ALGUMAS PROPRIEDADES DAS M ~ W INAS SEM PERDA DE INFORMAÇAO
M O I S ~ S R E N N ~ V I L E L A
T E S E SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENACÃO DOS PROGRA
-
MAS DE POS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDE-
RAL DO R I O DE JANEIRO COMO PARTE DOS REQUISITOS N E C E S S ~-
R I O S PARA OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM CIÊNCIAS (M,Sc . ) .A p r o v a d a p o r :
/ L
P a u l o A u g u s t o S i l v a V e l o s o ( P r e s i d e n t e )3bsé
L u c a s M . R a n g e 1 N e t o S h a n k a r P . B h a t t a c h a r y yV I
R I O DE J A N E I R O , R J-
B R A S I L MAIO DE 1 9 7 7V I L E L A , MOI SÉS R E N N ~
Algumas P r o p r i e d a d e s d a s Máquinas sem Perda de Inf ormagão
.
Rio de J a n e i r o 1 9 7 7 .V I , 96 p . 29,7 cm (COPPE
-
U F R J , M.Sc.,Engenharia de S i s t e m a s , 1 9 7 7 .
Tese
-
Univ. Fed. Rio de J a n e i r o . Fac. de Engenharia.i i i
E s t e t r a b a l h o
é
d e d i c a d o a M e i r e , Marytta, M y r e l l a eAGRADEC IMENTOS
Ao P r o f e s s o r Paulo Augusto S i l v a Veloso p e l a i n d i c a ç ã o do a s s u n t o e o r i e n t a ç ã o d e s t e t r a b a l h o ; ao P r o f e s s o r Nelson Maculan F i l h o t a n t o g e l o a p o i o c o - mo p e l o i n c e n t i v o c o n s t a n t e ; a o s P r o f e s s o r e s J O S ~ Lucas
M . Range1 N e t o , Shankar 9 . B h a t t a c h a r y y a ; a o s demais p r o f e s s o r e s e c o l e g a s d a COPPE que d e alguma forma c o - l a b o r a r a m com o n o s s o t r a b a l h o .
SINOPSE
E s t e t r a b a l h o t r a t a d e algumas p r o p r i e d a d e s d a s máquinas sem p e r d a d e i n f o r m a s ã o , t a i s como, i n t e r c o n e x õ e s s é r i e , p a r a l e l a , c a s c a t a e r e a l i m e n t a ç ã o . E s t u d a tambem o com- portamento d e s t a s máquinas sob homomorfismos, e f a z o s e u r e l a
-
cionamento com a s máquinas d e memória f i n i t a . E n c o n t r a - s e tam- bém n e s t e t r a b a l h o a s h t e s e da máquina i n v e r s a de uma máquina sem p e r d a de informação que6
ao mesmo tempo máquina d e memÓ-
r i a f i n i t a .A i m p o r t â n c i a d e s t a c l a s s e d e máquinas
é
d e-
v i d o a s u a s a p l i c a ç õ e s em problemas d e c o d i f i c a g ã o d e i n f o r m a -ABSTRACT
T h i s work d e a l s w i t h some p r o p e r t i e s of i n f o r m a t i o n - l o s s l e s s m a c h i n e s , s u c h a s s e r i e s , p a r a l l e l and c a s c a d e i n t e r c o n n e c t i o n s a s w e l l a s t h o s e where f e e d b a c k i s p r e s e n t . I f a l s o s t u d i e s t h e b e h a v i o r of i n f o r m a t i o n l o s s l e s s machines u n d e r homomorphisms and e s t a b l i s h e s t h e i r r e l a t i o n
-
s h i p w i t h f i n i t e memory m a c h i n e s . The work a l s o p r e s e n t s t h e s y n t h e s i s of t h e i n v e r s e machine ( t h a t i s a machine which i s t h e i n v e r s e of a n i n f o r m a t i o n - l o s s l e s s machine a c t i n g a t t h e same t i m e a s a f i n i t e - m e m o r y m a c h i n e ) .
The i m p o r t a n c e of t h e s e c l a s s e s of machine l i e s i n t h e i r a p p l i c a t i o n t o problems i n v o l v i n g i n f ormat i o n coding
.
v i i S U M A R I O ...
. . .
I.
I n t r o d u ç ã o 1 I1.
R e v i s ã o d a L i t e r a t u r a. . .
5 I11.
~ á q u i n a s Sem P e r d a d e Informação. . .
7I V
.
C l a - s s i f i c a ç ã o d a s Maquinas Sem P e r d a d e Informa .. . .
ç ã o 1 9
V
.
Maquina Sem P e r d a d e Informação Reduzida. . . .
2 4 V I.
I n t e r c o n e x õ e s d e ~ â q u i n a s S e q u e n c i a i s Sem P e r d a. . .
d e Informação 2 7 V I 1.
R e l a ç ã o e n t r e ~ á q u i n a s Sem P e r d a de Informação e ~ á q u i n a s d e MemÔria F i n i t a. . .
48 V I 1 1.
aquin nas
D e f i n i d a s. . .
63 I X.
C o n c l u s õ e s. . .
68 X.
R e f e r ê n c i a s ~ i b l i o g r á f i c a s. . .
7 1I . INTRODUCÃO
Um d o s problemas p r i n c i p a i s n a c o d i f i c a ç ã o e t r a n s m i s s ã o d e i n f o r m a ç õ e s
6
a d e t e r m i n a s ã o d a s c o n d i ç õ e s sob a s q u a i s6
p o s s ? v e l r e c o n s t r u i r a s e q u ê n c i a de e n t r a d a d e uma máquina a p a r t i r d e sua c o r r e s p o n d e n t e s e q u ê n c i a d e s a l d a . E x i s-
t e uma i m p o r t a n t e c l a s s e d e máquinas q u e , quando e x c i t a d a s por uma s e q u ê n c i a d e e n t r a d a , produzem uma s e q u ê n c i a d e s a í d a de
t a l modo q u e , d e p o i s de um e x p e r i m e n t o d e tamanho f i n i t o s o b r e a s m á q u i n a s , s u a s e q u ê n c i a d e e n t r a d a pode s e r d e t e r m i n a d a a p a r t i r do conhecimento da c o r r e s p o n d e n t e s e q u ê n c i a d e s a í d a , do e s t a d o i n i c i a l , do e s t a d o f i n a l e d a s e s p e c i f i c a ç õ e s p e l a s q u a i s a s máquinas transformam s e q u ê n c i a d e e n t r a d a em s e q u ê n c i a de s a í d a . E s t a s máquinas são chamadas d e máquinas sem p e r d a d e i n - formação. Ainda d e n t r o d e s t a c l a s s e d e máquinas encontramos a s máquinas de ordem f i n i t a que são a q u e l a s em que p a r a o c o n h e c i
-
mento d e um símbolo da s e q u ê n c i a d e e n t r a d a b a s t a conhecermos oe s t a d o i n i c i a l e uma s e q u ê n c i a d e s a í d a d e comprimento f i n i t o . E s t a p r o p r i e d a d e d a s máquinas sem p e r d a d e informação pode s e r u s a d a na s o l u ç ã o d e inúmeros p r o b l e m a s . Como um exemplo, c o n s i - deremos o problema d e v e r i f i c a r a p r e c i s ã o de o p e r a ç ã o do c i r - c u i t o mostrado n a f i g u r a 1. Um d o s métodos p a r a r e s o l v e r e s t e problema c o n s i s t e na redução da v e r i f i c a ç ã o da p r e c i s ã o d e ope- r a ç ã o do c i r c u i t o p a r a s u c e s s i v a s v e r i f i c a j õ e s da p r e c i s ã o de o p e r a ç ã o d e c a d a máquina. P a r a a p l i c a ç ã o d e s t e método temos que l e v a r em c o n t a que somente temos a c e s s o
2
s a í d a d a maquinaM7.
