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Programa Estadual de Controle da Tuberculose

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Academic year: 2021

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(1)

Programa Estadual de Controle

da Tuberculose

Programa Estadual de Apoio aos Consórcios

Intermunicipais de Saúde

COMSUS

(2)

Estimativa da incidência da

tuberculose, 2012.

(3)
(4)

Agente infeccioso

Micobacterium tuberculosis

(5)

Reservatório

• Principal: homem, porém pode acometer

bovino, outros mamíferos, aves.

(6)

Transmissão

Pessoa a pessoa – pelo ar: gotículas pela fala, espirro, tosse.

Forma pulmonar e de laringe.

Depende da intensidade o contato: proximidade, continuidade,

ambiente desfavorável. Bacilífero Fonte de infecção 10 a 15 pessoas em média durante 1 ano

(7)

Período de Infecção

1 a 2 bacilos

15 dias: + de 100.0003 a 4 semanas: o organismo normal reconhece a invasão e a luta começa. Distribuição linfohematogênica: “benigna”: bacilos latentes ou destruídos.

No pulmão: no local da inoculação, foco pequeno, 1 a 2 mm, esbranquiçado – pode ser visto no RX. viragem da Prova Tuberculínica.

Tosse mais de 3 semanas

(8)

De cada 100 infectados

• 90 % dos infectados conseguem bloquear

este processo e não adoecerão nesta fase.

• Outros 10 % adoecerão:

– 5% – tuberculose primária, ocorre na

primo-infecção.

– 5% - tuberculose pós-primária: protegidos pelo

BCG ou imunidade desenvolvida.

(9)

Prevenção da Tuberculose

Vacina BCG:

• Indicada para menores de 5 anos, preferencialmente até 1 ano.

• Protege das formas graves: miliar e meningoencefalite em menores de 5 anos

Tratamento da infecção latente: isoniazida, 180 doses • Recém-nascidos coabitantes de casos bacilíferos. • Crianças contatos de bacilíferos: BCG e prova

tuberculínica.

• Adolescentes e adultos: idade, prova tuberculínica e risco de adoecimento.

(10)

Quadro clínico

• Nenhum sinal ou sintoma característico.

• Frequentemente:

– Comprometimento do estado geral – Febre baixa vespertina com sudorese – Inapetência

– Emagrecimento

• Quando a doença atinge os pulmões:

– pode apresentar dor torácica

– tosse produtiva, com escarro com ou sem sangue

(11)

Como é feito o diagnóstico

• Histopatologia • Boncoscopia

(12)

Tratamento

• A tuberculose é

uma doença curável em

praticamente 100 % dos casos novos, sensíveis aos

medicamentos.

• Tratamento Diretamente Observado: TDO

Diariamente: de 2.ª a 6.ª feira

Finais de semana e feriados: auto-administrado

• Em jejum: 1 ou 2 h antes do café – única tomada.

• Tempo: 6 meses ou 9 meses

(13)

Reações adversas

• Idade

• Dependência química ao álcool

• Desnutrição

• História hepática prévia

• Coinfecção pelo HIV

(14)

Controle do tratamento

• Mensal: baciloscopia – uma amostra – casos

pulmonares com BK+ no diagnóstico.

• Acompanhamento clínico mensal: queixas,

sinais, sintomas, reações adversas, peso, RX

tórax.

(15)

Tuberculose e HIV

• Oferecer e realizar teste HIV para todos os

pacientes: aconselhamento pré e pós-teste.

• Mesmo tratamento.

• Tratamento antirretroviral: se caso novo,

introduzir após 15 dias do tratamento da

TB.

(16)

Tuberculose no Paraná, 2013*.

Fonte: SESA/SVS/DECA/DVCDE/PECT/SINAN em 06.03.2014 * Dados preliminares

(17)

Distribuição estimada de casos

novos de tuberculose

TOTAL DE CASOS 15 anos ou + 95% Menores de 15 anos 5% Pulmonar 80 % Extrapulmonar 20 % Pulmonar 85 % Extrapulmonar 15 % BK+ 65 % BK sem confirmação 35 % BK+ 20 % BK sem confirmação 80 % UBS Referência secundária LOCAL DE ATENDIMENTO

(18)

Tendência do número de casos novos e todos os

casos de tuberculose. Paraná, 2001 a 2013*.

Fonte: SESA/SVS/DECA/DVCDE/PECT/SINAN em 06.03.2014 * Dados preliminares

(19)

Tendência da incidência da tuberculose.

Paraná, 2001 a 2013*.

0 5 10 15 20 25 30 T a x a p o r 1 0 0 m il h a b . Novos 26,6 27,5 28,2 25 25 22,6 24,8 24 22,4 22,6 22,2 20,6 21,1 Novos BK+ 13,5 13,9 14,3 13,5 13,4 12,6 13,6 13,2 12,4 11,7 12,2 11,6 11,8 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013* Fonte: SESA/SVS/DECA/DVCDE/PECT/SINAN em 06.03.2014 * Dados preliminares

(20)

Mortalidade. Paraná, 2001 a 2013*.

Fonte: SESA/SVS/DEVE/DVIEP/SIM em 04.04.2014 * Dados preliminares Meta PR OMS 2015: 0,9 0 1 2 3 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 * C M 1 0 0 mi l h a b

(21)

Tendência da co-infecção HIV e

Tuberculose. Paraná, 2001 a 2012*.

