Responsabilidade social empresarial: revisão da literatura
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(2) 224. Responsabilidade social empresarial: revisão da literatura. 1.. INTRODUÇÃO A responsabilidade social empresarial tornou-se fator de competitividade nos negócios. Ao assumirem o comprometimento com a responsabilidade social, além de manterem-se no mercado e aumentarem seus lucros, as empresas também se tornam agentes de mudança cultural, contribuindo para a construção de uma sociedade mais solidária. Com a globalização dos mercados, surgiu uma nova dinâmica que vem alterando o perfil corporativo e estratégico das empresas. Além da adequação aos novos padrões, como ‘eficiência’ e ‘qualidade’, crescem as exigências por uma reformulação profunda da cultura e da filosofia que orientam as ações institucionais (PASSADOR, 2002). Segundo este autor, a sociedade, cada vez mais consciente e conhecedora de seus direitos, exige das empresas um reestudo de seu papel nesse novo cenário. Para as empresas, uma atuação moldada sob novas referências, conceitos e valores se torna um diferencial, exigindo das mesmas uma nova postura no desenvolvimento de seus negócios e no relacionamento com seu meio de atuação. Rompe-se o velho paradigma de que as empresas só se preocupam com a geração de lucros; tornou-se estritamente necessário para a empresa sobreviver no mercado a preços baixos, produtos de qualidade e marketing inteligente, ressaltando, também, que o consumidor está cada vez mais seletivo preferindo empresas que realmente se integram à comunidade. De acordo com Santos (2003), a responsabilidade social está associada à conciliação das esferas social, ambiental e econômica, em busca da competitividade entre o crescimento das atividades da empresa e a comunidade. A responsabilidade social de uma empresa consiste na sua decisão de participar mais diretamente das ações comunitárias na região em que está presente e reparar possíveis danos ambientais decorrentes do tipo de atividade que exerce (MELO; FROES, 2001). Perante a crescente competitividade entre as empresas, a responsabilidade social surge como uma nova estratégia para aumentar o lucro e potencializar o desenvolvimento sustentável, através de respostas que englobem tanto os aspectos econômicos como os sociais e ambientais. A estratégia efetiva melhora a imagem corporativa, diferenciando produtos e serviços, e aumentando tanto as vendas quanto a fidelidade (PRINGLE; THOMPSON, 2000).. Revista de Ciências Gerenciais Vol. 14, Nº. 20, Ano 2010 p. 223-231.
(3) Leonardo Ferreira, Ana Paula Basqueira. 225. Este trabalho teve como objetivos: identificar qual a relevância do tema ‘responsabilidade social’ no ambiente empresarial através de uma revisão da produção de artigos científicos nacionais da área, levantar subsídios para produzir maior eficácia na implementação de programas de responsabilidade social empresarial, e identificar possíveis propostas de estudos futuros a serem realizados. Trata-se de um estudo quantitativo de revisão bibliográfica, realizado através do levantamento de artigos publicados em periódicos científicos nacionais disponibilizados na base de dados eletrônica da ‘Scientific Eletronic Library Online’ (SciELO). Foram utilizados os seguintes descritores: revisão de literatura; desempenho social empresarial. Foram incluídos todos os artigos publicados em periódicos científicos nacionais que abordassem a implantação da responsabilidade social empresarial. Desta forma, foram encontradas 29 referências na base de dados pesquisada referentes à temática ‘responsabilidade social’, das quais foram selecionadas sete publicações. As demais foram excluídas porque: 1) tratavam sobre responsabilidade social em outras áreas que não a empresarial; 2) foram publicadas em periódicos internacionais. Os dados foram coletados no período de março a julho de 2009. Para a análise dos dados, os artigos selecionados foram considerados quanto ao seu conteúdo, sendo então extraídas informações específicas de cada estudo: inicialmente, os artigos foram classificados quanto a: autor, ano de publicação, área do conhecimento e tipo de estudo; posteriormente, foi realizada a comparação entre as publicações, para verificar os pontos em comum e as divergências.. 2.. RESULTADOS Foram encontradas 29 referências na base de dados pesquisada, das quais foram selecionadas sete referentes à temática ‘responsabilidade social empresarial’. As demais foram excluídas, pois tratavam sobre responsabilidade social em outras áreas ou foram publicadas em periódicos internacionais. No Quadro 1, observam-se algumas características dos sete estudos analisados. O Quadro 1 apresenta os autores, ano de publicação, área do conhecimento e tipo de estudo dos trabalhos selecionados. Os dados indicam que os estudos são recentes, tendo sido publicados nos últimos cinco anos, além de terem sido escritos por diferentes autores.. Revista de Ciências Gerenciais Vol. 14, Nº. 20, Ano 2010 p. 223-231.
