• Nenhum resultado encontrado

Um esquema adapativo para um sistema de pouso automático para avião

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Um esquema adapativo para um sistema de pouso automático para avião"

Copied!
77
0
0

Texto

(1)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA COÒRÒENAÇffÒ DOS^ PROGPAMAS DÉ PÕS-GRADUAÇ/ÍO

ENGENHARIA

ESOüEf^A ADAPATIVO PARA UM SISTEMA DE POUSO AUTÓMATÍCO PARA AVÍ^iO

J0fl;0 BOSCO OA WOTA ALVES

TESE SUBMETIDA A APRECIAÇflIO COMO REQUISITO PARCIAL PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE:

MESTRE Ef1 CIÊNCIAS DE ENGENHARIA

FLOPIAwPPOLIS

SANTA CATARINA - BRASIL ; JUNHO - 1973

(2)

A OBTENÇffO DO TITULO* DE

"r^iESTRE E^rCIÊNCIAS"

E APROVADA EH SUA F0RP1A FIMAL PELO ORIEM- ' TADOP E PELO CURSO DE POS-GRADUAÇTTO.

PROF. RAOAMA^)I DORAISWAMI ORIENTADOR

PROF. DOHINI^S ^ E C H A T ALVEÍ

INTEGRADOR 00 C ip m DE PÔS-GRADÜAÇÃO

RANCA EXAHINADÓPA:

¥•-

---PROF. r>AJAf1AMl DO^AISWAMI

PROF. \.!ALTER CELSO DE LIMA

(3)
(4)

- Ao P r o f . Rajamani Ooraiswarai, o r ie n t a d o r , pela maior boa vontade que sempre demonstrou na solução das d if ic u ld a d e s en­ c o n tra d a s , c o n trib u in d o para que o o b je t iv o da pesquisa fosse c o n c re tiz a d o .

- Aos P ro fe ss o re s Mi c o le P o u liq u e n , fíoger Pouliquen e Mal- t e r Celso de Lima, por assegurarem o in c e n t iv o n e c e ssá rio em assuntos de c o n t r o le s .

- Aos orgãos CAPES e BNOE pelo financiam ento que p o s s i b i l i ­ tou e ste t r a b a lh o .

- Ao departamento dç F T s ic a , pela boa vontade e colaboração p r e s t a d a s .

- Ao Departamento de C iê n c ia s E s t a t í s t i c a s e da Computação pela p a c iê n c ia e pelo ca rin h o dispensados.

- Aos colegas Vânia Conceição T a v a r e s , João ^M^do de Souza- Vlana e Luiz C arlos Duelos, pela Cooperação ha elàboração de programas de computação.

- Aos alunos do Centro de Estudos Básicos e Pós-Graduação - da UFSC, cu jo relacionam ento p o s s i b i l i t o u condições p s ic o ló g i­ cas que tornaram mais f á c i l e ste tr a b a lh o .

- Aos p ro fe s s o r e s , alunos e fu n c io n á rio s do Centro Tecnoló­ gico da UFSC, pela boa vontade em qualquer o ca siã o .

-Ao D lr e t p r ijjt d o Centro de Estudos Básico s dá-BFSC pelò t r a balho de impressão.

- A minha mulher, B e rn a rd e te , e ao meu irmão, A d ils o n , pela v a lio s a colaboração nos s e r v iç o s de d a t i l o g r a f i a e impressão.

- Aos amigos Mery e F l a v i o pelo se rv id o de impressão.

Sem qualquer dos presentes acima e ste tra b a lh o de t ç s e j a ­ mais s e r i a p o s s ív e l.

(5)

Resumo ... ... ..01

Summary... ... ... ... 02

CAPITULO 1 - In tro d u çã o ... ... 03

CAPITULO 2- D efin ição do Problema... 07

2.1- D escrição resumida da sustentação do avião no a r . . . . 07

2.2- D escrição resumida do pouso... ... 09

2.3- Pressuposições g e r a i s ... 10

CAPITULO 3 - Modelo Matem ático... ... 12

3.1- Equações do a viã o para o movimento lo n g e t u d in a l... 12

3.2- U t i l i z a ç ã o da t é c n ic a de espaço de ^^spaço de e s t a d o .16 CAPITULO à~ indTce de Desenpenho... .. ... 18

4.1- U t i l i z a ç ã o do Conceito 10... ...18

4.2- Seleção do ID para o sistema de pouso em q u e s t ã o .. . . 2 0 CAPITULO 5- Otimização ... ... 26

5.1- Problema de p o u s o . . . ... 25

5.2- Problema de "TRACKING"... 26

5.3- Lei de c o n t r o l e ... 32

CAPITULO 6 - Sim u lação ... ... 36

6.1- C on sid eraçõ es... ... ...36

6.2- Programa Executado... 36

6.3- Exatidão do programa... 36

CAPITULO 7- C on trolab i lid a d e e Observabi 1 id a d e ... 39

7.1- C o n sid erações... 39

7.2- Control abi 1 id a d e ... 39

7.3- Observabi l i d a d e ... 42

CAPITULO 8- E s t a b i l i d a d e ... ... 8.1- C onsiderações... ...43

8.2- Método D ire to de LYAPUNOV... 43

8.3- A n a lis e da E s t a b ilid a d e do Sistema dePouso do A v iã o .44 CAPITULO 9- S e n s i b i l i d a d e ... ... 46

9.1- C o n sid erações... 46

9.2- A n á lis e da s e n s i b i l i d a d e ... ... . . . 4 7 9.3- S e n s ib ilid a d e dos estad o s... 49

CAPITULO 10- Esquema A d a p ta tiv o ... ...56

10.1- C onsiderações... 56

10.2- Esquema A d a p ta tiv o ... 58 10.3- ín d ic e de Desenpenio para o esquema a d a p t a t iv o .60

(6)

z ação ... .. 10.5- Resumo da a p l i c a b i l i d a d e p r á t ic a do esquema a d a p t a t i­

v e ... .. CaPîTULO 11- Conclusõ es... 66

Bi bl i og raf i a - ... ..

fi

(7)

R . i % U H 0

0 presente tra b a lh o f o i d esenvolvido no sen tido de 2s sa g u ra r c o n fo rto e segurança no pouso do a v iã o . Consta de üin sistem a de pouso autom ático, o qual f o i otimizado e depo­ is sugerido um Esquema A d ap tativo que cumprirá esta exigenci^ â»

Apesar do sistema de pouso em questão j á haver sido b a sta n te testad o e u t i l i z a d o , alêm da o tim iz a ç ã o , foram efe tu sdas a n ô l i s i s sobre a c o n t r o l a b ili d a d e e o b s e r v a b ilid a d e , no- s€.itido de se v e r i f i c a r a v i a b i l i d a d e de o tim iz á - lo . Tambem- fo l f e i t a uma a n á li s e sobre a E s t a b ilid a d e do mesmo, o que - Rüstrou a e f i c i ê n c i a do modelo.

Após a o tim iz a çã o , f o i , o siste m a , simulado no com­ putador d i g i t a l 1130 e dessa simulação a d q uirid o muito conhe­ ci mertto p r á t ic o do mesmo.

Porim, a s e rie d a d e de uma terrisag em não admite fa- lliâs no sistem a de pouso autom ático. Dai a necessidade de náo

se

a d m i t i r v a ria ç õ e s nas t r a j e t ó r i a s de estado do processo. CoiTi esse problema em v i s t a , f o i f e i t a uma a n á lis e da S e n s i b i H dade, na qual tomou-se conhecimento sobre a v a r ia ç ã o da t r a j e t S r t a tíe estado com cada parâmetro do modelo matemático do avi^

Io.

Em seg u id a, um esquema a d a p ta tiv o fo i su g e rid o , com a f in a lid a d e de compensar a t r a j e t ó r i a do a viã o quando, por v a r ia ç õ

es

dos parâmetros do a v i ã o , raeio ambiente, e t c . , se f i z e r neces s a r l o .

0 esquema a d a p ta tiv o não dispensa a otim ização do s i ^ tenias v i s t o que suas c o rre ç õ e s , por motivos de problemas de es­

(8)

The present vfork was developed in order to assure so n fo r t and s e c u r i t y on the landing of the plane. I t c o n s is ­ ts of Q system o f automatic la n d in g , which has been optimiza V";.- arsd a f t e r suggested an a d a p ta tiv e scheme t h a t w i l l per - form t h i s exigence.

In s p i t e of the landing system r e f f e r r e d had a lr e a dy been te ste d and used, besides the o p tim iz a tio n , a n a l y s i s ' have been made over the Control and o b s e r v a tio n , in order to fin d out the v i a b i l i t y of o p tim iz a te i t . Also v*ias made an a- n a l y s i s over the s t a b i l i t y of the same, th a t showed the effi^ c1 ence of the model.

A f t e r the o p tim iz a tio n , the system was simulated ' 1n the computer 1130, and, fron t h is s im u la t io n , a gre at de- el of p r a c t i c a l le a r n in g o f the same was acq uired .

However, the seriousness of a la n d in g , does not ad >1)1 t mistakes in the autom atic landing system. So, the neces­ s i t y of non admitance of v a r i a t io n s in the t r a j e c t o r y o f the s t a t e of the process. With t h is problem in v ie w , was made an a n a l y s i s of the s e n s i b i l i t y , from which knowledge was taken- aboyt the v a r i a t i o n of the t r a j e c t o r y of s t a t e with each par^ metar of the mathematic model of plane. A f t e r , an a d a p ta tive - scheme was suggested, w ith the f i n a l i t y of compensate the pla Fig's t r a j e c t o r y when, by v a r i a t io n s o f the p la n e 's parameters environment, e t c , w i l l be need.

The a d a p t a t iv e does not d is p e rs e the o p tim iz a tio n - of the system, due th a t i t s c o r r e c t io n s , by reasons o f s ta b i-l i ty probi-lems, must be i-l i t t i-l e and as f a s t as p o s s ib i-le .

