• Nenhum resultado encontrado

TRIBUNAL SUPERIOR DE JUSTIÇA ELEITORAL

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "TRIBUNAL SUPERIOR DE JUSTIÇA ELEITORAL "

Copied!
39
0
0

Texto

(1)

o ca

ESTADOS UNIDOS DO B R A

(Decreto n . 21.076, de 24 de fevereiro de 1932)

Ud'.ÍOOU3

ANNO VI R I O D E J A N E I R O , 1 3 D E M A R Ç O D E 1 9 3 7 1 N. 28

TRIBUNAL SUPERIOR DE JUSTIÇA ELEITORAL

JULGAMENTOS

O S r . Ministro-Presidente designou o d:á 15 do corrente;

ás 13 horas,-para julgamento dos processos seguintes:

1. Processo n . 2.077 — (Relator, em substituição, Se- nhor Ministro P l i n i o Casado). O T r i b u n a l . R e g i o n a l E l e i t o r a l o Estado do Rio Grande do S u l consulta sobre se o disposto no a r t . 9o do Código E l e i t o r a l tem ou não applicação aos Juizes substitutos, isto é, se o bionnio de serviço obrigatório dos ditos juizes se entende decorrer da data da sua posse, independente do serviço effcctivo do T r i b u n a l . (Da pauta anterior.)

2. Recurso E l e i t o r a l n . 548 — (Relator, S r . Desembar- gador üvid o Romeiro — Revisor Professor João Cabral), sendo recorrentes o Partido União Popular do Pará e a P r o - curadoria Regional Eleitoral e recorrido o T r i b u n a l Regional Eleitoral do Pará.

3. Processo n . 2.0S5 — (Relator, S r . Desembargador Ovidio Romeiro). — ü Presidente do T r i b u n a l Regional c o n - sulla sobre ce tendo sido o D r . Alfredo de Freitas Bahienso nomeado e empossado no cargo de Juiz substituto o T r i b u n a l Regional, e estando servindo na sua Secretaria, na qualidade de funecionavio publico requisitado com dispensa do ponto e ã disposição da Prcsidcnc a, está ou não incompatibilizado liara continuar a exercer a judicatura eleitoral, não obstante já agora venha a ser dispensado dos serviços da Secretaria.

4. . Reclamação do Partido Progressista e Uberaba sobre a execução do accordão proferido no recurso eleitoral n . 554

— Clíifse 3* — (Relator, S r . Desembargador Ovidio R o m e i r o ) . 5. Processo n . Gí —• (Relator, S r . Desembargador Ovidio R o m e i r o ) . Cancellamento de inscripções de eleitores do D i s - tricto Federal.

6. Processo n . 65 — (Relator, S r . Professor João C a - bra!) . Cancellamento de inscripções de eleitores do Districto Federal.

7. Processo n . G7 — (Relator, S r . Miuistro P l i n i o C a - sado). Cancellamento de inserpções de eleitores do Districto Federal.

8. Processo n . G8 — (Relator, S r . Desembargador C o l - larefi M o r e i r a ) . Cancellamento de inscripções de eleitores do Estado do P i a u h y .

Secretaria do T r i b u n a l Superior de Justiça E l e i t o r a l , em 12 de março de 1937. — Agripino Veado, Director da Secre- t a r i a .

deral (processo n . 2.082,, 6*, sendo Relator o S r . M i n i s t r o P l i n i o Casado, por substituição), declarando que os taifeiros estão obrigados ao alistamento e ao voto, unanimemente;

3°) responder a consulta, do Presidente do T r i b u n a l R e - gional do Amazonas, de que trata o processo n . . 2 . 0 8 7 — (Re- lator, S r . M i n i s t r o ' P l i n i o Casado), declarando.que o cidadão que não pagou a m u l t a a que f o i condemnado, fica suspenso do gozo. de seus direitos políticos e sujeito á perda do e m - prego publico que exerça,',unanimemente.

Secretaria do T r i b u n a l Superior de Justiça E l e i t o r a l , em 12 de março de 1937. — Agripino Voado, Director da Secre- t a r i a .

O T r i b u n a l cm sua 26" sessão realizada em 10 de março da 1937, sob a p r e s d e n c i a do S r . Ministro Hermenegildo dé Barros, r e s o l v e u : .

1°) responder a consulta do Presidente do T r i b u n a l Re- gional do Acre, de que trata o processo n . 2.081 — (Relator, S r . Professor João Cabral), declarando que o material para . as eleições jnunicipaes do Acre deve ser fornecido pelo Gover-

nador do mesmo Território, unanimemente;

"2") responder á consulta do Comirvando' Naval' de Matto Grosso, encaminhada pelo T r i b u n a l Regional do Districto F e -

Despachos

Dó S r . Ministro-Presidente, no officio n . 516, do Senhor Ministro da Justiça, submettendo á exame do T r i b u n a l , u m requerimento dá T h e Automatic V o t i n g Machine Corporation, sobre machina de v o t a r :

" P a r a o exame o caso, nomeio u m a commissão c o m - posta dos S r s . Ministros P l i n i o Casado, Desembargador Collares Moreira e Professor João C a b r a l . Rio, '10 de março de 1 9 3 7 . "

Do S r . Ministro-Presidente nos autos de concurso p a r a a u x i l i a r :

"Sejam submettidos ao concurso os sete candidatos mencionados no relatório retro, estando nesse numero comprehendido Nelson- F e i t a l V i e i r a , desde que complete a prova do exame de sanidade até o i a 16, designado para o concurso. Rio, 11 de março de 1 9 3 7 . "

SECRETARIA DO TRIBUNAL SUPERIOR DE JUSTIÇA ELEITORAL

E X P E D I E N T E D O S D I A S 10 E 11 D E MARÇO D E 1937

PRIMEIRA SECÇÃO

Papeis prolocollados:

N . 771 — Telegramma n . 395 do T r i b u n a l Regional E l e i - toral do Rio Grande do -Norte".

N . 772 — Telegramma n . 138 do T r i b u n a l Regional Elei«

toral de Sergipe. ,

N . 773 — Telegramma n . Eleitoral de Alagoas.

N . 774 — Telegramma n .

Eleitoral de Matto-Grosso. • .

N . 775 — Officio n . 297 do T r i b u n a l Regional Eleitora»

do Rio Grande do Norte.

N . 776 — Officio n . 384 da liríprensa N a c i o n a l . N . 777 — Officio n . 347 da Invprensa Nacional.

N . 778 — T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l do Estado do R i a

— Recurso sem numero — Recorrente, Partido Municipal d<3 B a r r a do P i r a h y .

•N. 779 — Petição do S r . Nestor Massena.

N . 780 — Razões do recorrente no recurso n . 662 — 3*

pelo advogado Nestor Massena.

10.800 do T r i b u n a l Regional 21.500 do T r i b u n a l Regional

C o n f e r e com o O r i g i n a l

(2)

008 S a b b a d o " 13 B O L E T I M E L E I T O R A L M a r ç o de 1 9 3 7 N . 781 — Razões dos recorrentes no recurso n . 606 —r

3a pelo advogado Nestor Massena.

N . 782 — T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l do Rio Grande do Norte — Habeas-corpus n . 70 — Impetrantes, Raul Macedo;

c outro.

N . 783 — Petição de Pcricles de Souza Manso.

N . 784 — Razões do recorrente e recorrido ao recurso, n . 662, pelo advogado Afranio de Carvalho.

N . 785 — Petição de L i a Xavier da Fonseca.

N . 786 — Officio n . 30 do T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l Io Rio Grande do S u l .

N . 787 — Teiegramma n . 544 do S r . Miguel Ângelo e o u - tros. Matto Grosso.

N . 788 — Officio n . 103 do T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l ^ do Pará. - -

N . 789 — T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l do Paraná — C o n - sulta 121 — Consulente,> procurador regional.

N . -790 — Telegramma n . 301 do T r i b u n a l Regional E l e i - toral do Amazonas.

N . 791 — Officio n . 500 do Exirio S r . .ministro da J u s -! tiça.

N . -792 — Officio n . 568 do Ministério da Justiça, . N . 793 — Petição do D r . Antônio Moraes Austregesiído, supplenfe de deputado federal.

, ~ - N . 794 —• Telegramma n . 174 do T r i b u n a l Regional E l e i - toral do A c r e .

N . 795 —.Razões apresentadas pelo advogado Nestor Mas- sena. no recurso n . 681 — 3% Paraguassú.

N . 79C — Petição de M a r i a Virgínia Chalmers.

Autos apresentados e logo conclusos ao S r . mi.nistrc- presidente:

Recurso eleitoral — Sergipe — Recorrente, procurador regional eleitoral de Sergipe — Recorrido, T r i b u n a l Regional Eleitoral de Sergipe. •

Recurso eleitoral — Minas Geraes — Recorrente, José Surette — Recorridos, João Evangelista de Oliveira e outros.

Recurso eleitoral — Minas Geraes — Recorrente," L u i z Magno de M a n c i l h a e ' A l m e i d a — Recorridos, José Capistrano de P a i v a c outros.

Recurso eleitoral — Minas Geraes — Recorrente, B e n - j a m i n V i e i r a Soares — Recorrido, João de Oliveira Pinto Mosqueira .

