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Vamos Aprender Matemática, 4ª série, 2ª reimpressão, 4º v., 1974

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(1)

JSFA

N O R M A C U N H A O S Ô R I O

A D A P T A C A O

R I Z Z A D E A R A U J O P Ô R T O

N A I R T U L H A E V A N G E L I S T A

V A M O S

A P R E N D E R

M A T E M Â T I C A

Q U I A D O P R O F E S S O R ' T v ' ' J

'j; >1

• ■ ■ 'C-.

+ 2 = » + 3

I M N

4

F G 1 0 >0u9»J^ H 1 0 2 0 3 0 4 0 S O 6 0

*° IIVRO TÉCN1C0 s.

A.

(2)

0 '

A

Guid do Professor

V A M O S

A P R E N D E R

MATEMÂTICA

1. As atividades propostas no livro do aluno apresentam, muitas vezes, espaços destinados às soluçôes, assim represantados: '

2. Estes espaços aparecem preenchidds com reticula, a fim de que os alunos nao

escrevam nos livros, para nâo inutilizé-ios.

(3)

Oufras publicaçôes da nosso coleçâo Educasâo

COMUNICAÇÀO E EXPRESSÂO

Gent# Miûda que Brinc» e Aprende — Lia Dalva J. Grosso e Neide Scares — pré-livro. cadernos de atividades (1 e 2), guia para o professor, oiio livros de leiluras paralelas

e material didético (cartazes) Programa Integrado de Laitura Bisica

Supervisâo: Wanda Rollin Pinheiro Lopes

Leitura intermediéria — Brincando na Praça — Regina Yolanda — l'vro d® ajuno.

Caderno de atividades e guia para o professor — Cybele de O. Rebeiio . Reis de Almeida e Wanda Rcllln Pinheiro Lopes

Livro 1 — Juquinha e Sua Turma — Regina 'de ^o"°Rebello- Marisa

Caderno de atividades e guia para o professor Reis de Almeida e Wanda Rollin Pinheiro Lopes Livros de 2 a 8 — em prepare

EOUCAÇAO MORAL E CIVICA

Dayse Charpanal Pequano - livro do aluno e guia para

0 Brésil Conta Sua Hlstdrla —

p r o f e s s o r

- Uny Wernao. Dornellas Hvro do aluno a guia para o profsaaor

E S T U D O S

S O C I A I S

^

_ «u-ra Davse Charpene! Pequeno — livre do aluno, caderno C e n h a c e n d e a G u a n a o a r a r

e guia para o professor

Série Esludes Sociais

Coordenaçlo; Leny W. Dornelles e Therezinha Deusdarà

Introduçâo: Estudos Socials — Leny W. Dornelles e Therezinha Deusdarà

Livro 1 — Famflia Fellz / Na Escola / Bons Vîzinhos — Marlon Villas Boas de Sâ Rêgo

livre do aluno e guia para o professor

Livre 2 — O Lugar Onde Moramos — Ignez da Sîlva Oiîveîra do

derno de atividades e guia para o professor

Livre 3 — Nosso Estado — Solange Maria de MagalhSes — livro do lo^'^para cada

professer e caderno de atividades, acompanhados de um fasc c

e s t a d o d o B r a s i i '

Livro 4 — Brasii, Noiia Terrd, Nossa Gente — Marina Quintanilha Martinez

aluno (Vols. 1 e 2) e guia para o professor Livro 5 — Como o Brasii Creseeu -- Wilma Caruso de Carvalho

para o professor

livres do

livro do aluno e guia

Adaptaçâo de: NORMA CUNHA OSÛRIO • ^ m »

Professera de 1.° e 2." graus, especializada no ensmo de Matematica Técnica de Educaçâo do MEC

R I Z Z A D E A R A Û J O P Ô R T O _ ^ .

Professera de Introduçâo à Educaçâo e de Didâlica Teonca e

Pritica — Especializada no ensino de Matemélica

N A I R T U L H A E V A N G E L I S T A ,

Professera de 1e 2.' graus, especializada no ensino de Matematica

z. Gu/d do Professor

V A M O S

A P R E N D E R

M A T E M A T I C A

B T B M 0 T R C A E R C O î.u A R « M a C h a ri 0 r i 0 A s s i s » s I L V I A N Ô r 6 f, I i-i G . N . a R E G , L ' A T A

—ji-lS--,»..-

U . ' l l - U o R I G E M

0

AO LIVRO TÉCNICO S.A. Rio de Janeiro — GB

(4)

Authorized translation and adaptation from the English language edition' published by Scott, Fores-man and Company, Chicago, Illinois, U.S.A., Copyright © I9âS, 1966, in the United States of

America by Scott, Foresman and Company.

Apresentàçâo

Copyright © 1971, by AO LIVRO TÉCNICO S A.

Os autores brasileiros prepararam o présente texlo, baseando-se no original SEEING THROUGI-T ARITHMETIC, de Maurice L. Hartung, Henry Van Engen, Lois Knowles, E. Glenadine Gibb, James E. StochI e Ray Waich.

— A o L i v r o T é c n i c o S . A . IMPRESSO NO BRASIL

P R I N T E D I N B R A Z I L

Capa: Mario P. Amaral

liustraçôes: Equipe de Arte

1 . ' e d i c l o 1 9 7 1 ■ t.* reimpresslo 1973 2.* relmpresaîo 1974

Tiragem desta impressSo: ? 000 exemplares

F I C H A C A T A L O G R A F I C A .

( P r e p a r a d a p e l o C e n t r e d o C a t a l o g a ç S o - n a - f o i i t e d o S i n d i c a t o N a c i o n a l d o s E d i t o r e s d e L i v v o s , G B ) Va m o s a p r e n d e r m a t e m â t i c a : e u i a d o p r o f e s s o r ; a d a p t a ç â o

y295 de Norma Cunha Os6rio T e oiitros | Rio de Janeiro.

A o L i v r o T é c n i c o , 1 9 7 4 . 6 v . O u s t . 2 6 c m . V . 1 : 3 . e d . ; v . 2 : 2 . e d . ; v . 3 : 2 . é d . ; v . 4 : l . e d . " B a s e a d o n o o r i g i n a l S e e i n g t h r o u g h a r i t h m e t i c , d e M a u r i c e L . H a r t u n g . B i b l i o g r a fi a . 1 . M a t e m â t i c a ( l e g r a u ) — M a n u a l s . I . O s 6 r i o , N o r m a C u n h a . I I . H a r t u n g , M a u r i c e L . I I I . S e e i n g t h r o u g h a r i t h m e t i c . 7 4 - 0 1 1 2 C D D — 3 7 2 . 7 0 2 0 2 C D D — 3 7 2 . 7 ( 0 2 )

AO LIVRO nCNICO S.A.

Rua Bonfim, 250 — ZC-08 — C.P. 3655 R i o d e J a n e i r o — G B

Este é o Livro IV da cdiçâo brasilcira de uma série 'l""

escola de 1.» grau, publieada pela Scoll, Foreman and „ossos

estâmes adaptando para professores e alunos de nossas escola.,

p r o g r a m a s . u ; „ + ; , r r » a o f a z e r

Entregamos ao leltor o quarto volume de nœso ^ g °Glenadine Glbb,

a adaptaçâo dos livres de Maurice L. Hartung, Hen^ V^ Eng , ^

.lames E. StochI, Ray Walch c Lois Knoudes, é colocar o ^

ms-orlontaçâo modorna do ensino da Matematica e oferecer a p da crlança

trumonto do trabalho planejado culdadosamente para guiar a P

nessa matérla, per toda a escola de 1." grau.

Nosso traljalho obedecc ao scguinto esquema: ^ ^

1. uralcmdtica na Escola Primdria Moderna

-uma sintesc dos tôplcos que eonstltuem os Programas de dentro do

grau, distribuidos om seus iilveis do dificuldade, organizados

espîrlto do que se chama hoje MATEMÂTICA MODERNA.

Noie apareccm sugestaos para orlentar metodologleamente a apren ^^^i^ente

tdplco, de modo a tornar o Programa de Matemâtica-na E^co a M.temdtlca perca a

bdsico a todo o trabalho posterior, sem que o eonjunto da ^ «Inda,

organlcldado lndlspou.sâvel ao slstoma comente bâslcos a serem

fuiidamontaçâo do conteûdo, aprcsentando om cada tdpico os

a d q u i r i d o s

p o l o s

a l u n o s .