(9)

c a p T t u l o i

INTRODUÇffO

Quando se f a l a em automatismo, i praxe lembrar em ma­ quinas s u b s titu in d o o homem em t a r e f a s r e p e t i t i v a s , no sen tido de f a z e r com que o homem descanse um pouco de tra b a lh o b ra ça l e a r r a n j e tempo para r a c i o c i n a r um pouco mais.

Se rã que i is s o mesmo que o co rre ? Serã que o automa - tismo i d i r i g i d o somente ao lado humano da c i v i l i z a ç ã o ? Serã que 0 homem f o i a peça fundamental de toda uma c r ia ç ã o e seu de c o r r e n te desenvolvim ento? Acha-óe. quz não.

Ê la s t im á v e l que e ste mesmo automatismo, tan to explo­ rado como colaborador p rim ord ial do desenvolvimento te cn o ló g ico tenha sido c ria d o e desenvolvido com a f i n a l i d a d e p rim eira de e n riq u e ce r m ilita rm e n te impérios que, fazendo c r e s c e r armas do mais a l t o poder de d e s tr u iç ã o e, p orisso mesmo, a g a r a n tia de que as possuindo, possam d i t a r as l e i s que regem o comportamen­ to do mundo a t u a l , segundo seus in t e r e s s e s , na m aio ria das ve ­ zes, f in a n c e i r o s .

A grande m aio ria de l i v r o s e p erió d icos e s p e c i a li s t a s no assunto trazem, geralm ente, vasta ferram enta ilu s t r a d a d o r a ' de problemas de automatismo, em forma de m ísseis b a l í s t i c o s com a lv o s f ix o s ou móveis, ou qualquer co isa que o v a lh a .

A automatização de uma in d ú s t r ia tr a z co n sigo, i n e v i ­ ta v e lm e n te , 0 desemprego.

E s t a s , dentre t a n t a s , são as p r in c ip a is desvantagens' da má a p lic a ç ã o do automatismo. As vantagens da boa a p lic a ç ã o ' (re s p e ita n d o os d i r e i t o s humanos) dispensa o com entário, pois ' os acima c ita d o s d is p o s it i v o s de publicação trazem com seus e- xemplos b a l í s t i c o s uma grande va rie d a d e de t a i s a p lic a ç õ e s .

Uma pergunta se faz n e c e s s á r ia : Pa.Aa quem e poKqaz a± òlm Ae JLZizfLZ?

(10)

de c o n c ie n t iz a ç ã o , pois acreditamos que os a n t ig o s , responsá­ v e is ou não pela mã a p lic a ç ã o desta t é c n ic a , ja devem se r con

c ie n t i z a d o s , e s e ja qual f ô r sua f i l o s o f i a , é bem d i f í c i l mu- d ã - la , embora tenhamos, também, c o n c iin c ia de que esses novos serão futuram ente, responsáveis ou não pela mã . . . e tc .

E ê exatamente por não acreditarm os no fu tu ro das ' soluções para esse problema, por não possuirmos nenhuma, men apelos que mereçam c r é d it o s por p arte competente, que chegan­ do, não a um abandono, porém, à uma forma de lu t a ha muito e^ quecida Ic o n ò c lz n t lz a ç ã o ), noa peopomos propomos a esp erar ' que desapareça o anim al l/t/LaclonaZ dentro da esp écie humana ,

embora s e j a , para n õ s, um pouco d i f í c i l de a d m it í- lo .

0 nosso tra b a lh o não se a f a s t a muito dessas conside ra çõ es. C o n siste em uma óugeótão no òzntld o dz apQ.KÍzlçooA a otim ização de. uma àlAtzm a dz poa&o aotomã.tlc.0 poAa a v iã o .

0 pouso e decolagem de a v iã o , são operações r e p e t i ­ t i v a s . A p rim eira exige melhor desenpenho que a segunda, e- se rã d is s o que tratarem os.

Por mais- e x p e rie n te que s e ja o p i l o t o , cada vez- que 0 mesmo efetu a um pouso, e ste se transforma em uma te n t£ t i va. Os mesmos atenção e cuidados, exigidos na p rim e ira vez se fazem n e c e s s ã r io s . P o r ta n to , com um mecanismo autom ático, desde que o mesmo tenha um bom desenpenho, nas mais v a ria d a s condições de tempo do a e ro p o rto , o pouso pode d e ix a r de con^ t i t u i r uma forma de perigo aos passageiros e t r i p u l a ç ã o do ^ v iã o .

Porém, e ste sistema de pouso automático não dispeii sa to talm ente o p i l o t o , pois não pode haver v a r ia ç ã o na velo cidade do a v iã o , o que pode d i f i c u l t a r sua adaptação à misse i s , embora saibamos da p o s s ib ilid a d e de se p r o je t a r um s i s ­ tema para esse fim , mesmo que d ele não tomemos p a rte .

Resumidamente, podemos mostrar o desenvolvimento-- de nosso t r a b a lh o . E le dispõe básicamente de tr e s p a r t e s , das quais faremos um comentário na t e n t a t i v a de uma melhor - compreenção por p arte dos l e i t o r e s .

(11)

A prim ei ra parte se c o n s t i t u i de uma apresentação do p r o j e t o do Sistema de pouso e sua oti mização.

Nos segundo e t e r c e i r o c a p ít u lo s , i d e fin id o o proble ma e apresentado um modelo tem ático para o sistem a, b astan te '

testad o e p r á t ic o .

Oo t e r c e i r o ao o i t a v o , se mostra a otim ização do s i s ­ tema de pouso e o n e c e ss á rio para se poder o tim iz a r um sistem a,

que sào: ContfLoZaZ<.bllÁ.dadz, Ob&Q.fLvabltldadz z E ò ta b llld a d z .

Também nessa segunda p a rte Í colocado um c a p ít u lo so­ bre a simulação do computador d i g i t a l , no qual é explanada com d e ta lh e s as d if ic u ld a d e s encontradas em sim u lar um sistema com­ plexo como e s te . A p r in c ip a l razão da in c lu s ã o de um c a p it u lo ' sobre a sim u lação , r e s id e na d if ic u ld a d e p r á t ic a na computação da o tim iz a çã o .

A t e r c e i r a p a r te , a qual c o n s t it u i a p arce la mais im­ p ortante no presente t r a b a lh o , podemos s u b d iv i d i r em outras t r i p a rte s . ^ p rim e ira que é uma a n á li s e da s e n s i t iv i d a d e do s i s t e ­

ma de pouso j á otim izado, cuja necessidade mora no f a t o de que: 1) 0 sistema e otimizado segundo o modelo matemático esco­ lh id o , que mesmo sendo um modelo j á b astan te testad o e p r á t ic o , nunca re p re s e n ta rá idealm ente o siste m a , portanto é passivo de algumas m o d ifica çõ e s.

2) Com essas m o d ific a ç õ e s , a t r a j e t ó r i a deixará de se r oti^ ma, v i s t o que esta t r a j e t ó r i a ótima fo i desenvolvida a p a r t i r ' de v a lo re s supostamente co n sta n te s.

3) Se a t r a j e t ó r i a não é Ótima, o a viã o pode a t e r r i s a r em um ponto-de-toque não s itu a d o na p i s t a , ou mesmo, as c o rre ç õ e s '

podem s e r abruptas o que o c a s io n a ria um pouso, caso pousasse , não suave.

Por estas t r ê s razões fizemos uma a n á li s e da s e n s i t i ­ vid a d e , cujo v a l ó r p r in c ip a l está em se conhecer a v a r ia ç ã o dos estados do siste m a , com a v a ria ç ã o de cada parâmetro do modelo* do a v iã o .

Em seguida e proposto um esquema a d a p t a t iv o , que f a r S a compensação para a v a ria ç ã o que houver na t r a j e t ó r i a , decor - re n te da m odificação nos parâmetros do modelo, e tc .

(12)

m entário sobre o proposto desenvolvim ento, fo i colocado também' um c a p ít u lo i n t e i r o sobre as co n clu sõe s, nas q u a is , na medida ‘ do p o ssT ve l, se incluem alguns tó p ico s re fe r e n te s a e x p e riê n cia por nós a d q u irid a s no assunto em questão.

Sabemos que, por não sermos donos de nossas própias ' v i d a s , não o somos, tambem, da dos o u tro s.

E, tampouco achamos que v a le a pena construirmos uma \>lda, a nossa, com a f i n a l i d a d e de outxoò d estru irm o s.

(13)

C A P T t U L O I I

DEFINIÇ/ÍO DO PROBLEflA

2*1 - DESCRIÇ??0 RESUMIDA DA SUSTEMTAÇSp PQ AVI^O NO AR

2.1.1 - Sustentação do avião no ar

■5 a o :

Antes se definam as coordenadas e ângulos / ^

U = angulo de r e f le x ã o elevadora

V = v e lo c id a d e (c o n s t a n t e ) do avião

9 = ângulo de i n c l i n a ç ã o do avião ( p i t c h angle) « = ângulo de ataque do avião

Y = ângulo de caminho de planeio ( g l i d e path angle) v! - peso do avião

CG= centro de gravidade do avião

Quando 0 avião se encontra en pleno vôo, i . a presença de um f lu xo continuo de ar i n c i d i n d o sobre sua asa.

(14)

de um movimento l o n g i t u d i n a l , em um plano v e r t i c a l (movimento cc; rotação em torno do centro de g r a v i d a d e ) , c^-iusado por intermedio da v a r i a ç ã o do “ angulo de deflexão e l e v a d o r a " , U ( t ) . Ver-se-a ' que esse angulo e l i m i t a d o , pois ao avião não é permitida uma ro

tação de 360° e aquele e x i s t e tambem l i m i t a ç ã o por paradas mecâ­ n i c a s . P o r t a n t o , ve ja - se como se processam essas l i m i t a ç õ e s .

