MEMBRANE SEPARATION PROCESSES
MEMBRANE SEPARATION PROCESSES
Maria
Maria
Norberta
Norberta
de Pinho
de Pinho
Instituto Superior T
Instituto Superior T
é
é
cnico/ICEMS
cnico/ICEMS
Classificação de Processos com Membranas
Classificação de Processos com Membranas
Processo de Separação
Tipo de Membrana
Força Motriz Método de Separação Aplicações Microfiltração (MF) Microporosa 0.1-10 µm Pressão 0.1-1 bar Filtração Esterilização Clarificação Ultrafiltração (UF) Assimétrica Microporosa 1-10 nm Pressão 0.5-5 bar Filtração Separação de macromoléculas em solução Nanofiltração (NF) Assimétrica Filme denso Pressão 10-40 bar Filtração / Solução / Difusão
Separação parcial de sais e solutos orgânicos com menos de 1000 Dalton Osmose Inversa (OI) Assimétrica Filme denso Pressão 20-100 bar
Solução/Difusão Separação de sais e micro-solutos
Classificação de Processos com Membranas
Classificação de Processos com Membranas
Processo de Separação
Tipo de Membrana
Força Motriz Método de Separação Aplicações Diálise Microporosa 0.1-10 µm Gradiente de Concentração
Difusão Separação de sais e micro-solutos de macromoléculas em solução Electrodiálise (ED) Permutadora de iões Gradiente de potencial eléctrico Migração num campo eléctrico Dessalinização de soluções iónicas Permeação Gasosa Homogéneas Gradientes de pressão e concentração
Solução / Difusão Separação de misturas gasosas Pervaporação (PV) Simétricas e Assimétricas Gradientes de concentração
Solução / Difusão Concentração e separação de pequenos solutos orgânicos
MATERIAIS DE FABRICO DE
MEMBRANAS
MATERIAIS DE FABRICO DE
MEMBRANAS
Materiais InorgânicosMateriais Inorgânicos
Vidros porososVidros porosos
Grafite
Grafite
Porcelanas
Porcelanas
Ó
Óxidos metxidos metáálicoslicos
PolimerosPolimerosNaturaisNaturais
DiacetatoDiacetatoe e TriacetatoTriacetatode celulose (CA)de celulose (CA)
Propionato
Propionato --Acetato de celulose (CAP)Acetato de celulose (CAP) Butirato
Butirato --Acetato de celulose (CAB)Acetato de celulose (CAB) Metacrilato
Metacrilato --Acetato de celulose (CAM)Acetato de celulose (CAM)
PolimerosPolimerosSintSintééticosticos
Poliamida (PA)Poliamida (PA)
Poliacrilonitrilo
Poliacrilonitrilo (PAN)(PAN) Polissulfona
Polissulfona (PS)(PS) Polipropileno (PP)
Estruturas de Membranas
Estruturas de Membranas
1.
1.
Membranas
Membranas
Microporosas
Microporosas
2.
2.
Membranas
Membranas
Homog
Homog
é
é
neas
neas
3.
3.
Membranas Assim
Membranas Assim
é
é
tricas Integrais
tricas Integrais
Membranas Microporosas
Membranas Microporosas
Microfiltração Inversão de fases 0.01 - 5 Solução polimérica (CA, CN) Microfiltração Irradiação-Corrosão 0.02 - 10 Homogéneas, Polímero em folha (PC) Microfiltração e vasos sanguíneos Estiramento 0.5 - 10 Homogéneas, Polímero em folha (PE, PTFE) Microfiltração Sinterização 1 - 20 Cerâmico, metal ou polímero em pó Aplicação Processo de Fabrico Dimensão do Poro (µm) MaterialMembranas Microporosas
Membranas Microporosas
d)
Microscopia electrónica de varrimento de membranas microporosas: a) Membranas sinterizadas; b) Membranas estiradas; c) Membranas de poros cilíndricos preparadas por irradiação / corrosão; d) Membranas preparadas por Inversão de Fase..
