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Graciliano Martins 1

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Academic year: 2021

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Texto

(1)

1 Graciliano Martins

(2)

2

Graciliano Martins Graciliano Martins

(3)

3

Graciliano Martins

(4)

E m e n t a

Estruturação, produção e

apresentação de sermões.

Propósito e tipos de sermões.

Vivências da prática homilética..

4 Gracil ia no M ar ti ns

(5)

O B J E T I V O S

1.Conhecer as principais técnicas de

elaboração de sermão.

2.Compreender as principais técnicas da

Oratória.

3.Saber usar as técnicas de oratória.

5 Gracil ia no M ar ti ns

(6)

C o m p e t ê n c i a s e H a b i l i d a d e s

d o P e r f i l d o E g r e s s o

1. Saber produzir o discurso a partir do

texto bíblico.

2. Desenvolver habilidades que

possibilitem a formação do orador.

3. Desenvolver a capacidade para falar

em público.

6 Gracil ia no M ar ti ns

(7)

C o n t e ú d o P r o g r a m á t i c o

H o m i l é t i c a

1. Conceito

2. História da Homilética

3. Sermão: conceito, propósito e

classificação

4. A tese do sermão

5. Esboço: organização, unidade e formas

7

Gracil ia no M ar ti ns

(8)

C o n t e ú d o P r o g r a m á t i c o

H o m i l é t i c a

6. Partes do esboço

• Título: Tema e assunto

• Texto chave

• Introdução

• Corpo ou desenvolvimento

• Ilustração

• Conclusão

• Apelo

7. O plágio

8 Gracil ia no M ar ti ns

(9)

C o n t e ú d o P r o g r a m á t i c o

O r a t ó r i a

1. Definições e breve história da

pregação e do sermão.

2. O preparo do orador

• Conhecimento

• Estilo

• Espiritualidade

9 Gracil ia no M ar ti ns

(10)

C o n t e ú d o P r o g r a m á t i c o

O r a t ó r i a

3. A Exposição do Sermão

• O poder da palavra falada

• Qualidades do orador

• Hábitos: repetição, gesticulação,

vícios de linguagem...

• A ordem do discurso e a organização

dos pensamentos

• Estilos de apresentação

10 Gracil ia no M ar ti ns

(11)

C o n t e ú d o P r o g r a m á t i c o

O r a t ó r i a

4. Aristóteles e a retórica

5. Testemunho pessoal do pregador

11 Gracil ia no M ar ti ns

(12)

M e t o d o l o g i a d e E s t u d o

1. Aulas expositivas e dialogadas.

2. Elaboração de esboços.

3. Exercícios práticos de exposição de

sermões.

12 Gracil ia no M ar ti ns

(13)

A t i v i d a d e e m E s p a ç o

D i v e r s i f i c a d o

Atividade Acompanhamento %

Avaliação crítica de

sermões Apresentação de relatórios 7,5

13

(14)

C r i t é r i o s e I n s t r u m e n t o s d e

A v a l i a ç ã o

Instrumento de Avaliação Pontuação %

Prova escrita de conhecimento 4,0 40%

Avaliação Fonoaudiologia 1,5 15% S e r m ã

o Três Esboços (tipos variados) 1,5 15%

Uma Apresentação 1,0 10%

Quatro Relatórios de Avaliações 2,0 20%

14

(15)

DISCIPLINAS COM AS QUAIS ESSA DISCIPLINA SE RELACIONA OU SE

INTEGRA

• Prática do Ministério Pastoral I a VI.

• Comunicação de Massa.

15

(16)

Referência Básica

REIS, Emilson dos. Como preparar e

apresentar sermões. 2 ed. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2010.

PAES, Carlito. Como preparar mensagens para transformar vidas: inclui 50 esboços de

mensagens com propósitos. São Paulo: Vida, 2004.

ROBINSON, Haddon. W. Pregação bíblica: o desenvolvimento e a entrega de sermões expositivos. São Paulo, Shedd Publicações, 2002.

16

(17)

Referência Complementar

MORAES, Jilton. Homilética, da pesquisa ao púlpito. São Paulo, Editora Vida, 2001.