^

a l u n o ,

2. Vamos Aprender Matemâtica Livres de 1 a S série a uma

em que a matéria é distribuîda gradativamente peloa oito volume ,

s e q û ê n c i a l o g i c a d o s a s s u n t o s . j e s e n h o s

Noies, tanto quanto possivel, as situa^es-pToUema de

ou série de dcsenhos articulados (como nas histônas em quadrtn o), p^^^amento

porguntas objetivas, buscando couduzir a cnança ao raciocînio at

r e fl e x i v o .

n t i d a d e

s u fi

-Os livres oferecerâo, alnda, exerciclos e problemas ™ J alcançada.

clentes para proporclonar trelno e manter a aprendizagem, à medi q

Uma constante avallaçâo da aprendlzagem também ^ como o

fréquentes, corn ênfaso na anto-avallaçâo, eonsagrada pela I sicolog

melhor rccurso para Icvar 0 aluno a progredir. • ^ tENTE

Nos oxcrdcios, aparcccrâo ordens como: '

FAZER, FAÇA etc., solicitando o pensamonto do aluno e orientan o

(5)

3. Aprender Malemilica ~ Omi, An r,..!

de manuals com orientaçâo ao nrof

k Professor — Livros de 1 a 8 — séné

acréscimo, sugestôes de atividades 0!^°! T criança, contendo, cm

Neles 0 professor en ^«riquecimonto.

e 03 métodos de ensino relatives tiobjetivos, o eonteddo cientîfico

atividades, material didâtico jocos et ^ j ° sugcstOos dotaihàdas de

e adaptâ-lo às diferenças individuals o ensino do contcudo da iiçâo

eis ou mais vagarosos, bem como sugestr se revclcm* estes mais

Quando a tendência ma" h n^elhor conduzi-los ao insight

a"tomâtiea""^u 'lIsV'!! ^ Promoçâo dos alunos é a

eha-e x b ^ « a t é n a P ^ g ^ eha-e s s i v o s " , n à o p o d eha-e r i a m o s

e"ança, ao ,nvés de périodes J i " desenvolvimento da

apren-um aluno poderâ d -"""Pues.

7 "--te 0 ano letivo, e'nqult;";-"'. Po-sibilidades, veneer mais de um

Aoreditamos que esta série de m "">•

^Primérir'""™'''de proparlT^^ grande utilidade e aplicaça»

Ns„ , ' P supervisores e nas escolas

«™P0 de pr?teTores^j'

'™"«âo de nossa tarefa, ma

Olga Barroca, HpIph t Ounha Osdrin 7>- ° trabalho e a orientaçâo

' — a Polaboraçao^""'; ^"'"

■■

'TPlha EvaLlTT Almcid^

sendo publicado esner -"ando nos '^^Sdalena del Valle Gomide

°'-Peramosatingi,„„3,„"'5;P^^^^^^^^^ -g^^tôes sobre o que

A «EDITORA

SUMÂRIO

A P R E S E N TA C Â O

P R I N C I P I O S B A S I C O S

F u n d a m e n t o s d e M a t e m â t i c a

Conteùdo Enriquecido e Ampliado Resoluçâo de Problemas

Técnicas de Apresentaçëo

Verificaçâo e Replane}amento do Ensino

1 2 1 0 13 1 5 1 C O N J U N T O S E S U B C O N J U N T O S F u n d a m e n t o s 1 9 I d e n t i f i c a ç â o e D e s c r i ç â o d e C o n } u n t o s e S u b c o n j u n t o s — P i g s . : 1 • 2 2 5 T a b u l a ç â o d e C o n j u n t o s — P i g s . : 3 e 4 2 8 U n i â o d e C o n j u n t o s — P i g s . : 5 e 6 3 1 I n t e r s e ç â o d e C o n j u n t o s — P i g s . : 7 e 8 3 3

Conjunto-soluçâo — Idéias de Maior que , Menor que e Igual a — Pigs.: 9 e 10 35

C o n j u n t o - s o l u ç â o — I n t e r v a l o — P i g . : 1 1 3 7 * V e r i f i c a ç â o d a A p r e n d i z a g e m — P i g . : 1 2 3 9 R e p r e s e n t a ç a o G r i f l c a d o C o n j u n t o - s o l u ç â o ( E n r i q u e c i m e n t o ) — P i g . : 1 3 4 2 2 R E S O L U Ç Â O D E P R O B L E M A S Problemas Verbais — Pâg.; 14 4 4 3 P R O P R I E D A D E S D O S N Û M E R O S E D A S O P E R A C Ô E S F u n d a m e n t o s

Sentenças Relacionadas de Adiçâo e Subtraçâo — Pigs.: 15 e 16 Sentenças Relacionadas de Multipllcaçâo e Divisâo — Pigs.: 17 • 18 Elemento-identidade da Adiçâo — Pig.: 19

Eiemento-identidade da Multiplicaçâo — Pig.: 20 Zero na Multiplicaçâo e na Divisâo — Pigs.: 21 • 22

Propriedade Associativa da Adiçâo é da Multiplicaçâo — Pigs.: de 23 a 25 Fatores — Pig.: 26

Verificaçâo da Aprendizagem — Pég.: 27 Divisâo por Zero (Enriquecimento) — Pég.: 28

4 6 5 0 5 2 5 3 5 4 5 5 5 7 6 0 6 2 6 3

(6)

10 PROPRIEDADES DOS NÛMEROS E DAS OPERAÇÔES 4 S I S T E M A D E N U M E R A C Â O

F u n d a m e n t o s

Conjunto dos Numéros Naturals de 0 a 9 999 — Pigs.: de 29 a 31

Numerals de Cinco e Seis Algarismos — Valor Posicional — Pigs.: 32 • 33 Milhlo — Valor Posicional — Pig.: 34

Verificaçlo da Aprendizagem — Pig.: 35

Numerals Romanes (Enriquecimento) — Pigs.: 36 • 37

6 6 6 9 7 2 74 7 6 7 7 5 R E S O L U C A O D E P R O B L E M A S F u n d a m e n t o s

Situaçôes Multiplicatives e de Divisâo — Senlenças do Tipo 6 X m = 60 e 6 0 m = 6 — P i g s . : d e 3 8 a 4 0

Produtos Cartesianos (Enriquecimento) — Pigs.: 41 e 42

8 2

8 2 8 7

6 G E O M E T R I A

F u n d a m e n t o s

Pianos — Linhas — Pig.: 43 Segmentes — Pig.: 44

Linhas Concorrentes e Linhas Paralelas — Pag.: 45 Raios e Angulos — Pig.: 46

Segmentes e Angulos Congruentes — Pig.: 47

Angulos Retos — Linhas Perpendtculares — Pigs.: 48 • 49

Polfgonos — Pigi.: 50 • 51

Classificaçâo dos Triângulos — Pigs.: 52 e 53

Construçôes Geomitricas (Enriquecimento) — Pig.: 54

9 0 9 7 9 9 1 0 0 1 0 1 1 0 3 105 1 0 7 1 0 8 1 1 3

7 PROPRIEDADES DOS NÛMEROS E OAS OPERAÇÔES

F u n d a m e n t o s 1 1 5

Use da Propriedade Associativa na Determinaçâo de Produtos — Pigs.: 55 • 56 116

Propriedade Distributiva: Multiplicaçâo sobre a Adiçâo — Pigs.: 57 * 58 120 P r o p r i e d a d e D i s t r i b u t i v a : D i v i s l o s o b r e a A d i ç â o — P i g s . : 5 9 # 6 0 1 2 2

R e s t e s n a D i v i s â o — P i g s . : 6 1 e 6 2 1 2 4

8 COMPUTAÇAO DE NÛMEROS INTEIROS

F u n d a m e n t o s 1 2 9

Multiplicadores de Dois e Très Algarismos — Pigs.: de 63 a 65 1 3 0

9 RESOLUÇAO DÉ PROBLEMAS

F u n d a m e n t o s 1 3 4

Média Aritmética — Pigs.; 66 e 67 1 3 4

Problemas de Virias Etapas — Pig.: 68 1 3 7

F u n d a m e n t o s 1 3 9

-Numéros Pares e fmpares — Pig.: 69 1 4 2

Conjunto de Falores — Numéros Primos e Comppstos — Pigs.: 70 • 71 1 4 3

Pares Ordenados — Pag.: 72 1 4 5

Use do Par Ordenado de Numéros — Pigs.: 7 3 e 7 4 1 4 6

Verificaçâo da Aprendizagem — Pag.: 75 1 4 9

Representaçâo Gréfica de Pares Ordenados ( E n r i q u e c i m e n t o ) — P i g . ; 7 6 1 5 1

11 COMPUTAÇAO DE NÛMEROS INTEIROS

F u n d a m e n t o s 1 5 4

Arredondamento de Numéros — Pigs.: 77 • 78 1 5 5

Divisores de Dois e Très Algarismos — Pigs.: de 79 a 83 1 5 8

1 2 R A Z A O

F u n d a m e n t o s 1 6 2

Conceito de Razâo — Pigs.: 84 t 85 1 6 7

Conceito de Razôes Proporcionals — Pigs.: 86 e 87 1 6 8

Uso das Razôes Proporcionais — Pigs.: da 88 a 90 1 7 0

Conjunto de Razôes Proporcionais — Pigs.: 91 e 92 1 7 3

1 3 RESOLUÇAO DE PROBLEMAS

Uso de Razôes — Pigs.: de 93 a 98 1 7 6

Verificaçâo da Aprendizagem — Pég.: 99 1 8 2

Uso de Razâo em Sentenças Reiacionadas (Enriquecimento) — Pig.: 100 1 8 3

1 4 G E O M E T R I A

F u n d a m e n t o s 1 8 8

Quadriléteros — Pigs.: d# 101 a 103 1 9 0

CiVculos — Pigs.: 104 • 105 1 9 3

Construçôes Geométrîcas (Enriquecimento) — Pig.: 106 1 9 7

1 5 FRAÇÔES E NÛMEROS RACIONAIS

F u n d a m e n t o s

Fraçâo como Par Ordenado — Pigs.: de 107 m 109 Conceito de Fragâo — Pigs.: 110 • 111