VSem-se as l i n h a s de fl u x o i n c i d i n d o sobre a mesma. E n tr e A e B (dois planos perf.cndiculares ãs li n ha s de f l u x o ) , as li n h a s de

flux o levam o mesmo tempo de percurso. Como a t r a j e t ó r i a acima ‘ da asa ê maior que abaixo da mesma, a ve lo cid a d o do f l u x o , acima i maior. P el o prin cTp io de B e r n o u i m , sabemos que a v e l o c id a d e ' deste flu xo é aumentada devido a uma queda de pressão no l o c a l ' Ja o c o r r ê n c i a . P o r t a n t o , concluimos que a pressão sobre a asa e menor que sob a mesma, logo o avião será impelido para cima ( ern g e r a l , sera impelido à uma d ireç ão perpendical ar ã dir eç ão do rc vimento do a v i ã o ) , por intermedio de uma f o r ç a , conhecida como “ L I F T , e que i d i r i g i d a perpendicularmente a d ir e ç ã o do movimento do a v i ã o .

E ev ide nte que, quanto maior a v e lo c id a d e do avião mai or serã essa f o r ç a . Mais precisamente, o empuxo L ( l i f t ) e d i r e ­

tamente proporcional ao quadrado da v e lo c id a d e do avião V:

V2 L =

onde K deve co n te r um f a t o r que é a s u p e r f í c i e da asa, outro que a densidade do a r , p , e f in a lm e n t e , um f a t o r Cl , que depen úe do ângulo “ p". In te g r a lm e n t e ,

(15)

Com i s t o , e sta g a ra n tid a a sustentação do a viã o no a r .

2 .1 .2 - L im ita çã o do ''Movimento L o n g itu d in a l V e r t i c a l

K medida que se aumenta o angulo " p " , vai au -

mentando, tambem, o L IF T , a té que para um determinado v a l o r des­ te angulo, teremos o surgimento de t u r b u lê n c ia , fazendo com que 0 L IFT c a ia o s u f i c i e n t e para não mais haver su stentação do a v i ­ ão no ar (provocando uma queda brusca do a v i ã o ) . E s te v a lo r limi^ te de " p " , le v a ao chamado angulode STALL.

P o r ta n to , sabendo da lim it a ç ã o de ''r '’ , pelo ‘ mesmo m otivo, de U ( t ) , e a in d a , que esses v a lo re s variam de acor do com o modilo de a v iã o , aqui se rá fix a d o , para e f e i t o de re so ­ lução d este problema, em

OO < a < 180 ,

onde a é 0 angulo de ataq u e, e seu l i m i t e s u p e r io r , é o "angulo de s t a l l “ . E

-35° < U ( t ) < 150

Adicio nalm e nte , para v a lo re s de U ( t ) f o r a , i im p o ssível o processamento, pois esta lim it a ç ã o ê efetuada por ’ paradas mecanicas. E , dentro da p ró p ria lim it a ç ã o , podemos v a r i ­ a r U ( t ) com o compromisso do angulo de s t a l l . Porêm* esta restri^ ção é colocada na apresentação das r e s t r iç õ e s r e f e r e n te s aos ân­ gulos d e fin id o s do a v iã o . P o r ta n to , esta r e s t r i ç ã o ao ’’ t ) é su­ f i c i e n t e .

2.2 - DESCRIÇÃO RESU^^IDA 00 POUSO 2.2.1 - Quanto â v e lo c id a d e do avião

Até 0 enquadramento da p i s t a , a t r a v i s do conta to pelo r ã d io , com a t o r r e , o a viã o s o fr e apenas uma diminuição* de v e lo c id a d e . Apôs esse enquadramento, hã a necessidade de se r a v e lo c id a d e do a v iã o :

a) Tão pequena, de modo que o mesmo não pare após o término da p is t a .

b) Tão grande, para que o avião não perca a s u s t e n t a ­ ção no a r .

(16)

c ) C onstante, pelas razões "a " e " b " .

Is t o se dã hã poucas dezenas de metros do chaõ para que, ao a t i n g i r uma a l t i t u d e de poucos centim etros da p is t a possa c a i r suavemente, garan tid o pelo sistema de suspenção do a- v i ã o , não a fe ta n d o , assim , sua e s t r u t u r a .

2 .2 .2 - Quanto à t r a j e t ó r i a

A t r a j e t ó r i a deve se r t a l que, ao se r iniciade. a fa se do pouso, deve-se fa z e r com que, ao a t i n g i r o i n i c i o da p i s t a , 0 a viã o e s t e ja a baixa a l t u r a , e, sua aproximação v e r t i - cal em re la ç ã o à p i s t a , s e ja bem suave, e ao mesmo tempo, a t i n j a 0 ponto de toque a uma d is t a n c ia b a sta n te cu rta em re la ç ã o ao i- n i c i o da p i s t a .

2.3 - PRESSUPOSIÇÕES GERAIS

A t i 0 enquadramento da p i s t a , com o avião a uns 100 pés de a l t i t u d e , aproximadamente, o contato é f e i t o pelo r a ­ d io , a tra v é s do sistema de instrumento de pouso ( I L S ) . A p a r t i r - d a i , ou s e j a , i n i c i a d a a fa se de pouso, o contato pelo rad io não é mais p o ssT vel, devido as perturbações e le tro m a g n é tic a s , o que obriga ao p il o t o fa z e r contato v is u a l com a t e r r a . I s t o se r e f o r ça pela necessidade do p il o t o e s c o lh e r um c o n fo r tá v e l e suave - "ângulo de caminho de p la n e io " ( g l i d e path a n g le ) , o qual g ir a - em torno de -3®, aproximadamente.

0 problema de pouso d e s c r it o aqui se r e la c io n a a pemas com a fa s e de pouso i , é , a p a r t i r dos 100 pés de a l t i t u d e '

do movimento descendente do a v iã o . P o r ta n to , a té esse ponto, o a viã o é guiado pelo c o n t r o le de trá fe g o aéreo, E , ao a v iã o , é ’ perm itida uma entrada na fase de pouso com v a ria ç õ e s de a l t i t i i d s e razões de a l t i t u d e de 120 a 80 pés, e, -16 a -24 pés/s, respec^ tivam en te. Para v a lo re s fo ra desta v a r ia ç ã o , o Sistema de Pouro' Automático, em a n á l i s e , não deve se r a p lic a d o . Fin a lm e n te , ap^ ' nas 0 movimento lo n g it u d in a l (movimento em um plano v e r t i c a l ) , d e ve s e r considerado. P r e c is a - s e do movimento l a t e r a l a té os 100 ' pés acima c it a d o s , i . é , a té o i n í c i o da fa s e de pouso

(17)

n Durante esta fa se de pouso, o avião e s ta r á s u j e i t o a ra jad as de vento e vento brando permanente. Rajadas de vento são de p rim o rd ia l im p o rtâ n c ia , pois tendem a se r a l e a t ó r i a s , o que ' podem d e s lo c a r o a viã o para fo ra da p is t a . J ã o vento brando per manente pode se r considerado como um deslocamento permanente do a v iã o . A qui, n e ste problema, as ra jad as de v e n to , por não poder- rem se r medidas, assume-se seu v a lo r médio zero.

(18)

C A P I T U L O I I I

HOOELO MATEflSTICO

3.1 - EQUAÇaES DO AVIffO PARA 0 ^lOVniENTO LONGITUDINAL Em qualquer p ro je to de sistemas de c o n t r o le , uma d e s c r iç ã o matemática s u s c in ta se faz n e c e s s á r ia . E sta d e s c r iç ã o ' pode, então , s e r f e i t a a t r a v i s de uma equação d i f e r e n c i a l de or dem " n ” , "n " equações d i f e r e n c i a i s de p rim eira ordem, ou, uma função de t r a n s f e r e n c ia . E, tambem, n e c e s s á r io , r e s t e caso parti^ c u l a r , uma d e s c riç ã o completa do a v fã o , re la ta n d o as v a r i á v e i s ' de r e s p o s ta , v a r i á v e i s de c o n t r o le e v a r i á v e i s de estado mensura v e i s . As equações do a viã o : 0( s ) = 1 Ü * , M| U (s ) eq. 3.1.1 M s ) S (T^S 1) 0 (s ) eq . 3.1 .2

foram d esen vo lvid as procedendo-se de uma consideração dos momen­ tos e fo rç a s aerodinamicas e da a p lic a ç ã o das l e i s fundam entais' da mecanica. Para l i n e a r i z á - l a s , assumiu-se que o desvio da con­ d ição de e q u i l i b r i o de vôo ê pequeno.

Assume-se que o ângulo de caminho de p la n e io , y» é s u fic ie n te m e n te pequeno, a ponto de considerarmos sen y= y e cos Y = 1 . I s t o i v á lid o devido a geometria de pouso. Fin a lm e n te ,a ^ sume-se que a v e lo c id a d e , V, e mantida essencialm ente constante* durante o pouso, u t i l i z a n d o , para i s s o , o TROTTLE CONTROL;

P o r ta n to , o movimento lo n g it u d in a l do avião é governado i n t e t r a * mente pelo ângulo de d eflexão elevadora U ( t ) , o q u a l, e a única v a r i á v e l de c o n t r o le .

(19)

0 uso dessas assunções le v a âs tào conhecidas equa - ções de "p erío do c u r t o " , do movimento do a v iã o . Assumiremos , ^s* '''s ® '•'^variantes no tempo e as d efinim os, para este caso

p a r t i c u l a r como:

Kg s -0.95 s ” ^ , Ganho de período cu rto ( p . c . ) Tg = 2.5 s , Constante de tempo de p .c .

Wg = 1.0 rad/s , Frequencia de ressonancia de p .c . ç * 0.5 , Razão de amortecimento de p .c .

