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(1)

Nota Introdutória

Introductory Note

Os resultados do Sistema de Contas Integradas

das Empresas (SCIE), agora disponibilizados,

referem-se ao biénio 2001-2002 e correspondem

ao sétimo exercício do Sistema de Contas,

iniciado sobre os anos de referência 1994-1995.

Os resultados agora divulgados divergem dos

publicados em exercícios anteriores, no que se

refere ao âmbito, dado que esta publicação apenas

inclui entidades com natureza jurídica Sociedade.

Os Empresários em nome individual, incluídos

anteriormente, não foram considerados no Sistema

de Contas 2001-2002.

Os resultados são apresentados por dimensão de

emprego, para 23 sectores de actividade

económica, segundo a Classificação Portuguesa

das Actividades Económicas - Revisão 2

(CAE-Rev.2), e compreendem um conjunto de contas

económicas, respectivos saldos (valor

acrescentado bruto, excedente bruto de

exploração, lucro bruto corrente antes de impostos

e autofinanciamento) e elementos patrimoniais.

O total de empresas é desagregado em empresas

com 100 ou mais pessoas ao serviço, 20 a 99

pessoas ao serviço e, por último, empresas com

menos de 20 pessoas ao serviço para as quais é

divulgado apenas o conjunto de operações que

conduzem à determinação do valor acrescentado e

excedente de exploração.

Para o escalão de empresas com 100 ou mais

pessoas ao serviço, a informação divulgada tem

por base a observação exaustiva das unidades

estatísticas. Os resultados para os escalões de

pessoal inferiores a 100 pessoas ao serviço são

obtidos com base nos dados do Inquérito

Harmonizado às Empresas.

O próximo exercício do Sistema de Contas

Integradas das Empresas será disponibilizado no

último trimestre de 2005.

Novembro 2004

The Integrated Business Accounts System, now

available, refers to the two years period

2001-2002 and corresponds to the seventh exercise of

the Accounts System, started on the reference

years 1994-1995.

The results now released have a new scope, where

only Companies are included. Therefore the sole

proprietors, included in previous years, were not

considered in the Integrated Business Accounts

System 2001-2002

.

The information is presented following the model

already used previously: the results are presented

by employment size class and for 23 sectors of

economic activity, following the Portuguese

Classification of Economic Activities - Revision 2

(CAE-Rev.2), and include economic accounts,

their respective balancing variables (gross value

added, gross operating surplus, current gross

profit before taxes and self-financing) and

patrimonial elements.

The total of enterprises is broken down into

enterprises with 100 persons employed or more,

20 to 99 persons employed and enterprise with

less than 20 persons employed. For this last class,

the only transactions that are released are the ones

used to obtain the value added and the gross

operating surplus.

For the group of enterprises with 100 employees

or more, the information published is based on an

exhaustive observation of the enterprises. The

results, for enterprises with less than 100 persons

employed, are based in the data from the

Structural Business Survey.

The next financial exercise for the Integrated

Business Accounts System will be made available

in the last quarter of 2005.

(2)

ÍNDICE SISTEMÁTICO

Pág.

Nota Introdutória

3

Esclarecimentos aos utilizadores

4

Índice Sistemático

5

Análise dos principais resultados

7

Conceitos e definições

25

Quadros de Resultados

Empresas não financeiras por dimensão de emprego

33

1 - Indústrias extractivas

39

2 - Indústrias alimentares, das bebidas e do tabaco

45

3 - Indústria têxtil

51

4 - Indústria do couro e dos produtos de couro

57

5 - Indústrias da madeira e da cortiça e suas obras

63

6 - Indústrias de pasta, de papel e cartão e seus artigos; edição e impressão

69

7 - Fabricação de coque, produtos petrolíferos refinados e combustível nuclear; Fabricação

de produtos químicos e de fibras sintéticas ou artificiais

75

8 - Fabricação de artigos de borracha e de matérias plásticas

81

9 - Fabricação de outros produtos minerais não metálicos

87

10 - Indústrias metalúrgicas de base e de produtos metálicos

93

11 - Fabricação de máquinas e de equipamentos, n.e.

99

12 - Fabricação de equipamento eléctrico e de óptica

105

13 - Fabricação de material de transporte

111

14 - Indústrias transformadoras, n.e.

117

15 - Produção e distribuição de electricidade, de gás e de água

123

16 - Construção

129

17 - Comércio por grosso e a retalho; reparação de veículos automóveis, motociclos e de

bens de uso pessoal e doméstico

135

18 - Alojamento e restauração

141

19 - Transportes, armazenagem e comunicações

147

20 - Actividades imobiliárias, alugueres e serviços prestados às empresas

153

21 - Educação

159

22 - Saúde e acção social

165

23 - Outras actividades de serviços colectivos, sociais e pessoais

171

(3)

Análise dos Principais Resultados

Principais variáveis económicas

No âmbito do Sistema de Contas Integradas 2001-2002, as empresas

1

registaram um crescimento do valor

acrescentado bruto a preços correntes (VAB) de 1,8%. O pessoal ao serviço afecto ao processo produtivo

aumentou 1,9%, que correspondeu a 2 646 101 postos de trabalho em 2002.

Quadro 1 - Principais resultados, 2001-2002

unidade: 103 euros e % Número de empresas Número de pessoas ao serviço Volume de negócios

2001 2002 t.v.2 2001 2002 t.v. 2001 2002 t.v.

262 207 272 245 3,8 2 596 434 2 646 101 1,9 256 449 810 256 087 480 -0,1

Produção Valor Acrescentado Bruto Excedente Bruto de Exploração

2001 2002 t.v. 2001 2002 t.v. 2001 2002 t.v.

172 341 940 172 790 768 0,3 59 558 086 60 617 284 1,8 24 471 254 23 908 909 -2,3

O número de empresas cresceu 3,8%, o que correspondeu a um aumento de 10 038 de empresas. Em 2002, o

emprego médio das empresas era de 9,7 trabalhadores.

O volume de negócios e a produção apresentaram comportamentos opostos embora pouco significativos: o

volume de negócios decresceu 0,1% e a produção cresceu 0,3%. A diminuição do consumo intermédio de 0,5%,

conjugada com o ligeiro aumento registado para a produção, esteve na origem do maior crescimento observado

para o VAB (1,8%).

O Excedente Bruto de Exploração (EBE), obtido após dedução ao VAB dos custos com o pessoal e dos impostos

líquidos de subsídios, decresceu 2,3%. A tendência da variação deste agregado foi contrária à observada para o

VAB, em resultado do aumento dos custos com o pessoal de 4,8%. Em 2002 os custos com o pessoal atingiram

13,8 mil euros por pessoa, face a 13,4 mil euros em 2001.

Gráfico 1 – Composição do VAB, 2001-2002

2002

39,4%

0,3%

60,3%

2001

41,1%

0,4%

58,5%

Custos com pessoal

Impostos Líquidos de Subsídios

Excedente Bruto de Exploração

1

Não são consideradas as empresas cuja actividade principal consiste na produção de bens da agricultura (Secção A da CAE-Rev.2), da pesca (Secção B da

CAE-Rev.2) e actividades financeiras (Secção J da CAE-Rev.2) no âmbito do Sistema. Os Empresários em nome individual também não são considerados.

