• Nenhum resultado encontrado

CONIC-SEMESP

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "CONIC-SEMESP"

Copied!
11
0
0

Texto

(1)

TÍTULO: AVALIAÇÃO DA EXPRESSÃO DE PD-L1 EM CTCS DE PACIENTES COM CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO E GÁSTRICO.

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE ÁREA:

SUBÁREA: Biomedicina SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO(ÕES): CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS -FMU

INSTITUIÇÃO(ÕES):

AUTOR(ES): CAMILA RIBEIRO DE LUIZ AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): LUDMILLA THOMÉ DOMINGOS CHINEN ORIENTADOR(ES):

COLABORADOR(ES): ALEXCIA CAMILA BRAUN, BIANCA DE CÁSSIA TRONCARELLI, CENTRO INTERNACIONAL DE PESQUISA E ENSINO - CIPE A.C CAMARGO CÂNCER CENTER, EMNE ALI ABDALLAH, FAPESP

(2)

1. RESUMO

Segundo o INCA, no Brasil os tumores de estomago aparecem em terceiro lugar na incidência entre homens e em quinto entre as mulheres. Já os tumores malignos de cabeça e pescoço, vem sendo o 6º tipo de câncer mais comum em todo o mundo. Um grande fator de risco para a progressão tumoral na maioria dos tumores epiteliais, por exemplo, é a disseminação de células tumorais no sangue. Um dos mecanismos de disseminação do câncer são as Células Tumorais Circulantes (CTCs), que podem circular no sangue por meses ou até anos antes do desenvolvimento de metástases. Um grupo de pesquisadores descreveu que células tumorais de diferentes locais, como por exemplo, sarcomas e carcinomas, adquirem a capacidade de expressar a proteína PD-L1 (ligante de morte programada 1), tornando-os resistentes a quimioterapias e à resposta do sistema imunológico (Gatalica et.al., 2014) (18). Objetivos: Avaliar a expressão proteica de PD-L1 nas CTCs, correlacionando com resposta ao tratamento e sobrevivência. Material e métodos: Este foi um estudo retrospectivo, onde foram avaliadas 49 amostras de CTCs de pacientes com tumores localmente avançados e não-metastáticos, coletadas entre 2014 e 2016. Destas 49 amostras de CTCs, 24 foram de pacientes com câncer de cabeça e pescoço submetidos à quimio-radioterapia definitiva, e 25 de câncer gástrico submetidos à quimioterapia neoadjuvante. As membranas contendo as CTCs estavam armazenadas à -20ºC em nosso banco, e haviam sido processadas no sistema ISET (Isolation by Size of Epithelial Tumor Cells). As CTCs foram submetidas à reação de imunocitoquímica para posterior contagem e avaliação da expressão proteica de PD-L1. Resultados: Para uma melhor análise, dividimos os pacientes em dois grupos, onde o Grupo 1 encontram-se os pacientes com câncer de estômago, e o Grupo 2, os pacientes com câncer de cabeça e pescoço. No Grupo 1, tivemos um total de 25 pacientes onde 14 expressaram PD-L1 nas CTCs. Destes, 13 estão vivos sem progressão da doença, e apenas um evoluiu para óbito. Já no Grupo 2, foram estudados 24 pacientes com câncer de cabeça e pescoço, onde 8 expressaram PD-L1 nas CTCs. Destes, três pacientes evoluíram para óbito, e os outros 5 estão vivos sem progressão da doença. Conclusão: Em nossas análises, não houve diferenças significativas na expressão de PD-L1 nas CTCs dos pacientes analisados. Sugerimos que futuros estudos devam ser realizados, com um número maior de pacientes, para uma melhor análise.

(3)

2. INTRODUÇÃO

2.1 Câncer de cabeça e pescoço

O câncer de cabeça e pescoço é o 6º tipo mais incidente em todo o mundo, sendo que 95% deste tipo de câncer são carcinomas de células escamosas do epitélio da mucosa, como cavidade oral, nasofaringe, faringe e laringe. Destes, 60% dos pacientes apresentam-se em estágio de tumor localmente avançado (1). A predisposição do câncer de cabeça e pescoço está relacionada em maior parte com a exposição ambiental, destacando o consumo do álcool e tabaco (2). O tratamento é multidisciplinar, e mesmo com um cenário mais avançado, a cirurgia continua sendo o tratamento mais indicado. Fatores como o estadiamento patológico do tumor primário, extensão do nódulo linfático extracapsular e margens cirúrgicas macro e microscopicamente envolvidos, são determinantes do risco de recidiva após a ressecção do tumor, identificando pacientes que se beneficiariam com o tratamento adjuvante (3). Contudo, ainda faltam marcadores que consigam predizer se o paciente irá ou não se beneficiar de determinada terapia e que informem previamente ao clínico que houve falha de resposta.