a)
c)
b)
Feed, QF Retentate, QR Permeate, QP Permeado, Qp Retentado, Qr Alimentação, Qf
Filtração Tangencial por Membranas
Filtração Tangencial por Membranas
MEMBRANAS ASSIMÉTRICAS
Processos de membranas conduzidos por pressão
Processos de membranas conduzidos por pressão
Nanofiltração (NF)
Microfiltração (MF) Ultrafiltração (UF) Osmose inversa (RO)
•
• 0,1 0,1 –– 10 10 µµmm •
• 0,1 0,1 –– 1 bar1 bar •
• ClarificaClarificaçção e ão e esteriliza
esterilizaççãoão
•
• 1 1 –– 10 10 nmnm •
• 0,5 0,5 –– 5 bar5 bar •
• RetenRetençção de ão de macromol
macromolééculasculas
• • 0,5 0,5 –– 5 5 nmnm • • 5 5 –– 60 bar60 bar • • Fraccionamento de Fraccionamento de a
aççucucááres, res, áácidos cidos orgânicos e sais orgânicos e sais • • 0,1 0,1 –– 1 1 nmnm • • 20 20 –– 100 bar100 bar •
• RetenRetençção de sais e ão de sais e solutos de baixo peso
solutos de baixo peso
molecular molecular Ultrafiltração (UF) Ultrafiltração (UF) Nanofiltração (NF) Nanofiltração (NF)
Osmose Inversa (OI)
Osmose Inversa (OI)
Sais monovalentes, ácidos orgânicos
Sais monovalentes, ácidos orgânicos
Glucose, frutose, sais bivalentes, aminoácidos
Glucose, frutose, sais bivalentes, aminoácidos
Proteínas, polissacáridos e polifenóis
Proteínas, polissacáridos e polifenóis
Microfiltração (MF)
Microfiltração (MF)
Partículas e colóides
Partículas e colóides
Módulos de Membranas
Módulos de Membranas
Planos
Planos
Tubulares
Tubulares
Fibras
Fibras
ocas
ocas
Módulos Planos
Módulos Planos
Permeado Alimentação Concentrado Espaçador Suporte das membranas Veio hidráulicoMódulos Tubulares
Fibras Ocas
Módulos Enrolados em Espiral
Comparação entre Módulos
Comparação entre Módulos
Tipo de Módulo Compactação (m2/m3) Preço Controle da polarização de concentração Aplicação Tubular 20 - 30 muito elevado
muito bom MF de soluções com elevado teor em sólidos
Pratos planos 400 - 600 elevado razoável MF, UF, NF,
OI, PV, SG Enrolado em
Espiral
800 - 1000 baixo razoável UF, OI, PV e
SG
Fibras ocas 600 - 1200 muito
baixo
Modos de Operação e Dimensionamento
Modos de Operação e Dimensionamento
Descont
Descont
í
í
nuo:
nuo:
Modo de opera
Modo de opera
ç
ç
ão mais simples, requer
ão mais simples, requer
menor
menor
á
á
rea
rea
Cont
Cont
í
í
nuo:
nuo:
Modo de opera
Modo de opera
ç
ç
ão utilizado em sistemas
ão utilizado em sistemas
com grandes capacidades
Operação em Descontínuo
Operação em Descontínuo
Permeado Tanque de alimentação a) Bomba de alimentação Permeado Tanque de alimentação b) Bomba de alimentação Bomba de recirculaçãoOperação em Contínuo
Operação em Contínuo
Tanque de alimentação Bomba de alimentação Bomba de recirculação Bomba de recirculaçãoQ
1P
1R
1R
2P
2Q
3Q
2 estádio 1 estádio 2• maior nº de estádios => maior eficiência, menor área de membrana
• nº estádios superior a 4 => demasiados custos em recirculação
Operação em Contínuo
Operação em Contínuo
Alimentação
Permeado
Rejeitado
Estádio 1 Estádio 2 Estádio 3
• Para obter taxas de recuperação elevadas => aumentar o nº de estádios
• Q alim 1 > Q alim 2 => diminuição do nº de módulos por estádio de
forma a manter condições hidrodinâmicas necessárias para minimizar a
polarização por concentração
Ultrafiltration Set-Up
UF membranes
Membrane surface area = 13.2 cm2Operating conditions
T = 25ºC, P = 0.5 - 4 bar, Qcirc. = 100 - 200 L/hFeed tank Pump Valve
Flowmeter Manometer UF cell UF cell UF cell UF cell UF cell Valve Manometer
0 20 40 60 80 100 120 140 0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 Pressão (bar) vp ( K g /h /m 2 ) Lp
Membrane Characterization
Membrane Characterization