"Fraçôes Imprôprias" — Pigs.: de 112 a 114 Fraçôes Equivalentes — Pigs.: de 115 a 117

Conjunto de Fraçôes Equivalentes — Pigs.: 118 e 119

Ccnjuntos Especiais de Fraçôes Equivalentes — Pigs.: 120 e 121 Delerminaçâo de Fraçôes Equivalentes — Pigs.: 122 e 123

2 0 0 2 0 5 2 0 7 2 1 0 2 1 2 2 1 5 2 1 7 2 1 9

(7)

V e r i f i c a ç l o d a A p r e n d i z a g e m — P i g . : 1 2 4 2 2 1

F r a ç ô e s n a L i n h a N u m e r a d a — P i g s . : 1 2 5 e 1 2 6 2 2 3 Conjunto de Fraçôes Equivalentes e a Ltnha Numerada — Pigs.: de 127 a 130 226

V e r i f i c a ç â o d a A p r e n d i z a g e m — P i g . ; 1 ^ 1 2 3 1

C o m p a r a ç â o d e N u m é r o s R a c i o n a i s — P i g s . ; 1 3 2 e 1 3 3 2 3 2

D e n o m i n a d o r e s C o m u n s — P i g s . : 1 3 4 e 1 3 5 2 3 4

D e t e r m i n a ç â o d e D e n o m i n a d o r e s C o m u n s — P i g s . : 1 3 6 e 1 3 7 2 3 6

Idéias de Maior que , Menor que e Intervaio Aplicadas aos Numéros Racionais

— P i g s . : 1 3 8 e 1 3 9 2 3 8

] 6 S I S T E M A D E N U M E R A C Â O

F u n d a m e n t o s

Leitura, e Escrita de Décimais — Pigs.: de 140 a 143 Verificaçâo da Aprendizagem — Pig.: 144

2 4 1 2 4 4 2 4 7

17 COMPUTAÇÂO DE NÛMEROS RACIONAIS Fundamentos

Adiçao de NOmeros Racionais — Pigs.: de 145 a 151 Subtraçâo de Numéros Racionais — Pigs.: de 152 a 158

2 4 9 2 5 2 2 5 8

18 SISTEMA DE NUMERAÇÂO — DECIMAIS

Conversâo de Numerals Fracionérios em Décimais — Pigs. 159 e 160

Conversao de Décimais em Numerals Fracionirios — Pig.: 161 linha Numerada dos Numéros Racionais — Pigs.: 162 • 163 Adrçâo e Subtraçâo de Décimais — Pigs.: de 164 a 168

2 6 4 2 6 5 2 6 6 2 6 7 1 9 R A Z A O Fundamentos Porcentagem — Pigs.: da 169 a 171 2 7 2 2 7 2 20 MEDIÇÂO Fundamentos

Mediçao de Segmentos — Idéia de Escala — Pigs.: 172 e 173 Perfmetro — Pigs.: de 174 a 176

Idiia de Area — Pigs.: de 177 a 179

Unidades-Padrâo de Superficie — Pigs.: de 180 a 183 Area de Retângulos e de Quadrados — Pigs.: de 184 a 186 Area de Paralelogramos — Pigs.: 187 e 188

2 7 5 2 7 8 2 7 9 2 8 1 2 0 3 2 8 8 2 8 9 21 VERIFICAÇÂO DA APRENDIZAGEM

Principios Bâsicos

Objetivos

Dcsenvolvinionto da eonipreensâo dos conceitos matcmâticos compatîveis com o

nî-vel da criança nesse estagio c considcrados

importantes eomo base sobre a quai

poder-se-â, apoiar o prosseguimcnto da aprendi

zagem da Matemâtica em estâgios

poste-fi o r e s .

Acpiisit^âo de liabilidades nocossurias

nâo apcnas à aplicaeâo, eomo também à con-tinuaçâo da aprendiza'gom em ^latemâtica. Cinco principal aspectos l'oram cuida-ilosamente planejados para ajudar o aluno

a atingir os objetivos visados em VAMOS

A P K E N D E R M AT E M Â T I C A :

1 . I n c l u s â o ' d e m a t e r i a l e i n d i c a ç â o d o

eomo usa-lo, de modo a desenvoîver a

comprecnsâo de conceitos matemàticos

b â s i c o s .

2. Apresentaçâo de um conteûdo lico, numa scqiiência que. constantemente aumenta c aprofunda a experiência matemâtica

d o a l u n o .

3. Desenvolvimento de um processo siste-mâtico, pedagogicamento vâlido, para a

resolucâo de problemas.

n

4 Einprego de técnicas aperfeiçoadas lU

apresentaçâo da materia que conduzam

à deseoberta.

5. Inclusâo de exorcîcios e testes para

fi-, xaçâo e avaliaçâo continua da apren

dizagem.

fundamentos de matemâtica

As solicita(:5es de uma socicdadc em

la-pida mudança eriaram a necessidadc de s

encarar de maneira diferente o ensino t

M a t e m â t i c a . , . . .

- Tradicionalmente, esse ensino consu ^

em fatos numéricos e processos compu

(8)

cionais quo podian, ser aprendidos por^™- * ..s,n.t,..-al bi.sico cn.âo

tina. Este ponto do vista nao e ma.

tina. Este ponto uo msi<> -

aI'KBK-tavol. OS autores da séno Ob

DBR iMATEJlATlCA

ch-materia é primordia ji^gonb/

,.„neeitos baaicos. Sua apron ,

tanto, nâo dove focaliza P

<ii-(lesses coneeitos, iTias tani

ferentcs maneiras do ' pjplos o

levam ao reconhecinionto ^ ..^gp^es exatas

delos, levar o alimo a' j(, dc reso^*

desenvolvimonto da ha ' compu

CONTEÛDO ENRIQUECIDO E AMPLIADO A niiulanoa rjuc considcra os coneeitos

hasieos como fundjinu-nto para" o cnsino de

Matomatiea oxigo urn planojanionto

euida-jIoso para desonvolvor niu pi'ograrna <Ie

loMiatica so ostcnda da oscola do 1'.'

à t'scolji d,> 2" grail. Ohviaiiionto. tioiilm'"

copeoito basico poflcra .sor plonaniente

de-« n n v o l v w î . • d e s . s o s d o i s

■ ^ / w i n ' i u . V

p - , » . . A . s ; , , t " » "

« »

-nais prceisam tambemje

n i b e m s e r g , d a ^

.rcendidas cm

—.. OS eonccitos ecdo demais e

devem ser eompreeuu...-^, - introduzidos, eles sojam

rcforça-idéias fundamentais em que sc P dos aprofundados em cada nivcl. TambeP

Ha uma tcndência erescentc no ^ " progrania ostabelecido

de aereditar que a ênfasc em «fJ^'^niatieo e giro cm torno dc idéias

ba-sieos desenvolvidos de mancjra «uti'a forma, pode-se gastar o temp

va alimenta a eficiêneia da apien ' dan o-sp as crianças uni poiuiuinho de cada

va alimenta a eficiêneia da apien ' , dan o-sp às crianças uni pouquinho de cada

Além do mais, a neeessidade de. e esc eois< e levando-as a, possîvelniento, nunca

a prontidao para o estudo '^cer as idéias bâsicas eonio idéias

vas idéias matemâticas requer a ap' " forinando uni todo, o que constitui

çâo e 0 desenvolviniento de certes ^ ^ a esseneia do eonlieciniento mateinâtieo. ^

fundamentais mais ccdo do que cos i 0 conteiido do livre VAMOS

,^IATEMÂT1CA 4 inclui capîtulos

d c d i c a d o s a , . . , .

C O U '

-

ope-onipiitaçâo, resoluçao

donar c organizar essas idéias funUamon- raeion' ""

tais num progrania que contîniiamente am- Aseei ' ^ ^uediçâo. ..'ndc

plie e aprofunde a experiência inatematica , . ypresentamos unia

da eriança. ^ <^onteiuio. 0 leitor dcvérâ obbci^

Aprender a pensai' em torno de idéias

bâsieas de nianoira organizada prépara as

crianças para cncara-Ias como idéias

iinifi-cadoras que integram os assuntos dc

Mate-mâtica num todo. E.ssas idéias serao

ensina-das como componentes de iima cstruiura

matemâtica.

A medida que ps.ses eonceitos basi

C O S a s

. ® ^ p r e s e n t a m o s u n i a d i s c u s s "

' de eonteiuio. 0 leitor dcvérâ obse

-\ar q e nossa Edieâo do Professor

hâ-"Punda-mentos", que aco>";

iLntirP ** de eonteûdo, ondc_s«^

'lo matp'^v 'déias matemâticas

apresentado no livro do alu

Con juntos

N o

A medida que ps.ses eonceitos bâsi- proo-ra.,, .. xrAJlO^

e, sua organizaçâo ficam elaros para APRENDEjj **^^710050

erianças, novas idéias podem ser inte- conjuntos é , EMATICA, a

usada para dar unidade e

nar mais elaros os eonceitos apresentados. Por exemple, desenvolve-se o significado de n u m é r o n a t u r a l r e l a e i o n a n d o o s n u m é r o s à caTdinalidadc dos conjuntos de objetos c usando as idéias de correspondêneia um-a--iim e equivalência entre conjuntos.

