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Indicadores Económicos & Financeiros

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Academic year: 2021

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Banco de Cabo Verde

Indicadores Económicos & Financeiros

Janeiro 2019

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BANCO DE CABO VERDE

Departamento de Estudos Económicos e Estatísticas Avenida Amílcar Cabral, 27 CP 7600-101 - Praia - Cabo Verde Tel: +238 2607000 / Fax: +238 2607197 http://www.bcv.cv

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Índice Síntese de Conjuntura

Indicadores Económicos e Financeiros Internacionais

Indicadores Selecionados de Enquadramento Externo da Economia Nacional (síntese gráfica) ... 7

Cenário Macroeconómico Global ... 8

Contas Nacionais dos Principais Parceiros Económicos do País ... 9

Indicadores de Atividade, Mercado de Trabalho e Inflação da Área do Euro ... 10

Indicadores Monetários e Financeiros da Área do Euro ... 11

Indicadores de Atividade, Mercado de Trabalho e Inflação dos EUA ... 12

Indicadores de Atividade, Mercado de Trabalho e Inflação do Reino Unido ... 13

Indicadores Económicos e Financeiros Nacionais Indicadores Macro-Financeiros selecionados (síntese gráfica) ... 15

Indicadores de Atividade e Inflação ... 16

Indicadores do Sector Externo ... 17

Indicadores Monetários e Financeiros ... 18

Indicadores Prudenciais ... 19

Indicadores das Finanças Públicas ... 20

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Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

1

Estatísticas e indicadores disponíveis mostram que o enquadramento externo da economia nacional foi menos favorável em 2018.

As estimativas preliminares do Fundo Monetário Internacional (FMI) sugerem que a economia da Área do Euro cresceu 1,8 por cento em 2018, que compara ao crescimento de 2,4 por cento estimado para 2017. A moderação do crescimento do principal parceiro do país terá refletido a redução dos contributos do consumo privado, investimento e exportações, conforme sugerem as estimativas do Eurostat para os primeiros três trimestres do ano, bem como a contínua desaceleração das vendas no comércio a retalho e a contração do índice de produção industrial (para o valor mais baixo dos últimos seis anos) no quarto trimestre.1

A performance económica dos EUA, entretanto, continuou a fortalecer-se. Depois de ter atingido 2,2 por cento em 2017, o crescimento do PIB dos EUA acelerou para 2,9 por cento, de acordo com as estimativas do FMI, impulsionado, em larga medida, por políticas orçamental e comercial em curso, que resultaram num aumento sustentado das contribuições do consumo público, das exportações e do investimento.2

O Reino Unido continuou a apresentar a mais fraca performance do grupo dos principais parceiros do país, crescendo 1,4 por cento, de acordo com o FMI, reflexo do processo das negociações para a efetivação do Brexit e do seu impacto nas decisões dos agentes económicos.3 De notar, não obstante, alguma tendência recente de recuperação do crescimento, no terceiro trimestre sobretudo, estimulado pela dinâmica do consumo privado.4

As condições do mercado de trabalho nos principais parceiros do país continuaram a melhorar, com as taxas de desemprego na Área do Euro e nos EUA a fixaram-se em novembro e dezembro, respetivamente, em 7,9 e 3,9 por cento, valores inferiores aos registados em período homólogo em 0,8 e 0,2 pontos percentuais. No Reino Unido, a taxa de desemprego fixou-se nos 4,1 por cento em outubro, menos 0,2 pontos percentuais que o registado em período homólogo. O aumento sustentado da oferta de trabalho, combinado com a redução consistente do desemprego, tem pressionado no sentido ascendente os salários, que registaram aumentos médios, em 2018, na ordem dos três por cento nos EUA e Reino Unido e dos dois por cento na Área do Euro.

1 As estimativas de dezembro apontam para um crescimento homólogo do PIB da Área do Euro no terceiro

trimestre de 1,6 por cento, corrigindo em baixa das estimativas de outubro em 0,2 pontos percentuais. No terceiro trimestre de 2017, o PIB da Área do Euro registou um crescimento homólogo de 2,8 por cento.

2 A economia dos EUA registou no terceiro trimestre de 2018, de acordo com as estimativas revistas em dezembro,

um crescimento homólogo de 3,0 por cento, mais 0,7 pontos percentuais que o crescimento do período homólogo.

3 O processo de Brexit tem penalizado fortemente as exportações e os investimentos, que até o terceiro trimestre

registaram abrandamentos no crescimento, face ao mesmo período do ano anterior, na ordem dos sete e três pontos percentuais, respetivamente.

4 De notar que as vendas no comércio a retalho fortaleceram-se em outubro e novembro, crescendo em termos

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Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

2 A confiança dos empresários e consumidores dos parceiros do país, contudo, registou uma deterioração generalizada no quarto trimestre (tanto face ao terceiro trimestre como em termos homólogos), justificada por expetativas menos otimistas sobre o desempenho económico, fomentadas pelo agravamento das tensões comerciais entre os EUA e seus parceiros, pelas incertezas acrescidas sobre um acordo, menos prejudicial para ambas as partes, para a saída do Reino Unido da União Europeia e pelo shutdown do governo dos EUA. A deterioração do sentimento dos agentes económicos também contribuiu para a queda da cotação de ativos financeiros no final do ano passado e inícios do corrente ano e terá, em consequência, influenciado a decisão por uma abordagem mais cautelosa na normalização das políticas monetárias do Federal Reserve (FED) e do Banco Central Europeu (BCE). Refira-se que o FED, após ter aumentado a fed funds rate para o intervalo 2,25-2,50 por cento em dezembro, aventou a adoção de uma política mais gradual de subida de juros em 2019 e 2020, enquanto o BCE reiterou que a sua política continuará notadamente acomodatícia e que não deverá subir as suas taxas de referência antes do próximo verão.

As pressões inflacionistas nos principais mercados fornecedores do país tenderam a abrandar, com a contenção dos preços das matérias-primas. As taxas de inflação homóloga na Área do Euro e nos EUA fixaram-se, respetivamente, em 1,6 e 1,9 por cento em dezembro, que compara às taxas de 1,4 e 2,1 registadas em período homólogo e de 2,7 e 2,1 observadas em setembro de 2018.

O preço médio do barril de brent situou-se em 58,2 dólares dos EUA em dezembro, valor inferior ao registado em dezembro de 2017 em 4,4 dólares. No quarto trimestre o preço do petróleo nos mercados internacionais registou um aumento mais comedido (na ordem dos 13 por cento em termos homólogos, que compara a média de 36 por cento registado até o terceiro trimestre), em função do alargamento da produção por parte dos EUA, assim como da OPEP e da Rússia, da isenção da exportação de petróleo do conjunto de sanções impostas pelos EUA ao Irão e do reforço de expetativas menos otimistas quanto à evolução da procura global. Em termos anuais, o preço do barril de brent aumentou 26,4 por cento, com a contenção da oferta pelos maiores produtores e o impacto das tensões comerciais entre os EUA e a China.

Os preços de metais e das matérias-primas agrícolas também registaram uma redução no último trimestre do ano. Refira-se que, o food price index da FAO decresceu 6,7 por cento no período e 3,5 por cento em termos anuais, pressionado pela elevada disponibilidade, para exportação, de carnes, produtos lácteos, açúcar e óleos vegetais.

No mercado monetário de maior relevância para Cabo Verde, as taxas de juro tenderam a aumentar. As taxas Euribor a três, seis e doze meses fixaramse, respetivamente, em 0,31, -0,24 e -0,13 por cento em dezembro ( -0,33, -0,27 e -0,19 por cento em período homólogo), em alguma medida, influenciadas pelo término, em dezembro, conforme programado, do segundo programa de quantitative easing do BCE.

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Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

3 Nos mercados cambiais, em dezembro, em termos homólogos, o euro, moeda à qual o escudo cabo-verdiano está indexado, depreciou-se 0,4 por cento em termos efetivos nominais e 3,8 por cento face ao dólar dos EUA. Em termos médios anuais, entretanto, o EUR apreciou-se 4,6 e 2,5 por cento, respetivamente, relativamente ao USD e em termos efetivos nominais.

Estimativas e indicadores disponíveis sugerem um bom desempenho da economia nacional em 2018.

