

Empenho, entrega, dedicação e competência, De palavras, actos, gestos, acções e atitudes, Iluminados por as forças da natureza vivas, A deusa Fátima e todos os anjos e santos E os meus entes queridos.

(19)

19 DIAS NEGROS:

Viviam-se dias negros no planeta terra, Enquanto em uns estados soberanos Existia uma seca extrema,

Em demais viviam-se inundações das águas marítimas, O degelo dos polos,

Fogos que deflagravam sem pedir licença, Nevões cada vez mais intensos,

Ciclones, tornados e furações que dizimavam tudo em frente, Vulcões que reacendiam nos cumes mais altos,

A terra tremia um pouco por todo o lado, Existiam chuvas torrenciais,

Os desertos aumentavam milhares de quilómetros Com as tempestades de areia

E diminuíam a porção de terra arável Em cada continente

E nos solos férteis onde se cultivava

Os alimentos para a população do globo terrestre, Já por si escassa,

Alguém impôs uma guerra,

Para que as populações as abandonassem E deixassem de as cuidar,

Para se tornarem áridas e contaminadas Juntamente com os recursos hídricos Com bombas e munições

Cobertas de sangue e de destruição De infra-estruturas e de casas humildes

Já por si com poucas condições de habitabilidade,

(20)

20 Para os seres humanos

Viverem uma vida de carências e privações E com falta de dignidade,

Quem decide empreender guerra Contra demais estado soberano, Nunca foi para lhes dar

Melhores condições de vida, De habitabilidade, de dignidade, Mas para reduzir a pó e a escombros

As infra-estruturas e edifícios que já existiam E que alguns nunca mais se vão erguer

E para fazer de escravos

Por via de artimanhas económicas Essas mesmas pessoas,

Roubando tudo o que possuem de património, Do seu patriotismo e do seu esforço solidário No fazer face às adversidades

Desses mesmos estados soberanos humilhados, Cada dia mais profundas com o constante Agravar das condições do planeta terra E o aumento das catástrofes naturais Cada dia mais fortes e poderosas Que tudo derrubam e destroem E cada vez são mais catastróficas, Se uma bomba mata cem pessoas Um tremor de terra mata dez mil E não poupa ricos, nem pobres

Derrubando todas as infra-estruturas envolventes,

(21)

21 Porque será que quem tem o poder

Não se preocupa com os graves problemas Que existem nos seus estados soberanos E tentam por todos os meios criar ainda mais, Com faltas de respeito

A estados soberanos mundiais, Independentes, unos e indivisíveis, Que só promovem

A perda de vidas humanas E a destruição das condições

De toda uma habitabilidade dos cidadãos, Cujo objectivo é ter uma vida em paz

E poder cuidar do sustento das suas famílias, Para que possuam estabilidade e saúde E os instrumentos exigidos

A uma vida mais facilitada Do que a dos seus pais,

Que no passado tanto sofreram E abdicaram dos seus sonhos Em prol de filhos e netos

E hoje tentam encontrar o descanso De uma vida laboral

Quebrada pela delinquência

De quem não quer saber das consequências E apenas quer impor o seu nome

Na história da humanidade, Com o medo, a guerra e o terror De quem já vive com tão pouco,

Há muitos anos reflecti

(22)

22 E desde então liberto um grito

De um império português em paz,

Com oito estados soberanos mundiais membros Independentes, unos e indivisíveis,

A deliberar sobre o

Desenvolvimento, progresso e futuro Do nobre povo imperial português,

Nos seus reinos e em todo o globo terrestre, Abraçando a colaboração, auxílio e ajuda-mútua Com os demais estados soberanos

Em cada um continente, Contribuindo para o exemplo De paz, ordem e harmonia,

Das relações recíprocas a implementar Em prol da defesa

Da razão, verdade e justiça

E da unidade, união e cooperação, Tendo presente a salvaguarda Das condições de vida

Humana, dos ciclos de biodiversidade terrestre E do planeta terra,

Defendendo que a nossa guerra

E a de todos os estados soberanos mundiais É no combater as catástrofes naturais Que existem em cada um estado soberano, Que dia a dia se agravam

E que têm que ser reparadas

No mais curto espaço de tempo possível,

Criando condições de defesa, segurança e protecção Das comunidades

(23)

23 E a solidariedade e inter-ajuda

Como forma de amizade imediata À resolução de problemas

Que são de todos nós,

Desejo militares aos milhares Para limpar os nossos rios e mar,

Os solos, a nossa floresta e as áreas urbanizadas, Para empreender a defesa e o combate

Às catástrofes naturais, humanas e tecnológicas, Por via da protecção civil,

Para edificar as infra-estruturas das acessibilidades Hídricas, rodoviárias, ferroviárias, metropolitanas, Portuárias e aeroportuárias

E apenas com armas para defender

As nossas fronteiras terrestres e marítimas Com os reinos de Espanha e de Marrocos E colocar fim a todo o tipo

De tráfego de cidadãos e bens materiais Que no hoje vivem descontrolados, Por interesses de ambição mesquinha Que protege a carteira de alguns E a que aos demais desencaminha, Para ócios e vícios que criaram no tempo E que de nenhuma forma querem que termine, Quem cria um problema

Nunca o vai querer resolver,

Seja no ontem, no hoje ou no amanhã E com o tempo a correr

Apenas o querem aprofundar

(24)

24 Para que a sua bolsa encha,

Com as vidas humanas todas Que dizima e destrói

Em cada acto que impôs O mercado negro,

Constitui soberanos

O poder militar, policial, jurídico E dos demais órgãos de soberania Do reino de Portugal monárquico,

Para que no dia em que por algum motivo eu Altere o sentido da paz, da ordem e

Da defesa da soberania portuguesa, Independente, una e indivisível, Me destituam do trono