(4) 226. Responsabilidade social empresarial: revisão da literatura. Quadro 1. Caracterização dos artigos analisados quanto aos autores, ano de publicação, área do conhecimento e tipo de estudo. Autor(es). Ano de publicação. Área do conhecimento. Tipo de estudo. ABREU et al.. 2008. Engenharia. Transversal. ARAÚJO. 2006. Psicologia. Revisão. BUFONI et al.. 2009. Administração. Estudo de caso. CARRIERI et al.. 2009. Administração. Estudo de caso. FARIA e SAUERNRONN. 2008. Administração. Revisão. MILANI FILHO. 2008. Ciências Contábeis. Transversal. REIS. 2007. Economia. Revisão. Em relação ao tipo de estudo, cinco artigos são quantitativos, sendo que dois são transversais e três são de revisão. Os outros dois são qualitativos, e tratam sobre estudos de caso. Quanto à área do conhecimento, 46% dos artigos são da área de Administração, sendo que dois deles foram publicados em um mesmo periódico (Figura 1). Os demais estudos foram publicados em periódicos diferentes. 3. Nº de artigos. 3. 2 1. 1. 1. 1. 1. 0 Psicologia. Economia. Engenharia. Administração. Ciências Contábeis. Área do conhecimento. Figura 1. Número de artigos publicados por área de conhecimento.. No geral, os artigos analisados indicaram condutas sociais ainda superficiais. Em quatro estudos, apesar do progresso contínuo, da concretização do processo, da sofisticação e da tecnicidade e abrangência, os autores relataram que a responsabilidade social ainda se encontra distante de alcançar os objetivos de influenciar as decisões dos gestores e transformar o comportamento das instituições sobre investimentos desta natureza (ABREU et al., 2008; BUFONI et al., 2009; CARRIERI et al., 2009; REIS, 2007).. Revista de Ciências Gerenciais Vol. 14, Nº. 20, Ano 2010 p. 223-231.
(5) Leonardo Ferreira, Ana Paula Basqueira. 227. Além disso, também é exposto que a responsabilidade social das empresas no Brasil ainda é um desafio, pois as ações de filantropia não têm contribuído efetivamente para a melhoria das condições de vida da sociedade e para a transformação da realidade social vigente.. 3.. DISCUSSÃO No presente estudo, procurou-se identificar qual a relevância do tema ‘responsabilidade social’ no ambiente empresarial. Foram encontradas 29 referências na base de dados pesquisada, das quais foram selecionadas sete referentes à temática ‘responsabilidade social empresarial’. Em relação ao ano de publicação, todos os estudos são recentes, pois foram publicados há menos de cinco anos. Este crescimento de publicações sobre o tema sugerido mostra a crescente preocupação de estudos sobre a implicação do conceito de responsabilidade social as empresas. Quanto à área do conhecimento, quase metade dos artigos é da área de Administração. Esta abordagem administrativa vem de encontro a novas necessidades do mercado globalizado, que exige uma postura diferenciada das organizações onde o foco social é parte fundamental do valor agregado ao produto. Nota-se ainda que as empresas estão se conscientizando destas expectativas e estão explorando esta alternativa como estratégia corporativa. Em relação ao tipo de estudo, cinco artigos são quantitativos, sendo que dois são transversais e três são de revisão. Os outros dois são qualitativos, e tratam sobre estudos de caso. Nota-se a diversidade dos tipos de estudo; ao mesmo tempo em que há uma preocupação em se rever conceitos relacionados à responsabilidade social, as pesquisas também estão sendo realizadas em populações selecionadas para a identificação da aplicação da responsabilidade social no meio empresarial. Tais diferenças servem para enriquecer o assunto, e também realizar a análise crítica de sua aplicabilidade. Perante a crescente competitividade entre as empresas, a responsabilidade social surge como uma nova estratégia para aumentar o lucro e potencializar o desenvolvimento sustentável, através de respostas que englobem tanto os aspectos econômicos como os sociais e ambientais. Uma atitude responsável em relação ao ambiente e à sociedade garante a não escassez de recursos, além de ampliar o conceito a uma escala mais ampla. Faria e Sauerbronn (2008) e Milani Filho (2008) esclarecem que o desenvolvimento sustentável Revista de Ciências Gerenciais Vol. 14, Nº. 20, Ano 2010 p. 223-231.
