Ag
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PROGRAMA PRODUTOR DE ÁGUA
NO GUARIROBA
Devanir Garcia dos Santos
Gerente de Uso Sustentável de Água e Solo
Superintendência de Implementação de Programas e Projetos
PROGRAMA PRODUTOR DE ÁGUA
Devanir Garcia dos Santos
Gerente de Uso Sustentável de Água e Solo
Ag
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GEST
Ag
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OUTORGA
CONSERVAÇÃO
DE ÁGUA E SOLO
USO RACIONAL
DA ÁGUA
GESTÃO DA
OFERTA
GESTÃO DA
DEMANDA
GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS
Ag
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relacionadas à geologia, ao relevo, ao tipo de solo, ao clima, ao tipo e quantidade de
cobertura vegetal e ao grau e tipo de atividade antrópica
existentes
na
bacia
hidrográfica
, onde ele está inserido.
A Água, como resultado das interações do clima, dos
recursos naturais e das atividades humanas
Ag
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Os agro e ecossistemas são fundamentais para
a manutenção e a revitalização de aqüíferos
Relevância do Espaço Rural no Contexto
Hidrológico
Ag
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PROCESSO FÍSICO DA EROSÃO
Ag
Ag
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CONTEN
CONTEN
ÇÃ
ÇÃ
O DOS PROCESSOS EROSIVOS
O DOS PROCESSOS EROSIVOS
• Práticas Edáficas
– Controle de Queimadas
– Adubação
• Práticas Vegetativas
– Florestamento e Reflorestamento
– Agricultura Sustentável
– Recuperação de Pastagens
– Sistemas Agrosilvipastoris
• Práticas Mecânicas
– Bacias de Infiltração (barraginhas)
– Terraço
– Readequação de Estradas
Ag
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CONSERVAÇÃO DE ÁGUA E SOLO
Ag
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funcionamento hidrológico
(vazão, quantidade de água e
qualidade da água)’
biodiversidade
(mata
ciliar,
zonas
ripárias,
reservas de vegetação
natural, etc.)
Ag
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Servi
Servi
ç
ç
os ambientais:
os ambientais:
Mas
quem
paga
?
Mas
quem
paga
?
Manuten
Manuten
çã
çã
o da biodiversidade como indicador de qualidade
o da biodiversidade como indicador de qualidade
ambiental;
ambiental;
Conserva
Conserva
çã
çã
o da qualidade e quantidade de
o da qualidade e quantidade de
á
á
gua;
gua;
Aquecimento global;
Aquecimento global;
Polinizadores, inimigos naturais.
Polinizadores, inimigos naturais.
Ag
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PAGAMENTO POR SERVI
PAGAMENTO POR SERVI
Ç
Ç
OS
OS
AMBIENTAIS
AMBIENTAIS
•
São transferências financeiras de beneficiários de
serviços ambientais para os que conservam a natureza,
fornecem esses serviços.
•
Política recente e inovadora.
•
Inovação - uso das forças de mercado para obter
maiores resultados ambientais -
recompensa aos
provedores de serviços ambientais que não vinham, até
então, recebendo qualquer compensação.
Ag
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PAGAMENTO POR SERVI
PAGAMENTO POR SERVI
Ç
Ç
OS AMBIENTAIS
OS AMBIENTAIS
•
O conceito de externalidade é chave para entender as
motivações para os programas de PSA.
• A humanidade usa os recursos naturais e o meio
ambiente gerando externalidades positivas ou negativas,
que impactam a sociedade atual e as futuras gerações.
• A premissa básica - compensar os agentes econômicos
que manejam o meio ambiente e os recursos naturais
gerando bens ambientais e serviços que beneficiam não
somente ele mesmo, mas principalmente a sociedade.
