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Sustentabilidadenaformaçãodosengenheiros[1].ppt

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Academic year: 2021

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(1)A SUSTENTABILIDADE NA FORMAÇÃO E NA PRÁTICA PROFISSIONAL DO ENGENHEIRO. Eliane Wolff Doutora em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos.

(2) Por que o meio ambiente é tão importante?.

(3) Meio ambiente Conjunto de condições que afetam a existência, desenvolvimento e bem-estar dos seres vivos. WWF-Brasil / Eduardo Mongelli.

(4)

(5) É possível viver em um mundo sem poluição?.

(6) Poluição Lançamento de matéria ou energia que possa ocasionar danos a: Saúde ou ao bem-estar do ser humano Flora, à fauna e a qualquer recurso natural Atividade social e econômica Acervos histórico, cultural e paisagístico.

(7)

(8) Lei 9.605 de 1998 Lei de Crimes Ambientais Art. 54. “Causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora: ... § 2º Se o crime: ... V - ocorrer por lançamento de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos, ou detritos, óleos ou substâncias oleosas, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos: Pena - reclusão, de um a cinco anos.”.

(9) Poluição ≈ Ineficiência Utilização dos recursos de forma incompleta ou ineficaz Manuseio, armazenamento e tratamento de efluentes e resíduos Custos repassados ao consumidor.

(10) Ciclo de resíduos numa sociedade moderna. (Lora, 2002).

(11) O HOMEM É UM AGENTE QUE TRANSFORMA É A ÚNICA ESPÉCIE CAPAZ DE SOBREVIVER NOS MAIS VARIADOS HABITATS TRANSFORMA O MEIO ANTES DE ACEITÁ-LO COMO TAL.

(12) A NATUREZA COMO FONTE PRINCIPAL DE RECURSOS CRESCIMENTO POPULACIONAL O CONHECIMENTO COMO FONTE DE SOBREVIVÊNCIA, CONFORTO E CONQUISTA DE ESPAÇOS.

(13) O ATENDIMENTO ÀS NECESSIDADES DE CONSUMO CADA VEZ MAIORES RESULTAM NA ESCASSEZ DE MATÉRIA-PRIMA COM O SURGIMENTO DE PROBLEMAS GRAVES, TAIS COMO: POLUIÇÃO, DEGRADAÇÃO E MODIFICAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS TERRESTRES.

(14) Evolução da Gestão Ambiental.

(15) Histórico ambiental 1950 Ausência de controle ambiental REGRA: diluir e dispersar.

(16) Histórico ambiental 1960. Minamata Torrey Canon. Primeiros movimentos ambientalistas. The British Clean Air Act National Environment Policy Act. Marco inicial do controle ambiental.

(17) Histórico ambiental 1970 Uso racional de energia, fontes renováveis, valorização energética dos resíduos Crise do petróleo Sevesso Amoco Cadiz Three Mile Island. Criação da EPA Conferência de Estocolmo Anjo Azul.

(18) ONU 1972 - Estocolmo, junho I Conferência Mundial sobre o Homem e o Meio Ambiente “ O homem tem direito fundamental à liberdade, à igualdade e ao desfrute de condições de vida adequadas, em um meio de qualidade tal que lhe permita levar uma vida digna, gozar do bem-estar e é portador solene de obrigação de proteger e melhorar o meio ambiente, para as gerações futuras ”....

(19) I Conferência Mundial sobre o Homem e o Meio Ambiente Tópicos Planejamento e gerenciamento dos assentamentos humanos para a Qualidade Ambiental Aspectos ambientais do manejo de recursos naturais Identificação e controle de poluentes e outros distúrbios de maior importância internacional Aspectos educacionais, informativos, sociais e culturais de questões ambientais Desenvolvimento e meio ambiente Implicações organizacionais internacionais de propostas de ação.

(20) I Conferência Mundial sobre o Homem e o Meio Ambiente Resultados Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento – UNCED Declaração de 23 princípios a serem adotados pelos países participantes como forma de gerenciar e lidar com problemas ambientais de significância global.