(6) 228. Responsabilidade social empresarial: revisão da literatura. não só se refere ao ambiente, mas através do fortalecimento de parcerias duráveis, também promove a imagem da empresa como um todo e por fim leva ao crescimento orientado. Uma postura sustentável é de natureza preventiva e permite a prevenção de riscos futuros, como impactos ambientais ou processos judiciais. De acordo com um dos estudos selecionados, exemplos de indicadores de conduta social são: montante dos investimentos nos projetos sociais; número de auditorias sociais conduzidas; alcance dos objetivos e metas sociais; política de responsabilidade social; programas de voluntariado implementados; número de multas e notificações trabalhistas e previdenciárias; exigências sociais aos fornecedores, como o combate ao trabalho infantil e a discriminação; além das medidas de controle e monitoramento da segurança e saúde no trabalho (ABREU et al, 2008). As preocupações com as questões sociais e ambientais ocupam lugar de destaque na atualidade. A observação do cotidiano de muitas cidades brasileiras evidencia a falta ou queda da qualidade de vida de uma parcela significativa da população. Esse fato remete a demandas e responsabilidades que envolvem toda a sociedade, o que inclui as organizações. Para essas últimas, o termo responsabilidade social tem marcado o peso de suas ações, com a possibilidade de agravar ou suavizar problemas sociais e ambientais de algumas comunidades. De acordo com Carrieri et al. (2009), por exemplo, a modernização de uma unidade produtiva pode ter como consequência a demissão de antigos funcionários, ou a troca de uma matéria-prima por outra de menor custo pode aumentar os níveis de poluição. Além disso, também se discute o uso de parte do lucro das organizações em ações voltadas para os interesses da sociedade. A responsabilidade social nas organizações brasileiras é um assunto novo que vem recebendo vários significados e entendimentos. Nota-se um crescente envolvimento de expressiva parcela de empresas nacionais com as questões e as práticas relacionadas à responsabilidade social. Uma vez que essa prática tem sido realizada de forma constante em grandes centros nacionais, e sendo divulgada em importantes meios de comunicação, percebe-se também que a responsabilidade social é um conceito em construção, mas suas práticas já podem ser observadas no comportamento empresarial brasileiro (FARIA e SAUERBRONN, 2008). No Brasil, a seriedade dos problemas sociais e a emergência de alternativas para o enfrentamento desse fato trazem a discussão sobre a responsabilidade social empresarial. Reis (2007) e Milani Filho (2008) explicam que, no setor privado, o movimento da responsabilidade social é composto por ambiguidades e controvérsias que,. Revista de Ciências Gerenciais Vol. 14, Nº. 20, Ano 2010 p. 223-231.