Recurso eleitoral — B a h i a — Recorrentes, Oscar da Costa e Silva e outros — Recorrido, Antônio- da Rocha. Bittencourt.

Recurso eleitoral — Rio de Janeiro — Recorrente, P a r - tido Municipal de Barra, do P i r a h y — Recorrido, T r i b u n a l R e - gional E l e i t o r a l do Rio de J a n e i r o . .

Recurso eleitoral — Paraná — Recorrente, procurador r e - gional eleitoral do Paraná — Recorrido,. T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l do Estado.

Recurso de habeas-corpus — Rio Grande do Norte — R e - corrente, procurador regional eleitoral do Rio Grande do Norte

— Recorrido, T r i b u n a l Regional Eleitoral do. Estado.

Autos conclusos:

Ao S r . ministro P l i n i o Casado;

Processo n . 57 — C . 7" — Matto Grosso — GancellainenlG de inscripção de eleitor.

,. Recurso n . 629 — C. 3* — Minas Geraes — Recorrentes, Oscar de Souza e outro — Recorrido, José Argemiro de M o u r a .

Processo n . 2.077 — G. 6* — Rio Grande do S u l — Con- sulta do presidente do T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l do Pará.

— Ao S r . desembargador Collares M o r e i r a : • Processos n s . 38, 43, 48 e 58 — C . 7V— Cancellamento

de inscripção de eleitores.

Processo n . 53 — C. 7* — Matto Grosso — Representa- ção do T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l de Matto Grosso.

Recurso n . 589 — C . 3* — Pernambuco — Recorrente, Innocencio Simeão de Mello — Recorrido, Izaltino Edgard de Lemos Poggy.

Recurso n . 613 — C. 3a — Minas Geraes — Recorrente, Sebastião F l e u r y — Recorrido, T r i b u n a l Regional Eleitoral de Minas Geraes.

Recurso n . 619 — C . 3* — Sergipe — Recorrente, p r o - curador regional eleitoral de S e r g i p e , — Recorrido, União Re- publicana de Sergipe.

Recurso n . 037 — C. 3a — Minas Geraes — Recorrente, Mártinho José de Souza — Recorrido, T r i b u n a l Regional E l e i - toral de Minas Geraes.

Processo n . 2.084 — C. 6" — Acro — Consulta do juiz eleitoral da 5° Zona do Território do A c r e .

«—Ao S r . desembargador Ovidio R o m e i r o :

Processo n . 59 — C. 7* — P i a u h y — Cancellamento de inseripção de eleitor.

• — A o S r . professor João C a b r a l :

Processos n s . 55 e 60 — C." 7" — Cancellamento de i n - scripção de eleitor.

Processo n . 2.086 — C. 6a — Ceará — Consulta do P a r - tido Republicano Progressista do Ceará.

Ao S r . professor Cândido de Oliveira F i l h o r

Processos n s . 56 e 61 — Classe 7* — Districto Federal — Cancellamento de inscripção de eleitor.

Autos com vista ao Sr. Dr. Procurador Geral Processo n.. 53 — Classe 7* Matto Grosso — 'Requeri- mento d o , T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l de Matto Grosso para que sua Secretaria seja1 elevada á 6° cathegoria de que trata^

a lei 374, de janeiro de 1937.

Recurso n . 643 — Classe 3" — B a h i a — Recorrente, G e - nebaldo Sampaio Figueiredo e outros — Recorrido, Alcides Marques de Jesus.

Recurso n . 649 — Classe 3" — Matto Groso — Recorrente, Procurador Regional E l e i t o r a l de Matto Groso — Recorrido, T r i b u n a l Regional Eleitoral do Estado.

Recurso n . 653 — Classe 3" — Matto Grosso — Recor- rente, Procurador Regional Eleitoral de Matto Grosso — R e - corrido, T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l .

Recurso n . 656 — Classe 3a — Matto Grosso — Recor- rente, Procurador Regional Eleitoral de Matto Grosso — R e - corrido, T r i b u n a l Regional Eleitoral do Estado.

Recurso n . 655 — Classe'3" — Matto Grosso f— Recor- rente, Procurador Regional .Eleitoral de Matto Grosso — R e - corrido, T r i b u n a l Regional de Matto Grosso.

Recurso n . 657 — Classe 3* — Matto Grosso — Recor- rente, Procurador Regional Eleitoral de Matto Grosso — Re- corrido, T r i b u n a l Regional Eleitoral do Estado.

Recurso n . 659 — Classe 3a — Amazonas — Recorrente, F e l i x Valois Coelho — Recorrido, José Joaquim Martins de S a n f A n n a .

Autos devolvidos á Secretaria Pelo S r . ministro P l i n i J Casado:

Processo n . 2.082 — Classe 6* — Matto Grosso — Con- sulta do commanrio naval de Matto Grosso encaminhado p e D T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l .

Processo n . 2.087 — Classe 6a — Amazonas — Consulta do presidente do T r i b u n a l Regional Eleitoral do Amazonas.

Pelo S r . desembargador Collares M o r e i r a :

Proceso n . 2.073 — Classe 6a — fiearí — Consulta do presidente do T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l do Ceará.

Pelo S r . desembargador Ovidio R o m e i r o :

Processo n . 10 — Classe 7' — Districto Federal — Pedido de registro do " P a r t i d o Nacional Democrático".

Processos n s . 32 e 33 — Clase 7' — Districto Federal — Cancellamento de inscripção de eleitores,

- - Processo n . 34 — Classe 7a — S. Paulo — Rectificação de nome de eleitor.

Recurso n . 638 — Classe 3a — Pernambuco — Recorrente e recorrido reciprocamente, Abel Gonçalves de A r r u d a e Igna- cio Alves Cavalcanti.

Processo n . 2.079 — Classe 6" — Amazonas — Consulta do.presidente do T r i b u n a l Regional Eleitoral do Amazonas.

Pelo professor João Cabral i.

Processo n . 2.081 — Classe 6' — A c r e — Consulta do pre- sidente do T r i b u n a l Regional do A c r e .

Pelo S r . D r . Procurador G e r a l :

Recurso n . 613 — Classe 3a — Minas Geraes — Recor-

• rente, Sebastião F l e u r y — Recorrido, T r i b u n a l Regional E l e i - toral do Estado.

Recurso n . 5-63 — Classe 3 ' — Districto Federal — Re- corrente, Ernesto, éraciano do Nascimento — Recorrido, T r i - bunal Regional do Districto F e d e r a l .

Recurso n . 618 — Classe 3" — Minas Geraes — Recor- rente, Joaquim Bento F e r r e i r a Carneiro — Rccerrido, Ncph-1' íaly de Miranda Brandão,

C o n f e r e com o O r i g i n a l

(3)

S a b b a d o 1.:- B O L E T I M E L E I T O R A L M a r ç o d e 1937 . yuu Processo n . 2.085 — Classe 6a — Rio de J a n e i n — C o n -

sulta do presidente do T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l do Rio de fanoiro. •

Autos remeltiãos á Secretaria da Corte Suprema Recurso n . 483 — Classe 3a — Goyaz — Recorrentes, Sc-*

baslião Gonçalves A l m e i d a e outros — Recorridos, Irany A l -

"es F e r r e i r a c outros..

Accordãos publicados na Secretaria

Processo n . 10 — Classe 7a • — D i s t r i c t o F d e r a l — Keia-.

lor. S r . desembargador Ovidio íVomeiro.

• Processo n . 32 — Classe 7a — Districto Federal — R e l a - tor, G r . desembargador R o m e i r o . .

Processo n . 33 — Classe 7a — Districto Federal — R e l a - tor, S r . desembargador Ovidio Romeiro.

Grocesso n . 34 — Classe 7a — São Paulo — Relator, Se-v nhor desembargador Ovidio Romeiro.

Processo n . 2.073 — Classe 6a — Ceará — Relator, S e - nhor desembargador Collares M o r e i r a .

Processo n . 3.079 — Classe 6a — Amazonas — -Relator, S r , desembargador Ovidio Romeiro.

Processo n . 2.081 — Classe 6a — Acre — Relator, S e - nhor professor João C a b r a l .

SEGUNDA SECÇÃO

Documentos archivados

Dois officios n s . 75-S e 87-S, do T r i b u n a l Regional E l e i - toral do Estado do Ceará, acompanhados de terceiras vias de títulos eleitoraes.

U m officio n . 97, do T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l do E s - tado de Pernambuco, incluso a copia da acta da 3 1 4a sessão ordinária.

U m officio n . 307-D, do T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l do Districto Federal, junto as segundas vias das relações de óbitos. " .

U m .officio n . 2.885, do T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l do Estado de São Paulo, communicando a transferencia de e l e i - tores n a mesma região e de outras regiões para o. referido Estado.

Dois officios n s . 3.038 e 3.039, do T r i b u n a l Regional Eleitoral do Estado de São Paulo, communicando que foram annulladas por irregulares as transferencias de dois eleitores na mesma região.