CRANE, J. D. (James Dreher). Manual para pregadores leigos. 7. ed. -. Rio de Janeiro: JUERP, 1988.

PIPER, John. Supremacia de Deus na pregação: teologia

estratégia e espiritualidade do Ministério de Púlpito. São Paulo: Shedd Publicações, 2003.

STOTT, John. Eu creio na pregação. São Paulo, Editora Vida, 2001.

ROBINSON, Haddon; LARSON, Craig Brian (Org.). A arte e o ofício da pregação bíblica: um manual abrangente para os comunicadores da atualidade. Tradução de Valdemar

Kroker, Daniel Hubert Kroker, Rebeca Hubert Kroker. São Paulo: Shedd publicações, 2009. 17

(18)

18 Graciliano Martins

(19)

19

Graciliano Martins

(20)
(21)

“A igreja é o instrumento apontado por

Deus para a Salvação dos homens. Foi

organizada para servir, e sua missão é levar

o evangelho ao mundo”.

(22)

Mateus 28:19

“A missão não está no “ide”, o “ide” faz parte do método para

fazer algo...”

Pr. Erico Xavier

(23)

Mateus 28:18-20

Meios e Métodos

1. Indo

2. Batizando 3. Ensinando

4. Com a autoridade do Céu

5. Com a presença de Cristo diariamente

A Missão é fazer novos Discípulos

(24)

D i s c i p u l a d o

Tipos de discípulos

1. O que aprende com o

Mestre;

2. O que aprende e

defende uma causa do

Mestre;

3. O que aprende, defende

uma causa e deseja

(25)

No Cristianismo o Discípulo Imita o Mestre

Sede meus

imitadores,

como também

eu sou de Cristo.

1º Cor. 4:16; 11:1; Fil. 3:17. “ I d e e f a z e i d i s c í p u l o s ”

(26)

Há quatro formas de persuadir ou convencer alguém:

1.

Pela lei

2.

Pela força

3.

Pela Palavra

4.

Pelo exemplo 26

A Palavra

Cognitivo, afetivo e comportamenta

Graciliano Martins

(27)

Os gregos davam à conversa o nome de

homilía.

Os romanos davam à conversa o nome de

sermonis.

Os termos são sinônimos. Ou seja,

significam conversar.

27

A Palavra

Cognitivo, afetivo e comportamenta

Graciliano Martins

(28)

Retórica deriva de rêtos (Gr), palavra falada.

Eloquência (LT) eloquentia, significa ato ou efeito de se falar bem.

28

A Palavra

Cognitivo, afetivo e comportamenta

Graciliano Martins

(29)

Eloquência é um conjunto de qualidades de um orador, que leva seus ouvintes a acatarem as suas ideias ou

pensamentos.

29

Eloquência

Cognitivo, afetivo e comportamenta

Graciliano Martins

(30)

O orador precisa conhecer bem o assunto a ser apresentado porque isso promove

segurança para quem fala, desperta a confiança de quem ouve facilitando a aceitação do orador e do discurso.

30

Graciliano Martins

Graciliano Martins

(31)

Procura apresentar-te

diante de Deus aprovado, como obreiro que não

tem do se envergonhar, que maneja bem a

palavra da verdade.

2Tim. 2:15

(32)

Precisa ter convicção ou a certeza de que está falando a verdade.

Precisa ser movido por motivos honestos. Um pregador sem fé, sem convicção, é um falsário, um vigarista, um demagogo.

32

Graciliano Martins

O O r a d o r

(33)

A relação do pregador com o sermão

promove ou compromete a credibilidade da mensagem apresentada.

O pregador deve ser um exemplo para os seus ouvintes.

33

Graciliano Martins

O O r a d o r

(34)

O Testemunho Pessoal também Fala

“Porque o nosso evangelho

não chegou até vós somente

em palavras, mas, também,

em poder, e no Espírito Santo,

e em plena convicção, assim

como sabeis ter sido o nosso

procedimento entre vós, por

amor de vós.” 1º Tes. 1:5

(35)

35

Graciliano Martins

O O r a d o r

Graciliano Martins

Ninguém despreze a tua mocidade, mas sê um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza.

(36)

Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia; Porque se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?