De acordo com as estimativas trimestrais das contas nacionais do Instituto Nacional de Estatísticas, depois de ter registado crescimentos homólogos de 3,5 e 5,9 por cento no primeiro e segundo trimestres do ano, o produto interno bruto a preços encadeados cresceu 5,0 por cento em termos homólogos no terceiro trimestre, impulsionado, sobretudo, pelos desempenhos, do lado da oferta, de impostos líquidos de subsídios, comércio e indústria transformadora.5 Do lado da procura, o crescimento no terceiro trimestre teve como determinantes as exportações, o consumo privado e o investimento. Refira-se à assinalável recuperação do investimento, que cresceu oito por cento depois de uma contração de nove por cento em período homólogo, bem como ao contributo negativo das exportações líquidas para o crescimento, explicado pelo aumento das importações na ordem dos dez por cento. Para o quarto trimestre, face ao período homólogo, os indicadores disponíveis apontam para um abrandamento do ritmo de crescimento económico. Com efeito, o indicador da tendência da procura produzido pelo Banco de Cabo Verde sugere uma retração da formação bruta de capital fixo, determinada sobretudo pela acentuada redução das importações de materiais de transporte, um crescimento modesto das despesas de consumo final e, entretanto, uma evolução positiva das exportações líquidas, impulsionada pelo robusto crescimento das exportações acompanhado da queda das importações.

A evolução do indicador de clima económico corrobora a tendência de abrandamento do crescimento, em termos homólogos, no quarto trimestre, ao registar um valor inferior ao do período equivalente do ano de 2017. A contínua deterioração da confiança dos operadores da construção assim como o sentimento menos otimista dos empresários do turismo e da indústria justificam a performance menos conseguida do indicador.

A inflação média anual fixou-se em 1,3 por cento em dezembro de 2018, 0,5 pontos percentuais acima do registado em dezembro de 2017. A inflação homóloga, por sua vez, fixou-se em 0,9 por cento, sugerindo alguma contenção da pressão inflacionista no último mês do ano. Em termos médios anuais, o comportamento dos preços no consumidor refletiu, essencialmente, a inflação da componente energética e dos bens alimentares não transformados do Índice de Preços no Consumidor (IPC), efeito dos impactos diretos e

5 Todos os ramos com exceção de agricultura, construção, telecomunicações, serviços às empresas e alojamento e

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Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

4 indiretos do aumento dos preços do petróleo nos mercados internacionais e da redução da produção local de frescos.

Com efeito, o aumento dos preços internacionais das matérias-primas energéticas resultou no crescimento, em termos médios anuais, dos preços administrados de combustíveis, água, eletricidade e transporte coletivo urbano de passageiros, respetivamente, em 10,1, 3,8, 5,5 e 2,3 por cento. Por seu turno, em consequência do mau ano agrícola de 2017, a componente bens alimentares não transformados do IPC registou uma inflação média anual de 3,8 por cento e homóloga de 3,9 por cento (-0,8 e -1,8 por cento em dezembro de 2017, respetivamente).

A taxa média anual do núcleo da inflação (que expurga a tendência das componentes mais voláteis do índice de preços no consumidor, designadamente, os bens alimentares não transformados e energia) fixou-se nos 0,2 por cento em dezembro de 2018, 0,5 pontos percentuais abaixo do valor registado em período homólogo. O perfil descendente da inflação subjacente observado em 2018 corrobora a tendência de alguma contenção de pressões inflacionistas mais associadas ao comportamento (de moderação) da procura interna.

As estatísticas das contas externas apontam para uma deterioração da balança de pagamentos no terceiro trimestre de 2018. O défice da balança corrente aumentou 85 por cento em termos homólogos, em função, sobretudo, do crescimento das importações de bens, da redução das transferências oficiais e do aumento dos dividendos distribuídos aos investidores externos, respetivamente, em 18,2, 67,7 e 95,5 por cento. As receitas de viagens também tiveram um contributo negativo para a performance da balança corrente no período, ao decrescerem cerca de três por cento. As remessas dos emigrantes, ao contrário, aumentaram seis por cento, com o aumento das remessas em bens, porquanto as transferências em divisas reduziram dois por cento.

O excedente da balança de capital fixou-se nos 89,7 milhões de escudos, menos 227,7 milhões que o registado em período homólogo, em consequência da redução dos donativos de capital, com o término da execução do segundo compacto do Millenium Challenge Account.

A balança financeira registou um excedente de 1.811,6 milhões de escudos, que compara ao défice de 599,7 milhões de escudos do período homólogo, explicado sobretudo pela diminuição do stock da dívida pública externa e de influxos de investimento direto no país, respetivamente, em 963 e 190 milhões de escudos.

O aumento das necessidades de financiamento da economia aliado à diminuição dos influxos líquidos de financiamento resultou numa queda das reservas internacionais líquidas no trimestre na ordem dos 38 milhões de euros. O stock das reservas internacionais líquidas do país passou assim a garantir, a 30 de setembro, 5,4 meses das importações de bens e serviços projetadas para o ano.

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Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

5 Informações disponíveis sugerem, entretanto, uma assinalável recuperação das contas externas no quarto trimestre, com a acumulação das reservas internacionais líquidas, na ordem dos 18,7 milhões de euros, entre o terceiro e o quarto trimestre, a ser impulsionado, em boa medida, pela redução do défice comercial de bens e serviços.

A massa monetária, expressa pelo agregado M2, cresceu, em novembro, 5,2 por cento em termos homólogos e 1,8 por cento face a dezembro de 2017. O aumento relativamente contido da oferta monetária foi determinado pela moderação do crédito interno e queda das disponibilidades sobre o exterior.

Em novembro de 2018 face a dezembro de 2017, o crédito à economia e ao sector privado cresceram, respetivamente, 1,5 e 0,5 por cento, enquanto o crédito líquido ao sector público administrativo aumentou 4,5 por cento, com o aumento do crédito ao governo central (bruto) na ordem dos dez por cento.

No que se refere às disponibilidades líquidas sobre o exterior, a acumulação das reservas internacionais líquidas do país, em 2,5 por cento em novembro face a dezembro, foi insuficiente para compensar a redução dos ativos externos líquidos dos bancos e impedir a queda das disponibilidades líquidas sobre o exterior.

Em termos de componentes, o comportamento da massa monetária refletiu, principalmente, a contração dos passivos quase monetários, em particular dos depósitos a prazo e de poupança dos emigrantes e de divisas de residentes, respetivamente, em 1,6 e 15,4 por cento. De notar, igualmente, uma queda de oito por cento da moeda em circulação entre novembro e dezembro.

A taxa de juro média efetiva aplicada nos empréstimos bancários fixou-se em novembro em 10,48 por cento, valor superior às taxas registadas em novembro e dezembro de 2017 em 0,57 e 0,80 pontos percentuais, respetivamente. As taxas de juro passivas mantiveram a tendência decréscimo, reduzindo, em novembro, 0,41 e 0,32 pontos percentuais, respetivamente, em termos homólogos e face a dezembro de 2017.

As contas públicas apresentaram um saldo global negativo de 1.803,5 milhões de escudos no terceiro trimestre de 2018, que compara ao saldo positivo de 1.069,8 milhões de escudos do terceiro trimestre de 2017. O agravamento da situação orçamental foi determinado, sobretudo, pelo aumento de outras despesas correntes em 66,7 por cento, das transferências para as administrações públicas em 28,7 por cento, bem como pelo crescimento dos benefícios sociais, das aquisições de bens e serviços e das despesas com pessoal em 15,3, 12,0 e 3,1 por cento, respetivamente.

A execução dos eixos “reformas económicas estruturais”, “recentragem sectorial” e “capital humano” do programa de investimento público determinou a significativa recuperação das despesas com ativos não financeiros, que aumentaram 9,3 por cento, após terem registado uma queda de 16 por cento no trimestre anterior.

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Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

6 As receitas públicas aumentaram 3,1 por cento, por um lado, impulsionadas pelo contínuo aumento das receitas fiscais e das receitas provenientes de dividendos e da venda de bens e serviços (em 13,0 e 22,7 por cento, respetivamente) e, por outro, condicionadas pela queda dos donativos (em 69,6 por cento, que compara ao aumento de 113,9 por cento do período homólogo).

