Catálogo de
Avicultura
ÍNDICE
Introdução ...
Fundamentos de imunologia aviária ...
Vias de administração ...
Vacinas aviárias vivas
...
Vacinas aviárias inativadas
...
Relação alfabética de biológicos, farmacológicos e kits de diagnóstico ...
Enfermidades e programas de vacinação recomendados ...
Bronquite infecciosa (IB)
...
Coriza infecciosa
...
Doença de Gumboro (IBD)
...
Doença de Newcastle (ND)
...
Síndrome da cabeça inchada (SHS) e Rinotraqueíte de perus (TRT)
...
PÁG.
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HIPRA 5
INTRODUÇÃO
Nos últimos anos, o setor avícola tem vivido uma rápida evolução
atra-vés de grandes investimentos realizados nas áreas de informática,
me-cânica e implantação sistemática de programas profiláticos,
assumin-do um papel standard no futuro assumin-do setor e da produção animal.
Apesar das graves crises de mercado que ultimamente vem sacudindo
a indústria avícola, mais uma vez, o setor tem se adaptado a novas
necessidades, sempre preservando a qualidade sanitária e nutricional
de seus produtos e oferecendo uma proteína de alto valor biológico.
O controle das principais patologias infecciosas, em muitos países, tem
significado um avanço muito importante na otimização de recursos,
aumentando a qualidade e o valor intrínseco do produto final e,
portan-to, sua rentabilidade econômica. Nesse controle, a vacinação tem sido
destacada protagonista à instauração de uma dura legislação
sanitá-ria, cada vez mais rígida, preocupada com a problemática dos resíduos
em produtos de origem animal, com o aparecimento de graves
proble-mas de resistência a antimicrobianos e outros probleproble-mas relacionados
à saúde animal e humana.
A prevenção emerge como arma principal diante dos problemas
infec-ciosos que se registram atualmente. A instauração de programas de
vacinação tem incrementado a rentabilidade econômica das criações
comerciais, mas antes de tudo, tem demonstrado sua eficácia para o
controle de patologias. Com adequadas práticas de manejo, nutrição, e
constantes melhorias genéticas o potencial das aves é extraído ao
má-ximo, mas que pouco importam, se não trabalharmos com aves livres
de agentes infecciosos e patologias.
Conscientes desta importante tarefa, a HIPRA tem desenvolvido uma
ampla gama de vacinas destinadas a prevenção e controle das
patolo-gias que afetam as aves e segue trabalhando para achar soluções
ino-vadoras destinadas a incentivar a melhoria contínua da Saúde Animal
em todo o mundo.
Departamento Técnico
6 HIPRA
FUNDAMENTOS DE IMUNOLOGIA AVIÁRIA
Imunidade passiva ou imunidade maternal
Refere-se à taxa de anticorpos que é transferida das aves reprodutoras a
seus descendentes. A imunidade materna protegerá a progênie da
expo-sição a diversos agentes infecciosos, durante seus primeiros dias de vida.
A imunidade maternal tem uma duração limitada que está relacionada
com o nível inicial de anticorpos e o catabolismo dos anticorpos maternais.
Imunidade ativa
Refere-se à elaboração de uma resposta imunológica após vacinação ou
exposição a um determinado agente infeccioso. Essa imunidade
desen-volve-se após reconhecimento do antígeno pelo sistema imune da ave.
A imunidade ativa também possui uma duração limitada e, por isso,
de-vem-se considerar as revacinações correspondentes. Além disso, a
imuni-dade ativa é específica a um determinado microrganismo protegendo a ave
daquele agente infeccioso em particular.
Órgãos linfóides primários
Constituem-se na bolsa de Fabricio e timo. Na bolsa de Fabricio ocorre a
maturação dos linfócitos B antes de sua migração para colonizar outros
órgãos. São os responsáveis pela imunidade humoral. O timo está
coloni-zado por linfócitos T que são os responsáveis pela resposta da imunidade
celular.
Órgãos linfóides secundários
Encontram-se distribuídos em diversas localizações anatômicas. Os mais
relevantes são a glândula de Harder, as tonsilas cecais, o baço, os nódulos
linfáticos intestinais, a medula óssea e outras áreas do organismo que são
susceptíveis de ser colonizadas por linfócitos B e T.
Os linfócitos B
Maturam na bolsa de Fabricio e são os responsáveis pela formação de
anticorpos ou imunoglobulinas no sangue e mucosas. Formam a base da
imunidade humoral.
7 HIPRA 7
Os linfócitos T
Maturam no timo e são os responsáveis pela imunidade celular. Existem
vários tipos de células T com diversas funções: as células T citotóxicas
des-troem as células do organismo infectadas por vírus e as células tumorais.
As outras células T helper são as reguladoras da resposta e dos linfócitos B.
As vacinas vivas
Estimulam o desenvolvimento da imunidade celular. Estimulam, em poucos
dias, a imunidade da ave, interferindo e bloqueando rapidamente a entrada
do agente infeccioso.
As vacinas inativadas
Estimulam o desenvolvimento da imunidade humoral. Estas vacinas tardam
mais em estimular o sistema imune da ave, mas produzem níveis altos de
anticorpos que neutralizam o agente infeccioso durante mais tempo.
Resposta imune primária e secundária
Após uma segunda vacinação, os linfócitos B e T se encarregam de
reali-zar uma resposta imunológica de forma mais rápida, intensa e duradoura.
Chama-se de efeito booster o incremento da imunidade.
8 HIPRA
VACINAS AVIÁRIAS VIVAS
Ocular
• Uma vez dissolvido o liofilizado com solvente que o acompanha (água
destilada estéril), administrar uma gota de vacina (0,03 mL) por ave,
no olho, mediante um gotejador padrão (normalmente 30 mL para
1000 doses).
• A gota deve ser colocada diretamente no olho, sem soltar a ave, para a
penetração da gota no local.
Oral em água de bebida
É a via mais comum com suas vantagens e inconvenientes. Normalmente
não requer muita mão de obra, mas por outro lado é de difícil correta
re-alização. Para que a vacinação seja efetiva devem-se seguir as seguintes
normas básicas que objetivam assegurar a viabilidade do vírus vacinal e
alcançar a uniformidade no consumo da vacina:
• Acidificantes, desinfetantes e outros produtos que podem danificar o
ví-rus vacinal não devem estar presentes na água de vacinação.
• Leite desnatado em pó é adicionado na água de vacinação na razão de
2-3 gramas por litro de água.
• A vacina é adicionada à água após a adição do leite desnatado e
total-mente homogeneizado.
• Anteriormente a vacinação das aves, estas devem estar privadas de
água por 2 ou 3 horas. O tempo de restrição de água é variável
depen-dendo da temperatura ambiente.
• O cálculo do volume de água de vacinação é crítico para que as aves a
consumam em 1,5 a 2 horas no máximo. Um tempo menor para
consu-mir a solução vacinal comprometeria a uniformidade da vacinação. Por
outro lado, um tempo excessivamente maior prejudicaria a sobrevida do
vírus na água.
• Seria interessante caminhar pelo galpão para fazer com que as aves se
movam e bebam uniformemente.
• O volume de consumo de água é muito variável e depende da idade das
aves e da temperatura ambiente. A seguinte tabela é uma indicação da
quantidade de litros de água que as aves deveriam consumir para uma
correta vacinação. Em qualquer caso se recomenda realizar uma prova
no dia anterior a vacinação.
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
Idade das aves
(semanas)
água (litros) para 1000 aves
Quantidade aproximada de
Climas tropicais
1 a 3
4 a 9
10 a 16
5 a 10
12 a 23
27 a 37
10 a 20
24 a 46
54 a 74
Climas temperados
HIPRA 9
Nebulização
Quando se utiliza a nebulização como método de vacinação, é importante
destacar a uniformidade da aplicação da vacina para se alcançar títulos
homogêneos. A nebulização necessita alguns ajustes técnicos
dependen-do dependen-do tipo de equipamento utilizadependen-do, das dimensões dependen-dos galpões, número
e idade das aves. Basicamente, existem alguns critérios para otimizar esta
técnica de vacinação:
• Antes de iniciar a vacinação, torna-se essencial a revisão do
funcio-namento do aplicador e se as baterias estão totalmente carregadas.
