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—
\w
. <*» i 3 c> 73 G tr". w~> t-Antonio Santos Silva
2* >r’P
->
?TESE
SUBMETIDA
AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃODOS PROGRAMAS DE PÖS
-
GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADEFEDERAL
DO RIO DE JANEIRO COMO PARTE DOS REQUISITOSNECESS
ÁRIOS PARA A OBTEN-ÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM CIÊNCIAS (M
.
Sc.
)Aprovada por:
J
î1
rjc
—
cProf* Rubens Sampaio Filho
N Presidente / /
t
( CA ?yProf
.
I-
Shih Liu&
jZ
^
acr
C
CJL
'<S
~
>Prof
.
Antonio Santos Vargas*
RIO DE JANEIRO, RJ
-
BRASIL FEVEREIRO DE 19799 v < \ y ?
s
Ÿ O ?nv
s
vv ru o ? uy vy i / vy j vi m vi ju ra ty
í < \ \ ( I » r a ! ’ ï V . ; * ' »; , S' I ; i i : 1' I ii Í Í I ?
SILVA , ANTONIO SANTQS
Superficies singulares e ondas de acelera
çã
o em misturasJRio
de Janeiro!
1979.
IX? 90p
.
29,7cm (COPPE-
UFRJ,ria Química, 19 79)
M
.
Sc.
f Engenha-Tese TJnív
.
Fed.
Rio de Janeiro.
Programa de Engenharia Quí
mica Propagaçã
o de ondas Tí
tulo (sé
rie) 1.
I.
COPPE/UFRJ II.
iA finalidade desse trabalho
é
estudarsuperficies
sin guiares e ondas em misturas.
Estuda
-
se movimento de superfí
cies e apresenta-
se definiçã
o bem motivada de derivada-
deslocamento.
uma
Inicialmente definem
-
se superfí
cies singulares num cor condiçõ
es de compatibilidade obtidas estudoú
nico escrevendo-
se as pode forma simples e intr
í
nseca,para misturas e fazem
-
se duas aplicaçõ
es paraacelera
ç
ao em misturas binarias de constituintes inertes em cem cá
lculo das velocidades local de propagaçã
opaDepois estende
-
se oo caso de ondas de
peratura comum;
ra uma mistura de um s
ó
lido rí
gido e um fluido nã
o viscoso e uma mistura de um só
lido elá
stico e um fluido nao viscoso.
The aim of this work is to study, singular surfaces and. waves in mixtures»
Surface motion is studied and a well motivated derivative is presented
.
definition of displacementFirst
,
singular surfaces for a single body are defined and the compatibility conditions are obtained in aAfter, the study is way that is direct and
intrinsic
,extended for mixtures and two applications are worked for aceleration waves in binary mixtures of inert constituents
computation of the local velocities of propagation for a mixture of a rigid solid and. a non
viscous fluid and a mixture of
an
elastic solid and a non with common temperature:viscous fluid
.
AGRADECIMENTOS
XnX-m.-c.rt:K&/^aL&n^xaxKLs:ur.-í fu*:jxnconic*a*n:MC
Ao Professor Rubens Sampaio Filho pela eficiente orien ta
çã
o.
\
Ao Professor X
-
Shih Liu pelas sugestõ
es dadas.
Aos Professores,, colegas e funcion
á
rios da COPPE/
UFRJ pela amizade que me fizeram sentir como se estivesse em casa.
Aos meus colegas'
da Universidade Federal de Sergipe pe la oportunidade a mim concedida de vir fazer esse Mestrado
.
Ao apoio financeiro dado pela Universidade Federal Sergipe atrav
é
s do PICD/CAPES.
de
A todos aqueles que, direta ou indiretamente, contri buiram para a realiza
çã
o desse trabalho.
i
E
,
finalmente,
a Maria dè Lourdes de Almeida pela pri -morosa datilografia que decerto valorizou o meu trabalho.
I N D I G E
pg
.
CAPITULO I-
Introduçã
oCAPITULO II
-
Noçõ
es de Mecâ
nica do contí
nuo para corp.oú
nico1
.
Corpo, movimento e deformaçã
o 2.
Elementos bá
sicosV
3
.
Equações dos balanç
osCAPITULO III
-
Superfí
cies singulares-
ondas 4.
Movimento de superfí
ciesVelocidade de deslocamento e movimento normal 1 4 4 7 10 13 13 4.1 13 17 4.2
.
Derivada deslocamento5
.
Superfí
cies singulares5.1
.
Condiçõ
es de compatibilidade geomé
trica t 5.2.
Condiçõ
es de compatibilidade cinemática 19 20 23 O teorema de Maxwell.
Condi-çõ
es de Hugoniot6
.
Superfí
cies singulares associadas com um movimento5V ft3«•*
24 27 6.1
.
Representaçã
o referencial (material)
6.2
.
Velocidade local de propagaçã
o Condiçõ
es de compatibilidade dinâ
mica6.4
.
Classificaçã
o de superfí
cies singulares; ondasCAPITULO IV
-
Noçõ
es de mecâ
nica do contí
nuo para misturas7
.
Teoria bá
sica 27 31 6.3 33 34 37 37P
9•8
.
Equaçõ
es dos balanç
os 418.1
.
Constituinte a 4142 8.2
.
Mistura8.3
.
Mistura biná
riaCAPITULO V
-
Superfí
cies singulares era misturas ondas de aceleraçã
o9
.
Superfí
cies singulares em misturas 10.
Ondas de aceleraçã
o em misturas10.1
.
Classificaçã
o de superfí
cies singulares em misturas.
Ondas em misturas10.2
.
Elementos bá
sicos para uma on da de aceleraçã
o numa mistura CAPITULO VI-
Aplicaçõ
esà
misturas biná
rias11
.
Mistura de um solidor
í
gido e um.fluido n
ã
o viscoso11.1
.
Definiçã
o e aná
lise constitute,va para a mistura
11.2
.
Ondas de aceleraçã
o; velocida -des local de propagaçã
o12
.
Mistura de um solido elá
stico e um fluido nã
o viscoso12.1
.