2.2 Câncer gástrico

O câncer gástrico é uma das principais causas de morte por câncer no mundo. Dos tumores malignos de estômago, 90% são do tipo histológico de adenocarcinoma, e em menor número, encontram-se os leiomiossarcomas e linfomas de MALT (4). O estadiamento tumoral é considerado o fator de prognóstico mais importante no câncer gástrico, e a quimioterapia neoadjuvante seguida de cirurgia é uma abordagem promissora e vem sendo utilizada com frequência em países ocidentais (5) (6). Contudo, assim como no câncer de cabeça e pescoço, há carência de biomarcadores.

2.3 Células tumorais circulantes

O primeiro relato sobre células tumorais circulantes (CTCs) foi realizado em 1869, por um médico austríaco chamado Thomas Ashworth. Em seu estudo, pôde observar que na veia safena de um paciente havia células semelhantes com as encontradas em um tumor que o mesmo paciente apresentou na parede anterior de seu tórax e abdômen (7). Sua teoria foi confirmada em 2004 por Cristofanilli, que demonstrou uma metodologia capaz de identificar essas células, e comprovar que realmente só

(4)

aparecem em pacientes com câncer (8).

As CTCs têm um importante papel na disseminação tumoral, podendo circular no sangue por meses ou até anos antes do desenvolvimento de metástases (9). Este processo pode ser explicado por sua relação com os processos biológicos, principalmente a transição epitélio-mesênquima, constituindo a ativação de proteases e mudança na expressão de moléculas de adesão, facilitando a entrada de células tumorais na circulação sanguínea (10) (11). As CTCs e o tumor de onde provêm são julgados como “estranhos” ao sistema imune do hospedeiro, e por este motivo se faz necessário realizar mecanismos de escape da resposta imune. Um destes mecanismos de escape é realizado pela habilidade de formar grupos de células tumorais, conhecidos como microêmbolos, que atingem sítios distantes dos de origem. Os microêmbolos tumorais circulantes (CTM) têm um alto potencial metastático, pois mantêm as capacidades de proliferação e também são resistentes à apoptose (12).

2.4 PD-L1

Um importante componente no ciclo de imunidade ao câncer é a glicoproteína de membrana PD-L1 (ligante de morte celular programada 1), que é expressa em tumores impedindo o sistema imunológico de destruir as células cancerosas. PD-L1 é expresso em células apresentadoras de antígenos (APC), como macrófagos ou células dendríticas, e seu receptor PD-1 é expresso na superfície de linfócitos T ativados. Quando PD-L1 se liga ao receptor PD-1, é gerado um sinal inibitório transmitido para o linfócito T, fazendo com que haja uma redução na produção de citocinas e supressão de proliferação da célula, levando-o à inibição e indução de apoptose do linfócito T, ou até, induzindo anergia em linfócitos T naive (13) (14).

2.5 CTCs e PD-L1

A expressão de PD-L1 é quantificada em biópsias de tumor antes do tratamento de câncer do pulmão de células não pequenas (NSCLC) com anti-PD-L1. Porém, a natureza invasiva da biópsia leva os médicos a testarem este marcador em biópsias de arquivos, o que pode não ser representativo da doença após exposição à quimioterapia ou terapias direcionadas (15). Como alternativa a esse processo, a análise de CTCs para a expressão de PD-L1 pode ser utilizada como substituto para

(5)

biópsias do tumor, introduzindo o conceito de “biopsia líquida” (16). Anantharaman A, et. al. (2016) explorou valores prognósticos da expressão de PD-L1 nas CTC,

analisados por Epic Sciences, que se baseia em coloração IF automática para CK,

CD45 e PD-L1. Por fim, demonstraram a capacidade de identificar CTCs em pacientes com câncer de bexiga avançado, indicando potencial de guiar terapias imunes de inibidores de checkpoint, que muitas vezes obtém respostas curáveis

(17).

3. OBJETIVOS

Avaliar a expressão da proteína PD-L1 em amostras de CTCs isoladas de pacientes com câncer de cabeça e pescoço candidatos a quimiorradioterapia definitiva, e pacientes com câncer gástrico candidatos a quimioterapia neoadjuvante, correlacionando com resposta ao tratamento e sobrevivência.