Ter cuidado com os componentes do aplicador. O mau funcionamento do
equipamento pode levar a uma pobre uniformidade na vacinação.
• O tempo desde a preparação da vacina até o final de sua administração
nas aves não deve ser superior a duas horas para assegurar a
viabilida-de do vírus vacinal.
• Não utilizar água com resto de cloro para diluir a vacina. A preparação
da solução deve ser preferencialmente realizada com água destilada ou
desmineralizada.
• A quantidade de água para preparar a solução vacinal é relacionada
ao número de aves e tamanho de gota utilizada. A quantidade de água
pode variar de 200 mL a 500 mL para cada 1000 aves. O indicado é
realizar uma prova com água um dia antes da vacinação.
• O tamanho da gota está relacionado com as características específicas
do equipamento. Os principais fatores que determinam o tamanho da
gota são a pressão da água e o tamanho da boca de saída (o tamanho
da gota considerada grande é maior que 100-150 micrômetros e gota
pequena seria entre 50-100 micrômetros).
• A vacinação com gota grande é recomendada para primovacinações já
que estas não penetram profundamente dentro do trato respiratório e
não se esperam reações pós-vacinais.
• A vacinação com gota pequena é recomendada para revacinação.
O inconveniente desta vacinação é que as reações pós-vacinais podem
ocorrer em algumas situações (por exemplo, em lotes infectados com
Mycoplasma gallisepticum).
• Deve-se desligar ou reduzir a calefação e a ventilação antes da
vacina-ção, sem comprometer o bem-estar das aves. Com a calefação
operan-te, as gotas poderiam evaporar rapidamente antes de alcançarem as
aves e os ventiladores afetariam a uniformidade da vacinação.
10 HIPRA
• A intensidade de luz deve ser reduzida durante a vacinação. As aves
ficam menos ativas e o operador pode assegurar a qualidade da
vaci-nação.
• Deve-se caminhar pelo galpão realizando uma rota definida para
maxi-mizar a uniformidade da vacinação. A máxima uniformidade se alcança
com duas pessoas caminhando juntas. Se apenas uma pessoa está
va-cinando, recomenda-se repetir a mesma rota por duas vezes. Um
ope-rário diante do vacinador pode ajudar a agrupar as aves nos lados do
galpão para a melhor aplicação da vacina.
• A aspersão deverá ser dirigida para a cabeça das aves para atingir os
olhos e orifícios nasais. Este é um ponto crítico para o desenvolvimento
de uma boa resposta imune local.
• Depois de finalizar a vacinação, o equipamento deve ser limpo e
desinfe-tado adequadamente. Se for necessário, deve-se realizar a manutenção
correspondente.
Punção na membrana da asa
• Reconstituir o liofilizado com o solvente acompanhado.
• Molhar a agulha dupla, que acompanha o produto, na solução vacinal.
• Abrir a membrana da asa. Aplicar a vacina por punção na membrana
da asa, evitando possíveis lesões nos vasos sanguíneos. A agulha deve
estar recém impregnada com a solução vacinal no momento de realizar
a punção na ave.
• Recomenda-se revisar as aves 7 dias depois da vacinação para observar
a presença de uma reação cutânea no ponto da inoculação.
VACINAS AVIÁRIAS INATIVADAS
Devemos compreender que as vacinas inativadas são emulsões
formula-das com dois componentes principais: o vírus ou bactéria inativados e o
adjuvante. A função do adjuvante é de prolongar e alcançar a resposta
imune específica para os antígenos vacinais. Fundamentalmente, as
ca-racterísticas físicas e químicas dos adjuvantes influenciarão na
adminis-tração da vacina.
As vacinas inativadas podem ser aplicadas por via intramuscular e
subcu-tânea tendo em conta algumas recomendações para sua aplicação:
• As vacinas inativadas devem alcançar temperatura ambiente algumas
horas antes de sua aplicação. Recomenda-se retirar da refrigeração o
número de frascos necessários para a vacinação, na noite anterior ao
seu uso. No momento de sua aplicação, a temperatura da vacina deve
estar em torno de 20 a 22ºC. Geralmente, nesta faixa de temperatura,
causa-se menor estresse nas aves, e facilita a aplicação devido à
dimi-nuição da densidade da emulsão.
• As seringas devem ser calibradas regularmente para assegurar a dose
correta de aplicação. Os frascos das vacinas também devem ser
agita-dos, regularmente, para a aplicação uniforme do conteúdo.
• A captura das aves deve ser cuidadosa para evitar lesões e estresse
desnecessários. Introduzir a agulha dentro do tecido com pressão
mo-derada. Depois da vacinação, evitar liberar as aves de maneira
agressi-va. Quando se realiza este tipo de vacinação, a qualidade do trabalho é
mais importante do que a velocidade do procedimento.
HIPRA 11
deixá-las sem vacinação. Lembrar que as vacinas inativadas não
repli-cam e as aves sem vacina estarão desprotegidas.
• O comprimento das agulhas deve ser entre 1,2 e 1,5 cm. Agulhas muito
longas podem atingir os órgãos internos da ave. E agulhas muito curtas,
podem não atravessar as plumas e pele. Sendo assim, o equipamento
adequando irá assegurar uma administração apropriada da vacina.
• Também considera-se o calibre da agulha para uma apropriada
aplica-ção da vacina. Agulhas muito finas não são práticas, já que a
viscosi-dade da vacina pode acarretar uma pressão excessiva impedindo uma
correta aplicação. Neste caso, o vacinador não se encontra cômodo. Por
outro lado, as agulhas muito grossas são excessivamente traumáticas
para as aves produzindo grandes lesões. O tamanho de agulha
recomen-dado é de 18G ou 0,13 mm de diâmetro.
• Durante a aplicação das vacinas inativadas deve-se considerar as
me-didas de higiene básicas. As granjas albergam muitos microrganismos
(E. coli, Staphilococcus spp., dentre outros) que podem contaminar as
agulhas e infectar o local da aplicação. Neste caso, a absorção da vacina
pode ser prejudicada devido ao desenvolvimento de abscessos.
Reco-menda-se a troca de agulhas a cada 1000 aves ou menos, de acordo
com a necessidade (por exemplo, quando o ambiente do galpão possui
muito pó). Ao final do dia, as agulhas devem ser limpas e desinfetadas
adequadamente para prevenir algum tipo de contaminação bacteriana.
As agulhas descartáveis asseguram uma aplicação mais higiênica das
vacinas.
Via intramuscular
Trata-se da melhor via de aplicação de vacinas inativadas. Realizada na
parte mais larga do peito da ave. Evitar a injeção nos lados do peito e
final do osso esterno. Geralmente, as agulhas devem ser inseridas em um
ângulo de 30-45º com o peito. O posicionamento se torna crítico para não
afetar órgãos internos. Este método de aplicação ainda é menos
traumáti-co do que outros injetáveis, desde que utilizado apropriadamente.
Via subcutânea
Esta aplicação é realizada em baixo da pele. Primeiramente a pele é
levan-tada para criar uma bolsa onde a agulha é inserida facilmente. A agulha
não deve alcançar a musculatura e ossos para não causar inflamações.
A aplicação da vacina próxima a cabeça e dorso poderão determinar
infla-mação e desconforto nas aves.
RELAÇÃO ALFABÉTICA DE BIOLÓGICOS,
FARMACOLÓGICOS E KITS DE DIAGNÓSTICO
01
0
1
. Biológico
s
17.
18.
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23.
24.
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29.
30.
31.
Bronipra
®-1
Bronipra
®-ND/IBD
Coripravac
®Hipracox
®Broilers
Hipragumboro
®-CH/80
Hipragumboro
®-GM97
Hipraviar
®-B1
Hipraviar
®-B1/H120
Hipraviar
®-BPL2
Hipraviar
®-CLON
Hipraviar
®-S
Hipraviar
®-S/H120
Hipraviar
®-SHS
Hipraviar
®-TRT
Hipraviar
®-TRT4
PáGINAS
HIPRA 17
BRONIPRA
®
- 1
Vacina viva para Bronquite infecciosa cepa H120 suave,
em liofilizado oral
de água ou solvente, agitando suavemente até a completa ressuspensão do liofilizado antes de sua administração.