Definiçã
o e aná
lise constituti -va para a mistura12.2
.
Ondas de aceleraçã
o: velocida -des local de propagaçã
o45 48 48 51 51 53 59 60 60 64 67 67 70 APÊNDICE 75 1
.
Tensores de segunda ordem80 2
.
Tensores de ordem maior do que dois80 2.1
.
Tensores de terceira ordem2.2
.
Tensores de ordem maior que trê
s 82-3
.
Diferenciaçã
o 83des continuidade: lenria de 4
.
Salto, 86 Hadamard 89 BIBLIOGRAFIA ’;?INTRODUÇÃO
ÎHülCOTCav^iOwr^ijiO«**jv*K.
Na f
í
sica do contí
nuo a palavra onda engloba uma gran \de classe de fen
ô
menos.
\
Qualquer perturba
çã
o que se com velocidade finita atravé
s de um rneio pode serpropaga considerada como uma onda
.
As leis de propaga
çã
o deondas
estã
o relacionadas a natureza da resposta de cada meio contí
nuocom Elas mostram co rno o material reage, localmente e instantaneamente a uma peque na mudan
ç
a ou impulso numa regiã
o delgada.
Como a resposta de um contí
nuo geralmente ê descrita por um conjunto de equações diferenciais parciais nã
o lineares, a composiçã
o dos pequenos e feitos para um movimento do corpo como um todoé
um problemaSr
Por isso,v
ã
rios caminhos diferentes sã
o estuda duo e difí
cil.
No comum desses,
ê
u~deforma
çõ
es ou oscila desprezamos os termos nã
o lineares das equaçõ
es diferen -ciais do movimento para produzir um sistema linear que pode ser visualizado como um conjunto de osciladores harmó
nicos cujos mo vimentos jã
estã
o bem caracterizados.
dos para aproximar um.movimento de onda
.
sada a teoria das pequenas perturba
çõ
es
,
\!
ç
oes:Outro caminho usado e a
-quele baseado nas ideias de HUGONIOT (1885) que desenvolveu conceito diferente de propagaçã
o:um a perturba
çã
o e confinada,ri gorosamenteFnuma
regiã
o’
A teoria matem
á
tica re mesma pode ser de qualquer intensidade.
sultante do método de Hugoniot, teoria de superf
í
cies singula-res,
é
exata.
Fora o rigor, a diferenç
a em conceito5
grande.
No mé
todo das pequenas deformaçõ
es as superfí
cies de perturba-çã
o,
frentes de onda, sã
o supostas terem formas especiais,
pla -nas, cilí
ndricas, ou esfé
ricas e a onda se propaga numa regiã
o de repouso ou velocidade constante.
Enquanto que o-
mé
todo dèV'superf
í
cies singulares admite que adescoritinuidade
encerra-
senuma superf
í
cie de forma qualquer e a condiçã
o do material pode també
m ser qualquer.
O m
é
todo de Hugoniot foi desenvolvido por por MARD (1903) no seu grande tratado sobre movimento de ondas materiais elá
sticos.
Apó
s Hadamard, durante um perí
odo deanos, n
ã
o houve progresso significante no estudo de ondas em e -lasticidade nã
o linear.
Com um trabalho sobre ondas emriais el
á
sticos isotrõ
picos e incompressí
veis, ERICKSEN reviveu novamente o interesse.
Depois veio THOMAS (1957)um trabalho sobre superf
í
cies singulares e em particular deriva da deslocamento.
E assim, com o uso da derivada deslocamento e da fí
sica do contí
nuo a teoria sofreu um grande desenvolvimento até
o ponto de COLEMAN, CURTIN e seus colaboradores publicarem um trabalho sobre ondas em materiais com memória.
HADA
-em 50 mate (1953) comCom a teoria de superf
í
cies singulares já
bastante de -senvolvida para corpo único, alguns pesquisadores começ
aramestudar propaga
çã
o de ondas em misturas, comoé
o caso do BOWEN Em misturas o problemaé
mais com -o fenô
meno na mistura como um todo £>ode ser analisadoa
que usa uma teoria linear
.
plicado:atrav
é
s do estudo entre os constituintes de acordo com a teo -de misturas.
Nesse trabalho
,
c desenvolvida uma teoria bá
sica superfí
cies singulares e ondas em misturas e o nosso maior ob jetivoê
o estudo-
de ondas de aceleraçã
o em misturas.
de
Os elementos de mec
â
nica do contí
nuo para corpoú
nico necessá
rios ao desenvolvimento desse trabalhodos. no Cap
í
tulo II.
\sao apresenta
f
No Cap
í
tulo III,ë
feito um estudo de movimento de superfides
, derivada deslocamento, superfí
cies singulares, con-«V
dições de compatibilidade e ondas
Ä teoria b
á
sica de misturasë
desenvolvida no Capí
tu -lo IV.
A aplica
çã
o da teoria do Capí
tulo III em misturas feita no Capí
tulo V e em particular ondas de aceleraçã
o sã
o es tudadas.
' e
Duas aplica
çõ
es sã
o feitasno
Capí
tulo VI em relaçã
o «ao c
á
lculo de velocidades local de propagaçã
o: mistura de um solido rí
gido e uni fluido nã
o viscoso e mistura de um só
lido e lã
stico e um fluido nã
o viscoso.
Finalmente
,
os elementos de matemá
tica necessá
rios po demser
encontrados no Apê
ndice (Ap.
).
CAPÍTULO IX
NOÇÕES DE MECÂNICA DO CONTÍNUO PARA h«**iiew;u :.OíO»S«Y»VC'.VJTJ*JI:Iâ
CORPO '
ON
ico1
.
CORPO, MOVIMENTO E DEFORMAÇÃOmtOOK &
a»na»«.T!íJux«:« '#Mï&i2ix?
^!bOei5azfMz#r^ja&Ba22sr!K2u&r3mBæ&~j
^-ji&-<3.aM3tm3Xtxxa2C»sz?t
Seja Ç o espa
ç
o Euclidiano pontual tri-
dimensional.
