• Nenhum resultado encontrado

Hipertensão arterial sistêmica (HAS) e comorbidade em idosos: um estudo transversal

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Hipertensão arterial sistêmica (HAS) e comorbidade em idosos: um estudo transversal"

Copied!
6
0
0

Texto

(1)

Beatriz Santos Miranda1

Kionna Oliveira Bernardes2

Diana Oliveira Noronha3

Cléber Luz-Santos4

ABSTRACT | INTRODUCTION: Physiological mechanisms of aging are associated with the onset of systemic arterial hypertension (SAH) in the elderly. The systemic repercussions of SAH favor the appearance of cardiovascular, neurological and endocrine diseases in the elderly. However, the association of SAH with the highest number of diseases in the elderly and consumption of drugs still needs scientific support. OBJECTIVE: To verify the number of diseases diagnosed in hypertensive and non-hypertensive elderly people. METHODS: Cross-sectional study of secondary data from the medical records of elderly people with active registration at the State Reference Center for Elderly Health Care (CREASI) in Salvador, Bahia from September 2018 to July 2019. Of the 3,158 records, 2,122 were identified elderly diagnosed with SAH. The collection was carried out by 13 assistant researchers who capture the data from the first evaluation. The data were analyzed descriptively with their measures of central tendency and dispersion. RESULT: Hypertensive elderly people had a higher age range and higher consumption of medication, but the impact of functionality was affected by the increased risk of falls in these individuals. CONCLUSION: SAH is associated with a greater number of cardiovascular, neurological and endocrine diseases, causing repercussions in the life of this elderly person, such as increased consumption of medication and increased risk of falls.

KEYWORDS: Hypertension. Aged. Comorbidity. RESUMO | INTRODUÇÃO: Mecanismos fisiológicos do

enve-lhecimento estão associados ao surgimento da hipertensão arterial sistêmica (HAS) em idosos. As repercussões sistêmicas da HAS favorecem o surgimento de doenças cardiovasculares, neurológicas e endócrinas em idosos. Contudo, a associação da HAS com o maior número de doenças em idosos e con-sumo de medicamentos ainda precisa de respaldo científico. OBJETIVO: Verificar a quantidade de doenças diagnosticadas em idosos hipertensos e não hipertensos. MÉTODOS: Estudo transversal de dados secundários dos prontuários de ido-sos com cadastro ativo no Centro de Referência Estadual de Atenção à Saúde do Idoso (CREASI) em Salvador, Bahia no período de setembro de 2018 até julho de 2019. Dos 3.158 prontuários, foram identificados 2.122 idosos com diagnóstico de HAS. A coleta foi realizada por 13 pesquisadores assisten-tes que capturam os dados da primeira avaliação. Os dados foram analisados descritivamente com suas medidas de ten-dência central e de dispersão. RESULTADO: Idosos hiperten-sos apresentaram maior faixa etária e maior consumo de me-dicamento, mas o impacto da funcionalidade foi afetado no aumento do risco de quedas nestes indivíduos. CONCLUSÃO: A HAS está associada ao maior número de doenças cardiovas-culares, neurológicas e endócrinas, ocasionado repercussões na vida deste idoso como maior consumo de medicamento e aumento do risco de quedas.

PALAVRAS-CHAVE: Hipertensão Arterial Sistêmica. Idosos. Comorbidade.

1Autora para correspondência. Universidade Federal da Bahia (Salvador). Bahia, Brasil. beamiranda13@hotmail.com 2,4Universidade Federal da Bahia (Salvador). Bahia, Brasil. kionna.ufba@gmail.com, cleberluz@ufba.br 3Centro de Referência Estadual de Atenção à Saúde do Idoso (Salvador). Bahia, Brasil. diananoronhafisio@gmail.com

Hipertensão arterial sistêmica (HAS)

e comorbidade em idosos:

Um estudo transversal

Systemic arterial hypertension (SAH)

and comorbidity in the elderly:

A cross-sectional study

Artigo Original

(2)

Introdução

A elevação dos níveis pressóricos é considerada uma condição clínica multifatorial. Essa, quando atinge a pressão arterial sistólica maior ou igual a 140 mmHg e a pressão arterial diastólica 90 mmHg1 é

caracteri-zada como Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS). Essa condição, pode ser agravada caso o indivíduo apre-sente outros fatores como dislipidemia, obesidade abdominal, intolerância à glicose e diabetes mellitus (DM)2. Além disso, frequentemente se associa a

ocor-rência de distúrbios metabólicos e alterações estru-turais de órgãos-alvo3.

