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TC5090.Sec.13 Eletricidade

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Academic year: 2021

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SISTEMA

SISTEMA

ELÉTRICO 

ELÉTRICO 

SEÇÃO 13

SEÇÃO 13

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(3)

SEÇÃO 13 - SISTEMA ELÉTRICO

SEÇÃO 13 - SISTEMA ELÉTRICO

CONTEÚDO

CONTEÚDO

Descrição

Descrição PáginaPágina

Sistema

Sistema Elétrico Elétrico ... ... 44 Conceitos

Conceitos de de eletricidade eletricidade ... ... 44 Conectando

Conectando baterias baterias ... ... ... 1010 Usando

Usando multímetro multímetro ... ... ... 1111 Resistência

Resistência elétrica elétrica ... ... ... 1313 Diodo

Diodo ... ... ... 1414 Definições

Definições normalizadas normalizadas ... ... ... 1616 Simbologia

Simbologia elétrica elétrica ... ... ... 1717 Atuadores

Atuadores ou ou consumidores consumidores ... ... ... 1818 Geradores

Geradores e e armazenadores armazenadores ... ... ... 1919 Chaves e

Chaves e TTeclas ... eclas ... 2020 Relés

Relés ... ... ... 2222 Instrumentos

Instrumentos do do painel painel ... ... ... 2222 Sensoreamento Sensoreamento ... ... ... 2323 Código de cores Código de cores ... ... ... 2323 Interruptores Interruptores ... ... ... 2424 Interruptores

Interruptores de de posição posição particular particular ... ... 2525 Fusíveis

Fusíveis ... ... ... 2727 Relés

Relés ... ... ... 2828 Sumário

Sumário de de alarmes alarmes ... ... ... 3030 Condições

Condições de de alertas alertas ... ... ... 3232 Problemas

Problemas e e Soluções Soluções ... ... ... 3434

Capítulo 1 - Esquemas Elétricos

Capítulo 1 - Esquemas Elétricos... ... 4040 Bateria

Bateria ... ... ... 4141 Partida do motor

Partida do motor ... ... ... 4242 Alternador

Alternador / / Indicação Indicação restrição restrição de de ar ar ... ... 4343 Interruptor

Interruptor de de ignição ignição ... ... ... 4444 Módulo

Módulo do do motor motor ... ... ... 4545 Indicador

Indicador de de nível nível de de combustível combustível e e água água ... ... 4646 Luzes de

Luzes de direção direção ... ... ... 4747 Luzes

Luzes de de direção direção / / buzina buzina ... ... 4848 Luzes

Luzes de de trabalho trabalho / / luz luz lateral lateral ... ... 4949 Luzes

Luzes de de distância distância / / luz luz de de cortesia cortesia ... ... 5050 Freio

Freio de de stacionamento stacionamento / / luzes luzes de de freio freio ... ... 5151 Luz

Luz de de estacionamento estacionamento (tanque (tanque graneleiro) graneleiro) ... ... 5252 Luzes

Luzes principais principais ... ... ... 5353 Luzes

Luzes de de aviso aviso de de tráfego tráfego ... ... ... 5454 Alarme

Alarme sonoro sonoro da da ré ré / / Luzes Luzes traseiras traseiras ... 5555 Limpador

Limpador do do parabrisas parabrisas ... ... 5656 Ar

Ar condicionado condicionado ... ... 5757 Circuito

(4)

SEÇÃO 13 - SISTEMA ELÉTRICO

SEÇÃO 13 - SISTEMA ELÉTRICO

CONTEÚDO

CONTEÚDO

Descrição

Descrição PáginaPágina

Trilha

Trilha ligada ligada ... ... 5959 Plataforma

Plataforma ligada ligada ... ... ... 6060 Sem

Sem fim fim de de descarga descarga ligado ligado ... ... ... 6161 V

Variador ariador do do cilindro cilindro de de debulha debulha ... ... 6262 V

Variador ariador do do ventilador ventilador ... ... ... 6363 Reversor

Reversor ... ... ... 6464 Fechar

Fechar e e abrir abrir do do turbo turbo de de descarga descarga ... ... 6565 Baixar