Um corpoß
[
lf
2,3,4f5j
ë
uma variedade tri-
dimensional,regi
ã
o ocupada porß
em Çë
chamada uma configuraçã
o deß
signando por P uma part
í
cula deß
, cada configuraçã
o K(ß
)ß
ë
caracterizada pelo homeomorfismoCada De de tC ï
ß
Ç definido por (IX.
0) X=
K(P),
ocupada por P na regi
ã
o K(ß
) de Ç.
A,
e definida pela relaçã
o onde Xë
a posiçã
oversa de K, denotada por K
in
-
í ~! (II.
1) (X)' p KRepresentando por I
*
um intervalo da reta real,movimento do corpo
ß
e urna famí
lia uni-
paramë
trica de configu-ra
çõ
esA
(-
,
t),
A
:3
xl i
•> E-
>t , satisfazendo a relaçã
o(II
.
2}x
=
A
(P, t),onde t
é
uni parâ
metro real interpretado como tempo ex
ë
a posi^
ç
ao ocupada pela partí
cula P em Ç no instante t.
Como cadacon
urna regiao.de Ç ,
figura
çã
oë
um homeomorfismo de3
sobre•t
ã
o a funçã
oA
(*, t)ë
inversivel
para cad'
a.instante t
.
en
-\ Repre
-sentando a inversa de
A
(*, t), para cada instante t,
por-1
A
(* f t), escrevemos:-
1(II
.
3) P=
A
(x; t)Por (II
.
2) e (II.
3)f para cada tempo fixado temos uma configura Se todas configuraçõ
es sã
o comparadas comçã
o do corpo3
.
configura
çã
o prê
-
estabelecida, entã
o a mesmaë
chamada configu -umaQualquer configura
çã
o do corpo3
pode ser Seja K a configuraçã
o de referê
ncia do corpo3
?Ent
ã
o, de raçã
o de referê
ncia,de refer
ê
ncia.
(II
.
0), escolhida como aquela no instante t=
to
*(II
.
1), (II.
2} e (II.
3), vem que K(*) =A
(*, t0)(II
.
4) K~ («)=
A
1(•,to
)}
e X
é
a posiçã
o ocupada por P na configuraçã
o de referê
ncia K.
De (II
.
1) e (II.
2),
obtemos;-
1-
1(II
.
5) (X), t)=
AoK (X, t)A deforma
çã
ox
, relativa a configuraçã
o ' de referê
ncia K,
ë
a funçã
o-
1 : K(3
)x 11
ÇX
=
A
0j< descrito Assim,, por (11.5),
o movimento do corpo3
pode serpor .\
(II
.
6)X
(X,
t)que depende da configura
çã
o de referencia K.
De imediato, u-sando (II
.
4) e (II.
5),
segue que~i
(II
.
7) (X,to)x
(x,
to
) K oKÉ f
ã
cil ver quex
(*, t)ë
inverslvel
para cada instanteEscrevendo
x
(e, t) para a inversa dex
(* <• t) em cada tempot
.
t, temos:
(II
.
8) (x, t)X
X
Seja $ qualquer
fun
çã
o definida num sub-
conjunto espaç
o produto Ç x (~ou tensoriais e suponhamos que $ contenha em seu dom
í
nio, para cada tempo t, o espaç
o produto K(3
) X 1\.
Chamamos 4>(X, t) uma descri
çã
o
referencial e $(x
, t) uma descriçã
o espacial.
Co mo cada partí
cula P de3
ë
identificada pela sua posiçã
o X na configuraçã
o de referê
ncia K, usaremos sem despertar confusã
o a expressã
o"
partí
cula X"
e 4>(X ,t) també
m sera chamadadescri
çã
o materialdo
co) com valores escalares, vetoriais, o o
,
-A derivada espacial em rela
çã
o ao tempo do campo $ se \rá
representada por 3$ 3$ (II.
9) 31 31 x ~constantePara as derivadas material em rela
çã
o ao tempo, usare -as notaçõ
es: mos 3$4
E 31 X=
constante (II.
10)v
_
34
~ 31 X=
constanteOs operadores divergente e gradiente toma
-e assim por diante.
dos na configura
çã
o de referê
ncia serã
o convencionados por Div respectivamente, e na configuração es~e Grad (em rela
çã
o a X)pacial (descri
çã
o) por div e grad (em relaçã
o a x).
F As deriva
-das do movimento V=
x
(II.
11) e « V=
x0 tensor gradiente de deforma
çã
o Fé
dado por X no instante t.
F
=
Gradx
(II.
12)Como
y
_
{',t) foi suposta um difeomorfismo para cada instante tent
ã
o F(*, t), para cada tempo t, admite um inversoJ, por F (*, t)
,
e r denotado \ ~i-
1 V F £ gradx
r (11.13) com a condição -1-
ï FF=
F F “ 1,
onde 1
ë
otensor
identidade de linv (Ap.
4).
campo vetorial V
,
definimos o'tensor gradiente de velocidade I Em rela
çã
o aoJF
L £ grad
Vr
(11.14)que pode ser decomposto, de modo
ú
nico, como segue (Ap.
7):L
=
D + W, (11.15) onde t L + L D « 2 (11.16) e t -L-
L W 2s
ã
o,respect.ivamente , as partes simé
tricas e anti-
slmé
tricas de Usando (II.
10) (II.
6) (II.
11)1, (11.12), (11.14) e a re
-L.
1' t
Grad V = LP F (11.17) ou »
-
1 L = FFQuando $ = y e um campo escalar# podemos escrever (Ap
.
23 ): t Grad y = F grad y \ \ (11.18)
-
t Grad y = grad y FSe o campo escalar y tem valores y(x,t)
,
entã
o o uso de (II.
11)e a regra da cadeia em (II
.
9) e (II.
10) produzem# (Ap.
21)(Ap
.
,23)^
: 1 ear
+ grad y • V (11.19) Y at Atravé
s de (11.18)„ e (11.19) escrevemos ,. (Ap.
5) e (Ap.
6 ): 2 • 3 y V -ES-
—
~1 (11.20) + Grad y.
(F V) Y a tAgora, consideremos o caso em que í> =
é
um campo vetorial,Seja ÏÏ um vetor, ou tensor, arbitr
á
rio e constante.
ou
tensorial
.