A HAS é a doença crônica não transmissível de maior prevalência entre idosos4, tendo seu crescimento

dire-tamente proporcional ao avançar da idade1. Segundo

a 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, a po-pulação brasileira atualmente possui expectativa de vida de 74,9 anos, com aumento da população com idade superior a 60 anos na última década de 6,7% para 10,8%5. A despeito da maior frequência em

ido-sos, essa condição de saúde não se deve exclusiva-mente ao processo de envelhecimento6.

Outro fator com influência direta no desenvolvimen-to da doença é o envelhecimendesenvolvimen-to vascular. As altera-ções nas paredes dos vasos levam ao enrijecimento arterial, redução da sua distensibilidade e alteração do diâmetro dos vasos7 resultando em aumento da

pres-são sanguínea. O tratamento da HAS pode ser medi-camentoso, com o uso da droga que mais se adeque à saúde e as necessidades do indivíduo1, ou, não

medi-camentoso com a prática regular de exercícios físicos, abandono do tabagismo, diminuição do peso quando em excesso e dieta balanceada1. O tratamento

tam-bém pode trazer benefícios na redução de eventos car-diovasculares (CV) como o infarto agudo do miocárdio (IAM)8, acidente vascular encefálico (AVE)8,

insuficiên-cia cardíaca (IC)8, síndrome demencial9 e doença

arte-rial periférica (DAP)10 e doença renal crônica (DRC)10.

A HAS requer acompanhamento constante de saúde

Idosos possuem mais doenças diagnosticadas quan-do comparaquan-dos aos jovens com impacto direto na qualidade de vida. Contudo, a quantidade de doen-ças diagnosticadas pode ser superior no idoso com hipertensão. Este fato ocorre devido às alterações sistêmicas ocasionadas pela HAS permitirem o am-biente propício para surgimento de diversas doenças cardiovasculares, neurológicas e endócrinas. Diante disto o estudo teve como objetivo verificar a quan-tidade de doenças diagnosticadas em idosos com e sem hipertensão arterial.

Métodos Escopo do estudo

Foi realizado um estudo transversal de dados secun-dários dos prontuários de idosos com cadastro ativo no Centro de Referência Estadual de Atenção à Saúde do Idoso (CREASI) em Salvador, Bahia no período de setembro de 2018 até julho de 2019. Foram identifi-cados 3.823 prontuários, sendo verificado que 3.158 estavam com cadastros ativo no período da coleta. Em cada prontuário foi analisada a ficha de avaliação inicial do paciente denominada Avaliação Multidimensional da Pessoa Idosa (AMPI) que é preenchida obrigatoria-mente na admissão deste idoso no CREASI. Na AMPI foram coletados os dados sociodemográficos e clíni-cos pelos profissionais de serviço social, medicina, en-fermagem e fisioterapia do serviço.

O estudo seguiu as recomendações da resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde, sendo apro-vado pelo comitê de ética em pesquisa em seres humanos da SESAB sob número 2.581.226 (CAAE 84753617.4.0000.0052). O sigilo dos dados, prote-ção da informaprote-ção do sujeito de pesquisa, assim como o respeito à privacidade e a individualidade da pessoa idosa foram garantidos através da restri-ção de acessos à base de dados aos pesquisadores principais. O uso dos dados para análise não

(3)

conti-Este registro foi realizado exclusivamente pelo médi-co geriatra durante a investigação de médi-comorbidades. Prontuários com a AMPI incompleta foram excluídos do estudo.

Procedimentos

A captura padronizada de dados em prontuários foi realizada por 13 estudantes de curso de fisioterapia de duas instituições de ensino superior distribuídos em cinco turnos de coleta. Todos os estudantes rece-beram treinamento prévio e realizaram a coleta dos dados através de formulário eletrônico no compu-tador (Google forms). Um sistema de controle para minimizar coletas duplicadas e retrabalho da equipe de coleta foi estabelecido pelos pesquisadores princi-pais através de revisões semanais da base de dados. Para aplicação do formulário eletrônico, foram utili-zados computadores numa sala restrita do Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP) do CREASI. Este ambiente foi devidamente equipado para esta finalidade com até quatro computadores disponíveis para esta função. Em caso de dúvida sobre dados contidos no prontuá-rio os estudantes podiam recorrer a uma profissional do NEP que conhece em profundidade os itens da AMPI. Os dados coletados foram armazenados ele-tronicamente numa planilha arquivada na pasta vir-tual do NEP à qual os estudantes não possuíam aces-so. A base de dados foi periodicamente revisada por um membro do NEP para verificar inconsistências e possíveis erros num processo de auditoria interna. Portanto, a base de dados foi considerada segura e confiável para análise estatística dos dados registra-dos. Após a revisão final da base de dados, uma cópia registrada com dados de identificação foi substituí-da por códigos alfanuméricos dos sujeitos e liberasubstituí-da para análise estatística.