Baixar a a plataforma plataforma ... ... ... 6666 Flutação

Flutação lateral lateral ... ... ... 6767 Ajuste vertical do

Ajuste vertical do molinete molinete ... ... ... 6868 Ajuste

Ajuste horizontal horizontal do do molinete molinete ... ... ... 6969 Velocidade

Velocidade do do molinete molinete ... ... ... 7070 AHFC AHFC ... ... ... 7171 Monitor de perdas Monitor de perdas ... ... ... 7272 Sensores Sensores do do RPM RPM ... ... ... 7373 Alarmes Alarmes ... ... ... 7474 Peneira

Peneira auto-nivelante auto-nivelante ... ... ... 7575 4WD

4WD ... ... ... 7676 Rádio

(5)

SISTEMA ELÉTRICO

CONCEITOS DE ELETRICIDADE

ORIGEM DA CORRENTE ELÉTRICA I.

CORRENTE ELÉTRICA É um deslocamento de elétrons.

ELÉTRONS

É a partícula negativa do átomo, que circunda no núcleo do mesmo.

ÁTOMO

É a menor quantia de substância elementar que mantém as propriedades químicas de um elemento.

A corrente elétrica desloca-se do negativo para o positivo, Fig. 02.

LEI DE OHM

“A CORRENTE EM UM CIRCUITO ELÉTRICO É DIRETAMENTE PROPORCIONAL À TENSÃO APLICADA E INVERSAMENTE PROPORCIONAL À RESISTÊNCIA DO CIRCUITO”.

Fig. 1

Fig.2

(6)

COMO GERAR ELETRICIDADE I.

FRICÇÃO -  Tensão produzida friccionando-se dois materiais (pente, material sintético).

PRESSÃO - Tensão produzida por pressão mecânica exercida sobre certos cristais de certas substân cias (Magiclik) (quartzo).

AÇÃO QUÍMICA - Tensão produzida por reação química em uma célula de bateria.

MAGNETISMO -  Tensão produzida por um condutor quando o mesmo se move dentro de um campo magnético (Fig. 04), ou quando um campo magnético se move em relação ao citado condutor (Fig. 05), de tal maneira que ele corte as linhas de força magnética do campo.

Fig. 5 Fig .4

(7)

MAGNETISMO I.

PRINCÍPIOS IMPORTANTES Pólos iguais causam repulsão. •

Pólos diferentes causam atração. •

As linhas de campo tem sempre a direção •

de NORTE para o SUL.

Linhas de campo provenientes de campos •

distintos não se cruzam.

Jamais se conseguirá separar o polo Norte •

do polo Sul.

ELETROMAGNETISMO II.

PRINCÍPIOS IMPORTANTES:

Os princípios importantes do eletromagnetismo são iguais aos do magnetismo.

A intensidade magnética de um eletro-imã depende:

do número de voltas do condutor. a.

da corrente elétrica que passa pelo b.

rolamento. APLICAÇÃO

Em todo condutor que corta ou é cortado por um campo magnético, nesse condutor será induzida uma tensão.

A tensão induzida depende:

Do comprimento do condutor que corta ou é •

cortado pelo campo magnético.

Da intensidade do campo magnético. •

Da velocidade do movimento do condutor •

ou do campo magnético.

(8)

ELETROÍMÃS I.

NÚCLEO DO FERRO

Fig. 7  (1) Chave fechada: muitas linhas de força; (2) Chave aberta: poucas linhas de força (magnetismo Residual)

1 2

Na Fig. 08 podemos ver o princípio de funcionamento de um indicador de combustível, manômetro de pressão de óleo de cárter dos veículos, etc.

Posição A do sensor do resistor  - corrente alta e campo magnético forte na bobina.