(21) Histórico ambiental 1980 Desenvolvimento sustentável, legislação ambiental (EIA/RIMA), superfund, globalização das questões ambientais Bhopal Chernobil Exxon Valdez. Responsible Care Program Protocolo de Montreal IPCC Convenção da Basiléia Relatório Brundtland.

(22) Histórico ambiental 1980.

(23) Histórico ambiental 1980 Ênfase ao ciclo de vida dos produtos Mudanças tecnológicas Otimização de processos e produtos Cuidados com a destinação dos resíduos industriais.

(24) Histórico ambiental 1990 Prevenção da poluição, gerenciamento ambiental, qualidade ambiental, ecologia industrial Guerra do Golfo Conferência Rio 92 BS 7750 ISO 14000 Protocolo de Kyoto.

(25) ONU 1992 - Rio de Janeiro, junho Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), RIO 92 - 179 países. Discussões Mudanças climáticas Emissões atmosféricas Alterações nos níveis dos oceanos e na camada ozônio Proteção das florestas tropicais e da biodiversidade Transferência de tecnologias e recursos financeiros dos países desenvolvidos para aqueles em desenvolvimento. de.

(26) Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Resultados Declaração do Rio ou Carta da Terra (27 princípios) da Biodiversidade Convenção. da Desertificação de Mudanças Climáticas. Declaração de princípios sobre Florestas Agenda 21. “Ação global visando o desenvolvimento sustentável e reverter estado pobreza e degradação ambiental, proporcionando à população maior acesso aos recursos”.

(27) O que fazer para alcançar a estabilidade ambiental?.

(28) A SUSTENTABILIDADE É O ÚNICO CAMINHO A PERCORRER.

(29) “A SUSTENTABILIDADE VAI MAIS ALÉM DOS DESTINOS DA ESPÉCIE HUMANA: ELA ALCANÇA A PERPETUAÇÃO DA VIDA, O VALOR INTRÍNSECO DA CRIAÇÃO OU DO MUNDO NATURAL”.

(30) A IDÉIA DO NÃO RECONHECIMENTO DO DIREITO PRÓPRIO DA NATUREZA É MODERNAMENTE ULTRAPASSADA “Analfabeto ambiental”.

(31) Os três pilares da sustentabilidade RESPEITO AO MEIO AMBIENTE. CRESCIMENTO ECONÔMICO. RESPONSABILIDADE SOCIAL.

(32) Sustentabilidade Uso mais eficiente dos recursos naturais Menor geração de resíduos Fontes alternativas de energia Mudanças dos hábitos de consumo Reutilização e reciclagem de produtos.

(33) Desenvolvimento sustentável Modalidade de desenvolvimento que possibilita a satisfação das necessidades desta geração sem prejuízo das gerações futuras em satisfazer suas necessidades.

(34) Prevenção da poluição Sustentabilidade.

(35) Prevenção à poluição Uso de processos, práticas, materiais, produtos ou energia de modo a minimizar a geração de poluentes e de resíduos, ao mesmo tempo em que reduz o risco à saúde humana e ao meio ambiente Prevenção à poluição ≈ Produção mais limpa. (UNEP, 2001).

(36) Prevenção à poluição Benefício econômico Melhora a imagem pública Torna-a competitiva Torna mais fácil cumprir leis e regulamentos ambientais Contribuição mais eficaz à solução dos problemas ambientais.

(37) Abordagens para a solução dos problemas ambientais ECO-EFICIÊNCIA ECO-EFICIÊNCIA. ABORDAGEM LÓGICA. END ENDOF OFPIPE PIPE. ABORDAGEM TRADICIONAL 100 %. CONTRIBUIÇÃO PARA SOLUÇÃO DO PROBLEMA. PREVENIR A MINIMIZAR GERAÇÃO DISPOR. TRATAR. REAPRO VEITAR. 0% (Modificado de APLIQUIM, 1994).