4. METODOLOGIA

Este estudo é uma análise retrospectiva de amostras já coletadas entre 2014 e 2016, sendo 25 amostras de pacientes com câncer gástrico candidatos a quimioterapia neoadjuvante, e 24 amostras de pacientes com câncer de cabeça e pescoço candidatos a quimiorradioterapia definitiva. Todos os pacientes fizeram tratamento no hospital A.C. Camargo Cancer Center, São Paulo, Brazil, e ao aceitar participar do estudo, assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. Foram coletados 8 ml de sangue dos pacientes, em dois momentos: para os pacientes com câncer de cabeça e pescoço, antes e após o tratamento. Já para os pacientes com câncer gástrico, foi coletado apenas antes do tratamento.

5. DESENVOLVIMENTO

A análise de CTCs foi realizada pelo sistema ISET (Isolation by Size of Epithelial Tumor Cells, Rarecells, França), que consiste em um método direto para isolamento

de células tumorais por filtração em uma membrana de policarbonato com poros calibrados com 8 μm de diâmetro. Este método baseia- se no princípio de que as células cancerosas são maiores do que leucócitos do sangue periférico (linfócitos e neutrófilos) com um tamanho variante de 8 a 11 µm. Após término da filtragem, as membranas foram lavadas com PBS, secas ao ar livre em overnight, e estocadas a

(6)

B A

20ºC até o momento da realização de reações.

Para analisar a expressão proteica de PD-L1 em CTCs, realizamos apenas ensaios de imunocitoquímica, onde os spots das membranas foram cortados e colocados em placas de 24 poços. Em cada spot foi adicionado 1 mL de Retrieval Solution 1X (Dako Target Retrieval Solution), e logo após, a placa foi levada ao micro-ondas dentro de um recipiente com água destilada, para recuperação antigênica. Os spots foram hidratados com Tris Buffered Saline (TBS) por 20 minutos. As células foram permeabilizadas com TBS 0.2% Triton X-100 por 5 min exatos à temperatura ambiente. Após uma nova lavagem com TBS, as membranas foram incubadas por 15 minutos, no escuro e à temperatura ambiente com água oxigenada, e lavadas novamente com TBS. Em seguida, o anticorpo PD-L1 (CD274 Antibody, Cusabio), foi diluído em 1:100 com TBS e 10% de soro fetal bovino, e aplicado nas membranas, que foram cobertas com parafilm e incubados overnight em

temperatura ambiente e no escuro. A revelação foi feita com Polymer Polink DR-RR-Hu (GBI Labs) e pelo cromógeno Diaminobenzidine tablets sets 3,3' (DAB) (SIGMAFAST™). Após lavagem com água destilada, os spots foram corados com 2 gotas de hematoxilina e incubados por 2 minutos. Os spots foram lavados novamente com água destilada, e posteriormente aderidos às lâminas com meio de montagem aquoso (PBS) e lamínula.

Também realizamos controles para o anticorpo, onde para o controle positivo (expressão de PD-L1), utilizamos o sangue de indivíduos sadios acrescido de células tumorais de cultura, da linhagem FaDu (carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço) (Figura 1, A). Para controle negativo (não expressão de PD-L1), utilizamos a linhagem HCT-8 (Adenocarcinoma Colorretal Ileocecal) (Figura 1, B).

(7)

6. RESULTADOS

Para uma melhor análise, dividimos os pacientes em dois grupos, onde o Grupo 1 encontram-se os pacientes com câncer de estômago, e o Grupo 2, os pacientes com câncer de cabeça e pescoço.

6.1 Resultados Grupo 1

Obtivemos um total de 25 pacientes, cujas membranas disponíveis eram apenas de segunda coleta (após cirurgia), onde 14 (56%) eram do sexo masculino, e 11 (44%) do sexo feminino, com idade mediana de 56,4 (37 – 87). As características clinico-patológicas do Grupo 1 estão dispostas na Tabela 1. O estádio da doença desses pacientes foi de 88% localizada, onde o sítio primário mais comum foi em corpo do estômago (44%), seguido por cárdia/fundo (28%). 60% dos pacientes realizaram tratamento neoadjuvante, e os esquemas mais utilizados foram FOLFOX/XELOX e CF/XP. Analisamos as CTCs destes pacientes, e calculamos quantas CTCs haviam por mL, obtendo a média de 2,57 CTC/mL (1,00-9,14 CTCs/mL). Dos 25 pacientes, 14 expressaram PD-L1 nas CTCs. Destes, 13 estão vivos sem progressão da doença, e apenas um evoluiu para óbito. Realizamos também a sobrevida livre de progressão (SLP) avaliando a expressão positiva e negativa de PD-L1 nesses pacientes (P>0,05), como demonstra a Figura 2.