A s s a í d a s d a s máquinasM 5
eM 6
s ã o e n t r a d a s d a máquinaM 7
; en-
l a s ,
é
n e c e s s á r i o conhecermos a e n t r a d a da máquinaM 7
a p a r t i r da r e s p o s t a do c i r c u i t o . E s t a s i t u a ç ã o6
a n á l o g a p a r a o c a s o d a s demais máquinas. E n t ã o , uma d a s c o n d i ç õ e s n e c e s s á r i a s s i m - p l i f i c a d o r a s p a r a s o l u ç ã o do problema d e v e r i f i c a r a p r e c i s ã o d e o p e r a c ã o d e c i r c u i t o s como e s t e6
que t o d a s a s máquinas s e - jam sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o .Aqui n e s t e t r a b a l h o t r a t a m o s e s t a s máquinas e s t r i t a m e n t e sob o ponto d e v i s t a t e ó r i c o c o n s i d e r a n d o - a s sob o seu a s p e c t o d e t r a n s f o r m a ç ã o , e n t r a d a / s a í d a .
A n a l i s a n d o uma g r a n d e p a r t e d o s t r a b a l h o s e - x i s t e n t e s s o b r e máquinas sem p e r d a d e i n f o r m a g ã o , s e n t i m o s a n e
-
c e s s i d a d e d e s e f a z e r um e s t u d o d e m a i s algumas d e s u a s p r o p r i e
-
d a d e s , t a i s como seu comportamento d i a n t e do homomorfismo e i n-
t e r c o n e x õ e s , seu r e l a c i o n a m e n t o com c l a s s e de máquinas d e memó-
r i a f i n i t a e d e f i n i d a s .No c a p z t u l o 3 i n t r o d u z i m o s algumas termino10
-
g i a s t e ó r i c a s s o b r e m á q u i n a s , d e f i n i m o s e i d e n t i f i c a m o s máqui- n a s sem p e r d a de i n f o r m a ç ã o . Em KOHAVI' encontramos que s e uma máquinaé
d e ordem f i n i t a ,é
e v i d e n t e que k < n ( n - l ) / Z + l ,-
onde ké
o comprimento d a s e q u ê n c i a d e s a í d a que p r e c i s a m o s c o n h e c e r p a r a determinarmos o p r i m e i r o szmbolo d a s e q u ê n c i a de e n t r a d a e né
o número d e e s t a d o s d a máquina. N e s t e c a p í t u l o nós m o s t r a-
mos e s t a e v i d ê n c i a .No c a p ? t u l o 4 fazemos uma c l a s s i f i c a ç ã o d e máquinas d e ordem f i n i t a . Damos um a l g o r i t m o p a r a c o n s t r u ç ã o d e máquinas d e ordem f i n i t a k que não
s80
d e ordem f i n i t a ( k - 1 ) .No c a p l t u l o 5 estudamos o comportamento d a s máquinas sem p e r d a d e informação m e d i a n t e o homomorf ismo .Mostra
-
mos que quando uma máquina d e ordem f i n i t a que p o s s u i e s t a d o se q u i v a l e n t e s
é
submetida a o s p r o c e s s o s d e r e d u ç ã o s u a ordem não a l t e r a .No c a p í t u l o 6 i n t e r c o n e c t a m o s a s m&pin.as sem p e r d a d e informação e a n a l i s a m o s q u a i s seriam a s c a r a c t e r T s t i - c a s da niáquina r e s u l t a n t e .
Nos c a p ? t u l o s 7 e 8 fazemos o r e l a c i o n a m e n t o d a s máquinas sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o . com a s máquinas d e memó- r i a f i n i t a e d e f i n i d a s , v e r i f i c a n d o q u a l a vantagem d e s e . t e r
uma máquina d e memória f i n i t a que s e j a sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o . Damos um a l g o r í t m o p a r a c o n s t r u ç ã o d e t a i s m á q u i n a s .
LI.
Um d o s p r i m e i r o s p e s q u i . s a d o r e s a i n v e s t i g a r máquinas sem p e r d a d e informação f o i EIUFFMAN~
.
E l e , em seu t r a - b a l h o , d e f i n i u a c l a s s e d e máquinas d i t a s sem p e r d a d e informa-
ç ã o . Mostrou uma forma c a n ô n i c a de c i r c u i t o s em que e s t a s maqui-
n a s podem s e r s i n t e t i z a d a s e i n v e s t i g o u a e x i s t ê n c i a d o s i n v e r-
s o s d e s t a s máquinas. D e f i n i u tambem a s máquinas d e ordem f i n i t a k em q u e , p a r a determinarmos o p r i m e i r o simbolo da s e q u ê n c i a de e n t r a d a , b a s t a conhecermos o e s t a d o i n i c i a l e uma s e q u ê n c i a de s a í d a d e comprimento k . Apresentou um t e s t e p a r a v e r i f i c a r quan-
do6
que uma máquinaé
d e ordem f i n i t a k . A n a l i s o u a c o n s t r u ç ã o d e s t a s máquinas d i r e t a m e n t e em t e r m o s de Hardware. Um d o s propÔ-
s i t o s p r i n c i p a i s d e seu t r a b a l h o f o i d e s e n v o l v e r um diagrama que r e p r e s e n t a s s e uma máquina bem g e r a l que f o s s e sem p e r d a de informação.
