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Encontro de Investigação e(m) artes: perspectivas

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Academic year: 2021

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Encontro/Debate: INVESTIGAÇÃO E(M)ARTES:PERSPECTIVAS 19 de Junho 2013 │Colégio dos Leões │UÉ

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9:30 - Receção dos participantes 10:00 - Sessão de abertura

Christine Zurbach (Comissão Organizadora)

10:10 – Clara Menéres (Comissão Científica)

“O que é e para que serve a investigação em arte” 10:30 – Eduardo Lopes (Vice-diretor da UnIMeM)

10:50 – Paulo Rodrigues (Director do CHAIA)

“A investigação em Artes: da arqueologia de uma prática à origem de um problema”

11:10 – Pausa para café

11:25 – João Carrilho da Graça (Director do Curso de Doutoramento em Arquitectura) 11:45 – Filipe Rocha da Silva (Director do Curso de Doutoramento em Artes Visuais)

“Do Ensino à Investigação e Arte” 12:05 – DEBATE

12:30 – Intervalo para almoço

14:30 – Vanda de Sá (Departamento de Música; UnIMeM)

“Investigação em Música – questões e desafios” 14:40 – Pedro Amaral (Departamento de Música; UnIMeM)

14:50 – Paulo Alves Pereira (Departamento de Artes Cénicas) 15:00 – Tiago Porteiro (Departamento de Artes Cénicas)

“Retrato de um projeto + outras reflexões” 15:10 – Marta Sequeira (Departamento de Arquitectura)

“Investigação em Arquitectura. Uma aproximação metodológica” 15:20 – Jorge Rivera (Departamento de Filosofia)

“Elementos para uma filosofia do habitar” 15:30 – Inês Secca Ruivo (Departamento de Artes Visuais e Design)

“Equações e desafios da investigação científica em Design: retroatividade entre prática e teoria”

15:40 – Sandra Leandro (Departamento de Artes Visuais e Design)

“Ver o pensamento a correr: Arte, investigação e contraditórios” 15:50 – Pausa para café

16:00 –

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ESSÃO

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LENÁRIA

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EITURA DAS COMUNICAÇÕES SUBMETIDAS

Christine Zurbach; Christopher Bochmann; Clara Menéres; Soumodip Sarkar (Comissão Científica) 16:30 – DEBATE

17:30 - Conclusões e encerramento

Christopher Bochmann (Director da Escola de Artes da Universidade de Évora)

Secretariado executivo: Christine Zurbach; José Alberto Ferreira

Comissão Científica – acompanhará os debates: Christopher Bochmann (UÉ)

Christine Zurbach (UÉ) Clara Meneres (UÉ) Claudia Giannetti (UÉ) Soumodip Sarkar (IIFA)

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“O que é e para que serve a investigação em arte”

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LARA

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ENÉRES

Considerando os vários domínios do saber verificamos que na actualidade a área científica é, entre todas, predominante. Por esse facto, temos hoje nas Universidades Conselhos Científicos, mesmo naquelas em que não se ensina ciência, e um organismo de cúpula para regular e financiar os mais sofisticados meios e projectos do ensino superior: a FCT. A Fundação para a Ciência e a Tecnologia veio substituir o antigo Instituto de Alta Cultura - extinto em 1976 - cujos objectivos eram: concorrer para o desenvolvimento e aperfeiçoamento da cultura superior e da cultura artística, da investigação científica e das relações culturais com o estrangeiro e difusão da língua e cultura portuguesas.

É óbvio que o mundo mudou e que a linguagem reflecte os novos conceitos e as ideologias mais influentes. No entanto, reduzir a prática milenar das artes à investigação de tipo científico, é um excesso. Para que tal não suceda, é necessário explicar com clareza o que pode e deve ser a investigação em arte para que os métodos e os processos da criação não sejam confundidos com os científicos, o que certamente iria desvirtuar as características do domínio artístico. Compete sobretudo aos artistas e criadores elaborar uma reflexão teórica sobre o seu trabalho porque só eles podem determinar a sua especificidade. O meu objectivo é contribuir para esta teorização.

A investigação em Artes: da arqueologia de uma prática à origem de um problema.