»

^

"^"n -P*

e " C

4 C o n l u n t o 1 B Conjvito J ^

L Otw e flg. *. D«icf«io e cenluM I « wn aubcontunto do conjtfito I. M ' Oho a Nb- 9. Docrcvo o conjvite J • un nAcsfiJwita do tonjunto i. N A ngulr epmoniamc* o con|unte H. Oé um m^con]L«ile do eanjiooo H. -CoijuMoH: poiM, goto, boi ogolo

O i i c i i i o e o d o c v i j t o o o o , c m a o g u l d o , t o n

O A Mgutr opcesonlemoo o confiinto S. DvKrwo wn ik^con)iOMo do S. Conjunio S: Peuio, Ane, Luio o-tron

f A g o r a e p r a M n i e m e o e e e n j w i r a M .

M um Kibeviiwito de cer<)«««e M. Cenfunto M: tâpio. coIko, posto,

conoto. bocrocho 0 opontodoc • ^ e o n l u n r a d o c o d e u n d o i t » .

4t.

ConpaitoC Conismio B

Canjume G; r oiul. bote etuI, fl O r f O O m ! * O T M *

Contioite H: mtlo, oopoto, >iii«ldB,

œ i a , b h o o

Conjunto P; Noir, Cdir, Nemn, lois, Jodo. Fomendo, Carte

Con]«m(D F: ptecgo, boio. inaçd, bolo. laren|o. bioeoito

N o s l i v r e s 1 e 2 d a s é r i e V A M O S

A P R E N D E R M AT E M Â T I C A , i n t r o d u z - s c a idéia de conjunto de maneira intuitiva e sem atençâo ao uso explicite da

temiinolo-gia especîfica dos conjuntos. No livro 3, as

idéias de conjuntos c subeonjuntos sâo in-troduzidas aconipanhadas de certa

temiino-logia apropriada, aparecendo como onrique-cimento à noçao de uniâo dc conjuntos.

Neste livro, ampliaiii-sc as idéias

ixîla-tivas a conjuntos para incluir,

propriamen-te, a uniâo e a intei-seçâo dc conjuntos. As

idéias dc conjuntos sâo cntâo estendidas ao trabalho de gcomctria e usadas em conc-xâo corn o conjunto dos nûmeros naturais,

o conjunto dc fraçoes équivalentes e o con

junto de razôes proporcionais.

Operaçôes e Propriedades

Até G quarto cstagio, a maior paTte do

progrania desta série é relacionada ao con

junto de numéros naturais — o conjunto cujo^ elementos sâo 0, 1, 2, 3 etc. — e às operaçôes com nûmeros naturais. Nos pri-meiros niveis, as erianças começam a tra-balhar com a adiçâo e a multiplicaçâo. A Matemâtica tradicional, que dava ênfase à

resposta coniputacional, considerava uma

adiçâo como 13 4- 54 incomplcta c a erian

ça prccisava vencer mais um passe para

ex-primir a soma como 67. Nâo se reconhecia

que, ao somar 54 coin 13, jâ se tem a soma logo que se pensa em 13 -f 54 . Segundo o ponte de vista moderno, a representaçâo 13 + 54 apresenta vantagem sobre a repre

sentaçâo 67 porqiie 13 + 54 eselareee a si-tuaçâo que clou origem à resposta, isto é, que 54 foi adicionado a 13. Essa situaçâo «îifere daquelas em que 28 é somado a 39 ou

.53 é subtraîdo de 120 — cujas respostas

1 1 1 4

A Obttrv* « ilg. I. A («Mcnço A + 3 • 7 mostra o qua csâ eeentacando na figura? I Dl 0 tcr^tcnça qua mottra

q qua aatâ oconiacende no

fig. 2. No lig. 3. No fig. 4.

C A j a m t c n ( e t w a d o s n c a

aartlclat A a B opcracam abai">.

Ete rflo waiBodairoa?

F ObMrva coda senranço

mgtamdtiCQoboiaa a vt)0 u 4 vardodalro. I l - 2 » 9 9 1 - 2 = 1 1 1 1 - 9 = 2 2 i - 9 . « n 4 + 3 = 7 7- 3- 4 3 + 4 - 7 7 - 4 = 3 0 O i m a v n o s n u m é r o s s 4 o

utodoa am coda santcn^o' Quels sdoaics? E Vo c 4 p o d a a i o b o r a r o u t r e s , s c n i a n c o s w r d o d a i r o s d a o d K i o r d a t u b i r o c à o corn 4. 3 a 7? A s s a n t t n ç o s d o a x a r c I e i o C sâo santar>ços rcloclonodos da odicâo a subtrocôo.

G O s n u m é r o s u s o d o a t m coda sentcnfo sâo os mcsmq^ Quois sâo alas?

H Vo c 4 p o d a a i o b o r o r o u t r e s santartços vardodalros da odifâoada subtrofâocom 2. 9 a 11? I Al santanfos doaxarckioF s â o l a n t a n f o s r t l o c i o n o d o s da odifâe a subtrofâo? Nca asarcklof 7 a L, por qua

sâo raioclonodosos santancos? J S + 4 - 9 L 1 3 - â - 7

9 - S = 4 7 + 6 - 1 3 9 - 4 - 5 1 3 - 7 - â

4 + 5 - 9 6 + 7 - 1 3

(9)

também serâo 67. Do inesino modo, mimii si- Além disso, sabo que u ordoni das parcflns

tuapâo de multiplieaÇâo que envolva 4 gin- nao alterarâ o total — propriedade

conni-o'Ar. n nhietos tem-se o produto descle o tativa da adiçâo. As.sim, pode dcduzir a

sen-pos de 13 Obje os t ^ ^ jg . Ex- tença -706 = + 399 ',06 - 399 = a.

Fi-momento em ® J 52 é dar um outro naimente, usando novamente a relaçâo entre

pressar 0 produto .. . produto. os processes, pode deduzir a sentença

nome, talvez f,,ndanientais das oi>e- 706 - 399 = de 706 = n 399. Note que.

As ^ desenvoividas no usando a propriedade eonuitativa e as

rela-,^çôes sao ÇUidado^me^ ,oes entre os proeossos, a crianea dcduziu 3

programs desta se comutativa senteneas de 706 - a = 399 : 706 = 399 +

me, se e da multip]>caçao> 4- « 706 = ^ 39g ^ _ 399 ^

Ago-0 Ago-0 %ero como la, ela poderâ coneluir que 7Ago-06 -z 399 - »

a da adiçâo c 0 1 com a sentença que niostra diretaniente 0 ca

-d n -da-de ou elemento neu ro culo que -deverâ ser efetua-do para -

determieiementoid n'ida^o p^^p^eda '^«r 0 nun.ero que .substitut a : 706 399

-ttnlnadas nâo « apreaentadas en> ^ 307. 3^,

linguagem matemâtiea fomal. seua «^ntonca vendra"'™'"'

Além disse, as crianças

conhecimontos relatives aos "f;,

rais. Aprendem a déterminai' os a

um numéro natural e adquirem a n ^

que um numéro natural pode ser pai o

par e primo ou composte.

A idéia de fatores é usada para ajudai'

li aluno a entender meihor a multipHcaçao c

a divisâo. Ele aprende que pode tomar

vei-dadeiras sentenças como a: X 4 = 96 ou

96 4 = X porque 4 é um fator de 36 e nâo

pode tomar verdadeiras sentenças c^omo

z X 4 = 95 ou 95 4 = z porque 4 nao é

um fator de 95. Aprende ainda a interpre-tar 95 -f 4 como 23 eonjuntos de 4, com

uma sobra de 3, e a elaborar a sentença vcr-dadeira 95 = (23 X 4) -f 3.

Nos estagiosAnteriores, as crianças

usa-ram a propriedade comutativa da adiçâo e

da multiplicaçâo e estudaram as relaçôes

adiçio-subtraçâo e multiplieaçâo-divisâo.

Neste livre, o aluno, jâ familiarizado com as

relaçôes entre os processes, estarâ pronto

para eneontrar diferentes sentenças

mate-mâtieas envolvendo o mesmo conjunto.

Suponhamos que uma' eriança deva

achar o numéro que substitui n em 706

--n-= 399. Ela sabe que, usando as rela

çôes entre os processes, pode deduzir a sen

tença 706 = 399 -b H de 706

tcneas^^"^ ^ aprende

+ n. c o m o

706 - = 399, 706

= 399 + s a o d e

entenças relacionadas ou équivalentes

r o f - p o r q u e o n i e s n i o

trên ' " nessas sentenças e os

0 sâo usados. Do mesnio J

X d9UC sentença's comO

^ 47 = d, d X 47 - 235^^

niiiit* i- scntcneas relaeioiiaua-''

'^'t^Pl^caçâc e divisâo. ' . 3^

USO de sentenças relacionadas ajii

lias "T ? desenvolver maior eon.pree"^

M f â o p r o c e s s o s . O u t w

«ona.]""""" '""portante das sentenças

"'S- 12'eneont

te açj Pcontra-se um comentano r

soInf>3^^^, sentenças relacionadas ^a

fie problemas.