Posição B do sensor do resistor  - corrente média e campo magnético médio na bobina. Posição C do sensor do resistor  - corrente fraca e campo magnético fraco na bobina. O fluxo da corrente elétrica sempre produzirá alguma forma de magnetismo. Assim sendo, temos um campo ao redor dos condutores. Em um eletroímã o núcleo é imantado quando está ligada à fonte (2), Fig. 07. Desligando-se a fonte, a imantação quaDesligando-se desaparece, permanecendo apenas o magnetismo residual (1), Fig. 07.

(9)

COMPARAÇÃO ENTRE OS CIRCUITOS HIDRÁULICO E ELÉTRICO I.

Fig. 10: Circuito hidráulico Fig. 9: Circuito Elétrico COMPARANDO-SE DOIS CIRCUITOS:

O manômetro mede a pressão hidráulica, o •

voltímetro mede a pressão elétrica.

O fluxímetro mede a quantidade de óleo •

que passa pelo tubo, o amperímetro mede a corrente elétrica que passa pelo condutor. Para que o motor hidráulico funcione •

é necessário que a bomba esteja funcionando e o registro aberto, para que o motor funcione, o alternador deve estar funcionando e a chave ligada.

Com a bomba funcionando, mas o registro •

fechado, haverá pressão sem vazão e o motor hidráulico não funciona. Com a chave desligada e o alternador funcionando, haverá tensão sem corrente e o motor não funciona.

O óleo que sai da bomba, passa pelo motor •

hidráulico e retorna a bomba. A corrente elétrica que sai do alternador, passa pelo motor e retorna ao gerador.

Se a tubulação amassar, isto causará uma •

resistência na vazão do óleo. Um condutor mal emendado, mal parafusado, causam resistência à corrente elétrica.

(10)

PRINCÍPIOS ELÉTRICOS I.

Tensão (Voltagem) - Volt:

É responsável pela ação de “empurrar” a corrente elétrica pelo circuito.

Corrente (Amperagem) - Ampere:

É a quantidade de eletricidade que passa no circuito.

Resistência - Ohms:

É a dificuldade encontrada pela corrente, para passar no circuito.

Potência - Watts:

É o produto entre a corrente e a tensão do circuito.

Circuito Paralelo

Neste circuito, (Fig.12), a tensão é igual em qualquer ponto. A corrente tem vários caminhos e varia de acordo com a resistência de cada componente.

Circuito Série

Neste circuito (Fig.11), a corrente só tem um caminho a seguir e é igual em qualquer ponto. A tensão varia  de acordo com a resistência de cada componente.

Fig. 11: Circuito Elétrico em série.

(11)

CONECTANDO BATERIAS

fig. 16: Conexão Paralela (12V / 130 Ah). Fig. 15: Conexão em série (12V/.135 Ah)

Conexão em série (Fig.13 e 15)

As voltagens de cada bateria são •

adicionadas.

A intensidade de corrente é a mesma para •

todas.

Conexão em paralelo (Fig.14 e 16)

A voltagem é a mesma para todas as •

baterias.

A intensidade de corrente é a soma das •

intensidades de cada bateria.

CONEXÕES POSSÍVEIS

Fig. 13: Conexão em série.

(12)

USO DO MULTÍMETRO

FUNÇÕES MAIS USADAS: I.

V (volts) = tensão contínua (bateria) •

V (volts) = tensão alternada (energia •

residencial)

W (ohm) = resistência ou continuidade •

(solenóides, relês, diodo, ETC.)

ALGUMAS PRÁTICAS DE TESTE II.

POTENCIÔMETRO

Um potenciômetro é usado para variar um sinal de tensão que é transmitido para um controlador eletrônico. Através da variação da tensão, um controlador pode dizer quando uma função, comando e/ou resposta é dada. Um potenciômetro normalmente apresenta três posições de fios (Fig.18):

Fio “A” normalmente é usado para fornecer •

tensão para operação do potenciômetro; Fio “B” normalmente usado para enviar uma •

variação de tensão de volta ao controlador; Fio “C” normalmente é usado para enviar •

um sinal de retorno para o controlador para ser usado em funções de auto-teste.

LEMBRE-SE,  a aplicação dos fios “A” e “C”  podem alternar-se, MAS “B” sempre será o

sinal variável.