E coloquem no meu cargo Um homem que prossiga

Toda uma realeza, nobreza e honra De defesa, protecção e segurança

Da vida humana, dos ciclos de biodiversidade terrestres E do planeta terra,

Para que sirva de exemplo

Aos demais estados soberanos mundiais, Para que ao declararem uma guerra Contra demais estado soberano,

Se oponham os militares, os agentes e suas altezas E os destituam e coloquem no seu cargo

Um homem de bem

Que resolva e minimize os problemas Desses mesmos estados soberanos,

(25)

25 Com o sentido de cooperação,

Auxílio e ajuda-mútua,

Como base de toda uma relação internacional De paz, ordem e harmonia

Entre estados soberanos

E de desenvolvimento, progresso e futuro Das condições de habitabilidade humanas,

Sempre pensei

Que o motivo de existirem republicanos Fosse SUAS MAJESTADES governarem Durante toda a sua vida

E depositarem nos filhos e netos

O prosseguir dos seus sonhos inacabados Em prol do seu nobre povo

E de todo o seu espaço territorial, Mas no tempo apercebi-me Que a ambição dos republicanos É tomar posse vitalícia

E deixar nos seus parentes e amigalhaços O desgoverno com que nos brindam, Em prol de uma vida de dificuldades, Adversidades e obstáculos

Que se nos deparam

Rumo à conquista dos nossos sonhos A única realização da vida

E esmorecem com a mentira de uma liberdade Que não passa de libertinagem

Que nos ofende e desrespeita a todos nós E que não potencia os instrumentos

(26)

26 De realizarmos os nossos dons criativos,

As nossas aptidões e qualificações E não nos dão a valorização

Do nosso emprenho, entrega, dedicação e competência Pessoal e profissional

E uma vida com o mérito e A dignidade exigida,

Enquanto governante

Desejo que todos marchem à minha frente Em prol da realização dos nossos sonhos De desenvolvimento, progresso e futuro Dos estados soberanos

Membros do império português, Para que quando alguns profissionais Tenham dificuldades nas tarefas a cumprir, Eu os possa auxiliar

A encontrar de forma simples A resolução dos problemas, Mas sempre que algum Estado soberano mundial Ou organização internacional Se oponham à nossa forma De ser, estar e existir vida

E desejem o contrário dos nossos sonhos, Querendo destruir a paz, ordem e harmonia Dos nossos territórios imperiais portugueses, Serei o primeiro a resolver

Os conflitos diplomaticamente, Por via do diálogo em paz

(27)

27 Ou do recurso a actos de violência pessoal

Com esses mesmos dirigentes,

Podendo mesmo ser preso e destituído do trono, Mas minimizando a perda de vidas humanas Do nobre povo português e do império português E a dizimação do nosso património

Económico, humano e cultural,

Já não chegava

Os refugiados dos estados soberanos Oriundos das terras áridas,

Desertas de água, chuva,

De ciclos de biodiversidade animais e vegetais, Sem condições de habitabilidade dignas

Á sobrevivência da vida humana,

Como se criam em estados soberanos desenvolvidos E em condições de vida dignas

O abandono das suas terras aráveis E dos seus bens patrimoniais

E a ofensa aos seus usos e costumes Económicos, humanos e culturais, Que nenhum estado soberano

Tem o direito de mudar ou transformar Ou atentar contra a sua soberania Independente, una e indivisível E contra o seu nobre povo Munido da consciência

Dos seus antepassados heroicos,

Que marcam toda a sua história universal, Com a invasão por via da guerra,

(28)

28 Vive-se a separação das famílias,

Enquanto os homens em idade activa Combatem com todo o seu patriotismo Pela ofensa à sua nação

E ao seu nobre povo E pela defesa da sua família

E não pelos problemas que os seus dirigentes Dizem e criam a todos os momentos,

Deslocam-se as mulheres, as crianças e os anciãos Das suas aldeias, vilas e cidades,

Para quase sempre locais Sem as condições de dignidade Das que viviam antes,

Com falta de bens essenciais Em demais estado soberano Para onde vão como refugiados, A viver ao relento e em tendas

E a ingressar o número de explorados No mercado laboral

Como mão-de-obra barata,

Com as lembranças da sua vida e família, Com o pensamento em voltar ao lar E ter toda a sua família unida e com saúde E a sua nação em paz,

Que desmoronou por imposição dos seus dirigentes Que ao desejarem colocar armamento

Voltado para a nação vizinha

E ao não querem largar o cargo que ocupam, Se refugiam em bunkers,

À espera de um conflito

(29)

29 Que envolva todos os

Estados soberanos mundiais, Numa guerra nuclear

Que só terminará com a extinção Da vida no planeta terra,

Nas minhas orações peço Às forças da natureza vivas,

À deusa Fátima e a todos os anjos e santos E aos meus entes queridos

Que imponham a imponência Da força, da coragem e do poder A suas altezas os juízes,

Aos militares e aos agentes da ordem De todos os estados soberanos mundiais, Para destituírem no imediato

Todos os seus dirigentes

Que queiram impor a guerra no planeta terra, Para que se inicie um ciclo

De paz, ordem e harmonia, De razão, verdade e justiça

E de desenvolvimento, progresso e futuro A cumprir por todos os

Estados soberanos mundiais por igual, Em prol da vida humana,

Dos ciclos de biodiversidade terrestres E do planeta terra,

Em todos os estados soberanos mundiais Existem carência e privações

(30)

30 De todas as formas,

Que permitem que haja cidadãos

Sem casa, alimento, emprego e os cuidados de saúde, Sem bens essenciais como

A água, electricidade, gás, telefone e saneamento, Derivado da falta de investimento nas comunidades E no seu desenvolvimento pessoal e colectivo, Existindo conflitos de ódio