Fonte: SESA/SVS/DECA/DVCDE/PECT/SINAN em 06.03.2014 * Dados preliminares

(22)

Tuberculose e co-morbidades.

Paraná, 2001 a 2013*.

0 10 20 2008 2009 2010 2011 2012 2013* %

Alcoolismo HIV+ Outra doença Diabetes Doença mental

Fonte: SESA/SVS/DECA/DVCDE/PECT/SINAN em 06.03.2014 *Casos preliminares todas as formas e todo tipo de entrada

(23)

Situação de encerramento de casos

notificados. Paraná, 2001 a 2012*.

0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012* %

Cura Abandono Óbito TBMR

Fonte: SESA/SVS/DECA/DVCDE/PECT/SINAN em 06.03.2014 *Casos preliminares todas as formas e todo tipo de entrada

(24)

Situação de encerramento de casos

notificados HIV+. Paraná, 2001 a 2012*.

0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012* %

Cura Abandono Óbito outras TBMR

Fonte: SESA/SVS/DECA/DVCDE/PECT/SINAN em 06.03.2014 *Casos preliminares todas as formas e todo tipo de entrada

(25)

Rede da atenção à pessoa com

tuberculose

Atenção Básica

Esquema básico Efeitos adversos menores

Referência Terciária

Esquema de TBMR Esquemas individualizados

para qualquer tipo de resistência

Referência Secundária

Esquema especiais Efeitos adversos maiores Comorbidades (HIV e outras)

(26)

Competências na Atenção Básica:

• Busca do Sintomático Respiratório: coleta

de escarro/laboratório - diagnóstico

• Tratar casos BK+

• Oferecer teste HIV

• Realizar Tratamento Diretamente

Observado –TDO

• Investigar contatos

(27)

Competências na Atenção Básica:

• Tratar efeitos adversos “menores”

• Realizar vacina BCG em menores de 5 anos

e contatos de hanseníase indicados

• Indicar, realizar ou referendar a prova

tuberculínica

• Solicitar cultura, identificação do bacilo e

teste de sensibilidade situações indicadas

• Notificar e preencher/encaminhar para

registro nos sistemas de informação:

(28)

Competências na Atenção Básica:

• Encaminhar para referência:

– Diagnóstico difícil

– Efeitos adversos “maiores”

– Comorbidades: HIV+, hepatopata, transplantados, imunodeprimidos, etc.

– Falência de tratamento

– Qualquer tipo de resistência aos fármacos

• Receber a contra-referência

• Acompanhar os casos da região

• Oferecer apoio às questões psicossociais e

trabalhistas

(29)

Competências nos

Centros de Referência

• Garantir o acesso ágil a exames e/ou procedimentos:

– Raio-x de tórax

– Tomografia computadorizada de tórax

– Cultura, identificação de micobactérias e teste de sensibilidade

– Broncoscopia com biópsia, pesquisa e cultura para micobactérias

– Biópsias de outras localizações – Bioquímica hepática

(30)

Ambulatório de Centro de

Referência Secundária

• Competências:

– Elucidação diagnóstica

– Intolerância medicamentosa

– Tratamentos especiais

– Notificar e preencher no SITE - TB

(31)

Ambulatório de Referência Terciária

• Competências:

– Resistência às drogas

– Micobactérias não tuberculosas

– Notificar e preencher no SITE - TB

(32)

Unidades hospitalares

• Estima-se que 10 % de todos os casos notificados

necessitarão de internamento.

• Hospitais :

– Gerais: para elucidação diagnóstica de maior complexidade

– Urgência/emergência

– Referência para doenças pulmonares para pacientes com tuberculose

– Internação de longa permanência: pacientes com tuberculose com indicação social

(33)

Medidas de controle para

biossegurança

• Administrativas:

mais efetivas

protocolos e educação permanente.

• Controle ambiental

(34)

24 Consórcios - Paraná

Em fase de adesão Município não atendido

Fonte: COMSUS em 11.02.2014

(35)

REFERÊNCIAS SECUNDÁRIAS E TERCIÁRIAS PARA

TRATAMENTO DA TUBERCULOSE. PARANÁ, 2014.

CONSÓRCIO: 09 LONDRINA: 04 CURITIBA: 05 FOZ DO IGUAÇU:01 PARANAGUÁ: 01 TOLEDO: 01 CORNÉLIO PROCÓPIO: 01 TERCIÁRIA: 02 SECUNDÁRIA Leste Curitiba Norte Londrina

(36)

PROPOSTA DE REFERÊNCIAS SECUNDÁRIAS E

TERCIÁRIAS PARA TRATAMENTO DA

TUBERCULOSE. PARANÁ, 2014.

SECUNDÁRIAS: 23 TERCIÁRIAS: 05 HOSPITAL: 01 Legenda Leste Curitiba Norte Londrina Noroeste Maringá Oeste Cascavel

(37)

MUITO OBRIGADA!!!

MUITO OBRIGADA!!!

Maria Francisca Teresa Maria Francisca Teresa CaldeiraCaldeira--SchernerScherner: [email protected]: [email protected]

MerariMerari Gomes de Souza: [email protected] de Souza: [email protected]

Vanessa Cavalga Presa: [email protected] Cavalga Presa: [email protected]

BetinaBetina MendezMendez Alcântara Alcântara GabardoGabardo: [email protected]: [email protected]

Julia Julia CordelliniCordellini: [email protected]: [email protected] Fones: 41 3330

Fones: 41 3330--4581 4581 –– 33303330--45464546

Poty Lazarotto – 1957

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