(4)

Resultados por classes de dimensão de emprego

Pessoal ao serviço e operações associadas ao processo produtivo

As empresas com menos de 20 pessoas ao serviço representavam cerca de 92% do total das empresas, sendo

responsáveis por 39,2% do total de emprego para o ano de 2002. No entanto, a importância deste conjunto de

empresas nas restantes variáveis é menor, representando, nomeadamente, cerca de 27% do VAB total.

Cerca de metade do VAB (47,9% em 2001 e 49% em 2002) resultou da actividade das empresas com 100 ou mais

pessoas ao serviço, apesar de concentrarem apenas 34,6% do total de emprego e 1% do total de empresas. Para as

restantes variáveis, estas empresas concentravam cerca de 44% do volume de negócios total e mais de 49% no

que se refere à produção, consumo intermédio e EBE.

As empresas com 100 ou mais pessoas ao serviço apresentaram taxas de crescimento para o volume de negócios

(1,8%), produção (2,4%) e VAB (4,1%), constituindo desta forma o único grupo de empresas que registou um

comportamento positivo. As empresas com menos de 20 pessoas ao serviço e as empresas com 20 a 99 pessoas ao

serviço apresentaram comportamentos negativos para o VAB, de -0,6% e -0,1%, respectivamente.

O aumento de emprego observado no período em análise, cerca de 49 mil pessoas, foi gerado pelas empresas com

menos de 20 pessoas ao serviço. O emprego nas empresas de maior dimensão aumentou 0,1%, o que representa

um contributo reduzido para a evolução de 1,9% observada para o total de emprego.

Quadro 2 – Principais variáveis por classes de dimensão de emprego, 2001-2002

Classes de dimensão de emprego

1 a 19

Pessoas ao serviço Pessoas ao serviço 20 a 99 Pessoas ao serviço 100 ou mais

Peso no total

2002 2001/2002 t.v. Peso no total 2002 2001/2002 t.v. Peso no total 2002 2001/2002 t.v.

% Número de empresas 92,3 4,0 6,7 2,2 1,0 0,0 Número de pessoas ao serviço 39,2 5,6 26,2 -0,9 34,6 0,1 Volume de negócios 30,5 -1,0 25,4 -2,4 44,1 1,8 Produção 26,7 -2,4 24,0 -1,0 49,3 2,4 Consumo Intermédio 26,6 -3,3 23,9 -1,4 49,5 1,5 Valor Acrescentado Bruto 26,9 -0,6 24,1 -0,1 49,0 4,1 Excedente Bruto de Exploração 25,6 -10,4 21,1 -4,2 53,3 3,0

(5)

Operações não directamente ligadas ao processo produtivo

As operações externas ao processo produtivo contribuem para a formação do lucro e do autofinanciamento,

excluindo contudo as operações de produção, consumo intermédio e de remuneração dos factores produtivos.

Para as empresas com 100 ou mais pessoas ao serviço, o lucro bruto corrente antes de impostos cresceu 9,9%, na

sequência do crescimento dos proveitos e ganhos financeiros (19%). O autofinanciamento, para este grupo de

empresas, teve um comportamento negativo (-4,2%). O decréscimo desta variável, apesar do comportamento

positivo do VAB referido anteriormente, resultou do crescimento significativo dos lucros distribuídos e dos custos

e perdas extraordinárias.

Quadro 3 - Operações externas ao processo produtivo para as empresas com 100 ou mais pessoas ao serviço, 2001-2002

unidade: 103

euros e %

Proveitos e ganhos financeiros Lucro bruto corrente antes de impostos Proveitos extraordinários

2001 2002 t.v. 2001 2002 t.v. 2001 2002 t.v.

3 287 939 3 914 025 19,0 10 734 537 11 798 093 9,9 2 524 750 2 278 945 -9,7

Custos extraordinários Lucros distribuídos Autofinanciamento

2001 2002 t.v. 2001 2002 t.v. 2001 2002 t.v.

1 370 069 1 850 709 35,1 1 357 999 2 191 123 61,3 8 844 540 8 470 613 -4,2

Balanço

Para as empresas com 100 ou mais pessoas ao serviço, o imobilizado líquido decresceu 0,4% no período em

análise, diminuindo o seu peso no activo líquido, que passou de 59,5% em 2001 para 56,4% em 2002. Ainda no

activo líquido, as dívidas de terceiros a curto prazo, com um peso de 23,7% no total do activo líquido em 2002,

destacaram-se com uma variação positiva de 11,4%.

O capital próprio cresceu 1%, representando 32,6% do capital próprio e passivo em 2002. As dívidas a terceiros

que correspondem a cerca de 55% daquele agregado em 2002, registaram um elevado crescimento,

nomeadamente as de curto prazo que cresceram 7,7%, representando, por si só, cerca de 31% do total do Balanço.

Quadro 4 - Balanço para as empresas com 100 ou mais pessoas ao serviço, 2001-2002

unidade: 103 euros e %

Activo líquido 2001 2002 t.v. Capital próprio e Passivo 2001 2002 t.v.

Imobilizado líquido 90 585 574 90 202 993 -0,4 Capital próprio 51 653 937 52 148 006 1,0

Existências 11 217 435 11 318 878 0,9 Provisões para riscos e encargos 4 956 079 5 271 451 6,4

Dívidas de terceiros a m/l prazo 2 967 167 4 167 752 40,5 Dívidas a terceiros a m/l prazo 34 983 892 37 055 441 5,9

Dívidas de terceiros a curto prazo 33 988 905 37 879 727 11,4 Dívidas a terceiros a curto prazo 46 016 652 49 578 800 7,7

Títulos negociáveis 1 924 090 2 868 913 49,1 Acréscimos e diferimentos 14 738 702 15 761 053 6,9

Depósitos bancários e caixa 4 024 874 4 579 859 13,8

Acréscimos e diferimentos 7 641 244 8 796 629 15,1

(6)

Gráfico 2 – Estrutura do balanço em 2002, para as empresas com 100 ou mais pessoas ao serviço

Aplicações

12,8% 23,7% 7,1% 56,4% Activo Fixo Existências Dívidas de terceiros-cp Outros

Origens

13,2% 31,0% 23,2% 32,6% Capital próprio Dívidas a terceiros - mlp Dívidas a terceiros - cp Outros

Indicadores económico-financeiros

Os indicadores relativos à situação financeira das empresas apresentaram um comportamento desfavorável para as

empresas com 100 ou mais pessoas ao serviço. O rácio de endividamento atingiu 0,67 em 2002 (0,66 em 2001), o

de autonomia financeira atingiu 0,33 em 2002 (0,34 em 2001) e o de solvabilidade decresceu para 0,57 no mesmo

ano (0,60 em 2001). Na origem dos comportamentos negativos observados para os rácios de autonomia financeira

e de solvabilidade esteve um crescimento do capital próprio pouco significativo (1%), resultado de um elevado

decréscimo nos resultados transitados.

A taxa de capacidade de reembolso, medida pelo peso do autofinanciamento e dos lucros distribuídos nos

empréstimos a médio e longo prazo, decresceu no período em análise de 0,42 para 0,40, em consequência do

aumento de 10% nos empréstimos a médio e longo prazo.