EVEN4 d e s c r e v e um t e s t e m a i s e f i c i e n t e que o t e s t e d e s e n v o l v i d o por H U F F M A N ~ . Seu t e s t e
6
baseado em t e r m o s d o s e s t a d o s da máquina.E m a i s f a c i l m e n t e a n a l i s a d o e pode
s e r minimizado a n t e s d e s u a r e a . l i z a ç ã o . E l e d i s c o r r e s o b r e o que s e -r i a um g r a f o sem p e r d a d e informação e l o g o em s e g u i d a f a z a p l i
-
c a ç ã o q a r a máquinas s e q u e n c i a i s . Também aborda o s i n v e r s o s d e s - t a s máquinas sem p e r d a d e informação. E l e , em seu t r a b a l h o , n o s dá a l g o r i t m o s s i m p l e s e e f i c i e n t e s p a r a d e t e ç ã o d e máquinas sem p e r d a d e informação.
NEUMANNg
,
em seu t r a b a l h o , i n v e s t i g a o s e f e i t o s de e r r o s t e m p o r â r i o s , t a i s como e r r o s de e n t r a d a ( t r a n s f o r-
mação d e s ~ m b o l o s , in s e r ç ã o ) , e r r o s de t r a n s i ç ã o d e e s t a d o s , e r
-
r o s d e s a í d a , e t c , em s i s t e m a s d e comunicação que usam máquinas sem p e r d a d e informação. E l e m o s t r a que e x i s t e m c o d i f i c a d o r a s p a-
r a a s q u a i s a s d e c o d i f i c a d o r a s t r a b a l h a m i n c o r r e t a m e n t e somente t e m p o r a r i a m e n t e quando q u a l q u e r um d e s t e s e r r o s ocorrem no s i s - tema d e comunicação. Cada uma d e s t a s máquinas c o d i f i c a d o r a s sem p e r d a d e informação c o n s i d e r a d a s por NEUMANN', num s i s t e m a de comunicaçãotêm
uma s e q u ê n c i a de e n t r a d a que a s r e s i n c r o n i z a quando d a o c o r r ê n c i a d e um e r r o , bem como uma s e q u ê n c i a de s a í - da p a r a r e s i n c r o n i z a r a d e c o d i f i c a d o r a . E l e p a r t e do p o n t o d e que uma c o d i f i c a d o r a e uma d e c o d i f i c a d o r a c o m b i n a c i o n a l , podem s e r e s i n c r o n i z a r p a r a c ó d i g o s i n f i n i t a m e n t e g r a n d e , quando d a o c o r r é n c i a d e um e r r o , e f a z uma g e n e r a l i z a ç ã o p a r a o c a s o d e mãquinas sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o .~ ~ ~ A ~ ~ ~ " e s e n v o 1 v e um método p a r a s e o b t e r a p a r t i r d e uma mãquina a r b i t r á r i a M, uma máquina sem p e r d a d e informagão que c o n t e n h a M . Seu método
é
baseado em m o d i f i c a ç õ e s da máquina o r i g i n a l com a d i ç ã o de uma s a í d a l ó g i c a . P a r a umak
maquina com 2 e s t a d o s , o número d e s a í d a s l ó g i c a s a d i c i o n a i s n e c e s s á r i o p a r a s e o b t e r uma máquina
M 1
que c o n t e n h a M e s e j asem p e r d a de informação
6
i g u a l a k .S E R A N S K I I ' ~ d e s e n v o l v e um método p a r a s e c o n s t r u i r uma msquina que s e j a sem p e r d a d e informação s o b r e um c o n j u n t o r e g u l a r d e p a l a v r a s não v a z i o e s p e c i f i c a d o . E l e p a r t e d e uma máquina a r b i t r á r i a M e v a i i n t r o d u z i n d o s a f d a s a d i c i o - n a i s a t é s e o b t e r uma nova máquina
M 1
que t e n h a a p r o p r i e d a d e mencionada.
I I I ,
MAQU
INAS SEM PERDA DE INFORMACÃOUma máquina s e q u e n c i a l (de Mea1y)pode s e r r e
-
p r e s e n t a d a p e l a q u ? n t u p l a M = < C , S , A, f,
g >,
onde : a ) Cé
um c o n j u n t o f i n i t o não v a z i o q u e r e p r e s e n t a o a l f a b e t o d e e n t r a d a . b) Sé
um c o n j u n t o f i n i t o não v a z i o q u e r e p r e s e n t a o s e s t a d o s d a mgquina. c ) Aé
um c o n j u n t o f i n i t o não v a z i o que r e p r e s e n t a o a l b a b e t o de s a í d a . d ) f : S x C +.S r e p r e s e n t a a f u n c ã o t r a n s i ç ã o d e e s t a d o s . e ) g : S x C + A r e p r e s e n t a a f u n ç ã o s a í d a . (Ver B O O T H ~ ) . Em M o prÕximo e s t a d o S ( t + l )é
d e t e r m i n a d o u n i c a m e n t e em f u n ç ã o do e s t a d o a t u a l S ( t ) e da e n t r a d a p r e s e n t e x ( t ) , ou s e j a : p a r a x p e r t e n c e n d o a C (x E C ) .,
z ( t ) E A , s ( t ) , s ( t + l ) E S ,Podemos também u s a r uma s e t a (+) p a r a e s c r e
-
vermos a s d u a s e q u a ç õ e s a c i m a , i s t oé;
. f
s ( t )
,
x
( t ) --ts ( t + l )R
em obtermos S ( t + l )
.
Do mesmo modo s ( t ),
x ( t ) -r*z ( t ) i n t e r p r e t a-
mos como : s ( t ) , x ( t ) a t r a v é s da f u n ç ã o g i m p l i c a em obtermosz ( t ) . Sempre com e s t a n o t a ç ã o queremos d i z e r que com a informa
-
ção que temos5
e s q u e r d a da s e t a determinamos a informação queL e s t á a d i r e i t a da s e t a . Usualmente n ó s estendemos a s f u n ç õ e s d e t r a n
-
s i ç ã o f : S x C + S . e d e s a í d a g : S x C + A p a r a f : S x C* -t S e g : S x C*+ A*, t a l que s e u , v E C* e ~ ( t ) E S , f ( s ( t ) , U V ) ~ i g u a l a f (£ ( s ( t ) , u ) , v ) e g ( s ( t ) , u v )6
i g u a l a g (f ( s ( t ) , u ) , v ) g (s ( t ) , u ).