Operating conditions: Operating conditions: Temperature = 25 Temperature = 25ººCC TransmembraneTransmembrane Pressure = 1 barPressure = 1 bar Feed
Feed flowrateflowrate= 77 L/h= 77 L/h
Membrane surface area = 25.52 cm
Membrane surface area = 25.52 cm22
f
C
C
C
feed permeate feed=
−
Reference solutes: NaCl, CaCl2, PEG, lactose 0 1 2 3 4 5 0 10000 20000 30000 40000 50000 MW (Da) lo g (f /( 1-f) ) MWCO Membrane CA Lp (kg/h/m2/bar) 22.4 MWCO (Da) 7000 f (NaCl) (%) 3 f (CaCl2) (%) 3 f (lactose) (%) 10 0 1 2 3 4 5 0 10000 20000 30000 40000 50000 MW (Da) lo g (f /( 1-f) ) MWCO ,
Ultrafiltration: TS60
(T = 25ºC, P = 1 -3 bar, Qcirc = 200 L/h) Membrane: TS60 0 1 2 3 4 5 6 7 8 0 1 2 3 4 Pressure (bar) Jv ( kg /h /m 2 ) not treated treated effluent• Linear variation of permeate flux with pressure
• Enhancement of permeate fluxes in 60%
Ultrafiltration: CA1
(T = 25ºC, P = 1 - 3 bar, Qcirc = 200 L/h) Membrane: CA1 0 5 10 15 20 25 30 0 1 2 3 4 Pressure (bar) Jv ( k g/ h /m 2) not treated treated effluent• Non-linear variation of permeate fluxes with pressure
• Enhancement of permeate fluxes in 30%
Ultrafiltration: CA2
(T = 25ºC, P = 1 - 3 bar, Qcirc = 200 L/h)
• Non-linear variation of permeate fluxes with pressure
• Enhancement of permeate fluxes in 130%
• Limiting Flux reached at 2.5 bar
Membrane: CA2 0 10 20 30 40 50 60 70 0 1 2 3 4 Pressure (bar) Jv ( kg /h /m 2 ) not treated treated effluent
Indústria
de
Lacticínios
Indústria
de
Lacticínios
Membrana de Membrana de Ultrafiltração (UF) Ultrafiltração (UF) Nanofiltração (NF) Nanofiltração (NF)
Osmose Inversa (OI)
Osmose Inversa (OI)
Leite de ovelha (pressurizado)
Água pura Água pura sais sais lactose, aminoácidos lactose, aminoácidos proteínas proteínas
Fraccionamento dos componentes do leite
com tecnologia de membranas
Fraccionamento por Ultrafiltra
Fraccionamento por Ultrafiltra
ç
ç
ão, Nanofiltra
ão, Nanofiltra
ç
ç
ão e
ão e
Osmose Inversa conducente a:
Osmose Inversa conducente a:
Recupera
Recupera
ç
ç
ão de produtos
ão de produtos
-
-
concentrado de
concentrado de
prote
prote
í
í
nas, lactose e amino
nas, lactose e amino
á
á
cidos, gordura para
cidos, gordura para
produ
produ
ç
ç
ão de manteiga
ão de manteiga
Reutiliza
Reutiliza
ç
ç
ão de
ão de
á
á
gua no processo
gua no processo
Redu
Redu
ç
ç
ão do efluente descarregado
ão do efluente descarregado
Indústria de Lacticínios
Indústria de Lacticínios
Processo Integrado para Recuperação
de Diferentes Produtos na Indústria do Queijo
Processo Integrado para Recuperação
de Diferentes Produtos na Indústria do Queijo
Remoção de finos por filtração Ultrafiltração de 10 000 Da Remoção de gordura por centrifugação (93%) Remoção de finos por filtração Nanofiltração de 300 Da Remoção de gordura por centrifugação Concentrado proteico Produto 1 Concentrado de lactose, aminoácidos livres e alguns sais bivalentes Produto 2
Matéria gorda para produção de manteiga Produto 3 Finos Finos Sorelho Lactosoro Lactosoro sem finos Sorelho sem finos Lactosoro desnatado Sorelho desnatado Água, lactose, sais minerais e aminoácidos livres Água, lactose (efluente depurado para
UF
leite
leite
Leite concentrado
para produção eficiente de queijo.
Aumento de rendimento ~ 15%
Leite concentrado
para produção eficiente de queijo.
Aumento de rendimento ~ 15%
Permeado com baixo teor de CQO
Permeado com baixo teor de CQO
Concentração de leite de ovelha por
ultrafiltração
UF
soro de queijo
soro de queijo
Permeado rico em lactose e sais
Permeado rico em lactose e sais
soro de
queijo em pó
soro de
queijo em pó
Soro de queijo concentrado para produção eficiente de requeijão.