Ocular-nasal: Uma vez ressuspenso o liofilizado com o solvente que o acompanha, administrar uma gota de vacina (0,03 mL) por ave, no olho ou orifício nasal, mediante um gotejador padrão (30 mL para 1000 doses).
Oral: Uma vez ressuspenso o liofilizado com a água fresca e potável, vertê-lo em um recipiente adequado, para um volume de água de bebida que possa ser ingerido em 1 ou 2 horas, no máximo, tendo em conta que:
• Não utilizar águas cloradas ou com desinfetantes.
• Assegurar-se de que a água vacinal será consumida ente 1 ou 2 horas, no máximo. Recomenda-se uma dieta hídrica, de 1 a 2 horas, previamente a vacinação.
Nebulização: Validar o equipamento a ser utilizado para observar a quantidade de água necessária. Para este pro-cedimento, completar o equipamento com água fresca e potável passar na superfície onde encontram-se as aves a serem vacinadas, de maneira que a cabeça de todas elas seja coberta de gotas de água. Observar a quantidade de água utilizada para se preparar a mistura com as doses necessárias.
• Aconselha-se utilizar gotas grossas (superior a 50 micrômetros) nas primovacinações. Nas revacinações pode-se utilizar uma gota mais fina (inferior a 50 micrômetros).
• A administração mediante nebulização requer cuidados como o uso de máscara protetora.
POSOLOGIA:
Aves: 1 dose/ave.
• O técnico veterinário, de acordo com as características de cada criação e região avícola, adotará um programa de vacinação mais indicado.
• Se não coincidir o número de aves com o de doses disponíveis, administrar sempre doses em excesso para garantir, nunca economizar.
CARÊNCIA:0 dia.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS:
• Armazenar entre 2 a 8ºC, ao abrigo da luz.
APRESENTAÇÃO:
Embalagem com 10 frascos de 1000 doses Embalagem com 10 frascos de 5000 doses
COMPOSIÇÃO POR DOSE:
Vírus vivo de Bronquite infecciosa, cepa Mass H120≥103 DIE 50
PROPRIEDADES:
Esta vacina foi obtida a partir de uma cepa Massachusetts muito atenuada, tipo H120, tem sido utilizada por sua grande capacidade antigênica, cultivada em ovos SPF.
INDICAÇÕES:
Aves: Prevenção da Bronquite infecciosa em frangos de corte, e primovacinação em poedeiras comerciais e galinhas repro-dutoras.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Ocular-nasal, oral ou nebulização.
• Romper o vácuo do frasco mediante a inoculação de 10 mL
Idade da ave de água para 1000 avesQuantidade aproximada
1 a 3 semanas 5 a 10 litros 4 a 9 semanas 12 a 23 litros 10 a 16 semanas 27 a 37 litros
18 HIPRA
BRONIPRA
®
- ND/IBD
Vacina inativada para Bronquite infecciosa, Newcastle e
Gumboro, em emulsão injetável
COMPOSIÇÃO POR DOSE:
Vírus inativado de Bronquite infecciosa, vírus inativado de Newcastle, vírus inativado de Gumboro. Adjuvante: oleoso.
PROPRIEDADES:
A necessidade de controlar a Bronquite infecciosa e a Doença de Newcastle em aves reprodutoras evitando-se os danos causados por estes vírus durante a produção e reprodução. E para conferir aos frangos descendentes uma boa imunidade passiva contra a Doença de Gumboro, para o controle de Gumboro subclínico nos primeiros dias de vida. Torna-se imprescindível a utilização de uma vacina idônea, como a BRONIPRA®-ND/IBD. Também facilita o manejo ao
poder imunizar as aves com uma vacinação frente às três viroses mencionadas.
INDICAÇÕES:
Reprodutoras: Prevenção da Bronquite infecciosa, Doença de Newcastle e Doença de Gumboro.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Subcutânea na porção dorsal mediana do pescoço ou intramuscular no peito.
• Se a inoculação subcutânea não for feita corretamente, por via intradérmica por exemplo, pode ocasionar um edema regional de evolução favorável.
• Administrar a vacina a temperatura ambiente de 15 a 25ºC. • Agitar bem antes e durante a administração.
POSOLOGIA:
Reprodutoras: 0,5 mL/ave.
No geral, aconselha-se vacinar antes da postura (18 semanas), podendo-se vacinar em qualquer momento durante a cria e recria, revacinado sempre antes da postura (18 semanas).
CARÊNCIA:0 dia.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS:
Armazenar entre 2 e 8ºC, evitando o possível congelamento.
APRESENTAÇÃO:
HIPRA 19
CORIPRAVAC
®
Vacina inativada para Coriza infecciosa, em suspensão
injetável
COMPOSIÇÃO POR DOSE:
Avibacterium paragallinarum inativado, sorotipos A, B e C. Adjuvante: oleoso.
PROPRIEDADES:
Nos últimos anos, o incremento dos casos de Coriza nas aves, como queda na produção de ovos e problemas respi-ratórios crônicos criaram a necessidade de um controle imediato. A imunoprofilaxia com a CORIPRAVAC® permite a
prevenção da Coriza por conter uma cepa inativada, de cada um dos três sorotipos (A, B e C), com adjuvante, que induz uma alta resposta imunogênica.
INDICAÇÕES:
Poedeiras e reprodutoras: Prevenção da Coriza infecciosa.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Subcutânea na porção dorsal mediana do pescoço ou intramuscular no peito. • Administrar a vacina a temperatura ambiente de 15 a 25ºC.
• Agitar bem antes e durante a administração.
POSOLOGIA:
Poedeiras e reprodutoras: 0,5 mL/ave.
No geral, aconselha-se vacinar entre a 12 e 20ª semana de idade. Vacinando-se ao redor da 12ª semana, se recomen-da a revacinação antes recomen-da postura (18 semanas) para a obtenção de um melhor nível de imunirecomen-dade. Não há problema de vacinação durante a postura.
CARÊNCIA:0 dia.
PRECAUÇÕES:
Armazenar entre 2 e 8ºC, evitando o possível congelamento.
APRESENTAÇÃO:
20 HIPRA
HIPRACOX
®
BROILERS
Vacina viva para Coccidiose de frangos de corte, em
suspensão oral para pulverização
INDICAÇÕES:
Frangos de corte: Imunização ativa para reduzir a colonização intestinal, lesões intestinais e sinais clínicos de Coccidiose causados por Eimeria acervulina, Eimeria máxima, Eimeria mitis, Eimeria praecox e Eimeria tenella.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Oral, mediante pulverização.
• Os frangos devem ser estritamente criados em solo sobre cama.
• Com a finalidade de reduzir infecções, a cama deve ser eliminada e o material utilizado adequadamente limpo, entre diferentes ciclos de produção.
• Depois da vacinação, manter os frangos isolados por pelo menos uma hora.
• Depois deste tempo, colocar os frangos em cama e continuar com as práticas de produção normais. • Utilizar unicamente o corante acompanhado.
POSOLOGIA:
Frangos de corte: 1 dose (0,007 mL de vacina + 0,020 mL de corante)/frango de 1 dia de idade • Preparar primeiro a solução do corante.
• Necessita-se de um recipiente adequado, limpo e de capacidade suficiente (287 mL ou 1435 mL de capacidade para cada frasco de 1000 ou 5000 doses, respectivamente).
• Adicionar água a temperatura ambiente (260 mL ou 1300 mL de água para cada frasco de 1000 ou 5000 doses, respectivamente).
• Agitar energicamente o frasco do corante. Adicioná-lo na água e agitar suavemente até obter uma solução homogênea. • Carregar a máquina com a suspensão vacinal preparada.
• A suspensão vacinal é administrada por pulverização mediante a administração de 287 mL para cada 1000 pintinhos de 1 dia de idade. O tamanho da gota deve ser >100 micrômetros.
CARÊNCIA: 0 dia.
