• Nenhum resultado encontrado

Pele em processo: uma performance cênica

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Pele em processo: uma performance cênica"

Copied!
22
0
0

Texto

(1)
(2)

Pele em processo: uma performance cênica

No projeto de encenação de Pele Tecido, descobrimos na pele poesia de Ericson Pires elementos dramáticos pulsantes, que sugerem a presença de interlocutores a quem o poeta se dirige e busca encontros. Fazendo com ele o percurso cênico que inventamos, somos o poeta e seu lirismo, subvertemos o conflito e mergulhamos nas estações de seu drama indivíduo-coletivo. Processo. Para chegar no lugar em que “haverá sempre o que não termina, o que não começou, o que já era”. Mas poderá haver. “Haverá o outro, os outros, o diferente, a diferença”. Haverá sempre o início e o fim. Todo dia será sempre o primeiro: “Esta a ciência do espanto: Importante é andar, seguir. Haverá sempre o dia 1”. Para, enfim, poder sambar: “saio/ sambo inteiro/deixo minha pele tecido brilhar/não ando mais/sambo/ – e viva a geral !!!”

(3)

Foi brincando seriamente na tentativa de viajar junto com o tecelão, que o coletivo formado para esta travessia se viu solto no labirinto de Ericson, entrelaçando palavras, sons, corpos, imagens, afetos, cores e vozes. As pesquisas plásticas e sonoras levaram à criação de uma cena contemporânea, no limite da arte nas fronteiras, marcada pelo hibridismo de linguagens, mesclando texto falado e gravado, vídeos dos atores em contraponto à presença em cena, registros de processos, músicas reproduzidas mecanicamente e sonoridades realizadas ao vivo, performances com a utilização de tecidos e uma ambientação entrelaçada de fios e marcada por fluxos luminosos de recursos alógenos e de led, sugerindo uma instalação de artes visuais. Mesclando presença e ausência, a encenação performática busca, junto do público, o encontro com a urgência da poesia de Ericson Pires.

Foto: Carol Moreira

(4)

Ericson Pires: a poesia em busca da

instantaneidade do instante

Mestre e Doutor em Literatura pela PUC RIO, onde realizou pesquisas que resultaram nas publicações dos livros: Zé Celso Oficina-Uzyna de corpos (Editora Annablume, 2004) e Cidade Ocupada (Aeroplano, 2007). Como poeta, publicou os livros: Cinema de garganta (Azougue, 2002) e Pele tecido (7 Letras, 2010). Foi professor no Instituto de Artes da UERJ, a partir de 2007, no Departamento de Linguagens Artísticas.

A criação cênica a partir dos poemas de Pele Tecido é uma pequena homenagem à sua participação nos meandros da vida acadêmica e suas relações (in) tensas entre arte e universidade. Sua presença e sua fala afiada ronda nossa memória de encontros, espaços, corpos, embates, performances.

O poeta carioca Ericson Pires (1971 – 2012) fez uma travessia intensa em seu percurso de 40 anos de vida, em grande parte entrelaçados com a experiência artística como poeta, ator, músico e performer, desdobrando-se pelas brechas entre as fronteiras das linguagens, numa atuação na qual vida e arte se misturam. No desejo de capturar a “instantaneidade do instante do instante”, Ericson construiu uma trajetória que passou pelo movimento de poesia CEP 20.000, pelo coletivo de música Hapax e a militância na política das artes, do corpo e no cotidiano urbano da cidade do Rio de Janeiro.

(5)

Foto: Elizeth Pinheiro Foto: Elizeth Pinheiro

Foto: Pedro Borges

(6)

Pele Tecido: travessia no corpo da língua

O livro de poemas

Pele tecido

apresenta uma estrutura em 20 cantos, um prólogo e um epílogo, pelos quais o poeta/tecelão realiza um percurso em busca de si e do mundo, numa tessitura da linguagem e da arte. O corpo e a língua são os canais por onde se faz a travessia e a costura. O conjunto dos cantos se organiza como uma (quase) narrativa do trajeto por onde “todas as linhas foram trançadas”, composto por episódios do caminho do poeta-tecelão, que começa pela indicação: “Há fim sempre que se faz início”. E numa perspectiva do “Lá” como ponto de fuga e de chegada, tecido pelo acaso, ação, enlace, o momento do gesto e da força. Conectando o fluxo e o devir das “melodias insondáveis do antes”, onde “o sol era só sol. o chão era só chão”, o poeta segue: “Sou a boca que canta. Sou som da boca. Sou só boca. Sou início”. No Canto matinal, algo tece e nasce do sol: “Meu corpo no sol/todo o sol no meu corpo/sol/meu corpo/meu corpo sol/todo dia é/ brilho vivo”.