6.2 Resultados Grupo 2

Obtivemos um total de 24 pacientes, cujas 7 membranas disponíveis eram de primeira coleta, e outras 22 de segunda coleta (amostras coletadas após quimio-radio). Destes, somente 5 pacientes continham as membranas de primeira e segunda coleta. Do total de pacientes, 21 (87,5%) eram do sexo masculino, e 3 (12,5%) do sexo feminino, com idade mediana de 61,5 (43 – 77). As características clinico patológicas do Grupo 2 também estão descritas na Tabela 1. O estádio da doença foi de 62,5% em estádio IV e 37,5 em estádio III. O sítio primário mais acometido foi Orofaringe (62,5%), seguido por Laringe (20,8%). O tratamento destes pacientes foi variável, sendo que 50% realizaram quimiorradioterapia definitiva, 29,1% adjuvante e 20,8% quimioterapia de indução. Os esquemas mais utilizados foram CDDP+RDT e Figura 1: Controles para a reação imunocitoquímica com o anticorpo L1. A: Controle positivo para PD-L1, células tumorais de linhagem Fa-Du. B: Controle negativo para PD-PD-L1, linhagem de células tumorais de HCT-8.

(8)

Cetuximabe concomitante à radioterapia. Realizamos a contagem de CTCs destes pacientes e calculamos quantas CTCs haviam por mL de sangue, obtendo a média de 2,69 (0,2 – 4,8 CTCs/mL) para as membranas de primeira coleta, e 2,44 (0,2 – 7,8 CTCs/mL) para as membranas de segunda coleta. Dos 24 pacientes, 8 expressaram PD-L1 nas CTCs. Destes, três evoluíram para óbito, e os outros 5 estão vivos sem progressão da doença. Realizamos também a sobrevida livre de progressão avaliando a expressão positiva e negativa de PD- L1 nesses pacientes (P >0,05) como demonstra a Figura 3.

7. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Embora sem significância estatística, os resultados de SLP com expressão de PD-L1 nas CTCs provenientes de pacientes com câncer de cabeça e pescoço parecem promissores, pois as curvas estão bem separadas, com pior SLP para os pacientes com expressão de PD-L1. Sugerimos que futuros estudos devam ser realizados, com um número maior de pacientes, para uma melhor análise.

Figura 2 – Sobrevida livre de progressão avaliando expressão positiva (1,0) e negativa (0,0) de PD-L1 nos pacientes do Grupo 1.

(9)

Tabela 1: Caracteristicas clinico-patológicas dos Grupos 1 e 2. Lista de abreviaturas: Cetuximabe+RDT – Cetuximabe associado à radioterapia; CDDP+RDT – Cisplatina associado à radioterapia.

Variável Grupo 1 % Variável Grupo 2 %

Total de pacientes 25 100 Total de Pacientes 24 100 Idade Mediana 57,36 Idade Mediana 61,5 Gênero Masculino Feminino 14 11 56 44 Gênero Masculino Feminino 21 3 87,5 12,5 Sítio primário Corpo Cárdia/fundo Outros 11 7 7 44 28 28 Sítio primário Orofaringe Laringe Outros 15 5 4 62,5 20,8 16,5 Estadio Localizada Metastática 22 3 88 12 Estadio III IV 9 15 37,5 62,5 Tratamento Neoadjuvante Não Sim 10 15 40 60 Tratamento Adjuvante Quimiorradioterapia Quimioterapia 7 12 5 29,1 50,0 20,8 Esquema utilizado FOLFOX/XELOX CF/XP DCF modificado 8 6 1 53,3 6 1 Esquema utilizado CDDP+RDT Cetuximabe+RDT Outros 11 8 5 45,8 33,3 20,7 CTC/mL Média 2,57 CTC/mL Média 1ª coleta 7 Média 2ª coleta 22 2,69 2,44 Expressão PD-L1 Negativo Positivo 11 14 44 56 Expressão PD-L1 Negativo Positivo 5 9 20,8 37,5

(10)

Figura 3: Sobrevida livre de progressão avaliando expressão positiva (1,0) e negativa (0,0) de PD-L1 nos pacientes do Grupo 2.