Fazendo
(11.21)
y = •
n
e usando o fato que lí
é
arbritrâ
rio, (Ap.
(11.19) e (11.20)em e
^
Ai
-
1<
f
> = + (Grad \p
) (F V)• (11.23)9t
definido por (11.12)
,
apresenta uma propri0 tensor F,
ser
á
usada mais adiante, baseada em-
edade bem interessante que(IX
.
7):i.
(11.24)
F(X, to) = 1,
instante atual (configura
çã
o presente )ê
escolhi-ou sëj a, se o
do como o de refer
ê
ncia então(11.25)
Grad
-
grad3
.
EQUAÇÕES DOS BALANÇOSSejam p a densidade (massa espec
í
fica) do corpo3
ep a densidade na configura
çã
o de referê
ncia (lembrar que p^
-1C
Para o balanço de massa
[
l,2,3,4,5]
= 0)
.
escrevemos(11.26)
-
p det FPK
(Ap
.
12), (Ap.
21), (Ap.
22) e (Ap.
24),Como,
~\
= (det F)tr(FF )
div V
=
tr(L)=
tr(FF~!), eent
ã
o (11.26) produz a equaçã
o da-
continuidadep + p div V
=
0 (11.27)que
,
atraves de(
II.
19) (Ap.
27) ainda pode ser escrita 8p-
f div(pV)=
0\ 31
Do balan
ç
o de momentum linear, obtemos a equaçã
o do movimentopV
=
div T + pfi (11.28)onde T
é
o tensor tensã
o,fê
a forç
a de campo por unidade massa exercida sobre o corpoß
pelo mundo exterior,de momentum angular fornece a condi
çã
o de simetriade 0 balan
ç
ot
T
=
T (11.29)A equa
ç
ao da energia, obtida pelo balanç
o de energia, pode ser escrita na formape
=
div h + tr(TL) + pr,
(11.30) onde e e a energia interna por unidade de massa, hé
o vetor fluxo de calor e r e o calor por unidade de massapor
ß
' Observe que (Ap.
9):absorvido
t t
tr(TL)
=
T.
L L.
T T.
L=
T.
D-sius
-
Duhem " div(|
) + pI
,
© pn >,
.
(11.31) i a yonde
n
é
a entropia por unidade demassa
(entropia especí
fica) A energia livre de Ilel e 0 e a temperatura absoluta (0 > 0).
moltz A por unidade de
massa é
definida por:\ V V. A e 0n (11.32) Eliminando r entre (11.30) e (11.31), mos, (Ap
.
26) e (Ap.
27): e usando (11.32), obte h.
grad 0 pÃ
+ pnÔ
-
T.
L + 0 0, (11,33)que
é
uma forma mais apropriada de (11.31) para explorar equa-çõ
esconstitutivas
.
r l ' \ ICAPÍTULO III
SUPERFÍCIES SINGULARES
-
ONDAS
Como j
ã
frisamos, na fí
sica do contí
nuo a palavra on -\daé
usada comv
á
rios significados.
Para alguns, uma ondaé
qualquer urna perturbação senoidal
.
Para outros, uma ondaé
membro de uma certa classe de solu
çõ
es de uma equaçã
o diferen -cial hiperbó
lica.
Nesse trabalho, definiremos uma ondasendo uma superf
í
cie singular propagante (frente de onda como uma superfí
cie singular), seguindo-
as ideias de CHRISTOFELL,IIU Tal definiçã
o requer o estudo de mo vimento de superfí
cies, derivada deslocamento e • superfí
cies singulares, çomo veremos nesse capí
tulo.
corno
GONIOT, HADAMARD e DUHEM
.
4
.
MOVIMENTO DE SUPERFÍCIES4.1
.
Seja H
.
uma funçã
o suave definida num sub-
conjunto do espaç
o produto Çx
(-
«>, «•) comvalores
reais, e consideremospar
â
metro real t0 fixo.
o 0 lugar geom
é
trico das posiçõ
es x de Ç satisfazendoupondo que grad Ií /• 0, o vetor unit
á
rio em cada ponto de 8,
e dado por,e uma superf
í
cien normal a
superf
í
ciee
s.
.
D (Ap.
&r 0),: grad H n “Hgriom
A condi
çã
o grad H/
0 permite representar S na formaparam
é
~trica
£
5,
6 ,7
]
(III
.
0)~ X(0)1, OJ2,
to
),
Xe
w
2 sã
o coordenadas curvilí
neas da su-1
onde os par
â
metros wperfide
S (coordenadas superficiais)»vas•independentes
tox
A interseção das cur
=
constante (i=
l,
2) sobre S determina umw
2) representa um ponto de S,
chaDa
í
, o par (o1 mado ponto superfí
cie.
ponto de S
.
9x r-
(i=
l,
2 ) sã
o tangentes a S e linearmen Os vetores 1 9oEntão
,
eles geram qualquer vetor tangentete independentes
.
a S, e o conjunto 9x 9x (III.
1) ~(x)f n(x
)}-
(x), 0b) 1 ÖÜ)forma uma base
em
Ç para todox
sobre S.
0 movimento da superf
í
cie S pode ser definidouma fam
í
lia uni-
parametrica do superfí
cies S(t) determinada pela relaçã
ocomo
(III
.
2) II(x
, t)=
0ou pela forma paramétrica
X
=
X(to1, to2, t) (III.
3)A representa
çã
o
(III.
3) descreve bem o movimento de S: ela dâ
a posi
çã
ox'ocupada pelo ponto superf
í
cie (w
1,w
2) em Ç no ins A velocidade u de um ponto superfí
cie (velocidade da superfí
cie S)ê
definida portante t
\
3 x
(III
.
4) a tUsando a base (III
.
1),
o vetor u pode ser escrito na formad X
r + d3n
,
(soma em i)d
x
.
x
onde dj, d2 e
da
sao escalares e sempre trabalharemos com i=
1f 2.
De imediato temos que d3 u.
n, e escrevemos para udx
r + (u
.
n)n (III.
5}d
.
u
ô
wx
A equa
çã
o (III.