Análise dos dados

Para caracterização da amostra neste estudo foi rea-lizada uma análise descritiva dos dados de identifica-ção dos sujeitos. Dados quantitativos foram apresen-tados com medidas de tendência central (médias ou medianas) e suas medidas dispersivas. As medidas ordinárias foram apresentadas como frequências. Para verificar a adesão à curva de normalidade foi aplicado o teste de Kolmogorov-Sminorv, sendo con-siderado alfa de 0,05. A associação entre HAS e mul-timorbidade, assim como HAS e características antro-pométricas em idosos foi verificada através do teste t de Studant considerando alfa de 0,05. Para identificar as chances de pacientes hipertensos apresentarem morbidades cardiovasculares foram verificadas pelo Odds Ratio com seu respectivo intervalo de confian-ça. A associação entre HAS e outras morbidades foi verificada através do teste Qui quadrado. Todas as análises foram realizadas no programa estatístico SPSS 22.0 para Windows.

Resultados

Foram analisados 3.158 prontuários, sendo 2.122 (67,19%) de idosos com hipertensão e 1.036 (32,81%) de idosos sem hipertensão. Os idosos com hiperten-são apresentaram maior faixa etária (t (3156) =2,07; p=0,007) e maiores índices de peso (t (2112) =5,9; p=0,000) e IMC (t (1964) =7,3; p=0,000) do que idosos sem hipertensão. O consumo de medicamento tam-bém foi maior em idosos com hipertensão (t (2589) =17,02; p=0,000). Estes dados podem ser verificados na tabela 1.

(4)

Figura 1. Análise comparativa entre número de comorbidade entre idosos com HAS e sem HAS. Tabela 2. Medidas de desempenho funcional

Foram registradas 34 comorbidades na avaliação inicial dos idosos. O grupo de idosos hipertensos apresentou maior quantidade de morbidades quando comparado aos idosos não hipertensos (t (3156) =13,64; p=0,000) (figura 1). Medidas de desempenho funcional registradas revelaram que idosos não hipertensos possuem maior compro-metimento nas atividades instrumentais de vida diária do que idosos hipertensos (t (1474) =-4,36; p=0,000). O ris-co de queda verificado pelo teste timed up go (TUG) foi maior em idosos hipertensos neste estudo (t (1124) =3,17; p=0,002). Estes dados podem ser verificados na tabela 2.

(5)

Discussão

Idosos com hipertensão possuem mais comorbidade e consomem mais medicamentos do que idosos sem HAS. Esta é a doença com maior frequência nesse cen-tro de referência. Os idosos com hipertensão possuem mais doenças e estão mais predispostos a complica-ções pela maior repercussão em sua saúde. Quando avaliados de acordo com sua faixa etária, observa-se que a HAS está associada a idosos mais velhos. Barbosa e Borgatto encontraram mulheres mais ido-sas no grupo de hipertensão11, e isso pode acontecer

pelo fato das mulheres procurarem mais pelos ser-viços de saúde, sendo mais criteriosas na busca de diagnósticos e mais efetivas nos tratamentos. A fai-xa etária encontrada está em concordância a outro estudo, realizado no Município de Bambuí em Minas Gerais em que foi observado que a prevalência de HAS no grupo etário de setenta anos e mais foi ex-pressivamente maior12. E isso ocorre por inúmeros

fatores naturais do envelhecimento, como o aumen-to da resistência periférica, e a perda da flexibilida-de das artérias, tornando-se mais rígidas, e conse-quentemente, precisam realizar pressões cada vez maiores para que o sangue consiga ser distribuído em todo o corpo13. Assim como por fatores externos

como os hábitos de vida que o indivíduo decide ter ao longo da vida que agravam consideravelmente as patologias adquiridas14.