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AULO

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ODRIGUES

A Arte, antes e a par da ciência, sempre contribuiu para a exploração, a formação e a compreensão do mundo em que vivemos. Sempre foi uma forma de construir e conhecer esse mundo, de ligar realidades distintas e de aceder a dimensões do conhecimento diferentes ou complementares das abrangidas pela ciência, da qual frequentemente se alimentou ou para a qual contribuiu tornando tangível o intangível. Em cada um desses processos, a investigação, de carácter mais empírico ou teórico, sempre foi um procedimento estruturante. O que mudou então para que a investigação em Artes seja hoje debatida como um problema? A presente comunicação prentende colocar à discussão a tese de que a raíz desse problema não está numa suposta especificidade da investigação em Artes, mas na integração destas, e das práticas de pesquisa que lhe são próprias, num sistema académico-universitário em que a apresentação, o debate e a validação das metodologias e dos resultados deverão seguir uma formatação nem sempre compatível com a individualidade, e no limite com uma legítima idiossincrasia, de alguns dos processos criativos. No entanto, é essa formatação que garante que os resultados e as metodologias seguidas tenham um impacte directo no sistema de ensino e investigação, o que não invalida a procura de modelos alternativos de disseminação do conhecimento nestas áreas.

“Do Ensino à Investigação e Arte”

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ILIPE

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OCHA DA

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ILVA

O objetivo da minha comunicação será refletir sobre o tipo de evolução, nos cerca de 25 anos que nos separam da data da Integração das Belas Artes e Arquitectura na Universidade, que conduz à disseminação dos Doutoramentos em Artes Visuais, com particular incidência naqueles em que a componente prática é primordial. A estrutura universitária foi-se acomodando, com manifesta incomodidade, à presença crescente desse domínio que antes era considerado como sendo essencialmente técnico, e essa integração contaminou as áreas superiores do ensino universitário, os 3ºs Ciclo.

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Este movimento traduz uma abertura da universidade às formas específicas do saber artístico, mas também uma confluência entre a Arte e os domínios que eram antes considerados teoria e ciência. Ao fim e ao cabo é uma revolução que se operou na maneira de pensar a tecnologia artística, relacionada sem dúvida com razões sociológicas e culturais.

“Investigação em Música – questões e desafios”

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ANDA DE

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Á

Os estudos sobre música devem hoje ser entendidos a partir de duas componentes fundamentais: a performativa e criativa e a componente teórica e reflexiva. Do alargamento de perspectiva resultante desta dupla condição importa questionar os modelos de investigação, no sentido de questionar ausências, exclusões, rotinas. Do aprofundamento das questões próprias à investigação artística e da complexa relação entre a prática e a teoria, pode resultar uma apropriação de áreas de investigação específicas e definidas cu jo alcance se faça sentir no ensino superior da música de uma forma constante e fértil.

“Ver o pensamento a correr: Arte, investigação e contraditórios”

S

ANDRA

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EANDRO

A investigação em Arte é uma área com poucos anos de consciencialização no domínio a cadémico. Esta é uma das razões que gera desconfianças, mal entendidos mútuos e perpétuas implicâncias que a fazem avançar em passada lenta. No processo de concepção do objecto artístico, a obra apresenta -se por vezes como espaço ambíguo, algo que vagueia, estrutura inexplicável, jogo aberto em constante devir e permanece como enigma para muitos que o pretendem decifrar. O carácter singular da investigação em Arte, mas também da investigação sobre Arte, reclama um espaço próprio. Partindo das expressões artísticas como lugares onde se «podem viver perigos em segurança», onde se geram activos tóxicos, sensações, percepções, instrumentos de pensamento, chaves de leitura, fontes de conhecimento, importa considerar a sua natureza particular. Obstáculos da realidade actual exigem uma investigação específica. Resolvê-los pode ser um sonho técnico… Como ultrapassar alguns contraditórios? É atribuída a Platão uma frase que pode ajudar a pensar alguns caminhos: «Quem melhor conhece o instrumento não é quem o fabricou, mas quem nele toca»...