5) mostra que em cada ponto de S, para cada para metrizaçã
o, o vetor velocidade u pode ser decomposto, de modoú
nico, num componente normal (u.
n)n (componente de u na direçã
o de n) e noutro tangencial d.
(componente de u numa direçã
o1 ,v 1 .
4
1 d03
perpendicular a n)
.
Assim, podemos analisar o movimento de S atravé
s de (III.
5) e uma superfí
cie de referê
ncia S(t0) fixadano instante t
=
to
como segue: se u.
n=
0 e d, 5 x— 0,x
to de S(
to
) se move de uma posiçã
o sobre S(10) para uma outra posiçã
o sobre S(to
), mas. a superfí
cie S nã
o se desloca em relaçã
o a S(t0).
um pon
1
3to
o deslocamento da
superficie
S5
aquele na direçã
o do vetor uni a quantidadeu
t
ã
rio n normal a S.
Por esse-
motivoF dada por(III
.
6) u•nu n
ë
chamada de velocidade de deslocamento da superfí
cie S (queê
a medida da velocidade com que a superf
í
cie S atravessa o espa~~\
ç
o) e condiçõ
es sã
o estudadas para que o movimento de S seja normal (movimento na direçã
o de n)[
s
]
.
Se o movimento de Së
normal,, temos que u=
(u.
n)n=
unnf
e nesse caso ué
chamada ves
ã
o linearmente in -3W1dependentes, ent
ã
o, por (III.
5), o movimento de Së
normal se Mais adiante daremos significado aos d.3x locidade normal de S
.
Como os vetoresi F e somente se, d
.
=
0.
i. i e interpretaçã
o para=
0.
Diferenciando (III
.
2) em relaçã
o ao tempo e usando regra da cadeia em.relaçã
o a (III.
3), obtemos, (Ap.
21) e (Ap.
23),: a 3x 3II “ 0f grad H
.
•y* at atque
,
atravé
s de (III.
0),
(III.
4) e (III.
6)f produzan
Dt
(III
.
7)un
II
grad H~fj
O resultado (III
.
7) mostra que a velocidade de deslocamento u A&n
ã
o depende da parametrizaçã
o (III.
3) (jã
que a parametrizaçã
ode (III
.
7), a superfí
cie Së
estacionaria se realmenteF e so -0.
mente se,u
n 4.2.
Derivada Deslocamento domí
niotConsideremos que o campo $ contenha em seu
para qualquer tempo
tf
a superfí
cie S.
Um problema de grande importâ
ncia no estudo de superfí
cies singulares e ondasé
c
á
lculo da taxa de variaçã
o $ sobre S em relaçã
o ao tempo.
Seun
=
0 a taxa simplesmente pode ser escrita na forma-
g
-
—
.
do
Ufi
0 a mesmaë
dada .por e mais uma parte devida ao de£
Por isso, surge a necessidade
\
o
Quan««
—
«*•locamento de S
.
de derivada deslocamento
[
5,6,7j.
caso em que $
ë
um campo espacial ($ tem valores $(x, t)).
servando que (u^
dt)n representa um deslocamento infinitesimal da posiçã
o x:
sobre S na direçã
o de n(5
locamento do campo espacial $ em rela
çã
o a superfí
cie S por: do'conceitoF
De in
í
cio,r estudaremos oOb
definimos a derivada des
4>(X+TU nt t+T)~ 4>(
xft
) Ôí> (x,t) lim T+O (III.
8} ôt Tpara toda posi
çã
ox
sobre S em cada instante t.
• Daçã
o (III.
8)tdefini (Ap
.
21} e (Ap.
23) , obtemos:$
x
=il
61 31 + grad y
.
u nn
(III.
9)6ib 31!;
61 31 I
-
(grad vjOuA derivada deslocamento do campo $
ë
interpretada como a taxade varia
çã
o de $ sobre S em relaçã
o ao tempo vista por um ob-servador movendo
-
se ao longo de uma curva cuja tangenteë
com velocidade u n (tal curva é a trajet
ó
ria normal).
n
Agora, consideremos o caso de um campo superficial
$ definido atrav
é
s de (usando (III.
3) )\
<
KX
,t ) “ í>(x(w1,W?-, t ),t )=
$(cúx,
uz
,t ) (III.
1.0)A regra da cadeia em (III
.
10) e o uso de (III.
5), (III.
6 )(III
.
9) fornecem,
(Ap.
21),e 6
$
Oco1 d.
(soma em i) •Ldu
.
ID
.j. 61 3 tque
é
a derivada deslocamento do campo superficial£
seguindoFazendo $ = m1 em (III
.
11),a superf
í
cie S.
temos quei l ôco d. (III
.
12) 61 xe o par (d* , d2)
é
interpretado como a taxa de variaçã
orela
çã
o ao tempo do ponto superfí
cie (cax
rw
2) (velocidadeum ponto superficial movendo
-
se sobre S).
Finalmente,
cluimos que ovmovimento de S
ê
normal (d^
= 0 ) se,
e somenten
ã
o dependem do tempo (velocidadeem de con
-1 2 os par
â
metros w* ew
se,5
.
SUPERFÍCIES SINGULARESA superf
í
cieS(t0) da fam
í
lia S pode ser pensada com a fronteira comum entrer
|
-
«Mtduas regiões
ß
(t0.) eß
(to
) de Ç, como mostra a figura[
5, 9,
10]
.
Consideremos o instante t ~
to
fixo.
abaixo
Suporemos que a fun
çã
o $(*,
t0)ë
contí
nua nos interioresß
(t0) eß
(to
) e também'
que
,
para toda posiçã
o x sobre S(t0),os limites $ (x,
to
) e $ (x,to
) de $(y,to
) quando y tende pa~4. ~~
ra x ao longo de caminhos contidos em
ß
(to
) eß
(to
)f respect!vamente
,
sao definidos.
Em cada posiçã
o$(*,
to
) nã
o precisa ser definida.
í>(’,
to
) em x atravé
s S(t0)é
definido porde sobre S(
to
) a funçã
o O salto|
V
]
(x,. t 0) de 4"[
>
]
= $ (III.