Ag
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Servi
Servi
ç
ç
os Ecossist
os Ecossist
ê
ê
micos /
micos /
Servi
Servi
ç
ç
os Ambientais
os Ambientais
Serviços Ecossistêmicos
são os serviços prestados pelos
ecossistemas naturais e as espécies
que os compõem, na sustentação e
preenchimento das condições para a
permanência da vida humana na
Terra (Daily,1997)
Serviços Ambientais
são todas as práticas adotadas para
manutenção dos Serviços
Ag
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Programa de Melhoria da Qualidade e da
Programa de Melhoria da Qualidade e da
Quantidade de
Quantidade de
Á
Á
gua em Mananciais,
gua em Mananciais,
atrav
atrav
é
é
s do Incentivo Financeiro aos
s do Incentivo Financeiro aos
Produtores:
Produtores:
Programa Produtor de
Programa Produtor de
Á
Á
gua
gua
Ag
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PROGRAMA PRODUTOR DE
PROGRAMA PRODUTOR DE
Á
Á
GUA
GUA
É um programa voluntário no qual são
beneficiados produtores rurais que, por meio de
práticas e manejos conservacionistas, e de
melhoria da cobertura vegetal, venham a
contribuir para o abatimento efetivo da erosão e
da sedimentação, e para o aumento da
infiltração de água, segundo o conceito
Ag
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PROGRAMA PRODUTOR DE
PROGRAMA PRODUTOR DE
Á
Á
GUA
GUA
reduz a poluição difusa (melhora a qualidade da água) e
aumenta a infiltração de uma maior parcela da água de
chuva nos solos de sua propriedade
O produtor rural conservação de água e solo
presta um serviço ambiental à bacia
No caso do provedor-recebedor gerando uma externalidade positiva, e no usuário-pagador, uma externalidade negativa.
Deve receber por isso, princípio do
provedor-recebedor, mesmo fundamento
teórico de externalidade, base do conceito do usuário/ pagador, que sustenta a cobrança pelo uso da água
Ag
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Objetivos do Programa
Objetivos do Programa
•
Melhoria da qualidade da
água, através do
incentivo à adoção de
práticas que promovam o
abatimento da
sedimentação
•
Aumento da oferta de
água (e sua garantia)
•
Conscientização dos
produtores e
consumidores de água da
importância da gestão
integrada de bacias
hidrográficas
Ag
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Estrat
Estrat
é
é
gia
gia
• O Programa visa a “compra” dos benefícios
(produtos) gerados pelo participante (conceito
“provedor-recebedor”);
• Pagamentos são proporcionais ao abatimento
de erosão proporcionado e ampliação da área
florestada;
• Flexibilidade no que diz respeito a práticas e
manejos propostos;
• Assistência técnica e extensão rural;
• Edital para seleção dos projetos.
Ag
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Base Conceitual
Base Conceitual
• Pagamentos baseados em custos de referência
pré-estabelecidos;
• Pagamentos serão feitos após a implantação do
projeto proposto (produto);
• Metas de cumprimento verificadas e certificadas
por equipes técnicas sendo pré-requisito para o
pagamento do incentivo;
• Custos do Programa é compartilhado com a
União, Estados, Prefeituras, Empresa de
saneamento e energia, Organizações Não
Governamentais.
Ag
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C
C
á
á
lculo do abatimento da eros
lculo do abatimento da eros
ã
ã
o
o
P.A.E (%) = 100 (1
−−−−
Φ
1/
Φ
o)
P.A.E (%) = 100 (1
−−−−
Φ
1/
Φ
o)
Φ o= Fator de risco de erosão atual