(7) Leonardo Ferreira, Ana Paula Basqueira. 229. somadas às discussões sobre a situação precária de boa parte da população, tornam a responsabilidade social das empresas brasileiras um desafio ainda maior. Não existe consenso em até que ponto os objetivos econômicos das empresas podem ser compatíveis com os objetivos da sociedade, bem como não estão claras quais decisões as empresas podem e devem tomar para que realmente favoreçam fins sociais. Também não há acordo no quanto o empresário estará disposto e apto a considerar as consequências sociais de seus atos junto a todas as partes interessadas (ARAÚJO, 2006; REIS, 2007). Entende-se que a questão maior a ser tratada é a dos valores éticos que orientam as decisões tomadas pelos empresários e que transcorrem todos os escalões da empresa, o que implica em uma mudança de postura, contribuindo para a reconstrução gradativa de valores que, incorporados à gestão dos negócios das empresas, contribuam para o enfrentamento dos diversos problemas sociais e para um processo de transformação social, indispensável ao restabelecimento da dignidade humana e à construção de uma sociedade mais justa e sustentável (MILANI FILHO, 2008; REIS, 2007). Nesse contexto, o ideal seria uma inversão de valores junto ao setor privado, priorizando as ações sociais não em detrimento do econômico, mas em sintonia com ele, mesmo que isso ainda não faça parte do pensamento e da cultura desse setor. Esse movimento, provavelmente, encetaria uma mudança de postura ética e moral (REIS, 2007).. 4.. CONSIDERAÇÕES FINAIS No geral, os artigos analisados indicaram condutas sociais ainda superficiais. Em quatro estudos, apesar do progresso contínuo, da concretização do processo, da sofisticação e da tecnicidade e abrangência, os autores relataram que a responsabilidade social ainda se encontra distante de alcançar os objetivos de influenciar as decisões dos gestores e transformar o comportamento das instituições sobre investimentos desta natureza. Além disso, também é exposto que a responsabilidade social das empresas no Brasil ainda é um desafio, pois as ações de filantropia não têm contribuído efetivamente para a melhoria das condições de vida da sociedade e para a transformação da realidade social vigente. Devido às eminentes mudanças, à existência de novos cenários, e consumidores como elemento decisório nas escolhas de marca e produtos, através de seus conhecimentos, a comunicação imediata das informações geram novas barreiras de mercado, aumentando ainda mais o canibalismo de novos mercados.. Revista de Ciências Gerenciais Vol. 14, Nº. 20, Ano 2010 p. 223-231.
(8) 230. Responsabilidade social empresarial: revisão da literatura. Por isso é necessária uma administração flexível com novos propósitos, se adaptando à nova realidade, agregando toda uma evolução aos modelos clássicos de administração, para assim obter melhores resultados para todos os envolventes da empresa, sendo eles sócios, acionistas, funcionários, fornecedores, clientes e sociedade. A responsabilidade social vem ao encontro com os anseios da sociedade, a qual necessita de novos recursos e não apenas bens para consumo. Porém outros valores são considerados na responsabilidade social, e não apenas ações filantrópicas, tendo que a responsabilidade tem início dentro da própria empresa que deve zelar pelos seus valores éticos, e ter melhores atitudes com os funcionários e seu ambiente. O investimento social é considerado como um aparato desta nova administração, onde a empresa se depara, constantemente, em sintonia com a sociedade. A forma como deve ser aplicada esta visão e melhor forma de ser desenvolvida, passa a ser uma responsabilidade de todos dentro da empresa e deve ter principal apoio dos mais altos níveis hierárquicos. A responsabilidade social pode ser considerada como um diferencial perante a competitividade entre as empresas, e por isso várias delas estão à procura de selos e certificações que comprovem esta atuação de ‘bem estar’, alem de utilizar balanços sociais como forma de demonstração mensurável de tal diferença. Esta nova realidade é uma tendência mundial, e no Brasil apesar de ser recente este conceito, já vem demonstrando grande aceitação por parte das empresas, e de grande relevância para os consumidores. Porém, há muito que desenvolver, pois a cultura não é totalmente sociável a isso. É imperativo que cada vez mais os profissionais e empresários se conscientizem da importância da responsabilidade social, buscando continuamente realizar e aperfeiçoar esta arte, num processo contínuo dentro de suas rotinas de trabalho, bem como produzindo novos conhecimentos científicos acerca desse assunto que muito pode contribuir com outras frentes dentro das práticas empresariais. Para futuras pesquisas, sugere-se explorar o grau de investimento social, para se verificar a associação entre envolvimento com o mercado local e investimento social empresarial. Também é recomendável que estudos periódicos sejam conduzidos para identificar as mudanças nas estratégias sociais e ambientais.. Revista de Ciências Gerenciais Vol. 14, Nº. 20, Ano 2010 p. 223-231.