(38) Vantagens da prevenção da poluição em relação às estratégias de controle convencional: end of pipe (fim de tubo) Estratégia ambiental convencional Controle da poluição Remoção de resíduos Tratamento (modificação do volume e toxicidade) Disposição final. Resultados Certa melhoria da qualidade ambiental Transferência de poluentes de um meio para outro. Sistemas de controle da poluição são caros e a instalação de tecnologias de tratamento aumenta os custos de operação não pode se constituir em estratégia ambiental principal.

(39) Eco-eficiência Termo criado em 1992 pelo WBCSD Produção de forma competitiva, que satisfaça as necessidades humanas, promova qualidade de vida e minimize os impactos ambientais e consumo dos recursos naturais.

(40) Desenvolvimento sustentável e eco-eficiência. CRESCIMENTO ECONÔMICO. ECO-EFICIÊNCIA. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. USO CONSCIENTE DE RECURSOS NATURAIS.

(41) Elementos chaves para viabilizar a eco-eficiência. Sociedade civil. Governo. Iniciativa privada Progresso (WBCSD, 1992).

(42) Dimensões da eco-eficiência Reduzir o consumo de materiais e de energia em produtos e serviços Reduzir a dispersão de compostos tóxicos Promover a reciclagem Maximizar o uso de recursos renováveis Estender a durabilidade dos produtos Aumentar a intensidade do uso de produtos e serviços. Produtos e serviços. desenvolvimento econômico. eficientes ambientalmente. eco-eficiência.

(43) Ferramentas da eco-eficiência 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8.. Produção mais limpa Análise ciclo de vida Indicadores ambientais Relatórios de desempenho ambiental Sistemas de gestão ambiental Contabilidade ambiental Ecodesign Logística reversa.

(44) 1. Produção mais limpa Aplicação contínua de uma estratégia integrada e preventiva em processos, produtos e serviços visando aumentar a eficiência global, reduzindo os riscos aos seres humanos e ao meio ambiente.

(45) Produção mais limpa Processo produtivo Conservação de matérias-primas e energia Utilização de matérias-primas recicladas Substituição ou eliminação de matérias-primas e insumos tóxicos Minimização da quantidade e toxicidade das emissões e resíduos.

(46) Produção mais limpa Produtos Redução dos impactos negativos durante todo o ciclo de vida do produto. Serviços Adoção de estratégias que incorporem aspectos ambientais na concepção e na entrega de serviços.

(47) Visão geral da produção mais limpa Produção mais limpa. Instrumentos de gestão. É uma estratégia preventiva e contínua. Para modificar. Produtos. Instrumentos regulatários (governo). Processos. Instrumentos tecnológicos. Serviços. Assegurando Melhoria do desempenho ambiental e redução dos custos. (Piotto, 2003).

(48) Produção mais limpa e as melhores técnicas disponíveis (BAT) Best Avaliable Technologies Técnicas mais eficientes e avançadas disponíveis para a execução de atividades, aplicáveis a processos específicos, de forma a evitar emissões e os impactos ambientais adversos, ou quando isso não for possível, pelo menos reduzí-los Melhores técnicas: aquelas que permitem maior proteção ambiental Técnica: além da tecnologia, aspectos de projeto, construção, manutenção e operação Disponíveis: aquelas que permitem sua implementação em escala industrial, levando-se em conta além dos aspectos tecnológicos, o custo e a acessibilidade.

(49) Produção mais limpa e tecnologias limpas Substituição de matérias-primas poluentes Modernização e otimização de processos industriais Economia de energia Redução da quantidade e toxicidade de resíduos e emissões Valorização dos RSI (matéria-prima secundária).

(50) 2. Análise do Ciclo de Vida. “Do berço ao túmulo”. (EAA, 2001).