Face à igualdade de género, à pigmentação, Às etnias, às crenças,

Aos usos e costumes de cada um nobre povo, Existindo clivagens

Entre quem pode ter quase tudo, Quem vive para pagar as contas De toda a sua habitabilidade E quem nada possui

Promovido pela comunicação social

Que são pessoas que não têm o juízo perfeito, Mas a vida dá muitas voltas

E o que hoje é certo, amanhã é incerto Em face de inúmeros factores da sociedade E de um planeta que vive um atentado

Aos seus recursos naturais elementares como a floresta, A escassez do crude que é o sangue do planeta,

O degelo dos polos

Que vai inundar as zonas ribeirinhas e Desaparecer com ilhas

E a água potável que escasseia

Por falta de soluções que não querem deliberar Continuando as cimeiras mundiais

(31)

31 Dos cumprimentos

E do retardar a resolução dos problemas Cada dia mais profundos e permanentes,

Quando se atribui

Um prémio nobel da economia

A quem defende que para existir progresso Tem de haver desemprego,

Estão os republicanos do mundo A dizer que é bom

Haver miséria e carências Para que quem tem algum poder Possa usar e abusar dos carenciados Para os escravizar

Do modo que entenderem, Sem prestar contas

Dos direitos, igualdades, Liberdades e garantias

E dos deveres, responsabilidades e compromissos Face a uma equidade

De todos os cidadãos na comunidade, Ninguém vive sozinho

E as carências e a miséria Proliferam nos contactos sociais

E nos demais locais que se frequentam Produzindo o contágio de patologias, Algumas erradicadas há séculos, Que retornam aos nossos dias Com uma força avassaladora E cada vez mais mortífera,

(32)

32 Os governantes dos estados soberanos mundiais

Dizem que já viveram E os seus filhos e netos

Que encontrem soluções para os graves problemas Que se no ontem eram ínfimos,

No hoje são constantes

E no amanhã serão permanentes e irreparáveis Face à capacidade humana de os superar, Com o aquecimento do planeta

Promovido pela falta de floresta Para produzir o oxigénio, Que provoca todo o tipo De fenómenos atmosféricos, A falta de retenção de água potável Para as necessidades humanas

E dos ciclos de biodiversidade terrestres, A escassez da terra arável para cultivar Com os desertos a crescerem

Milhares de quilómetros todos os anos, Os solos e os recursos hídricos

Armadilhados e contaminados Pelos conflitos armados,

Pelos resíduos que não se reciclam

E que se amontoam nos aterros todos os dias, O abandono das terras

Por falta de condições De toda uma habitabilidade Que só se conquista

Nos grandes centros populacionais

(33)

33 Em detrimento das zonas interiores e rurais,

Seja de saúde, educação, justiça, emprego, Acessibilidades de comunicação

Para os cidadãos e o fomento

Dos sectores de actividade económicos, A criação de emprego

E a fixação da população, A deposição de resíduos

No solo, nas florestas, nos recursos hídricos E as campanhas escassas e louváveis Da população de limpeza

Movidos pela melhoria do meio ambiente, A falta de saneamento

Em todo o território urbanizado De cada um estado soberano mundial, A falta de centrais de águas pluviais

Como forma de utilização das águas da chuva Nos campos cultivados, na floresta, nas indústrias, Nas tarefas que dia a dia não exigem

Grande qualidade das condições da água em uso, O degelo que provoca

O aumento do nível do mar E que como destino

Deveria ser bombeada para os desertos Carentes de água e biodiversidade,

Para que potencie a solidificação das areias Que produzam a constituição de terra arável, Para o crescimento de vegetais

E para o cultivo de alimentos Face às necessidades

(34)

34 humanas e animais exigidas,

Os cientistas proclamam À boca cheia

Que são precisos três planetas Para alimentar a população mundial, Mas se o nosso combate

E uma das nossas guerras Fosse acabar com os desertos E tornarmos toda a terra Do globo terrestre solo arável, O planeta terra

Teria alimentos para alimentar Três planetas do sistema solar, O que diverge é a forma Como pensam em definitivo Que não há solução

Para resolver os problemas Da falta de alimentos Da população mundial E dos desertos

E com esta mentira definem metas Para dizimar os cidadãos

Por via de epidemias, crises económicas e guerras E os cidadãos sem os mínimos cuidados

De defesa, segurança e protecção Face a toda uma habitabilidade Que se exige cada vez mais

Exigente, eficaz, eficiente e célere,

(35)

35 Já antes do ano 2000

Imaginei e comuniquei aos governantes

Que quero todos os estados soberanos mundiais A combater os desertos com rios,

A escavar as dunas

Com máquinas com o triplo do tamanho Das que constroem

As infra-estruturas das acessibilidades E transportam os materiais de construção, Transportando as areias

Para uso de qualquer sector de actividade económico Onde possam ser utilizadas e rentabilizadas,

Os rios que se vão construir Terão um quilómetro de largura, Construídos com fibra de vidro, Para que se possa aproveitar Alguma dessa mesma areia, Produzidos no seu percurso,

A construir com janelas junto à superfície, Que se movimentaram

Quando os rios estiverem cheios de água do mar, Para que possam regar as áreas desertas envolventes E num período de 10, 20 ou 30 anos

Produziram vegetais,

Que criaram condições para que a pluviosidade Alcance essas áreas

E possa como forma de chuva Solidificar a areia

E constituir solo fértil e arável, Ao cultivo de novos vegetais

(36)

36 E alimentos para a população

Do planeta terra,

Alcançando o triunfo desta guerra, A redução até à sua extinção, Da própria área territorial deserta,

Só chove onde existe floresta

E a sua falta nas zonas litorais e interiores, Na envolvência dos recursos hídricos E a falta de oxigénio no ar,