OBSERVAÇÕES:
Não se pode fazer uso de coccidiostáticos ou outros fármacos com atividade anticoccidial durante pelo menos três semanas seguintes a vacinação dos frangos. Isso se deve a inibição da correta replicação dos oocistos vacinais e, como conseqüên-cia, o desenvolvimento de uma imunidade inadequada. Também irá diminuir o incremento da proteção com a reinfecção dos oocistos vacinais limitado.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS:
• Armazenar entre 2 e 8ºC, evitando o possível congelamento. • Conservar o corante abaixo de 25ºC. Não congelar.
• A vacina deve ser utilizada imediatamente após aberta e descartadas as doses não utilizadas. • O período de validade após ressuspensão da vacina não deve exceder 10 horas.
APRESENTAÇÃO:
• Frasco de 1000 doses + corante.
• Embalagem de 10 frascos de 1000 doses + corante. • Frasco de 5000 doses + corante.
• Embalagem de 10 frascos de 5000 doses + corante.
COMPOSIÇÃO POR DOSE (0,007 mL):
Eimeria acervulina, cepa 003, 300 a 390 de oocistos esporulados, Eimeria máxima cepa 013, 200 a 260 de oocistos esporuladas, Eimeria mitis cepa 006, 300 a 390 de oocistos esporulados, Eimeria praecox cepa 007, 300 a 390 de oocistos esporulados
e Eimeria tenella, cepa 004, 250 a 325 oocistos esporulados.
PROPRIEDADES:
A Coccidiose aviária é uma enfermidade intestinal causada por protozoários do gênero Eimeria, pertencente ao Filo
Apicom-plexa. Trata-se de um parasito intracelular que causa diarréia e
perda de peso, como conseqüência da invasão e destruição da mucosa intestinal.
A Coccidiose é considerada como uma das enfermidades mais comuns e custosas na produção de frango de corte.
Estes parasitos têm uma marcante especificidade pelo hospe-deiro, de tal forma que cada espécie de ave é afetada por de-terminada espécie de Eimeria. No caso de frango de corte, as espécies que podem ser isoladas são: E. acervulina, E. maxima,
E. mitis, E. praecox e E. tenella, localizando-se em diferentes
HIPRA 21
HIPRAGUMBORO
®
- CH/80
Vacina viva clonada de Gumboro, em liofilizado oral
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Ocular-nasal, oral ou nebulização.
• Aconselha-se utilizar, preferencialmente, a via oral.
• Romper o vácuo do frasco mediante a inoculação de 10 mL de água de bebida, agitando suavemente até a comple-ta ressuspensão do liofilizado antes de sua administração.
Oral: Uma vez ressuspendido o liofilizado com a água fresca potável, vertê-lo em um recipiente adequado em quantidade de água de bebida que possa ser ingerida entre 1 ou 2 horas, no máximo, tendo em conta que:
• Não utilizar água clorada ou com desinfetantes, somente água potável.
• Assegurar que a água vacinal seja consumida entre 1 ou 2 horas, no máximo. Se recomenda uma dieta hídrica de 1 a 2 horas previamente a vacinação.
POSOSLOGIA:
Aves: 1 dose/ave.
No geral se orienta o seguinte programa vacinal:
A. Nas áreas com presença de Gumboro (com imunidade maternal desconhecida): A1. Frangos:
- Vacinação na primeira semana de vida. - Revacinação aos 15-21 dias de vida.
A2. Poedeiras e reprodutoras:
- Vacinação na primeira semana de vida. - Revacinação aos 15-21 dias de vida. - Revacinação nas 6-7ª semana de vida.
B. Áreas sem Gumboro (com imunidade maternal conhecida): B1. Frangos:
Vacinação aos 12-15 dias de vida.
B2. Poedeiras e reprodutoras:
- Vacinação aos 12-15 dias de vida. - Revacinação nas 6-7ª semana de vida.
• O veterinário responsável, de acordo com as características sanitárias de cada criação e zona avícola, adotará um programa de vacinação mais indicado.
• Caso não coincida o número de aves com e de doses disponíveis, administrar sempre doses em excesso, nunca economizar e/ou reduzir a dosagem.
CARÊNCIA: 0 dia.
PRECAUÇÕESESPECIAIS:Armazenar entre 2 a 8ºC, ao abrigo da luz.
APRESENTAÇÃO:Embalagem de 10 frascos de 1000 doses. Embalagem de 10 frascos de 5000 doses.
COMPOSIÇÃO POR DOSES:
Vírus vivo clonado de Gumboro≥103,5 DICT 50
PROPRIEDADES:
A interferência dos anticorpos passivos de IBDV sobre algu-mas vacinas de Gumboro faz com que a imunidade ativa que se espera delas seja diminuída. Com a intenção de sanar este problema, mediante as vacinas chamadas “quentes”, os vírus vacinais atravessam esta barreira passiva causando depleção linfocitária e imunodepressão nos animais vacina-dos, com conseqüente risco no desenvolvimento da imunida-de frente as posteriores vacinas que a ave receberá durante sua vida produtiva.
A cepa CH/80 confere o máximo rendimento imunitário com a mínima depleção do sistema linfóide bursal, sobre-tudo em aves com nível irregular de anticorpos passivos. A carga antigênica e a categoria da cepa fazem com que a HIPRAGUMBORO®-CH/80 seja a vacina de opção no controle
do IBD em aves.
INDICAÇÕES:
Aves: Prevenção da Doença de Gumboro.
Idade da ave Quantidade aproximada de água para 1000 aves
1 a 3 semanas 5 a 10 litros
4 a 9 semanas 12 a 23 litros
22 HIPRA
HIPRAGUMBORO
®
- GM97
Vacina viva de Gumboro, cepa GM97, em liofilizado oral
INDICAÇÕES:
Frangos: Prevenção da Doença de Gumboro.
• Imunização ativa de frangos de corte, com níveis insignificantes de anticorpos maternos (ELISA inferior a 500), com o objetivo de reduzir a mortalidade, sintomas e lesões causadas pela Doença de Gumboro. As aves podem ser vacinadas a partir do primeiro dia de vida.
• O início da imunização se dá a partir do 14º dia da vacinação e a duração é de 43 dias pós-vacinação.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Oral:
• Romper o vácuo do frasco mediante a inoculação de 10 mL de água de bebida, agitando suavemente até a comple-ta ressuspensão do liofilizado antes de sua administração.
• Não utilizar águas cloradas ou com desinfetantes, somente água potável. • Uma vez reconstituída, administrar a vacina em um período máximo de 1 hora.
• Assegurar que a vacina aquosa será consumida entre 1 ou 2 horas, no máximo. Recomenda-se uma dieta hídrica de 1-2 horas anteriormente a vacinação.
POSOLOGIA:
Frangos: 1 dose/ave.
• A idade ideal para a vacinação deverá ser calculada tendo em conta o nível de anticorpos maternos dos frangos de um dia de vida. Normalmente ocorre entre os 12 e 18 dias.
• Deve-se utilizar pelo menos 18 aves (preferencialmente 24) do mesmo lote.
• O veterinário responsável, de acordo com as características sanitárias de cada criação e zona avícola, adotará um programa de vacinação mais apropriado.
• Caso não coincida o número de aves com e de doses disponíveis, administrar sempre doses em excesso, nunca economizar e/ou reduzir a dosagem.
CARÊNCIA:0 dia.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS:
• Devido a patogenicidade residual na bolsa de Fabricio, a vacina deve ser utilizada unicamente em áreas contami-nadas pelo vvIBDV, exceto em lotes de aves infectadas que mostrem sintomatologia clínica.
• A cepa da vacina é transmitida aos frangos não vacinados. • Armazenar entre 2 a 8ºC, ao abrigo da luz.
APRESENTAÇÃO:
• Embalagem com 10 frascos de 1000 doses. • Embalagem com 10 frascos de 5000 doses.
COMPOSIÇÃO POR DOSE:
Vírus vivo de Gumboro, cepa GM97, mínimo 102 DIE 50
PROPRIEDADES:
Esta vacina é obtida a partir da cepa GM97 da Doença de Gumboro, que confere o máximo de rendimento imunitário com a mínima depleção do sistema linfóide bursal. A elevada imunogenicidade da cepa, capacidade de atuar com níveis elevados de anticorpos passivos e sua especificidade fazem de HIPRAGUMBORO®-GM97 a vacina de eleição para o
con-trole da mortalidade, dos sinais clínicos e da imunodepressão causados pelo vvIBDV (vírus muito virulento da doença de Gumboro) e por outros vírus hipervirulentos.