Os juros suportados representavam 19% do EBE em 2002. O decréscimo de 6,5% nesta variável, conjugado com

o acréscimo de 3% do EBE contribuiu para uma diminuição da taxa de encargos financeiros de 2 pontos

percentuais.

Gráfico 3 - Indicadores financeiros para as empresas com 100 ou mais pessoas ao serviço, 2001-2002

0,66 0,60 0,34 0,42 0,21 0,67 0,57 0,33 0,40 0,19 0,00 0,10 0,20 0,30 0,40 0,50 0,60 0,70 0,80

Endividamento Solvabilidade Autonom ia Financeira Taxa de Capacidade de Reembolso a mlp

Taxa de Encargos Financeiros

2001

2002

(7)

A rentabilidade do activo líquido manteve-se estável nos anos em análise, atendendo a que os aumentos

observados para o resultado líquido do exercício (15,6%) e para o activo líquido (4,9%) não foram suficientes

para provocar alterações ao nível deste indicador. No entanto o referido aumento dos resultados líquidos

esteve na

origem do comportamento favorável observado para o indicador de rentabilidade dos capitais próprios (0,06 em

2002).

Os aumentos registados nos resultados operacionais de 2,4% e no volume de negócios em cerca de 1,8%,

contribuíram para aumentar o nível da rentabilidade operacional das vendas em 1%. O indicador apresentou para

2001 o valor de 0,04 e para 2002, o valor de 0,05.

A taxa de valor acrescentado, que corresponde ao valor do VAB por unidade produzida, aumentou de 0,34 em

2001 para 0,35 em 2002.

Gráfico 4 - Indicadores de rentabilidade e taxa de valor acrescentado, para as empresas com 100 ou mais pessoas ao

serviço, 2001-2002

0,02 0,05 0,04 0,34 0,02 0,06 0,05 0,35 0,00 0,05 0,10 0,15 0,20 0,25 0,30 0,35 0,40 Rentabilidade do activo líquido

Rentabilidade dos capitais próprios

Rentabilidade operacional das vendas

Taxa de valor acrescentado

2002

2001

Resultados por sector de actividade económica

3

Empresas e pessoal ao serviço

O sector dos Serviços representava 72,3% do total de empresas e ocupava 53,3% do pessoal ao serviço no ano

2002, correspondendo a cerca de 1 410 mil pessoas, das quais 42,1% concentravam-se no sector do Comércio.

A Indústria, com 15,5% das empresas, detinha 33,1% do emprego total. As indústrias Têxtil e da Alimentação,

bebidas e tabaco, empregavam 25,6% e 11,1% do emprego industrial, respectivamente, constituindo assim os

principais empregadores no sector.

3

A classificação económica considerada no presente capítulo corresponde às seguintes agregações das secções da CAE-Rev.2:

- Indústria

Secções C (Indústrias extractivas) e D (Indústrias transformadoras);

- Electricidade, gás e água

Secção E (Produção e distribuição de electricidade, gás e água);

- Construção

Secção F (Construção);

- Serviços

Secções G (Comércio por grosso e a retalho), H (Alojamento e restauração), I (Transportes, armazenagem e comunicações), K (Actividades

imobiliárias, alugueres e serviços prestados às empresas), N (Educação), M (Saúde) e O (Acção social e outras actividades de serviços colectivos,

sociais e pessoais).

(8)

Quadro 5 - Distribuição das empresas e pessoal ao serviço por sector de actividade em 2002

Sectores de actividade Empresas % Pessoal ao serviço %

Indústria 15,5 33,1

Electricidade, Gás e Água 0,1 1,0

Construção 12,1 12,6

Serviços 72,3 53,3

Total 100 100

O sector da Electricidade, gás e água apresentava a maior dimensão média, com cerca de 74,3 trabalhadores por

sociedade. Pelo contrário, as empresas dos sectores da Construção e Serviços apresentaram as menores dimensões

médias, com 10,2 e 7,2 trabalhadores, respectivamente.

Gráfico 5 - Dimensão média das empresas por sector de actividade , medida pelo número de trabalhadores em 2002

0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 10

Indústr ia Electr icidade,gás e água Construção Serviços Total

Dim ensão Média 20,8 74,3 10,2 7,2 9,7

Indústria Electricidade, gás e água Construção Serviços Total

0

O maior crescimento do emprego verificou-se no sector da Construção, com uma taxa de variação de 9,8% em

2002. Nos sectores da Indústria e da Electricidade, gás e água registou-se um decréscimo de emprego, na ordem

dos 1,5% e 4,4%, respectivamente.

Na origem do aumento do emprego total da economia, em cerca de 49 mil postos de trabalho, estiveram os

sectores da Construção e dos Serviços com crescimentos de 9,8% e 2,5%, respectivamente.

(9)

Gráfico 6 - Taxa de variação do emprego por sector de actividade, 2001-2002

-5,00 -3,00 -1,00 1,00 3,00 5,00 7,00 9,00 11,00

Indústr ia

Electr icidade, gás e água Construção

Serviços Total

Taxa de

variação % -4,4 9,8 2,5

Indústria Electricidade, gás e água Construção Serviços Total

-1,5 3,8

Operações associadas ao processo produtivo

O sector dos Serviços constituiu a actividade mais importante, representando cerca 54% do VAB e do EBE

globais em 2002, seguido da Indústria com 30,7% do VAB e 29,6% do EBE. Os Serviços contribuíram assim em

62,6%

4

para o total do aumento do VAB global observado em 2002 (1,8%).

A Indústria e a Electricidade, gás e água contribuíram para o crescimento do VAB global com 22,3% e 8,2%,

respectivamente.

Quadro 6 - Principais variáveis por sector de actividade, 2001-2002

Volume de negócios Produção Valor Acrescentado

Bruto Excedente Bruto de Exploração

Peso no total

2002 2001/2002 t.v. Peso no total 2002 2001/2002 t.v. Peso no total 2002 2001/2002 t.v. Peso no total 2001 2001/2002 t.v.

%

Indústria 26,5 -1,1 37,7 -0,7 30,7 1,3 29,6 -0,2

Electricidade, gás e água 3,9 6,7 5,6 7,5 4,9 3,0 9,0 3,0

Construção 9,1 0,8 13,9 -1,4 9,8 1,2 7,3 -12,4

Serviços 60,5 -0,2 42,8 0,8 54,6 2,0 54,1 -2,7

A maior taxa de crescimento do VAB foi observada para o sector da Electricidade, gás e água (3%), com um

aumento da produção de 7,5%, inferior ao registado para o consumo intermédio (9,6%).

(10)

Gráfico 7 - Contribuição dos sectores de actividades para o aumento do VAB global, 2001-2002

0,0 10,5 21,0 31,5 42,0 52,5 63,0 73,5 84,0 94,5

Indústr ia Electr icidade, Gás e Água Construção Serviços

Contribuição para o VAB % 22,3 8,2 6,9 62,6

Indústria Electricidade, Gás e Água Construção Serviços

Indicadores económico-financeiros por sector de actividade

O VAB por trabalhador para a totalidade dos sectores de actividade em 2002 foi de 22,9 mil euros. O sector da

Electricidade, gás e água destacou-se com 115,6 mil euros por trabalhador, seguido do sector Transportes e

Comunicações com 43,8 mil euros.