Potenciam todo o tipo De fenómenos atmosféricos, Que aumentam de dia para dia, Evoluem de intensidade E cada vez mais produzem A destruição das condições De habitabilidade das populações E enfraquecem a capacidade produtiva Dos sectores de actividade económicos E os próprios estados soberanos mundiais, Como a destruição

De infra-estruturas, habitações E unidades comerciais e industriais, Dizimam colheitas,

Atentam contra os animais, A queda de árvores

E os acidentes nas vias de circulação, O aumento das tempestades marinhas, As cheias repentinas nas zonas ribeirinhas E a falta de condições de saneamento

(37)

37 No fazer face à quantidade de pluviosidade,

Derivado de processos de saneamento obsoletos E inexistentes em várias áreas territoriais, A falta do controlo dos rios, ribeiros e riachos E a construção de aglomerados urbanos Em áreas sob o efeito de cheias,

Legislei e orçamentei

O despoluir dos solos, da floresta E dos recursos hídricos,

Com os desempregados Que vamos agregar

Às reais forças armadas portuguesa, Reciclar todos os resíduos

Domésticos e produtivos,

Separando, desmantelando, decompondo

E prepará-los em aglomerados de matérias-primas Em uso nos sectores primário e secundário, Poupando o planeta terra

Da exploração dos seus recursos naturais, Diminuindo a criação de aterros

E a contaminação dos solos e Dos lençóis freáticos,

Defini que vamos reflorestar 70%

Do espaço territorial português, Para que sirva de exemplo

Aos estados soberanos membros do império português E aos demais estados soberanos mundiais,

Tendo presente a desflorestação Ocorrida nos últimos anos

(38)

38 Com os fogos, o abate florestal

E a seca extrema,

Acabando com os ecossistemas E os ciclos de biodiversidade, Garantindo a estabilidade Da temperatura no planeta E minimizando ou cessando Com o degelo nos polos

E o aquecimento das águas marítimas

E a dizimação dos seus inúmeros ecossistemas,

Deliberei que só se Pesca, caça ou mata, O pescado e os animais, Com o tamanho e a idade

Exigido a terem três desovas ou criações, Proibi a caça fora das reservas de caça, Tendo presente a sua progressão Face às formas de extinção

Dos ciclos de biodiversidade animais, Que só se cortam árvores na idade adulta Para que possam depositar sementes Ao longo da sua vida

E prosseguir o seu ciclo vegetal, Que só se extrai minerais Na idade da sua maturidade,

Provida das características próprias, De modo a termos sempre presente

Os ecossistemas e os ciclos de biodiversidade Abundantes e em constante evolução,

(39)

39 Face às necessidades humanas

E sectoriais a satisfazer,

Constitui o fim da pesca de arrasto, Que destrói o fundo marinho

E não escolhe qualquer tipo De espécie a capturar,

O empreender santuários marinhos,

Com os escombros das construções demolidas, Para que renasça plâncton

E sirva de alimento ao pescado,

Constitui a união dos recursos hídricos Em todo o espaço territorial português, Sendo cada área de 15 quilómetros, Cercados em toda a volta

Pela influência dos recursos hídricos, Controlado em todo o seu

Leito e percurso pela floresta, Face à retenção das águas pluviais

E da satisfação da boa condição dos lençóis freáticos, Estabeleci a construção

De centrais de águas pluviais,

Como base de toda a salvaguarda da água da chuva, Face aos terrenos de cultivo, à floresta

E no próprio combate aos períodos De seca e fogos florestais,

Bem como base dos sectores de actividade económicos Cuja água não precisa dos cuidados exigidos

Ao consumo humano e animal, Deliberei a construção de paredões

(40)

40 Na zona marítima

Em cada 1,5 quilómetros de distância, Para travar a forte ondulação

Do oceano atlântico E os fenómenos marítimos, Deliberei os portos aduaneiros E as marinas marítimas,

Em todas as regiões e concelhos de administração Banhados pelo mar,

Como base das importações e exportações, Das actividades de pesca

E do apoio aos nossos armadores E marinha mercante,

Com tantas fontes de energia, Como a eléctrica, eólica, solar, Marítima, da biomassa, do gás E com as que se vão criar no futuro Derivado das condições atmosféricas, Como a chuva, a neve, a humidade,

O frio, o calor, os compostos nocivos na atmosfera E o próprio movimento de rotação do planeta terra, Decidiu o mundo no século XIX,

Usar o crude e a energia geotérmica artificial, Quando em meados de 1885

A empresa Siemens

Tinha construído o primeiro carro eléctrico, Que estagnou e só passados 135 anos, Origina o boom dos carros eléctricos, Face à escassez do crude

(41)

41 Do planeta terra,

Como os homens, os animais e o pescado Possuem sangue e as plantas a seiva Que mantêm o equilíbrio da vida, O planeta possui o crude,

Que quase o extinguiram E que está a provocar

O aquecimento dos compostos planetários, Sejam recursos minerais ou hídricos E com a desflorestação

E a poluição das empresas e dos transportes, Origina a produção de efeitos catastróficos Face ao enfraquecimento da camada de ozono E ao aumento dos raios ultra-violeta,

Que potenciam cada vez mais A alteração do clima

E a formação de fenómenos

Sísmicos, vulcânicos, marinhos e atmosféricos, No século XX

Como se não bastasse

Passou-se para a energia nuclear, Como forma energética

De risco acrescido e atómico,

Dado o fomento de bombas para a guerra Pelos dirigentes republicanos

Que até os regimes monárquicos governam E os acidentes naturais, humanos e tecnológicos Que colocam em perigo

As próprias centrais nucleares E constituem um atentado

(42)