Boletim Eleitoral

F o i organizado c publicado o n. 27 do Boletim Eleitoral., REPRESENTAÇÃO

Ao Sr. D r . Director. Passo ás vossas mãos, 'solicitando providencias no sentido de serem preenchidas as exigenuas legaes de que se resentem, as terceiras vias dos títulos dos eleitores Aristides Ribeiro da Silva, Jorge Pelles, Joaquim R u - fino Ramos Sulé (Júnior, Raphael da Veiga J a r d i m , Eduardo Ramos Couto Fernandes, Cândida de Passos, Magnolia C a v a l - canti P a u l a e V i r g i n i o Santos, todos inscriptos na região elei- t o r a ! do Estado de Goyaz.

Archivo Eleitoral

Inscripções archivadas até hoje, de accordo com o artigo 19', letra a do Código E l e i t o r a l e artigo 56 letra a do R e g i - mento Interno (os números são os do archivamento).

1. Benedicto Buarque Bandeira — N . 61.553 — Alagoas.

2 . Sabino Barbosa de C a m p o s ' — N . 59.361 — D i s t r i c t o F e d e r a l .

3. Boaventura Sebastião Campello — N . 7.833 — D i s t r i c t o F e d e r a l .

i. B e l l a r m i n o B i z e r r a da Cunha — N . 9.054 — Parahyba.

5. Bento Jacintho Cordeiro — N . 59.525 — Districto F e - d e r a l .

6. B r a s i l i a n o de Barros Corrêa — I\T. 7.586 — D i s t r i c t o

| F e d e r a l .

.7..Sábastião Eariíos.da.Cruz^^^Sj/iiO^r- Pará.

8, B e n j a m i n B r u m Caetano"^- N . 59.321 — Districto F e d e r a l .

9.. B e n j a m i m Bittencourt Costa >— N . 7.237 >—- Districtg F e d e r a l .

10. Sebastião B i z e r r a Cavalcante — N . 30.568 — Alagoas, 11. Benicio B i z e r r a Cavalcante — N . 9.048 — P a r a h y b a . 12. Benedicta Brandão. Ferreira. — N , 1-.784 — Minas G e -

raes. s 13. Sebastião B r a z de França — N . 1.543 — B a h i a . 14. Bento Abbade de F r e i t a s — N . 997 — B a h i a . ,15. Euzebio Braga de Jesus — N-. 3.749 — B a h i a .;

16. Sebastião B r a g a Jesus — N . 848 —; B a h i a . 17. Izabel B a p t i s t a Gomes — N . 4.312 — B a h i a .

18. U b i r a j a r a B r a z i l de A l m e i d a i— N . 59.827 — Districto F e d e r a l .

19. B e l m i r a Brandão L i m a — N . 36.983 —• Alagoas.

20. Bonifácio Bispo de A l m e i d a — N . 3.789 — B a h i a . 21. Beatriz Botelho Lopes — N . 60.704 — D i s t r i c t o F e -

d e r a l .

22. Abrahão Barbosa de O l i v e i r a — N . 2.898 — P a r a h y b a . 23. Benedicto Brigido de Oliveira — N . 8.498 — Matto

Grosso.

24. Sebastião Barboza de O l i v e i r a — N . 2.390 — B a h i a . 2 5 . Benedicto Bandeira de Mello — N . 36.578 — Alagoas.

26. Bernadette de B o m f i m Menezes — N . 66.295 — Sergipe.

2 7 . Bartholomeu B i z e r r a de Miranda — N . 58.769 i — P a - r a h y b a .

28. Benedicto Bartholomeu dos Santos — N . 1.419 — S e r - gipe.

2 9 . B e n j a m i m Bispo Santos — N . 3.623 — B a h i a . 30. B e l m i r o Bispo dos Santos — N . 4.287 — B a h i a . 3 1 . Balbino B a p t i s t a Neves — N . 3.608 — B a h i a . 32. U b i r a c y B r a z da Silva — N .66.400 — Districto F e -

deral .

33. Absahi Pereira — N . 8.540 — Goyaz.

34. B e l m i r o Bento Pereira — N . 6.923 — Minas Geraes.

35. Abílio Cardoso Perrone — N . 59.785 — Districto F e - d e r a l .

36. Bento Abbade Pereira N . 492 — B a h i a .

37. Boanerge Baptista de Souza — N. 58.033 — R i o Grande do Norte.

3 8 . Bacillo Barbosa dos Reis — N. 36.962 — Alagoas.

39. Sebastio B r i t t o Jorge — N. 36.069 — Districto F e d e r a l . 40. Abelardo Barreto Rosário — N. 275 — Districto F e d e r a l . 41. Breno de Barros e Vasconcellos — N . 5.379 — Districto

F e d e r a l .

42. B i c h a r a Andão — N. 6.281 — Amazonas.

43. Benedicto Cabral de Bulhões — N. 36.787 — Alagoas.

44. Abilío Corroa Bueno — N. 60.925 — Districto F e d e r a l . 45. Benedicta A . Campos Bueno — N. 60.699 — Districto

F e d e r a l .

46. Bernardina Celestina de B r i t t o — N. 69.729 — Alagoas.

47. Abel Castello Branco — N. 36.963 — Alagoas.

48. B e l l a r m i n o Clementino de Barros —' N . 2.337 — P e r - nambuco.

49. Sebastião Cândido'de Carvalho — N . 58.690 — Paraliyija do Norte.

50. B i c h a r a Carlos — N. 8.375 — Pará.

51. B e l l i z i a César da Costa — N. 76 072 — Districto F e - deral.

52. Benildo de Carvalho Cavalcante — N. 4.556 — B a h i a . 53. Bellino de Castro Dantas — N. 11.708 — Pará.

•54. Izabel Clemência Fortaleza — N. 9.699 — P i a u h y . 55. Boaventura Corrêa F r e i r e — N. 5.781 — Districto Fe-

d e r a l .

56. B a l d u i n o - C o u t i n h o Guedes — N . 11.705 — R i o Grandi do S u l . '

57. Bertholdo Christovão de Albuquerque — N . 59.009 - Parahyba do Norte.

58. B e n j a m i m Casado de L i m a — N . 69.023 — Alagoas 59. Abel Corrêa L i m a — N. 9.031 — P a r a h y b a . 6 0 . Belizario da Costa L i m a — N . 8.658 — Parahyba.

6 1 . Bernardino Carmo L i m a — N . 3.757 — B a h i a . 6 2 . Izabel Carvalho L i m a — N . 11.936 — Amazonas.

63. Sebastião Accioly L i n s — N . 59.142 — Alagoas.

64. Bellarmino da Costa Leite — N. 58.400 — ParahyD„..

6 5 . Bionor Cavalcante S i l v a — N. 58.285 — Alagoas.

66. Benedicto Escocard de O l i v e i r a — N. 5.632 — Districto F e d e r a l .

6 7 . Bonifácio Catão de O l i v e i r a — N . 7.341 — Dlstricíti F e d e r a l .

68,, Benedicto Cardoso da S i l v a — N . 2.419 — Bahiá.;

C o n f e r e com o O r i g i n a l

(4)

910 S a b b a d o 13 B O L E T I M E L E I T O R A L

€ 9 . Sebastião Carlos da S i l v a — N. 20.437 — Districto F e - d e r a l .

70. Sebastião Jacintho da S i l v a — N . 11.971 — Goyaz.

7 1 . A b i l i o Corrêa Machado — N . 60.71.8 — Districto F e - deral .

72. Sebastião César de Mello — N . 58.960 — Parahyba..

73. Sebastião Gonstantino de Moraes — N . 2.564 — A m a -

zonas. « 74. Benedicta Corrêa Moraes — N . 37.643 — Alagoas. .

75. Abel Corrêa de Mattos — N. 66.434 — Districto F e d e r a l . 76. Balbina Cosme Nascimento — N . 37.527 — Alagoas.

7 7 . Balduino Clemente Junks — N . 9.897 — Santa C a t h a - r i n a .

78. Sebastião Carvalho de Nogueira — N. 1.723 — Minas Geraes.

7 0 . A b i l i o Ciciliano dos Santos — N. 61.621 — Alagoas.

.80. Bartholomeu da Cruz S a n f A n n a — N . 6.882 — B a h i a . 8 1 . Benjamim da Costa P a l m a — N . 69.894 — P a r a h y b a . 82. B r u n o Corrêa Pinto — N. 938 — B a h i a .

8/3. Sebastião Cândido Ilodrigues — N . 6.092 — Districto F e d e r a l .

84. Bichara Rafael — N. 5.300 — Dstricto F e d e r a l . 85. Ubirajara Cavalcante Ribeiro de Vasconcellos — N u -

mero 11.922 — Amazonas.

S6. Abdias da Gosta Travassos — N . 69.870 — P a r a h y b a . 87. Belarmino Corrêa T e i x e i r a — N . 2.227 — Districto F e -

d e r a l .

S8. Abdias César Trindade — N . 4.217 — B a h i a . 89. Bento Cyrillo Tavares — N. 3.555 — B a h i a .

90. F i b e r n o u x Carvalho Vasconcellos — N. 10.959 — B a h i a . 0 1 . ízabela de Abreu Varias Queroz — N. 6.543 — B a h i a . 92. Àbrahão Octavio V i e i r a — N . 60.720 — Districto F e -

d e r a l .

93. A b i l i o Dantas Barreto — N . 69.566 — Alagoas.

94. Bernardina A d v i n c u l a Campos — N . 1.742 — Minas Geraes.

95. Izabel Dcsmardis Cesta — N. 3.385 — Districto F e d e r a l . 96. Abel Duarte Grego — N. 5.320 — Districto F e d e r a l . 97. Sebastião Domingos da S i l v a — N. 69.462 — Districto

F e d e r a l .