1ºTim. 3:4, 5

(37)

37

Graciliano Martins

U m E x ê m p l o

Graciliano Martins

1. Conduta moral

2. Educação, bons modos, boas maneiras 3. Honestidade, pontualidade, domínio

próprio

(38)

E os filhos são de semblante duro, e

obstinados de coração; eu te envio a eles, e lhes dirás: Assim diz o SENHOR JEOVÁ. E eles, quer ouçam quer deixem de ouvir, porque são casa rebelde, hão de saber

que esteve no meio deles um profeta. Eze. 2:4, 5

(39)

De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo,

O Pregador é um

Embaixador do Céu na Terra

(40)

Chamado por Cristo

Vinde após mim e Eu farei que vos torneis

pescadores de homens. Mc. 1:17

(41)

Transformado por Cristo

O maior desejo de quem aceitou o chamado do

Mestre, é Ver Jesus Voltar. E o maior prazer é pregar o Evangelho.

(42)

O Amor pelas Ovelhas

... Simão, filho de Jonas, amas-me?

Simão entristeceu-se, por ter perguntado a terceira

vez: Amas-me? E disse-lhe: Senhor, tu sabes tudo; tu

sabes que eu te amo. Jesus disse-lhe: Apascenta as

(43)

Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho,

sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu

bispos, para apascentardes a igreja de Deus,

que ele resgatou com seu próprio sangue.

(44)

C o m u n h ã o c o m D e u s

1. Quando o pregador ora, louva, oferta..., fala com Deus;

2. Quando o pregador lê a Bíblia, o

Espírito de Profecia..., Deus fala com ele.

(45)

O Pregador deve ser Homem de Oração

“Há necessidade de homens que orem a

Deus pedindo sabedoria e que, sob a orientação divina, possam pôr nova vida nos antigos

métodos de trabalho...”

Evangelismo, p. 15

(46)

A essência da pregação é a mensagem Bíblica.

A pregação é a exposição direta da vontade de Deus.

(47)

O material da pregação deve ser a Verdade, a Palavra de Deus.

 2 vezes (laleo) = falar;

 7 vezes (evaggelizo) = trazer boas

novas, anunciar alegres novidades;

 40 vezes (o mesmo verbo) = no sentido

de anunciar;

 60 vezes (kerusso) = proclamar

publicamente.

47

Graciliano Martins

A P r e g a ç ã o

(48)

Sermão: “São trinta minutos capazes de

ressuscitar mortos.” (Bruskins).

“O Sermão é um pão para ser comido e não uma obra de arte para ser

admirado.”

Pregação: “É a comunicação da verdade

de um homem para outro.” Felipe Brooks

48

Graciliano Martins

D i s c u r s o

(49)

• “A mensagem de Deus, do livro de Deus,

pelo homem de Deus, na Casa de Deus, no dia de Deus – isso é pregação.” (H. M. S. Richards)

• “A pregação do evangelho é o agente

escolhido por Deus para a salvação das almas.” (Ellen G. White, 5T, 87)

• “Agradou a Deus salvar os crentes por meio

da loucura da pregação.” (I Cor. 1:21)

• “Deus...manifestou a seu tempo sua

palavra pela pregação.” (Tito 1:3)

49

Graciliano Martins

(50)

• “A pregação é uma manifestação do Verbo

encarnado desde o verbo escrito até o verbo falado.” (Manning)

• “A pregação é a comunicação verbal da

verdade divina com o fim de persuadir.” (Harwood Pattison)

• “A pregação é a comunicação da verdade

por um homem aos homens. É a

apresentação da verdade através da

personalidade.” (Phillips Brooks) 50

Graciliano Martins

(51)

A homilética é a arte de planejar e elaborar o discurso. A homilética prepara o discurso e a oratória apresenta.

Ambas objetivam persuadir o ouvinte, mas sem a eloquência não há retórica, oratória ou homilética.