(9) Leonardo Ferreira, Ana Paula Basqueira. 231. REFERÊNCIAS ABREU, M.C.S.; SILVA FILHO, J.C.L.; OLIVEIRA, B.C.; HOLANDA JÚNIOR, F.L. Perfis Estratégicos de Conduta Social e Ambiental: Estudos na Indústria Têxtil Nordestina. Gestão & Produção, São Carlos, v. 15, n. 1, p. 159-172, jan./abr. 2008. ARAÚJO, M.R.M. Exclusão Social e Responsabilidade Social Empresarial. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 11, n. 2, p. 417-426, maio/ago. 2006. BUFONI, A.L.; MUNIZ, N.P.; FERREIRA, A.C.S. O Processo de Certificação Socioambiental das Empresas: o Estudo de Caso do Certificado ‘Empresa Cidadã’. Revista de Administração Contemporânea, Curitiba, v. 13, Edição Especial, art. 2, p. 19-38, jun. 2009. CARRIERI, A.P.; SILVA; A.R.L.; PIMENTEL, T.D. O Tema da Proteção Ambiental Incorporado nos Discursos da Responsabilidade Social Corporativa. Revista de Administração Contemporânea, Curitiba, v. 13, n. 1, art. 1, p. 1-16, jan./mar. 2009. FARIA, A.; SAUERNRONN, F.F. A Responsabilidade Social é uma Questão de Estratégia? Uma Abordagem Crítica. Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v. 42, n. 1, p.7-33, jan./fev. 2008. MELO NETO, F.P.; FROES, C. Responsabilidade Social & Cidadania Empresarial: a Administração do Terceiro Setor. 2. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001. 208 p. MILANI FILHO, M.A.F. Responsabilidade Social e Investimento Social Privado: entre o Discurso e a Evidenciação. Revista Contabilidade & Finanças - USP, São Paulo, v. 19, n. 47, p. 89-101, maio/ago. 2008. PASSADOR, C.S. A Responsabilidade Social no Brasil: uma Questão em Andamento. In: Congreso Internacional del CLAD sobre la Reforma del Estado y de la Administración Pública, VII, 2002, Lisboa, Portugal. Anais. Lisboa, Portugal, 2002. p. 8-11. PRINGLE, H.; THOMPSON, M.M. Marketing Social – Marketing para Causas Sociais e a Construção da Marcas. São Paulo: Makron Books, 2000. 258 p. REIS, C.N. A Responsabilidade Social das Empresas: o Contexto Brasileiro em Face da Ação Consciente ou do Modernismo do Mercado? Revista de Economia Contemporânea, Rio de Janeiro, v. 11, n. 2, p. 279-305, maio/ago. 2007. SANTOS, M.A. Empresas, Meio Ambiente e Responsabilidade Social – um olhar sobre o Rio de Janeiro. 2003. 59 p. Monografia (Bacharelado). Instituto de Economia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2003. Leonardo Ferreira Administrador de Empresas, Especialista em Gestão Industrial, professor de cursos técnicos e de graduação nas áreas de Gestão e Administração. Docente do curso de Engenharia de Produção da Faculdade Anhanguera de Jundiaí. Ana Paula Basqueira Psicóloga formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2002), mestre em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2006), especialista em Terapia por Contingências de Reforçamento pelo ITCR - Campinas (2006) e especialista em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral (2010). Atualmente é professora da Faculdade Anhanguera de Campinas - unidade 3, professora da Faculdade Anhanguera de Jundiaí, psicóloga clínica do Instituto de Análise Aplicada de Comportamento.. Revista de Ciências Gerenciais Vol. 14, Nº. 20, Ano 2010 p. 223-231.
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