42 À vida sempre presente

Para toda a população Dos estados soberanos Onde estão construídas

E para todas as nações vizinhas, Colocando por via da radiação Das suas fontes radioactivas,

A contaminação dos solos, das águas

E de todos os seres vivos animais e vegetais E a extinção da vida na terra,

A quantas mais cimeiras mundiais De cumprimentos é que vamos assistir Sobre o meio ambiente,

Para que tudo continue igual E não se resolvam os problemas Que proliferam em todos Os estados soberanos mundiais, Com os ambientalistas a protestar O que os seus dirigentes republicanos Definem como metas a alcançar, A causar distúrbios e roubos,

A destruir a paz, ordem e harmonia social E a erguer a voz de crianças e adultos Que por mais que falam

Não têm a consciência

Dos graves problemas em que vivemos, Interessando-lhes apenas e só

A carteira e algum protagonismo e mediatismo, Não se definem objectivos a prosseguir

(43)

43 Por todas as nações soberanas,

Face à reflorestação da área ardida e explorada Nas últimas décadas,

À limpeza do solo, do ar E dos recursos hídricos,

À reciclagem de todo o tipo de resíduos, Derivados da poluição doméstica e produtiva, Em casa, nos empregos e nas escolas,

Sempre e em toda a parte, À diminuição dos desertos E os alimentar com a água do mar Derivado do degelo

E da progressiva subida do nível das águas E os tornar terra fértil,

Ao terminar com a exploração do crude E as centrais geotérmicas artificiais, Promotoras da instabilidade dos solos E geradoras de fenómenos

Sísmicos e vulcânicos, Ao fim das centrais nucleares Como atentado à vida

E a toda a população mundial,

À constituição de centrais de biomassa Como forma de evitar as queimadas E os consequentes fogos incontroláveis, Que dizimam infra-estruturas e edifícios, A perda de vidas humanas

E a escassa massa florestal, Destruindo os ecossistemas

E os ciclos de biodiversidade terrestres,

(44)

44 À construção de sistemas de saneamento subterrâneos,

Que albergam as condutas de gás, de eletricidade, Dos telefones, do saneamento e das águas pluviais, À definição de sistemas de despoluição

Dos gases e líquidos

Lançados para o ar e para os recursos hídricos Pelas unidades industriais,

Ao fim da pesca de arrasto Como prática devastadora Dos ecossistemas marinhos E do aprofundar a sua pobreza, Com o término da caça

De animais em vias de extinção, Ao abate de espécies vegetais Das florestas tropicais

E a dizimação dos pulmões do mundo, Ao povoamento e desenvolvimento Das áreas rurais desertas,

Que não são aproveitadas

Para o sustento das actividades económicas E para a requalificação da terra arável, Destinada à agricultura, pecuária e extracção, Terminando com a continua

Exploração dos terrenos Já sob exaustão e declínio total Face às actividades a exercer, Ao saneamento alargado A todas as áreas urbanizadas De cada uma nação soberana, À constituição de recursos hídricos,

(45)

45 Barragens, diques, represas,

Como forma de reter a água

E a distribuir pelas suas necessidades Controlando os caudais

E produzindo energia eléctrica,

A quantos mais reuniões internacionais Vamos assistir sem se afirmar a paz, Como forma de acabar

Com os conflitos e guerras, E de sanar os diferendos

Económicos, humanos e culturais, A independência das nações Que no hoje vivem subjugadas Por interesses menores do que a paz,

A entrega de territórios de nações soberanas, Alicerçados e administrados

Por demais estado soberano,

Contra os acordos e tratados mundiais

Que definem os territórios das nações soberanas E as suas fronteiras,

A deturpação da história de cada nação soberana Com séculos de afirmação

No globo terrestre, Em prol de um século De governação republicana A humilhar os nobres povos E a criarem conflitos armados, Como base de todo

Um caos, desordem, fome, guerra e pobreza

(46)

46 Em prol do seu umbigo próprio,

A desminagem de todo o território

Dos estados soberanos que se envolveram Ou que vivem em conflito,

Ao acabar com os campos de refugiados E os integrar na comunidade,

Criando emprego estável Ao desenvolvimento e sustento Das suas famílias,

Ao término do tráfico

De pessoas, bens e órgãos humanos, O fim da escravatura humana Camuflada sobre cidadãos Registados nas bases de dados Dos órgãos de soberania

De cada um estado soberano mundial, A liberalização

Das plantas filantrópicas e do álcool, Responsabilizando os actos

Por quem os pratica

E como forma de terminar O mercado negro desses produtos

E passar a constituir uma actividade económica Sujeita à lei e necessária e exigida

Ao desenvolvimento

Das condições de habitabilidade Das comunidades,

A salvaguarda dos direitos humanos De quem parte ou fica

Vítima de actos criminosos,

(47)

47 Condenando os criminosos

Com uma justiça a pão e água E a trabalhos forçados,

Para que sirva de exemplo

A seguir aos possíveis infractores, Ao fim do dinheiro papel e moeda E implementar o registo de capitais Por meios bancários,

Como forma de terminar O mercado negro, o tráfico E todo o tipo de contrabando Que todos os anos produz

Por via da criminalidade organizada, Do branqueamento de capitais E do financiamento do terrorismo, Milhares de criminosos e vítimas E potencia a evasão fiscal,

Ao afastamento de cidadãos inteligentes, Conhecedores dos problemas

E com soluções à sua resolução,

Das decisões de cada estado soberano mundial,

A quantos mais governos republicanos Vamos presenciar sem se terminar Com as imunidades

Dos seus dirigentes,

Que são cidadãos como todos nós o somos No exercício de competências

E que têm que ser punidos

Pelos seus actos, gestos, palavras, acções e atitudes,

(48)