51

Graciliano Martins

H o m i l é t i c a

(52)

Córax, sofista, (500 a.C.) foi quem primeiro pensou no discurso com o objetivo de

organizar as ideias ou pensamentos:

Proêmio – Introdução

Narração – Argumento

Peroração - Conclusão

52

D i s c u r s o

Cognitivo, afetivo e comportamenta

Graciliano Martins

(53)

53

Graciliano Martins

Graciliano Martins

1) Em primeiro lugar, um pregador eficaz precisa ser:

a. Convertido para que Deus possa inspirá-lo.

b. Carismático para cativar o ouvinte.

c. Talentoso para mudar a vontade de quem o ouve.

(54)

54

Graciliano Martins

Graciliano Martins

2) Em segundo lugar, um pregador eficaz precisa ter:

a. Conhecimento da verdade para falar com segurança

b. Conhecimento do auditório para falar com influência.

c. Um estilo pessoal para ensinar com autenticidade e coerência.

(55)

Pode ser dividido em três partes, a saber:

• Exórdio

• Exposição • Epílogo

Mas é possível fazer uma divisão em partes menores.

55

Graciliano Martins

Graciliano Martins

(56)

56 Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

Graciliano Martins 1. Tema 8. Introdução 2. Assunto 9. Corpo 3. Tese 10.Ilustração 4. Argumentação 11.Conclusão 5. Texto Central 12.Apelo

6. Palavra Chave 13.Referências 7. Título 14.Estilo

(57)

1) TEMA: Gr. Théma (guardar, depositar). É a matéria que vai ser discutida no

sermão, é a primeira coisa a ser considerada.

57

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(58)

2) ASSUNTO: Lt. Assumptos. É a parte do tema que se pretende pregar.

O pregador precisa saber como vai apresentar o sermão e o que vai

apresentar através do sermão. Ou seja, o assunto é o conteúdo que será

apresentado

58

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(59)

O assunto é encontrado a partir da análise do tema.

É o exame das partes que constituem o tema.

59

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(60)

A análise do tema.

a. Forma – como se apresenta, com o que se parece.

b. Natureza – o que é, do que é formado.

c. Estrutura – Como suas partes estão dispostas.

d. Origem – De onde veio, quem produziu.

e. Qualidade – utilidade, aparência, valor.

f. Função – para que serve.

g. Relação – semelhanças, finalidade 60

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(61)

3) TESE: Gr. Thésis. É uma declaração contendo uma proposta de discussão sobre o assunto.

a. Afirmativa

b. Negativa

c. Interrogativa

É a forma como o tema vai ser discutido cada assunto do tema escolhido. 61

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(62)

 Sempre que o pregador afirma, nega ou

pergunta, ele se obriga provar, demonstrar ou esclarecer a sua proposição.

 Uma tese exige sempre demonstração,

defesa, discussão, explicação, análise, prova e etc.

62

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(63)

 A tese é a forma como o tema vai ser

discutido, como os assuntos serão

apresentados. Ou seja, a tese diz como o pregador vai analisar o tema.

 A tese colabora com a unidade do sermão,

mas um sermão pode ter uma ou mais teses.

63

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(64)

4) ARGUMENTAÇÃO: É um conjunto de recursos que comprovam a tese. É a

apresentação do conteúdo do sermão a partir do conhecimento do pregador.

Ministro da Palavra (At. 6:4; 1ªTim. 5:17; 2ªTim. 2:15).

64

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(65)

É fácil achar temas e formular teses para o sermão, o difícil é encontrar argumentos

que possam justificá-los.

Um pregador pode ser avaliado como ruim, medíocre, regular, bom ou excelente, na

medida em que ele tem conhecimento e sabe trabalhar as argumentações.

65

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(66)

5) TEXTO CENTRAL: É um verso da Bíblia sobre o qual será construída a

argumentação.

Deve ser o ponto de partida e a

referência central da argumentação.

66

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(67)

6) PALAVRAS CHAVE: É um termo ou uma frase que faz parte da tese. Ela vai

colaborar com a unidade das argumentações e do sermão.

67

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(68)

7) TÍTULO: É o nome que se dá ao sermão, e é a ultima coisa que se faz.

O pregador precisa saber como vai apresentar o sermão e o que vai

apresentar.

68

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(69)

7) TÍTULO: Classificação

• Atraente, sugestivo, interessante • Discreto • Real • Impactante 69 Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

Silva (1986)

(70)

7) TÍTULO:

• A riqueza de uma viúva pobre • Mulher, que tenho eu contigo?