(7)

O poeta-tecelão mergulha em si, no seu silêncio, som e fala. “Tecer-se/ em cada linha que cruza/ em cada ponto que surge/ em cada salto que escapa”. Atravessa, rompe o tempo-espaço e busca a velha fala para construir a sua. Não nega os mestres: “Reinvento a necessidade de penetrar o corpo da língua. As coisas devem novamente ser ditas”. Na linha escrita da arte e da vertigem de existir, a consciência do ser, de estar, de ter um fio. E o receio: “Serei só o número ímpar no destacamento?” A busca alucinada de contato: “Não quero ser no sou só. Encontrar fios”. Para então continuar de novo nas miragens e novas buscas: muitas rotas, plantas, milhas. Na estrada. Na busca de um dia perfeito. E do som. A travessia tem seu (des) limite: “o instante é a única medida agora”. O poeta enfrenta portas que precisam ser rompidas: “A porta cede, sede aberta”. Atravessamentos. Solto no labirinto: “Eu vejo tantas coisas, vejo cem partes das coisas, rua aberta, suas pernas abertas”. E uma rede direta (com armadilhas no meio, as tentações!), mas atento e forte: “A minha fortuna é olho aberto”. Cruzando a ponte coberta, túnel dos muitos lugares, “é necessário manter o corpo aberto/ o topo aberto/o toque aberto/o foco aberto/manter aberto tudo que escoa/tudo que esvai”. Passagens, paisagens e miragens do outro: espreitando o todo, “o que não acaba/ meio/ chegada/fim entrada/meio/fim/meio”.

(8)

A poesia de Ericson Pires nos assombra com a força libertária que, à maneira de um Walt Witman, afirma: “vai, este será o sentido!”; com a entrega do corpo à matéria da poesia: “aquele que escreve é também aquele que é escrito”. E sua intensidade se traduz num quase epitáfio, que ultrapassa a (im) possibilidade de tanta força vital: “O homem acabou. sobra desejo. sobra força. sobra o que continua. ninguém pode esperar sem o seu desejo. o destino é o desejo. o desejo nunca existiu. o desejo é o desejo. resto”. É tanto no “resto” quanto no “desejo” que nos embrenhamos na necessidade de abraçar as palavras de Ericson, do livro

Pele Tecido

, para nos contaminar de sua

força telúrica e criativa, num processo artístico que se apresenta como performance cênica, buscando um modo de dizer, fazer e se conectar com sua fala poética.

(9)
(10)

Foto: Elizeth Pinheiro Foto: Elizeth Pinheiro

(11)
(12)

Fotos: Elizeth Pinheiro

(13)

Iluminação: Rider de Luz

(14)

CONTATOS: César Germano (21) 98827-3346

(15)

Cenário

Podem ser feitas adaptações de acordo com o espaço da encenação Planta Baixa

(16)

Ficha técnica

Poemas: Ericson Pires

Livro:

Pele tecido

(7 Letras, 2010). Direção: Nanci de Freitas

Elenco:

Carol Moreira Giovana Adoracion Rodrigo Claro

Criação cênica:

Iluminação: César Germano

Montagem e operação de luz: César Germano Cenografia: Carol Moreira

Criação e edição de vídeos: Pedro Henrique Borges Operação de multimídia (som e vídeos): Pedro Henrique Borges

Trilha sonora original: Giovana Adoracion Produção da trilha sonora: Giovana Adoracion

Gravação de áudio: Laboratório S.O.N.A.R.