Gráfico 8 - VAB por trabalhador para as secções da CAE-Rev.2, em 2002

30,8 21,1 115,6 17,8 21,6 11,6 43,8 24,7 11,7 19,7 20,0 22,9 0 20 40 60 80 100 120 140 C D E F G H I K M N O Total Secção da CAE-Rev.2

A taxa de valor acrescentado, obtida pelo quociente entre o VAB e a produção, apresentou os valores mais

elevados nos sectores do Comércio e da Educação, ambos com 0,52 em 2002.

As actividades para as quais o valor do consumo intermédio assume maior importância no processo produtivo

registam taxas de valor acrescentado mais reduzidas

5

, como se observou para o sector da Construção, com uma

(11)

Gráfico 9 - Taxa de valor acrescentado por secção da CAE-Rev.2, em 2002

0,44 0,28 0,31 0,25 0,52 0,41 0,39 0,44 0,52 0,42 0,38 0,35 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 C D E F G H I K M N O Total Secção da CAE-Rev.2

O VAB gerado em cada um dos sectores de actividade é distribuído pelas custos com pessoal, EBE e impostos

líquidos de subsídios. Esta última componente apresenta geralmente um peso pouco significativo, podendo

assumir valores negativos, não sendo considerada no gráfico seguinte, onde se apresenta para cada sector de

actividade, a forma como o VAB se distribui pelas suas principais componentes, nomeadamente o EBE e os

custos com pessoal.

No sector da Educação, a componente dos custos com pessoal assumiu especial importância, sendo superior ao

VAB do sector em cerca de 30%, em resultado do valor negativo para a componente impostos líquidos de

subsídios. No sector da Electricidade, gás e água, os custos com pessoal e o EBE corresponderam a 28% e 73%

do VAB, respectivamente, constituindo por isso o sector onde a maior percentagem do VAB é afecta ao EBE.

Gráfico 10 - Peso do EBE e dos custos com pessoal no VAB em 2002, por secção da CAE-Rev.2

0 20 40 60 80 100 120 140 160 C D E F G H I K M N O Total Secção da CAE-Rev.2

(12)

Analysis of the main results

Main economic variables

In the scope covered by the Integrated Business Accounts System 2001-2002, the enterprises

1

recorded a 1.8%

increase of the gross value added at current prices (GVA). The number of persons employed engaged in the

production process increased 1.9%, reaching 2 646 101 persons employed in 2002.

Table 1 – Main Results, 2001-2002

unit: 103

euros and %

Number of enterprises Number of persons employed Turnover

2001 2002 c.r.2 2001 2002 c.r. 2001 2002 c.r.

262 207 272 245 3.8 2 596 434 2 646 101 1.9 256 449 810 256 087 480 -0.1

Production Gross Value Added Gross Operating Surplus

2001 2002 c.r. 2001 2002 c.r. 2001 2002 c.r.

172 341 940 172 790 768 0.3 59 558 086 60 617 284 1.8 24 471 254 23 908 909 -2.3

The number of enterprises grew 3.8%, which corresponds to an increase of 10 038 enterprises. In 2002, the

enterprises employed on average 9.7 workers.

The turnover and production recorded an opposite trends: turnover decreased 0.1% and the production grew

0.3%. The growth in the GVA (1.8%), was a result of the 0.5% decrease in the intermediate consumption and the

0.3% increase recorded for production.

The gross operating surplus (GOS), which was obtained, after deducting the personnel costs and the taxes net of

subsidies to the GVA, decreases 2.3%.

The decrease of GOS, the opposite trend observed in the GVA, was a result of a 4.8% increase in the personnel

costs. The personnel costs per worker reached €13.8 thousand in 2002 against €13.4 thousand in 2001.

Figure 1 – GVA structure, 2001-2002

2002

39.4%

0.3%

60.3%

2001

41.1%

0.4%

58.5%

Taxes net of subsidies

Personnel costs

Gross Operating Surplus

1

Enterprises which main activity consists in the production of goods in agriculture (Section A from CAE-Rev.2), fishing (Section B from CAE-Rev.2) and

(13)

Results by employment size classes

Persons employed and transactions related to the production process

Enterprises with less than 20 persons employed accounted for 92% of total enterprises and were responsible for

39.2% of total employment in 2002. However, the importance of this group of enterprises on the rest of the

variables was less significant, namely, accounting for 27% of total GVA.

About half of the GVA (47.9% in 2001 and 49% in 2002) resulted from the activity of enterprises with 100 or

more persons employed, despite of they accounted solely for 34.6% of total employment and 1% of total

enterprises in 2002. In what concerns to the remaining variables, this group of enterprises represented about 44%

of total turnover and more than 49% of total production, intermediate consumption and GOS.

The growth rates for turnover (1.8%), production (2.4%) and GVA (4.1%) were recorded for those enterprises

with 100 or more persons employed, therefore constituting the only group of enterprises with positive

performance. Contrarily, enterprises with less than 20 persons employed and with 20 to 99 persons employed

recorded negative variations for the GOS, -0.6% and -0.1%, respectively.

The total increase recorded for employment in the 2001-2002, more 49 thousand people, was explained by

enterprises with less than 20 persons employed. The employment for higher enterprises grew 0.1%, which

represented a small contribution to the 1,9% total growth employment registered.

Table 2 – Main variables by employment size classes, 2001-2002

Employment size classes

1 to 19

Persons employed Persons employed 20 to 99 Persons employed 100 or more

Proportion of total 2002 c.r 2001/2002 Proportion of total 2002 c.r 2001/2002 Proportion of total 2002 c.r 2001/2002 % Number of enterprises 92.3 4.0 6.7 2.2 1.0 0.0 Number of persons employed 39.2 5.6 26.2 -0.9 34.6 0.1 Turnover 30.5 -1.0 25.4 -2.4 44.1 1.8 Production 26.7 -2.4 24.0 -1.0 49.3 2.4 Intermediate Consumption 26.6 -3.3 23.9 -1.4 49.5 1.5

Gross Value Added 26.9 -0.6 24.1 -0.1 49.0 4.1

Gross Operating

(14)

External transactions to the production process

External transactions to the production process are those which contribute to determine the profit and

self-financing. They exclude production, intermediate consumption and compensation of production factors.

For enterprises with 100 or more persons employed, variable current gross profit before taxes increased 9.9%.

This growth resulted from the growth in the financial profits (19%). The self-financing, recorded a negative

performance (-4.2%). The decrease of this variable, despite the growth of GVA already mentioned, resulted of the

higher growth of distributed profits and extraordinary losses.

Table 3 – External transactions to the production process for enterprises with 100 or more persons employed, 2001-2002

unit: 103

euros and %

Financial profits Current Gross Profit before Taxes Extraordinary profits

2001 2002 c.r. 2001 2002 c.r. 2001 2002 c.r.

3 287 939 3 914 025 19.0 10 734 537 11 798 093 9.9 2 524 750 2 278 945 -9.7

Extraordinary losses Distributed profits Self-financing

2001 2002 c.r. 2001 2002 c.r. 2001 2002 c.r.