Fig. 17

(13)

RELÊ

Um relê é um interruptor ativado magneticamente, o qual possui dois circuitos totalmente separados. Para testar corretamente um relê ambos os circuitos devem ser testados individualmente. Os dois circuitos são:

Circuito de ativação •

Circuito que será ATIVADO ou •

DESATIVADO.

LEMBRE-SE,  normalmente a maneira mais rápida para se testar um relê, é coloca-lo em um circuito que se tem conhecimento que está operando corretamente.

Procedimentos de Teste: Remova o relê do circuito; 1.

Identifique os terminais; 2.

Coloque o seletor do multímetro na posição 3.

Ohms (Ω) e conecte as ponteiras nos terminais 2 e 1, 85 e 86 (Fig. 19).

A medida normalmente será entre 75 e •

85 Ohms de resistência para um relê de 12 volts.

Coloque uma ponteira no terminal 3

4. (30) e

uma no terminal 4 , 87a (Fig. 20);

 A leitura deverá ser menos de 10 Ohms •

de resistência;

Coloque uma ponteira no terminal 3 (30) e 5.

uma no terminal 5 (87), Figura 21;

Não deverá haver conexão, o display •

do multímetro deverá indicar um circuito aberto (OL).

Se 12 V forem aplicados através dos terminais 1(86) e 2 (85) o relê deverá ser ativado e as leituras encontradas nos passos 4 e 5 devem ser reversas.

Fig. 19

Fig. 20

(14)

Mede a dificuldade que apresenta um material à passagem de uma corrente Elétrica. Se representa pela letra R, e se mede com o ohmímetro ou óhmetro.

LEITURA DE VALORES DE RESISTÊNCIAS

Para leituras de valores de resistências, deverá ser consultada a tabela (universal) de cores. Não deve ser descartados os valores de tolerânia da última faixa.

CIRCUITO EM SÉRIE DE RESISTORES A resistência total neste circuito é igual a soma das resistências parciais (Fig. 23).

Exemplo:

R1 + R2 + R3 = 4 + 3 + 3 = 10 ohm CIRCUITO EM PARALELO DE

RESISTORES

Classificamos um circuito em paralelo quando a corrente tem vários caminhos a seguir uma vez que os componentes são ligados um ao lado do outro e portanto a tensão é igual em todos os componentes (Fig.24).

A soma das correntes paralelas é igual •

à corrente total do circuito

A tensão é igual em todas as cargas •

Caso haja mais que dois resistores, •

o cálculo será feito com os dois e o resultado com o seguinte e assim sucessivamente (Fig.25). RESISTÊNCIA ELÉTRICA Fig. 22 Fig. 23 Fig. 24 Fig. 25

(15)

DIODOS Fig. 26 Fig. 27 Fig. 28 fig. 29 SÍMBOLO:

Um diodo é um tipo de semi-condutor que permite a passagem da corrente somente em uma direção (Fig. 26).

COMPOSIÇÃO

Um diodo é formado pela união de dois semi-condutores, um do tipo P, predominância de carga positiva, e outro do tipo N, predominância de carga negativa (Fig.27). Em condição normal o semi-condutor tipo P tem um execesso de carga positiva. Na interface entre as cargas dos dois semi-condutores P e N, ocorreu uma tentativa de união através da troca de energia necessária.

CHECANDO UM DIODO COM UM MEDIDOR DE OHMS

A polaridade do medidor deve ser conhecida. Seguir as instruções do manual do instrumento.

Retire o diodo do circuito e conecte-o ao medidor.

Se o medidor estiver na polaridade positiva •

(Fig.28) a resistência R deve ser baixa, se o medidor estiver na polaridade negativa (Fig.29) a resistência R é infinita. Neste caso o diodo está em boas condições. Se, com o medidor em ambas as •

polaridedes, a resistência for infinita, o diodo está interrompido.

Se, com o medidor em ambas as polaridades, •

a resistência for aproximadamente zero, o diodo está em curto-circuito.