-Sonoridades, Organicidades, Nomadologias, Artes e Radiofonias (Instituto de Artes/UERJ)

Coordenador: Marcelo Wasem

Gravação: Mariana Brum e Thatiana Montenegro Finalização: Maria Clara Soares e Vitor Rocha Programação visual: Laís Maria

Fotografias de cena: Elizeth Pinheiro, Nanci de Freitas e Carol Moreira

Figurinos: o grupo

Produção e divulgação: o grupo Coordenação técnica: César Germano Coordenação geral: Nanci de Freitas

www.mirateatro.wordpress.com

Contato: Nanci de Freitas

Telefones: 22057367 - 987412550 Email: [email protected]

(17)

Coordenação: Profª Nanci de Freitas Instituto de Artes da UERJ

O coletivo Mirateatro! Espaço de Estudos e Criação Cênica desenvolve atividades de pesquisa e de criação artística, atuando como um laboratório de experimentação das relações entre teatro e outras linguagens. Os processos de criação geram a encenação de espetáculos e de performances cênicas, conectados com questões artísticas contemporâneas, contando com a participação de estudantes e professores do Instituto de Artes da UERJ, assim como de artistas e pesquisadores convidados.

As atividades do Mirateatro estão relacionadas ao projeto de pesquisa, Roteiros da cena contemporânea: mediações. As pesquisas propostas tomam o teatro como área de referência, procurando, no entanto, ampliar seu espaço de pensamento e de atuação, tendo em vista suas possibilidades de mediação com diversas linguagens artísticas, em particular com as artes visuais. Os estudos de procedimentos desenvolvidos por grupos, dramaturgos, atores e artistas cênicos diversos (com ênfase na produção feita no Brasil) procuram levantar questões, ampliar subsídios teóricos e recursos artísticos, técnicos e tecnológicos, para a instauração de processos próprios de criação e de produção da teatralidade.

A realização de eventos, encontros, debates, leituras dramatúrgicas e mostras de teatro pretendem contribuir para ampliar este espaço de estudos e de experimentação artística, tendo em vista a diversidade de perspectivas das artes cênicas, na contemporaneidade. Nesse sentido, o desejo é de sempre olhar para o teatro como um alvo, operando a uma desmontagem de sua engrenagem, procurando – quem sabe – um novo modo de construção da idéia do teatro.

(18)

O Laboratório

O projeto Mirateatro! Espaço de Estudos e Criação Cênica desenvolve suas atividades no Laboratório de Artes Cênicas – LabCena, localizado no Centro Cultural da UERJ. O laboratório foi implantado em 2012, com o auxílio de um edital da FAPERJ – Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado do Rio de Janeiro - numa parceria entre o Instituto de Artes e o Departamento Cultural da UERJ. O espaço, dotado de condições adequadas para o ensino e a pesquisa na área de Artes Cênicas, oferece recursos de iluminação, sonorização e projeção de vídeo, tendo sido cadastrado, em 2014, como uma UDT – Unidade de Desenvolvimento tecnológico (INOV UERJ/SR2).

No laboratório são desenvolvidas as disciplinas da área de Artes Cênicas (teatro, dança e performance), dos cursos de Graduação em Artes Visuais e História da Arte e os projetos de extensão e pesquisa vinculados ao Instituto de Artes, além de oficinas de teatro e dança abertas para o público, em geral.

Aliando aspectos artísticos, acadêmicos e tecnológicos, o laboratório procura contribuir para a formação e qualificação de artistas, pesquisadores e docentes da área de artes cênicas, fomentando atividades de pesquisa e criação, valorizando experiências artísticas aliadas às reflexões teóricas, tendo em vista o caráter interdisciplinar e a multiplicidade de formas cênicas, na contemporaneidade.

Foto: Carol Moreira Foto: Nanci de Freitas

(19)

Nanci de Freitas - Diretora é Professora Adjunta no Instituto de Artes da UERJ,

atuando no Departamento de Linguagens Artísticas. É doutora em Poéticas do Teatro, pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Na mesma instituição, fez o Bacharelado em Artes Cênicas, com habilitação em Teoria do Teatro. Na UERJ, a professora coordena a pesquisa, Roteiros da cena contemporânea: mediações, e desenvolve prática artística no projeto de extensão, Mirateatro! Espaço de estudos e criação cênica. Foi coordenadora do Centro cultural da UERJ, do projeto Oficinas de criação artística da UERJ e do Núcleo de Investigação Teatral da UERJ, entre os anos 1996 e 2000. Lecionou teoria do teatro no Curso de Formação de Atores da UniverCidade, no período de 1993 a 2000.