- Aumento de rendimento ~ 15%
Soro de queijo concentrado para produção eficiente de requeijão.
- Aumento de rendimento ~ 15%
Concentração de soro de queijo de
ovelha por ultrafiltração
Spray dryer
leite de ovelha
leite de ovelha
Fraccionamento de leite de ovelha por
processos de membrana
UF
NF
leite de ovelha concentrado
leite de ovelha concentrado
concentrado rico em lactose
concentrado rico em lactose
sais concentrados sais concentrados água pura água pura volume (l) 200 171 108 50 CBO (ppm) CQO (ppm) % red. CQO 15000 22600 700 56 38000 57000 2150 98 33 ---- 94 95
OI
Análise económica da ultrafiltração
do leite de ovelha
Capacidade: 1000 l/dia
Tempo de operação diário: 4 h
Dias de operação por ano: 330
Fluxo médio: 50 l/m2h
Factor de concentração: 4
Área de membrana: 3.8 m2
Investimento (2000 €/m2): 7 600 €
Vida útil: 10 anos
Custo de manutenção anual
(5% do investimento): 380 €
Custo capital 2.3 € / m3
Custo energético 0.5 €/m3
Custo de manutenção 1.1 € / m3
Casos de Estudo
Casos de Estudo
Coqueria
Coqueria
Corti
Corti
ç
ç
a
a
Curtumes
Curtumes
Caracterização Físico-Química
Caracterização Físico-Química
Parâmetro
Valor
TOC (mg C/l)
501.2
Conductividade (mS/cm)
27.3
Cor (Hazen unit)
248.6
pH
9.4
Amoniaco (g/l)
7.1 - 8.7
Fenol (mg/l)
85 - 151
Cianetos (mg/l)
85 - 185
Alto conteúdo em amoniaco contaminação com fenol e cianetos
Efluente de uma Coqueria
Efluente de uma Coqueria
Efluente de uma Coqueria
Processo integrado Nanofiltração/Destilação
A falta de tecnologia adequada ao tratamento da mistura
complexa das águas amoniacais leva a:
•
Fraccionamento da mistura complexa das águas
amoniacais (amoniaco, fenois e cianetos) e confinação
de compostos altamente poluentes em correntes
individualizadas
•
Aplicação de tratamentos especifícos para poluentes
prioritários
Processo de Tratamento Presente NH3, CN -Fenol Coluna de Stripping Águas Amoniacais NH4+: 7.1-8.7 g/l CN-: 75 – 276 mg/l Fenol: 85-185 mg/l Qcirc: 16 m3/h NH4+: 0.004 -1.3 g/l CN-: 7.4 – 9.6 mg/l Fenol: 13-148 mg/l Qcirc: 17.9 m3/h
Novo Processo de Tratamento
NF Processo Destrutivo Cianetos Fenol Águas Amoniacais NH3 Coluna de Stripping Processo Destrutivo
Processo Integrado
Processo Integrado
TR=40%Variação das Concentrações de Amoniaco,
Fenol e Cianetos na Corrente de Concentrado
com a TR
Condições Operatórias: T = 25ºC, P = 30 bar, Qcirc = 9.2 l/min
Variação das Concentrações de Amoniaco,
Fenol e Cianetos na Corrente de Concentrado
com a TR
Condições Operatórias: T = 25ºC, P = 30 bar, Qcirc = 9.2 l/min
•
A remoção máxima de
cianetos na corrente de
concentrado verifica-se para
TR= 40%
0 2 4 6 8 10 12 14 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% TR C on c. ( g/ l) : A m ón ia 0 50 100 150 200 250 300 350 400 C on c. (m g/l ): F en ol, C ia n et oEconomia de Energia
Economia de Energia
y = -2950.7x + 2999.6 R2 = 1.000 0 1000 2000 3000 4000 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% TR C on su m o d e V ap or ( k g/ h )
Para uma TR de
Para uma TR de
40%, verifica
40%, verifica
-
-
se
se
uma economia
uma economia
de vapor de
de vapor de
cerca de 1200
cerca de 1200
kg/h a que