Onde C* e A* r e p r e s e n t a m o c o n j u n t o de s e q u ê n c i a s de comprimento f i n i t o , p o s i t i v o ou n u l o s o b r e , r e s p e c t i v a m e n t e , C e A .Dizemos que
M
é
uma máquina d e Moore s e e s o-
mente s e t o d o s s e u s e s t a d o s s ã o e s t a d o s de Moore, i s t oé ,
s e esomente s e p a r a t o d o a , y E C e s ( t ) ~ S , g ( s ( t ) , o ) = g ( s ( t ) , y ) . N e s t e c a s o podemos d e f i n i r a f u n ç ã o d e Moore h : S -t A, t a l que
h ( s ) s e j a i g u a l a g ( s , a ) .
1 1 1 . 2 . D e f i n i ç ã o (Ver KOHAVI')
Uma máquina M = C, S , A , f ,g>
6
sem p e r d a de informação s e o conhecimento do e s t a d o i n i c i a l , da s e q u ê n c i a de s a í d a e do e s t a d o f i n a lé
s u f i c i e n t e p a r a d e t e r m i n a r a sequên- c i a d e e n t r a d a , i s t oé ,
s e s i , sf E S , y s A* ex
E C* e n t ã oS i , S f ,
Y
+ X .Uma máquina M s e r á sem p e r d a d e informação quando n e l a não o c o r r e r , p a r a algum e s t a d o , d o i s ou m a i s s u c e s
-
9
s o r e s com s u a s r e s p e c t i v a s s a í d a s i d ê n t i c a s , ou d u a s s e q u 6 n c i a s d e e n t r a d a d i s t i n t a s dando uma mesma s e q u ê n c i a de s a í d a p a r a um mesmo e s t a d o i n i c i a l e um mesmo e s t a d o f i n a l .
111.3. I d e n t i f i c a ç ã o d e uma máquina sem p e r d a d e i n f o r m a -
Mostramos a q u i n e s t e í t e m , com a u x í l i o d e d o i s exemplos, a d e f i n i ç ã o , a i d e n t i f i c a ç ã o d e uma máquina sem p e r d a d e informacão e a c o n d i ç ã o p a r a que e l a s e j a sem p e r d a de informação
.
A máquina M da f i g u r a 26
sem p e r d a d e i n f o r-
mação p o i s : 1. nenhuma d a s l i n h a s da t a b e l a d e t r n a s i ç ã o da f i g u r a 2 p o s s u i d o i s pr6ximos e s t a d o s i d ê n t i c o s a s s o c i a d o s com s í m b o l o s d e s a í d a i g u a i s . 2 . A t a b e l a d e t e s t e d a f i g u r a 3 não p o s s u i nenhum p a r d e e s t a - d o s si = s que s ã o (sob a s a í d a ) yk s u c e s s o r e s d e algum e s -j
t a d o s
,
ou s e j a , não p o s s u i nenhum p a r c o m p a t í v e l c o n s i s t i nP
-
do d e e s t a d o s i g u a i s . Na f i g u r a 3 o p a r não ordenado formado p e l o s e s t a d o s A e B
6
o p a r c o m p a t í v e l AB, p o i s o s d o i s e s t a-
d o s A e B s ã o yk = 0 0 , s u c e s s o r e s d e A . O p a r c o m p a t í v e l BCé
um p a r i m p l i c a d o p e l o p a r c o m p a t í v e l AB. A máquinaM
d a f i g u r a 4é
com p e r d a d e i n f o r-
mação p o i s s u a t a b e l a d e t e s t e r e p r e s e n t a d a n a f i g u r a 4 p o s s u i um p a r c o m p a t í v e l (por exemplo BB) c o n s i s t i n d o d e d o i s e s t a d o s i d g n t i c o s.
F i g u r a 2
AE,
DE
-
AB, BC
-
AB, BC
-
AB, BC
F i g u r a 3-
AC, BC-
AB, BBA A BC
F i g u r a
4
Na máquina da f i g u r a 4 temos A,B,111 + 0 0 1 e A,B,111 + 1 1 0 , ou s e j a , um e s t a d o i n i c i a l A, um e s t a d o f i n a l B e uma Ú n i c a s e q u ê n c i a d e s a ? d a a s s o c i a d a com d u a s s e q u ê n c i a s d e e n t r a d a d i f e r e n t e s , c o n t r a r i a n d o a d e f i n i ç ã o d e máquinas sem p e r d a d e informação. 111.4. ~ á ~ u i n a I n v e r s a L
Em KOHAVI' encontramos que uma máquina M i e i n v e r s a d e
U ,
s e quando M i f o r e x c i t a d a p e l a s e q u ê n c i a d e s a í d a d eM
p r o d u z i r a s e q u ê n c i a d e e n t r a d a d e M com um a t r a s o f i n i t o .1 2
I
!
e v i d e n t e que a máquina M i s Õ pode s e r cons-
t r u f d a s e M f o r sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o , e e l a p o d e r á s e r c o n s-
t r u í d a p a r a p r o d u z i r a s e q u ê n c i a d e e n t r a d a de M d e p o i s d e um a t r a s o f i n i t o s e e somente s e M f o r uma máquina sem p e r d a d e i n formação d e ordem f i n i t a , i s t oé ,
s e M f o r t a l que o conhecimen-
t o do e s t a d o i n i c i a l e uma s e q u ê n c i a de s a í d a d e comprimento f i-
n i t o forem s u f i c i e n t e s p a r a d e t e r m i n a r um símbolo da s e q u ê n c i a d e e n t r a d a . O s i s t e m a da f i g u r a 5é
usado p a r a c o d i f i c a-
ção e t r a n s m i s s ã o d e i n f o r m a ç õ e s . M c o d i f i c a a informação e t r a n s m i t e p a r a M i que d e c o d i f i c a , r e c o n s t i t u i n d o assim a i n f o r - mação r e c e b i d a p o r M . E s t e s i s t e m a d e c o d i f i c a ç ã o,
t r a n s m i s s ã o e d e c o d i f i c a ç ã oé
u s a d o n a t r a n s m i s s ã o d e i n f o r m a ç õ e s a t r a v é s d e c a n a i s em que o s i g i l o q u a n t oà s
mesmas6
m u i t o i m p o r t a n t e , ou que o s s i n a i s e s t ã o s u j e i t o s5
i n t e r v e n ç ã o humana ou a r u z d o s .111.5. ~ â q u i n a s sem p e r d a d e informação d e ordem f i n i t a
Quando t i v e r m o s um s i s t e m a d e máquinas sem p e r d a d e informação conforme a f i g u r a 5 , sendo u s a d o como um d i s p o s i t i v o d e c o d i f i c a ç ã o e d e c o d i f i c a ç ã o d e i n f o r m a ç õ e s
,
a r e c o n s t r u ç ã o da s e q u ê n c i a d e e n t r a d a6
f e i t a l e v a n d o - s e em con- t a o e s t a d o i n i c i a l e o e s t a d o f i n a l . O maior problema n e s t e d i s p o s i t i v o d e d e c o d i f i c a ç ã oé
que a informação q u a n t o a o e s t a - do f i n a lsó
é
t r a n s m i t i d a d e p o i s que t o d a s e q u ê n c i a d e s a I d a for t r a n s m i t i d a . Consequentemente t o d a informação d e v e r á s e r armaze-
nada p a r a d e p o i s i n i c i a r a d e c o d i f i c a ç ã o . E n t ã o , p a r a o c a s o d e13
uma s e q u ê n c i a d e s a í d a m u i t o l o n g a , e s t e p r o c e s s o de c o d i f i c a
-
s ã o , t r a n s m i s s ã o e d e c o d i f i c a ç ã o d e i x a d e s e r v i á v e l q u a n t o ao seu u s o . Tendo em v i s t a e s t a l i m i t a c ã o , d e s e n v o l v e u - s e um e s t u - do p a r a c o n s t r u ç ã o d e uma máquina em que não f o s s e n e c e s s á r i o o armazenamento d e t o d a informação t r a n s m i t i d a ; uma máquina em que o p r o c e s s o d e d e c o d i f i c a ç ã o p u d e s s e s e r i n i c i a d o somente quando s e c o n h e c e s s e o e s t a d o i n i c i a l e uma s e q u ê n c i a d e s a í d a de comprimentof
i n i t o.