Num contexto de aumento das suas necessidades de financiamento, o stock da dívida bruta do Estado, excluindo os Títulos Consolidados de Mobilização Financeira, fixou-se, a 30 de setembro de 2018, em 218,1 mil milhões de escudos (216,9 mil milhões de escudos em junho 2018).

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Indicadores Económicos e Financeiros

Internacionais

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Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

7 Indicadores Selecionados de Enquadramento Externo da Economia Nacional (Síntese Gráfica)

Produto Interno Bruto

(taxa de variação homóloga) Taxa de Desemprego

Índices de Preços no Consumidor

(taxa de variação homóloga)

0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5 4,0 3 ªT 1 4 4 ªT 1 4 1 ªT 1 5 3 ªT 1 5 4 ªT 1 5 1 ªT 1 6 2 ªT 1 6 3 ªT 1 6 4 ªT 1 6 1 ªT 1 7 2 ªT 1 7 3 ªT 1 7 4 ªT 1 7 1 ªT 1 8 2 ªT 1 8 3 ªT 1 8 em p er ce n ta ge m EUA Área do Euro Reino Unido 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 7,0 8,0 9,0 10,0 11,0 12,0 13,0 d e z-1 4 m ar -1 5 ju n -1 5 se t-1 5 d e z-1 5 m ar -1 6 ju n -1 6 se t-1 6 d e z-1 6 m ar -1 7 ju n -1 7 se t-1 7 d e z-1 7 m ar -1 8 ju n -1 8 se t-1 8 d e z-1 8 em p er ce n ta ge m d a p o p u la çã o a ti va EUA Área do Euro Reino Unido -1,0 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 d e z-1 4 m ar -1 5 ju n -1 5 se t-1 5 d e z-1 5 m ar -1 6 ju n -1 6 se t-1 6 d e z-1 6 m ar -1 7 ju n -1 7 se t-1 7 d e z-1 7 m ar -1 8 ju n -1 8 se t-1 8 d e z-1 8 t. v. h . d o s p re ço s n o c o n su m id o r (% ) EUA Área do Euro Reino Unido EUR/USD (valor médio) Crude/Brent

(valor médio) Taxas de Juro de Referência

1,00 1,05 1,10 1,15 1,20 1,25 1,30 1,35 1,40 1,45 1,50 d e z-1 4 m ar -1 5 ju n -1 5 se t-1 5 d e z-1 5 m ar -1 6 ju n -1 6 se t-1 6 d e z-1 6 m ar -1 7 ju n -1 7 se t-1 7 d e z-1 7 m ar -1 8 ju n -1 8 se t-1 8 d e z-1 8 U SD 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 130 d e z-1 4 m ar -1 5 ju n -1 5 se t-1 5 d e z-1 5 m ar -1 6 ju n -1 6 se t-1 6 d e z-1 6 m ar -1 7 ju n -1 7 se t-1 7 d e z-1 7 m ar -1 8 ju n -1 8 se t-1 8 d e z-1 8 va lo r m éd io e m U SD Brent Crude 0,0 0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 1,2 1,4 1,6 1,8 2,0 2,2 2,4 d e z-1 4 m ar -1 5 ju n -1 5 se t-1 5 d e z-1 5 m ar -1 6 ju n -1 6 se t-1 6 d e z-1 6 m ar -1 7 ju n -1 7 se t-1 7 d e z-1 7 m ar -1 8 ju n -1 8 se t-1 8 d e z-1 8 em p er cc en ta ge m

BCE Refi Rate 0,00

FED Funds Rate 2,00 -2,50

UK Bank Rate 0,75

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Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

8 CENÁRIO MACROECONÓMICO GLOBAL

2015 2016 2017E 2018E 2019P 2020P 2018 2019 2020 Produto Mundial 3,5 3,3 3,8 3,7 3,5 3,6 0,0 -0,2 -0,1 Economias Avançadas 2,3 1,7 2,4 2,3 2,0 1,7 -0,1 -0,1 0,0 EUA 2,9 1,6 2,2 2,9 2,5 1,8 0,0 0,0 0,0 Área do Euro 2,1 1,9 2,4 1,8 1,6 1,7 -0,2 -0,3 0,0 Alemanha 1,5 2,2 2,5 1,5 1,3 1,6 -0,4 -0,6 0,0 França 1,0 1,1 2,3 1,5 1,5 1,6 -0,1 -0,1 0,0 Itália 1,0 0,9 1,6 1,0 0,6 0,9 -0,2 -0,4 0,0 Espanha 3,6 3,2 3,0 2,5 2,2 1,9 -0,2 0,0 0,0 Reino Unido 2,3 1,8 1,8 1,4 1,5 1,6 0,0 0,0 0,1 Japão 1,4 1,0 1,9 0,9 1,1 0,5 -0,2 0,2 0,2

Economias Emergentes e em Desenvolvimento 4,3 4,4 4,7 4,6 4,5 4,9 -0,1 -0,2 0,0

Brasil -3,5 -3,5 1,1 1,3 2,5 2,2 -0,1 0,1 -0,1

Rússia -2,5 -0,2 1,5 1,7 1,6 1,7 0,0 -0,2 -0,1

Índia 8,2 7,1 6,7 7,3 7,5 7,7 0,0 0,1 0,0

China 6,9 6,7 6,9 6,6 6,2 6,2 0,0 0,0 0,0

África Subsariana 3,3 1,4 2,9 2,9 3,5 3,6 -0,2 -0,3 -0,3

Comércio Internacional em volume (Bens e Serviços) 2,7 2,2 5,3 4,0 4,0 4,0 -0,2 0,0 -0,1 Preços de Matérias-Primas

Energéticos -47,2 -15,7 23,3 29,9 -14,1 -0,4 -1,5 -13,2 4,0

Não Energéticos -17,5 -1,5 6,4 1,9 -2,7 1,2 -0,8 -2,0 0,9

Fonte: Fundo Monetário Internacional. P - Projeções de Janeiro de 2019. E - Estimativas de Janeiro de 2019.

Crescimento Real do PIB em %

Diferença de Projeções de Outubro de 2018

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Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

9 CONTAS NACIONAIS DOS PRINCIPAIS PARCEIROS DO PAÍS

2º Tri 3º Tri 4º Tri 1º Tri 2º Tri 3º Tri

Área do Euro

Produto Interno Bruto (t.v.h.; %) 2,1 1,8 2,3 2,5 2,8 2,7 2,4 2,2 1,6

Consumo Privado 1,8 2,0 1,6 1,9 1,9 1,6 1,7 1,4 1,0

Consumo Público 1,3 1,8 1,2 1,1 1,3 1,2 1,0 1,1 0,9

Formação Bruta de Capital Fixo 3,3 4,6 3,5 3,7 2,4 2,5 3,5 3,0 3,1

Exportações 6,4 3,4 4,9 4,7 5,9 6,4 3,8 3,8 2,4

Importações 6,7 4,8 4,4 4,5 4,2 3,7 2,7 2,7 2,8

EUA

Produto Interno Bruto (t.v.h.; %) 2,9 1,5 2,2 2,1 2,3 2,5 2,6 2,9 3,0

Consumo Privado 3,6 2,7 2,8 2,5 2,4 2,7 2,4 2,6 2,9

Consumo Público 1,4 0,8 0,1 0,1 -0,4 0,1 0,7 1,3 2,2

Formação Bruta de Capital Fixo 5,2 -1,6 3,3 4,5 6,8 5,0 6,2 4,6 6,1

Exportações 0,4 -0,3 3,4 2,7 2,1 4,7 4,3 5,7 3,5

Importações 5,0 1,3 4,0 4,6 4,1 5,4 5,0 4,2 5,8

Reino Unido

Produto Interno Bruto (t.v.h.; %) 2,3 1,8 1,7 1,9 2,0 1,6 1,3 1,4 1,5

Consumo Privado 2,7 3,2 1,9 2,3 1,6 2,0 1,6 1,8 1,8

Consumo Público 1,4 0,8 -0,1 -0,1 0,0 0,0 0,8 0,0 -0,4

Formação Bruta de Capital Fixo 3,4 2,3 3,3 3,8 2,6 3,9 2,2 -0,5 -0,3

Exportações 4,4 1,0 5,7 4,7 10,2 3,5 2,1 -0,5 -1,3

Importações 5,5 3,3 3,2 5,1 2,5 1,8 0,7 -0,1 0,2

Fonte: Eurostat, US Department of Commerce (BEA) e Office for National Statistics (ONS). t.v.h.-Taxa de variação homóloga.