(16)

LED

Os diodos emissores de luz, os famosos LED’s (light emissor diode), que são representados por um diodo normal mais duas pequenas flechas para fora, que indicam que emite luz. Possuem as mesmas propriedades dos diodos normais, porém, é claro, emitem luz. A simbologia adotada para um LED é mostrada na (Fig.30). NOTA:  o LED só acenderá se a polaridade estiver correta

Fig. 30

Fig. 31

Fig. 32 TRANSISTORES

Os transistores bipolares NPN e PNP são compostos por diodos, porém com mais uma camada portanto, os testes podem seguir o mesmo processo usado nos diodos comuns. O teste se realiza entre o terminal da base B e o terminal E e C. O processo a seguir no transistor NPN e PNP são opostos. Como num diodo comum, se as passagens não são sómente em um sentido, deverá ser substituido (Fig.31).

POTENCIÔMETRO

Um potenciômetro é usado para variar um sinal de tensão que é transmitido para um controlador eletrônico. Através da variação da tensão, um controlador pode dizer quando uma função, comando e/ou resposta é dada. O potenciômetro é simbolizado conforme a Fig.32

O exemplo mais conhecido de um deste dispositico é a "boia" de combustivel.

(17)

DEFINIÇÕES NORMALIZADAS

Alessandro Volta - Fisico Italiano 1V (E) (Volt)

Diferença de potencial necessária para fazer circular 1A (Ampère), num condutor cuja resistência seja de 1Ω   (Ohm).

Ω × = A V 

Georg S. Ohm - Cientista Alemâo 1Ω   (R) (Ohm):

Resistência oferecida a passagem de 1A (Ampère), quando houver uma diferença de potencial de 1V (Volt).

 A V  = Ω

André M. Ampére - Fisico Francês 1A (I) (Ampère):

Corrente que passa por um condutor cuja resistência vale 1Ω  (Ohm), quando submetido

a uma diferença de potencial de 1 V (Volt).

Ω = V   A

POTÊNCIA ELÉTRICA: A UNIDADE DE DE POTÊNCIA ELÉTRICA É O WATT Sir James Watt - Fisico Inglês

1W (watt):

Trabalho realizado em um segundo, por um ddp (diferença de potencial) de 1 volt, para mover uma carga de 1 coulomb. Um Coulomb por segundo é igual a um ampère:

Ω × = A V  Fig. 34 Fig. 33

(18)

GENERALIDADES Fio condutor (transparente)

SIMBOLOGIA ELÉTRICA

Fio condutor de dupla cor (vermelho/branco)

Conectores: conector C (pinos 6 - 3 - 5 e 9)

Linha limitadora de sistemas ou módulos

Linha limitando um sistema

Linha limatora de um módulo, por exemplo: A10 Buzina.

Seta endereçadora. Neste, indica continuidade no módulo A15 - Alarme.

(19)

Buzina

Alarme Sonoro Motor de arranque Motor elétrico

ATUADORES OU CONSUMIDORES

Bobina (Relé, solenóide, etc.)

Lâmpada

(20)

GERADORES E ARMAZENADORES ELEMENTOS DE SEGURANÇA Fusível de linha Alternador  Bateria Diodo

(21)

CHAVES E TECLAS

Tecla com iluminação 2 contatos

2 posições NL

Tecla com iluminação 1 Contato

2 Posições ND

Tecla com iluminação: 1 Contato

2 Posições Chave de contato

(22)

Tecla com iluminação 2 contatos

3 posições ND

Tecla com iluminação 3 contatos (sequencial) 3 posições

(23)

RELÉS INSTRUMENTOS DO PAINEL Relé inversor  1 contato 2 posições Tacômetro de 3 funções Indicador analógico Relé Horímetro analógico

(24)

SENSOREAMENTO CÓDIGO DE CORES SIGLA COR AM Amarelo AM/VE Amarelo/Vermelho AZ Azul BR Branco

COR/COR Dupla cor  

LA Laranja MA Marrom PR Preto PU Púrpura (Violeta) TR Transparente VD Verde VE Vermelho

Nivelador das peneiras Sensor de perda de grão

(25)

INTERRUPTORES

Atuação mecânica

Variável por nível

Variável por temperatura

De contato por temperatura Normal aberto

De contato por pressão Normal fechado

De contato por pressão negativa (vácuo) Normal aberto

(26)

INTERRUPTORES DE POSIÇÃO PARTICULAR

Interruptor da ré no conjunto multifunção que energiza o solenóide da haste hidráulica, posição sobe, do conjunto de alimentação (Fig.35). Fica normalmente desligado.