HIPRA 23
HIPRAVIAR
®
- B1
Vacina viva de Newcastle, cepa B1, em liofilizado oral
Ocular-nasal: Uma vez ressuspenso o liofilizado com o solvente que o acompanha, administrar uma gota de vacina (0,03 mL) por ave, no olho e orifício nasal, utilizando um gotejador padrão (30 mL para 1000 doses).
Oral: Uma vez ressuspenso o liofilizado com a água fresca potável, vertê-lo em um recipiente adequado até um volume de água de bebida que possa ser ingerida dentro de 1 a 2 horas, no máximo. Tendo em conta:
• Não utilizar água clorada ou com desinfetantes, apenas água potável.
• Assegurar de que a vacina aquosa será consumida dentro de 1 ou 2 horas, no máximo. Recomenda-se uma dieta hídrica de 1 a 2 horas, anteriormente a vacinação.
Nebulização: Validar o equipamento a ser utilizado para observar a quantidade de água necessária. Para este proce-dimento, completar o equipamento com água fresca e potável, e passar na superfície onde encontram-se as aves a serem vacinadas, de maneira que a cabeça de todas elas seja coberta de gotas de água. Observar a quantidade de água utilizada para se preparar a mistura com as doses necessárias.
• Aconselha-se utilizar gotas grossas (superior a 50 micrômetros) nas primovacinações. Nas revacinações pode-se utilizar uma gota mais fina (inferior a 50 micrômetros).
• A administração mediante nebulização requer cuidados como o uso de máscara protetora.
POSOLOGIA:
Aves: 1 dose/ave.
• O veterinário responsável, de acordo com as características sanitárias de cada criação e zona avícola, adotará um programa de vacinação mais indicado.
• Pode-se vacinar as aves a partir de 1 dia de idade, em áreas endêmicas da Doença de Newcastle.
• Caso não coincida o número de aves com o de doses disponíveis, administrar sempre doses em excesso, nunca economizar e/ou reduzir a dosagem.
CARÊNCIA: 0 dia.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS:Armazenar entre 2 a 8ºC, ao abrigo da luz.
APRESENTAÇÃO:
Embalagem com 10 frascos de 1000 doses.
COMPOSIÇÃO POR DOSE:
Vírus vivo de Newcastle, cepa B1≥106,5 DIE 50
PROPRIEDADES:
Esta vacina é obtida a partir da cepa lentogênica B1 do vírus da Doença de Newcastle, cultivada em ovos embrionados de lotes de aves SPF.
INDICAÇÕES:
Aves: Prevenção da Doença de Newcastle.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Ocular-nasal, oral ou nebulização.
• Romper o vácuo do frasco mediante a inoculação de 10 mL de água ou solvente, agitando suavemente até a completa ressuspensão do liofilizado anteriormente a sua administração.
Idade da ave de água para 1000 avesQuantidade aproximada
1 a 3 semanas 5 a 10 litros 4 a 9 semanas 12 a 23 litros 10 a 16 semanas 27 a 37 litros
24 HIPRA
HIPRAVIAR
®
- B1/H120
Vacina viva de Newcastle, cepa B1, e Bronquite
infecciosa, cepa H120, em liofilizado oral
INDICAÇÕES:
Prevenção da Doença de Newcastle e da Bronquite infecciosa em frangos de corte, reprodutoras e poedeiras.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Via ocular-nasal, administração na água de bebida ou nebulização.
Oculo-nasal: Uma vez ressuspenso o liofilizado com água para injetáveis, administrar uma gota de vacina (0,03 mL) por ave, no olho e orifício nasal, utilizando um gotejador padrão (30 mL para 1000 doses).
Administração na água de bebida: Dissolver o liofilizado completando o frasco com água potável até a metade, agitar e vertê-lo no bebedouro até um volume de água de bebida que seja consumida dentro de 1 a 2 horas, no máximo. Levar em conta:
Nebulização: Validar o equipamento a ser utilizado para observar a quantidade de água necessária. Para este pro-cedimento, completar o equipamento com água fresca e potável passar na superfície onde encontram-se as aves a serem vacinadas, de maneira que a cabeça de todas elas seja coberta de gotas de água. Observar a quantidade de água utilizada para se preparar a mistura com as doses necessárias.
POSOLOGIA:1 dose/ave.
CARÊNCIA:0 dia.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS:
• Pode-se vacinar aves a partir de 1 dia de vida, em áreas endêmicas da Doença de Newcastle.
• Para administrar a vacina via nebulização, se recomenda a utilização de gota grossa (superior a 50 micrômetros) nas primovacinações. Nas revacinações podem-se utilizar gotas mais finas (inferior a 50 micrômetros).
• A administração por nebulização requer uso de máscara protetora. • Armazenar entre 2 a 8ºC, ao abrigo da luz.
APRESENTAÇÃO:Embalagem de 10 frascos de 1000 doses.
COMPOSIÇÃO POR DOSE:
Vírus da Doença de Newcastle, cepa B1≥106,5 DIE 50
Vírus da Bronquite infecciosa, cepa H120≥103 DIE 50
PROPRIEDADES:
Esta vacina é obtida a partir da cepa lentogênica B1 do vírus da Doença de Newcastle (ND) e da cepa Massachussetts tipo Holland H120 do vírus da Bronquite infecciosa (BI) que tem sido selecionada a campo por sua grande imunogenicidade demonstrada. Ambas as cepas são cultivadas em ovos em-brionados.
A diversidade e complexidade dos planos vacinais atuais, em galinhas comerciais e reprodutoras, e em certos países que criam frango de corte, têm criado a necessidade de vacinar simultaneamente com vírus que não interferem na resposta imunológica, os quais podem ser administrados na mesma suspensão.
Para isso, mantendo a atividade de cada vírus e com a mesma eficácia vacinal, com menor custo de manejo se desenvolveu a vacina HIPRAVIAR®-B1/H120, combinando os vírus vacinais
da Doença de Newcastle e BI em uma mesma vacina.
Idade da ave de água para 1000 avesQuantidade aproximada
1 a 3 semanas 5 a 10 litros 4 a 9 semanas 12 a 23 litros 10 a 16 semanas 27 a 37 litros
Número de doses vida (gota grossa)Aves de 1 dia de Aves maiores (gota fina)
HIPRA 25
HIPRAVIAR
®
- BPL2
Vacina inativada de Newcastle, em emulsão injetável
te da família dos Paramixovírus. Sua profilaxia se realiza mediante administração de cepas lentogênicas e vivas modi-ficadas, debaixo poder patogênico, que estimulam ativamente o sistema imunológico da ave. A duração da imunidade é limitada mediante vacinas vivas e podem produzir reações secundárias se administradas em animais positivos para Mycoplasma. Por esta razão, aconselham-se dispor de vacinas inativadas tipo HIPRAVIAR®-BPL2 que potencializam a
imunidade inicial das vacinas vivas, e evitam reações indesejáveis nas aves vacinadas.
INDICAÇÕES:
Frangos, poedeiras e reprodutoras: Prevenção da Doença de Newcastle.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Subcutânea na parte médio-dorsal do pescoço ou intramuscular no peito. • Em frangos recomenda-se sempre a via subcutânea.
• Se a aplicação por via subcutânea não for correta, realizando-se por via intradérmica, pode ocorrer edema regional evolutivo.
• Administrar a vacina quando esta chegar a temperatura ambiente entre 15-25ºC. • Agitar bem antes e durante a sua administração.
POSOLOGIA:
Frangos, poedeiras e reprodutoras: 0,5 mL/ave. No geral, aconselha-se o seguinte programa vacinal:
Frangos:
Durante a primeira semana de vida...Vacina viva para Newcastle Entre a 3 e 5ª semanas de vida...Vacina viva ou HIPRAVIAR-BPL2
Poedeiras e reprodutoras:
Durante a primeira semana de vida...Vacina viva de Newcastle Entre a 3ª e 5ª semanas de vida...Vacina viva ou HIPRAVIAR-BPL2 Aos 3 meses de vida...Vacina viva ou HIPRAVIAR-BPL2 Aos 5 meses de vida (no início da postura)...HIPRAVIAR-BPL2
CARÊNCIA:0 dia.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS: Armazenar entre 2 a 8ºC, ao abrigo da luz.