kg/h a que
correspondem
correspondem
140 000
140 000
€
€
/Ano
/Ano
Custos de InvestimentoCustos de Investimento
Bombas + Inst. ElBombas + Inst. Elééctrica.ctrica. 1980319803
MMóódulos + Instaladulos + Instalaççãoão 2970029700
MembranasMembranas 1014210142
Total (EURO)Total (EURO) 5964559645
Custo Anualizado do capital Custo Anualizado do capital 0.2560.256
(EURO/m3 permeado)(EURO/m3 permeado)
Avaliação Tecno-Económica
Avaliação Tecno-Económica
Custos de OperaCustos de Operaççãoão
ElectricidadeElectricidade 0.1610.161
SubstituiSubstituiçção de Membranasão de Membranas 0.1010.101
QuQuíímicosmicos 0.0930.093
MãoMão--dede--obra obra 0.0500.050
ManutenManutençção (2% do Inv.)ão (2% do Inv.) 0.0210.021
Total (EURO/m3 permeado)Total (EURO/m3 permeado) 0.4270.427
Capacidade da instalaCapacidade da instalaçção: 384 m3 efluente/diaão: 384 m3 efluente/dia
CondiCondiçções Operatões Operatóóriasrias: T = 25: T = 25ººC; Pressão (bar) = 30; Eficiência das bombas C; Pressão (bar) = 30; Eficiência das bombas -- 70%70%
CONCLUSÕES
CONCLUSÕES
Processo integrado Nanofiltração/Destilação
•
Fraccionamento da mistura complexa de compostos
altamente poluentes (amoniaco, fenois e cianetos) em
correntes que sofrerão posteriormente tratamento
específico
Melhoramento da tratabilidade das águas amoniacais
•
Redução da carga alimentada à coluna de destilação =>
redução do consumo de vapor
Poupança de Energia
Caracterização Físico-Química
Caracterização Físico-Química
Parâmetro
Valor
pH
4.9
TOC (mg C/L)
3350
Tamanho de Partíclula (nm)
383.0
Polifenóis Totais (g/L acido galico) 0.958
Potencial-Zeta (mV)
-13.2
Parâmetro
Valor
pH
4.9
TOC (mg C/L)
3350
Tamanho de Partíclula (nm)
383.0
Polifenóis Totais (g/L acido galico) 0.958
Potencial-Zeta (mV)
-13.2
Alto teor em carga orgânica, nomeadamente taninos
Alto teor em carga orgânica, nomeadamente taninos
Efluente da Indústria do Processamento
da Cortiça
Efluente da Indústria do Processamento
da Cortiça
Efluente da Indústria do Processamento
da Cortiça
Efluente da Indústria do Processamento
da Cortiça
Tratamento das
Tratamento das
á
á
guas de cozedura da corti
guas de cozedura da corti
ç
ç
a por
a por
ultrafiltra
ultrafiltra
ç
ç
ão
ão
Integra
Integra
ç
ç
ão da tecnologia de membranas ap
ão da tecnologia de membranas ap
ó
ó
s os tanques
s os tanques
de cozedura
de cozedura
Concentra
Concentra
ç
ç
ão da mat
ão da mat
é
é
ria orgânica (taninos e
ria orgânica (taninos e
polifen
polifen
ó
ó
is
is
, ...)
, ...)
Reciclagem de
Reciclagem de
á
á
gua no processo
gua no processo
Tratamento das águas residuais da indústria
de processamento da cortiça por ultrafiltração
Tratamento das águas residuais da indústria
de processamento da cortiça por ultrafiltração
Tanque de Cozedura
Reciclagem de Água- Permeado
Concentrado enriquecido em taninos
Tratamento das águas residuais da indústria
de processamento da cortiça por ultrafiltração
Tratamento das águas residuais da indústria
de processamento da cortiça por ultrafiltração
Tanque de Cozedura
Reciclagem de Água- Permeado
Concentrado enriquecido em taninos
(indústrias dos curtumes, aglomerados de madeira, ...