As equações do a v iã o , no plano s , são: eq. 3.1.1 e eq. 3 .1 .2 . Reunindo as duas, tem-se:

13 h ( s ) = --- h -í--- U (s ) S2 (S2/u | + 2 ç s/ü j ♦ 1) S " h ( s l ^ Z j S ^ h í s ) ^ S 2 h (s ) , Kj V U ( s ) ou + 2 ç w ^ - lÜ líll + w |_s[i!U LLi = Kg V w| u ( t ) dt*» dt3 -dt2

Üa equação no tempo acima, como se n ota, serã razoa­ velmente d i f í c i l medir todos os estados h ‘ , h ' ' , h ' * ' e h . No ma ximo, são fa c ilm e n te mensuráveis h e h ' , com o a u x í l i o de um r a ­ dar a l t i m é t r i c o e um medidor de raz~ao b a ro m é trica , r e s p e c t iv a - mente, h '* se rã muito d i f í c i l m edi-lo, assim como h ' * ' . Duas r a ­ zões f o r t e s levam a abandonã-los:

a) Deseja-se um pouso bem suave, porisso h *' é quase imper c e p t i v e l , tornando-se b a sta n te d i f í c i l sua l e i t u r a .

b) Para medí-lo a tr a v é s de d if e r e n c ia ç ã o , é p io r , pois sua am plitude se confunde com o ru id o , d i f ic u lt a n d o a l e i t u r a . As i- lu s tr a ç õ e s mostram t a l d if ic u ld a d e .

(20)

h ' ' ' , por sua vez, com muito mais razão, serã abandonado como v a ­ r i á v e l de e stad o , pois e muito mais d i f í c i l medT-la.

Em v i s t a d iss o f o i esco lh id o 8 { t ) e 0* ( t ) , para substi^ t u i r h *' e h ' ' ‘ , pois sao fa c ilm e n te mensuráveis a t r a v i s do 6YR0S

f o r t a n t o , p re c is a r e l a c io n a r h, h *, 0 e 0*, que a p a r t i r de ago ra, serão sas v a r i á v e i s de estado. Encontra , então, essa re la ç ã o a s e g u ir ; h ( s ) S ( T ^ S + 1 ) e ( s ) T g S ^ h í s ) + S h ( s ) V e ( s ) T = V 0 ( t ) 5 d t 2 d t = J L e(t) - - L h'(t) h ' " { t ) = - ï- h " ( t ) ^ % h “"(t) =•— e “(t) ti‘" (t) — 6"(t) h " '

(21)

I ü

± .

9 " ( t ) - — (— 9 tt) - — h " ( t ) ) + Ts T, T, ze'tC — 0 ’(t) — L h " ( t ) + v'i ( V 6{t) h'(t)) = VK.M2u(t) S J S S T. 's _V_ T. 9 “(t) V e'(t) - - L ( - l _ e ( t ) — i-h'(t))} + s T. + M|{— e (t) — L-h'(t)) - VK H|U(t) S t t S S (t) - e'(t) * 0(t) - - ! - h ‘(t) + n . T. + e(t) - HJ h'(t) = VK,lJ|U(t) T| T| + M v ) 0(t) - ( - L + ü ü s + - ^ ) h'(t) = VK W|U(t) T3 's T2 's T 's Eq. 3 .1 .3 " n = T - “ 2ÇW5 "32 = V a,«= W2 -lif ^ s n

(22)

i3 —VT| *---- -'i VTg h V 11 S S S

St -5 =

3.2 - UTILIZAÇ/S:o OA TECWICA DE ESPAÇO DE ESTADO

Em g e r a l , a n a lis e e p ro je to de sistemas li n e a ' res podem ser tr ata d o s u t iliz a n d o - s e duas té c n ic a s fundamentais

A p r i m e i r a , faz uso da TRANSF0Rí1AÇA'0 LAPLACE, função de t r a n s f e r e n d a , diagrama de blocos ou diagrama de flu x o de s i n a l . 0 ou í r o , 0 qual tem ganho im portante s i g n i f i c a ç ã o na t e o r ia moderna de sistemas de c o n t r o l e e engenharia, é a té c n ic a de v a r i a v e l ' de estado.

A f a m i l i a r i d a d e desta últim a Í também e v id e n c i­ ada pelo fa t o de a grande m aio ria de té c n ic o s de p ro je to em s i £ tGii^es tíe c o n t r o l e moderno, são baseados em uma formulação u tili^ zando v a r i á v e i s de estado.

A u t i l i z a ç ã o de v a r i á v e i s de estado, dentre ou­ t r a s , tem as seguintes vantagens sÔbre a t é c n ic a c o n ve n cio n a l:

1) A formulação em v a r i á v e l de estado é n a tu ra l e convenr ento para a solução em computadores.

2) 0 método de v a r i á v e l de estado nos le v a a.uma represen tação u n i f i c a d a de sistemas a m útiplas ou a uma simples v a r i á ­ vel .

3) Pode ser a p l i c a d o , também, i sistemas não lin e a r e s e tanibém, sistemas v a r i a n t e s no tempo.

4) F a c i l i t a a a n a l i s e por otim ização .

F.n gsral um sistema a dados co n tín u o s, o mes­ mo é representado por um conjunto de equações d i f e r e n c i a i s de

primeira ordem, chamadas equações de estado. .

Por essas razões acima i que se p r e fe r e a uti_ li z a ç ã o da t é c n i c a de v a r á v e is de estado.

Por t a n t o , passando a equação 3 .1 .3 para e- quações de estado.

x ^ ( t ) = e ( t ) X 2 ( t ) = 9 ( t ) X 3 ( t ) = h ' { t ) X 4 ( t ) 5 h ( t )

(23)

17 U ( t ) = U ( t ) x j ( t ) ® n ^ i ( t ) + "1 2"2Í t ) * « 1 3 ^^3( t ) • Xg ( t ) x^( t ) x^( t ) = ( t ) + 3( t ) X4( t ) X3( t ) x^( t ) ' ' ^ 1 1 ® 1 2 ® 1 3 0 X i ( t ) ' t 1 x^( t ) 1 0 0 0 Xgí t ) 0 s + x j ( t ) 0 ® 3 2 ® 3 3 0 X3( t ) .•n o* x ^í t ) u. 0 0 1 0 x^í t ) í o , x ( t ) = AX( t ) + B U { t ) U ( t )

0 qual serã nosso modelo do avi ão. Mote que os elementos das ma­ t r iz e s A e B são constantes.

(24)

C A P I T U L O IV

PERFORMANCE INDEX

4.1 - UTILIZAÇÃO DO COMCEITO DE P I .

De posse do modilo matemático, e com os estados e r e s t r i ç õ e s determinados, estamos â f r e n t e de um novo problema: "d et er m in ar o PI a se r u t i l i z a d o " . 0 o b j e t i v o i f o r n e c e r motiva - ção f T s i c a para a se leção desse P I .

Como j á vimos, as t é c n ic a s c l á s s i c a s de proj et o „ tem sido a p l i c a d a ; com sucesso em Sistemas L i n e a r e s , lnvafUa.ntQ.6' no to.mpo, zntfiada e ia Z d a í í o Iíò ( c a r a c t e r i z a d a s por "tempo dc s u b i d a " , "tempo de a s s e n t a n e n t o " , "p ico de sobretensão" e "acurs- cidade do estado de regime") com condições i n i c i a i s n u l a s , e

poòta zm ^^2.quznc.la ( c a r a c t e r i z a d a por "margem de f a s e e ganho" ,

"amplitude de pico" e " f a i x a de passagem".). P o r t a n t o , em m u i t a s ’ a p li c a ç õ e s podemos u t i l i z a r as t é c n ic a s c l á s s i c a s , cujo sucesso 5 g a r a n t id o . Porém, precisamos co n s id e r a r sistemas de uma maneira ' mais g e r a l , com o b j e t i v o s de desempenho não f a c i lm e n t e d e s c r i t o s ' por t é c n ic a s c l á s s i c a s . Dai a necessidade de uma forma matemática ( P I ) que re pre sen te realmente o si st em a, s e j a qual e l e f o r . Em suíTia, para um dado PI r e p r e s e n t a t i v o de um si st e m a , este último ' não pode se r melhor que o P I , sob pena do PI não r e p r e n t a - l o . Ob- viamente, no P I , colocamos todos os r e q u i s i t o s e r e s t r i ç õ e s do problema, e assim minizando o P I , estaremos minizando o sistema.

Ha seleção de um P I , o Engenheiro de Contro le a~ tenta em d e f i n i r uma expressão matemática que quando minizada, in dica que o sistema est á desempenhando o seu papel da forma mais ' d e s e j á v e l . Então, esc ol her um P I , e p a s s a r 'p a r a o papel, os re - q u i s i t o s f í s i c o s do sis te m a , ou s e j a , r e p r e s e n t a r os o b j e t i v o s do sistema sob uma forma matemática.

Evidentemente, o PI J e I (onde I é um campo es ca ­ l a r , ou s e j a , todos os seus elementos sofrem das seguintes propri edades abaixo:

se ja O-j, Jg» e as re la çõ e s < e - .

P.J - Das tr ês expressões, apenas uma é v e r d a d e i r a : < ^2 » '^■j ■" *^2^ '^2'^ '^1

Pg - Se

(25)

19 Observação: 0 Campo se rã o dos números r e a i s .

J sendo iuncÃ.onal, i uma transformação de um Espaço Ve

t o r i a l em um Campo E s c a l a r . Ilu s t r a n d o ,

j

i

V e T o r ■ <;í !

C A

0 processamento pode se r f e i t o da se g u in te maneira: sii ponhamos que dois c o n tro le s a d m issíve is (que sa tisfa ça m todos os

r e q u is it o s e r e s t r i ç õ e s ) foram e s p e c ific a d o s , i c la r o que os me£

mos causam t r a j e t ó r i a s a d m is s ív e is : "selecionarem os o melhor" Para evoluirmos e sta s e le ç ã o , desenvolveremos o t e s t e mostrado ' na f ig u r a abaixo:

U T ( t ) . U 2 { t )

P rim e iro aplicamos o c o n tro le ( t ) , ao sistem a e de­ terminamos 0 v a lô r do P I , , então repetimos o processo para Ug

( t ) , encontrando J 2 - Se desiqnamos ( t ) melhor que

U2 ( t ) . Caso c o n t r a r i o , se dã 0 in v e r s o . E se = ^2» <?ualquer' um dos dois s e r v i r á . Meste caso, u tiliz a re m o s 0 de mais simples* construção.