1 370 069 1 850 709 35.1 1 357 999 2 191 123 61.3 8 844 540 8 470 613 -4.2

Balance Sheet

The net fixed assets, for enterprises with 100 or more persons employed, decreased 0.4% in the reference period,

reducing its proportion in total net assets from 59.5% in 2001 to 56.4% in 2002. It's noteworthy the positive

variation of 11.4% in the short-term debtors variable, which accounted for 23.7% of total net assets in 2002.

The capital and reserves increased 1%, and accounted for 32.6% of the liabilities in 2002. The creditors

represented roughly 55% of total liabilities in 2002 and recorded a significant growth, specially the short-term

creditors, which grew 7.7%, accounting solely for 31% of total liabilities.

Table 4 – Balance sheet for enterprises with 100 or more persons employed, 2001-2002

unit: 103 euros and %

Net assets 2001 2002 c.r. Liabilities 2001 2002 c.r.

Net fixed assets 90 585 574 90 202 993 -0.4 Capital and reserves 51 653 937 52 148 006 1.0

Current assets 11 217 435 11 318 878 0.9 Provisions 4 956 079 5 271 451 6.4

Debtors medium/long term 2 967 167 4 167 752 40.5 Creditors medium/long-term 34 983 892 37 055 441 5.9

Debtors short-term 33 988 905 37 879 727 11.4 Creditors shot-term 46 016 652 49 578 800 7.7

Securities 1 924 090 2 868 913 49.1 Accruals and deferred income 14 738 702 15 761 053 6.9

Cash. bank accounts and term

deposits 4 024 874 4 579 859 13.8

Accrued income and prepayments 7 641 244 8 796 629 15.1

(15)

Figure 2 - Balance sheet structure for enterprises with 100 or more persons employed, 2001-2002

Assets

12,8% 23,7% 7,1% 56,4% Fix assets Current assets h t t Debtors short-term Others

Liabilities

13,2% 31,0% 23,2% 32,6%

Capital and reserves Creditors short-term Creditors medium/long-term Others

Economic and Financial indicators

The indicators concerning enterprises financial situation recorded an overall unfavourable performance for

enterprises with 100 or more persons employed. The debt ratio reached 0.67 in 2002 (0.66 in 2001), the financial

autonomy ratio 0.33 in 2002 (0.34 in 2001) and the solvability ratio decreased to 0.57, when compared to 0.60 in

2001. The origin of the negative performance, for financial autonomy and solvability ratios, was the small growth

of capital and reserves (1%), which resulted from a higher decrease in retained earnings.

The debt cover ratio, measured by self-financing and distributed profits weight in medium and long-term loans,

dropped from 0.42 to 0.40 in the reference period. This performance is the consequence of the 10% increases in

medium and long-term loans.

Interest charges accounted for 19% of total GOS in 2002. The joint effect of the 6.5% decrease in this variable

and 3% increase of GOS contributed to a 2 percentage points decrease in the cover ratio.

Figure 3 – Financial indicators for enterprises with 100 or more persons employed, 2001-2002

0.66 0.60 0.34 0.42 0.21 0.67 0.57 0.33 0.40 0.19 0.00 0.10 0.20 0.30 0.40 0.50 0.60 0.70 0.80

Debt ratio Solvability Financial autonomy Debt cover ratio Cover ratio

2001

2002

(16)

The gross economic return remained stable during the analysed period: both net profit and net assets have

increased 15.6% and 4.9% respectively, but the performance of this two variables was not sufficient to cause any

changes in that ratio's level.

The net profits grow mentioned before induced the positive performance recorded for the owner's equity return

ratio (0.06 in 2002).

The 2.4% increase recorded for the operating profits as well as the 1.8% increase in turnover, contributed for the

increasing the operating return of turnover in 1%. The indicator recorded 0.04 in 2001 and 0.05 in 2002.

The value added rate, which corresponds to the GVA by unity produced, increased from 0.34 in 2001 to 0.35 in

2002.

Figure 4 - Profitability indicators and Value Added rate, for enterprises with a100 persons employed or more, 2001-2002

2001

2002

0.02 0.05 0.04 0.34 0.02 0.06 0.05 0.35 0.00 0.05 0.10 0.15 0.20 0.25 0.30 0.35 0.40

Net asset return Owner's equity return Operating return of turnover

Value added rate

2001

2002

Results by economic activity sector

3

Enterprises and Persons Employed

The Services sector accounted for 72.3% of total enterprises and employed 53.3% of total workers in 2002, which

corresponded roughly to 1 410 thousand persons, 42.1% of which were located in Wholesale and retail trade.

The Mining and Manufacturing sector, accounting for 15.5% of total enterprises, represented 33.1% of total

employment. The Manufacture of textile and the Manufacture of food, beverages and tobacco products sectors

employed 25.6% and 11.1% of total manufacturing employment, presenting themselves as the main employers of

the sector.

3

The breakdown of economic activities considered here represents the aggregation of the CAE-Rev.2 sections used in this chapter of the publication:

- Mining and manufacturing

Sections C (Mining) and D (Manufacturing);

- Electricity, gas and water

Section E (Electricity, gas and water);

- Construction

Section F (Construction);

- Services

Sections G (Wholesale and retail trade), H (Hotels and restaurants), I (Transport, storage and communication), K (Real estate, renting and

business activities), M (Education), N (Health and social work) and O (Other community, social and personal service activities).

(17)

Table 5 – Enterprises and number of persons employed by sector of activity in 2002

Sectors of activity Enterprises % Persons employed %

Mining and Manufacturing 15.5 33.1

Electricity. gas e water 0.1 1.0

Construction 12.1 12.6

Services 72.3 53.3

Total 100 100

The Electricity, gas and water sector recorded the largest average enterprise size, with about 74.3 workers per

enterprise. On the other side, the enterprises of the Construction and Services sectors recorded the lowest average

size values, with 10.2 and 7.2 workers, respectively.

Figure 5 – Average size of enterprises by sector of activity, measured by the number of persons employed in 2002

0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 10

Mining and manufactur ing Electr icity,gas and water Construction Services Total

Average size 20.8 74.3 10.2 7.2 9.7

Mining and

m anufacturing Electricity, gas and water Constructio Services Total

0

The employment highest growth was observed in the Construction sector, with a 9.8% growth rate in 2002. The

Mining and manufacturing and the Electricity, gas and water sectors registered a 1.5% and 4.4% decrease in

employment respectively.

The origin of the economy's total employment growth, about 49 thousand jobs, was the Construction and Services

sectors, which recorded grow rates of 9.8% and 2.5%, respectively.

(18)

Figure 6 –Employment's change rate by sector of activity, 2001-2002

-5.00 -3.00 -1.00 1.00 3.00 5.00 7.00 9.00 11.00

Mining and manufacturing Electr icity, gas and water Construction Services Total Change rate (%) -4.4 9.8 2.5 Mining and

manufacturing Electricity, gas and water Construction Services Total

-1.5 3.8

Transactions related to the production process

The Services sector was the most important one in 2002, accounting for 54% of the total GVA and GOS,

followed by the Mining and manufacturing sector with 30.7% of GVA and 29.6% of GOS. The Services sector

was responsible for 62.6%

4

of the total GVA growth registered in 2002 (1.8%).