“Retrato de um projeto + outras reflexões”

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IAGO

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ORTEIRO

Este primeiro encontro que a Escola de Artes em boa hora decide organizar, parece -me ser a vitrine ideal para conhecermos, antes de mais e de forma mais concreta, o trabalho que cada um de nós tem vindo a desenvolver no âmbito da Investigação e(m) Artes. Não será este o primeiro passo que teremos de dar para melhor definir a especificidade da nossa(s) identidade(s)?

O Projecto que seleccionei para aqui apresentar, projecto que contém múltiplas valências associadas e que tem vindo a ser desenvolvido no seio do CHAIA (2010 - ) - Em torno da pedagogia de Jacques Lecoq - integra, para além dos seus conteúdos específicos, algumas ingredientes susceptíveis de serem analisados: realização de um

curso especialização profissional, desenvolvido em parceria com instituições e com companhias teatrais de

todo o país com credibilidade confirmada, que articula pedagogia, criação e investigação e que nos participantes envolvidos encontramos alunos, profissionais em formação e artistas em criação; um seminário de encontro e reflexão com artistas formados em Escolas do Método Lecoq (que residem e que trabalham em Portugal), que tem como objectivo o poder correlacionar herança formativa comum com obra artística realizada; tradução (para Português) e publicação do livro de referência do reformador teatral em questão.

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Toda a investigação daqui resultante consubstancia-se a partir dos materiais produzidos nestas diferentes acções. Importa salientar que no trabalho de campo e no tratamento dos dados já realizados estiveram envolvidos alunos que deram os seus primeiros passos nas práticas de investigação.

A exposição de um projecto com este formato proporciona o levantar de um conjunto de questões que teremos, actualmente e por razões de sobrevivência, de saber afrontar. Nomeadamente: no contexto das Universidades com quem e para quem queremos desenvolver Investigação e(m) Artes? Que mudanças e que sinergias teremos de realizar para nos ser possível continuar?

“Investigação em Arquitectura. Uma aproximação metodológica”

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ARTA

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EQUEIRA

“Equações e desafios da investigação científica em Design: retroatividade entre prática e

teoria

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ECCA

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UIVO

O debate internacional sobre o que é investigar em Design nos modelos de Bolonha tem mais de uma década. Não obstante as diferentes perspectivas da academia sobre esse tema, as Artes no geral têm um desafio partilhado: identificar, sistematizar e construir processos e modelos de investigação reconhecidos como científicos pelos pares dentro das mesmas áreas de investigação, mas também inequivocamente reconhecidos como científicos por parte de outras áreas do conhecimento.

Em Design, uma das questões de base em que assenta esta problemática sedai -se precisamente na equação processual das diferenças metodológicas e de resultados alcançados através do investigar pela prática versus investigar sobre a prática.

Quer num quer noutro cenário, quando falamos de orientar um processo de investigação em Desi gn, deparamo-nos com o desafio de fornecer ao estudante as ferramentas que lhe permitam desenvolver um pensamento sistémico de busca e encontro, reconhecido, da metodologia a adotar. Os modelos atualmente vigentes são múltiplos a esse nível. Na comunicação a fazer serão postas à reflexão algumas das questões que subjazem a estas demandas.

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ENÉRES

Professora Emérita da Universidade de Évora, escultora e investigadora em Arte, diplomada em Escultura pelas Belas Artes do Porto e doutorada em Etnologia pela Universidade de Paris VII com Serge Moscovici. Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Luso Americana em Paris e nos Estados Unidos. É Former Research Fellow do Center for Advanced Visual Studies do M.I.T., Cambridge, U.S.A.

Leccionou Escultura, Desenho e outras disciplinas na Faculdade de Belas Artes de Lisboa (1971 – 1996) onde também foi Presidente do Conselho Directivo. Ensinou na Universidade de Évora (1996 – 2007) onde, na qualidade de Professora Catedrática, dirigiu o Departamento de Artes Visuais e o Mestrado em Intermédia.

Como Escultora tem exposto regularmente desde o início dos anos 60. Recebeu vários prémios e tem executado obra pública relevante. Está representada em museus e colecções privadas tanto no país como no estrangeiro.