Sist de Num e r a ç â o lO

n = 399. que dâ à

Numeraçâo de

r o n i t l ' e p r e s e n t a r , „ i o S ^

ses siml f relative ou P<"'r"'",pnei"'

a compre ^"""sr'qûentcmente, e e ..

aue do sistema de base l».

de dar nomes aos nûmcros naturals. Os pro cessos do computar, que sTio basieamentc

ma-n c i r a s d e d a r o u t r e s ma-n o m e s a o s ma-n u m é r o s ,

também ilopondcm do vnua compreonsâo exa-t i i d o s i s f c exa-t n a d e c i m a l c l c u u m c r a c n n . t

A

^■continue ^■a p r e n d e n d o ^ H m Il 1 0 ' 0 1 0 t 1 1 1 0 0 1 0 I 0 1 i c n o t t f r t m i l h o r 1 0 0 0 0 t à e t m j f r w

Esta série de livres dâ especial atençâo

ao desenvolvimcnto da compreensao do Sis tema Decimal de Numeraçâo. No livre

VA-ilOS APRENDER MATEMÂTICA 1, de

acordc com a modema téndência de inieiâr eedo a introduçâo de certes conceitos

mate-mâtieos, estabeleceu-se cuidadoso desenvol-vimento do sistema de numeraçâo, abordan-do os numerais até 99. No livre 2, esse desen

volvimcnto amplia-se pava ineluir os mime rais de 3 algarismos.

■ E m VA M O S . A P R E N D E R M AT E I V I Â

-TICÀ 3, o sistema,'vài além, ineluindo nu

merais de até 4 algarismos. Além disse, de-senvolve-se intensivam'cmte a habilidadc de

reagrupar como preparaçâo para computar, o que reduz as dificuldades que as crianças

costumam aprosentar com rclaçao as

técni-cas eomputacionais dà "rescr\'a" na ediçâo o do "rccurso à ordcm superior" na

subtra-çâo.

N'ostc volume, sâo maiitidos os recur-.sos apresentados nos niveis anterioros c o

sistema de minieraçâo amplia-se até ineluir numerais de 9 algarismo.s, estendendo-sc a

décimes e centésimos.

0 ensino de sistemas de numeraçâo com

bases diferentes de 10 sô sera feito no livre 5. Os aiitoros acrcditam que, para crianças

dos estagios antoriorcs, é suficicntc um en

sino baseado na eompreensâo do sistema do base 10. No livro 5, quando se admite a pos-.sibilidade de a eriança jâ ter entendido as propriedades de um sistema de numeraçâo,

serâo apresentados outros sistemas e, entâo,

0 aluno reforçarâ sua eompreensâo sobre

numeraçâo eni gérai. Computaçâo

ENRIQUEÇA SEUS CONHECIMENTOS

1

u

A<ima oponet um çrâFico. Um per erdcrredo de rvjmerei pode Mr rvprcuntedo per um pereo rie grdiico A Preeur* o ponte para (S, 3).

Ek <lea o 5 «pefos no horitontel t ■ n e w r t i e o l ,

■ Preeute e pente pare (3 , S).

E>« lica o ■ tspoçei rM horlzcrttel

■ S n e ^ ^ t o e l .

C Quœido voc* leeolize ifn par erdcrrade «m un c^tlee. ô primtira

nCmtra corroipa^)» ooi «papa* ne linho horizontal. E o Mgurdo? D Ovte M locallioo ponto para Q. I)? Pora <3. 4P E para (4, 3)7

■ Qu« par ofdonodo eocmpcrtd*

o o p o M e U P

P Dt o> pem ordrttaAa qu* correipcndzm 00* ponta T, V, X • Z.

0 > 2 3 « t C 7 * 9 M l l

Q ObMrvaogrdfiooaeime. Qu* por ordartode Indka e ponto A? H Voeé pode ossocior (9. 7) a

z « z - 2 .

Qu* rrdrrr*ra «m <9 -, 7) rcpraMrrte z?

E z - 2 ?

I Qut par ordtnode «std r«pc*Mntado p*lo ponto B?

Vo c 4 o u o c l a r l o * t t « p o n t e o z * z — 2 ? J Q u * o u t i o s p b n i t * d o g r â f i c e r * p r « i * n t a m p o t * * o r d a n o d e * q u * • * o a a o c i o m o z * z - 3 ? L Q u * v o c 4 n o t e n o * p o n t o * q u * m o m c i o m g z • z - 2 ?

M M mol* ttEipom erdanedo* porozaz — 2*

r a p r t M n t * . * * n o g t d f k o .

cHauça uma maneira

(10)

Por muitos atios, houve no ensino da

Matematica uma tendêneia para aumentar a

coniplexidade na organizaçâo dos assuntos.

0 processo da adiçâo, por

dividido em mais de uma ^

dades que deviam ser desenvo m

eâo envolvendo numerals e

raos eon. "reserva" era deixach pa_

manas ou niesmo meses depois e

nada a adieao sem "reserva . ^

.rdflieio-Por causa dessa organizacao

nal, as crianças nâo compreendiani a

reza do processo como urn fodo. •

plo, quando a adiçâo com "reserva e

nada primeiro, a criança nao pode en en

por que se diz que se dove começar a som ^

pelas unidades, pois ela podera ehegar a

resposta. certa somando as dezenas em pn

nieiro lugar. Dcsse modo, ficara dificil para

0 professor acompanhar os passos do tra

a-Iho do aluno para ver se elc esta operan o

de maneira eerta. As vezes, ele podera estar

trabalhando erradamente, escapando à

ob-, 1 ^ I f T : * ^ . • i 4 - r \ A 3 O i

fînM.-2 subti-aeao,

n.ul-f'nvolvendo os numéros

introduzidos no livre 3, sendo •

I finan"l^ ^nsmados e ampliados no livro

sac introduzidos, entâo, os

pro-ce. <^omputacionais do adioâo o subtracâo

envolvendo os numéros racionais.

n f t o t n < > m e n o s ê n f a s o . a o s

h fl b i l i d - i fi a J I a t e n i a t i c a , a

• nnrtn\^ ^"mputar ainda é uni nbjetivo

' Mma IT ^ Poi" qualfiuer

pro-nr exJrr!^^ ('-^pro.sso come 123X417,

^'tnaedes ^ P^'f>Porcionàrâ, oni muitas

, / ' J'esposta satisfatoria.

I'ortan-l'ecoiTer a uni processo

como 9 591."" """PP™''""'

.nilifp"'*!. ''"'""P'" ''ustra quo, en. ultima

.

n o m e

« « b a t i t u i r

Os nr " "ûniero por uni outro.

sentadon „rstr"sé

. I f . s e n v o l v » . . ! " " d f . s e n v o l v e r n r i m » - ■

tiaoainanuo erraoamenie, cscapauuv/ - — ^ > pnmeiro, a coinproonsâo c, pu'

scn.a<;âo do professor. Em muitos casos, a m. as labilidaclps que os alunos deverSo

f o l f n i . _ m « T « ( 1 1 - a u ( j u i i i i

V 4 V p i W l C C O U l . A J l t l

-falta do "insight" toma a situaçâo mais ficil para o aluno e para o professor.

Na série de livres VAMOS

APKEN-DE)R MATEMATICA, tem-se por

princi-pio introduzir urn processo pelo uso de exem

ples que -sejain significatives do processo

c o m o u m t o d o .

A dificuldade principal dc uma

aprcn-dizagem é considerada logo no inicio do seu

desenvolvihiento, situada dentro da

estru-tura geral em que se encontra. Quando a

fTianea eompreende como trabalhar com os

exemples mais representatives de uma

de-erminada situaçâo de aprendizagem, nâo

era dificuldade em lidar com os casos

par-iculares mais simples, assoeiando-os aos

ja aprendeu. Além disso,

apresenta-se urn processo eomputacional somente

de-Pois de as crianças terem aprendido todos

OS atos basieos relatives àquele processo e

erem adquirido suficiente eonhecimento do

sis ema de numeraçâo para compreender o

reagrupamento exigido para computar.

adquirir para i^odm

cessas .sào clcseuvn •, P''"'

uso (le figuras ^ P""'"™""'""' Pf"

(les fundanientai i' P™P""

por exemplo a Z • P™™"'"' ''"T

multiplicaçâo (listributiva d»

«esse e.stàgio do Quu crianço'^'

p a z e s d e j u s t i fi a ' ' ' ' '

em termes da ?^^a.etapa do processo

mas esse aspenfn se-apoia,

dido se expIieaH melhor

entcn-objetos. ° ^nieia-lmente pelo uso àe

Re.ol«çâo de Proble^as

Um obietivrt ■

m o d e m o d e d o p r o g c a ' " ' ^

coneeitos e as t' ® desenvolver

solver problema^^"^^^^ «eeessarias para

titativos. Mo ^nvolvam dados qua*^'

série de livres elaborado para esta

uma boa base n ^ que proporcionaur

sâo e as Iiabipd^? ^^envolver a compreew

tiva resolucan ^ ^ecessarias a uma

Pï-oblemas; identificaçao

de conjuntos, correspondência uin-a-um — biunivoca — reconhecimento da açâo envol-vida em situaeoes ilustradas por desenhos, fatos bâsicos e a elaboraçâo da sentonça ma tematica apropriada para descrever a situa çâo' apresentada.