2016 2017

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Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

10 INDICADORES DE ATIVIDADE, MERCADO DE TRABALHO E INFLAÇÃO DA ÁREA DO EURO

Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

Indicadores de Atividade

Índice de Produção Industrial (t.v.h., %)1

Total (exclui construção) 2,1 1,5 3,1 3,6 2,7 3,2 1,9 2,9 2,5 0,4 1,1 0,6 1,2 -3,3

Bens Intermédios 1,0 1,8 4,1 5,2 2,6 1,7 1,0 2,7 1,9 0,0 -0,2 -0,4 -0,1 -3,0

Bens de Consumo 2,4 1,2 0,8 3,1 2,1 2,1 1,2 3,5 2,3 -0,2 3,6 1,1 0,8 -0,1

Bens de Investimento 3,5 1,8 3,8 8,5 2,0 3,0 4,3 4,2 5,0 1,7 1,8 2,2 3,7 -4,5

Vendas no Comércio a Retalho (t.v.h.,% 3,0 1,6 2,4 1,4 1,8 1,6 1,8 1,6 1,6 1,0 2,2 0,3 2,3 1,1

Indicadores de Confiança (v.c.s.)

Indicador de Sentimento Económico (índice 1990-2009 = 100) 103,9 104,3 110,7 114,9 114,3 112,8 112,7 112,5 112,3 112,1 111,6 110,9 109,7 109,5 107,3 Indicador de Confiança dos Consumidores (s.r.e.) -6,2 -7,8 -2,5 1,4 0,1 0,1 0,3 0,2 -0,6 -0,5 -1,9 -2,9 -2,7 -3,9 -6,2 Indicador de Confiança na Indústria (s.r.e.) -3,1 -2,7 4,8 9,7 8,8 7,0 7,3 6,9 6,9 5,8 5,6 4,7 3,0 3,4 1,1 Indicador de Confiança na Construção (s.r.e.) -22,5 -16,5 -4,0 4,7 4,2 5,2 4,6 7,1 5,6 5,4 6,4 8,3 7,9 7,9 7,2

Mercado de Trabalho

Taxa de desemprego (%) (v.c.s.) 10,9 10,0 9,1 8,7 8,6 8,5 8,4 8,2 8,2 8,1 8,0 8,0 8,0 7,9

Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC)

Taxa de variação homóloga (%) 0,0 0,2 1,5 1,3 1,1 1,3 1,3 1,9 2,0 2,1 2,0 2,1 2,2 1,9 1,6

Principais Agregados do IHPC (t.v.h.,%)

Bens -0,8 -0,4 1,7 1,4 1,0 1,2 1,4 2,1 2,5 2,8 2,6 2,7 2,8 2,5

Alimentares 1,0 0,9 1,8 1,9 1,0 2,1 2,4 2,5 2,7 2,5 2,4 2,6 2,2 2,0 1,8

Industriais -1,8 -1,1 1,6 1,0 1,0 0,7 0,9 1,8 2,4 2,9 2,7 2,8 3,1 2,7

dos quais: energéticos -6,8 -5,0 5,0 2,2 2,1 2,0 2,6 6,1 8,0 9,5 9,2 9,5 10,7 9,1 5,5

Serviços 1,20,0 1,10,0 1,40,0 1,20,0 1,30,0 1,50,0 1,00,0 0,01,6 0,01,3 0,01,4 0,01,3 0,01,3 0,01,5 0,01,3 1,30,0

Índice de Preços no Produtor - Indústria, excl. construção (t.v.h.,%) -2,7 -2,3 3,1 1,6 1,7 2,0 1,8 3,0 3,6 4,2 4,3 4,6 4,9 4,0

Fonte: Banco Central Europeu e Eurostat.

Notas: t.v.h.- taxa de variação homóloga; v.c.s.- valores corrigidos de sazonalidade; s.r.e. - saldo das respostas extremas; 1 Corrigido de variações no número de dias úteis.

2018 2016

(15)

Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

11 INDICADORES MONETÁRIOS E FINANCEIROS DA ÁREA DO EURO

Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

Taxas de Câmbio do Euro

Dólar dos EUA 1,110 1,107 1,129 1,220 1,235 1,234 1,228 1,181 1,168 1,168 1,155 1,166 1,148 1,137 1,138

Iene 134,3 120,2 126,7 135,3 133,3 130,9 132,2 129,6 128,5 130,2 128,2 130,5 129,6 128,8 127,9

Índice de taxa de câmbio nominal efetiva 1 91,7 94,4 96,5 99,4 99,6 99,7 99,5 98,1 97,9 99,2 99,0 99,5 98,9 98,3 98,4

Taxas de Juro (%)

Taxas de Intervenção do SEBC 2

Operações de refinanciamento 0,05 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Facilidade permanente de cedência de liquidez 0,30 0,25 0,25 0,25 0,25 0,25 0,25 0,25 0,25 0,25 0,25 0,25 0,25 0,25 0,25 Facilidade permanente de depósito -0,30 -0,40 -0,40 -0,40 -0,40 -0,40 -0,40 -0,40 -0,40 -0,40 -0,40 -0,40 -0,40 -0,40 -0,40 Mercado Monetário Interbancário 3

Overnight -0,11 -0,32 -0,36 -0,36 -0,36 -0,36 -0,37 -0,36 -0,36 -0,36 -0,36 -0,36 -0,37 -0,36 -0,36

Euribor a 1 mês -0,07 -0,34 -0,37 -0,37 -0,37 -0,37 -0,37 -0,37 -0,37 -0,37 -0,37 -0,37 -0,37 -0,37 -0,37 Euribor a 3 meses -0,02 -0,26 -0,33 -0,33 -0,33 -0,33 -0,33 -0,33 -0,32 -0,32 -0,32 -0,32 -0,32 -0,32 -0,31 Euribor a 6 meses 0,05 -0,16 -0,26 -0,27 -0,27 -0,27 -0,27 -0,27 -0,27 -0,27 -0,27 -0,27 -0,26 -0,26 -0,24 Euribor a 12 meses 0,17 -0,04 -0,15 -0,19 -0,19 -0,19 -0,19 -0,19 -0,18 -0,18 -0,17 -0,17 -0,15 -0,15 -0,13

Taxas de Rendibilidade das Obrigações de Dívida Pública (%) 3

10 anos 1,19 0,93 1,17 1,03 1,27 1,17 1,13 1,24 1,29 1,20 1,37 1,32 1,56 1,41 1,21

Mercados bolsistas

Índice Dow Jones Euro Stoxx alargado 4 356,3 321,6 376,9 398,4 380,6 375,9 383,3 392,3 383,4 383,8 382,5 376,4 359,3 351,3 335,2

Agregados monetários (em %, t.v.h.) 5

M3 4,6 4,9 4,9 4,6 4,3 3,7 3,8 4,0 4,4 4,0 3,5 3,6 3,9 3,7

Fonte: Banco Central Europeu e Eurostat.

2018

Notas:1ITCE-20; 1999-T1=100; Cálculo do BCE. Uma variação positiva representa uma apreciação. Em valores médios; 2 Sistema Europeu de Bancos Centrais 3 Em percentagem, valores médios; 4Em pontos, valores médios; 5As taxas de crescimento dos agreagados monetários são calculadas com base em stocks e fluxos ajustados, utilizando fluxos mensais corrigidos de sazonalidade e efeitos de calendário do fim do mês.