98.. B r a z i l i n o Duarte de O l i v e i r a — N . 11.568 — Districto Federal'.

99. Sebastão Duarte de O l i v e i r a — N. 59.187 — P a r a h y b a .

•100. Sebastião Dias de Mello — N . 3.020 — P a r a h y b a . 101. Ubirajara Duarte Monteiro — N . 60.213 — Districto

F e d e r a l .

102. Euzebio Dias .da Enearnação — N . 3.290 — Districto F e d e r a l .

103. Abdon Souza — N . 5.412 — Districto F e d e r a l . 104. Sebastião Duque E s t r a d a — N . 7.467 — Districto F e -

d e r a l .

105. Sebastião Francisco Barreto — N . 8.964 — P a r a h y b a . 105. Benedicto F e r r e i r a B a t a t i n h a — N . 4 . D l 3 — Districto

F e d e r a l .

107. Sabino F e r r e i r a Cabral — N . 59.427 — "Districto F e - d e r a l .

108. Bartholomeu Fernandes Camarão — N . 1.168 — BaTiia.

109. Benedicto Fernandes Camarão — N . 1.169 — B a h i a . 110. Bento Francisco da C u n h a — N . 2.868 — P a r a h y b a . 111. Bertholdo Fernando Capistrano — N . 11.640 — Santa

Catharina.

112. Bernabé F e r r e i r a de Carvalho — N . 57S — B a h i a 113. Euzebio F e l i x Corrêa — N . 6.678 — B a h i a . 114. Isabel F e r r e i r a Cruz — N . 4.039 — Sergipe.

115. Sebastião Francisco Cruz — N . 1.749 — Minas Geraes- 116. Bernardo Francisco da Costa — K. 66.406 — Districto

F e d e r a l .

117. B r a z i l i o de F a r i a Castro — N . 20.395 — Districto F e - deral.

118. Sebastião F e l i x da Costa — N . 2.657 — P a r a h y b a . 119. Bernardino Francisco F i g u e i r a — N , 36.025 ^ - D i s -

tricto F e d e r a l .

120. Abel de Jesus Fenreiro — N . 35.503 — P o r t u g a l . . 121. Abigail Fonseca F e r r e i r a — . N . 66.219 — Sergipe.

122. Benedicto F e r r e i r a F r e i r e — N . 60.423 — Districto F e - d e r a l .

123. Benedicto F e l i x , F e r r e i r a — N . 6.248 — Amazonas.

124. Benedicto Belarmino Freitas — N . 1.492 — Goyaz.

125. B e l m i r o F e r r e i r a Jesus — N . 4.158 —. B a h i a . 126. ernardino F e r r e i r a Guedes — N . 60.484 — Districto F e -

deral.

127. Ubirajara F i r m i n o Gonçalves — N . 59.826 — Districto F e d e r a l .

128. Benedicto Francisco de Elias — N . 36.997 — Alagoas.

129. Abel Falcão L i m a — N . 58.192 — Alagoas.

130. Bento F e r r e i r a L e a l de Menezes — N . 30.070 — D i s - tricto F e d e r a l .

131. Abel F e r r e i r a L i m a — N . 7.831 — Districto Federal.

132. Balbino Felisberto de L i m a — N . 5.476 — Districto F e d e r a l .

133. Bernardino F e r r e i r a L i m a — N . 8.650 — P a r a h y b a . 134. Sebastião F e r r e i r a de L i m a — N . 4.971 — Districto F e -

deral.

135. Sebastião Fernandes Linhares — 4.550 — B a h i a . 136. Bernardino F e r r e i r a da Silva — N . 66.222 — Sergipe.

137. Sebastião Florentino de Oliveira — N . 69:950 — P a - rahyba.

138. Benigno F e r r e i r a da Silva — N . 30.687 — Alagoas.

•139. Sebastião Francisco Alves y- N . 58.243 — Alagoas.

140. A b i l i o F e r r e i r a da Silva — N . 8.509 — Goyaz.

141. Bazilio Francisco da Silva — N . 3.488 — B a h i a . 142. Bernardino Fernando da Silva — N . 11.046 — Santa

Catharina.

143. Sabino F e r r e i r a da Silva — N . 9.232 — P a r a h y b a . 144. Bruno Francisco de Macedo — N . 17.032 — Santa Ca-

tharina. .

145. Eenicio F a r i a Machado — N . 4.782 — Districto F e - deral.

146. B y r o n F r e i r e de A m o r i m — N . 7.666 — Districto F e - deral .

147. Euzebio Francisco de Mattos — N . 7.077 — Districto

F e d e r a l . * 148. Bellarmino F e r r e i r a do Nascimento — N . 58.656 — P a -

rahyba .

149. Benedicto Francisco do Nascimento — N . 36.850 — Alagoas.

150. Sebastião F e r r e i r a de Andrade — N . '9.918 — Santa Ca t h a r i n a .

151. Bernardo F e r r e i r a do Amparo — N . 36.346 — Districto F e d e r a l .

152. Bencvides Fonseca dos Santos — N . 4.325 — B a h i a . 153. Berenice F l o r a Santos — N . 1.684 — Sergipe.

154. Euzebio Fernandes vSantos — N . 284 — Districto F e - deral. . •

153. Boaventura Zeferino Neves — 59.053 — P a r a h y b a . -156. Euzebio Alonso Pereira da Silva — N . 467 — B a h i a . 157. Sebastião Francisco Pinho — N . 58.153 — Alagoas.

158. Sebastião Figueiras Pinto — N . 11.742 — Minas Geraes..

159. Benedicto Francisco Pinto — N . 59.350 — Districto F e - deral .

160. Sebastião Francisco Pereira — N . 58.945 — P a r a h y b a . 161. Abdias F r a n c i s c o ' d e -Souza — N . 58.864 — Parahyba.- 162. A b r a h a n i Francisco de Souza — N . 3.576 — B a h i a . 163. Beatriz Fabicio de Souza — N . 8.975 — P a r a h y b a . 164. Benedicto Fernandes de Souza — N . 37.785 — Alagoas.

165. Sebastião Florentino de Araújo — N . 2.869 — P a - r a h v b a .

166. Balbino Francisco Rodrigues — N . 2.028 — Sei-gtpe.

167. Abacilio Fulgencio dos Reis — N . 60.610 — Districto . F e d e r a l .

168. Abrão F r e i r e de Aragão — N . 66.311 — Sergipe.

169. Hebe W a g n e r — N . 35.374 — São Paulo.

170. Sebastião Fernandes V i a n n a — N . 69.651 — Districto F e d e r a l .

1 7 1 . Bernardino Fernandes Vargas — N . 5.422 — Districto F e d e r a l . , • 172. Benedicto Francisco Xavier — N . 37.625 — Alagoas.

R i o de Janeiro, 12 de março de 1937. — Renato de Paula, chefe da 2* Secção. ' '

F o r a m communicadas á Secretaria do T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l do Estado do E s p i r i t o Santo, as seguintes transfe- rencias de eleitores:

Carlos Salvatori. titulo n . 1.396. inseripto na Segunda Zona, Cachoeiro de Itapemerim, E s p i r i t o Santo, transferido para a 14* Zona, Realengo, Districto F e d e r a l .

José Neves, titulo n . 11.906, inseripto na Segunda Zcna, Cachoeiro de Itapemerim, E s p i r i t o Santo, transferido para a Sétima Zona, E s p i r i t o Santo, Districto F e d e r a l ;

José Gonçalves, titulo n . 3.778, inseripto na P r i m e i r a Zona, Victoria, E s p i r i t o Santo, transferido apra a Sétima Zona, E s p i r i t o Santo, Districto F e d e r a l ;

Manoela Ramos Neves, titulo n . 9.028, inseripta na S e - gunda Zona, Cachoeiro de Itapemerim, E s p i r i t o Santo, t r a n s -

(5)

S a b b a d o 1 3 B O L E T I M E L E I T O R A L M a r c o de 1937 9 1 1 ferida p a r a a 'Sétima Zona, E s p i r i t o Santo, D i s t r i c t o "Fè"

deral;

F i r m o de Oliveira, titulo n . 7.056, inseripto na Segunda Zona, Cachoeiro de Itapemerim, E s p i r i t o Santo, transferido para a Quarta Zona, S a n f A n n a , Districto F e d e r a l ;

Sebastião Domingos Barcellos, titulo n . 997, inseripto n a 11* Zona, Siqueira Campos, E s p i r i t o Santo, transferido para a 14* Zona, Realengo, Districto F e d e r a l ;

Natalino L e a l Canduro, titulo n . 5.921, inseripto na Se- gunda Zona, Cachoeiro de Itapemerim, E s p i r i t o Santo, trans- ferido para a Sétima Zona, S a n f A n n a , Districto F e d e r a l ;

Bernardino de Souza, titulo n . 80, inseripto na 11* Zona, Siqueira Campos, E s p i r i t o Santo,, transferido para a Sétima Zona, E s p i r i t o Santo, Districto F e d e r a l ;