8. FONTES CONSULTADAS

1. J. B. Vermorken, P. Specenier; Optimal treatment for recurrent/metastatic head and neck cancer. Ann Oncol 2010;

2. Franceschi S, Talamini R, et al. Smoking and drinking in relation to cancers of the oral cavity, pharynx, larynx, and esophagus in northern Italy. Cancer Res 1990;

3. Tinhofer, R. Konschak, C. Stromberger,; Detection of circulating tumor cells for prediction of recurrence after adjuvant chemoradiation in locally advanced squamous cell carcinoma of the head and neck. Ann Oncol 2014;

4. Karimi P, et al. Gastric cancer: descriptive epidemiology, risk factors, screening and prevention. Cancer Epidemiol Biomarkers Prev. 2014;

5. Okabe H, Tsunoda S, Hosogi H, Hisamori S, Tanaka E, Tanaka S, Sakai Y. Circulating tumor cells as an independent predictor of survival in advanced gastric cancer. Ann Surg Oncol. 2015;

6. Harrison JD, Fielding JW. Prognostic factors for gastric cancer influencing clinical practice. World J Surg 1995;

(11)

7. Ashworth TR. A case of cancer in which cell similar to those in the tumours were seen in the blood after death. Aust. Med. J. 1869;

8. Cristofanilli M, Budd GT, Mathew JE; et al. Circulating tumor cells, disease progression, and survival in metastatic breast cancer. N. Engl. J. Med. 2004;

9. Chinen LTD, Mello CAL, Abdallah EA, et al. Isolation, detection, and immunomorphological characterization of circulating tumor cells (CTCs) from patients with different types of sarcoma using isolation by size of tumor cells: a window on sarcoma-cell invasion. OncoTargets and therapy. 2014;

10. Mego M, Mani SA, Cristofanilli M. Molecular mechanisms of metastasis in breast cancer-clinical applications. Nat. Rev. Clin. Oncol. 2010;

11. Elshimali Y I, Grody W W. The clinical significance of circulating tumor cells in the peripheral blood. Diag Mol Pathology 2006;

12. Paterlini-Brechot P, Benali NL. Detection of circulating tumor cells (CTC): clinical impact and future directions. Cancer Lett. 2007;

13. Mazel Martine, JacotWilliam, et al., Frequent expression of PD-L1 on circulating breast cancer cells, Molecular Oncology, 2015;

14. Ghebeh H, Lehe C, Barhoush E, et al. Doxorubicin downregulates cell surface B7- H1 expression and upregulates its nuclear expression in breast cancer cells: role of B7- H1 as an anti-apoptotic molecule. Breast Cancer Research : BCR. 2010;

15. Schehr JL, Schultz ZD, Warrick JW, et al. High Specificity in Circulating Tumor Cell Identification Is Required for AccurateEvaluation of Programmed Death-Ligand 1. PLoS One, 2016;

16. Pantel, K., Alix-Panabieres, C., Real-time liquid biopsy in cancer patients: fact or fiction?. Cancer Res., 2013;

17. Anantharaman A, Friedlander T, Lu D, et al. Programmed death-ligand 1 (PD-L1) characterization of circulating tumor cells (CTCs) in muscle invasive and metastatic bladder cancer patients. BMC Cancer. 2016;

18. Gatalica Z, Snyder C, Maney T, Ghazalpour A, et al. Programmed cell death 1 (PD- 1) and its ligand (PD-L1) in common cancers and their correlation with molecular cancer type. Cancer Epidemiol Biomarkers Prev, 2014.

Referências

Documentos relacionados

2.1. Disposições em matéria de acompanhamento e prestação de informações Especificar a periodicidade e as condições. A presente decisão será aplicada pela Comissão e

Sun et al., “Evidence for the complemen- tary and synergistic effects of the three-alkaloid combination regimen containing berberine, hypaconitine and skimmian- ine on the

Informações tais como: percentual estatístico das especialidades médicas e doenças, taxas de ocupação dos principais recursos, tempos de permanência de internação, escores

A empresa aqui denominada ARTCOURO COMERCIAL LTDA – pequena empresa de confecção de artigos de couro de uso pessoal de alta qualidade (bolsas, malas, cintos, carteias)

O custeio baseado em atividades e a gestão por atividades nas empresas de autopeças instaladas no Brasil, visto dentro da ótica das empresas líderes de mercado em seus segmentos

Então eu acho também bacana, Evelyn, de você trazer essa rede colaborativa para esse nível de escola de você trocar com seus pares, que não é aquela coisa nas portas, ficar

Em se tratando do acervo literário traduzido e adaptado por Monteiro Lobato, dentre essas intenções o que se encontra, predominantemente, é a segunda, visto que, tanto nas obras

Em que pese a redação do artigo 329, II, do Código de Processo Civil, na verdade veremos que há algumas exceções em que mesmo após o saneamento haverá a possibilidade de