IIUFFMAN~ d e f i n i u uma máquina que com o conhe
-
cimento do e s t a d o i n i c i a l e d e uma s e q u ê n c i a d e s a í d a d e compri-
mento f i n i t o determinamos o p r i m e i r o símbolo da s e q u ê n c i a d ee n t r a d a . A e s t a máquina e l e deu o nome d e máquina d e ordem f i n i
-
t a . Então s e emM = < L, S , A , f , g > p a r a s l E A , k y E bk (onde A r e p r e s e n t a o c o n j u n t o d e t o d a s a s s e q u ê n c i a s d e comprimento k d e A), x E L, s l , 1 y -c x1 dizemos que Mé
d e o r - dem f i n i t a i g u a l a k , s e lc f o r o mínimo com e s t a p r o p r i e d a d e .No s i s t e m a da f i g u r a 5 p a r a uma máquina d e ordem f i n i t a k , Mi i n i c i a a d e c o d i f i c a ç ã o d e p o i s que r e c e b e r k s í m b o l o s d e s a í d a t r a n s m i t i d o s p e l a máquina M . N e s t e c a s o temos que: p a r a yi E A, x i E L
I
I
r---
It - - - ~
I
II
I
Iatraso
I
I ,I
I
2/
I 1I
I
II
bI
I
I I1
II
I
II
1
L
transiç Ões de
M
JI
F i g u r a
6
e assim p o r d i a n t e a t é que t o d a s e q u ê n c i a d e s a ? d a s e j a d e c o d i - f i c a d a .
A f i g u r a 6 m o s t r a um esquema d e um s i s t e m a i d ê n t i c o ao d a f i g u r a 5 ,
só
que n e s t a temos uma máquina d e o r - dem f i n i t a k. Na f i g u r a 6 r e p r e s e n t a m o s M conforme s u a i n t e r p r e-
t a ç á o , i s t oé ,
e s t a n d o no e s t a d o s ( t ) E S , no i n s t a n t e t , Mdá
s a í d a y ( t ) , t a l que s ( t ) , u ( t ) + y ( t ) , e no próximo i n s t a n t e ( t + l ) e s t a r á no e s t a d o s ( t + l ),
d e modo que s ( t ) ,u ( t ) .+ s ( t + l )é
armazenado no a t r a s o . Transmitimos s i com c h a v e s 1 e 2 l i g a d a s e vamos armazenando a s saTdas. A s s i m que a c a b a r o armazenamento'
d a s s a í d a s d e s l i g a m o s a s c h a v e s 1 e 2 e l i g a m o s a chave 3 . Com 'i e a saTda o c i r c u i t o l ó g i c o dá o p r i m e i r o símbolo d a e n t r a d a que i n t r o d u z i d o numa s e ç ã o onde temos a cÕpia d a s t r a n s i ç õ e s d e M p r o d u z i n d o assim queé
t r a n s m i t i d o ao c i r c u i t o l ó g i - c o . Com si+l e o s s í m b o l o s y,
Y ~ + ~ . . .ykc2 temos x 2 e a s s i m p o r d i a n t e .E V E N ~ d i z que uma máquina
M
é
sem p e r d a d e informação d e ordem f i n i t a k = R + 2 s e e somente s e seu g r a f o d e t e s t e f o r l i v r e d e c i c l o s , e s e o comprimento do m a i o r cami-
nho do g r a f oé
R . Então c o n s i d e r e m o s p o r exemplo a mgquina Msem p e r d a d e informação r e p r e s e n t a d a na f i g u r a 7 . Sua t a b e l a d e t e s t e e s t á r e p r e s e n t a d a na f i g u r a 8 . D e s t a t a b e l a constru?mos seu g r a f o d e t e s t e que e s t á r e p r e s e n t a d o n a f i g u r a 8 , e v e r i f i - camos que o mesmo não tem c i c l o s e o seu m a i o r caminho
é
i g u a l a 1. Logo, a máquina da f i g u r a 76
d e ordem f i n i t a i g u a l a 3 , i s-
t oê,
s u a i n v e r s a tem que e s p e r a r r e c e b e r 3 s í m b o l o s da sequên-F i g u r a
7
c i a d e s a í d a p a r a i n i c i a r a d e c o d i f i c a ç ã o .
Em KOFIAVI' temos que s e M
é
sem p e r d a d e i n - formação d e ordem f i n i t a k com n e s t a d o s k-
n ( n - 1 ) / 2 + 1 . I s t oé
e v i d e n t e p o i s , s e M tem ordem f i n i t a k podemos d i z e r que e x i s t e um r E S t a l que l a / z l = l b / z l = k , oride al#
b l , conforme f i g u r a9 p a r a p i , q . E S , a i , bi E L , zi E A i = 1 , .
..
.k.De a c o r d o com1
a d e f i n i ç ã o d e máquinas sem p e r d a d e informação d e ordem f i n i t a
p i
#
qi e piqi#
p.-.q- (J J i , 1 2 , ..