(51) Limitações e perspectivas para a Análise do Ciclo de vida Não identifica os impactos locais relacionados à atividade ou processo Não aborda os aspectos sociais e econômicos Sua execução envolve uma série de estimativas e alocações, comprometendo seus resultados Baixa qualidade dos dados disponíveis. Devidoaamaior maiordemanda demandada dasociedade sociedadeseu seu Devido usotende tendeaaaumentar aumentarcomo comoferramenta ferramenta uso estratégicade degestão gestãoeeno nodesenvolvimento desenvolvimentode deprodutos produtos estratégica.

(52) 3. Avaliação de desempenho ambiental “Não se pode gerir o que não é medido” Requer a seleção de indicadores que enfoquem os principais aspectos ambientais, vinculados aos critérios de sustentabilidade e de eco-eficiência (Piotto, 2003).

(53) Indicadores ambientais. (EMAS, 2000).

(54) 4. Relatórios de desempenho ambiental Do good and let it be known Ferramenta que contempla a coleta de informações relativas à gestão ambiental da empresa com a finalidade de divulgação para as partes interessadas Pressão dos investidores, comunidade, consumidores e órgãos de controle para divulgação de informações relativas ao desempenho ambiental e à saúde ocupacional Formas e padrões para estes relatórios.

(55) 5. Sistemas de gestão ambiental Estrutura organizacional que inclui responsabilidades, práticas, procedimentos, processos e recursos necessários para gerir os aspectos ambientais relacionados ao negócio, garantindo, ao mesmo tempo, conformidade com suas políticas e com as expectativas das partes interessadas (Five Winds, 2000). Otimização do uso recursos naturais. Viabilidade econômica. Minimização dos impactos ambientais.

(56) Gestão Ambiental X SGA Gestão ambiental Empresa demonstra postura reativa, procurando evitar os riscos e limitando-se ao atendimento dos requisitos legais (investimentos). Sistema da gestão ambiental Empresa adquire visão estratégica em relação ao meio ambiente: deixa de agir em função apenas dos riscos e passa a perceber também as oportunidades.

(57) Benefícios Os principais benefícios percebidos pelas empresas com sistema da gestão ambiental implementado são: melhora no relacionamento com os órgãos de controle ambiental abertura de novos mercados melhora nas relações com a comunidade redução nas penalidades na cadeia produtiva melhora no relacionamento com clientes aumento na efetividade da gestão com uma visão mais de longo prazo melhor comunicação interna.

(58) Benefícios Os principais benefícios percebidos pelas empresas com sistema da gestão ambiental implementado são: redução de custos modernização da gestão maior envolvimento da alta direção visão sistêmica e holística para as questões ambientais estímulo à participação e inovação maior conformidade legal redução dos acidentes ambientais.

(59) Sistemas de gestão Existem outros sistemas de gestão que podem ser usados nas indústrias, alguns criados por um determinado segmento e outros mais generalistas Responsible Care (atuação responsável): sistema de gestão integrada de saúde, segurança e meio ambiente voltado para a indústria química STEP (Strategies for Today’s Environmental Partnership – estratégias ambientais para as corporações): programa de gestão integrada de saúde, segurança e meio ambiente para indústrias do setor petroquímico americano EMAS (Eco-Management and Auditing Scheme – Sistema Europeu de Gestão e Auditoria Ambiental): sistema europeu de gestão ambiental BS 7750 (UK British Standard): sistema de gestão ambiental inglês.

(60) ISO 14000 Objetivo Prover as organizações de elementos de um sistema da gestão ambiental (SGA) eficaz que possam ser integrados a outros requisitos da gestão, e auxiliá-las a alcançar seus objetivos ambientais e econômicos.

(61) ISO 14000 Importância Melhoria continua do desempenho ambiental, com a redução de: poluição, pela revisão do processo produtivo desperdícios, com o controle de insumos e matérias-primas Comprovar junto ao mercado e a sociedade: práticas ecologicamente corretas, que visam minimizar impactos que possam impor riscos à preservação da biodiversidade Ganhos diretos e indiretos: contribuir com a qualidade de vida e o equilíbrio ambiental diferencial competitivo fortalecendo a ação no mercado.