José Torquato Peixoto, titulo n . 1.659, inseripto na Se- gunda Zona, Cachoeiro de Itapemerim, E s p i r i t o Santo, trans- ferido para a Sétima Zona, S a n f A n n a , Districto F e d e r a l ;

M a r i a Pereira de Souza, titulo n . 11.136, inscripta na Se- gunda Zona, Cachoeiro de Itapemerim, E s p i r i t o Santo, trans- ferido para a 11* Zona, Meycr, Districto F e d e r a l ;

Martinez Francisco da Silva, titulo n . 6.530, inseripto na Segunda Zona, Cachoeiro de Itapemerim, E s p i r i t o Santo, trans- ferido para a Sétima Zona, Penha, Districto Federal;

Paulino Bispo de Castro, titulo n . 3.051, inseripto na P r i m e i r a Zona, V i c t o r i a , E s p i r i t o Santo, transferido para a Sétima Zona, S a n f A n n a , Districto F e d e r a l ;

Antônio dos Santos, titulo n . 2.826, inseripto na T e r - ceira Zona, Alegre, E s p i r i t o Santo, transferido para a 14* Zona, Santa Cruz, Districto Federal;

Sebastião Alves, titulo n . 2.330, inseripto n a Terceira Zona, Alegre, E s p i r i t o Santo, transferido para a 14* Zona, Campo Grande, Districto F e d e r a l ;

João de Souza L i m a , titulo n.-3.826, inseripto na Terceira Zona, Colina, E s p i r i t o Santo, transferido para a 14* Zona, Campo Grande, Districto F e d e r a l ;

Manoel João do Nascimento, titulo sem.numero, inseripto na Terceira Zona, Alegre. E s p i r i t o Santo, transferido p a r a a 14* Zona, Santa Cruz, Districto Federal;

Sylvio Franeisco Marques, titulo n . 401, inseripto na S e - gunda Zona, Cachoeiro de Itapemerim, E s p i r i t o Santo, trans- ferido para a 14* Zona, SanfAnna, Districto F e d e r a l ;

Álvaro Souza, titulo n . 3.796. inseripto na P r i m e i r a Zona, V i c t o r i a , E s p i r i t o Santo, transferido para a Sétima Zona, E s p i r i t o Santo, Districto F e d e r a l ;

JURISPRUDÊNCIA

Revisão de provas

4

F o r a m revistas as provas dos accordãos dos seguintes processos:

Consulta n . 2.036 — Classe 6* — Estado de Minas Geraes

— Relator. S r . Ministro P l i n i o Casado.

Consulta n . 2.054 — Classe 6* — Estado do Pará — Relator. S r . Ministro P l i n i o Casado.

Consulta n . 2.074 — Classe"6* — Estado da Parahyba — Relator. S r . professor João C a b r a l . -

Mandado de segurança n . 8 — Classe 7* — Estado de Sergipe — Relator, S r . Ministro P l i n i o Casado.

Mandado de segurança n . 14 — Classe 7* — Estado de Pernambuco — Relator, S r . Ministro P l i n i o Casado..

Accordãos publicados

F o r a m mandados publicar os accordãos dos seguintes processos:

Consulta n . 2.036 — Classe ,6* — Estado de Minas Geraes

— Relator, S r . Ministro P l i n i o Casado.

Consulta n . 2.054 — Classe 6a — Estado do Pará — R e - lator, S r . Ministro P l i n i o Casado.

Consulta n . 2.074 — Classe 6* — Estado da Parahyba — Relator, S r . professor João C a b r a l .

Mandado de segurança n . 8 — Classe 7" — Estado de Sergipe — Relator, S r . Ministro P l i n i o Casado.

Mandado de segurança n . 14 — Classe 7* — Estado de Pernambuco — Relator. S r . M i n i s t r o P l i n i o Casado.

E D I T A L

O bacharel Agripino Veado, Director da. Secretaria do T r i b u n a l Superior de Justiça E l e i t o r a l :

F a z saber aos que o presente edital v i r e m que, na p r i - meira secção da Secretaria, de accordo com o § 8° do a r t . 140 do Regimento Interno, no d i a 15 de março do corrente anno, ás 15 horas, será aberta vista pelo prazo do 48 horas para os interessados falarem sobre os seguintes processos eleitoraes:

1. Recurso E l e i t o r a l n . 665 — Classe 3* — Estado de São Paulo — Sendo recorrente. Sebastião da S i l v e i r a F r a n c o ; recorrido. T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l de São P a u l o . ( E l e i - ção Municipacs) .

• 2 . Recurso E l e i t o r a l n . 670 — Classe 3a — Estado, do Ceará .— Sendo recorrente, Procurador Regional E l e i t o r a l do Ceará; recorrido, T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l do Ceará.

3. Recurso E l e i t o r a l n . 675 —• Classe 3* — Estado do Ceará — Sendo recorrente, Procurador Regional E l e i t o r a l do Ceará; recorrido. T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l do Ceará.

4. Recurso Eleitoral n . 679 — Classe 3* — Estado do Matto Grosso — Sendo recorrente, Procurador Regional E l e i - toral de Mntto Grosso; recorrido, T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l de Matto Grosso.

. 5 . Recurso E l e i t o r a l n . 680 — Classe 3a — Estado do Matto Grosso — Sendo recorrente. Procurador Regional E l e i - toral de Ma (to Grosso; recorrido, T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l de Matto Grosso.

6. Recurso E l e i t o r a l n . 682 — Classe 3* — Estado do Rio de Janeiro — Sendo recorrente. E l p i d i o Veiga de C a r v a - lho Pessanha- recorrido. T r i b u n a l Regional E l e i t o r a l do Rio de J a n e i r o . (Eleições Mumeipaes) .

Secretaria do T r i b u n a l Superior de Justiça E l e i t o r a l , em 12 de março de 1937. — Agripino Veado, Director da Secre- t a r i a .

ACTA

A C T A D A 20a SESSÃO ORDINÁRIA R E A L I Z A D A E M 10 D E MARÇO D E 1937

PRESIDÊNCIA DO SR. MINISTRO HERMENEGILDO DE BARROS

Aos dez dias do mez de março do anno de m i l novece- centos e trinta e sete, ás treze horas, na sala das sessões do T r i b u n a l Superior de Justiça- Eleitoral, presentes os juizes S r s . ministros P l i n i o Casado, desembargadores Collares M o - reira e Ovidio Romeiro, professor João Cabral, presente ainda o procurador geral, S r . D r . José M a r i a Mac-Dowell da Costa, não havendo comparecido o S r . professor L a u d o de,Camargo e o S r . professor Cândido de Oliveira F i l h o , pelo presidente, S r . ministro Hermenegildo de Barros, foi declarada aberta a sessão. E ' lida e approvada a . acta da sessão anterior-. A propósito do julgamento do processo n . 2.083 realizado na sessão passada, o S r . ministro P l i n i o Casado leu u m telegram- ma do presidente do T r i b u n a l Regional do Rio Grande do Norte sobre requisição de força federal. Estando agora de- vidamente formulado o pedido, resolveu o T r i b u n a l lele- graphar ao Governador do Estado, no sentido de ser forne- cida força estadual ao T r i b u n a l Regional para garantia dos habeas-corpus concedidos, unanimemente. O T r i b u n a l r e - solveu ainda, unanimemente, deferir u m requerimento de Abel Gonçalves A r r u d a apresentado nos autos do recurso n u - mero 638 — 3* classe — Pernambuco, para que se mande juntar o referido recurso ao de n . 604, da mesma procedên- c i a . Tratando dos casos que se achavam em pauta para j u l - gamento, b T r i b u n a l resolveu: 1°) responder a consulta do Presidente do T r i b u n a l Regional do Acre de que trata o p r o - cesso n . 2.081 -(relator S r . professor João Cabral) decla- rando que o material para as eleições municipaes do Acre deve ser fornecido pelo Governador do mesmo Território, unanimemente; 2°) responder a consulta do Commando Naval de Matto Grosso, encaminhada pelo T r i b u n a l Regional do Districto Federal (processo n . 2.082, 6a, sendo relator o se- nhor ministro P l i n i o Casado, por substituição) declarando que os taifeiros, estão obrigados ao alistamento e ao voto, unanimemente; 3o) responder a consulta do Presidente do T r i b u n a l Regional do Amazonas de que trata o processo n u - mero 2.087 (relator S r . ministro P l i n i o Casado) declarando que o cidadão que não pagou a m u l t a a que foi condemnado, fica suspenso do gozo de seus direitos políticos e sujeitos á ~ perda do emprego publico que exerça, unanimemente. C o n - siderando o adeantado da hora, o S r . ministro presidente l e -

(6)

912 Sabbado 13 B O L E T I M E L E I T O R A L Março de 1937 vantou a sessão e convidou outra para o dia 12 do corrente,

as treze horas. D o que p a r a constar lavrei, a presente. E u , R a u l Pacheco de Medeiros, a u x i l i a r da secretaria a escrevi.

E , e u A g r i p i n o Veado, secretario do T r i b u n a l a subscrevo.

•— Rermenegildo de Barros, presidente.

Secretaria do T r i b u n a l Superior de Justiça E l e i t o r a l èm 12 de março de 1937.. — Helena de Souza Qpelhot o f f i - c i a i .