(26)

Devemos l e v a r em conta a in t e r p r e t a ç ã o do P I mínimo Se m u ltip lic a rm o s todos os pesos no P I por uma c o n s ta n te , desde que s e ja p o s i t i v a , " K " , o v a l o r do P I f i c a r á m u lt ip lic a d o por K,

porém, 0 c o n t r o le e t r a j e t ó r i a s ótimas não se a lte ra m , ê c la r o . Em g e r a l , o v a l o r numérico do PI não rep resenta uma quantidade f is ic a m e n te o b s e r v á v e l.

4.2 - SELEÇ/^0 DO PI PARA 0 SISTEHA DE POUSO QUESTffO 4.2.1 - R e q u isito s

Um sistema de pouso de avião é s a t i s f a t Õ r i o somente se c e rto s r e q u is it o s forem s a t i s f e i t o s . Frequente - mente, são d e s c r it o s em termos de s i n a i s de c o n tr o le e respos - tas desejadas e em termos de li m it e s desses s i n a i s .

Os seg u in tes r e q u is it o s são considerados f a t o r e s es­ s e n c ia is n este problema:

1 - A ltitu d e , dzòzjada h ^ ( t ) do a v iã o , em cada instan^

te de tempo, e d e s c r it o gura abaixo :

(

2

)

pela curva mostrada na p rim e ira f i

-TOO 7 5 50 2 o X , - t/ c

X

10 pes/5 5 ^0 S T A 15 —> ''i ^ Q,<í '< : KJ ar ' J ^2G - 1 V 1 5 ^ t $ 3 t

(27)

21

Esta prim ei ra f i g u r a acima i n d i c a que o caminho consi^ t e de uma função exp on en cia l, seguida de uma função l i n e a r ,

100.e” ^^^ para 0 ^ t ^ 15 20 - t para 15^ t <_ 20

Um caminho exponencial l i n e a r desta forma, assegura um pouso suave, c o n fo r t á v e l e seguro.

['!ote que a duração desejada i de 20 segundos, i n c l u i n ­ do os 5 segundos sobre a p i s t a , a t i o ponto de toque. Est e v a l o r i apropriado para um avião voando a aproximadamente 175 mi/ horn e começando a fa se de pouso a uma a l t i t u d e de uns 100 pés.

2 - Razão de cu>ce.nção h ^ ( t ) , é dada pela derivada no

tempo de a l t i t u d e d esejada, mostrada acima.

Observação; A razão de ascenção i de v i t a l importancia no ponto de toque. Um v a l o r d i f e r e n t e de zero, é de se jã ve l para- p r e v e n ir o avi ão de choques " s e c o s " , os quais podem a b a la r sua - e s t r u t u r a e, tambem, t r a z e r desconforto i n d e s e j á v e l . Um v a l o r mu i t o negativo pode f o r ç a r uma descida r á p id a , e é, igualmente in^ d e s e j á v e l . 0 v a l o r de -1 pS/s no ponto de toque e igual a -60 -- pés/min, que está na f a i x a do v a l o r máximo permitido para um avi_ ão moderno.

4.2.2 - R e s t r i ç õ e s .

1- 0 ângulo de i n c l i n a ç ã o do avi ão e ( t ) d^ ssjado no ponto de toque t=T deve e s t a r compreendido e n t r e ;

00 ^ 0 (^ ) < 10° ■

0 l i m i t e i n f e r i o r é ne ces sá rio para e v i t a r ' que 0 n a r iz do avião toque antes do tempo tíe pouso, na p i s t a . 0 l i m i t e s u p e r io r é requerido para que o mesmo não aoonteça i cau- d s .

2- Durante o i n t e r v alo i n t e i r o da f a s e de ' pouso, 0 ângulo de ataque, a ( t ) , deve permanecer abaixo do d£ '

ncninado s t a l l , j á d e f i n i d o na página 9: menor que l í ° .

0 avião entra na fa se de pouso com um angulo

de ataque de aproximadamente de 80% de seu v a l o r de s t a l l . 15^ sendo o v a l o r de s t a l l , é permitido um acréscimo de 20%:

(28)

Resumindo,

a ( t ) < 18» A a ( t ) < 3 .6 °

3 - 0 angulo de deflexão elevadora U ( t ) , que c o n t r o la ' a resposta lo n g it u d in a l do a v iã o , i r e s t r i t o ao movimento e n t r é "

^ R e fe re n c ia do avião

paradas mecanicas. Sieste caso sua r e s t r i ç ã o se rã : - 3 5 0 < U ( t ) < 15

Para um c o n tro la d o r l i n e a r , não é perm itido chegar à esses v a lo re s l i m i t e s , exceto instatãneam ente. Deverão se r e v i ­ tados também, neste problema, e f e it o s de sa tu ra çã o .

4.2.3 - Pressuposições

1 - 0 movimento l a t e r a l é ignorado; somente se leva em conta 0 movimento no plano X-^Z.

2 - Perturbações a l e a t õ r i a s , como rajadas de vento, se­ rão desprezadas.

3 - 0 ângulo de caminho de p lan eio ( g l i d e path angle) ' nominal, » é sufucientem ente pequeno a ponto de considerarmos ' que cos = 1 e sen = , em rad ian o s, é da ordem de -0.063 rad aproximadamente, 0 que faz com que is so s e ja p o s s ív e l,

4 - A Ve lo cidad e nominal do avião com r e s p e ito ã t e r r a é mantida essencialm ente constante no valÕ r de 175 mph, por um d i s p o s it i v o que c o n tro la automàticamente 0 a c e le r a d o r .

5 - 0 movimento lo n g it u d in a l do a viã o é controlado i n ­ teiram ente pelo ângulo de d eflexão elevadora U ( t ) , 0 qual é a úni^ ca v a r i á v e l de c o n t r o le .

6 - A dinâmica do avião é d e s c r it a por um conjunto de equações d-^ f erenci ai s , lin e a r iz a d a s a p a r t i r do f a t o em que 0 de^

v io da condição de e q u i l í b r i o de võo é pequeno e pode se r despre­ zado .

(29)

23 4.2 .4 - Seieção

Como j ã selecionamos h, h‘,0 e e ' , como v a r i á v e i s de estado, definimos = ô X2 = 6 X , = h X4 =H u = u

as equações de estado r e s u l t a n t e s serão r e e s c r i t a s , x ^ ( t ) = a^ ^x^( t) ®13’'3^^^ b^^U(t) X2( t ) = 1 . x ^ { t ) ^32*2“ > * ®33*3<^) 1 . X j í t ) *3<‘ ) X 4 ( t ) ou ain da, onde. X ( t ) = A . X ( t ) + B . U ( t ) X, ( t ) ®12 ®13 ° h l X g í t ) 1 0 0 0 0 X ( t ) = A = B = X j í t ) 0 «32 833 0 0 X 4 ( t ) 0 0 1 0 0

e, os a'si e b , d e fin id o s anteriormente.

E s c r e v e r 0 PI i a prÕxima etapa. 0 PI i escolhi^ do como a i n t e g r a l de uma soma ponderada de termos q u a d r á t i c o s . Pode-se e deve-se ponderar, devido a importancia dos termos s e r r e l a t i v a . Quadráticos por duas razões:

1. Os desvios negati vos e p o s i t i v o s são igualmente inde s e j a v e i s .

2. Pel o Ttem 1, pode-se e sc o lh er para PI forma quadratic c a, v a l o r absoluto ou qualquer função convexa. Como a forma qu^ d r á t i c a ê mais f á c i l de manusear matematicamente, el a será ado­ tada. Então,

(30)

’20 9 i3 = 0 q ^ i ( t ) - X .j^ (t) + q 2 2 (t) X 2 (t ) - X 2 j ( t ) + q a a í t ) ^3^^^ ■ "3dí^^ P 4 4 (t ) + U ( t ) d t.

Observação: A r e s t r i ç ã o sobre a v a r i a v e l de c o n tr o le ê necessary a, pois se não se c o n s id e r a , pode-se o tim iz a r o sistema com valo res da v a r i a v e l de c o n t r o le não p r á t ic o s . E por esta razão que e ste termo a d ic io n a l aparece no P I . No próximo c a p ít u lo pode-se' v e r is s o mais detalhadamente.

Os q 's são funções do tempo devido alguns estados ' serem im portantes em, apenas, parte do percurso. P o r ta n to , dsver^ v a r i a r com o tempo. Como, neste problema, o ponto de toque i cru c i al , toma-se

q i i ( t ) = q,.,- + h . . ( 2 0 )

onde q^.^ S con stan te e h .^ (2 0 ) são impulsos que mostram a impor- ta n c ia maior no f i n a l do pouso, i . e , no in s t a n t e de tempo igual a 20 segundos. 0 P I tambem poderá se r e s c r i t o como

2 Xi(T) - x,^(T) 2 + ^22 2 XgíT) - X2^(T)' ^ ^ 3 2 X3(T) - X3^(T)' 2 + ^44 2 X4ÍT) - x^^(T) Í 2 0 0 ( t ) " ' * ‘'22 X2( t ) - q2d<^^ 2 + ^^33 X j í t ) - X j j í t ) ' ^ ‘’ 44 X 4 ( t ) - q 4 d ( t ) 2 + U ( t ) d t .