2016

(16)

Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

12 INDICADORES DE ATIVIDADE, MERCADO DE TRABALHO E INFLAÇÃO DOS EUA

Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

Indicadores de Atividade

Índice de Produção Industrial (t.v.h.,%) -0,7 -1,0 2,0 2,8 3,7 3,6 3,8 3,0 3,5 4,1 5,4 5,6 3,8 3,9

Vendas no Comércio a Retalho (t.v.h.,%) 2,6 2,9 4,7 3,9 4,5 5,1 4,8 6,4 6,1 6,6 6,4 4,0 4,8 4,2

Mercado de Trabalho

Taxa de Desemprego (%) 5,3 4,9 4,3 4,1 4,1 4,0 3,9 3,8 4,0 3,9 3,8 3,7 3,8 3,7 3,9

Inflação

Índice de Preços no Consumidor

Taxa de variação homóloga 2,1 2,2 2,4 2,5 2,8 2,9 2,9 2,7 2,3 2,5 2,2 1,9

Taxa de variação média anual 0,1 2,1 2,1 2,1 2,0 2,0 2,1 2,2 2,3 2,4 2,4 2,4 2,5 2,5 2,4

Índice de Preços no Consumidor Core (t.v.h.) 1,8 2,2 1,8 1,8 1,8 2,1 2,1 2,2 2,3 2,4 2,2 2,2 2,1 2,2 2,2

Índice de Preços no Produtor (t.v.h.,%) -0,9 1,7 2,6 2,6 2,8 2,9 2,7 3,1 3,3 3,4 3,0 2,6 2,9 2,5 2,5

Fonte: Federal Reserve Board of Governors; US Department of Labor.

Notas: t.v.h. - taxa de variação homóloga; Índice de Preços no Consumidor Core - exclui produtos alimentares e energia.

(17)

Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

13 INDICADORES DE ATIVIDADE, MERCADO DE TRABALHO E INFLAÇÃO DO REINO UNIDO

Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

Indicadores de Atividade

Índice de Produção Industrial (t.v.h.,%) 1,2 1,3 1,8 1,3 2,3 2,5 1,6 0,6 1,0 1,3 1,4 -0,4 -0,9 -1,5

Vendas no Comércio a Retalho (t.v.h.,%) 4,1 4,7 1,8 1,7 1,7 1,4 1,0 4,0 3,0 3,9 3,5 3,4 2,2 3,4

Mercado de Trabalho

Taxa de Desemprego (%) 5,4 4,9 4,5 4,3 4,2 4,2 4,2 4,2 4,0 4,0 4,0 4,1 4,1

Inflação

Índice de Preços no Consumidor

Taxa de variação homóloga 3,0 2,7 2,4 2,4 2,4 2,4 2,5 2,6 2,4 2,4 2,3 2,1

Taxa de variação média anual 0,1 0,6 2,7 2,8 2,8 2,8 2,8 2,8 2,7 2,7 2,7 2,7 2,6 2,5 2,5

Índice de Preços no Consumidor Core (t.v.h.) 1,1 1,3 2,4 2,7 2,4 2,3 2,1 2,1 1,9 1,9 2,1 1,9 1,9 1,8 1,9

Índice de Preços no Produtor (t.v.h.,%) -1,7 0,5 3,4 2,8 2,6 2,5 2,5 3,0 3,3 3,1 3,0 3,1 3,3 3,0 2,5

Fonte: Office for National Statistics.

Notas: t.v.h. - taxa de variação homóloga; Índice de Preços no Consumidor Core - exclui produtos alimentares e energia.

2018

(18)

Indicadores Económicos e Financeiros

Nacionais

(19)

Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

15 Indicadores Macro - Financeiros Selecionados (Síntese Gráfica)

Produto Interno Bruto a preços encadeados

(variação homóloga)

Indicadores de Consumo e Investimento Indicadores do Sector Externo

-2,0 -1,0 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 7,0 8,0 3 ªT 1 4 4 ªT 1 4 1 ªT 1 5 2 ªT 1 5 3 ªT 1 5 4 ªT 1 5 1 ªT 1 6 2 ªT 1 6 3 ªT 1 6 4 ªT 1 6 1 ªT 1 7 2 ªT 1 7 3 ªT 1 7 4 ªT 1 7 1 ªT 1 8 2 ªT 1 8 3 ªT 1 8 em p er ce n ta ge m 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 4 ªT 1 4 1 ªT 1 5 2 ªT 1 5 3 ªT 1 5 4 ªT 1 5 1 ªT 1 6 2 ªT 1 6 3 ªT 1 6 4 ªT 1 6 1 ªT 1 7 2 ªT 1 7 3 ªT 1 7 4 ªT 1 7 1 ªT 1 8 2 ªT 1 8 3 ªT 1 8 4 ªT 1 8 ín d ic e d e va lo r (t ri m es tr e/t ri m es tr e h o m ó lo go ) Investimento Consumo -10,0 -8,0 -6,0 -4,0 -2,0 0,0 2,0 4,0 6,0 3 ªT 1 4 4 ªT 1 4 1 ªT 1 5 2 ªT 1 5 3 ªT 1 5 4 ªT 1 5 1 ªT 1 6 2 ªT 1 6 3 ªT 1 6 4 ªT 1 6 1 ªT 1 7 2 ªT 1 7 3 ªT 1 7 4 ªT 1 7 1 ªT 1 8 2 ªT 1 8 3 ªT 1 8 e m p e rc e n ta g e m d o P IB Transferências

Unilaterais Comércio de Bens e Serviços

Rendimento

Balança Corrente

Indicadores Monetários

(variação homóloga) Taxas de Juro de Referência

Taxa de Juros de Operações Bancárias

(médias ponderadas) 2,00 4,00 6,00 8,00 10,00 12,00 -3,0 -2,0 -1,0 0,0 1,0 2,0 4 ªT 1 4 1 ªT 1 5 2 ªT 1 5 3 ªT 1 5 4 ªT 1 5 1 ªT 1 6 2 ªT 1 6 3 ªT 1 6 4 ªT 1 6 1 ªT 1 7 2 ªT 1 7 3 ªT 1 7 4 ªT 1 7 1 ªT 1 8 2 ªT 1 8 3 ªT 1 8 4 ªT 1 8 em p er ce n ta ge m em p er ce n ta ge m M Massa Monetária ( t.v.h. eixo dto.) Índice de Preço no Consumidor 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 d e z-1 4 m ar -1 5 ju n -1 5 se t-1 5 d e z-1 5 m ar -1 6 ju n -1 6 se t-1 6 d e z-1 6 m ar -1 7 ju n -1 7 se t-1 7 d e z-1 7 m ar -1 8 ju n -1 8 se t-1 8 d e z-1 8 em p er ce n ta ge m Taxa Diretora Bilhetes do Tesouro 91 dias

TRM a 14 dias 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 7,0 8,0 9,0 10,0 11,0 12,0 n o v-1 4 fe v-1 5 m ai-1 5 ag o -1 5 n o v-1 5 fe v-1 6 m ai-1 6 ag o -1 6 n o v-1 6 fe v-1 7 m ai-1 7 ag o -1 7 n o v-1 7 fe v-1 8 m ai-1 8 ag o -1 8 n o v-1 8 em p er ce n ta ge m Empréstimos Depósitos de Emigrantes (poupança e a prazo)

Depósitos de Poupança e a Prazo

(20)

Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

16 INDICADORES DE ATIVIDADE E INFLAÇÃO

3º Tri 4º Tri 1º Tri 2º Tri 3º Tri 4º Tri

Indicadores de Confiança (v.c.s.)

Indicador de Confiança dos Consumidores (s.r.e.) 5,8 7,0 9,5 8,0 11,0 12,0 13,0 11,0 Indicador de Clima Económico (índice 1990-2009 = 100) -13,3 -3,3 9,5 10,0 16,0 10,0 11,0 12,0 13,0

Indicador de Confiança na Indústria Transformadora (s.r.e.) 23,0 19,3 19,8 17,0 24,0 18,0 17,0 16,0 16,0 Indicador de Confiança na Construção (s.r.e.) -37,0 -43,5 -30,8 -33,0 -23,0 -31,0 -33,0 -36,0 -29,0 Indicador de Confiança no Comércio em Feira (s.r.e.) 5,8 9,0 11,0 14,0 3,0 6,0 10,0 6,0 4,0 Indicador de Confiança no Comércio em Estabelecimento (s.r.e.) -6,5 -0,5 3,5 3,0 8,0 12,0 14,0 16,0 14,0 Indicador de Confiança no Turismo (s.r.e.) -38,5 -6,8 22,8 30,0 28,0 19,0 21,0 25,0 17,0 Indicador de Confiança no Turismo Residencial (s.r.e.) -18,8 2,0 3,0 3,0 31,0 30,0 14,0 Indicador de Confiança nos Transportes (s.r.e.) -3,0 1,0 7,8 8,0 11,0 5,0 14,0 23,0 26,0

Índice de Preços no Consumidor (em %)

Taxa de variação homóloga 1,6 0,3 1,0 1,6 1,1 0,9

Taxa de variação média anual 0,1 -1,4 0,8 0,4 0,8 1,0 1,1 1,1 1,3

Principais Agregados (t.v.h.)