J U R I S P R U D Ê N C I A : E s t a d o d e M i n a s G e r a e s

Consulta n . 2.036 — Classe 6* do a r t . 30 do R e g . I n t . Accordão

Vistos, etc

E m resposta á presente consulta n « 2 . 0 3 6 , ' f e i t a pelo -sf. Mario da S i l v a Couto e encaminhada pelo T r i b u n a l R e -

f

ional E l e i t o r a l do Estado de Minas Geraes, os Juizes do T r i - unal Superior de Justiça E l e i t o r a l accordam, unanimemente, declarar que a solução da hypothese, como lhe parecer de d i - reito, compete ao T r i b u n a l Regional, p o r se tratar de a s - sumpto da sua economia interna.

Rio de Janeiro, 30 de outubro de 1936. — Eermenegildo de Barros, Presidente. — Plinio Casado, Relator.

E s t a d o d o P a r á

Consulta n . 2.054 — Classe 6* do a r t . 34 do R e g . I n t . Accordão

Vistos, etc.

O S r . D r . Procurador Geral, em cumprimento ao d i s - posto no a r t . 26, lettra e, do Regimento Interno do T r i b u n a l

Superior de Justiça E l e i t o r a l , e do a r t . 4% -letra e, do D e - creto n . 22.838, de 19 de junho de 1933, remetteu ao E x m o . S r . Ministro Presidente a seguinte consulta, que lhe f o i d i - r i g i d a pelo S r . D r . Procurador Regional E l e i t o r a l do Estado

do Pará: "Tenho a honra de consultar a V . E x . ei ante o texto do paragrapho 5* do artigo 82 da Constituição Federal, pôde o J u i z Federal continuar, como membro deste T r i b u n a l Regional, depois de quatro annos de exercício, dada a h y p o - these de só existir, neste Estado, u m só J u i z Federal ? "

E m resposta á presente consulta n . 2.054 — os Juizes do T r i b u n a l Superior de Justiça E l e i t o r a l accordam affirmar que se não applica ao Juiz Federal, membro do T r i b u n a l R e - gional E l e i t o r a l , o disposto no artigo 82, paragrapho 5o, da Constituição Federal, por ser o mesmo Juiz membro p e r m a - nente do referido T r i b u n a l .

E assim decidem, unanimemente.

Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1936. — Eermenegildo

d« Barros, Presidente. — . P l i n i o Casado, Relator.

E s t a d o d a P a r a h y b a

Consulta numero 2.074 — classe 6." do artigoJ34 ao Re- gimento Interno.

Accordão

O T r i b u n a l Regional da Parahyba encaminha u m a consul- ta do Partido Progressista da Parahyba sobre: a) se são validos os votos dados n u m município ao respectivo prefeito, quando candidato a cargo de representação federal ou estadual; b) em caso negativo como proceder em relação as cédulas legendadas cbtidas no município pelo partido que registrou o candidato

— prefeito, quando contenham q nome deste: se são validas quanto aos demais candidatos da mesma legenda, e se podem computados para effeito de determinação do quociente p a r - tidário; c) se taes cédulas não contiverem o nome do prefeito, devem, não obstante ser consideradas nullas, e consequente- mente excluídas o u não computadas na determinação do r e - ferido quociente.

A matéria da consulta já foi, em parte, visada pelo c o m - inentador do Código E l e i t o r a l D r . Gomes de Castro, e t a m - bém T . S . n u m antigo julgado e noutro mais recente. T-ara espancar de vez as duvidas que ella suscita, é muito conveniente u m estudo comparativo do que dispõem os artigos 102, 103 e 104 do Código E l e i t o r a l — reproducç.ão das normas do artigo 112 d a Constituição Federal — e do qua disnunham a legis- I?c5o immediatamente anterior.

O Código de 1932, supprimido as regras do Professor éS Commissão Revisora, ortigo 59 elaboradas á semilhança da te»

gislação pre-revolucionaria, deixou que l e i especial d e t e r m l * naesô depois os casos de inelegibilidade. F o i u m meio de evfr»

tar difficuldades do momento e passar á responsabilidade ina»

mediata do Governo Provisório prover sobre a matéria, espe*

cialmente, p a r a eleição da Constituinte.

Pelo decreto numero 22.364, de 17 de Janeiro de 1933 e s * íabelecidas ficaram as inelegibilidades para a Assembléa Na-, cional Constituinte, e a h i sendo visada somente essa eleiçSo»

jembora o Governo Provisório usasse de regras similhantes, lapenas mais reduzidas, as do direito anterior, o artigo i*

jtom os seus 3 números, referindo as inelegibilidades " e m todo"

o território d Republica (I) nos Estados, no Districto F e d e r a l je no Território do A c r e " (II), e "nos Municípios", era bem de t e r que os cidadãos e funccionarios indicados como inelegíveis, b seriam apenas para membro da Assembléa Nacional C o n s t i - t u i n t e .

P o r outras palavras, o Governo Provisório seguio ò c a - m i n h o do legislador pre-revolucionario:

Indicou inelegibilidades para cargos, dentro desta òu d a - Iquella circumscripção, p o r este ou aquelle periodo.

Que fez depois o legislador constituinte?

E ' o que se vê no artigo 112 da Carta de 16 de julho ãé 1934:

Tomou como critério da Inelegibilidade, para todos os c i - dadãos alistados, e p a r a qualquer mandato electivo, — o c r i - tério da periculosidade dos cidadãos investidos de certas f u n c - cões, o u determinados parentes seus, se imiscuírem n a polí- tica partidária, abusando o u conspurcando as suas funccões.

£ as normas prescriptas no citado artigo, em três categorias com varias divisões, correspondem a tres differentes raios de influencia daquelles cidadãos e funccionarios; e dentro nos círculos traçados com esses raios os mesmos cidadãos ou f u n c - cionarios não poderão para qualquer eleição politica receber votos; e os que receberem serão nullos, com as excepções que nos ditos incisos do artigo se estabelecem p a r a os mandatos legislativo. Precisamente — para os candidatos "que, ape- zar de ligados p o r parentesco aos governantes, "já t i v e r a m exercido o mandato anteriormente ou forem eleitos s i m u l t a - neamente" com elles.

Adeante citarei u m accordão do T r i b u n a l Superior que

assentou esta interpretação. >

Nullos os votos recebidos com infracção dessas regras prohibitivas quaes as conseqüências da nullidade? Não as âit a Constituição.

Dizem-nas, porém, os princípios geraes de direito —•

Quod nullum est nullum producit effectum (R. J . ) Quid quid jii contra legem, pro infecto habendum ( 1 . 5C de legibusQ,

Mas, na matéria eleitoral mesmo legem habemus:

Oart. 152 do novo Código, no seu § 3." declara impera»

tivamente, que "serão nullos os votos d a d o s . . . a cidadãos i n - elegíveis".

Este preceito não se acha entre os do a r t . 160 que trata

, :das nullidades da votação", isto é de todos os votos de u m a ou varias secções eleitoraes.

A nullidade, silicet a ineficácia por motivo de inelegibi- lidade e dos votos dados ao cidadão inelegível. Não é de nada mais, que não padeça do mesmo defeito.

O Código Civil, no seu a r t . 153, consagra a melhor regra de direito — utile per inutile non vitiatur.

E o sábio D r . Clovis Beviláqua mostra, em luminoso parecer, a respeito do caso L u c h i n i Bilae. opinou pela a p p l i - cação do principio no direito eleitoral (ler p . 52/53).

Nesta parte a jurisprudência do T r i b u n a l Superior con- f i r m o u a opinião do sábio j u r i s t a . -

Citarei a jurisprudência. Primeiramente sobre a exten- são da inelegibilidade: No accordão n . 393, B . Eletoral n. 65, .de 1934. o T r i b u n a l Superior por m a i o r i a de votos resolveu

que os prefeitos municipaes eram (no rej. do decreto n u - mero 22.364, acima citado) inelegíveis somente naquelles municípios em que exercessem as respectivas funccões; e perdiam, portanto, os votos que, em taes municípios lhse fossem dados.

F o i relator o eminente D r . Eduardo E s p i n o l a e voto vencido o do igualmente respeitável D r . Carvalho Mourão, que entendia, para a Constituinte, os prefeitos absolutamen- te inelegíveis,

C o n f e r e com o O r i g i n a l

(7)

Síihbado Í 3 B O L E T I M E L JÍ I T U K A I J Março de 1637 913 E m segundo^logar a extensão da nullidade dos votos

dados ao inelegível: vigente a Constituição de 1934. no r e - cente accordão n . 400, caso L u c h i n i Bilac, de Rio Claro. São Paulo, foi decidida tal questão (Boletim E l e i t o r a l < n . ' 132.

de 12 de novembro de 1936. p a g . 2 . 7 1 2 ) . . ' - Com estes fundamentos, • / Accordam os Juizes do T r i b u n a l Superior de . Justiça E l e i t o r a l era .'conhecer da consulta., unanimemente, e .-resot-.

verem, contra ovoto do S r . Relator Desembargador Collares . Moreira, .que responderia cem o S r . Procurador Gera!, pela slfirmatíva. julgando as outras prejudicadas,, respondei', como

respondem o seguinte:. " . . . a) Os votes ciados n u m munieipo, ao resnectivo Prefeito. '-

assim como aos outros funccionarios, autoridades e Cidadãos indicados'TW a r t . 112 da' Constituição' Federal como inelegí- veis, são nullos dé pleno direito, nor forca-'da mesma dispo- . sição p r o h i b i t i v a e do a r t . 152, § 3o do Código E l e i t o r a l .