(31)

25 X ( T ) - X j ( T ) U ( t ) 2 R H 2 dt 2ÒÍ 0 X ( t ) - X j ( t ) 2 n

onde H e Q são m atrizes s im é tr ic a s r e a is p o s it iv a s s e m id e fin i dcc e R ê uma m atriz r e a l s im é t r ic a p o s i t iv a d e f in id a . Neste p ro b le ­ ma, R=1.

Observação; Os termos de fo ra da i n t e g r a l , mostram a im portancia que é dada aos erro s para quantidades c r u c i a i s no ponto de t o ­ que. H e Q, são assim d e f in id a s :

H = '11 22 33 44 Q = 0 0 0 0 ^^22 0 0 0 0 ^^33 0 0 0 0 ^^4

0 engenheiro, quando da escolha do P I , p re c is a s e l£ c io n a r os q ' s , h ‘ s e os elementos da m atriz R, que neste caso a

u n i t a r i a ig u a l a unidade, mas poderia se r de segunda, t e r c e i r a , e t c . , de acordo com o níjmero de v a r i a v e i s de c o n t r o le .

Neste exemplo, o desvio da t r a j e t ó r i a p re c is a ser minimizado, p o rta n to , os elementos de 0 e K, devem s e r não nega­

t i v o s , i . é , maiores ou ig u a is a zero, sendo este u ltim o ( i g u a i s ' a zero) quando a im portancia r e l a t i v a de alguns termos, f o r des- p r e z iv e l em re la ç ã o aos demais. Por estas razões é que a m a triz ' Q, assim como H, é POSITIVA SEMIDEFINIDA. J ã os c o e f ic i e n t e s das v a r i a v e i s de c o n t r o le devem se r todos maiores que z ero, devido a v i t a l im portancia dessas v a r i a v e i s . R, então, é uma m atriz PO SI­ TIVA DEFIMIOA.

E ste PI admite s u f i c i e n t e f l e x i b i l i d a d e para s a t i s ­ fa z e r os r e q u is it o s e r e s t r iç õ e s do sistema e, tambem, le v a à L E I OE CONTROLE ÕTino, o que se verá no próximo c a p ít u lo .

(32)

C A P I T U L O V

OTIMIZAÇÃO

5.1 - PROBLE^^A DO POUSO

Uma vez formuladas as equações dinamicas do pro­ cesso e 0 P I , a Te or ia da Otimização pode s e r a p li c a d a para ob »

t e r direta mente ambos, a configu raç ão e os parametros do sisteme. de c o n t r o l e . Neste p r o je t o em p a r t i c u l a r , o processo dinâmico e l i n e a r e o PI q u a d r á t i c o . P o r t a n t o , se está a f r e n t e de um pro - blema bem conhecido que o "problema de t r a c k i n g " , apresentado da se guin te maneira:

- z n c o n tfia n . ama f u n ç ã o , ch a m a d a c o n ifio Z e . U ( t ) pa/io, o

é.Uttma. X { t ) = A X ( t ) V B U ( t ) t a t q a& mZn4,m/,z2. o PI •20 ü =■1 X (T )- X ^ (T ) 0 X ( t ) - X j ( t ) 0 U ( t ) dt. Eq. 5.1.1

P o r t a n t o , e ne c e s s á ri o r e v e r alguns tÕpicos sobre o assunto.

5.2 - PROBLEMA DE TRACKIMG

0 problema l i n e a r de t r a c k i n g i o mesmo probleina do re g u la d o r , sõ que e mais g e r a l , i . é , o v a l o r desejado do v e ­ t o r de estado não e a origem.

A equação de estado é: X ( t ) - A X ( t ) + B U ( t ) e 0 PI i , para

(33)

27 J »-2 1 2 1 X ( t ^ ) - r ( t ^ ) rzo " X ( t ) - r ( t ) X ( t . ) - r ( t . ) Q ( t ) U ( t ) H 2 } d t. d t. X ( t ) - r ( t ) Q (t ) X ( t ^ ) - r { t ) 2 R ( t )

onde r ( t ) e o va^or desejado ou de r e f e r e n c ia do v e to r de estado do siste m a . 0 tempo e f ix a d o , X (t|r) ê l i v r e , e os estados e con­ t r o l e s não estão amarrados. H e Q são m atrizes r e a is s i m é t r ic a s , p o s it iv a s s e d e f in id a s . R é uma m atriz re a l , s i m é t r i c a , p o s it iv a d e f i n id a .

Sabe-se que m inim izar J , e q ü iv a le a m inim izar o Ha- m ilt o n ia n o , a tra v é s do máximo de P o n try a g in .

P o r ta n to , minimizar-se-a , apenas o Hami It o n ia n o , pai ra con seg uir U ( t ) .

As t r a j e t ó r i a s ótimas serão dadas pelas condições ' n e c e s s a r ia s , como se verá a d ia n te .

0 Ham iltoniano é dado por:

H < X ( t ) , U ( t ) , P ( t ) , t ) = 1/2 X { t ) - r ( t ) Q (t ) + 1/2 U ( t ) 2 + P ( t ) ^ A ( t ) X ( t ) + P ( t ) ^ B ( t ) U ( t ) . R ( t ) Tem-se, p o rta n to , X * ( t ) = = A X * (t ) + B ü ( t )

De onde se t i r a as equações de estado. Do Ham iltoniano tambem sa em as equações de ceestado:

P * ( t ) = = - Q ( t ) X * ( t ) - a‘ P * ( t ) + Q ( t ) r ( t ) . P ( t ) são os m u lt ip lic a d o r e s de Lagranqe.

Observação:

a) Para achar U*, tem-se que minimizzar o H am iltoni-M

ano, 0 que s i g n i f i c a fa z e r = 0•

b) vê-se, consequentemente, que se é colocado ü ( t )

3 l i c a que

no P I , m inimizar o H am iltoniano, que agora é l i n e a r , im

U* = “'sgn P B

(34)

-h ;

Ê por esta rszão q ie se e obrigado a r e s t r i n g i r tambem U ( t ) , a t r a v i s do termo q u a d r s t ic o no P I , o que s i g n i f i c a r e s t r i £ giv’ a energ ia gasta no c o n t r o l e .

E as reiaçi5es a lg é b r ic a s que devem s e r s a t i s f e i t a s :

portanto j

l E =: R ( t } U * ( ( : ) -i- 3 ^ ( t ) P * ( t )

9U

ü * ( t ) - - R ( t ) “ ' B'^(t) P * ( t ) Eq. 5.2.2

S u b s t it u in d o a equação 5 .2 .2 , ne equação de estado , conduz às equações de astado e coestado:

A ( t ) - B ( t ) R ' ^ ( t ) B ' ’’{ t ) X * ( t ) P * ( t ) " Q ( t ) -A X * ( t ) + 0 P ^ t ) Q ( t ) r ( t )

''ote que 0 { t ) r ( t ) é uma função e x c it a ç ã o ; essas equa­ ções d i f e r e n c i a i s são I h i e a r e s e v a r i a n t e s no tempo, mas não são homogeneas. A solução tem a forma:

X M t ) X M t ) 0

= <?(ï^c,t) + <}> ( t^ , t )

P * ( t ) p * ( t ) V Q ( t ) r ( t )

d t.

onde é matriz de t r a n s i ç ã o do sistema, dado pela equação « t • I «

Se a n a t r i z de t r a n s i ç ã o i p a r t i c i o n a d a , e a i n t e g r a l e s c r i t a sob a forma v e t o r i a l , por um v e t o r (2n x 1 ) , tem-se:

Í-£ ( t )

f , ( t )

(35)

X*(t^) = <|.,^(t^,t)X*(t) +

^

1

Í^)

Eq .5 .2 .3

P*(tf) = <K2i(t^,t)X*(t) + <t.22(t^,t)P*(t) + f 2 ( t )

E q . 5.2.4

As condições de f r o n t e i r a são:

P * ( t f ) = H X *(t^ ) - H r ( t ^ )

Recolocando P * ( t ^ ) na equação 5 .2 .4 , e então s u b s t i t u ­ indo X * ( t ^ ) da equação 5 .2 .3 , obtem-se:

< ^ , l ( t ^ , t ) X * ( t ) + 4 > T 2 (t f ,t )P * (t ) + f , ( t ) | - H r ( t ^ ) = = < í> 2 i{tf.t)X * (t) + < |.2 2 (tf.t)P * (t) + f 2 ( t ) . Tirando o v a l o r de P * ( t ) , f n co r,tra r- se - ã : 1 ( t ) ” 4*21 { *^) X * ( t ) H f , ( t ) - H r ( t ^ ) - f2( t ) P * ( t ) = K ( t ) X * ( t ) + S ( t ) Su b stitu in d o - o na função de c o n t r o le : U * { t ) = -R"^B^KX* - R " ’b^S = FX* + V.

com todos v a r ia n t e s no ttrupo, daT a a u s in c ia de ( t ) . Onde F é a m atriz ganho de realim en tação e V ê o s i n a l de comando. Mote - que V depende dos parâmetros do sistema e do s in a l de r e f e r i n - c i a r ( ) . De f a t o , V depende dos fu tu ros v a lo re s do s i n a l de re f e r ê n c i a , o que leva a d iz e r que o c o n tr o le õtimo tem uma quali^ dade a n te cip a d a . Is t o ê reforçado por razões f í s i c a s , que dizen; que se deve determ inar a e s t r a t i g i c a preser^te na base de (onde- se e stá e o que se q u e r ). Abaixo, encontra-se o diagrama de blo CO da planta e do c o n tro la d o r:

29

p * ( t ) = 4>22^^f - H<j).j2( t ^ , t ) -1

(36)

cessidade de se determ inar a m atriz de t r a n s iç ã o , porém, como - a n te s , e x is t e um caminho computacional t r a n c u i lo para i s t o . Co- meça-se com a equação:

P ( t ) = K ( t ) . X ( t ) + S ( t ) E q . 5.2.4 Note que não se esta mais dando a atençao para o a s t e r î s c o , po­ is 0 X ( t ) e P ( t ) são v a lo re s õtim os, e despreza-los s i g n i f i c a - menos tr a b a lh o .