Bens -0,3 -1,9 1,0 2,0 0,3 1,1 1,2 0,6 0,6

Energéticos -13,7 -14,9 5,5 12,1 8,9 2,8 10,7 7,8 -0,6

Serviços 1,5 0,0 0,3 0,7 0,3 0,7 2,6 2,4 2,1

Agregados Especiais (t.v.h.)

IPC, exc. Energia e Alimentares não transformados 0,8 -0,2 0,7 0,8 0,0 0,2 0,5 0,0 0,5

IPC, exc. Educação, Saúde e Protecção social 0,0 -1,6 0,7 0,8 0,0 0,8 1,3 0,8 0,9

Bens e Serviços Administrados (t.v.h., %) -7,1 -8,3 3,6 8,3 5,3 2,2 6,0 3,3 0,3

Bens e Serviços não Administrados (t.v.h., %) 1,9 0,1 0,2 0,3 -0,7 0,8 0,7 0,7 1,2

Bens e Serviços transacionáveis (t.v.h., %) -0,7 -1,2 1,4 2,0 0,2 -0,5 0,9 -0,5 -0,7 Bens e Serviços não transacionáveis (t.v.h., %) 1,0 -1,6 0,2 1,2 0,4 2,5 2,3 2,8 2,7

Índice de Preços no Produtor - Oferta Turística (em %)

Taxa de variação homóloga de Preços da Oferta Turística 3,9 10,9 0,8 -0,3 2,3 2,5 0,8 1,5 -6,3

Fonte: Instituto Nacional de Estatística.

Nota: v.c.s. - valores corrigidos da sazonalidade; s.r.e. - saldo das respostas extremas.

As taxas de variação homóloga, anual dos principais agregados e dos agregados especiais do índice de preço no consumidor são taxas de fim de período dos períodos correspondentes.

(21)

Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

17 INDICADORES DO SECTOR EXTERNO

2º Tri 3º Tri 4º Tri 1º Tri 2º Tri 3º Tri

Comércio Internacional (em %)

Exportações de bens e serviços/PIB 41,3 43,9 46,5 39,8 44,4 51,4 52,9 47,8 46,6

Comércio Internacional de Bens e Serviços/ PIB 98,0 103,8 113,4 104,8 110,8 123,7 114,7 117,7 115,7

Quota de Mercado das Exportações 1 2,2 2,5 1,4

Indicador de Competitividade-Preço do País (t.v.h.) 2 1,8 1,5 0,8 -0,5 -0,5 0,2 -2,2 0,1 1,3

Produtividade e Tecnologia (em %)

Stock IDE/PIB 106,8 110,0 111,5

Stock IDE/Exportações de Bens e Serviços 258,4 250,4 239,8

Balança Tecnológica/PIB -3,6 -2,6 -3,4 -4,8 -2,2 -2,6 -3,0 -2,5 -3,6

Regalias de Direitos de Licença/PIB -0,5 -0,1 -0,3 -0,1 -0,3 -0,6 -0,8 -0,5 -0,5

Serviços de Assistência Técnica/PIB -0,6 -1,8 -2,1 -2,9 -1,3 -1,4 -1,1 -1,5 -1,4

Serviços de Investigação e Desenvolvimento/PIB -0,1 -0,1 -0,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0

Outros Serviços de Natureza Técnica/PIB -2,4 -0,6 -0,9 -1,7 -0,6 -0,6 -1,0 -0,6 -1,6

Financiamento e Sustentabilidade

Rendimento de Investimentos/Exportações de Bens e Serviços (%) 3 -8,9 -9,1 -8,2 -14,8 -7,5 -4,3 -3,0 -7,0 -8,6 Transferências Correntes e de Capital/Importações de Bens e Serviços (%) 30,1 28,1 26,3 23,0 30,1 25,1 22,9 26,9 21,8 dos quais:

Donativos/Importações de Bens e Serviços 7,9 5,7 6,7 4,1 7,7 6,9 4,0 6,5 2,1

Remessas de Emigrantes/Importações de Bens e Serviços 20,8 16,8 14,6 14,5 16,6 13,4 14,1 14,6 15,9 Stock da Dívida Externa de Cabo Verde/PIB (%) 102,0 102,8 102,1

dos quais: Stock da Dívida Externa Pública/PIB 94,8 96,1 93,3 Stock da Dívida Externa de Cabo Verde/Exportações de Bens e Serviços (%) 247,0 234,0 219,6 dos quais: Stock da Dívida Externa Pública/Exportações de Bens e Serviços 229,5 218,9 200,7

Serviço da Dívida Pública Externa/Exportações de Bens e Serviços (%) 6,4 6,0 6,2 6,2 7,5 4,1 4,5 7,3 7,7 Stock das Reservas Internacionais Líquidas/Serviço da Dívida Pública Externa 11,9 13,7 11,4

Stock das Reservas Internacionais Líquidas/Meses de Importações 4 6,7 7,2 5,9 5,8 5,6 5,9 5,9 5,8 5,4

Fonte: Banco de Cabo Verde.

2018

Nota: 1 A quota de mercado das exportações é o quociente entre o crescimento das exportações em volume e o crescimento da procura externa. Sendo a Área do Euro o principal parceiro comercial de Cabo Verde, foi considerado o crescimento real das suas importações como o proxy da procura externa dirigida a economia nacional.2 Corresponde à evolução da taxa de câmbio efetiva real do CVE com sinal contrário, pois um aumento da taxa de câmbio efetiva real sinaliza uma perda de competitividade-preço do país e vice-versa. 3 O rendimento de investimento inclui os rendimentos de investimento direto, de investimento em carteira e de outros investimentos. 4 Importações de bens e serviços projetadas para o ano.

2017

(22)

Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

18 PRINCIPAIS INDICADORES MONETÁRIOS E FINANCEIROS

Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

Taxas de Câmbio do CVE (valores médios)

USD 99,4 99,7 97,9 90,6 89,2 89,4 89,7 93,2 94,4 94,4 95,4 94,6 95,9 97,0 96,9

Libra 151,9 135,2 125,9 124,8 124,9 124,8 126,4 125,7 125,5 124,3 122,9 123,4 124,9 125,2 122,8 Índice de Taxa de Câmbio Efetiva Nominal (2001=100) 102,4 102,7 103,0 103,8 103,9 103,9 103,8 103,5 103,4 103,4 103,3 103,4 103,2 103,1 103,1 Índice de Taxa de Câmbio Efetiva Real (2015=100)1 131,8 129,7 128,7 130,2 130,2 129,3 128,8 127,7 128,3 129,0 128,3 128,1 128,0 128,1 127,7 Taxas de Juro do Banco de Cabo Verde 2

Taxa de Absorção de Liquidez 0,25 0,25 0,10 0,10 0,10 0,10 0,10 0,10 0,10 0,10 0,10 0,10 0,10 0,10 0,10 Taxa de Cedência de Liquidez 6,50 6,50 6,50 4,50 4,50 4,50 4,50 4,50 4,50 4,50 4,50 4,50 4,50 4,50 4,50 Taxas de Juro Efetivas Praticadas nas Operações de Crédito 3