13)Quando
[
V
]
nã
o se anula para todas posiçõ
esx
em S(t0),fiele
S(to)é
dita singular com respeito a $(?,to
).
que , $ e
[
i]
>a super
Observe
+
s
ã
o diferenciáveis sobre S(t0), ojjfj
també
mé
diferenciã
vel sobre S(10
) -mento Sé
singular em relaçã
o ao campo<
E>S(t)
ê
singular com respeito a $(«, t) para cada instante t.
cularf
se 0'e $ salto
A superf
í
cie em movi -se cada . superfí
cieSe a superf
í
cie Sé
singular em relaçã
o a alguma quan tldade e[
ígl
=
0 atravé
s da mesmat
í
nua atravé
s de S.
ent
ã
o a funçã
o $é
dita conToda a teoria de superfícies singulares
'
repousa no le Em rela
çã
o a parametrizaç
ao (III.
3), para cada instante t, segue do lema de Hadamard e (III.
13) que: (Ap.
29) e (Ap.
33) ma de Hadamarda
M
• 3x (III.
14) i i 3co 3ojNo caso do campo vetorial ou tensorial \
p
, (11.21) e (III.
14)fornecem'
o resultado (Ap
.
20), (Ap.
25) (Ap.
26) e (Ap.
28),:3
M
D x
-
=
[
grad I/J]
i t 1 3ü) 8co5.2
.
•Condlcoesu«* *»<*>«4*^****í de Compatibilidade*•** •-
**»•«*«••*«*•-*»*« geometricaIP*» ».-j•>»«»**•*
Seja M uma matriz 2 x 2 com elementos a
.
. dados por:1 3
_
»
X 3x (III.
15) < ijDw
3m21
3x
Para mostrar que M
ë
inversí
vel, seja4
> oâ
ngulo entre edtil1
ax
.
De (III
.
15), podemos escrever3m2 ai ?
-«
i i°
22(l~COS2(J
)) a det M ï 1 (III.
16 )‘
hiaz
z \ • 'ax
ax
sã
o linearmente independentes,Como e temos que
3m2
cos <
f
> 7^
1 e segue de (III.
16 ) que det MY
0.
ï 3m
Logo, M e inversÍ
vel
.
Do conjunto base (III
.
1), escrevemos para o salto dogradiente do campo escalar y
3
*
3x[
grad y"]
= ) H” A +X
3 n,
v1 2 I 3m2 3mXz
e X3 sã
o escalares.
Definindo a quantidade b poronde X1 ï * b
=
G
(y,
n)=
[
gradyj
* n, (III.
17) encontramos queX
3 ~ b e 3x 3x[
gradyj
= ï1 + X2 + bn (III.
17) 1 3m2 3 mO uso da condi
çã
o (III.
14) era (III.
17) e tendo em vista15)
,
vem queij
-
1 (inversa de M), obtemos os elementos de M Denotando por a de (III.
.18) queX
.
(soma em i) 3W;Le assim (III
.
17) pode ser escrita na forma 9M
s
~
[
gradyj
=
bn + a.1^
(sorna em i e j)3o)1 3OJ3
(III
.
19)a substitui
çã
o Para o caso do campo vetorial ou tensorial^
19) fornece
,
de (11.21) em (III
.
(Ap.
20) (Ap.
25} e (Ap.
26),ij 3
W
9x
[
gradifTj
-
h @ n +a
i f (III.
20)3o1 3w
:
)-
[
grad nb
=
b(if
), n) (III.
21)O conjunto•(III
.
19) e (111.20)ê
chamado de condiçã
o%
de compatibilidade geométrica e expressa o fato que a desconti
nuidade (salto)
ê
estendida (difundida, propalada aberta) sua vemente sobre uma superfí
cie e nã
o isolada em um ponto ou uma linha.
Se substituirmos^
por grad ujj em (III.
20) e depoisu
~ obtemos uma condiçã
o geomé
trica• compatibilidade iterada que n
ã
o escrevemos o resultado aqui,
maso mesmo pode ser encontrado em
[
5, 6]
,5.3c Çondiç
5
es_
de_
com£
atibilidade__
cinemã
ticaComo j
ã
foi visto, a superfí
cie em movimentoguiar se cada superf
í
cie S(t)ê
singular.
Lembrando que a derivada deslocamento
ê
definida sobre a superfí
cie S, podemos apli car o lema de HADAMARD para o espaço produto Ç x (-crever
,
( Ap.
29 ) e (Ap.
34), para os campos y e \p
respectivamente no lado.+ da superf
í
cie singularê
. sirr-
. e o \ co) e es co f +á
x
+
(grad y ) + c u n ô t[
dtj n (III.
22) •»»I« ÔjJi 8\b + + (grad |IJ) L u .n ô t(
BtJ
nEscrevendo resultado semelhante para o lado
-
da superfí
ciesubtraindo de (III,22) com o uso de (111.13) f obtemos:
e
«
w
=il
+[
gradyj
un
Ôt 31 n (III.
23 ) 5ifI
[
[
grad íjJ
u^
n + 61 810 conjunto (III
.
23)é
chamado de condiçã
o de compatibilidade ci-nem
á
tica e expressa a persistê
ncia da descontinuidadenum intervalo de tempo
.
Quando colocamos ~ no lugar de $u
no de \
p
em (111,23) e os resultados sã
o agrupados come (III
.
23) obtemos condiçõ
es de compatibi-(salto )
e
grad!<>
lidade cinem
á
tica iteradas que nã
o sã
o dadas nesse mas podem ser encontradas emtrabalho
,[
5,
6,
9]
.
5.4.
Qi
_
teorema_
de_
MAXWELL^
___
Ç
ojQdigoesmde_
HUGONIOTTeorema de Maxwells Se
[
y]
=
constante atravé
s da superfí
cie singular S(t) para cada instante t,
entã
o[
5,8]
[
grad y] =
bn,onde b e a amplitude da singularidade
.
(III
.
24)[
yj
=
constante em (III.
14) gera qualquer vetor tangente a superfí
~ Para provar o teorema,basta substituirusar. o fato que {
-
X1 dío
*
(III
.