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AULO

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ODRIGUES

Doutorado em História da Arte pela Universidade de Évora (2009), exerce as funções de Professor Auxiliar do Departamento de História da mesma universidade, onde também integra o Laboratório HERCULES – Herança Cultural, Estudos e Salvaguarda e é Director do CHAIA – Centro de História da Arte e Investigação Artística. Das suas publicações, destacam-se: The science of architecture. Representations of Portuguese national architecture in the 19th century world exhibitions: archetypes, models and images, Quaderns d’Història de l’Enginyeri (vol. XII, 2012); Afinidades Electivas: História e Historiografia na Construção da Identidade Artística Portuguesa. Hesperia. Culturas del Mediterráneo (n.º 16, 2012); O Longo Tempo do Património. Os Antecedentes da República (1721 -1910). 100 Anos de Património. Memória e Identidade.

Portugal 1910-2010 (2010), O Paradigma da Reconstituição - a prática do restauro no século XIX. Revista Memória em Rede (2010); A Apologia da Cidade Antiga. A Formação da Identidade de Évora (sécs. XVI -XIX) (2009); "O Terramoto e a génese da consciência de património em Portugal", ACT 14. 1755: Catástrofe, Memória e Arte (2006, 247-254); Lisboa, A Construção da Memória da Cidade. Do Monumento ao Lugar (2005); “The Debate Between Engineers and Architects in the Second Half of the 19th Century: What is Architecture”. The Quest for a Professional Identity: engineers between training and action. Eds. Ana Cardoso de MATOS, Maria Paula DIOGO, Irina GOUZÉVITCH, André GRELON. Lisboa: Edições Colibri.

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ANDA DE

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Licenciatura e Mestrado em Ciências Musicais pela FCSH-UNL. Doutorada em Música e Musicologia pela Universidade de Évora. Foi Directora do Museu da Música Portuguesa – Casa Verdades de Faria (2010-2011). É Investigadora Responsável da linha de Investigação “Património Musical” da UnIMeM (Unidade de Investigação em Música e Musicologia) e do Projecto Estudos de Música Instrumental em Portugal: 1755 - 1834 (FCT/PTDC/EAT-MMU/104206/2008), com trabalhos publicados neste domínio. É Investigadora colaboradora do Centro de investigação INET-MD (FCSH-UNL) na linha de investigação de Estudos Culturais. É professora auxiliar do Departamento de Música da Universidade de Évora.

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ANDRA

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EANDRO

Doutorada em História da Arte Contemporânea pela Universidade Nova de Lisboa com a tese Joaquim de

Vasconcelos (1849-1936) Historiador, Crítico de Arte e Museólogo e Mestre, pela mesma Universidade, com a

dissertação Teoria e Crítica de Arte em Portugal (1871-1900). Professora Auxiliar na Universidade de Évora. Membro integrado do Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa pertence à linha MUST – Museum Studies, fazendo parte do projecto «Fontes para o estudo dos Museus de Arte em Portugal» aprovado e financiado pela FCT. É também investigadora e representante do IHA – FCSH-UNL do projecto «Design em Portugal (1960-1974): acções, intervenientes e repercussões do Núcleo de Arte e Arquitectura Industrial e do Núcleo de Design Industrial do Instituto Nacional de Investigação Industrial (I.N.I.I.)» do IADE, aprovado e financiado pela FCT. É membro colaborador do CLEPUL e do CESNOVA. Entre outros trabalhos publicados refiram-se: «Ver num instante: um, meio e multidão». In Joshua Benoliel 1873-1932 repórter fotográfico. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa, 2005; «Invisíveis e intangíveis nos Estudos de Arte: João Couto e o Laboratório Científico». In 40 anos do Instituto José de Figueiredo. Lisboa: Instituto Português de Conservação e Restauro, [2007]. Coordenou o livro Seminários de Estudos de Arte: Estados da Forma I. Évora: Edições Eu é que Sei!; Centro de História da Arte e Investigação Artística, 2007; «Luz sobre Luz: José Malhoa (1855 -1933)», «Ligth on ligth: José Malhoa (1855-1933)». In José Malhoa. Milano; Lisboa: Franco Maria Ricci; Arting Editores, 2008; «Como Leoas: as Senhoras Artistas do Grupo do Leão». In Falar de Mulheres: História e historiografia, 2008;