Realizou sua formação como atriz na Escola de Teatro do Palácio das Artes (Fundação Clóvis Salgado), em Belo Horizonte, de 1978 a 1980. Participou, no Rio de Janeiro, do Grupo de Teatro Mergulho no Trágico, sob a direção de José da Costa Filho, atuando como atriz, de 1987 a 1994, nos espetáculos: Édipo Rei e Antígona, de Sófocles; Oréstia, de Ésquilo; As Troianas e Medéia, ambas de Eurípedes. No projeto Mirateatro, dirigiu os espetáculos: Mirateatro (2007), Zona de risco (2009/2010); Fica Frio - texto de Mário Bortolotto (2011), Valsa no 6, de Nelson Rodrigues (2012/2013) e O marinheiro, de Fernando Pessoa (2014). Atualmente, coordena também o Laboratório de Artes Cênicas do Instituto de Artes da UERJ, cadastrado como UDT -Unidade de Desenvolvimento Tecnológico.

(20)

Giovana Adoracion - Bacharel em História da Arte, no Instituto de Artes da UERJ, participa de aulas

livres de teatro, desde 2000, e cursos profissionalizantes, desde 2010. Cursa aulas de canto e teoria musical na escola Espaço das Músicas, em Niterói, desde 2005, tendo estudado já guitarra, teoria e canto com diferentes professores. Participou da Oficina Social de Teatro, de 2012 a 2013, um programa de formação teatral, localizado em Niterói, e integrou também o projeto Pirandello Contemporâneo, na Universidade Federal Fluminense.

Em 2015, passou a integrar o Mirateatro, onde pode exercer as frentes de teatro e música. No recente processo de encenação, Pele Tecido, participa como performer e também como criadora da trilha sonora original.

Rodrigo Claro - Ator, DRT 18687, cursou Bacharelado e Licenciatura em Artes Visuais, no Instituto

de Artes da UERJ, cursou Interpretação cênica na UESA e é professor de artes do Estado do Rio de Janeiro.

Nos anos de 2014 e 2015 participou como diretor assistente do ciclo de leituras do SATED- RJ e participa como ator e pesquisador do projeto Mirateatro! desde 2007, com as montagens: Mira teatro, Zona de Risco e Fica frio na qual além de ator também foi assistente de direção. No recente processo de encenação - Pele Tecido - participa como ator convidado.

Carolina Moreira – Cenografia Técnica em designer de interiores, formada pelo SENAC em 2012

(curso reconhecido pela ABD - Associação Brasileira de Designers). Cursou Arquitetura e Urbanismo na UFF, entre 2003 e 2005 e atualmente cursa Artes Visuais pela UERJ. Foi aluna do Teatro da Barra por um ano, fez cursos livres de teatro com profissionais qualificados e atuou mais de seis anos em teatro amador, além de oito anos de experiência em grupos de dança livre, inclusive dirigindo equipe. Atualmente se dedica à área de cenografia e assistência de produção no Projeto Mirateatro!

(21)

Pedro Henrique Borges – Multimídia é Bacharelado em Artes Visuais pela Universidade do Estado

do Rio de Janeiro, tendo feito parte da sua formação na Academia de Belas Artes em Praga-República Tcheca.e parte na Universitas Kristen Petra – Indonésia. Já trabalhou em diversos museus e galerias do Rio de Janeiro e em agências de pesquisa de tendências do Brasil e do mundo. Além de ser integrante e produtor do Mirateatro foi um dos produtores responsáveis pelas Artes Visuais Bienal de Ciência e Tecnologia da UEE/RJ de 2008 e do XV Festival de Teatro do Rio de Janeiro.