91 a 180 dias 10,4 9,6 9,5 9,4 9,4 9,6 8,8 8,1 8,8 9,0 9,1 9,5 8,6 8,8

181 dias a 1 ano 8,7 8,7 7,4 6,8 6,8 6,7 7,1 7,3 8,9 7,5 10,2 10,3 7,8 10,1

Superior a 10 anos 8,8 8,6 8,7 8,6 8,6 8,6 8,6 8,6 8,5 8,5 8,5 8,5 8,1 8,4

Descoberto 16,6 16,7 16,5 16,5 16,7 16,2 16,8 15,8 16,7 15,5 16,5 16,0 16,5 16,7

Taxas de Juro Efetivas Praticadas nas Operações de Depósitos de Residentes 3

31 a 90 dias 2,9 2,6 2,5 2,0 2,1 1,9 1,8 1,7 2,1 2,2 2,0 1,9 1,4 1,6

91 a 180 dias 3,5 3,3 2,6 2,1 2,1 2,6 2,7 2,8 2,4 2,4 2,4 2,3 1,6 1,6

181 dias a 1 ano 4,3 3,9 3,4 2,8 2,7 2,6 2,6 2,6 2,6 2,5 2,5 2,5 2,5 2,4

1 a 2 anos 4,6 4,2 3,7 3,3 3,2 3,1 3,1 3,1 3,0 3,0 3,0 3,0 2,9 2,9

Taxas de Juro Efetivas Praticadas nas Operações de Depósitos de Emigrantes 3

31 a 90 dias 3,1 2,9 2,5 2,2 2,3 2,1 1,8 2,0 2,2 2,1 2,1 2,1 1,6 1,6

91 a 180 dias 3,8 3,5 2,7 2,2 2,2 2,2 2,2 2,2 2,2 2,4 2,4 2,6 2,1 2,1

181 dias a 1 ano 4,2 4,0 3,6 3,1 3,1 3,0 3,0 2,9 2,9 2,8 2,7 2,7 2,7 2,6

1 a 2 anos 4,8 4,4 3,7 3,1 3,1 2,9 2,9 2,9 2,9 2,9 2,8 2,8 2,8 2,7

Taxas de Juro dos Bilhetes do Tesouro 3

91 dias 0,99 0,60 0,73 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00

182 dias 1,15 0,64 0,63 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00

364 dias 4,50 4,50 3,63 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00

Agregados Monetários (t.v.h. em %, fim de período)

Ativo Externo Líquido 13,4 18,6 2,3 2,1 1,8 3,1 3,8 7,8 12,6 9,4 3,2 5,1 6,7 8,2

Reservas Internacionais Líquidas do Banco de Cabo Verde 7,8 19,4 -4,3 -1,7 -0,9 5,5 0,6 3,4 7,6 4,2 4,0 4,0 7,7 8,2

Ativo Interno Líquido 2,6 3,4 9,0 5,5 5,9 3,5 6,2 4,3 5,0 5,5 9,2 8,0 5,9 3,8

M2 5,9 8,4 6,6 4,3 4,5 3,3 5,4 5,5 7,4 6,8 7,2 7,0 6,1 5,2

M1 4,2 12,5 17,9 11,0 12,1 9,1 11,7 13,7 19,2 16,7 16,0 16,3 15,0 14,3

Agregados de Crédito Bancário (t.v.h. em %)

Crédito Interno Líquido 2,2 3,7 6,3 2,5 2,4 0,4 3,1 2,5 2,8 3,3 6,3 4,3 2,8 2,1

Crédito Líquido à Administração Pública 0,5 4,0 2,4 -1,6 -3,3 -4,6 -3,5 -8,1 -5,9 -1,9 11,2 4,9 0,8 0,2

Crédito à Economia 2,7 3,6 7,5 3,8 4,2 1,9 5,2 6,0 5,5 5,0 4,9 4,1 3,4 2,7

Empresas Públicas não Financeiras 275,4 6,1 28,2 32,0 31,5 29,6 31,0 54,0 56,6 52,3 56,8 42,2 43,3 22,5 Empresas Privadas, Mistas e Particulares 0,3 3,5 6,8 2,8 3,2 0,9 4,3 4,3 3,8 3,3 3,1 2,6 1,9 1,8 Depósitos Bancários (t.v.h. em %, fim de período)

Empresas Públicas 34,5 -6,6 153,7 124,3 93,7 84,4 97,7 95,1 100,1 129,2 110,2 121,3 147,3 9,1 Empresas Privadas e Particulares 4,9 12,2 7,0 3,5 4,5 3,2 6,4 7,2 10,7 9,4 10,5 10,0 7,9 8,6 Emigrantes 8,2 6,3 -13,0 -13,2 -13,3 -14,4 -14,7 -14,9 -15,4 -15,7 -15,9 -16,2 -15,4 -16,4 Fonte: Banco de Cabo Verde.

2018

Notas: P - Provisório; 1

A partir do mês de Março de 2015 o ano base do cálculo do Índice Harminizado do Preço do Consumidor da Área do Euro e do Índice de Preço do Reino Unido foi alterado, passando de 2007 para 2015. Em consequência, a série de janeiro a Dezembro de 2015 foi alisada de modo a permitir a comparabilidade com a serie anterior ; 2

Valores médios em percentagem; 3

médias ponderada em percentagem; 2015 2016 2017

(23)

Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019

19 PRINCIPAIS INDICADORES PRUDENCIAIS

2º Tri 3º Tri 4º Tri 1º Tri 2º Tri 3º Tri

Adequação de Capital (em %)

Rácio de Solvabilidade 16,1 15,5 17,3 17,1 17,0 17,3 18,4 18,3 18,1

TIER I/ Ativo Ponderado pelo Risco 14,8 15,5 16,4 15,9 15,8 16,4 17,4 17,3 17,8

Imparidade/TIER I 63,5 63,2 64,7 63,3 63,6 64,7 63,3 63,1 62,3

Qualidade dos Ativos (em % do Crédito Total)

Crédito com Imparidade 16,5 15,5 14,5 17,4 17,3 14,5 16,0 15,5 15,2

Credito Vencido1 13,3 14,2 13,2 14,5 14,6 13,2 13,7 13,6 13,4

Crédito em Risco 19,6 18,2 16,1 17,8 17,9 16,1 16,7 16,7 16,1

Imparidade/Crédito com Imparidade 54,4 58,3 64,1 51,8 51,7 64,1 59,2 60,2 61,4

Rentabilidade (em %)2

ROA (Rendibilidade dos Ativos) 0,36 0,29 0,44 0,24 0,37 0,44 0,19 0,42 0,64 ROE (Rendibilidade dos Capitais Próprios) 4,83 4,16 6,38 3,37 5,30 6,38 2,70 5,91 8,69 Margem Financeira / Produto Bancário 73,1 78,2 77,0 78,0 78,4 77,0 82,9 81,3 81,0

Liquidez (em %)

Rácio de Transformação 59,5 55,6 55,8 56,6 57,2 55,8 54,7 55,1 55,3

Ativo Líquido/Ativo Total 21,9 24,0 22,1 20,4 20,9 22,1 22,9 22,9 21,7

Ativo Líquido/Passivo Curto Prazo 26,8 28,5 26,6 24,4 25,4 26,6 27,4 27,3 25,8

Fonte: Banco de Cabo Verde.

2018

Nota:1 De acordo com a Circular n.º 150/2009, que define crédito vencido como sendo o com mais de 90 dias de atraso. 2Rendibilidades apuradas após impostos. Dados de fim de período.

2017 2017

(24)

Indicadores Económicos e Financeiros – Janeiro/2019 20 FINANÇAS PÚBLICAS Orçamentado milhões de CVE Executado em % Orçamentado milhões de CVE Executado em % Orçamentado milhões de CVE Executado

em % 2º Tri 3º Tri 4º Tri 1º Tri 2º Tri 3º Tri

Receitas Totais 44.447,7 94,1 50.355,2 85,8 50.537,3 97,7 14,5 17,4 14,3 0,5 5,7 3,1

Receitas Fiscais 32.666,0 116,3 34.937,8 112,4 37.407,5 115,6 9,4 10,1 11,2 6,7 11,0 11,3 Imposto s/ Valor Acrescentado (IVA) 12.020,0 93,9 13.014,5 92,1 14.247,0 93,8 10,2 10,0 11,5 5,8 10,7 13,6 Imposto Único s/ Rendimento (IUR) 9.284,0 103,0 10.503,7 95,9 11.589,9 97,5 6,6 10,4 12,1 9,3 18,1 11,4 Donativos 4.753,3 80,8 6.332,3 62,5 5.507,3 111,7 114,5 113,9 55,6 -49,3 -53,6 -69,6

Despesas Correntes 43.913,4 93,5 49.614,2 88,7 48.780,4 92,8 -2,3 2,0 2,8 1,1 13,7 11,4