48 Respondendo constitucionalmente

Pelos mesmos direitos, igualdades, Liberdades e garantias

E pelos mesmos deveres,

Responsabilidades e compromissos, O diálogo com governantes

E das entrevistas com comentadores Que falam, falam e não dizem nada, Não referindo os aspectos principais Devastadores e destrutivos

Das directrizes adoptadas

Empreendidas pelos seus autores, Ao término das prescrições De processos jurídicos

Movidos contra dirigentes republicanos E seus amigalhaços,

De modo a que nunca se coloque em causa O sistema corrupto republicano,

Ao fim dos paraísos fiscais

E ao conhecimento das contas bancárias E das aplicações dos dirigentes republicanos, Que com salários reduzidos

No que desejam fazer crer a população, Usufruem de sacos de todas as cores

Para escamotear o seu ordenado milionário,

Sem culminar o facto de suas altezas os juízes Libertarem criminosos

Como base numa lei que não criminaliza Para não sobrelotar as cadeias portuguesas

(49)

49 Já por si escassas

Face ao número de criminosos, Sem se impor o crime

De enriquecimento ilícito,

Que uns e outros quando são oposição defendem E quando governam não o deixam legislar

E que terminava com todo O branqueamento de capitais Constante e permanente

Em todos os sectores de actividade económicos, Permanecendo as declarações

De baixos salários

E de uma vida de exuberância

E de demonstração de poder camuflado, Que ofende quem declara

Todos os rendimentos que auferem

No exercício das suas competências laborais E pagam os impostos e contribuem

Para as condições de habitabilidade Da comunidade,

Sem cessar a nação portuguesa fazer parte De organizações internacionais,

Que permitem que um número reduzido De estados soberanos pertencentes, Tenham um poder de decisão dez vezes Superior à da nação portuguesa

E demais estados soberanos pertencentes, Decidindo meia dúzia de nações

Por a decisão de uma centena de nações,

(50)

50 Subjugando vontades e crer

E agregando todas as nações Às decisões deliberadas, O facto de a nação portuguesa Pertencer a um órgão europeu

E não ter sido considerado o idioma português Como idioma da europa,

Sendo o quinto mais falado Em todo o globo terrestre,

O facto de a europa nos ter dado migalhas Para paralisarmos os nossos meios de produção E a nossa auto-suficiência,

Em detrimento de importações De quase tudo o que precisamos

Para a nossa vida familiar e empresarial, O facto de os nossos produtores e fabricantes Produzirem os produtos por 10

E os mesmos produtos Virem da europa por 5,

Mediante directrizes económicas de dumping, Que consiste em vender os produtos

Abaixo do valor do preço A que se transaccionam

Nesses estados soberanos de origem, Potenciando a que os nossos empresários Deixem de comprar as nossas marcas

E passassem a importar esses mesmos produtos Oriundos da europa,

Fazendo os nossos empresários Não vender os seus produtos,

(51)

51 Aumentarem as suas existências em stock

E tenham de declarar falência E a encerrarem as empresas,

Extinguindo os nossos meios produtivos E posteriormente imporem

O preço dos bens que desejam Em prol do lucro ambicionado, Não premiando as nossas marcas, Os nossos empresários e profissionais E as fontes de receitas das famílias, Das empresas e do estado português,

O isentar os investimentos externos De tributos fiscais e sociais

E sobrecarregar os nossos agentes económicos Com impostos e taxas exorbitantes,

Face ao aumentar diariamente

Os gastos públicos e agravar as contas do estado, O aumentar as pensões e os salários com 10 E o custo de vida disparar

Dos bens alimentares e de serviços básicos Que retiram dos rendimentos familiar Dez vezes mais do que o que nos dão, Reduzindo a poupança de quem a consegue E o empobrecimento de quem vive

Para pagar as contas da sua habitabilidade, O facto de escamotearem

O número de desempregados Na vida do reino de Portugal, Como sendo de mais ou menos

(52)

52 Duzentos ou trezentos mil,

Não contando para os números

Os estudantes que acabam ou abandonam o ciclo educativo E nunca tiveram o primeiro emprego,

Os que já terminaram a fase

De atribuição do subsídio de desemprego E que não se empregaram,

Os que passaram para a pré-reforma E a reforma em idade activa

E os que se empregam sazonalmente Com o acréscimo de actividade

De sectores de actividade económicos, Que totaliza mais ou menos

Dois milhões de cidadãos,

A humilhação que fazem Com filmes e comentários

À actuação dos REIS e RAINHAS Patrióticos na defesa

Do seu nobre povo e do seu território, Colocando-os como infractores Aos valores da família,

Quando foram os republicanos Que legislaram a promiscuidade

Do casamento entre homens e mulheres, Atentando contra a família,

Colocando os adolescentes Em actos promíscuos

Como se fosse natural na raça humana, Como sinal de modernidade

(53)

53 E não de depravação, retrocesso

E de actos reaccionários

Que ofendem os valores da família E de toda a humanidade,

As crises económicas sucessivas, Atentando contra o casamento E separando as famílias,

A divulgação de crimes no seio da família, Como forma de propaganda

Dos mesmos actos criminosos, Desresponsabilizando os criminosos Desses mesmos actos,

O abuso dos cidadãos menores Pelos adultos que são libertados

Independentemente dos cargos que ocupam, Para que continuem os seus actos criminosos Em mais vítimas,

O afastamento de condenar religiosos Segundo concordatas e acordos

Entre as hierarquias da fé e os estados soberanos, Como base de toda uma discriminização

Dos seus crimes e dos

Profetas e divulgadores da palavra de DEUS, Independentemente dos credos do bem Que apregoam e que praticam o mal E a humilhação de crianças,

Cidadãos especiais e anciãos E atentam contra a paz

Entre estados soberanos mundiais, Promovendo atentados a templos

(54)