(62) ISO 14000 Finalidade Equilibrar a proteção ambiental e a prevenção de poluição com as necessidades socio-econômicas. Proteção ambiental. Necessidades Sócio-econômicas. Prevenção da poluição.

(63) ISO 14000 As normas ambientais ISO 14000 são: baseadas em consenso de adesão voluntária projetadas tendo em mente sua integração projetadas para verificar a conformidade práticas.

(64) Guia Guiade deOrientação Orientação-- ISO ISO14000 14000 AVALIAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental. ISO 14001 ISO 14004. Auditorias Ambientais. ISO 19011 ISO 14015. Avaliação de Desempenho Ambiental. ISO 14031. AVALIAÇÃO DO PRODUTO. Rotulagem Ambiental. ISO 14020 ISO 14021 ISO 14022 ISO 14023 ISO 14024. ISO 14040 Análise do ISO 14041 IMPLEMENTAÇÃO ISO 14042 Ciclo de Vida ISO 14043. Vocabulário Vocabulário--ISO ISO14050 14050 Aspectos Ambientais em Normas de Produtos - ISO 14060.

(65) ISO 14000 As normas dirigidas para a organização proporcionam um abrangente guia para o estabelecimento, manutenção e avaliação de um sistema de gestão ambiental As normas dirigidas para o produto dizem respeito a determinação dos impactos ambientais de produtos e serviços sobre o seu ciclo de vida, rotulagem e declarações ambientais.

(66) 6. Contabilidade ambiental Envolve a determinação dos custos relacionados aos aspectos ambientais da empresa, podendo abranger desde a aquisição de matérias-primas, projeto de novos produtos, processo industrial até o descarte de embalagens e resíduos Custos diretos, indiretos, total, de vendas, administrativos, pesquisa e desenvolvimento, convencionais, associado ao ciclo de vida, potencialmente escondidos ou difusos, de contingência, de imagem, .... Torna os sistemas de gestão ambiental mais efetivos.

(67) (USEPA, 1995).

(68) Contabilidade ambiental Permite: Identificar as áreas nas quais ocorrem os custos ambientais Fornecer informações que suportem os tomadores de decisão em relação às questões ambientais Identificar e estimar custos relacionados aos riscos ambientais associados a novos projetos e aquisições Estimar custos relativos às mudanças nos requisitos legais, taxação e subsídios Redesenhar a avaliação de desempenho da empresa, de forma a incluir o desempenho ambiental.

(69) 7. Ecodesign Método de desenvolvimento de produtos que objetiva a redução do impacto ambiental e usa a criatividade para gerar produtos e processos mais eficientes sob o ponto de vista da sustentabilidade.

(70) Ecodesign Agrupa um conjunto de métodos que incorporam a variável ambiental no design de produtos Seleção de materiais Redução dos impactos durante a manufatura Uso do produto Reciclo e reuso de produtos e componentes Extensão da vida útil de produtos e de seus componentes Disposição final segura.

(71) 8. Logística Reversa Área da logística empresarial que planeja, opera e controla o fluxo e as informações logísticas correspondentes, do retorno dos bens de pós-venda e de pós-consumo ao ciclo de negócios ou ao ciclo produtivo, por meio dos canais de distribuição reversos, agregando-lhes valor de diversas naturezas: econômico, ecológico, legal, logístico, de imagem corporativa, entre outros (Leite, 2005).

(72) MATÉRIASPRIMAS. TODOS OS RESÍDUOS QUE VOCÊ ESTÁ ATUALMENTE PAGANDO PARA TRATAR OU DISPOR FORAM ANTERIORMENTE ADQUIRIDOS POR SUA EMPRESA. RESÍDUOS.

(73) Manuseio Identificação Minimização Gerenciamento Gerenciamento de de Res íduos SSólidos ólidos Resíduos Industriais Industriais Tratamento Legislação Disposição final.