17) Por meio de (11.21) cie singular e observarcondi
çã
o[
y]
'=
constante implica que[
\í]
=
Assim sendo, d teorema de Maxwell para o campo \]J
é
enun-a pois II
é
arbitra 0rio
.
M
=
0 atravé
s da superfí
cie ciado da seguinte maneira: sesingular S(t) para cada instante t
,
então(
grad=
b@
n (III.
25)onde b
é
a amplitude da singularidade,de Maxwell expressa o fato de que o salto do gradiente de campo cont
í
nuoé
normal a superfí
cie singular.
(III
.
25)é
feita substituindo (11.21) em (III.
24)Observe que o teorema um de A prova
com a mente Fazendo
[
y]=
cons 0 em (III.
23) para a superfí
cie singular em mo -Maxwell em (III.
21), (Ap.
20),
(Ap.
25) e (Ap.
26)e
|
]
|]
=
vimento S e usando (III
.
24) e (III.
25), o teorema de tante|
ï
n n[
grad y]
=
-U 81 (111.26)M
u^
fgrad
ijç
j
-
-
at®
n,
ondeil
u b=
Stn
\ (III.
27)M
u b atn
Dois casos particulares de (III
.
26) sao: 2[
div=
-
* n, se ipë
um vetor at . n (III.
28) 81bTTF
* n[
div=
-
se ipë
urn tensorun at t
G imediata,
basta
A prova de (III
.
28)1 usar o traç
o era(
III.
26)2, (Ap
.
3) e (Ap.
24).
Para provar (III.
28) t-
*\
p
II
ê
um vetorSubstituindo \
p
por ip^HI
em (III.
28)e (Ap
.
24),
segue o resultado (III.
28)conside 2'
remos a grandesa
II
arbitraria tal que\
p
e um tensor.
quando t ,(Ap.
20) e 1 2*Agora
,
podemos obter facilmente uma condiçã
o de cornpa tibilidade cinemá
ticaiterada
com as restriçõ
es do teorema de Maxwell, ou seja; substituindo y por(III
.
23), temose \
p
por grad y em3t
6
=
ill
-
91z-Í
1
L9t (III.
29) grad H-
«u n 3t 61 n 6[
gradyj
il
fgradgrad
yj
u^
n grad + 91 õt 9yentre as equa
çõ
es do conjunto (III.
29) (III.
27) e n.
e Eliminando grad -91 <5n 0,com o uso de (III
.
24), vem que:< 51 \ 6b 6u
ill
-
91z -n=
u2c-
2u b (III.
30) 61 n 61 n—
onde=
c (y, n)=
[
gradgrad y3
n.
n ccondi
çã
o de compatibilidade cinemá
tica (III.
30)ë
obtida quando[
y]
=
constante, um resultado semelhante pode ser mostra do para o campo ip no caso de[
ip] =
Ent
ã
o,Lembrando que a
0 usando o mesmo racioc
í
nio.
óu
ili
~91z -6b n ï 2 b (III.
31) u u c 61 ' n 61 n onde c=
c(\p
f n) ~ ([
gradgrad|\Tjn
)n '»e (III
.
21) foi usada.
As'
equa
çõ
es (III.
26) sã
o de grande importâ
ncia no estu comotamb
ém (III.
28).
de crescimento e decaimento de ondas
problemas Em determinados
do de ondas
(III
.
31) sao bastante usadas.
Um caso bem interessante de condi
çã
o de compatibilida -de cinemá
tica e aquele quando a superfí
cie singular S e estacioTal condi
çã
o, através de (III.
9) en
ä
ria (u
=
0).
n '
simplesmente
é
escrita na forma(
III.
23),cHfl
8M
(III
.
32)31 81
\
ou seja: quando
un
-
0, por meio de (III.
32)$ implica tamb
é
m na continuidade de-!
continuidade em 8$
e assim por diante
.
8t'6
.
. SUPERFICIES SINGULARES ASSOCIADAS COM UM MOVIMENTO6.1
.
*Representa« C.ua»«m>»•<>IV«***uf•/çã
o referencial (material)-<+f¥
-
~n•<»v»-»-••«*» lurt i«« ««Vd*•«« ».«•HIM•-.«* «rn«r«no fi«n «.-T/ca«a««.«o«HI> r,Ate agora o estudo desse cap
í
tulo tem sido independen -está
te do movimento de qualquer meio material,
em movimento atrav
é
s do espaç
o de posiçõ
es x de acordo (II.
6) e (II.
8),
podemos olhar para (III.
2) e definirmos funçã
o G pelas relaçõ
esQuando o meio com uma H(
x
,
t)-
H(x
(X,t),t) £ G(X,t) G(X,
t)=
Gí
x
“1(x
,t),
t) £ H(x,
t) (III.
33)Dessa maneira
,
temos duas formas de representar uma superfí
cie uma representaçã
o referencial (material)por
. G( X, t) = 0 (III
.
34)e outra espacial (III
.
2).
Denotaremos por a superfí
ciemovimento (que depende da configura
çã
o de referência K) determiem
nada por (III
.
34).
.S (t) s
ã
o duais uma da outra.
rs
sar das superf
í
cies S(tQ
) e S^
(to
), em geral, estarem relacionadas com o mesmo fen
ô
meno (movimento de superfí
cies), elas rem geometricamente:çõ
es x, enquanto que S (tQ
)las, das posi
çõ
es iniciais das partí
culas X que estã
o situadassobrç a superf
í
cie S(t ).
Para cada instante t as superf
í
cies S(t ) e Fixemos o instante tto
’ Ape-dife
S(
tQ
)é
uma superfí
cie no espaço de posi-ê
o locus, no espaço de partí
cu-Todo o estudo feito para a superf
í
cie em movimento(representa
çã
o espacial)ê
completamente vá
lido para a superfí
-cie em movimento S (representa
çã
o referencial ou material),bas .ta que as devidas nota
çõ
es e convençõ
es sejam respeitadas,sim, podemos aplicar o princ
í
pio de dualidade e escrever algunsresultados importantes para a representa
çã
o referencial ou material, como segue:
S
.As
-Vetor unit
á
rio N (dual de n) normal a S (t), para cada instante1C
t, em cada posi
çã
o sobre S^(t)
* K
..N Grad G
~
TTG
î
TCT
cif
(III.