• A morte da morte na morte de Cristo • Após a morte, o que existe?

70

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(71)

8) INTRODUÇÃO: É a parte do sermão que desperta o interesse e prepara o ouvinte para entender o tema. A introdução pode ser classificada em:

Direta, interrogativa, textual, dramática e etc.

71

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(72)

9) CORPO: É a parte que desenvolve a apresentação do assunto.

Os conteúdos devem ser apresentados de modo que cada parte complementa a parte anterior dentro de uma ordem

lógica, promovendo entendimento do assunto.

72

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(73)

10)ILUSTRAÇÃO: Objetiva reforçar a

argumentação, dar ênfase a verdade

partindo de pressupostos conhecidos pelo auditório.

73

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(74)

10)ILUSTRAÇÃO: O que usar?

• Críveis e interessantes

• Apropriadas, corentes com o tema,

com o Culto, com o auditório e etc.

• Curtas, breves • Claras e simples 74 Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

Silva (1986)

(75)

11)CONCLUSÃO: É uma síntese que lembra os pontos mais importantes, um resumo do Sermão que apela à razão, à

inteligência, para que o ouvinte se decida perante sua consciência e Deus.

75

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(76)

12)APÊLO: É um convite para o ouvinte

participar do banquete espiritual que foi servido. É a oportunidade para que o

ouvinte saia da posição de expectador

para a posição de participante do Plano da Salvação.

76

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(77)

O APÊLO:

É a parte do sermão que conduz o ouvinte à uma ação, é a exteriorização de uma atitude em relação as Boas Novas.

O apelo deve ser motivador, confortador e promover sempre ações positivas.

77

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(78)

APÊLO: O que deve evitar?

• A rotina

• A insistência que constrange • Falta de objetivo • Ameaças • Artifícios astuciosos • Longo • Dúbio • Prolixo 78 Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

Silva (1986)

(79)

APÊLO: Quais são as vantagens?

• Permite que o pregador avalie seu

trabalho: se foi claro, objetivo e convincente em sua mensagem.

• Dá ao ouvinte a oportunidade de

se manifestar sobre o que ouviu, além de promover a oportunidade de participar do culto. Ou seja, ao responder ao apelo, ele dialoga

com o pregador e com Deus.

79

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(80)

Muitos defendem a ideia de que o apelo

pode ser dispensado em muitas ocasiões e por este motivo não deve ser considerado como parte do sermão.

80

Graciliano Martins

P a r t e s d o S e r m ã o

(81)

13)REFERÊNCIAS: É a parte do sermão que apresenta os autores que emprestaram suas ideias para defesa da tese.

Todo pensamento citado direta ou

indiretamente no contexto do sermão, deve ter o seu autor nas referências.

81

Graciliano Martins

(82)

O estilo depende das características intrínsecas e extrínsecas do pregador. Mas deve ser relacionado à ocasião, ao

auditório, ao assunto, às leis da linguagem e etc.

82

Graciliano Martins

(83)

Classificação:

Objetivo, prolixo, bombástico, sofisticado, floreado, erudito, imitação, tradicional,

entre outros.

83

(84)

1. Clareza: objetivos definidos, etc.

2. Tema Escolhido: Usar um tema de cada vez para evitar: Ambiguidades, repetição, redundância, vícios de linguagem,

obscuridade, multiplicação de palavras e etc.

84

(85)

3. Segurança: Certeza, entusiasmo e descontração

4. Elegância: Ter bom gosto, domínio do vernáculo

5. Dialética: Organizado, bem estruturado com as ideias bem coordenadas, com um começo, meio e fim.

6. Retórica: Afirmações inteligentes, da

forma certa e na hora certa. 85

(86)

Organiza-se os assuntos e apresenta as ideias de forma progressiva.

O esboço se divide em:

1. Título

2. Texto e Palavras chave

3. Introdução 4. Corpo: Ilustração 5. Conclusão 6. Apelo 86 Graciliano Martins

E s b o ç o d o S e r m ã o

Silva (1986)

(87)

87 Graciliano Martins

Referências

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