APRESENTAÇÃO: Frasco de 1000 doses.
COMPOSIÇÃO POR DOSE:
Vírus inativado de Newcastle. Adjuvante oleoso.
PROPRIEDADES:
hemaglutinan-26 HIPRA
HIPRAVIAR-CLON
®
Vacina viva de Newcastle, clone CL/79, em liofilizado oral
• Romper o vácuo do frasco mediante a inoculação de 10 mL de água ou solvente, agitando suavemente até a com-pleta ressuspensão do liofilizado anteriormente a sua administração.
Ocular-nasal: Uma vez ressuspenso o liofilizado com o solvente que o acompanha, administrar uma gota de vacina (0,03 mL) por ave, no olho e orifício nasal, utilizando um gotejador padrão (30 mL para 1000 doses).
Oral: Uma vez ressuspenso o liofilizado com a água fresca potável, vertê-lo em um recipiente adequado até um volume de água de bebida que possa ser ingerida dentro de 1 a 2 horas, no máximo. Tendo em conta:
• Não utilizar água clorada ou com desinfetantes, apenas água potável.
• Assegurar de que a vacina aquosa será consumida dentro de 1 ou 2 horas, no máximo. Recomenda-se uma dieta hídrica de 1 a 2 horas, anteriormente a vacinação.
Nebulização: Validar o equipamento a ser utilizado para observar a quantidade de água necessária. Para este proce-dimento, completar o equipamento com água fresca e potável passar na superfície onde encontra-se as aves a serem vacinadas, de maneira que a cabeça de todas elas seja coberta de gotas de água. Observar a quantidade de água utilizada para se preparar a mistura com as doses necessárias.
• Aconselha-se utilizar gotas grossas (superior a 50 micrômetros) nas primovacinações. Nas revacinações pode-se utilizar uma gota mais fina (inferior a 50 micrômetros).
• A administração mediante nebulização requer cuidados como o uso de máscara protetora.
POSOLOGIA:
Aves: 1 dose/ave
• O veterinário responsável, de acordo com as características sanitárias de cada criação e zona avícola, adotará um programa de vacinação mais indicado.
• Pode-se vacinar as aves a partir de 1 dia de idade, em áreas endêmicas da Doença de Newcastle.
• Caso não coincida o número de aves com e de doses disponíveis, administrar sempre doses em excesso, nunca economizar e/ou reduzir a dosagem.
CARÊNCIA:0 dia.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS: Armazenar entre 2 a 8ºC, ao abrigo da luz.
APRESENTAÇÃO: Embalagem de 10 frascos de 1000 doses. Embalagem de 10 frascos de 5000 doses.
COMPOSIÇÃO POR DOSE:
Vírus vivo de Newcastle, clone CL/79≥106,5 DIE 50
PROPRIEDADES:
Um grande avanço na utilização de vacinas vivas aviárias contra a Doença de Newcastle tem como exemplo, as cepas clonadas, que dispõem de um vírus vacinal completamente uniforme e com características determinadas quanto à pa-togenicidade, baixa reação pós-vacinal, neutralização por anticorpos passivos presentes e alto poder imunogênico. Por isso desenvolveu-se a este ponto, a HIPRAVIAR®-CLON,
admi-nistrada em todos os tipos de aves, sem reações secundárias e com pouca neutralização por anticorpos passivos já exis-tentes. Confere uma duradoura imunidade ativa comparada a vacinas vivas convencionais frente a Doença de Newcastle.
INDICAÇÕES:
Aves: Prevenção da Doença de Newcastle.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Ocular-nasal, oral ou nebulização.
Idade da ave de água para 1000 avesQuantidade aproximada
1 a 3 semanas 5 a 10 litros 4 a 9 semanas 12 a 23 litros 10 a 16 semanas 27 a 37 litros
HIPRA 27
HIPRAVIAR
®
- S
Vacina viva de Newcastle, cepa La Sota, em liofilizado oral
• Romper o vácuo do frasco mediante a inoculação de 10 mL de água ou solvente, agitando suavemente até a completa ressuspensão do liofilizado anteriormente a sua administração.
Ocular-nasal: Uma vez ressuspenso o liofilizado com o solvente que o acompanha, administrar uma gota de vacina (0,03 mL) por ave, no olho e orifício nasal, utilizando um gotejador padrão (30 mL para 1000 doses).
Oral: Uma vez ressuspenso o liofilizado com a água fresca potável, vertê-lo em um recipiente adequado até um volume de água de bebida que possa ser ingerida dentro de 1 a 2 horas, no máximo. Tendo em conta:
• Não utilizar água clorada ou com desinfetantes, apenas água potável.
• Assegurar de que a vacina aquosa será consumida dentro de 1 ou 2 horas, no máximo. Recomenda-se uma dieta hídrica de 1 a 2 horas, anteriormente a vacinação.
Nebulização: Validar o equipamento a ser utilizado para observar a quantidade de água necessária. Para este procedimento, completar o equipamento com água fresca e potável passar na superfície onde encontram-se as aves a serem vacinadas, de maneira que a cabeça de todas elas seja coberta de gotas de água.Observar a quantidade de água utilizada para se preparar a mistura com as doses necessárias.
• Aconselha-se utilizar gotas grossas (superior a 50 micras) nas primovacinações. Nas revacinações pode-se utilizar uma gota mais fina (inferior a 50 micras).
• A administração mediante nebulização requer cuidados como o uso de máscara protetora.
POSOLOGIA:
Aves: 1 dose/ave
• O veterinário responsável, de acordo com as características sanitárias de cada criação e zona avícola, adotará um programa de vacinação mais indicado.
• Pode-se vacinar as aves a partir de 1 dia de idade, em áreas endêmicas da Doença de Newcastle.
• Caso não coincida o número de aves com e de doses disponíveis, administrar sempre doses em excesso, nunca economizar e/ou reduzir a dosagem.
CARÊNCIA:0 dia.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS:Armazenar entre 2 a 8ºC, ao abrigo da luz.
APRESENTAÇÃO:Caixa de 100 doses. Embalagem de 10 frascos de 1000 doses.
COMPOSIÇÃO POR DOSE:
Vírus vivo de Newcastle, cepa La Sota≥106,5 DIE 50
PROPRIEDADES:
Esta vacina é obtida a partir da cepa lentogênica La Sota do vírus da Doença de Newcastle cultivada em ovos embrionados procedentes de lotes de aves SPF.
INDICAÇÕES:
Aves: Prevenção da Doença de Newcastle.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Ocular-nasal, oral ou nebulização.
Idade da ave de água para 1000 avesQuantidade aproximada
1 a 3 semanas 5 a 10 litros 4 a 9 semanas 12 a 23 litros 10 a 16 semanas 27 a 37 litros
28 HIPRA
HIPRAVIAR
®
- S/H120
Vacina viva para a Enfermidade de Newcastle, cepa La
Sota, e para a Bronquite infecciosa, cepa H120, em
liofilizado oral
Para isso, buscando a mesma eficácia vacinal e custo de manejo, foi elaborado o produto HIPRAVIAR®-S/H120 que
combina os vírus vacinais de EM e BI em uma só vacina.
INDICAÇÕES:
Aves: Prevenção da Enfermidade de Newcastle e Bronquite infecciosa aviária.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Ocular-nasal, oral ou nebulização.
Ocular-nasal: Uma vez dissolvido o liofilizado com o diluente que o acompanha, administrar uma gota de vacina (0,03 mL) por ave, no olho ou orifício nasal, mediante um gotejamento padronizado (30 mL para 1000 doses).
Oral: Dissolver o liofilizado completando até a metade o frasco que o contém, com água fresca e potável. Agitar e vertê-lo em um recipiente adequado até um volume tal de água de bebida que possa ser consumida dentro de ½ a uma hora, no máximo. Levar em consideração:
Idade da ave de água para 1000 avesQuantidade aproximada
1 a 3 semanas 5 a 10 litros 4 a 9 semanas 12 a 23 litros 10 a 16 semanas 27 a 37 litros
Nebulização: Validar o equipamento a ser utilizado para comprovar a quantidade de água necessária. Para isso, com-pleta-se o equipamento com água fresca e potável e aplicar na superfície onde se encontra as aves a serem vacinadas, de maneira que a cabeça de todas elas esteja coberta por gotas de água. Observar a quantidade de água utilizada, pois esta será a medida utilizada para a mistura com as doses necessárias para a vacinação das aves.