Pré-tratamentos: Coagulação, Floculação, flotação
Processo integrado -> aumento dos fluxos de permeação
Optimização de Ultrafiltração/Nanofiltração
através de
Floculação/Flotação
Membrane: TS60 0 1 2 3 4 5 6 7 8 0 1 2 3 4 Pressure (bar) Jv ( k g/ h /m 2 ) not treated treated effluent Membrane: CA1 0 5 10 15 20 25 30 0 1 2 3 4 Pressure (bar) Jv ( k g/ h /m 2) not treated treated effluent Membrane: CA2 0 10 20 30 40 50 60 70 0 1 2 3 4 Pressure (bar) Jv ( kg /h /m 2 ) not treated treated effluent Membranas de UF/NF Área de Membrana = 13.2 cm2 Condições de Operação T = 25ºC, Qcirc.= 33.5 L/hOptimização de Ultrafiltração/Nanofiltração
através de
Ozonização
Membranas de UF/NF Área de Membrana = 13.2 cm2 Condições de Operação T = 25ºC, Qcirc.= 33.5 L/h Membrane: TS60 0 2 4 6 8 10 12 0 1 2 3 4 5 Pressure (bar) Jv ( k g/ h /m 2 ) 100 l/h 200 l/h 100 l/h ozon. 200 l/h ozon. Membrane: CA1 0 5 10 15 20 25 30 35 0 1 2 3 4 5 Pressure (bar) Jv ( k g/ h /m 2 ) 100 l/h 200 l/h 100 l/h ozon. 200 l/h ozon. Membrane: CA2 0 5 10 15 20 25 30 35 40 0 1 2 3 4 5 Pressure (bar) Jv ( k g/ h /m 2 ) 100 l/h 200 l/h 100 l/h ozon. 200 l/h ozon. Membrane: CA3 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 0 1 2 3 4 5 Pressure (bar) Jv ( k g/ h /m 2 ) 100 l/h 200 l/h 100 l/h ozon. 200 l/h ozon. Membrane: CA4 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 0 1 2 3 4 5 Pressure (bar) Jv ( k g/ h /m 2 ) 100 l/h 200 l/h 100 l/h ozon. 200 l/h ozon.CONCLUSÕES
CONCLUSÕES
Tratamento das
Tratamento das
á
á
guas de cozedura da corti
guas de cozedura da corti
ç
ç
a por ultrafiltra
a por ultrafiltra
ç
ç
ão
ão
Utiliza
Utiliza
ç
ç
ão de pr
ão de pr
é
é
-
-
tratamentos para aumento de produtividade de
tratamentos para aumento de produtividade de
UF/NF
UF/NF
Reaproveitamento de concentrados da ultrafiltra
Reaproveitamento de concentrados da ultrafiltra
ç
ç
ão, enriquecidos em
ão, enriquecidos em
taninos, para as ind
taninos, para as ind
ú
ú
strias de corti
strias de corti
ç
ç
a, aglomerados, curtumes,
a, aglomerados, curtumes,
etc
etc
Reciclagem de
Reciclagem de
á
á
gua no processo
gua no processo
Ultrafiltração/Nanofiltração no Tratamento
Terciário de Efluentes da Indústria de Curtumes
Ultrafiltra
Ultrafiltra
ç
ç
ão/Nanofiltra
ão/Nanofiltra
ç
ç
ão
ão
no
no
Tratamento
Tratamento
Terci
Terci
á
á
rio
rio
de
de
Efluentes
Efluentes
da
da
Ind
Ind
ú
ú
stria
stria
de
de
Curtumes
Curtumes
Leather industry
Leather industry
→
→
large volumes of wastewater with a high
large volumes of wastewater with a high
organic/inorganic charge
organic/inorganic charge
End of pipe wastewater + effluent coming from the secondary biol
End of pipe wastewater + effluent coming from the secondary biol
ogical
ogical
treatment
treatment
→
→
still an environmental concern.
still an environmental concern.
Currently secondary treatment faces serious techno
Currently secondary treatment faces serious techno
-
-
economical problems
economical problems
to meet regulatory standards for discharge. To achieve the stand
to meet regulatory standards for discharge. To achieve the stand
ards of
ards of
process water is a more challenging task.
Caracterização Físico-Química
Caracterização Físico-Química
Efluente da Indústria de Curtumes
pós-tratamento secundário
Efluente da Indústria de Curtumes
pós-tratamento secundário
1
1
–
–
12
12
mS
mS
cm
cm
--11Conductivity
Conductivity
20
20
-
-
250 mg L
250 mg L
--11Ammonium nitrogen
Ammonium nitrogen
20
20
-
-
300 mg L
300 mg L
--11Total nitrogen
Total nitrogen
100
100
-
-
400 mg O
400 mg O
22L
L
--11COD
COD
Concentration
Concentration
Parameter
Parameter
Tratamento Terciário por Nanofiltração
e Recuperação de Água de Processo
Tratamento Terciário por Nanofiltração
e Recuperação de Água de Processo
Feed Water
Leather Processing Industry
Conventional Wastewater Treatment Nanofiltration
Retentate Stream Permeate Stream
ED AOP
Organic/inorganic mixture
Process Water Process Water