A funcionalidade revelou que nas atividades instru-mentais de vida diária os indivíduos hipertensos es-tão mais comprometidos. Embora o nexo causal com HAS não seja possível ser estabelecido, esta associa-ção chama a atenassocia-ção pela presença de outras comor-bidades limitantes que possam afetar a funcionalida-de no grupo dos hipertensos. No estudo do Guefuncionalida-des e Silveira15 foi percebido que essa mesma população

estudada necessitava de assistência para a maioria das atividades de vida diária (AVD). Essa dependência pode ocorrer devido ao próprio envelhecimento, mas pode ocorrer mais rápido devido às patologias que o

idoso desenvolve como a HAS, ou pode até mesmo comprometer de forma definitiva a funcionalidade desse indivíduo16.

O número de doenças elevado nos idosos com hi-pertensão é esperado e descrito na literatura. Este fato foi corroborado pela associação com doenças de origem cardiovascular, neurológica e endócrina. Ou seja, idosos com hipertensão estão mais predispos-tos ao aparecimento de novas doenças17. O controle

da pressão arterial ao longo da vida é fator de prote-ção para diversas doenças que impactam significati-vamente sua qualidade de vida18.

O estudo apresentou algumas limitações, como utili-zar fonte secundária (o prontuário do serviço), falhas no preenchimento dos profissionais e possíveis fa-lhas no repasse dos dados para o formulário pelos pesquisadores. A perda de dados também é um limi-tador desse estudo, visto que nem todos os prontuá-rios estavam completamente preenchidos.

Considerações finais

Idosos com hipertensão tendem a desenvolver mais doenças crônicas do que idosos sem hipertensão. Consequentemente aumentam o número de medi-camentos consumidos e progressivamente evoluem para condições mais frágeis da sua saúde. O impacto funcional da HAS parece ter repercussão no risco de queda destes e idosos, sendo necessária uma investi-gação aprofundada para compreender os mecanismos envolvidos nesta relação. Doenças de base neurológi-ca, cardiovascular e endócrina estão associadas à HAS e necessitam de uma investigação detalhada dos pro-fissionais de saúde quanto à presença destas morbida-des quando o idoso comparece a um serviço de saúde especializado para este público. Este estudo apresenta base para a formulação de novos estudos que anali-sem os mecanismos fisiológicos que comprovem ou não a associação entre multimorbidades e HAS.

(6)

Contribuições dos autores

Miranda BS participou da coleta de dados da pesquisa, interpretação dos dados, interpretação dos resultados, busca da literatura, e redação do artigo científico. Oliveira KB participou da concepção do projeto, análise estatística e revisão da redação. Noronha DO participou da concepção, busca, delineamento e revisão da redação. Luz-Santos C participou da concepção do projeto, execução dos dados, delineamento e análise estatística dos dados.

Conflitos de interesses

Nenhum conflito financeiro, legal ou político envolvendo terceiros (governo, empresas e fundações privadas, etc.) foi declarado para nenhum aspecto do trabalho submetido (incluindo, mas não se limitando a subvenções e financiamentos, participação em conselho consultivo, desenho de estudo, preparação de manuscrito, análise estatística, etc.).

Referências

1. Sociedade Brasileira de Cardiologia. 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial. Revista da Sociedade Brasileira de Cardiologia. 2016;107(3):103. doi: 10.5935/abc.20160151

2. Scala L, Magalhães L, Machado A. A epidemiologia da hipertensão arterial sistêmica. In: Cardiologia SBd. Sociedade Brasileira de Cardiologia. São Paulo: Manole; 2015. p. 780. 3. Schiffrin EL, White WB, Weber MA, Mann S, Lindholm LH, Kenerson JG et al. Clinical Practice Guidelines for the Management of Hypertension in the Community: A Statement by the American Society of Hypertension and the International Society of

Hypertension. J Clin Hypertens. 2014;16(1):14-26. doi: 10.1111/ jch.12237

4. Wolz M, Cutler J, Roccela EJ, Rohde F, Thom T, Burt V. Statement from the National High Blood Pressure Education Program: prevalence of hypertension. American Journal of Hypertension. 2000;13(1):103-104. doi: 10.1016/S0895-7061(99)00241-1

5. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Sinopse do censo demográfico. [Internet]. 2010 [access in 2020 june 26]. Available from: http://www.censo2010.ibge.gov.br/sinopse/webservice/ 6. Ministério da Saúde. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Saúde da Família. Caderno de Atenção Básica, nº 19. [Internet].