POSOLOGIA:
Aves: 1 dose/ave.
• Pode-se vacinar as aves, a partir de 1 dia de vida, em zonas endêmicas da Enfermidade de Newcastle.
• Caso não coincida o número de aves com o número de doses disponíveis na embalagem, administrar doses em excesso para garantir uma boa cobertura vacinal.
CARÊNCIA:0 dia.
OBSERVAÇÕES:
Assegurar-se de que a água vacinal seja consumida dentro de ½ a 1 hora, no máximo. Recomenda-se uma dieta hídrica de 1 hora, no verão, e de 2 horas, no inverno, previamente a vacinação.
Para a vacinação mediante nebulização, aconselha-se a utilização de gota grossa (superior a 50 micras) nas primova-cinações. Nas revacinações, utilizam-se gotas mais finas (inferior a 50 micras).
PRECAUÇÕES ESPECIAIS:
Armazenar entre 2 e 8oC, ao abrigo da luz. APRESENTAÇÃO:
Embalagem de 10 frascos de 1.000 doses. Embalagem de 10 frascos de 2.500 doses.
COMPOSIÇÃO POR DOSE:
Vírus vivo de Newcsatle, cepa La Sota ≥ 106,5 DIE50 ---> 106,5 DIE 50
Vírus vivo de Bronquite infecciosa, cepa Mass H120 ≥ 103 DIE 50 ---> 103 DIE50
PROPRIEDADES:
Esta vacina é obtida a partir da cepa lentogênica La Sota do vírus da Enfermidade de Newcastle e da cepa Massachusetts atenuada tipo Holland H120 da Bronquite infecciosa, selecio-nada a campo por sua grande capacidade antigênica demons-trada. Ambas são cultivadas em ovos embrionados SPF. A diversidade e complexidade dos planos atuais em poedei-ras, reprodutopoedei-ras, e em certos países, em frangos, têm cria-do a necessidade de vacinação conjunta com vírus que não possuem uma alta incompatibilidade técnica e que possa ser realizada em uma mesma data.
HIPRA 29
HIPRAVIAR
®
- SHS
Vacina viva para Síndrome da cabeça inchada de
frangos e Rinotraqueíte de perus, em liofilizado
ocular-nasal
O elevado nível de modificação do vírus TRT e seu poder imunizante necessário para outras aves, e não somente os perus, faz com que a HIPRAVIAR®-SHS seja uma vacina inócua e imunogênica frente a SHS de frangos e galinhas e
TRT de perus.
INDICAÇÕES:
Frangos, galinhas e poedeiras: Prevenção da síndrome da cabeça inchada (SHS).
Perus: Prevenção da Rinotraqueíte dos perus (TRT).
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Ocular-nasal, oral ou nebulização.
• Aconselha-se utilizar, preferencialmente, a via ocular-nasal.
• Romper o vácuo do frasco mediante a inoculação de 10 mL de água ou solvente, agitando suavemente até a com-pleta ressuspensão do liofilizado anteriormente a sua administração.
Ocular-nasal: Uma vez ressuspenso o liofilizado com o solvente que o acompanha, administrar uma gota de vacina (0,03 mL) por ave, no olho e orifício nasal, utilizando um gotejador padrão (30 mL para 1000 doses).
POSOLOGIA:
Frangos, poedeiras, reprodutoras e perus: 1 dose por ave. • No geral, se aconselha o seguinte plano de vacinação:
Frangos: Vacinar entre os 14 e 20 dias de idade. Em áreas endêmicas da doença, vacinar durante a primeira
semana de vida e revacinar na terceira semana.
Poedeiras e reprodutoras: Seguir o plano vacinal segundo a incidência da enfermidade na região. No geral,
vacinar na 10ª semana de vida e revacinar, com uma vacina inativada e/ou viva, antes da postura (18 a 22 semanas).
Perus: Vacinar durante a primeira semana de vida, revacinando na 4-5ª semana.
• O veterinário responsável, de acordo com as características sanitárias de cada criação e zona avícola, adotará um programa de vacinação mais indicado.
• Caso não coincida o número de aves com e de doses disponíveis, administrar sempre doses em excesso, nunca economizar e/ou reduzir a dosagem.
CARÊNCIA:0 dia.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS:Armazenar entre 2 a 8ºC, ao abrigo da luz.
APRESENTAÇÃO:
Embalagem de 10 frascos de 1000 doses. Embalagem de 10 frascos de 5000 doses.
COMPOSIÇÃO POR DOSE:
Vacina viva frente ao Pneumovírus≥102,4 DICT 50
PROPRIEDADES:
O isolamento do Pneumovírus de aves afetadas pela Síndro-me da cabeça inchada tem criado a necessidade de seu con-trole. Por se tratar de um Pneumovírus, afeta principalmente as vias respiratórias e, portanto, precisa-se de uma imunida-de local alta e persistente, adquirida com a utilização imunida-de vaci-nas vivas específicas.
30 HIPRA
HIPRAVIAR
®
- TRT
Vacina inativada para Síndrome da cabeça inchada
e Rinotraqueíte dos perus, em emulsão injetável
COMPOSIÇÃO POR DOSE:
Vírus inativado frente ao Pneumovírus. Adjuvante oleoso.
PROPRIEDADES:
A prevenção da Síndrome da cabeça inchada (SHS) de galinhas e frangos, assim como a Rinotraqueíte de perus, requer a adoção de um manejo adequado com medidas higiênico-sanitárias e de imunoprofilaxia vacinal com vacinas específicas. HIPRAVIAR®-TRT é uma vacina inativada destinada a prevenir o aparecimento destas infecções. INDICAÇÕES:
Frangos, poedeiras e reprodutoras: Prevenção da síndrome da cabeça inchada (SHS).
Perus: Prevenção da Rinotraqueíte dos perus (TRT).
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
• Subcutânea na porção dorsal mediana do pescoço ou intramuscular no peito. • Em aves de corte (frangos e perus) se recomenda utilizar por via subcutânea.
• Se a inoculação por via subcutânea não for correta, ocorrendo de forma intradérmica, poderá ocorrer um edema regional evolutivo.
• Administrar a vacina a temperatura ambiente de 15 a 25oC.
• Agitar bem antes e durante a administração.
POSOLOGIA:
Frangos, poedeiras, reprodutoras e perus: 0,5 mL/ave. • No geral, aconselha-se utilizar a seguinte orientação:
• Frangos: Vacinas em torno dos primeiros 15 dias de vida.
• Poedeiras e reprodutoras: Vacinar antes da postura (18 semanas). Na cria e recria a vacina pode ser
administra-da a qualquer momento, revacinando sempre antes administra-da postura (18 semanas).
• Perus: Vacinar em torno dos primeiros 20 dias de vida, aproveitando o corte de bicos ou outro manejo adicional.
CARÊNCIA:0 dia.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS:
Armazenar entre 2 a 8ºC, evitando o seu congelamento.
APRESENTAÇÃO:
HIPRA 31
HIPRAVIAR
®
- TRT4
Vacina inativada para a Síndrome da cabeça inchada,
Doença de Newcastle, Bronquite infecciosa e Doença
de Gumboro, em emulsão injetável
COMPOSIÇÃO POR DOSE:
Vírus inativado de TRT; vírus inativado de Newcastle, vírus inativado de Bronquite infecciosa e vírus inativado de Gumboro. Adjuvante oleoso.
PROPRIEDADES:
A necessidade de controlar a Bronquite infecciosa e a Doença de Newcastle em aves reprodutoras, para evitar os danos causados por estes vírus durante a produção e reprodução, assim como conferir aos frangos descendentes uma alta imunidade passiva contra o IBD para o controle de Gumboro subclínico nos primeiros dias de vida, e a pre-venção dos animais contra a Síndrome da cabeça inchada torna-se imprescindível a utilização da vacina tetravalente HIPRAVIAR®-TRT4, evitando-se a problemática do manejo ao imunizar todas as aves com uma só vacina para quatro
enfermidades.