35)Velocidade de propaga
çã
o U da superficie S (dual de u )na representa
çã
o referencial ou material, ela depende da confi_
guraçã
o de referê
ncia K eê
a medida da velocidade com que clsuperf
í
cie C atravessa o material.
í
.J
K
valores Derivada deslocamento (dual de III
.
9).
Agora, $ tem$(X, t)
il
= y + Grad y üNMN
ôt ô\p
: = ÿ + (Grad \p
) tl,N ôt NCondi
çã
o de compatibilidade cinemá
tica (dual de III.
23).
Quan-ã
uma superfí
cie .singular com respeito ao campo $=
[
Y]
+[
Grad y]
* U..NÔt N
ô
[
>
]
=
[
«
"h[
Grad U Nôt
Condi
çõ
es de Hugoniot (dual de (III.
26) e (111.28)).
Quando[
jlQ
=
0 atravé
s S,K.
[
y]
=
constante
eUN
[
Grad i/Tj
=
-
[
ij/j
@
N (III.
37)UN
[
Divf
)
« “ffi
N,
se ipê
um vetorUN
[
piv ~[
[
I]
N, se ij)é
um tensorDual de (III
.
30) (condiçã
o de compatibilidade cinemá
tica itera -Quando[
y]
=
constante atravé
s S\ da)
.
K ÔR ÓU NL
Ÿ
]
= U^
Ç-
2U *•*» *jA N fit-
ôt p onde-B
=
6
(y,
N) »[
Gradyj
N e C=
Ô (y, N)-
[
GradGrad[
y]
N • NDual de (III
.
31) (condiçã
o de compatibilidade cinemá
tica itera -Quando[
|[
=
0 atravé
s S KFiJ
=
* U*
C-
2U da).
(SU 6 B N B r N <St 61 onde B ~ Ê|
(i),
N)=
[
Grad C=
Ò(ijje N)=
([
GradGrad|IJ]
N)N •A superfí
cie S(x.
é
dita material se,Quando
é
material,
K
m
ã
tica e expressa na forma (dual de (III.
32))e somente se
.
UN
a condiçã
o de compatibilidade cine -0.
S f ent
ã
ol
> també
mé
contí
nua, e assim por diante.
6.2
.
Velocidade«vrj«*•*%t IM e-.«« «MOB MMlocal CAifde propagaçaoitl>«W-* c*4(tf(:b ««'>aa-ar«í«Je ^ 3a
Com os resultados que ternos para S e S podemos
K’
fazer um relacionam ento entre as duas representa
çõ
es.
De (II.
9), (II.
10) (II.
11), (11.12) (Ap.
21), (Ap.
23) e (III.
33) podemos escrever;t
Grad G
=
F grad H • (III.
39)'9H G
=
¥
t + 9rac
^
H *v
Usando (III
.
Q) (III.
35) e (III.
39) segue que;1 t F n N (III
.
40)Ü
Ftn
. F*~^
Nn
|
|
F~tN
é
otrahsp
ç
sto de Fonde F Por meio de (III
.
0), (III.
7),
(III
.
35),
(111,36), (III.
39) e (III.
40).
, ainda temos o seguin1 te resultado:
No cap
í
tulo II já
foi visto que existem infinitascon
figura
çõ
es de referê
ncia.
Logo, temos umn
ú
mero infinitovelocidades , uma para cada configura
çã
o de referê
ncia.
Por esse motivo,é
importante a escolha de uma determinada referê
n cia para que possamos trabalhar com umaú
nica velocidadede
°
N Escolhendo o instante presente como o instante de referê
nciaUN
tem umú
nico valor que denotaremos por U.
\atrav
é
s de (11.24)Desse modo t
of
U
ê
o valor de U..quando fazemos e (II.
25),N
em (III
.
41) e Grad G=
grad H em (III.
36).
deF
=
1 Entao(III
.
41), (III.
7) e (III.
36),
obtemos:U
=
u n.
Vn
(III.
42) SH Ô U=
u St nComo o instante de referencia
ë
arbitrá
rio, entã
o (III.
42) va atravé
s de le para todo instante t, e podemos escrever(III
.
41) que: t (III.
43) F n n.
V U=
U u N nA quantidade U
ë
chamada velocidade local de propagaçã
o:ë
o valor deUN
quando a configuraçã
o presenteë
escolhida co -mo de referê
ncia.
0 nome velocidade na configuraçã
o presente (atual) para U també
m pode ser encontradotar U como segue: un
ê
a velocidade de S na direçã
o develocidade de cada part
í
cula mate -rial també
m na direçã
o de n.
Assim, Ué
a velocidade de deslo camento da superfí
cie S relativa as partí
culas materiaisela interpre Podemos n, (n
.
v
)në
o componente da queest
ã
o instantaneamente situadas sobre S.
Quando o corpo
ê
identificado corn sua configuraçã
o de referê
ncia, podemos trabalhar com a velocidade que eú
nica, pois, a descriçã
o material eú
nica.
Poresse
motivo, em mate -riais elá
sticos trabalhamos com U ou , dependendo do proble-ma
.
•Se S
é
estacionaria (u^
=
0), segue de (III.
43} que: U n » Vê
material (U-
UN
=
0) (III.
43) for -Por outro ladot quandoSj
,nece
u n • V n
Nesse trabalho usaremos a velocidade U: em misturas a velocidade local de propaga
çã
o para cada constituinteê
bem de finida.
6.3
.
Çondiç
oes_
de_
comgatibilidade_
_
dinâ
micaA termomec
â
nica admite a possibilidade de superfí
cies que sã
o singulares corn respeito ao prõ
prio movimento*
por (II
.
6) e (II.
8} e seus elementos, a densidadedefinido a temperatu
-ra, a pressã
o,
fluxo de calor, tensor tensã
o, a energia,
aNesse cap
í
tulo sõ
consideraremost
en
-tropie e a outras grandezassuperf