Redes sem mar: 12 tapeçarias da Manufactura de Tapeçarias de Portalegre; 12 fotografias e 1 vídeo da colecção Millennium bcp, Nets without a sea: 12 Tapestries from the Portalegre Tapestry Manufacture; 12 Pictures and 1 Video of the Millennium bcp Collection, Filets sans mer: 12 Tapisseries de la Manufacture de Tapisseries de Portalegre; 12 Photographies et 1 Vidéo de la Collection de Millennium bcp. Lisboa: Fundação Millennium bcp,

2010, catálogo da exposição da qual foi comissária no Luxemburgo; «Confirmar a tragédia: Soares dos Reis, Desterrado e «tudo»…»; «Para que serve o juízo? Crítica, critério, críticos e artistas no final do século XIX». In

Arte portuguesa do século XIX: 1850-1910. Lisboa: Museu do Chiado – MNAC, 2010; «O Leão Negro». In Columbano. Lisboa: Museu do Chiado-MNAC, 2010; «Boa figura, má figura, sem figura: mulheres artistas no

tempo da I República». In Mulheres na I República, 2011; em parceria com Luís Borges da Gama - A duas mãos:

desenhos inéditos Manuel Henrique Pinto José Malhoa. Figueiró dos Vinhos: Município de Figueiró dos Vinhos

2012; em co-coordenação com Raquel Henriques da Silva – Mulheres pintoras em Portugal: de Josefa d’Óbidos

a Paula Rego. Lisboa: Esfera do Caos, 2013.

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IAGO

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ORTEIRO

Doutorado (2006) e Mestre (1996) em Estudos Teatrais - Université de la Sorbonne Nouvelle – Paris III. É docente do departamento de Artes Cénicas da Universidade de Évora desde 1997 e foi director de curso do 1º ciclo em Teatro de 2006 ao início de 2013. Como investigador do Centro de História de Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora integra a linha de Linha de Teatro, Musica e Musicologia e coordena a área de Teatro, Dança, Circo: zonas de cruzamento. Nesse âmbito tem desenvolvido projectos de investigação na área da formação de actores, nomeadamente no área do movimento cénico. Desenvolve simultaneamente trabalho enquanto actor, entre outros com G. Barberio Corsetti, Madalena Vitorino, Marc Zammit, José Medeiros, Lúcia Sigalho, Ana Tamen e como encenador criou cerca de 10 espectáculos.

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INÊS

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ECCA

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UIVO

Inês Secca Ruivo (1972) é Designer de Industrial desde 1995, doutorada em Design pela Universidade de Aveiro (2009).

É Professora Auxiliar da Universidade de Évora, Diretora do Departamento de Artes Visuais e Design, da Licenciatura em Design e do Mestrado em Ilustração, na Escola de Artes.

É membro do Centro de História da Arte e Investigação Artística (CHAIA).

Desde 2010, é igualmente membro da comissão de avaliação da área do Design, na Agencia de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES).

Desde 1995, desenvolveu vasta actividade na indústria em colaboração com diferentes empresas internacionais, aos níveis da concepção de novos produtos, da Consultoria e da Gestão do Desig, das quais se destacam: Recer, Ceramic, Aleluia, Primus, Adega Mayor, Corona Colombia, Torrecid, Grupo St. Gobin, Van-Buren, Bauwcenter, Kerastone, Barneweld, Collinson, United Tiles, Craven Dunnil, Tileflair, Nicholls & Clarke e Boydon. Em 2005, foi Co-coordenadora geral e Directora da produção do projecto SMD – Significados da Matéria no Design, no âmbito do Design para a Sustentabilidade, distinguido superiormente pelo Instituto das Artes do Ministério da Cultura português.

Em 2006, foi consultora de Design do Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial (INEGI), Porto. Recentemente pubicou: «Rhetoric in Industrial Design», in The Poster 1:1, London: Intellect Journals; «Artesanato e Design para a Sustentabilidade: Um novo paradigma do Século XXI», in Artes da Casa: Ambientes Singulares, Lisboa: IEFP.

Referências

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