(74) Hierarquia de opções para o gerenciamento de resíduos.

(75) Resíduos Sólidos Aqueles no estado sólido e semi-sólido Origem: industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e de varrição Lodos provenientes das estações de tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição Determinados líquidos cujas peculiaridades tornam inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos d’água, ou exijam para isso soluções técnicas e economicamente inviáveis em face a melhor tecnologia disponível (ABNT/NBR 10 004:2004).

(76) Resíduos Sólidos Classificação quanto à natureza ou origem Lixo Lixo Lixo Lixo Lixo. doméstico ou residencial comercial público domiciliar especial de fontes especiais. Industrial ••Industrial Radioativo ••Radioativo Deportos, portos, ••De aeroportosee aeroportos terminais terminais rodoferroviários rodoferroviários Agrícola ••Agrícola Doserviço serviçode de ••Do saúde saúde. (IBAM, 2001).

(77) Classificação Quanto aos riscos potenciais de contaminação do meio ambiente e à saúde pública ABNT NBR 10 004:2004 Função de suas propriedades físicas, químicas ou infecto-contagiosas Classe I - Perigosos Classe II – Não perigosos. Classe IIA – Não inertes Classe IIB – Inertes.

(78) Aspectos importantes da Gestão de RSI Segregação na fonte Tecnologias limpas Bolsa de resíduos Logística reversa Educação ambiental Tratamento e destinação final.

(79) Aspectos importantes da Gestão de RSI Tecnologias Limpas Substituição de matérias-primas poluentes Modernização e otimização de processos industriais Economia de energia Redução da quantidade e toxicidade de resíduos e emissões Mudança de visão com relação aos RSI: matériaprima secundária.

(80) O Transporte dos Resíduos Sólidos Industriais Marítimo ou fluvial. Ferroviário. Rodoviário.

(81) Minimização de resíduos Toda a ação tomada para evitar, eliminar ou reduzir a quantidade e/ou toxicidade dos resíduos que requerem disposição final ou permitir o seu reuso ou reciclagem.

(82) Minimização de resíduos A verificação das possibilidades de minimização de resíduos começa por um perfeito entendimento do processo industrial atividades de caráter organizacional (treinamento de pessoal e manutenção) alterações de caráter técnico.

(83) Minimização de resíduos Benefícios redução de custos de monitoramento, controle, tratamento e gerenciamento de resíduos redução de custos de estocagem, transporte e disposição de resíduos redução de custos-administrativos relacionados ao gerenciamento de resíduos redução do custo de matérias-primas, insumos e utilidades redução de riscos à saúde e segurança de funcionários relacionados a resíduos perigosos redução do risco ambiental maior facilidade na obtenção de licenças e financiamentos melhoria na eficiência e rentabilidade do processo melhoria da imagem pública da empresa.

(84) Minimização de resíduos Técnicas de minimização de resíduos Redução na Fonte. Reciclagem. Mudança no Controle na Uso e Reuso Recuperação produto fonte Alterações de Alterações Boas práticas operacionais matéria-prima tecnológicas.

(85) Técnicas de minimização de resíduos Redução na fonte Qualquer prática que reduza a quantidade de qualquer substância (poluente ou contaminante) durante um processo alterações de matérias-primas alterações tecnológicas boas práticas operacionais (CAGNO, TRUCCO e TARDINI, 2005).

(86) Técnicas de minimização de resíduos Reciclagem Principais aspectos: ganhos na redução de matérias-primas, redução de consumo de energia, de água, da geração de resíduos aumento do bem estar dos colaboradores crescimento de competitividade com outras empresas do setor (CALDERONI, 2003).

(87) Técnicas de minimização de resíduos Reciclagem Considerar: proximidade da instalação de reprocessamento custo de transporte dos resíduos volume de resíduos disponíveis para o reprocessamento custos de estocagem do resíduo no ponto de geração ou fora do local de origem.

(88) Evolução do Gerenciamento Ambiental.

(89)

(90)

Referências

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