Φ
1= Fator de risco de erosão após uso da prática
O cálculo do P.A.E é feito usando-se fatores da
Equação Universal de Perda do Solo (USLE)
Ag
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T a b ela A 1 . V alore s d e C , P e
Φ
pa ra dife re nte s u so s e m a n e jo s d o so lo
P ro g ram a do P rod u to r d e Ág u a - V alo res d e φ − φ − φ − φ − Ag ro -p ecu ária-flo restal N o . M an ejo C on ven cion ala C P
φφφφ
O b s.1 G rãos 0,25 1,0 0,25 M ilho, soja, arroz, feijão
2 A lgodão 0,62 1,0 0,62
3 M andioca 0,62 1,0 0,62
4 C ana-de-açúcar 0,10 1,0 0,10 M édia de 4 cortes
5 B atata 0,75 1,0 0,75 6 C afé 0,37 1,0 0,37 7 H ortaliças 0,50 1,0 0,50 8 P astagem degrad. 0,25 1,0 0,25 9 C apoeira degrad. 0,15 1,0 0,15 M an . C on servacio n istab C P
φφφφ
O b s.10 G rãos, rotação 0,20 1,0 0,20 G ram ín./Legum inosa 11 G rãos, em nív el 0,25 0,5 0,13
12 G rãos, rot., em nív . 0,20 0,5 0,10
13 G rãos, faix as v eg. 0,25 0,3 0,08 F aix as c/ 20% larg. 14 G rãos, cordões v eg. 0,25 0,2 0,05
15 G rãos, terraços 0,25 0,1 0,03 Em nív el, com m anut. 16 G rãos, rot., terraços 0,20 0,1 0,02
17 G rãos, pl. direto 0,12 0,1 0,01 M édia de 4 anos 18 A lg./M and., rotação 0,40 1,0 0,40 R otação com grãos 19 A lg./M and., nív el 0,62 0,5 0,31
20 A lg./M and., rot., nív el 0,40 0,5 0,20 21 A lg./M and., faix as 0,62 0,3 0,19
Ag
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Tabela A1. Valores de C, P e
Φ
para diferentes usos e manejos do solo
Programa do Produtor de Água - Valores de
φ −
φ −
φ −
φ −
Agro-pecuária-florestal
22
Alg./Mand., cordões veg.
0,62 0,2 0,12
23
Alg./Mand., terraços
0,62 0,1 0,06
24
Alg./Mand., rot., terraços
0,40 0,1 0,04
25
Alg./Mand., plant. direto
0,40 0,1 0,04
26
Cana, em nível
0,10 0,5 0,05
27
Cana, em faixas
0,10 0,3 0,03
28
Cana, terraços
0,10 0,1 0,01
29
Batata, em nível
0,75 0,5 0,38
30
Batata, em faixas
0,75 0,3 0,23
31
Batata, terraços
0,75 0,1 0,08
32
Café, em nível
0,37 0,5 0,19
33
Café, em faixas
0,37 0,3 0,11
34
Hortaliças, em nível
0,50 0,5 0,25
35
Pastagem recuperada
0,12 1,0 0,12
36
Pastag., rotação c/ grãos
0,10 1,0 0,10
37
Reflorestamento
0,05 1,0 0,05
Valores de
φ
φ
φ
φ
- Estradas Rurais
Situação
C
P
φφφφ
Obs.
38
Estrada degradada
0,50 1,0 0,50
Ag
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Programas de Abatimento de eros
Programas de Abatimento de eros
ã
ã
o
o
Valores Utilizados no Pipiripau
P.A.E. = 100 (1 -
Φ
1
/
Φ
o)
P.A.E. = 100 (1 -
Φ
1
/
Φ
o)
Valores de Referência para o Abatimento de Erosão
Indicador
Faixa
P.A.E. (%)
25-50
51 -75
>75
V.R.E R$/ha/ano
Ag
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Valores de Refer
Valores de Refer
ê
ê
ncia de Pagamento para o incentivo a
ncia de Pagamento para o incentivo a
recupera
recupera
çã
çã
o de APP
o de APP
’
’
s
s
Valores Utilizados no Pipiripau
Valores de Referência de Pagamento para o
incentivo a recuperação de APP’s.
Nível de Avaliação da condução das florestas
plantadas
Categoria
Florestas medianamente
cuidadas
Florestas muito bem
cuidadas
V.R.E R$/ha/ano
Ag
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Valores de Refer
Valores de Refer
ê
ê
ncia de Pagamento para o
ncia de Pagamento para o
incentivo a conserva
incentivo a conserva
çã
çã
o de Florestas e APP
o de Florestas e APP
’
’
s
s
Valores Utilizados no Pipiripau
Valores de Referência de Pagamento para o incentivo a
conservação de Florestas e APP’s.