D ife re n cia n d o ambos os lados com r e s p e it o ã t , obten-se

P ( t ) = K ( t ) . X ( t ) + K ( t ) . X ( t ) + S ( t ) ,

s u b s titu in d o das equações de estado e coestado P ( t ) e X ( t ) e u- sando a equação 5.2.4 para e lim in a r P ( t ) , ten-se

K (t)+ Q (t)+ K ( t ) A { t ) + ; ^ : t ) K ( t ) - K ( t ) B ( t J R " ^ ( t ) B ^ ( t ) X (t)+ S ( t ) + A " ^ (t )S (t )- K { t ) 8 ( t ) R ‘ \ t ) B ' ’’( t ) S ( t ) - Q (t ) r ( t ) =0

Is t o deve se r s a t i s f e i t o para todos os r*s e X 's Õ t i ­ mos, portanto c o n c lu i- s e que

- _ ^ ^

^ t ) = - K ( t ) A ( t ) - A ( t ) K ( t ) - Q ( t ) + K ( t ) B ( t ) R ( t ) B ( t ) K ( t )

(37)

31

Como K i s i m é t r i c a , da equação em K ' s , que dã para no­ t a r que é a equação de RICCATI, t i r a - s e (n+1) . n/2 equações de prime ira ordem, e da equação m a t r i c i a l em S ' s , t i r a - s e n. Por c o nse gui nte, tem-se um t o t a l de n+n.(n+l)/2 equações d i f e r e n c i - a i s de ordem 1.

Observação; Nos problemas de r e g u la d o r , p r e c is a - s e apenas resol^ ve r a equação de RICCATI, pois o v a l o r desejado r ( t ) = 0, o que mostra s e r o mesmo um caso p a r t i c u l a r do TRACKING.

As condições n e c e s s a ri e s para c o n t r o l e õtimo, são:

X ( t ) = P ( t ) = 0 3 H 3P(t) 3 H 3 X ( t ) 3 H X ( t ) , U ( t ) , P { t ) , t X ( t ) , U { t ) , P ( t ) , t X ( i : ) . U ( t ) , P ( t ) , t 3 U ( t ) e, as condições de f r o n t e i r a . equação de estado equação de coestado

equação que dã o con t r o l e õtimo. 0 = 3

h

3X. H X ( t|r) , t^ - P ( t . ) 3

X,

X ( t ^ ) , U ( t ^ ) , P ( t ^ ) , t ^ 3h 3 tf X( t ^ ) , t^ 3

t,

onde h é função que aparece f o ra da i n t e g r a l , no P I ; W é o Hamil^ toniano e 9X^ e 3 t ^ , são, re sp ec tiva m en te , as v a r i a ç õ e s dos estí^ dos e tempo f i n a i s . Como no problema de pouso o tempo f i n a l é fi^ xo, 3 = 0. P o r t a n t o ,

: ( t ^ ) = HX(t^) - H r ( t ^ )

que é derivada de h em r e l a ç ã o a X ( t ^ ) , e d e f i n i d a anteriormente como

P ( t ^ ) = K ( t ^ ) X ( t ^ ) + S ( t ^ ) ,

de onde t i r a - s e as condições de contorno, para a solução dos pa­ râmetros K' s e s 's ,

K ( t ^ ) = H

(38)

Para se determ inar F ( t ) e V (.t ), in te g ra - s e as equações 5 .2 .5 no i n t e r v a l o de t f para t

• ü •

5.3 - Lei de C on tro le

Como se vê d e fin id a no problema de TRACKIf^lG, e - fazendo a s u b s t it u iç ã o em função das componentes m a t r i c i a i s , ten se: U ( t ) = -1 b^, 0 0 0: U ( t ) ^11 Ki 2 ^i3 ^14 ’^l ( t ) '<22 *<23 ^24 X2 ( t ) |<31 1 ^ 2 *<33 ^34 ^^3( t ) k , ^42 h 3 ^44 "4 ( t ) 0 0 0 | ^1( t ) ' ^2( t ) ( t ) ( t ) f1 11^13^1^ 14 X ’‘ l ( t ) ' -( t ) Í ' 3 ( t ) i X t ’‘4 + K,2 X 2 (t ) + *<13X j í t ) + b ^ , S i ( t ) ^

onde b^^ = Wg . , p o rta n to , conhecendo-se os parâmetros K's e s ' s , conhece-se o c o n t r o le ótimo. Das equações 5 .2 .5 , escre ve -se :

(39)

" i s ' n ( t ) l < , 2 ( t ) K , 3 ( t ) l < , ^ ( t ) ■^i t ) K^2^t ) K^^i t ) K^^{ t ) " n "12^13 ® '^21(t)K22(t)'<23<‘ ''^24<*> K 2 , ( t ) K 2 2 ( t ) K 2 3 ( t ) K 2 4 ( t ) 1 0 0 0 K 3 , ( t ) K 3 2 ( t ) , 3 3 { t ) , ^ ^ { t ) 0 «32^33 ^41 (^)'^42^^^®**'43^^^'^'44^^^. ^41 ^*^K42^^^K43^*^'^44^^^. 0 0 1 0 ia^^ 1 0 0 ^1 2° a.320 0 0 0 0 K'jl (t)K'j2(^)*^'j3(^)K'j4(^) K 2 i ( t ) K 2 2 ( t ) K 2 3 ( t ) K 2 ^ ( t ) Ksi (t)!<32(t)K33(t)|^3^{ t ) 0 0 q220 ^ 1 1 0 0 0 q33 0 0 0 q44 b,,0 0 0] K , , ( t ) K , 2 ( t ) K , 3 ( t ) i < , ^ ( t ) 1 0 l^ 2 l( t) K 2 2 ( t ) K 2 3 < t ) K 2 ^ ( t ) 1 0 K s , ( t ) K 3 2 ( t ) K 3 3 ( t ) K 3 ^ ( t ) ►IlO , K 4 , ( t ) K 4 2 ( t ) K 4 3 ( t ) K 4 4 ( t ) i ( a ^ l K n { t ) + K i 2 ( t ) ) { a i 2 K n ( t ) + a 3 2 K ^ 3 ( t ) ) ( a , 3 K , i ( t ) + a 3 3 K ^ 3 ( t ) + 23^^^^^®12^13^^^^®32^33^^^^^®13^13^^^^®33*^33^^^^ + K ,4( t ) ) 0 + K 2 4 ( t ) ) 0 + K3^ ( t ) ) 0 + K ^ 4 ( t ) ) 0.

(40)

(a ^ 3 k , l ( t ) + a 3 3 k i 3 ( a i l k ' j2( t ) + k2/ j { t ) ) (ai2k<|2(t)+a32k23(t) ) (a^3k^2(t)+®33'^23^^^'^’^24^^^ ^ 0 ( a ^ l k ^ ^ { t ) + k2^ ( t ) ) a^2k^ 3 ( t )+ a 3 2 k3 3 (t) ) ^®12*^14^^^'*'®32*^34^^^^ 0 0

das quais tiramos as equações em k

‘14 ‘22 '23 ‘24 33 '34 ^ 1 1 0 0 ^*22 0 0 0 0 quai s ( t ) = -9 t ) S -, ( t ) ss •• ( t ) = -( t ) =: -( t ) s -( t ) s -( t ) s -( t )

0

0 0 0 ^33 ° 0 q44 ‘^ l l ’^ll ( t ) b i i k ^2( t ) b i i k i 3 ( t ) ^11^14^^^^ b i i k n ( t ) b n k i 2 ( t ) b n k i 3 ( t ) b n k i 4 ( t ) .2 , 2

®llkn{t)-ki2(t)-aiikn(t)-ki2{t)-qii+b^lkii(t)

^13*^11 ( t ) k-| 2( t ) ' - k 2 3 ( t ) = -a^ 1 k-| ^-k2^ ( t ) - 0+b-j ^ k ^ ^ ( t ) k ^ ^ ( t ) ®13'<12^^^"®33'^23^^^‘ ®12’^13^^Î'’^24^^^''®32'^33^^^“ " 0 ‘* ' ^ l l k i 2 ( t ) k i 3 ( t ). ®13*^13^^^'®33'^33^^^” '^34^^^“ ®13’^13^^^“ ®33*^33^^^" “ k34(t)-q33+b^^k^2(t) ^44+bll'<14(t) •

(41)

35 e. S i ( t ) l -i S2( t ) C- < S3( t ) a , , 1 = 1 2 “ a, 3 0 0 0 ®33 1 0 0 S | ( t ) i S 2 ( t ) ! 4-S 4 ( t ) j ^21Í^)^22^^^^23^^^^24^^^ ^31 .®^41 (^)*^42(^)^43(^)'^44(^) 0 0 0 qg2 0 0 0 0 q33 0 “ n 0 0 0 . ■v^, b ,iO 0 0|| 0 0 0 ^44. ^T(t)' T g í t ) r3( t ) r 4 Í ^ l a^1 1 0 0 a^2 0 8320 a^3 0 0 3 3! 0 0 0 0 b n k , i ( t ) b , l k i 3 ( t ) ^ b n k i 4 { t ) ] b^^O 0 0 J S i ( t ) S2( t ) S3( t ) cS4( t ) . q ^ ^ r iC t ) h 2 2’"2<^^ q 3 3 r 3 ( t ) a,,-l>?,k,,(t) 0 0 o'! ®12‘^ h ^ U ^ t ) 0 a 32 0 ®i3"^ ii'^i3 ^*^ ^ ® n ^ -b2^ k ,4( t ) 0 0 0 S i ( t ) q n " i ( t ) S2( t ) + ^2 2*^2^ ^ ^ S3( t ) ■'3 3' '3( * > S4( t ) j 0<,4»'4( t ) j s-jít) = “ ^i 1 s 1 ( t )+b ^ 1 k.| 1 { t )s 1 ( t) - $ 2 ( t ) +q-| 1 ( t ) ^2^^^ * " 31 pS 1 ( t ) +b 1 1 k^2( ^) s^ { t ) -8 3 2 53 ( t ) + q2 2^^2^^^ ^ s í t ) = 1 3S-j { t)+b 1 1 k-j 3Í t ) s^ ( t ) - a3 3S3( t ) +q3 3T3( t ) -S4( t ) S4( t ) = b-j ^ k ^ t ) ( t )+q^4T^( t )

e con i s s o , pode-se e f e t u a r os c á l c u lo s dos parametros, 0 que se ver á a s e o u i r

(42)

SIHULAÇJ^O

_ c o n s i d e r a ç õ e s

Devido a a l t a acuracidade exigida pelo método, - era de se espera r a d i f i c u l d a d e na execução de t a l c á l c u l o . Por t a n t o , um cpTtulo ã p a r t e , do qual este é o o b j e t i v o p r i n c i p a l , - fo i n e c e s s á r i o , no sen tido de s u p r i r uma d e f i c i ê n c i a , não muito- r a r a , nos problemas de otimização de sistemas de c o n t r o l e : A d l ^IcuZdadz da execução doA pfLogficLmaA d e it e tip o em computado^e4> - d lg lt a l- i. fi^credi tamos que quanto maior a s i m p l ic id a d e na e l a b o r a ­

ção da solução encontrada, tanto melhor será a compreenção por - parte dos l e i t o r e s .