[senten^aj

Lio guardou 42 bolot «m 3 coizei. Ouai}tos botn celecaj em coda coixe>

Vaeé iob« guaniin bolos f o r ^ n g u a r d o d o »

Voci ndo >cbe guontot

fiCûrv. em coda cojko. —Niimeeo de grjpcn

NCenero em cedo gn*o

r '

S X /

-Voc4 ube que Lio uteu oo ledo

4 2 b c i o L

0 O O

3 x / « 4 2

Voeè preciio «hor quoRtoi botoi Lia eokcou em coda coiw. Pom o (voblemo A. vœ* pcde forer tomWrii umo sentenco

d e d i v i s d o .

• N j m e r o t o t a l

Numéro em codo gmpo

'Nûmere'de grupo»

4 2 - 1 - / - 3

0 mevtw numéro ujbetitulrd I noi lementoi 3 X f > 42 e 42 -■ ( s 3'

l>esde 0 livro 2 iisa-se o problema ver

bal, isto é, o problema foiTnulado em pala-vras para dcscrever uma situaçâo fisica e

proper uma pergunta envol"vendo uma idéia

quantitativa. As crianças aprendem a

orga-nizar a sentença matematica que descreve o

que esta acontecendo no problema e, cm sc-guida, completam a sentença, tornando-a

verdadeira, e dâo a resposta do problema. Neste livro, o-aluno reencontra os tipos

de problemas que aprenderam a resolver nos estâgios 2 e 3 e tratam de problemas

que requerem achar a média, interprétai' restes, usar razôes e proporçôes e

resol-vef problemas que podem ser descritos por

sehtenças do tipo 12 X m = 60 ou 60 -ï- m =

= 12 (divisâo partitiva). Às pâgs. de 9 a

12 aparece um eomcntario relativo a

téeni-cas de resolueâo do problemas. G e o m e t r i a

A (îeometria, para muitas pessoas,

su-gere a (loometria formai, dcmcnstrativa, '|ue (la ("uifasc à prova c 'pic se julga so dt ver ser tratada na escola de 2^ grau. No nitanto, ccrlos conceitos geoinél ricos Ijasi-cos potbMii ser introilnzii!'»s infonnalnieutc ùs crianças em cada estagio do l'' grau.

No pi'ogruiiui lU'seiivolvido na séi'ie tie livres VAMOS APRENDP^R MATEMATI

CA, muitos dos eonceitos- geométricos fun

damentals sâo introduzidos por meio de

re-presentaçôes grâficas c de situaçôes cotidia-n a s f a m i l i a r o s a o s a l cotidia-n cotidia-n o s .

As linhos 7 é 8 s8o linhot • As Unhos 7 • 9 sào linhos •

4 As linhos 8 *9 lAo

linhoft-Na apresentaçâo dessus eonceitos, as

ex-periências partem de situaeoes familiarcs ao mundo da criança para as que nâo Ihes sâo f a m i l i a r e s .

Nos livres 1 e 2 desta série, as crianças

(11)

linhas que se iiitei-eeptam, linhas paralelas

e fazem o reconhecimento de alguns

poligo-no3 simples. No livro 3, ampliam sens

eonhc-eimcntos geométricos, incluindo segmentes

de reta- e angulos,e sâo introduzidos os

eon-ceitos de triângulo e quadrilâtero. N'este li

vro, ampliam mais ainda sens

conhecimen-tos, fazem uma rcvisâo das noeôes jâ

desen-volvidas e estudam as semi-rc-tas, o eirculo,

os paralelogramos e a eongniêneia de

seg-iiientos e ângulos. Aprendem tanibém a iden-tificaT linhas perpendiculares.

lia Oconietria em loijos

s'l-au é uma '.las i-aracli A i n e l u s â o

o s i n v e i . s d o 1 ' ^

n'sticas de um currieulo modcrao de

Mate-mâtica. A seqûêneia de idéias geométricas do3 livres desta série foi pîanejada de modo

a promover um desenvolvimento

sistemâti-eo (' cumiilativo através de lodo o 1" grau.

R a z â o CONTINUE APRENOENDO S S g m a A Oh* o 1.9. I.

0 prato i de ■ Moi por • ciu>*i.X4

Voei pode uisr um por ofdiado pvs diMT este pftîo Primeiro leM pmcjie decidir o que code nimero cndtferâ

(6.5) i

'Cbiene que e primeùo rxrnem

rafce-M ài 6 boiei 0 legundo re^nero ' relere-w c S ciuiei/ee.

I. Quondo voc« ma |d. 5) poro >nd«ar

preqo. nte por ordenodo conuitu. wna rozdo Vocd podt etcrevtr ce reenerort ccmo mcirromos dboied. A que If référé oprimerio . —. »6 r û n e i o P 5 ^ — E o M ç i e ^ e P 6 pore S C Olhe 0 (I9. Z Hd ■ chepéus e # veMidOf.

D Podwnos user leno reiôo pere

eemporor e numéro de cfiopdus

c e m o n û m e t s d e > 0 ( ( i d H . Otwfteque o primeiro ndmero ^ i c A e ç A M . 4 lerefereeet _ _Q^rtde:oe legunde nijmeraP 3poro4

A idéia de relaçào é de grande signil'i-eado matemâtico. Embora difîcilmente as

8

erianças poss<nu entendor uma" dcfinii.'iîo

précisa de rolaçâo, nûo Ihes sera dificil

aprender algumas das muitas aplicaçôes de

uma jelaçâo a situaçôes coneretas. Entre as

relaçoes matemâticas mais simples ostâo as

que se estabeleeem entre parcs de numé

ros. ^as relaçôes referem-se a pares de

numéros que se associani a situaçôes que

envo\ein preço, veloeidade ou eomparaçâo.

m ea a uma dessas situaeôes, um par

or-(tenado de numéros é usado para

ostabele-vido^ ^^'itre os dois numéros

envol-Suponhames, por exemplo, que 12

Icn-eos eustam 15 enizoiros. O par ordenado do

eros 15 usado para

expri-^enços nessa situaçâo.

® o r d e n a d o , e s

-^ primeiro numéro do

(irien^n 15) refere-se ao numéro

tmndn ' ^ Podem ser comprados. 0

se-Da»-1 r'nm^ "^"lero de cruzeiros necessarios

para comprar os lenços.

nûmerof r 'l» I"® P"'"

\lmns rlr «Pnmir o preço dos lenços.

i5Ml6

ro de cada par if' ® P"™"™

ços e o .iPm. r ao numéro de Ic"'

pares de m" ""mero de cruzeiros. Os

(encem ao rolacionados acima P«J'

mcEos e quaTl^" ''"nounto de pares de n"'

a«o pertenca ^ de* nûmero»

par e.xprimir ! '''"'•i""!» Podc ser usa''"

O u t r a .

™tre dois unl"'^^'' involve a relaç»"

Pereorre 20 quîî^'^°'' ® ^

30) pode ser ? 30 miuutos. (^0,

dade. 0 prim P®""^ expriniir a

veloC-se ao numéro''de OesveloC-se par

refera-ao numéro dr- • o o segund

lueros que penen^^^""^* P^^"

que portenee con con junto

exprimir essn i' ^ Pode ser usado

bém envolve rein Sïtuaçâo que taiP

uquela na quni dois numéros

• comparam dois

numer^>^-Suponluimos, pur exemplo, (pie haja 12

ma-(;âs e 24 laranjas. Pode-se usai* (12, 24) pa

ra comparar o iiûmero do maçâs e o de la

ranjas. Outre par de numéros que

pertcn-ça' a esse eonjunto de numéros pode sei usado ncsm eomparaçâo.

Nos livres desta série, ao par de numé ros usado om situaçôes que envolvam preço, veloeidade ou eomparaçâo, chamar-se-â

ra-z d o .

No livro 3, as eiianças aprendem que podem usar um par de numéros quando que-rem falar de preços ou comparar dois numé

ros e (lue esses pares ordenados eonstituem razôes. Neste livro, comecain a desenvolver a

noeao de proporçâo entre razôes que per-teneeni ao mesmo eonjunto, aprendendo a organizar ou formar eon juntos de razôes

é q u i v a l e n t e s p a r t i n d o d e f r a c ô e s d a d a s .

Aprendem tambéni a resolver alguns tipos

de problemas usando as razôes. Fraçôes e Numéros Racîonais

E x fi t k i o I

E a c r r. ^ d d i n u m o r a i i p o r o n p c t a q m o r

a poi^ colorlda da« obirlo*.