The Mining and manufacturing and Electricity, gas and water accounted for 22.3% and 8.2% for the GVA global

growth, respectively.

Table 6 – Main variables by sector of activity, 2001-2002

Turnover Production Gross Value Added Gross Operating Surplus

Proportion in total 2002 c.r. 2001/2002 Proportion in total 2002 c.r. 2001/2002 Proportion in total 2002 v.r. 2001/2002 Proportion in total 2002 v.r. 2001/2002 %

Mining and manufacturing 26.5 -1.1 37.7 -0.7 30.7 1.3 29.6 -0.2

Electricity. gas e water 3.9 6.7 5.6 7.5 4.9 3.0 9.0 3.0

Construction 9.1 0.8 13.9 -1.4 9.8 1.2 7.3 -12.4

Services 60.5 -0.2 42.8 0.8 54.6 2.0 54.1 -2.7

The highest GVA growth rate was recorded for the Electricity, gas and water sector (3%), with a production

growth of 7.5%, lower than the one recorded for the Intermediate Consumption (9.6%).

(19)

Figure 7 – Sectors of activity contribution for total GVA increase, 2001-2002

0.0 10.5 21.0 31.5 42.0 52.5 63.0 73.5 84.0 94.5

Mining and m anufactur ing Electr icity, gas and water

Construction Services

Contribution for total GVA % 22.3 8.2 6.9 62.6

Mining and m anufacturing Electricity, gas and water Construction Services

Economic and financial values by sector of activity

The GVA per worker for the overall sectors of activity was €22.9 thousand in 2002. The Electricity, gas and

water sector recorded the highest ratio with €115.6 thousand per worker, followed by the Transport, storage and

communication sector with €43.8 thousand.

Figure 8 – GVA per worker by section of CAE-Rev.2, in 2002

30.8 21.1 115.6 17.8 21.6 11.6 43.8 24.7 11.7 19.7 20.0 22.9 0 20 40 60 80 100 120 140 C D E F G H I K M N O Total

Section of CAE-Rev.2

EU

R

O

th

ous

and

The value added rate, obtained from the quotient between the GVA and production, presented the highest rates in

the Wholesale and retail trade and Education sectors, with 0.52 in 2002.

Those activities where the intermediate consumption is more important in the production process register a lower

Value Added rate

5

, as can be observed for the Construction sector, which had a rate of 0.25, followed close by the

(20)

Figure 9 – Value added rate by section of CAE-Rev. 2, in 2002

0.44 0.28 0.31 0.25 0.52 0.41 0.39 0.44 0.52 0.42 0.38 0.35 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 C D E F G H I K M N O Total Section of CAE-Rev.2

The GVA of each sector of activity is distributed by personnel costs, GOS, and taxes net of subsidies. This last

component has usually little weight, it can assume negative values and is not considered in the next figure, which

displays for each sector of activity, how the GVA is distributed by its main components, particularly the GOS and

the personnel costs.

For the Education sector, as a result of the negative value of taxes net of subsidies, personnel costs were about

30% higher than the GVA. The Electricity, gas and water sector is the one where the highest proportion of the

GVA, with the personnel costs and GOS variables corresponding to 28% and 73% of the GVA, respectively.

Figure 10 – GOS and personnel costs proportion on GVA, by section of CAE-Rev.2 in 2002

0

20

40

60

80

100

120

140

160

C

D

E

F

G

H

I

K

M

N

O

Total

Section of CAE-Rev.2

GOS

Personnel costs

(21)

CONCEITOS E DEFINIÇÕES

Âmbito do sistema

Caracterização das empresas que compõem o SCIE

• O âmbito do SCIE é constituído por todas as empresas, com natureza jurídica Sociedade ou Entidade

Equiparada a Sociedade, que exercem uma actividade de produção de bens e/ou serviços no Continente e

Regiões Autónomas, independentemente da sua dimensão.

Excluem-se do âmbito, as empresas cuja actividade principal consiste na produção de bens da agricultura

(Secção A da CAE-Rev.2), da pesca (Secção B da CAE-Rev.2) e as actividades financeiras (Secção J da

CAE-Rev.2).

Os Empresários em nome individual e os trabalhadores independentes não são considerados no sistema

em 2001 e 2002.

• As empresas são agrupadas, de acordo com a sua actividade principal, em secções ou subsecções da CAE

Rev.2: subsecções para a indústria transformadora e secções para os restantes sectores. Os resultados do

SCIE, retendo a classificação de actividade económica, são ainda apresentados considerando uma outra

agregação por classe de dimensão de emprego: empresas com menos de 20 pessoas ao serviço, entre 20 e

99 ou, ainda, igual ou superior a 100.

Contas e quadros do sistema

Descrição das contas e quadros utilizados para a apresentação dos resultados do SCIE

Os resultados do SCIE são apresentados sob a forma de um conjunto de contas e quadros cuja designação e

conteúdo são os seguintes:

Conta de produção - Regista o valor da produção e do consumo intermédio durante o período. O saldo desta

conta (valor acrescentado bruto) representa o valor criado pelo respectivo sector de actividade económica.

Inclui uma subconta representativa da actividade comercial do sector.

Conta de exploração - Descreve a forma como foi realizada a repartição do valor acrescentado bruto pelos

diversos factores de produção envolvidos no processo produtivo. O saldo desta conta (excedente bruto de

exploração) representa, de forma agregada, o valor total aplicado à remuneração e substituição do capital.

Conta de rendimento empresarial - Regista outras operações de natureza corrente, realizadas durante o

período de referência, e que contribuem para a formação do lucro bruto corrente antes de impostos que

constitui o saldo desta conta.

Conta de financiamento - Compreende todas as operações que afectaram a actividade do sector e que têm um

carácter extraordinário, bem como a remuneração dos detentores do capital próprio das empresas do sector e

os impostos sobre o rendimento. O saldo desta conta (autofinanciamento) representa o valor disponível para

financiar aplicações de carácter permanente (aquisição e/ou substituição de imobilizado ou aumentos de

créditos sobre terceiros), ou para aplicação na diminuição de débitos do sector face a terceiros.

Informação adicional - Contém informação sobre o sector de actividade que não se enquadre nas outras

contas ou quadros (número de empresas, pessoal ao serviço, volume de negócios, entre outras).

Quadro do balanço – Apresenta, de forma agregada, todas as variáveis que compõem o balanço das

empresas, tal como é definido no Plano Oficial de Contabilidade.

(22)

Quadro de rácios económico-financeiros - Compreende um conjunto de rácios escolhidos para caracterizar

os sectores de actividade. Para cada um dos rácios considerados é calculado o quociente dos agregados

correspondentes ao numerador e denominador e, tendo por base os rácios individuais das empresas, a média

dos rácios, a mediana e o primeiro e terceiro quartis.