I) -As cédulas, porém, com legenda registrada, embora contenham" voto nominativo dado ao Prefeito, não se i n v a l i - dam por isto. vislo como a-nullidade é"somente do xoto dado ao Prefeito, por ser este inelegível, isto é. incapacitado de receber voto valido, .no. respectivo, município. Assim, pois, não devem, ser annullados os votos mie couberem, pela mesma cédula, 'aos demais candidatos registrados sob a mesma l e - genda, e devem ser computados para todos cs effellos" da lei.' c) A solução dada ao üem nrecedente é a mesma, quer contenham as cédulas o nome rio Prefeito, quer não, H o é, si o nome deste constar apenas da li:~tá registrada. Mas a r-cdula que r o n t i v r1 .«ri o nome do inelegível, ainda que r e - gistrado avulso; essa não será valida para effeito a l g u m .

. T r i b u n a l . . Superior de J u s t l r a E l e i t o r a l , em 15 de fe- vereiro de ií>37. — Hérmensirüdo ds Barros, Presidente. —.

João Cobrai, Relator.

Estado de Sergipe

Mandado de Segurança n . 8 — Classe 7* do art. 30 do Keg. Int.

Accordão Vistos, e t c . : '

Arcioly Porto e José Rodrigues Novaes, delegados elcuo- y-s. o p r i m e i r o pelo "Instituto dos Contadores e Guarda L i v r o s "

de Sergipe, e o segundo pela "União dos Trabalhadores do L i - vro e do J o r n a l " , no mesmo Estado, requerem u m mandado de Sojrurnnça. " a f i m de poderem exercer o direito de voto nas eleições de classe dos empregados, para a Assembléa L e g i s l a - tiva do Estado de Sergipe, e, como medidas subsidiárias e con- seqüentes á sua concessão, para assegurarem, o seu c u m p r i - mento, mie o T r i b u n a l Superior mande sustar, por telegramma, a ; eleições que vão ser irregularmente realizadas".

O? Juizes do T r i b u n a l Superior de Justiça E l e i t o r a l ac- cordam, unanimemente,'não tomar conhecimento do pedido, por não caber mandado de segurança contra neto praticado por autoridade j u d i c i a r i a , teü-kct; centra a decisão emanada" 'do Tribunal Regional E l e i t o r a l do Estado de Sergipe, saas recurso ordinário na forma da l e i .

•Rio. 20 de-setembro de 1935. — Hermenegiido de Barros.

Dr e s i d c n t e . — P l i n i o Casado, Relator.

Estado de Pernamlbuco

Mandado de Segurança n. 14—Classe 7* do art. 30 do ftsg. Int.

Accordão Vistos, etc.":

O T r i b u n a l S u p e r i o r de Justiça E l e i t o r a l , de conformidade com o parecer de f l s . 28 — 30, emittido pelo S r . D r . P r o -

curador Geral", aocorda, unanimemente, dar provimento ao recurso de mandado de segurança n . 14, em que é recorrente o D r . Procurador Regional E l e i t o r a l do Estado de Pernambuco, eendo recorrido o T r i b u n a l Regional do (mesmo Estado, — p a r a c n n u l l a r a decissão recorrida, por incompetência do T r i b u n a l a quó que a proferiu, visto como se não trata de matéria e l e i - toral, ficando, e m conseqüência, cassado, o referido mandado de segurança.

Rio, 15 de janeiro de 1936. — Eermenegildo ãe Barrot, Presidente. — Plinio Casado, Relator.

PROCURADORIA G E R A L DA JUSTIÇA ELEITORAL

yistricío Federal

Appeüação c r i m i n a l n . 56 — Appellantes: o Procurador Regional E l e i t o r a l do Districto Federal, Francisco 'Farias, H i l - debrando' de O l i v e i r a e Augusto Virgílio Amadeu — Appellado:

o T r i b u n a l Regional .Eleitoral do Districto. F e d e r a l

• /PARECER N . 743 •

1 — O Código E l e i t o r a l ; avL 52, letra f, dá poderes ao Procurador Geral para " r e q u i s i t a r das autoridades competen-

tes as diligencias, certidões, c esclarecimentos necessários ao Bom desempenho das funccões do seu cargo", sem o •implemento desse dispositivo, quando- entenda necessário, não- pôde elle d a r õ seu parecer. E ' o' que aconteceu nos presentes autos: d i v e r - • sas .diligencias e certidões tiveram de ser .requeridas antes-que.

e para que fosse possível opinar sobre o assuiuplo em -debate.

. Esse facto, acerescido do accumulo de serviço e.-.defici-encia- de pessoal, forçaram a demora do - presente parecer. •

Preliminarmente levanto a prejudicial de não poder o '"ré o Vícgilio Augusto Amadeu ser defendido nesta Instância pelo advogado constituído a f l s . 114 para funecionar nesta Instân- cia: o n o b r e causidico não funecionou inicialmente. Somente para esta Instância foi constituído.. Mas se funecionasse, t o r n a - r i a impedido (parece) seu pae, o integro desembargador O v i - dio R o m e i r o : o impedimento, portanto, não tendo sido fortuito e s i m procurado pelo rco ,deve se resolver contra elle e não contra o J u i z . Certamente aquelle distineto a d v o g a d o , quando acecítou essa defesa, não altentou nesse p a r t i c u l a r .

2 — Os recursos e m debate f o r a m todos interpostos em tempo " u t i l . O do Ministério Publico pede a reforma do accor- dão recorrido, para que todos os rcos sejam condemnados na forma pedida na denuncia de f l s . 2, isto é, o " a r t . 107, §§ 3o e 22, do decreto n . 21.076, de 2í de fevereiro de 1932, r e p r o d u - zido pela lei n . 48, de 4 de maio de 1935, em seu a r t . 187, ns. 6 e 27 (Código E l e i t o r a l ) , combinado com os arts. 174, § 4o;

18, §§ i° e 3o, da Consolidação das L e i s Penaes", grão máximo dada a existência das aggravantes do a r t . 39, n s . 6, 13 e 14, da mesma Consolidação. Os demais appellantes pedem a absol- vição.

Vejamos si lhes assiste razão.

3 — Os í?eíos criminosos estão minuciosamente narrados na denuncia. O^réo Augusto Virgílio Amadeu, na defesa de fls. 25, confessa':

a) nunca foi o p e r a r i G ;

b) nao se u t i l i z o u do titulo impugnado (o que está provado pelo item b da certidão inclusa como doe. n u - mero 1:

c) "não vendo na indicação da profissão de operá- r i o qualquer desdouro, o denunciado que desejava se h a - bilitar ao cumprimento de seus deveres civis, acquiesceu a esse alvitre; — "não suppondo de longe s e q u e r . . . que delicto eleitoral fosse a indicação de u m a supposta p r o - fissão;

d) "com a s u a acquiescencia dada na supposíção de se tratar d e . . . meio honesto e legal, foram-lhe presen-

• tes formulas impressas para encher o que o denunciado fez1';

c) "de facto, e na ignorância de praticar um delicto eleitoral, declarou-se operário ao e n c h e r de seu punho uma formula impressa p a r a sua inscripção"":

/) -que a isso, exclusivamente, "se l i m i t o u a sua par- ticipação nos factos c r i m i n o s o s " .

Confessa, portanto, o réo o delicto que lhe f o i imputado, invocar a excusa da ignorância legal, em nada lhe aproveito como é sabido e está expresso em l e i . '

4 — No depoimento que prestou, a f l s . 48, o D r . P a u l i n n da Rocha F r e y t a g F i l h o , está declarado, a respeito daquello çéo:

"que acompanhou o denunciado ao escriptorio do d o u t o r Jayme de Araújo, a quem o apresentou, bem como a u m outro cabo eleitoral que a l i se achava, e que não «e.

lembra quem era, e lá deixando o denunciado, s a h i u , não mais o "vendo durante muito tempo; que, ultimamente, estando de serviço tia Assistência, onde trabalha como medico, lá appareceu o denunciado, muito alarmado.

C o n f e r e com o O r i g i n a l

(8)

914 S a b b a d o 13 B O L E T I M E L E I T O R A L M a r ç o d e 1 9 3 7 communicando ao. depoente que estava sendo processado

e que não tinha conseguido sequer obter o titulo de eleitor; que a desintelligencia que teve com o doutor Jayme de Araújo, foi depois da eleição e não passou do seu afastamento, da pessoa daqüelle vereador.