( k - 1 ) ) Se pi = qi d a f i - g u r a 9 , vemos que M s e r á com p e r d a d e i n f o r m a ç ã o , p o i s t e r e m o sr
,
p i , Z1, Z 2 . . - 2 . ' . + a a 1 2 * * . a j e ,J r,
p , Z ,z 2 . . . z -
+ b b. .
. b i , i s t oé ,
a p a r e c e r á um p a r com- 3 1 2 p a t í v e l c o n s i s t i n d o d e e s t a d o s temos piqi = p j q j , a c o n t e c e n d o e qi = p j , também temos piqi =f i g u r a 11. D e s t a s d u a s f i g u r a s s e q u ê n c i a s d e e n t r a d a b a s t a n t e s?mbolo e que produzem a mesma
ir
-
i d ê n t i c o s . Se pi = p e qi-
q j,
o e x p o s t o na f i g u r a 1 0 . Se p i = q j p.jqj., a c o n t e c e n d o o e x p o s t o na vemos que podemos c o n s t r u i r d u a s l o n g a s que d i f e r e m no p r i m e i r o s e q u ê n c i a d e s a í d a . P a r a e s t e s
''
c a s o s t e r e m o s no g r a f o d e t e s t e o p a r c o m p a t í v e l piqi l i g a d o a e l e mesmo p e l a s e q u ê n c i a d e s a í d az i + l z i + 2
...
zj,
i s t o6 ,
v e - mos c l a r a m e n t e a e x i s t ê n c i a d e um c i c l o no g r a f o d e t e s t e , Oque f a z com que M d e i x e d e s e r sem p e r d a d e informação d e ordem f i n i t a . D i a n t e d i s t o , vemos que t o d o s o s p a r e s não o r d e n a d o s
n
são d i s t i n t o s . Com n e s t a d o s podemos o b t e r ( 2 ) = n (n-1)/2 pa- r e s d e e s t a d o s não o r d e n a d o s e d i s t i n t o s . Da f i g u r a 9 vemos que temos P l q l , P292 9 H Pk-19k-1' que são (k-1) p a r e s não o r d e n a
-
F i g u r a 9
F i g u r a
10
I V , CLASSIFICAÇÃO DAS MÁ~QUINAS SEM PERDA DE
INFORMAÇAO
-
P r o p o s i ç ã o :a ) Existem máquinas que s ã o d e ordem lc mas que não s ã o d e ordem k-1.
-
Demonstração :Se seguirmos o s p a s s o s do a l g o r i t m o a b a i x o , obtemos a máquina sem p e r d a d e informação d e ordem f i n i t a K com
zk-'
e s t a d o s , r e p r e s e n t a d a p o r s u a t a b e l a de t r a n s i ç ã o na f i g u-
r a 1 3 .-
A l g o r i t m o :1. Começamos a c o n s t r u i r a á r v o r e c u j a forma mostramos também n a f i g u r a 1 3 , p e l a r a i z que s e r á o e s t a d o 1. 2 . Da r a i z passamos p a r a o n í v e l 1 , que t e r á o s e s t a d o s 1 e 2 . Do n í v e l i passamos p a r a o n í v e l 2 , que t e r á o s e s t a d o s 1 , 2 , 3 e 4 , e a s s i m por d i a n t e a t é o n í v e l k - 1 , onde t e r e m o s o s k -1 e s t a d o s l , 2 , 3 , 4
. . .
2.
3 . Colocamos a s t r a n s i ç õ e s 0 / 0 , 1 / 0 p a r a o s e s t a d o s d e 1 a t é k-2 4 . Colocamos a s t r a n s i ç õ e s 0 / 1 , 1/1 p a r a o s e s t a d o s d e (2 + 1 )k-1 2k-l-1, Z k - L 2 , $4 + 1 a t é ( z k - l ) . O s e s t a d o s 2
,
vão r e s p e c t i v a m e n t e p a r a o s e s t a d o s (1 e Z ) , (3 e 4 ) , ( 5 e 6 ) , k-1.
( ~ ~ e - 121.
Como um exemplo d e a p l i c a ç ã o do a l g o r i t m o a c i m a , vamos c o n s t r u i r uma máquina que s e j a d e ordem f i n i t a i - g u a l a 3 e que não s e j a d e ordem f i n i t a 2 . Com o s p a s s o s 1 e 2 obtemos a f i g u r a 1 2 . a . No n í v e l (k-1 = 2) temos o s e s t a d o s 1 ,2 , 3 , 4 . Com o s p a s s o s 3 e 4 obtemos a f i g u r a 1 2 . b .
A n a l i s a n d o a á r v o r e r e p r e s e n t a d a na f i g u r a 12,bvemos que o p a s s o 3 do a l g o r i t m o g a r a n t e que p a r a uma s e - q u ê n c i a d e comprimento (k-1) o p r i m e i r o símbolo da s e q u ê n c i a d e e n t r a d a não pode s e r d e t e r m i n a d o . Com o p a s s o 4 g a r a n t i m o s que com o conhecimento d e q u a l q u e r s e q u ê n c i a d e s a í d a d e comprimen- t o i g u a l a 3 conseguimos d e t e r m i n a r o p r i m e i r o símbolo d a s e - q u ê n c i a de e n t r a d a .
O a l g o r i t m o acima c o n s t r ó i a s máquinas p a r a k > 2 . P a r a k
-
2 temos a s máquinas r e p r e s e n t a d a s n a f i g u r a 14.1
I,
r a i z nívelI
F i g u r a 1 2 ai
nível nívelt
F i g u r a 1 2 braiz
1
23
2
k-2
2k-2
t l2
k-1
-
1
2
k - l
n ivel nívelT
3
/I
4/1
1
/1
2/
1
F i g u r a13
Ordem finita igual a
2
@=:O
O r d e m finita igual a1
F i g u r a 1 4
máquina
M 1
tabela de t e s t eda máquina
M 1
F i g u r a
1 5
I
máquinaMZ
to8eia de tested a m a q u i n a
M 2
V. MAQUINA SEM PERDA DE
INFORMAÇÃO
REDUZIDAN e s t e item mostramos o comportamento d a s má- q u i n a s sem p e r d a d e informação m e d i a n t e a r e d u ç ã o .