INDICAÇÃO:
Reprodutoras: Prevenção da Síndrome da cabeça inchada, Doença de Newcastle, Bronquite infecciosa e Doença de Gumboro.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Intramuscular no peito.
• Administrar a vacina a temperatura ambiente de 15 a 25ºC. • Agitar bem antes e durante a administração.
POSOLOGIA:
Reprodutoras: 1 mL/ave.
No geral, aconselha-se vacinar antes da postura (18 semanas).
CARÊNCIA:0 dias.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS:
Armazenar entre 2 a 8ºC, evitando o seu congelamento.
APRESENTAÇÃO:
02
02. F
armaco
ló
gico
s
34. Neoflox oral
PáGINA
34 HIPRA
NEOFLOX ORAL
Antibiótico, de uso oral, a base de Enrofloxacina a 10%
quelantes, com os grupos fosfatos do RNA mensageiro. Impede, portanto, a ligação do RNA transportador com o RNA mensageiro.
Seu espectro de ação compreende bactéria Gram (-) como Pasteurella sp., E.coli e Gram (+) como Staphylococcus
aureus, Streptococcus sp., Clostridium sp., Mycoplasma sp., Ricketsias, Chlamydophila e alguns protozoários.
A enrofloxacina é absorvida rapidamente desde o trato gastrointestinal graças ao seu caráter lipofílico comparado com outras tetraciclinas.
As concentrações sanguíneas eficazes são alcançadas dento de 2 a 4 horas. A maior lipossolubilidade da enrofloxa-cina permite uma concentração mais alta em todos os tecidos e órgãos, assim como uma maior reabsorção pelos túbulos renais. Sua eliminação se dá, principalmente, pelas fezes.
INDICAÇÕES:
Frangos: Colibacilose, CRD e Micoplasmose.
Suínos: Pleuropneumonia, Pasteurelose, Doença de Glasser e Pneumonia enzoótica.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Oral, na água de bebida.
Evitar sua administração em comedouros e bebedouros oxidados. A água medicada será a única fonte de bebida.
POSOLOGIA:
Frangos: 0,5 a 1 mL/litro de água de bebida, durante 3 a 5 dias; equivalente a 50-100mg de enrofloxacina/litro de água de bebida.
Suínos: 1 mL/litro de água de bebida, durante 8 dias; equivalente a 10mg de doxicilina/kg p.v./dia.
CARÊNCIA:
Carne:
Frangos: 5 dias. Suínos: 4 dias.
Ovos: Não usar.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS:
Armazenar em lugar seco ao abrigo da luz.
APRESENTAÇÃO: Frasco de 1 litro. Frasco de 5 litros. COMPOSIÇÃO POR ML: Enrofloxacina (hiclato) 100mg. PROPRIEDADES:
A enrofloxacina trata-se de um antibiótico que inibe a síntese das proteínas bacterianas. Esta ação antibacteriana é resulta-do da fixação da subunidade 30S resulta-dos ribosomas, por uniões
03
03. CIV
TES
T - Kits de
Diagnó
stico
Civtest Avi IBD
Civtest Avi IBV
Civtest Avi TRT
Civtest Avi NDV
37.
37.
38.
38.
PáGINAS
HIPRA 37
CIVTEST
AVI
IBD
CIVTEST
AVI
IBV
Detecção e quantificação de anticorpos específicos frente ao vírus de Gumboro, por ELISA indireto.
UTILIZAÇÃO:
Aves: Diagnóstico da infecção pelo vírus de Gumboro. Avaliação do status sanitário dos lotes.
Cálculo do dia ótimo de vacinação.
O teste permite detectar anticorpos específicos a partir de soro e gema de ovo.
PROCEDIMENTO:
Diluição dos soros: 1/500
Incubação dos soros: 30 minutos a 37ºC. Incubação do conjugado: 30 minutos a 37ºC. Incubação do substrato: 30 minutos a 37ºC, em ambiente escuro.
Leitura: 405 nm.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS:
Armazenar entre 2 a 8ºC.
APRESENTAÇÃO:
Caixa com 5 placas de 96 poços (8x12).
Detecção e quantificação de anticorpos específicos fren-te ao vírus da Bronquifren-te infecciosa, por ELISA indireto.
UTILIZAÇÃO:
Aves: Diagnóstico da infecção pelo vírus da Bronquite infecciosa.
Avaliação do status sanitário dos lotes.
O teste permite detectar anticorpos específicos a par-tir de soro.
PROCEDIMENTO:
Diluição dos soros: 1/500
Incubação dos soros: 60 minutos a 37ºC. Incubação do conjugado: 60 minutos a 37ºC. Incubação do substrato: 30 minutos a 37ºC, em ambiente escuro.
Leitura: 405 nm.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS:
Armazenar entre 2 a 8ºC.
APRESENTAÇÃO:
38 HIPRA
CIVTEST
AVI
TRT
Detecção e quantificação de anticorpos específicos frente ao Pneumovírus responsável pela Rinotraqueíte em perus e pela Síndrome da cabeça inchada em frangos, por ELISA indireto.
UTILIZAÇÃO:
Aves: Diagnóstico da infecção pelo TRT e confirmação da Síndrome da cabeça inchada (SHS).
Avaliação do status sanitário dos lotes.
O teste permite detectar anticorpos específicos a partir de soro.
PROCEDIMENTO:
Diluição dos soros: 1/500
Incubação dos soros: 60 minutos a 37ºC. Incubação do conjugado: 60 minutos a 37ºC. Incubação do substrato: 30 minutos a 37ºC, em ambiente escuro.
Leitura: 405 nm.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS: Armazenar entre 2 a 8ºC.
APRESENTAÇÃO: Caixa com 5 placas de 96 poços (8x12).
CIVTEST
AVI
NDV
Detecção e quantificação de anticorpos específicos frente ao Paramyxovírus tipo 1, por ELISA indireto.
UTILIZAÇÃO:
Aves: Diagnóstico da infecção pelo vírus de Newcastle. Avaliação do status sanitário dos lotes.
O teste permite detectar anticorpos específicos a partir de soro.
PROCEDIMENTO: Diluição dos soros: 1/500
Incubação dos soros: 30 minutos a 37ºC. Incubação do conjugado: 30 minutos a 37ºC. Incubação do substrato: 30 minutos a 37ºC, em ambiente escuro.
Leitura: 405 nm.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS:
Armazenar entre 2 a 8ºC.
APRESENTAÇÃO:
ENFERMIDADES E PROGRAMAS DE
VACINAÇÃO RECOMENDADOS
HIPRA 41
ÍNDICE
ENFERMIDADES E PROGRAMAS DE VACINAÇÃO RECOMENDADOS
• BRONQUITE INFECCIOSA (IB)
• COCCIDIOSES
• CORIZA INFECCIOSA AVIÁRIA
• DOENÇA DE GUMBORO (IBD)
• DOENÇA DE NEWCASTLE (ND)
• SÍNDROME DA CABEÇA INCHADA (SHS) E
RINOTRAQUEÍTE DOS PERUS (TRT)
42 HIPRA
ENFERMIDADES E PROGRAMAS DE VACINAÇÃO RECOMENDADOS
BRONQUITE INFECCIOSA (IB)
VACINAS CONTRA A BRONQUITE INFECCIOSA:
BRONIPRA
®- 1
BRONIPRA
®- ND/IBD
HIPRAVIAR
®- B1/H120
HIPRAVIAR
®- TRT4
HIPRAVIAR
®- S/H120
Vacina monovalente viva contra a Bronquite infecciosa, cepa H120 suave.
Vacina trivalente inativada contra a Bronquite infecciosa, Doença de Newcastle e Doença de Gumboro.
Vacina bivalente viva contra a Doença de Newcastle, cepa B1, e Bronquite infecciosa, cepa H120.
Vacina tetravalente inativada contra a Síndrome da cabeça inchada, Doença de Newcastle, Bronquite.
Vacina bivalente viva contra a doença de Newcastle, cepa La Sota e para Bronquite infecciosa, cepa H120.
HIPRA 43