Interruptor da posição neutra da alavanca multifunção (Fig.36). Interrompe a passagem de corrente para o relê 12, do motor.

Interruptor de ação mecânica no dispositivo de freio de estacionamento (Fig.37). Fica normalmente desligado.

Fig. 35

Fig. 36

(27)

Interruptor de ação mecânica no dispositivo de corte de energia do solenóide que ativa a haste hidráulica, posição sobe, do conjunto de alimentação (Fig.38). Fica normalmente ligado.

(28)

1 - 16A: Farol Principal FUSÍVEIS 2 - 10A - Buzina 3 - 10A: Lâmpada Tanque Graneleiro (Iluminação) 4 - 16A: Iluminação Teclas Tacômetro Painel Lâmpadas de Advertência 5 - 10A Lâmpadas do Freio de Estacionamento Lanternas de Freio Tubo de Descarga 6 - 16A Indicadores de Direção Pisca Alerta 7 - 10A: Lanterna Esquerda 8 - 25A: Variador Ventilador  Variador Cilindro Variador Molinete Picador de Palha 9 - 16A: Ar Condicionado Ventilador Cabine 10 - 16A: Limpador de pára-brisa 11 - 10A: Farol de trabalho da cabine

(29)

12- 10A: Lanterna Direita Iluminação Instrumentos 13 - 16A: Farol Trabalho 14 - 16A: Farol Trabalho 15 - 10A: Válvula Eletro-pneumática de Segurança 16 - 16A: Monitor de Perdas 17 - 16A:

Luz Alerta Tráfego

Nível Tanque Graneleiro

18 - 10A: Rádio 19 - 15A: Reserva 21 - 10A: Reserva FUSÍVEIS 1 - Válvula Eletro-pneumática de Segurança RELÉS 2 - Alarme sonoro 3 - Interruptor de partida 4 - Faróis de trabalho da Cabine 5 - Faróis de trabalho 6 - Segurança do motor 

(30)

7 - Reativação do motor  9 - Ar Condicionado 10 - Cilindro de Debulha 11 - Indicadores de direção Pisca alerta 12 - Motor de partida 13 - Variador do molinete (Aumento da velocidade) 14 - Variador do molinete (diminuição da velocidade) 15 - Parada da plataforma 16 - Controle automático da altura da plataforma 17 - Interruptor do CAAP 18 - Levante da plataforma 19 - Descida da Plataforma 20 - Flutuação do lado esquerdo 21 - Flutuação do lado direito 22 - Sobe Molinete 23 - Desce Molinete 24 - Reversor  RELÉS

(31)
(32)
(33)
(34)

   C   a    l    i    b  r   a   ç    ã  o    d  e   r   a    i  o    d  o   s   p   n   e   u   s   p   a   r   a   c    á    l   -  c   u    l  o    d  e    á  r   e   a

(35)

DEFEITO OBSERVADO POSSÍVEIS CAUSAS OPERAÇÃO A EFETUAR Luzes de trabalho não

acendem

Lâmpada queimada Substituir  

Fusíveis nº 14/13 Queimado

Verificar/Substituir  Relé nº 5

Tecla do painel Luzes do tubo de descarga

não acendem

Lâmpada Queimada Substituir  

Fusível 24

Verificar/Substituir  Tecla do Painel

Luzes de trabalho da cabine não acendem

Lâmpada Queimada Substituir  

Fusível nº 11

Verificar/Substituir  Relé nº 4

Tecla do Painel Luz interna da cabine não

acende

Lâmpada Queimada Substituir  

Interruptor ( Teto ) Verificar/Substituir   Limpador de para-brisa não

funciona Motor do limpador  Verificar (Teste )/ Substituir  Tecla do limpador  Fusível nº 10 Relé nº 3