Dizemos que uma máquina M = c C, S , A , f , g >
6
r e d u z i d a s e e somente s e não tem e s t a d o s d i s t i n t o s que produ- zem uma mesma s e q u ê n c i a d e s a í d a p a r a uma mesma s e q u ê n c i a d e en-
t r a d a , i s t oé,
s e e somente s e não p o s s u i r e s t a d o s d i s t i n t o s e - q u i v a l e n t e s . (Ver KOHAVI',
p á g i n a 2 8 5 ) . Sabemos tambgm que s e M1 = CL,
S1, A, f l , gl p o s s u i r e s t a d o s e q u i v a l e n t e s , podemos,m e d i a n t e p r o c e s s o s de redução ( v e r KOHAVI'
,
$gins
2 8 6 ) , o b t e r uma máquina r e d u z i d a M 2 = <,
S 2 , A , f 2 , g 2 > que s e j a e q u i v a-
L
l e n t e a M1. Uma d a s p r o p r i e d a d e s d e 8 t a máquina r e d u z i d a e que e l a
é
imagem homomorfa d e Ril, ou s e j a , e x i s t e uma f u n ç ã o $ :S1+S2 chamada homomorfismo, t a l que p a r a t o d o s E S l , o E = I:,
t 2 ( $ ( S I ,1
= $ ( f l ( %I
e g 2 ( $ ( ~ ) ' d = gl ( 5 9 0I *
Então sejam M i = c C , , A ,fi, g i > d u a s
má
-
q u i n a s s e q u e n c i a i s com o s mesmos a l f a b e t o s de e n t r a d a e 3 a í d a , es e j a : S1 + S2 um homomorf ismo d e M1 s o b r e M 2 .
V . 1 . P r o p o s i ç ã o
a ) Se
M 2
é
sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o , e n t ã o M1 tambémé.
b) Se uma d a s máquinas f o r d e ordem f i n i t a , a o u t r a também e , p o s s u i n d o a mesma ordem.
-
Demonstrações :a ) A c o n d i ç ã o n e c e s s á r i a p a r a que M1 s e j a sem p e r d a d e i n f o r m a
-
ç ã o6
que p a r a t o d o sl E S I , U , V E L* s e f l ( s l , u ) ' f o r-
ig u a l a f l ( s l , v ) e gl ( s l , U ) = g1 ( s l , V ) , e n t ã o u tem que
s e r i g u a l a v .
Sabendo que @
6
um homomorf ismo d e M1 s o b r e M2, a c o n d i ç ã o acima f i c a ou s e j a , Como M 2é
sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o u = v ; 10-
go M1é
sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o . b ) 1. Se M1é
d e ordem f i n i t a kl e n t ã o M 2é
d e ordem f i n i t a k z2.
kl ' kDados s 2 E S 2 , u , v E L 1 , suponhamos que g 2 ( s 2 , u )
-
-
g 2 ( s 2 , v )
-
Como a f u n ç ã o (do homomorfismo)é
s o b r e , p a r a algum s1 E S1, s 2 =O
( S I L E n t ã o g l ( s l , u ) = g l ( s l , % e , mo M1 tem ordem k l , u = v .2 . Se M 2
é
d e ordem f i n i t a k 2 , e n t ã o M1é
d e ordem f i n i t a kl5.
k Zk
Dados sl E S I , u , v E C 2 , suponhamos que gl ( s l , u ) =
g1(s15 v ) *
-
-
Como $é
um homomorf ismo temos que g 2(0
( s l ) , u )-
g 2 ( $ ( s l ) , V ) , e como M 2 tem ordem k 2 , u = v .
Com a a n á l i s e f e i t a n o s s u b - i t e n s b . 1 e b . 2 , podemos c o n c l u i r que s e uma d a s máquinas f o r d e ordem f i n i t a a o u t r a também
é ,
e que a ordem d e umaé
e x a t a m e n t e i g u a l a da ou-
t r a .Se M1
é
sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o , M 2 nãoé
n e-
c e s s a r i a m e n t e sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o . Vejamos a máquina M1 r e - p r e s e n t a d a p e l a s u a t a b e l a d e t r a n s i ç õ e s n a f i g u r a 1 5 , onde S1 = { s , ~ , ~ } e C = A=$"
0 , l I . A n a l i s a n d o M1, vemos que a mesma nãoé
r e d u z i d a , p o i s p6
e q u i v a l e n t e a q . A p l i c a n d o o s p r o c e s -s o s d e r e d u ç ã o , v e r KOHAVI', p á g i n a 286, obtemos a máquina r e d u
-
z i d a M 2 e q u i v a l e n t e a M1, r e p r e s e n t a d a n a f i g u r a 1 6 , que6
com p e r d a d e informação.
VI. INTERCONEXÕES DE MAQUINAS SEQUENC IAIS SEM PERDA DE INFORMA-
Sejam M i = < Li, S i , Ai, f i , g i > , i = 1 , 2 duas máquinas s e q u e n c i a i s a r b i t r á r i a s d a s * a i s estudaremos o comportamento sob a s conexões s é r i e , p a r a l e l a , c a s c a t a e com r e a l i m e n t a ç ã o .
VI. 1. Conexão s é r i e (Ver BOOTH', p á g i n a 118)
V I . 1.1. Def i n i c ã o
F i g u r a
17
V I . 1 . 2 . P r o p o s i ç ã o
a ) Se M1 e M 2 são máquinas sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o , e n t ã o M tam bém
é.
b) Se M1
é
sem p e r d a de informação d e ordem f i n i t a kl e M 2 sem p e r d a de informação d e ordem f i n i t a k 2 , M6
sem p e r d a d e i n - formação de ordem f i n i t a k-
< kl + k 2-
1.c ) Se M
é
sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o , e n t ã o M16
sem p e r d a d e i n f o r-
mação.d ) Se M tem ordem f i n i t a k , M1 tem ordem f i n i t a kl
-
< k .-
Demonstração a ) Se M 2é
sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o , e n t ã o s 2 E S 2 , t 2 E S 2 ,*
Y E $ V l E E 2 , p a r a s 2 e s t a d o i n i c i a l e t 2 e s t a d o f i n a l . Se M16
sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o , e n t ã o sl E S1 .-.*
t l E S1, Y1 E A ; + U ~ E L1, p a r a s1 e s t a d o i n i c i a l e t 2 e s - t a d o f i n a l .*
Em M t e r e m o s ( s l , s 2 ) , ( t l , t 2 ) ,y.+u1 E Z p a - Logo M6
sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o .c) Imaginando que M1
e'
com p e r d a d e informação temos queonde ul j! u 2 .
N e s t e c a s o , p a r a q u a l q u e r e s t a d o sl e s 2 de M2, temos s
z1
+ s 2 , y1 E A2, f a z e n d o com que em M t e n h a1 '
-
mos < t l , s l ) > U l + ( t 2 , s 2 ) , yl e ( t 1 9 s 1 ) , u 2 + ( t 2 , s 2 ) , Y l
'
o que n o s l e v a a c o n c l u i r que M s e r ã com p e r d a de informa
-
ç ã o,
c o n t r a r i a n d o a h i p ó t e s e i n i c i a l .Logo, s e
M
f o r sem p e r d a de informagão,
Ml tambémé.
d ) Fixando um e s t a d o s 2 E S2 e supondo que sl
,
u +z
emM 1
com u = u1. .