® ® ®

ExcrckiO 2

O i g o q u o l t a > f r o ( & n q u *

rqpuMutowi um ob|«lo Intairo ou mai» qua ipn ob]«lo.

* T n ' - b " ! " ' T ' ? - T " n

B f 4 4 - p i i

^ T T T T T ^ T T T ' T

n S * 1 ) 9 1 u 4 1 9 S »

^ T T T T T T " T T Û ' T T

EiCfVi^ cem olgoritmet <m nurarolt.

A v n « M i t o i i s v e t

B M t * • d o i t t M Ç O

C c t n c o • u m m * < o

D I r é t e q u o t r o i d t i m o t

E d o i t « q u o r r o t f quotro • dtt onze ovoi C Mit t trftt qulntoi

H d n • c i i x o n e r « i

Como vimos, um par de numéros pode ser usado em situaçôes que envolvem pre ço , veloeidade ou eomparaçâo. Nessas si tuaçôes, referimo-nos ao par ordenado de

numéros eomo razâo, Hâ outras situaçôes

fî-sieas que podem ser assoeiadas a pares de

iiûmcros e que nâo eonstituem razôes. Essas situaçôes fîsicas envolvem uma relaçâo par

t e < — > t o d o .

Suponhamos, por exemplo, que um

pe-daço do eartolina seja dividido em 8 partes iguais e 7 dessas partes sejain eoloridas.

Pode-se a.ssociar a essa situaçâo fîsiea o par

de numéros 7, 8. 0 primeiro numéro desse

par refere-se ao numéro de partes eolori

das. O segundo, ao numéro de partes do

ob-jeto inteiro.

Quando se associa um par de numéros

a uma situaçâo fîsiea que envolva uma rela

çâo parte <—> todo, o par é uma fraçâo.

No livro 3, as erianças aprendem que uma fraçâo é uip par ordenado de numéros

e começam a desenvolver a compreensâo de

fraçôes équivalentes. Na linha de eonteûdo

deste volume, as erianças ampliam seus

co-nheeimentos sobre fraçÔes .équivalentes^ e

aprendem a formar eonjuntos de fraçoes

équivalentes. Começam a desenvolver, assim,

a noçâo intuitiva de numéro racional como

eonjunto de fraçôes équivalentes. Apren

dem tambéni a encontrar um denoniinador

eomum, a comparar numéros raeionais c a

usar uma linha numerada para ordenaT os numéros raeionais. Ampliam ainda sens

co-nhecimentos relatives à computaçâo, incluin

do a adiçâo e a subtraçâo de numéros raeio

n a i s , Mediçâo

As mediçôes, que eonstituem uma

coin-binaçâo de idéias geométricas e idéias

nuine-ricas, sâo introduzidas dcsde os primeiros

cstagios. Dcsenvolve-sc a idéia do (jue

signi-fica medir, eomo medir de maneira

apro-priada, ressaltando-se a necessidade do use

(la unidade-padrâo de medida. 0 litro, o

metro, o eentîmctro, o quilômetro, o quiln c

(12)

a tonelatla sâo al^iiiias das unidades

padro-nizadas introduzidas nos estâgios ], 2 e 3.

Neste livra, fixam-se as idéias

apVcscn-fadas nos estagios anteriores, que sâo am-pliadas pai'a incluir oiitras unidades padro-nizadas de. medida, como a de superficie. A."»

crianças aprendeiii a usai* os conceitos de razâo e proporçâo para encontrar luedidas

équivalentes.

q u o d r a d o

N Afig. àopretfnfaonwtroquûdrodft

« m i r n n r h o r t ^ i d o « u r w c u t r o

(^^*dode de madir superficie

Q u û l é e i c ^

0 Cado lodp do rnetro qucdrodo

Aiede ■ eenrifftf fce

to 900 ceMfiiiefiiA puodrod»

900 neeeudrio» ptn cc6r»r o metro »odrodo.

P Codo lodo do qviâmetfo

Quodrodo mode ■ metrot Quoitoe metrce quodfqd*

«do rMceuâno» poro cobnr

o quftàmetre quodrod^

m

Q Umo dree de I quitômefro

^lodrodo i iguoi o umo éreo

■ métros qiedrodos. 1 OÛOOOO mefree -• 1 quildmetrw q v o d r o d o e ( m * ) g u o d r o d o

t o o m m * ^ t c m *

100 cm* -• 1 dm'

r O û d m * - » t m ' l Û O O O O O m ' - i k m *

Ainda no estâgio 4, as crianças

apren-«ieni que o perimetro de uni poligono é a so

ma dos comprimentos dos lados do poligono

e sâo levadas a concluir que podem achar o

perimetro adieionando os comprimentos do.s

lados do poligono..

Inicia-se. tanibéni o ostudo do metro

quadrado e da idéia de area c o aluno

aprende a determiner a area do interior de

um poligono, contando o numéro de métros

quadrados que pode eobrir o interior dessc

poligono. .

1 0

RESOLUÇAO DE PROBLEMAS

Um dos mais importantes aspectos do

insino da Matemâtica o que nâo teni

mcre-CKlo tratamento adeiiuado é o

(io.scnvolvi-nient^o da habilidade de anali.sar

situacôes-• p r o b l e n i a .

f . h . " P o i a d o e m p a l a v r a . s

-enni.-)-^+ ' t ^'^t'onicndaçôos que nâo têm

ajuda para o aluno. É

dos'in ' ^ dizer; "J^eia

cuida-com n 0 problema"; "Pense no que fazcr

dïL]d."r''^ a operaeiio". A

r o s o l u e n p e l o a l u n o n a

Wenia " ' '""''"'"'"'I'' Jiniilisar n

pro-quelx^remle'To""'' P''"»''»»'''-'-''

ta é -1 fU " difieuldade da

crian0 f a t " ^ ' p r o b l e

-capaz de reoLf gcralniento é

^ Q u e G n r n f p a l a v r a s .

é

q u e

0

a t ' i n i i a

-«« situacôes dll^°- interprciar

bais. 'fiitas polos probleiiias

ver-I*c| Soi* Il

o aluno précisa

do proeesso deeisâo na escolha

peoblenia e ^ ^ ^'ondiizira à resposta do

o u s e j a 1 d a s i t u a c â o

!'-™vo.viZ como um todo. O

lima das n

■■

^'^^"ipi'eensâo

consti-autores desse Preocupaçocs dos

[^^fatizar um -ny^ procura^

^ l'esoluç^ (1 gérai que se apliq"*^

" ^ '

l ' ^ n â o t i p o . s d e p r o b l e

-«cntem. Promn' ^ifieuldade (,ue

apre-(1) élabora!. seguintes

pas-descreve o r mateinâtiea

eoniputar yp/"®. "<> problema;

^^es matemâtiei«."To^^. ecrtas

eonvcn-final eni '"terpretar o

resul-^ Coïivém situaçâo original

'-f e levada a primeiro, a

crian-ica qun a sentença

mateina-■

^^0 "^^orridanom^*^ "»aPeira clara, a

situa-• " « n d o

criqâo t'cita pelo problema verbal. IJma vc/

obtida a sentença, o aluno encontrar-sc-â

no "niuiido nialemâtico", onde devera pro

curai* a soluçâo. Finalmente, retoniarâ ao

immdi) fisico para interprétai* a sua respos

ta eni termos da situaçâo original.

Construçâo da Sentença Matemâtica

lOm VAMOS APKriNDFR MATKMA-TK'A 4, nas liçôes relativas à resolueâo de

problomas, o aluno aprende como analisar

a situaçâo descrita e cscrever a' sentença matemâtica para dcscrever a

situaçao-pro-blema aprcscntada. Essa parte da liçâo é

intitulada SENTENÇA e nela o aluno é

Icvado a analisar a situaçâo, em vez do ser

apressadamente conduzido a fazcr a opera-çâo, que pode ou nâo sor apropiiatlanicntc c s c o l h i d a .

A s e n t e n ç a m a t e m â t i c a f u n c i o n a c o

mo rcgistro da maneira segundo a quai o aluno vê a situaçâo e pensa no problema.

Se a criança* nâo for capaz de analisar a situaçâo, sera va qualquer tentativa de

eonduzi-la à fase computacional.

Para conipreender a natureza de um

problema, o aluno deverâ, ser capaz de rcco-nhceei* o tipo de açâo que nele oeorre. Se um eonjunto se reûne a outre, a açâo é

adi-tiva. Outras vezes, p problema leva a pensai*

primeiro em um ûnico eonjunto, dele se re-tirando uma parte. Nessas situaçôes, tem

lugar uma açâo suhtraiiva. Em outras si tuaçôes, nô entanto, as açôes ocorridas sâo multipUcativas ou de divisào.

Situaçôes hâ em que os objetos nâo se "moveni" por si prôprios e sera necessario imaginai' a oeorrência de açôes de combi

n a i * o u s c p a r a r .

As açôes, reais ou iniaginârlas,

consti-tuem sempre importantes aspectos para

conipreender a situaçâo como um todo.