Despesas com pessoal 18.759,4 90,9 20.380,1 89,6 20.724,0 89,7 0,3 6,0 1,9 1,4 5,4 3,1 Aquisição de bens e serviços 8.588,3 79,2 9.810,5 69,0 8.985,9 72,4 -11,6 -3,0 -3,9 34,0 20,4 12,0 Juros da dívida 4.185,4 98,8 4.261,0 99,1 4.709,0 96,0 4,4 4,8 7,1 -17,8 -0,1 1,7 Transferências 5.185,7 91,7 6.265,2 78,3 6.078,4 96,7 -7,3 -7,0 19,9 22,9 21,6 23,9 Beneficios sociais 4.119,3 114,8 5.102,4 100,9 5.475,7 101,2 4,4 5,3 7,6 14,1 15,0 15,3

Ativos Não Financeiros 13.300,1 51,5 9.809,2 51,0 7.883,2 120,5 -24,6 -2,9 89,8 -17,6 -9,8 13,6

Saldo Global -12.637,5 47,9 -8.932,7 64,9 -5.642,8 95,0 122,1 129,5 7,5 -2,2 196,1 268,9

Saldo Corrente -4.219,0 72,4 -5.591,3 85,0 -3.750,4 53,8 92,1 95,6 57,5 363,9 -133,0 451,4

Fonte: Ministério das Finanças e do Planeamento.

Tratando-se de valores acumulados, as taxas de variação homóloga referentes ao 4º trimestre são iguais aos valores do ano. P - Dados provisórios sujeitos a revisão.

2015 2016 2017 2017P 2018P

(25)

Indicadores Económicos e Financeiros

21

Nota Técnica

O Boletim de Indicadores Económicos e Finan-ceiros agrega um conjunto de estatísticas e indicadores que possibilitam um acompanha-mento dinâmico da realidade macroeconómica do país.

A avaliação da conjuntura macroeconómica apresentada em síntese, resulta do acompa-nhamento de indicadores quantitativos produ-zidos pelo Banco de Cabo Verde (BCV), com base em estatísticas do BCV, complementadas por estatísticas das finanças públicas e por indicadores produzidos pelo Instituto Nacional de Estatística (conjuntura nos diversos sectores económicos, indicador de confiança no consu-midor, índice de preços no consuconsu-midor, entre outros). As estatísticas das finanças públicas, compiladas pelo Ministério das Finanças e do Planeamento, bem como as estatísticas do sector externo e as estatísticas monetárias, financeiras e cambiais são fundamentais para a análise da conjuntura. Igualmente, sendo Cabo Verde uma pequena economia aberta, na avali-ação da conjuntura é imprescindível a análise dos impactos na economia nacional da evolu-ção dos principais indicadores económicos e financeiros dos parceiros económicos do país, bem como da evolução dos preços internacio-nais de matérias-primas energéticas e não energéticas.

Os indicadores quantitativos construídos pelo BCV baseiam-se em estatísticas mensalmente disponíveis e significativamente correlaciona-das com as componentes da procura e da ofer-ta do produto interno bruto.

Do lado da procura compreendem:

1. Indicador de Consumo: construído com base nas importações de bens de consumo duradouros e não duradouros, disponibili-zados pelas Alfândegas. Para inferir a ten-dência de evolução do consumo privado também analisa-se a evolução das remes-sas dos emigrantes, das transferências do Estado para as famílias e da inflação, prin-cipais fontes de rendimento disponível real das famílias. Ainda, analisa-se o crédito

concedido às famílias para consumo e a evolução do índice das vendas no comércio a retalho e do indicador da confiança do consumidor.1 Estes dois últimos

indicado-res são produzidos trimestralmente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). No caso do consumo público são tidas em linha de conta as despesas de funciona-mento do Governo Central (pagafunciona-mento de salários e segurança social dos funcionários públicos, a aquisição de bens e serviços, e o pagamento de juros da dívida).

2. Indicador de Formação Bruta de Capital Fixo é construído com base nas importa-ções de bens de construção, de equipa-mentos, de máquinas e materiais de trans-porte (aviões, barcos, autocarros, camiões, motores…). A análise da tendência da for-mação bruta de capital fixo é complemen-tada pela evolução do crédito às empresas e do crédito para construção/aquisição de habitação às famílias, bem como pela evo-lução do investimento directo estrangeiro (informação das estatísticas da balança de pagamentos).

Os investimentos do Governo Central são separados de outros sectores, a partir da análise da evolução das despesas com a aquisição de activos fixos pelo Governo. 3. Indicador de Procura Externa Líquida,

agrega as exportações de mercadorias e as receitas de turismo captadas pelo sistema bancário (resultantes de: aquisição de mo-eda nacional por turistas nos balcões dos bancos, pagamento de bens e serviços pe-los turistas com cartão de crédito e saques de notas nacionais pelos turistas nas caixas automáticas), subtraindo o valor das im-portações.2

1Os rendimentos de trabalho e de empresas e proprieda-des são duas importantes variáveis do rendimento disponí-vel das famílias, cuja alteração intra-anual é reduzida. Assim sendo, tipicamente estas são tomadas em considera-ção apenas no exercido de estimativas e projecções. 2Com o intuito de captar as liquidações de viagens e de hospedagem feitas no país de origem do turista, as receitas de turismo captadas através do sistema bancário são trimestralmente complementadas com informações de inquéritos aos operadores turísticos no país.

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Indicadores Económicos e Financeiros

22 Do lado da Oferta:

1. Acompanha-se a evolução das importa-ções de sementes, adubos, máquinas agrí-colas e índice de preços dos bens alimen-tares não transformados para aferir a ten-dência do sector agrícola. Complementa-se a análiComplementa-se do Complementa-sector primário com a evo-lução das exportações de pescado. 2. Para determinar a conjuntura do sector

secundário, analisa-se as exportações de vestuário e calçado; as exportações de produtos do mar processados; as importa-ções de máquinas industriais, de materiais e máquinas para a construção e de mate-riais de transporte; bem como o índice de produção industrial, o volume de negócios do sector da indústria, a carteira de en-comendas no sector da construção e a ac-tividade no sector da construção. Estes úl-timos indicadores são compilados pelo INE a partir dos resultados do inquérito de conjuntura.

3. Para o caso dos serviços (sector terciário), analisam-se as despesas do Estado com pessoal, com a aquisição de bens e servi-ços e com as transferências correntes para inferir a tendência dos serviços não mer-cantis. Igualmente, são analisadas as ex-portações de serviços de transporte, as receitas brutas de turismo, a actividade no sector do turismo, o volume de negócios do sector turístico, a actividade e o volu-me de negócios no sector dos transportes e serviços aos transportes, as importações de materiais de transporte, a actividade no sector do comércio e as vendas do co-mércio a retalho e a grosso.

4. O cálculo dos impostos líquidos de subsí-dio deriva de informações das contas pú-blicas.

Os indicadores das componentes da procura e da oferta são uma ponderação das diversas variáveis que as compõem. Os pesos das variá-veis em cada indicador foram estimados a par-tir da análise da correlação das mesmas com o indicador. Para garantir a robustez dos

coefici-entes de correlação foram feitos diversos testes econométricos, para confirmar a ausência de problemas como a endogeneidade e a autocor-relação (entre outros), bem como a existência de uma relação de cointegração entre as variá-veis.

Para alisar as séries, os indicadores mensais são apresentados como média móvel dos últimos três meses (incluindo o mês de referência). Os indicadores nominais são deflacionados com recurso ao índice de preços no consumidor (no caso do consumo privado e dos gastos públicos com a aquisição de bens e serviços); ao valor da actualização salarial (no caso das despesas do Governo com pessoal); ao índice de preço das importações (caso da formação bruta de capital fixo em que a componente de bens e serviços importados é dominante); ao índice de preço das importações dos principais clientes do país (para as exportações) e ao índice de preço das exportações dos principais fornecedores do país (para as importações). As demais variáveis são deflacionadas com base no índice de preços no consumidor ou no índice de preços das im-portações, devido à inexistência de um índice de preços no produtor.3

3O índice de preços das importações é calculado pelo BCV, com base nos dados de quantidade e de valor importado para cada categoria de mercadoria, através do método de índice de preços de Paasche.

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Referências

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