Variáveis do sistema

Designação e conteúdo das variáveis consideradas nas diversas contas e quadros que compõem o SCIE

Variáveis da conta de produção

• Produção - Representa o valor dos bens e serviços produzidos durante o ano, obtido a partir do volume de

vendas das empresas, ao qual se adiciona a variação de produção,

os trabalhos para a própria empresa, os

proveitos suplementares e os outros proveitos e ganhos operacionais. Se a empresa exercer uma actividade

comercial a título principal ou secundário, as vendas de mercadorias são consideradas para o cálculo da

produção, designada por margem comercial, após dedução do respectivo custo das mercadorias vendidas.

• Consumo intermédio - Representa o valor dos bens e serviços consumidos pelo sector na realização do seu

processo produtivo. Não inclui o custo das mercadorias vendidas nem o custo associado ao desgaste do

capital fixo utilizado no processo produtivo.

• Valor acrescentado bruto (VAB) - É obtido pela diferença entre a produção e o consumo intermédio e

corresponde ao valor criado pelo sector durante o período de referência.

Variáveis da conta de exploração

• Subsídios de exploração - Corresponde ao valor dos subsídios recebidos com origem no Estado ou em

organismos comunitários. Não inclui receitas provenientes daquelas instituições e que visem suportar

despesas de investimento.

• Custos com o pessoal - Compreende a totalidade dos custos efectuados que revertem a favor do pessoal ao

serviço.

• Impostos – Inclui todos os impostos directos e indirectos, com excepção do imposto sobre o rendimento,

respeitantes à actividade das empresas, geralmente calculados em função de consumos, produção e vendas.

• Excedente bruto de exploração (EBE) - Sintetiza a totalidade do valor afecto à remuneração do factor

capital.

Variáveis da conta do rendimento empresarial

• Proveitos e ganhos financeiros - Compreende todos os proveitos de natureza financeira recebidos pelas

empresas do sector.

• Custos e perdas financeiras - Compreende todos os custos inerentes à utilização de capital alheio na

actividade da empresa. Não inclui as amortizações de investimentos em imóveis e as provisões para

aplicações financeiras.

(23)

Variáveis da conta de financiamento

• Proveitos e ganhos extraordinários - Inclui os proveitos de carácter extraordinário,

deduzidos das reduções

de amortizações e provisões, que se verificaram no sector de actividade.

• Custos e perdas extraordinários - Inclui os custos de carácter extraordinário, deduzidos dos aumentos de

amortizações e provisões, que se verificaram no sector de actividade.

• Imposto sobre o rendimento - Representa o valor do IRC ou do IRS (para os empresários individuais) que

as empresas do sector prevêem pagar no momento de encerramento das suas contas.

• Autofinanciamento bruto - É o valor que o sector gerou e que está disponível para financiar o investimento,

aplicações financeiras ou diminuições de débitos.

Variáveis do quadro do Balanço

As operações registadas no balanço seguem as definições estabelecidas pelo Plano Oficial de Contabilidade para

as empresas.

Rácios económico-financeiros

• VAB per capita - Avalia o contributo médio dado por cada trabalhador para a riqueza criada pela empresa.

Calcula-se através da divisão do VAB da empresa pelo número de pessoas ao serviço nessa mesma empresa.

• Produtividade do trabalho - Indica a contribuição produtiva do factor trabalho, medida em horas

trabalhadas, utilizado pela empresa.

• Produtividade do capital fixo - Mede a contribuição produtiva do factor capital utilizado pela empresa. A

produtividade do equipamento depende não só da utilização mais ou menos intensiva do equipamento, mas

também do grau de modernização e automatização da empresa.

• Taxa de valor acrescentado - Caracteriza a natureza da actividade da empresa através do peso do VAB em

cada unidade produzida, sendo que este valor depende da importância das transformações exigidas pelo

processo de fabrico, da eficácia da organização interna e da operacionalidade dos factores de produção.

• Peso do Excedente Bruto de Exploração no VAB - Reflecte a remuneração do capital por cada unidade de

valor criada, dada pelo peso do EBE no VAB.

• Peso dos custos com o pessoal no VAB - Quantifica a parte do valor criado que se destina a remunerar o

factor trabalho, medida através do rácio entre o total dos custos com o pessoal e o VAB.

• Taxa de margem bruta de exploração - Expressa a percentagem das vendas que fica à disposição da

empresa para cobrir as despesas financeiras, efectuar as dotações para amortizações e provisões, pagar os

impostos sobre os lucros e remunerar os capitais próprios.

• Cobertura do imobilizado - Evidencia em que medida os valores imobilizados brutos estão cobertos por

recursos estáveis. Se a actividade da empresa necessitar de um fundo de maneio positivo, o rácio deve ser

superior a 100%, isto é, deve existir um excedente de recursos estáveis sobre os valores imobilizados

susceptível de cobrir parte daquelas necessidades de fundo de maneio.

• Coeficiente de intensidade capitalística - Mede o volume de imobilizado directamente afecto à exploração,

por trabalhador. O seu valor depende da actividade e da mecanização mais ou menos acentuada da produção.

(24)

• Rentabilidade do activo líquido - Expressa a taxa de retorno dos capitais investidos na empresa, ou seja, a

rentabilidade da empresa do ponto de vista do investidor.

• Rentabilidade dos capitais próprios - Permite avaliar se a rentabilidade do capital próprio está a um nível

aceitável comparativamente às taxas de rentabilidade do mercado de capitais e ao custo de financiamento.

• Rentabilidade operacional das vendas - Evidencia os resultados operacionais obtidos por unidade de

produção vendida.

• Margem de Segurança - Indica a queda percentual das vendas que conduziria a empresa ao limiar do ponto

crítico.

• Endividamento - Reflecte a participação de capitais alheios no financiamento da empresa.

• Estrutura de endividamento - Avalia o peso das dívidas de curto prazo nas dívidas totais, permitindo avaliar

o grau de exigibilidade do passivo.

• Solvabilidade - Expressa a capacidade da empresa em satisfazer os seus compromissos a médio e longo

prazo.

• Autonomia financeira - Indica o grau de cobertura do activo total líquido por capitais próprios.

• Taxa de capacidade de reembolso a médio e longo prazo - Reflecte a capacidade da empresa em amortizar

os seus empréstimos de médio e longo prazo.

• Taxa de encargos financeiros - Avalia o grau com que os valores gerados na exploração são suficientes para

cobrir os encargos financeiros.

• Liquidez geral - Índice de cobertura de dívidas a curto prazo por activos líquidos. Mede a capacidade da

empresa fazer face aos seus compromissos financeiros no curto prazo

.

• Liquidez reduzida - Evidencia o grau de cobertura das dívidas de prazo inferior a um ano por bens muito

líquidos, ou seja, dinheiro ou activos muito facilmente transformáveis em dinheiro (depósitos), aos quais se

acrescenta os créditos de clientes e terceiros.

• Liquidez imediata- Permite aferir sobre o grau de cobertura dos passivos circulantes sobre as

disponibilidades.

• Rotação do activo líquido - Avalia o grau de utilização dos activos líquidos totais.

• Duração média do stock de produtos - Representa o número de meses necessários à renovação do stock de

produtos. A análise deste rácio, apenas tem significado para as empresas industriais e para as empresas da

construção.

• Duração média dos stocks de matérias e mercadorias - Designa o número de meses necessários à

renovação do stock de matérias e mercadorias. Este rácio só tem significado nos sectores Industriais e no

Comércio.