A orientaçâo do ensino de problemas

nesta série de livros baseia-se mima

distin-çâo Clara entre a' adistin-çâo descrita pelo proble

ma e o processo computacional cmpregado

para detci-minar a resposta, ou seja,

resol-vê-lo. P:ss{i distinçâo é importante porqiic o

processo usado para resolvcr o problema

nom sempre é o processo sugcridô pela açao

cnvolvida na situaeâo-problenia.

t^onsideremos, por exemplo, o problema

seguinte:

Mario tinlia unia eolcçâo de 78 selos.

Dopois de ganhar

verificoii que possuia 105 seios. ij

tos selos Jlârio ganhou de dose.

A açâo claramentc «"g^"^''V"ïrcxige

blema é a de a'diçâo, mas sua soluç _

o cmprego da subtraçno. Na

hlcmas dessa natureza, a criança i

conheeer que ela conhecc o nmnerojle o ^

tos quc havia inicialniente i»

algun. objetos fc-om reunulos aos 78

tos inifiais, omboi-a ela nao saiba qu

sâo os objetos que se reumram

— X. Mas ele conhece o numeio

objetos — 105.

Assbu, para o problema

o aluno escrevera a sentença .8

para deserever o que realmente nele ocoriei.

Considerenios agora um ''"go

açâo é subtrativa, mas que exige o emp g

<la adiçâo para se chegar ao resultado.

Um comerciante tinha alguns

-para vender. Depois de vender 1 ,

rificou que ainda dispunha

Quantos discos ele possuîa inicialmente.

Ao analisar o segundo problema, o alu

no deverâ reconhecer que ele nao ^be q

tos objetos havia antes - Oonhece

mero de objetos que foram retirados

e conhecc ainda quantos objetos jestam

19. Assim, escrevera a sentença n 1 '

que reflete o que realmente aconteceii no pro

b l e m a .

(13)

Busca da Resposta

eidir^„,f ™ "P^^der a

dc-eidir que processo computacional usar para

eneontrar a resposta. Neste livro esta fase

a hçao e intitulada HESPOSTA

Em VAMOS APRENDER

MATEMA-aestazer a açao sugerida pelo problema

na. a;6s ~

f-n estazer a açao de reuf-nir ImatH

primeiro problema. é a subtnt^So 0 p7e^

ar, imagina que os 15 discos que foram rb

fiearat Z

„ "am. Essa açao de "desfazer" sugere aue

no segundo problema, seja usado 0 procès-'

a computacional de subtracâo para se che

gar a resposta.

TTpf'", APRENDER

JIATEIIA-murifln ' t ^ trabalhar no

"undo matematico, procurando-se leva-la a

desprcnder-se do nmndo fisico. Ela aplicarâ

ngoia as noçoes que adquiriu sobre a

pro-Pnedade eomutativa, a relaçâo entre os

di-~ ; , s r

■■

-. -. i T f / " ï r-. î " ' " r

spnfo»' 1 . ' podem derivar as

sentenças reJaeionadas 78 = 105 - r t

4-;™ = 7- = '".^-V8.Sabetambém

dica'' r . "" ™ ^ que Ihe

in-n ca diretamein-nte que ealculo fazer para

nchar o numéro que substitui a: _ 27 En

= " i o r e f " b 7 " ^ « + - =

' n m a s e n f e n ç a v c r d a d e i r a

-do acimaTatr' ™'"° ° ncgun-do-sugeri- '

i-elaeionaias-a a-15-7 'i'"" '

« = 15 + 10 « •'''<10 « = 19 + 15'

que n = 19 J ~ Aprende ainila

tencas nnn

t ^ 19 sao as

sen-••^er feito nr,! T"' o ealculo a

substituir T tT' " 'P""

34 = 15 + iT 1 . 34 = 19 + 15 on

34 em _ 15 «"bstituindo a. po^* :

ça verdadeii-a obtorâ ûniu

seiiten-O b s e r v e n n o i

mente com n ^ Irabalhar

mateinatica-com OS nuniei ' ®

tipo de objeto m,' Pi'eoeiipar com o

numéros enm "®icamente se associa aos

9Ue ele esta trabalhanclo.

'"'-P-taçào da Resposta

tar à situa^Vr^^^^^*?^^' ®

posta em terme .^"^^^P^otando a

res-apresentada. Nn^ original nd''

sentado acima e) problema aprO'

mo 0 numéro' interpreter 27 co

de José, dizendo "t ganhou

l o s " . N o s e m i n 1 ^ 2 7 s e

-mero inicial 34 seria o

nû-possuia e o gi,, 9ue o eomerciaTitc

mereiante pos-sn'^ ^overd responder "0

co-Pnm ^"i<=mlmente 34 discos"

bomo vimn« .i

um proeesso e-râi neste livi'O

mas, um procn<i^ resoluçâo de

proble-diante de qualni) de procedd

eada liedo, Problema aritmético. Em

blema.' "m certo tipo do pi'O'

1 2

Com isso n«n .

recouheça um fi P^^tendemos que o alu*^''

sen tipo nem quV^T*"^^^ problema pel®

meeânica pai-g ^ siga uma rotina oU

que é e.ssencial é ^ problema. ^

lisar eada situaeân^'^ ^ otuno aprenda a

ana-c a lidar adeom / ^'fere uma da outrU;

'"^damente com toclas elas.

TÉCNICAS DE APRESENTAÇÀO

O método da descoberta vein reeebendo cada voz mais tnfa.sc atualmente porque

promovc eompreensâo creseente. Os autores

d a s é r i e V A M O S A P R E N D E R J I A T E M A

-TICA advogam o use aniplo dos métodos Indutivo e da descoberta. Acreditam que a

m e l b o r m a n e i r a d e l e v a i * o a l u n o a d e s c o -b r i r o s c o n c e i t o s m a t e m a t i c o s é :

• dosonvoiver esses conceitos pelo uso dc

m a t e r i a l e o n c r e t o e d e s e n b o s ;

• desenvolver os conceitos diretamente, seni

subterfugios, relaeionando-os a

experiên-cias significatives da vida cotidiana do alimo;

• introduzir os simbolos e outros aspectos

formais somcntc depois de terem siclo

inf o r m a l m e n t e d e s e n v o l v i d a s a s i d é i a s r e -presentadas por esses smibolos;

• desenvolver bons métodos dc estudo; • variai* os processos de ensino, para

ajiis-ta-Ios às difercnças individuais.

U s o d e D e s e n b o s e d e M a t e r i a l C o n c r e t o

A s i d é i a s m a t c m â t i c a s s â o a b s t r a t a s e

u m a d a s m u i o r e s d i fi e u l d a d e s n a s u a i n t r o

-diiçâo é toi*nâ-las signifieativas para as crian-ç a s . O s a u t o r e s d e VA M O S A P R E N D E R

MATEMATICA apresentam duas sugestocs para sc veneer esta dificuldade: 1) relacio-n a r s i s t e m a t i c a m e relacio-n t e a s i d é i a s m a t e m â t i c a s às cxperiêneias diârias da criança; 2) pi*o-porcionar muitas o variadas experiências que ajudem a criança a eompreendei* as

idéias matemâticas. Tais experiências

deve-râo incluir gravuras, ilustraçôes c material

concreto. A criança sera levada a deixar

gradualmentc o mundo fîsico para ingrcs-s a r n o n i u n d o d a M a t e n i â t i c a .

No livm do aluno, o desenbo de cada pagina foi planejado de modo a apresentar as idéias cm situaçôes signifieativas, com a

finalidadc de auxiliai* o professer a intro;

duzir a idéia e de ajudar o aluno a com-preendê-la. As figuras nâo sâo meras ilus traçôes, mas auxîlios visuais a serem usados pelo professer e pelo aluno. Podem ser

usa-das ainda como sugestôes para outras

ativi-dades que envolvam representaçôes no

fla-nelografo ou no quadro, sen'indo também

'como modelo para o uso de objetos que

pos-sam ser manipulados.

Introduçâo Direta das idéias

0 método dc apresentaçâo da matéria

usado neste livro caraeteriza-se pela intro

duçâo direta dos conceitos matematicos bâ-sicos.

Muitas vezes, no passadp, esses concei

tos eram diluidos cm atividades e métodos

indiretos, que conduziam a uni ensino

roti-neiro de fates. Os autores desta série acre

ditam que as idéias essenciais nâo devem

ser masearadas por jogos ou atividades

lûdi-eas empregadas como meios de apresentar

um coneeito; mais tarde, de forma

modera-da, tais atividades podem ser usadas para

desenvolver prâtica das noçôes o

habilida-des jâ adquiridas.

Uso do Simbolismo Matemitico

Os smibolos constitueni instrumentes

in-dispensâveis ao estudo da Matemâtica. Sâo

usados nos processos de computar e na

reso-luçâo de problèmes, conipondo as sentonças m a t e m â t i c a s .

Nesta série dc livres, a introduçâo de

um sîmbolo qualquer sô é feita (luando o alu

no jâ adquiriu alguma familiaridade com

a idéia por de traduzida e no estâgio

ade-quado a ele usar o simboIo aprcndido. A

introduçâo prematura de simbolos suja

sig-nifieaçâo nâo esteja suficientemente daru

para a criança pode interferir

negativamon-te na aprendizagem.

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