% de APP’s ripárias a serem restauradas
Cumprimento
25 a 50%
51 a 75%
>75%
VPI Floresta em
estágio avançado
40,00
80,00
160,00
VPI Florestas em
Ag
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Fundos alocados para o PSA Definir o valor do PSA Fazer a valoração econômica do serviço ambiental Engajar os Proprietários Rurais Elaborar o Diagnóstico Sócio-Ambiental da Bacia
PSA suportado por arcabouço legal específico
Criar a
Parceria
engajando
instituições
relevantes
Definição de
papéis e
responsa-bilidades
• Edital de Licitação • Celebração dos Contratos • Implantação das Ações • Metas verificadas e certificadas • Pagamentos efetuados • MonitoramentoProjeto Produtor de Água
Ag
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As seguintes fontes podem ser exploradas:
•
Orçamento da União, Estados e Municípios
•
Fundos Estaduais de Recursos Hídricos e
Meio Ambiente;
•
Fundo Nacional de Meio Ambiente;
•
Bancos, Organismos Internacionais (ONG’s,
GEF, BIRD etc);
•
Empresas de saneamento, de geração de
energia elétrica e usuários;
•
Recursos da cobrança pelo uso da água;
•
TAC, Compensação financeira por parte de
usuários beneficiados;
•
Mecanismo de Desenvolvimento Limpo /
Kyoto.
Fontes de Financiamento
Ag
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PROJETOS EM EXECU
PROJETOS EM EXECU
ÇÃ
ÇÃ
O
O
•
CONSERVADOR DAS ÁGUAS – EXTREMA
•
PRODUTOR DE ÁGUA NO PCJ – JOANÓPOLIS E NAZARÉ PAULISTA
•
PRODUTOR DE ÁGUA NO PIPIRIPAU - BRASÍLIA
•
PRODUTOR
ES
DE ÁGUA – ESPÍRITO SANTO
•
PRODUTOR DE ÁGUA NO CAMBORIÚ – BALNEÁRIO DE CAMBORIÚ
•
PRODUTOR DE ÁGUA NO JOÃO LEITE – GOIÂNIA
•
PRODUTOR DE ÁGUA NO GUANDÚ – RIO DE JANEIRO
•
PRODUTOR DE ÁGUA NA APA DO GUARIROBA – CAMPO GRANDE
•
PRODUTOR DE ÁGUA DE NOVA FRIBURGO – NOVA FRIBURGO RJ
•
PROJETO APUCARANA – APUCARANA PR
•
PRODUTOR DE ÁGUA NO CÓRREGO FEIO – PATROCÍNIO MG
•
PRODUTOR DE ÁGUA NO RIB. GUARATINGUETÁ – GUARATINGUETÁ - SP
•
PRODUTOR DE ÁGUA NO TAQUARUSSU – PALMAS - TO (NEGOCIAÇÃO)
Ag
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Site do Programa Produtor de
Site do Programa Produtor de
Á
Á
gua
gua
Ag
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Setor Policial Área 5 – Quadra 3 Bloco B
-Brasília – DF - 70610-200
Telefone: (61) 2109-5372
http://www.ana.gov.br
[email protected]
Ag
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PIPIRIPAU
PIPIRIPAU
-
-
DETALHAMENTO
DETALHAMENTO
ITEM
ESPECIF.
UNID.
QUANT.
UNIT
TOTAL
PROJETO
PROPR.
PSA
1 APP (305 ha) 2.686.000 625.600 305.000 MUDAS Muda 423.000 2,12 896.760 896.760 PLANTIO Muda 423.000 3,84 1.624.320 1.624.320 TRATOS CULTURAIS Muda 340.000 1,84 625.600 625.600 CERCA Km 33 5.000 165.000 165.000 2 RL (1.300 ha) 2.545.000 7.000.000 1.040.000 MUDAS Muda 1.000.000 2,12 2.120.000 2.120.000 PLANTIO Muda 1.000.000 4,24 4.240.000 4.240.000 TRATOS CULTURAIS Muda 830.000 2,81 2.332.300 2.332.300 CERCA Km 170 5.000 850.000 425.000 425.000 3 TERRAÇOS ha 14.000 250 3.500.000 2.500.000 1.000.000 4.600.000 4 ESTRADAS km 876 245 214.620 214.620 5 BARRAGINHA Ud 8.760 240 2.100.000 2.100.000 6 PSA CON. FLORESTA 4.000.000 TOTAL 18.600.000 10.045.620 8.600.000 10.000.000