Cesar Germano – Iluminador César Germano é formado em Artes Plásticas pela Universidade

Federal do Mato Grosso - UFMS e trabalha com Artes Cênicas há mais de 15 anos. Trabalhou como Assistente do Diretor e iluminador Jorginho de Carvalho, no Teatro O Tablado e na Universidade Federal do Estado do Rio de Rio de Janeiro- UINIRIO. É Professor de Produção Executiva na FAETEC. Participa, atualmente, como iluminador, dos grupos: Mosaico, de Cuiabá, MT; Cia o Grito de Blumenau, SC; Ensino em Cena, do Rio de Janeiro e da Escola de Balé Gisela Dória, de MS. Também é Coordenador Técnico da Divisão de Teatro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ. Atua no Mirateatro, desde 2010, tendo realizado a iluminação de todos os espetáculos e atualmente recebe a bolsa Qualitec, por meio do INOV UERJ (Departamento de Inovação Tecnológica da UERJ), para atuar no Laboratório de Artes Cênicas.

(22)

• 2007 – Mirateatro! – cena em processo. Criação cênica apresentada no Teatro Noel Rosa e que gerou o título do projeto. A experiência, de caráter metalinguístico, construiu um roteiro-colagem com textos de autores que, ao longo do século XX, questionaram, com humor crítico, seu próprio fazer artístico e as convenções teatrais, como: o ator cômico alemão, Karl Valentin; o futurista italiano, Umberto Boccioni, um dos criadores do “teatro sintético”; Sanchis Sinisterra, da cena contemporânea espanhola.

• 2008/2009. Zona de risco. Processo colaborativo em torno do tema da violência nos grandes centros urbanos, com a participação de estudantes como atores e nas equipes de criação.

•2010. Zona de risco: o filme. Vídeo, reunindo cenas do processo de construção do espetáculo Zona de risco e de sua exibição pública. Ver trailer: http://www.youtube.com/watch?v=DXwagbyZq-A

• 2010. O teatro na zona de risco. Artigo publicado na revista digital Polêmica, sobre o processo de construção do espetáculo. Ver: vol. 9, nº 2. 2010. www.polemica.uerj.br • 2011. Fica Frio – uma road peça. Encenação do texto de Mário Bortolotto, de 1989. Clipe: http://www.youtube.com/watch?v=TZRJNV-jdsA

• 2012. Valsa nº 6. Texto de autoria de Nelson Rodrigues, de 1951. Apresentações realizadas em novembro de 2011, no Teatro Noel Rosa, e em junho de 2012, no Teatro Odylo Costa Filho, ambos no campus da UERJ, no Maracanã.

• 2014/2015. O Marinheiro. Texto de autoria de Fernando Pessoa, de 1913/1914. Apresentações realizadas em novembro de 2014, no Laboratório Mirateatro! e em agosto de 2015 na sala Ester Leão – UNIRIO.

• 2015 – Pele Tecido. Texto de Ericson Pires. Apresentações em novembro no LabCena.

Ações realizadas pelo projeto

Referências

Documentos relacionados

Assim, o fato do Oriente fazer parte de um decálogo sobre Cecília Meireles é importante para este estudo, pois salienta a necessidade de se considerar a tradição indiana quando

Objetivo: Garantir estimativas mais realistas e precisas para o projeto, ao considerar nesta estimativa o esforço necessário (em horas ou percentual do projeto) para

Na língua portuguesa, têm-se dois processos básicos de formação de palavras, a derivação e a composição. Relacione as colunas quanto aos tipos de derivação.

Os alunos que concluam com aproveitamento este curso, ficam habilitados com o 9.º ano de escolaridade e certificação profissional, podem prosseguir estudos em cursos vocacionais

A proposta aqui apresentada prevê uma metodologia de determinação da capacidade de carga de visitação turística para as cavernas da região de Bulhas D’Água

MELO NETO e FROES (1999, p.81) transcreveram a opinião de um empresário sobre responsabilidade social: “Há algumas décadas, na Europa, expandiu-se seu uso para fins.. sociais,

Consultoria pessoa jurídica ou física para capacitação em técnicas verticais de coleta de sementes florestais nativas em copa de árvores (Acrodendrologia), na

comunicações: Convidou os membros do Órgão Especial para o ato de assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre o Ministério Público e a Secretaria da Justiça do