Ar condicionado não funciona Interruptor ar condicionado

Verificar/Substituir  Termostato

Relé nº 9/3 Fusível nº 9 Pressostato

Embreagem magnética do compressor  Luzes de freio de mão não

acendem (módulo de controle)

Led Queimado Substituir módulo

de controle Interruptor Freio de mão

Verificar/Substituir  Fusível nº 5

Relé nº 3 Alarme sonoro do freio de mão

não funciona

Interruptor do freio de mão

Verificar/Substituir  Fusível nº 5

Relé nº 3

Alarme Substituir central

elétrica Luzes freio de pé não

funcionam

Lâmpada queimada Substituir  

Relé nº 3

Verificar/Substituir  Fusível nº 5

Bulbo de pressão (Pressostato)

(36)

DEFEITO OBSERVADO POSSÍVEIS CAUSAS OPERAÇÃO A EFETUAR Lanternas de tráfego não

acendem

Lâmpada Queimada Substituir  

Fusíveis nº 7/12

Verificar/Substituir  Tecla do Painel

Faróis principais não acendem Lâmpada Queimada Substituir   Fusível nº 1

Verificar/Substituir  Tecla do Painel

Buzina não soa Fusível nº 2

Verificar/Substituir  Relé nº 3

Buzina com defeito Chave de seta Luzes de direção não

funcionam

Lâmpada Queimada Substituir  

Relé nº 11/3

Verificar/Substituir  Chave de seta

Tecla do Alerta Fusível nº 6 Alerta não funciona Fusível nº 23

Verificar/Substituir  Tecla do Alerta

Relé nº 11

Lâmpada Queimada Substituir  

Medidor de combustível não funciona

Bóia do tanque

Testar/Substituir  Relógio do marcador de combustível

Fusível nº 4

Verificar/Substituir  Relé nº 3

Medidor de temperatura não

funciona Sensor ( Bulbo ) temp .Relógio de temp. Testar/Substituir  Fusível nº 4

Verificar/Substituir  Relé nº 3

Motor não arranca (não gira) Chave de contato

Verificar/Substituir  Interruptor de partida

Tecla da trilha ligada Desligar  

Tecla da trilha com defeito Verificar/Substituir   Alavanca multi-funcional Deixar na posição

neutra Relé nº 12

Verificar/Substituir  Solenóide do motor de partida

Motor de partida Verificar  

Motor arranca (Gira) mas não pega

Conector do solenóide da bomba injetora Verificar  Solenóide da bomba injetotra

Verificar/Substituir  Relé nº 6/3

Luzes do painel não acendem Relé nº 3

Verificar/Substituir  Fusível nº 4

(37)

DEFEITO OBSERVADO POSSÍVEIS CAUSAS OPERAÇÃO A EFETUAR Horímetro não funciona Horímetro ( Relógio ) Substituir 

Alternador  Verificar 

Módulo de RPM Sensores Ajustar/Verificar/

Substituir 

Saca palha Relé nº 10/3

Elevador de grãos Fusível nº 8/4

Picador Tecla da trilha

Trilha não liga Relé nº 3/10

Verificar/Substituir  Fusível nº 4/8

Tecla com defeito

Solenóide da micro-válvula

Reversor não aciona Tecla da plataforma ligada Desliga-la Tecla da plataforma com defeito

Verificar/Substituir  Relé nº 3/24

Fusível nº 4/18

Interruptor do reversor (Alavanca

multi-funcional) Substituir Alavanca

Solenóide da micro-válvula Verificar/Substituir   Descarga de grãos não liga Relé nº 3

Verificar/Substituir  Fusível nº 5

Interruptor (Fim de curso) Tecla do tubo de descarga Solenóide da micro válvula Variador do molinete não liga Relé nº 3/13/14