54 E a locais de peregrinação dos fiéis e crentes,

A constante promoção por via Dos meios de comunicação Do racismo e da xenofobia, Como forma de discórdia e ódios Da raça humana

E da não afirmação do império português, O existir candidatos a monarca,

Por via dos laços hereditários Que nunca foram aprovados E sustentados pelos republicanos,

Apregoando que para existir uma mudança No reino de Portugal,

Basta retirar da constituição da república portuguesa A palavra presidente da república

E passá-la para rei, Transformando a sua vida

E deixando a vida dos nossos cidadãos, Empresas e estado português

Num estado deplorável,

Sem existirem mutações profundas Na constituição e em toda

A legislação, jurisdição e economia Que nos desgoverna, nos desrespeita E nos ofende e humilha diariamente,

As eleições que assistimos todos os anos, Para elegerem os seus próprios representantes, Excluindo os cidadãos conscientes,

Inteligentes e íntegros,

(55)

55 Para que nunca se possa apontar

O dedo ao próximo E denegrir a imagem de Seres corruptos e corrompidos Por ócios, vícios e muita mentira,

Com campanhas hipócritas e dispendiosas Dos dinheiros públicos

E de quem não tem quaisquer preocupações sérias, Iludindo com conversas do nada e bacocas

Que reflectem o quão mesquinhos são Face aos reais problemas

Do reino de Portugal e do nobre povo português, Criando partidos e mais partidos,

Uns como bons, outros como maus, Com sentidos diferentes,

Para proclamarem a pluralidade

Dos seus valores e princípios promíscuos, Quando todos descendem

Da internacional comunista E afirmam a sua imagem

De todos diferentes, todos iguais, Para que não se destrone O ciclo de traição

Imposto desde o ano 1910, Tentando iludir o dispêndio De dinheiros públicos,

Com bonés, t´shirt, canetas, panfletos, outdoors E com o percorrer todo o território

Em feiras, mercados, igrejas, recintos desportivos E almoços e jantares de amigalhaços

(56)

56 Em busca de um lugar a ocupar

Na máquina estatal,

Premente de carreiristas e de oportunistas, Sem valores e princípios

Morais e constitucionais,

Legislativos, jurídicos e económicos,

Em prol das famílias, das empresas e do estado, Tomando posse como legisladores,

Que nunca o foram, são ou serão E encomendando a legislação A gabinetes de advogados externos, Pagando não só o nobre povo português, O cargo de legisladores

Como o cargo dos gabinetes de advogados,

Para administrarem a lei aos seus próprios interesses, Criando novos problemas

E aprofundando os já existentes,

Sem terminar a mentira

De os profissionais ganharem mais salário Do que os administradores,

Tendo o presidente dos clubes desportivos Salários irrisórios

Enquanto os desportistas auferem Trinta vezes mais,

Ao acabar com as isenções e benesses Nas áreas de fronteira,

Anulando a vistoria e a revista dos bens materiais Dos dirigentes republicanos, religiosos

E dos clubes desportivos,

(57)

57 Que transportam todo o tipo

De tráfico como forma de sustento Das suas próprias actividades corruptas, Ao fim da lei da paridade,

Que é uma ofensa para as mulheres, Porque não as nomeiam pela sua

Consciência, inteligência e competência, Mas por uma cota de igualdade

De dirigentes republicanos, O fim das empresas públicas,

Como forma de destruir os interesses privados E a livre concorrência no mercado económico, Promovido pela isenção de impostos

E premiada em concursos públicos,

Com uma concorrência que não pode superar Os orçamentos apresentados

Por pagarem os impostos Do seu exercício económico,

Fomentando o défice de contas públicas E o enriquecimento dos seus administradores Com salários e prémios exorbitantes,

Face aos resultados negativos Que todos os anos apresentam,

Nomeando os dirigentes e ex-dirigentes Republicanos e os seus amigalhaços, Como forma de uma mensagem De esperteza camuflada,

Escamoteando a inteligência E a competência do exercício De funções a cumprir,

(58)

58 O fim dos melhores economistas do mundo,

Quando os défices públicos Aumentam todos os anos Muitos mil milhões,

Sem terem construído nada

Que sirva de condições de habitabilidade Às comunidades carentes das mesmas, Fechando centros de saúde, maternidades, Serviços de urgência e hospitais,

Para os centralizar nos grandes centros urbanos, Com lotação de atendimento

E sem os cuidados de saúde Exigidos ao número de pacientes, Tendo os cidadãos que se deslocar À sua conta e risco

Para distâncias longínquas da sua residência, Os melhores economistas do mundo,

São as nossas mães, as nossas mulheres, Os homens e mulheres que vivem sozinhos, Que geram o parco rendimento

Que auferem todos os meses De modo a que nunca seja inferior A zero escudos ou zero euros Como nos humilham,

O crescimento anual da dívida pública, Como forma de ser tão elevada

Que possam os republicanos Propor uma união ibérica, Como forma de reduzir

(59)

59 As despesas dos estados ibéricos,

E reduzirem Portugal

À perda de soberania e da independência E colocarem uma guerra civil

Na nação portuguesa,

Entre os patriotas que defendem a nação E os vendidos e traidores à pátria,

Que possuem casa do outro lado da fronteira, As contas bancárias e a sua vida,

Que se no hoje é de férias, No amanhã será permanente, Derivado do ódio que possuem Pelo reino de Portugal

E pelo nobre povo imperial português, Aparentando a inocência dos actos E não a traição que acordaram Com o reino de Espanha em 1910, Com o atentado ao REI,

O afastamento do seu sucessor E o apoderarem-se do poder, Sem nunca serem eleitos Pelo nobre povo português, Criando uma guerra colonial,