6.2 - PROGRAMA EXECUTADO

No c á l c u l o dos parâmetros e estados do sistema- f o i es col hid o um programa, ainda que ura tanto p r o l i x o , f á c i l em compreensão e adaptação ã outros problemas semelhantes, embora-d de ordens d i f e r e n t e s . E s te programa foi adaptado de uma m o d i f i ­ cação no Método de'í^&nge-Kutta de 4a. ordem,

Foi usado o seg uin te fluxograma g e r a l :

L e i t u r a de dados: tempo t o t a l , v a lo r e s f i n a i s dos parâmetros K e S, e va lo re s i n i c i a i s das v a r i á v e i s de estado h, h ' , e , e ' .

I ii'

c á l c u l o dos parâmetros K e S de 20 segundos a t é 0 segundo

i .

Com os v a l o r e s de K e S em t = 0^ adicionados aos v a lo r e s i n i c i a i s d a s v a r i á v e i s de estado, c a l c u l a - s e os v a lo r e s de cada estado (4) e cada parâmetros k(10) e S ( 4 ) , de 0 à 20 segundos.

A impressão i efetuada simultaneamente com os c á j - c u l o s , em um i n t e r v a l o H.

(43)

37

0 programa para o IBH-1130 usado na execução do c á l c u l o e st á contido' no APÊND. I , e a d e f i n i ç ã o de cada v a r i á v e l usada, está contida no APtND. I I .

6.3 - EXAIDâO DO PROGRAI'^IA A c r e d i t a - S G que e s t e Ttem m e r e ç a u m a a t e n ç ã o e s p e c i a l d e v i d o ã o b s e r v a ç ã o f i n a l d e t o d o o c á l c u l o i n c l u i d o a t é a g o r a . S i m , p o i s s e m u m a s i m u l a ç ã o d o s i s t e m a , é r e a l m e n t e d i f í ­ c i l d e s e v e r o m e s m o a n t e s de s e r c o n s t r u í d o . E c o m e s t a f a b u l o s a t é c n i c a , q u e e a s i m u l a ç a o , n e s t e c a s o em c o m p u t a d o r d i g i t a l , é p e r m i t i d o o b s e r v a r o c o m p o r t a m e n t o d o s i s t e m a j á o t i m i z a d o , n a s u a m e l h o r p e r f o r m a n c e . C o m o j á f o i d i t o , e s t a s i m u l a ç ã o d i g i t a l f o i e f e t u a d a em um c o m p u t a d o r IBM 1130.

0 sistema em questão, o qual congrega 18 equaçõ­ es d i f e r e n c i a i s de primeira ordem, exige uma precisão quase que sem l i m i t e s (em termos p r á t i c o s ) , pois devido ã própria c o n f i g u ­ ração de seus estados deseja dos, podem l e v a r o computador 5 in - t e r p r e t a ç õ e s i n c o r r e t a s de dados. Como um exemplo c i t a r - s e - á um problema que surgiu quase que constantemente na execução de t a l programa: " 0 estado h ( t ) , d e fin id o ante rior men te , é uma exponen. c i a i até t = 15 segundos e l i n e a r de 15 a 20 segundos. Esta últi_ ma é Óbvia, pois se continuasse expon enc ial , jamais t o c a r i a a p i s t a . Antes de a t i n g i r a metade do percurso, no eixo dos tempos a ex pon en cial, em termos macroscÓpios, tende a se con fundir com uma p a r a l e l a ao eixo acima r e l a t a d o . E, se o computador i n t e r p r e ta desta maneira, quando na r e a l i d a d e a curva possui uma l e v e in^ c l i n a ç ã o , i . é , despreza a i n c l i n a ç ã o que a d i f e r e n c i a , para pe - quenos i n t e r v a l o s , de uma reta h o r i z o n t a l , o c o n t r o l e ótimo t e n ­ de a ser i n f i n i t o , para t o r n a - l a h o r i z o n t a l , c o n t r a r i a n d o , por­ t a n t o , 0 sistema de equações de estado, e, levando todos os est£ dos a v a l o r e s i n f i n i t o s . È c e r t o , e n t r e t a n t o , que antes da curva se aproximar o s u f i c i e n t e para uma i n t e r p r e t a ç ã o errada pelo com putador, o sistema tem um comportamento e x c e le n t e . Tambem, quan­ do diminuimos o passo de in t e g r a ç ã o , o ponto de onde começa esta

mã lntz^pfLZta.q.ão se aproxima do ponto f i n a l , levando a se acredi^

t a r que é n e c e s sá r io d im in uir -s e paulatinamente o v a l o r do passo até que se consiga a siirulação em todo o i n t e r v a l o desejado, s em pre com o compromisso de minimizar o tempo de execussão do pro - qrama.

(44)

Iss o pode c o r t s t i t u i r , è àicredita-se que s e j a , u- ma desvantagem de nosso programa, porôni, âè estâ d e f i c i ê n c i a p£ der ser sup rim id a, pode-se t e r em mão utti éXeíente prògKama de si^ fflulação neste t i p o de problema.

Para que se tenha uma i<iêia, cjliâhti t a t i v a , cons- t r õ i - s e a se g u in te t a b e l a : Passo Seg. t . ( a p r o x . ) 1 tg j seg. i minutos ! 0.1 7.9 10 0.05 8.5 15 0.01 Completo { 2 h 58Min.

ONDE t^ é 0 tempo em que os estados começam a tomar v a l o r e s i n f ^ n it o s t^ ê 0 tempo re a l de execução até o estouro do proqrama.

Se nota a acuracidade exigida pelo programa e q- tempo gasto de execução dos mesmos.

As curvas obtidas no processo de elaboração do programa podem ser v i s t a s no A P Ê M D . I I I .

(45)

39

C A P I T U L O V I I

CONTROLABILIDADE E OBSERVASILIDADE

7.1 - Consi d e r a ç õ e s .

Ê c l a r o que sem um estudo prévio da c o n t r o l a b i 1 i d a ­ de e observabi 1 idade do sistema, não se pode i n i c i a r o desenvol_ vimento de sua o t im iz aç ão. E, sobre o assunto, agora é que se mani f e s t a .

Como f o i d it o no c a p i t u l o 1 ( i n t r o d u ç ã o ) , o propos­ to desenvolvimento, i s t o é, o o b j e t i v o da e t s e , que é uma suge^ tão ao emprego de um esquema a d a p t a t i v o , tin h a de p a r t i r de um sistema j ã em j ã b as ta n te testad o e bem p r a t i c o , o que a c a r r e t a em um sistema j ã otim iza do, portanto com esse estudo prévio de suas c o n t r o l a b i 1idade e o b s e r v a b i1idade j ã efet uado s, e v i d e n t e ­ mente.

Fa r- se - a , no entanto um resumo de t a l estudo, no sentido de e l u c i d a r possTveis dúvidas e, ao mesmo tempo j u s t i f i _ car 0 que acima afirmamos.

7.2 CONTROLABILIDADE

Tomar-se-a o mais simples exeraplo de um sitema en-tr a d a - sa T da .

u

A

Se a chave A e s t i v e r d e s l ig a d a , qualquer que s e j a ' 0 v a l o r de U, este jamais i n f l u e n c i a r á a saTda X.

Agora, um outro exemplo um pouco mais s o f i s t i c a d o A

ü - ô --»^2

ií ...

D

Referências

Documentos relacionados

Discussion The present results show that, like other conditions that change brain excitability, early environmental heat exposure also enhanced CSD propagation in adult rats.. The

Os Coordenadores Setoriais, enquanto professores, procuram dar o exemplo, mas deixam claro que encontram, no seu percurso como extensionistas, esse elemento dificultador;  O

Atualmente os currículos em ensino de ciências sinalizam que os conteúdos difundidos em sala de aula devem proporcionar ao educando o desenvolvimento de competências e habilidades

O CES é constituído por 54 itens, destinados a avaliar: (a) cinco tipos de crenças, a saber: (a1) Estatuto de Emprego - avalia até que ponto são favoráveis, as

Predicted values were calculated by measuring the joint probability of effects on isopods’ biomass variation found for single exposures to different soil

Os resultados deste estudo mostram que entre os grupos pesquisados de diferentes faixas etárias não há diferenças nos envoltórios lineares normalizados das três porções do

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS. 42 Ramon Matheus dos

Nos tempos atuais, ao nos referirmos à profissão docente, ao ser professor, o que pensamos Uma profissão indesejada por muitos, social e economicamente desvalorizada Podemos dizer que