Verificar/Substituir  Fusível nº 18

Interruptor do variador do molinete (Alavanca Multi-Função)

Substituir a alavanca

Motor do variador Verificar/Substituir   Monitor de rendimento não

funciona

Fusível nº 4/16

Verificar/Substituir  Relé nº 3

Monitor

Sensores peneiras/saca-palha (Filtro) Luz do tanque graneleiro não

funciona

Lâmpada queimada

Verificar/Substituir  Fusível nº 3

Relé nº 3 Circuito de segurança Sistema

pneumático

Relé nº 3/1

Verificar/Substituir  Fusível nº 15

Sensor de pressão (Pressostato) Solenóide da micro-válvula

(38)

DEFEITO OBSERVADO POSSÍVEIS CAUSAS OPERAÇÃO A EFETUAR Plataforma não liga Fusível nº 4

Verificar/Substituir  Relé nº 3/15

Tecla com defeito

Solenóide da micro-válvula Flutuação lateral não funciona Fusível nº 4

Verificar/Substituir  Relé nº 3

Solenóide da micro-válvula Tecla com defeito

CAAP não funciona (TC 59) Fusível nº 4/18

Verificar/Substituir  Relé nº 3/16/17

Interruptor CAAP - Alavanca multi-função Substituir alavanca multi-função

Solenóide da micro-válvula

Verificar/Substituir  Tecla com defeito

Sensor do tanque graneleiro não aciona

Tecla na posição 1 ou 3 Ligar na posição 2 Fusível nº 17

Verificar/Substituir  Relé nº 3

Sensor do tanque graneleiro Variador do cilindro não aciona Fusível nº 8

Verificar/Substituir  Relé nº 10

Tecla com defeito Motor com defeito Tacômetro não funciona Relé nº 3

Verificar/Substituir  Fusível nº 4

Tacômetro com defeito Sensores

Tecla com defeito Variador do ventilador não

aciona Fusível nº 8

Verificar/Substituir  Relé nº 10

Tecla com defeito Motor com defeito Lat. Float (Manual) não aciona

(TC 59) Fusível nº 18Relé nº 3/20/21 Verificar/Substituir 

Tecla com defeito

Interruptor ( Alavanca Multi-função ) Substituir  Solenóide da micro válvula (L. D. Sobe)

Verificar/Substituir  Solenóide da micro válvula (L. E. Sobe)

Altura do molinete não aciona (TC 59)

Fusível nº 18

Verificar/Substituir  Relé nº 3/22/23

Interruptor ( Alavanca multi-função ) Substituir  Solenóide da micro válvula (Sobe)

Verificar/Substituir  Solenóide da micro válvula (Desce)

(39)

DEFEITO OBSERVADO POSSÍVEIS CAUSAS OPERAÇÃO A EFETUAR Controle de altura da

plataforma não aciona

Fusível nº 18

Verificar/Substituir  Relé nº 3/18/19

Interruptor (Alavanca multi-função ) Substituir  Solenóide da micro-válvula:

Sobe - Ver interruptor módulo A29 pos. 54 C

Desce

Verificar/Substituir  Bateria não carrega Terminais soltos ou corroídos Apertar ou substituir

terminais. Correia do alternador frouxa. Tensionar ou

substituir correia. Alternador ou regulador Testar alternador

* de tensão defeituosos.

Ar condicionado não esfria Fusível nº 9 queimado. Verificar a causa e substituir o fusível.

Condensador obstruído Limpar o

condensador externamente

Evaporador obstruído Limpar o

evaporador externamente. Contate o seu Distribuidor/ Representante New Holland para assistência especializada. Flutuação Lateral Não Aciona Relé No 3

Substituir  Fusível No 4

Tecla com Defeito

Solenóide da Micro-Válvula CAAP Não Funciona Relé No 3

Substituir  Fusível No 4

Tecla com defeito Relé No 8

Solenóide da Micro-Válvula 4WD Não Funciona (TC 5090) Relé No 3

Substituir  Fusível No 3

Tecla 4WD com Defeito

Referências

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