Reperguntado pelo advogado dp denunciado, disso que a desintelligencia havida c o m o doutor Jayme de Araújo foi posterior á eleição, para cuja qualificação apresentou o denunciado; que, pôde affirmar, que o de- n u n c i a d o é homem sem vicios, de conducta irréprehen- sivel, muito trabalhador, tanto assim que a testemunha raramente o encontra, mesmo em casa de sua família, quando a l i . v a e " ;

5. A testemunha Zenio Motta da Silva, disse:

"que, no alistamento eleitoral para a u l t i m a elei- ção, segundo se lembra, o depoente, na qualidade de sócio do Centro dos Empregados do Cães do.Porto, as- sistiu o accusado Hildebrando, na qualidade' de p r e - sidente deste Centro, receber grande numero de c e r t i - dões em branco, apenas com a .rubrica do accusado F a r i a , para serem preenchidos os claros na parte i m - pressa, pelos associados do mesmo Centro, para alis- tamento ex-officio;-,ciue, recebendo essas certidões, o denunciado Hildebrando as rubricava e distribuía aos associados, uma a cada um, para serem as mesmas pre- enchidas de accordo com a legislação eleitoral; que, a testemunha mesmo, recebeu u m a dessas certidões, pre- encheu os seus" claros e a devolveu* a esse denunciado, que a restituiu com as outras ao Cartório Eleitoral;

que, esse, trabalho de alistamento, foi feito em poucos dias e em atropelo, devido ao grande numero de alis- tandos";

G. O vereador Jayme de Araújo, depondo a f l s . 65 cáe diversas contradições. Assim é que declara:

"que, não é verdadeira a affirmação do accusado Amadeu, de que a testemunha o tenha levado a de- clarar-se operário e qualificar-se com essa falsa q u a - "

lidadc, pois conhece esse accusado, h a cerca de u m mcz. quando elle procurou a testemunha em sua r e s i - dência, e lhe indagou o que devia fazer, por estar de- nunciado, por pratica de fraudes eleitoraes, e a tes- temunha respondeu-lhe, que^ como medico, não podia aeonselhal-o, mas lhe indicava u m advogado, que o orientasse; que, foi em companhia desse accusado, á residência do advogado Jansen Muller, que ouvi-o em presença de varias pessoas, a exposição dos factos feita pelo accusado Amadeu, que f o i aconselhado pelo mes-

•mo advogado; que, quando o accusado Amadeu p r o - curou a testemunha em sua residência, declarou-lhe, auc assim procedia, por haver sido alistado pelo seu escriptorio eleitoral";

E a f l s . . 66: -

"Reperguntado pelo advogado do accusado F a r i a ,

• respondeu, que, o escriptorio eleitoral da ^testemunha, não tratou de alistamento de syndicalizadós; que, a s - sim não passaram'pelo seu escriptorio, exemplares do modelo sete, para alistamento de syndicalizadós; que, o carimbo existente no modleo sete relativo á inscripção de Antônio Bueno, no qual figura o nome do escripto- rio da testemunha, não tem authenticidade, não sé p o - dendo assim affirmar, que tenha sido lançado pelo seu escriptorio; que, a r u b r i c a "Jayme de'Araújo", l a n - çada nesse mesmo modelo, não é do punho da teste- m u n h a ; que ouviu falar ter havido extravio de cer*

tidões eleitoraes."

E a f l s . 66 v . : •

"que, mantendo relações de amizade com õ" seu conega doutor Rocha Freytag, desde os bancos acadêmicos, e sabendo esse seu collega, que a testemunha estava alistando eleitores, levou diversos candidatos a a l i s t a i mento ao seu escriptorio, mas não lhe apresentou pes- soalmente qualquer delles; que, não conhece acto a l - gum em desabono da conducta do doutor. Rocha F r e y - tag, com; que, como disse, mantém estreitas relações dé

amizade; que, não tem conhecimento de outras irre- gularidades em processos eleitoraes Se alistamento»

feitos em seu e s c r i p t o r i o . "

7 . Ora, taes affirmações se chocam com a prova dos autos: seja a prova material da existência do carimbo, e dá rubrica desse vereador; seja' com o depoimento de seu intimo, amigo D r . F r e y t a g ; seja, finalmente com a'certidão ora j u n t a como documento de n . 1.

Transparece bem claramente o papel importante que essa testemunha teve n a confecção de todo esse alistamento ex~

officio. O seu logar, no processo, não devera ser o de teste- m u n h a . • '

8. Hildebrando de Oliveira se defende longamente de f l s . 88 a 98 e 131 a 141. Pretende convencer que não fez documento falso nem os forneceu falsos, não teve intenção de prejudicar, nem prestou auxilio necessário.

E levanta a preliminar de que sem o cancellamento d a inscripção não se pôde condemnar alguém pela pratica d a - quelles actos que oceasionam ou motivam a exclusão.

Não é verdadeira a premissa assim posta em termos tão absolutos: justamente na hypothese ventilada nestes autos, o processo crime deve anteceder, necessariamente, a e x c l u - são: esta ó conseqüência forçada da condemnaçâo. Leiam-.se os ârts. 7 5 e 79 do'Código E l e i t o r a l . - --.'•-•>

Quanto ao mérito: para d e s t r u i r , o s argumentos da d e - fesa, sobre a i n e x i s t e n c i a d e culpa p o r üégligencia ou i m p r u - dência, é sufficlente o próprio depoimento do réo. A sua confissão a f l s . 5 9 :

"Esclarecendo, o accusado Hildebrando disse que recebeu a certidão de folhas seis, bem como as outras . relativas» aos eleitores syndicalizadós, cujas listas r e -

mettera ao; cartório, do mesmo cartório; que essas certidões em numero de cerca m i l e trezentas, foram distribuídas aos eleitores associados. do Centro, tendo -apenas a r u b r i c a do escrivão, para que os mesmos e l e i -

tores satisfizessem as exigências legaes."

E ' as seguintes declarações de Zenio Motta da Silva, .

"testemunha de defesa do accusadq_Hildebrando de Oliveira'', a f' s . 60 e v . :

"que, no alistamento eleitoral para a u l t i m a eleição, segundo se lembra, o depoente, na qualidade de sócio do Centro dos Empregados do Cáes do Porto, assistiu o accusado Hildebrando, na qualidade de presidente deste Centro, recebeu grande numero dé certidões em branco, apenas com a rubrica do accusado F a r i a , p a r a serem preenchidos os claros na parte impressa, pelos asso- ciados do mesmo Centro, para alistamento ex-officio;

que, recebendo essas certidões, o denunciado H i l d e - brando as rubricava e distribuía aos associados, umá a cada um, para serem as mesmas preenchidas de a c -

" cordo^côm a legislação eleitoral;- que, a testemunha mesmo, .recebeu u m a dessas .'certidões, preencheu os seus claros e a devolveu a esse denunciado, que a m - tituiu com as outras ao Cartório Eleitoral; que, esse trabalho de alistamento, f o i feito em poucos dias e em atropelo, devido ao grande, numero de alistandos";

E ' ainda essa mesma testemunha do accusado quem de- clarou a f l s . 61 e 61 y . :

"Reperguntado pelo doutor Procurador Regional,!

. disse que não.sabe informar quem levava as certidões para o Centro, pois apenas assistiu a s u a distribuição aos associados, que as certidões eram entregues pelo denunciado Hildebrando, a qualquer associado que aá solicitasse, sem verificação prévia de ter o associado feito as necessárias declarações p a r a qualificação, o que

suceedeu c o m a testemunha..que nenhuma declaração, b a v i a feito, e solicitando ao denunciado Hildebrando $ certidão, essa lhe f o i entregue";,

• E ó próprio Hildebrando", no depoimento que prestou noã autos da representação ri. , e que acompanha este p a - recer em certidão âuthenticá", doe. jn, 3, confessou;

' - "quê "erü certas épocas 5 Centro dos Enipregadõã' do Cáes do Pói-to a d m i t t i u associados que ainda nCg ' e r a m portuários, mas que pretendiam sel-o e pascj

esse fmi entravam para b Syndicato, que tiflha p e*õ*.

Referências

Documentos relacionados

Manoel Alves Braga (7.256), filho de Manoel-Alves Braga e de Avelina Maria Braga, nascido a 26 de outubro de 1914, no Districto Federal, solteiro, commercio, com domicilio

WALTER COLOMBO PETROLLA MARTINS (5.685), filho de Victorino Ferreira Martins e de Maria P.etrolla Martins, nascido a 12 de outubro de 1916,-no Districto Federal, commercio,

1919, no Distrioto Federal, commerciario, solteiro, com domicilio eleitoral no districto municipal de Gamboa e. -Laudelino Zeferino de Jesus, nascido a 26 de agosto de 1909, no

Joaquim Nunes, filho de João da Costa e de Maria da Gloria, nascido a 15 de maio de 1911, no Dis- tricto Federal, commercio, solteiro, com domicilio eleitoral no districto

Dionysio da Silva (9.004), filho de Joaquim da Silva e de Maria Rosa de Oliveira, nascido a 19 de agosto - rie 1918, no Districto Federal, solteiro, commercio, com

(Qualifi- cação ex-officio, B. 627), filho de José Antônio Porto Rocha e de Maria Lindenberg Rocha, nascido a 4 de março de 1881, em Cabo Frio, Estado do Rio de Janeiro,

íaLBERTO L O P E S (2.361), filho de José do Nascimento e de Maria Mathilde, nascido a 17 de novembro de 1912, no IDistricto Federal, solteiro, commercio, com domicilio eleitoral

e de Maria dos Prazeres, nascido a 24 de julho de 1915 no Districto Federal, residente á rua Mon-í te Alverne n. 60, commercio, solteiro, com domi-, cilio eleitoral no