Como forma de destruírem o império português E humilharem o nobre povo imperial português,

Ao término das reformas de miséria,

Para quem exerce competências laborais a vida toda E merece dignidade até ao fim da vida,

Ao fim das greves,

(60)

60 Como forma de prejudicar

Os sectores de actividade económicos E os cidadãos e empresas

Que dos mesmos serviços ou produtos Precisam no dia a dia,

Para fazer face às suas responsabilidades Familiares, educativas e laborais,

Aumentando os custos a suportar Por todos os contribuintes

Que apresentam a totalidade Dos seus rendimentos dependentes E como sempre beneficiam Quem vive na economia paralela Que não querem acabar, A atribuição de subsídios

Para remediar a falta de emprego

Com condições e dignidade da vida humana, Como forma de exploração

Da mão-de-obra produtiva E a precaridade laboral,

Como base de não se constituir casamentos, Famílias e aumentar a natalidade,

A constituição das artes bastonárias De todas as profissões

Em exercício no reino de Portugal, Como forma de os profissionais Se elegerem e defenderem Da exploração que sofrem,

O concederem à iniciativa privada

(61)

61 A gestão de cartórios e notários,

Quando são das mais altas Fontes de receitas estatais E que promovem a deturpação Dos respectivos registos notariais,

A nacionalização de grandes empresas nacionais Para deixarem de gerar receitas

E todos os anos apresentarem Lucro nulo ou prejuízo

E a diminuição das receitas estatais, As diferentes taxas da segurança social, Que fazem com que os

Profissionais dependentes

De quase todos os sectores de actividade económica Descontem 11% e os do sector bancário só 3%

E andarem a maioria dos profissionais A descontar para lhes pagarem

Três ou quatro vezes a reforma De um profissional normal,

Por os legisladores exercerem o cargo Oito anos e ficarem aptos

A reformas milionárias E um profissional normal

Ter que exercer competências laborais Por mais de quarenta anos

Para ter direito a reforma de miséria Que não dá para uma vida

De paz e sossego na aposentação, O fim dos grossistas e dos retalhistas, Como forma de aumentar

(62)

62 Os rendimentos dos produtores e fabricantes

E acabar com os ganhos exorbitantes Dos intermediários face ao

Mercado económico,

O projectar todos os dias

Nos meios de comunicação social Locutores e artistas

Casados e juntos com Pessoas do mesmo sexo, Como forma de atentado Aos valores da família E para serem o exemplo Da promiscuidade dos valores E princípios que defendem,

Afastando homens e mulheres casados Com filhos e defensores

Dos valores da família, Por colocarem no ar Locutores espanhóis

E a divulgação dos seus valores Em detrimento dos valores Do reino de Portugal,

Por promoverem todos os dias Banda desenha para as crianças Com actos de violência,

Fazendo-as crescer a maltratar

Os mais débeis e os mais sossegados e sociáveis, Por divulgarem nos programas

Todo o dia uma linguagem

(63)

63 Simplória e promiscua,

De faltas de respeito, egoísmo, Traições e vinganças e crimes, Como forma de promover

Esses mesmos actos e essa mesma Linguagem de desrespeito e ofensa Entre todos os cidadãos,

O facto de antigamente Só o homem trabalhar Para sustentar a família E a esposa cuidar dos filhos

E hoje exercerem competências laborais Homem e mulher

E não dar para o sustento da família, Nem para a educação dos filhos, Que crescem à vontade

Dos meios de comunicação social ao seu dispor, Em constante depravação de valores,

Em conflitos constantes E nos consumos de álcool e De substâncias perigosas,

Que afectam o seu crescimento natural E a sua integração na sociedade, Por o estado remediar

O salário de um exercício laboral Para todos os cidadãos

Em idade activa sem emprego, Por subsídios aos vícios

E as escolas estarem responsáveis

(64)

64 Pela alimentação dos filhos,

Por os livros escolares Mudarem todos os anos,

Como base de todo um sobrecarregar O esforço das famílias

Com mais de um filho No início do ano escolar,

Sem mudar o facto de os

Nossos militares e agentes de autoridade Serem as únicas autoridades

A possuir no exercício de competências A detenção, uso e porte de arma

E não a poderem usar para se defenderem Dos insultos e ofensas

Que sofrem no dia-a-dia

Ou nos defenderem a nós cidadãos E quando a utilizam ficam movidos Por processos crime e

Condenados por abuso de autoridade, O facto de os nossos bombeiros Viverem no voluntariado

Em constantes manifestações

Sem exigirem o estatuto de sapadores profissionais Com funções a exercer todos os dias do ano

E com idêntico estatuto

Dos nossos militares e agentes da ordem, O facto de possuirmos várias forças policiais

Em constante atrito pelo exercício de competências, Em constantes manifestações

(65)

65 Por as mesmas reivindicações de sempre,

Sem exigirem pertencer A uma só força policial

Com estatuto profissional próprio,

Que abranja todos os exercícios de actividade Da polícia a cumprir em cada dia

Do reino de Portugal, Sem se mudar que na

Nossa zona de exclusividade marítima imensa Só possuamos meia dúzia de

Embarcações da autoridade militar e policial Para a fiscalizarmos,

Por o mar estar na nossa administração E serem os pescadores espanhóis a pescar E a entrar pelas nossas fronteiras

Com o pescado capturado nas nossas águas Para o comercializar,

Deixando os nossos armadores e pescadores Com o produto das suas pescarias,

Em situação de pobreza e de ruína,

O facto de aos alunos portugueses Exigirem médias elevadíssimas Para estudarem medicina, Excluindo as suas capacidades, Dons e competências

E admitirem no sistema nacional de saúde Médicos espanhóis, cubanos

E de demais estados soberanos Com aproveitamento médio

Referências

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