• Prazo médio de recebimentos - Representa o número de meses que ocorrem entre a data de venda e a data

de recebimento. Este rácio indica o prazo médio de cobrança de dívidas perante os clientes.

• Prazo médio de pagamentos - Designa o número de meses

que ocorrem entre a data de compra e a data

de pagamento. Este rácio indica o prazo médio de crédito concedido pelos fornecedores.

(25)

Designação Cálculo

VAB per capita

serviço

ao

pessoas

de

médio

N.º

VABpm

Produtividade do trabalho

as

trabalhad

Horas

VABcf

Produtividade do capital fixo

bruto

incorpóreo

e

corpóreo

o

Imobilizad

VABcf

Taxa de valor acrescentado bruto

Produção

VABpm

Peso no VAB: EBE

VABpm

EBE

Peso no VAB: Custos com o pessoal

Custos

VABpm

com

o

pessoal

Taxa de margem bruta de exploração

subsídios

e

impostos

de

líquidos

negócios

de

Volume

EBE

Cobertura do imobilizado

bruto

incorpóreo

e

corpóreo

o

Imobilizad

Estáveis

sos

ur

c

Re

Coeficiente de intensidade capitalística

serviço

ao

pessoas

de

médio

N.º

líquido

incorpóreo

e

corpóreo

o

Imobilizad

Rentabilidade do activo líquido

líquido

Activo

líquido

Resultado

Rentabilidade dos capitais próprios

próprios

Capitais

líquido

Resultado

Rentabilidade operacional das vendas

negócios

de

Volume

l

operaciona

Resultado

Margem de segurança

1 -

variáveis

Custos

-negócios

de

Volume

fixos

Custos

Endividamento

Passivo

próprio

Capital

passivo

do

os

diferiment

e

Acréscimos

Passivo

+

+

Estrutura do endividamento

Passivo

prazo

curto

a

terceiros

a

Dívidas

Solvabilidade

Passivo

próprio

Capital

Autonomia financeira

Capital

Activo

líquido

próprio

Taxa de capacidade de reembolso a médio e

longo prazo

Empréstimo

s

a

mlp

os)

distribuíd

Lucros

ciamento

(26)

(continuação)

Designação Cálculo

Taxa de encargos financeiros

EBE

suportados

Juros

Liquidez geral

circulante

Passivo

prazo

curto

de

Activo

Liquidez reduzida

circulante

Passivo

s)

Existência

-prazo

curto

de

(Activo

Liquidez imediata

circulante

Passivo

s)

negociávei

Títulos

caixa

e

bancários

(Depósitos

+

Rotação do activo líquido

líquido

Activo

negócios

de

Volume

Duração média do stock de produtos

produção

de

Custos

produtos

de

médias

s

Existência

x 12

Duração média do stock de matérias e

mercadorias





+

Custo

das

mercadoria

s

vendidas

consumidas

matérias

das

Custo

s

mercadoria

e

matérias

de

médias

s

Existência

x

12

Prazo médio de recebimentos

negócios

de

Volume

Clientes

de

Dívidas

x 12

Prazo médio de pagamentos

+

Fornecimen

tos

e

Serviços

Externos

Compras

es

Fornecedor

a

Dívidas

x 12

Informação adicional

Pessoal ao serviço - Número médio de pessoas ao serviço durante o ano.

Volume de negócios -

Quantia líquida das vendas e prestações de serviços respeitantes às actividades

normais das entidades, consequentemente após as reduções em vendas e não incluindo nem o imposto sobre o

valor acrescentado nem outros impostos directamente relacionados com as vendas e prestações de serviços.

Corresponde ao somatório das contas 71 e 72 do Plano Oficial de Contabilidade.

Investimento bruto - Aumentos do imobilizado corpóreo ocorridos durante o ano, resultantes de aquisições

ou trabalhos para a própria empresa.

Variações de Existências - Diferença entre o valor existente de bens adquiridos ou produzidos pela unidade

estatística de produção no fim e no início do período de referência, considerando a sua regularização.

(27)

Empresas não financeiras

Total de empresas

Unidade: 10

3

euros

EMPREGOS

2001

2002

RECURSOS

2001

2002

Custo das mercadorias vendidas

92 495 264 90 032 920 Vendas de mercadorias

112 092 887 109 844 674

Margens comerciais

19 597 623 19 811 754

Consumo intermédio

112 783 854 112 173 484 Produção

172 341 940 172 790 768

do qual:

da qual: Margens comerciais

19 597 623 19 811 754

Matérias consumidas

52 223 130 51 076 904

Vendas de produtos

74 867 930 74 238 124

Fornecimentos serviços externos

58 967 205 59 462 945

Prestações de serviços

69 488 993 72 004 682

Variação de produção

2 422 967

1 143 553

Valor acrescentado bruto

59 558 086 60 617 284

Custos com pessoal

34 877 599 36 554 405 Valor acrescentado bruto

59 558 086 60 617 284

Remunerações

26 540 589 27 769 923 Subsídios à exploração

872 810

940 795

Encargos sobre remunerações

6 266 237

6 638 931

Outros custos com pessoal

2 070 773

2 145 551

Impostos

1 082 043

1 094 765

Excedente bruto de exploração

24 471 254 23 908 909

Total

265 710 014 263 764 483

Total

265 710 014 263 764 483

2001

2002

2001

2002

Nº de empresas

262 207

272 245 Volume de negócios

256 449 810 256 087 480

Pessoal ao serviço

2 596 434

2 646 101

Menos de 20 pessoas ao serviço

Unidade: 10

3

euros

EMPREGOS

2001

2002

RECURSOS

2001

2002

Custo das mercadorias vendidas

35 067 860 33 389 260 Vendas de mercadorias

42 739 719 40 882 791

Margens comerciais

7 671 859

7 493 531

Consumo intermédio

30 917 005 29 882 927 Produção

47 344 615 46 217 389

do qual:

da qual: Margens comerciais

7 671 859

7 493 531

Matérias consumidas

11 051 705 10 468 791

Vendas de produtos

12 948 821 12 381 173

Fornecimentos serviços externos

19 394 508 18 956 908

Prestações de serviços

23 314 175 24 984 216

Variação de produção

1 818 867

277 012

Valor acrescentado bruto

16 427 610 16 334 462

Custos com pessoal

9 324 718 10 015 349 Valor acrescentado bruto

16 427 610 16 334 462

Remunerações

7 313 888

7 858 063 Subsídios à exploração

190 516

197 032

Encargos sobre remunerações

1 681 200

1 784 910

Outros custos com pessoal

329 630

372 376

Impostos

453 280

387 849

Excedente bruto de exploração

6 840 128

6 128 296

Total

82 602 991 79 803 681

Total

82 602 991 79 803 681

2001

2002

2001

2002

Nº de empresas

241 511

251 154 Volume de negócios

79 002 715 78 248 180

Pessoal ao serviço

980 436

1 035 803

C

ont

a de

Pr

oduç

ão

C

o

n

ta d

e E

xp

lo

ração

O

u

tr

as

var

iávei

s

C

ont

a de

Pr

oduç

ão

C

o

n

ta d

e E

xp

lo

ração

O

u

tr

as

var

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s

Referências

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