8. Skoog I, Lithell H, Hansson L, Elmfeldt D, Hofman A, Olofsson B et al. Effect of Baseline Cognitive Function and Antihypertensive Treatment on Cognitive and Cardiovascular Outcomes: Study on COgnition and Prognosis in the Elderly (SCOPE). Am J Hypertens. 2005;18(8):1052-9. doi: 10.1016/j.amjhyper.2005.02.013

9. Forette F, Seux ML, Staessen JA, Thijs L, Babarskiene MR, Babeanu S et al. The Prevention of Dementia With Antihypertensive Treatment: New Evidence From the Systolic Hypertension in Europe (Syst-Eur) Study. Arch Intern Med. 2003;162(18):2046-52. doi: 10.1001/archinte.162.18.2046

10. Sociedade Brasileira de Cardiologia. VI Diretrizes Brasileiras de hipertensão. Revista Brasileira de Hipertensão. Arq Bras Cardiol. 2010;95(1 supl.1):1-51.

11. Barbosa AR, Borgatto AF. Arterial Hypertension in the Elderly of Bridgetown, Barbados: Prevalence and Associated Factors. Journal of Aging and Health. 2010; 22(5):611-30. doi:

10.1177/0898264310371123

12. Barreto SM, Passos VMA, Firmo JOA, Guerra HL, Vidigal PG, Lima-Costa MFF. Hypertension and Clustering of Cardiovascular Risk Factors in a Community in Southeast Brazil - The Bambuí Health and Ageing Study. Arq Bras Cardiol. 2001;77(6). doi:

10.1590/S0066-782X2001001200008

13. Tumelero S, Santos Júnior MF, Nunes NCR. Influência da idade sobre os valores de pressão arterial e freqüência cardíaca, em repouso. Revista Digital EFDeportes.com. 2003;9(60).

14. Lim SS, Vos T, Flaxman AD, Danaei G, Shibuya K, Adair-Rohani H et al. A Comparative Risk Assessment of Burden of Disease and Injury Attributable to 67 Risk Factors and Risk Factor Clusters in 21 Regions, 1990-2010: A Systematic Analysis for the Global Burden of Disease Study 2010. 2012;380(9859):2224-2260. doi: 10.1016/ S0140-6736(12)61766-8

15. Guedes JM, Silveira RCR. Análise da capacidade funcional da população geriátrica institucionalizada na cidade de Passo Fundo - RS. RBCEH. 2004;1(2):10-21. doi: 10.5335/rbceh.2012.10

16. Reis CB, Jesus RS, Silva CSO, Pinho L. Condições de saúde de idosos jovens e velhos. Revista Rene. 2015;17(1):120-127. doi:

10.15253/2175-6783.2016000100016

17. Cardoso JH, Costa JSD. Características epidemiológicas, capacidade funcional e fatores associados em idosos de um plano de saúde. CIencia e Saúde Coletiva. 2010;15(6):2871-2878. doi:

Referências

Documentos relacionados

Ninguém quer essa vida assim não Zambi.. Eu não quero as crianças

◦ Os filtros FIR implementados através de estruturas não recursivas têm menor propagação de erros. ◦ Ruído de quantificação inerente a

Com base nos resultados da pesquisa referente à questão sobre a internacionalização de processos de negócios habilitados pela TI com o apoio do BPM para a geração de ganhos para

Para que o estudante assuma integralmente a condição de cidadão é preciso dar-lhe voz. Sendo o diálogo, portanto, fundamental para a cidadania, o professor de Ciências deve buscar

Souza et al (2002) realizaram pesquisa que pretendeu estabelecer uma análise de discurso sobre acontecimentos do cotidiano veiculados por alguns jornais, o olhar

Como foi visto, a primeira etapa do processo decisório de consumo é o reconhecimento da necessidade, com isso, observou-se que, nessa primeira etapa, os consumidores buscam no

The results confirm that for conservative density indexes (FSI 1.3) the proposed model displays a higher daylight performance than the existing situation and a similar daylight

Figura A53 - Produção e consumo de resinas termoplásticas 2000 - 2009 Fonte: Perfil da Indústria de Transformação de Material Plástico - Edição de 2009.. A Figura A54 exibe