.
u k E Ck, vamos m o s t r a r que s l ,z
+ u l .Em M 2 s 2 ,
z
+ y . Como M tem ordem k , ( s l , s 2 ) ,y + u l . P o r t a n t o , em M1, s l , z + u 1'
V I . 1 . 3 . Observações
a ) A máquina i n v e r s a d e M pode s e r r e p r e s e n t à d a como m o s t r a a f i g u r a 1 8 .
F i g u r a 18
b ) Sendo
M
uma máquina sem p e r d a d e informação d e ordem f i n i t a ou n ã o , M 2 pode ou não s e r sem p e r d a d e informação. Senão v e-
jamos : s e j a a máquina M sem p e r d a d e informação r e p r e s e n t a - d a na f i g u r a 1 9 . a , queé
a conexão s é r i e d e M1 com Ef2,também r e p r e s e n t a d a s n a f i g u r a 1 2 . a . A s máquinas M1 e M , como v e - mos em s u a s t a b e l a s d e t e s t e são sem p e r d a d e informação e a máquina Mé
com p e r d a de i n f o r m a ç ã o .~á
mostramos tambem a n2
-
t e r i o r m e n t e que s e M 2
é
sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o ,M
é
sem p e r-
d a de informação s e e somente s e M1 também f o r . D i a n t e d i s t oé
c l a r o que s eM
é
sem p e r d a d e informação M 2 pode ou não s e r .c ) No exemplo da f i g u r a 1 9 . a temos que o a l f a b e t o d e s a í d a da máquina M1
é
d i f e r e n t e do a l f a b e t o d e e n t r a d a da máquina Y2, i s t oé ,
em L 2 o c o r r e o símbolo c que não o c o r r e em L1.Estaé
a m a n e i r a m a i s f ã c i l d e v e r a o b s e r v a ç ã o do i t e m b. E s t a mes-
máquina
M 1
'2
=(0,
b. C , d}A 2 =
{ a , b, C} tabela de teste deM1
tabela de teste deM e
,Tp%k
tabela de teste d eM
Figura 1 9 at a bela d e t e s t e de M 1 A B C D
F G / G G
FG
FG
F G
tabela de t e s t e deM 2
B/a A l a A / b B / b C / c D / C D/d C/ d
m á q u i n a M 1E1'
0.1
SI=
A. B.G.'DA I =
a . 4 c . dI
a b C dma o b s e r v a ç ã o pode s e r v e r i f i c a d a com A = L 2 , i s t o
é,
c o n s - 1t r u i m o s uma máquina M 2 com p e r d a d e informação com s e q u ê n -
*
c i a s p e r t e n c e n t e s a 1; que não pertencem a AI, conforme O
exemplo d a f i g u r a 1 9 . b . Na máquina M 2 temos a s s e q u ê n c i a s d e e n t r a d a a c e b d , que quando o e s t a d o i n i c i a l f o r E p r o d u z i
-
mos a s e q u ê n c i a d e s a í d a a a e vamos p a r a o e s t a d o f i n a l G.Seobservarmos a máquina M1 notaremos que a mesma nunca p r o d u z i
-
r á e s t a s d u a s s e q u ê n c i a s de s a í d a a c e bd.E n t ã o quando M1 e s t i v e r c o n e c t a d a em s é r i e com M 2 t e r e m o s a máquina M sem p e r d a d e informação conforme podemos v e r i f i c a r p e l a f i g u r a 1 9 . b .
VI.2. C o n s i d e r a q õ e s a r e s p e i t o d e c i r c u i t o c o m h i n a c i o n a l
Um c i r c u i t o c o m b i n a c i o n a l
6
um c i r c u i t o com somente um e s t a d o , i s t oé,
que não tem nenhuma memória. P a r a um c i r c u i t o c o m b i n a c i o n a l o símbolo d e e n t r a d a (ou uma combinação de s$mbolos) p a r a um dado i n s t a n t e d e t e r m i n a o símbolo d e s a í d a(ou uma combinação d e s?mbolos)
.
Pode s e r r e p r e s e n t a d o conforme a f i g u r a 20.Um c i r c u i t o c o m b i n a c i o n a l sem p e r d a d e i n f o r
-
masãoé
d e f i n i d o como sendo a q u e l e . q u e tem a p r o p r i e d a d e a d i c i o-
n a 1 d e p e r m i t i r que a s a z d a d e t e r m i n e a e n t r a d a . E n e s t e c a s o dizemos que não h á combinações d i f e r e n t e s de s i m b o l o s d e e n t r a - da produzindo uma mesma combinação d e s í m b o l o s d e s a í d a . E n t á o , s ex
+ y e y -+x ,
dizemos que o c i r c u i t o ^ . é sem p e r d a d e i n f o r m a -F i g u r a 2 0 L C i r c u i t o
X
C o m b i n a c i o n a l enfrada1
4
Y
e n t r a d a 3 F i g u r a 22N a f i g u r a 2 1 temos a r e p r e s e n t a ç ã o do t i p o
de
c i r c u i t o combinacional que usaremos n e s t e t r a b a l h o . N Õ S dizemos que o c i r c u i t o L da f i g u r a 2 1
é
p a r c i a l m e n t e sem p e r d a d e i n f o r-
mação em r e l a ç ã o a e n t r a d a 1 s e a s a í d a d e t e r m i n a r a e n t r a d a 1. Dizemos também que L6
um c i r c u i t o c o n t r o l a d o p e l a e n t r a d a 2 s e p a r a c a d a e n t r a d a 2 a s a í d a d e t e r m i n a r a e n t r a d a 1. A s mesmas c o n s i d e r a ç õ e s podemos f a z e r l e v a n d o em c o n s i d e r a ç ã o a s demais e n t r a d a s . V I . 3 . Conexão P a r a l e l a ( v e r BOOTH,
p á g i n a 1 1 8 ) V I . 3 . 1 . D e f i n i ç ã o C A conexão p a r a l e l a d e M1 com M 2 e i l u s t r a d a n a f i g u r a 2 2 . N e s t e c a s o supomos que a s e n t r a d a s d e ambas a s má-
q u i n a s s ã o a s mesmas e que a s a í d a da máquina M, r e s u l t a n t e d e s-
t a c o n e x ã o ,6
formada p e l a combinação l ó g i c a d a s s a í d a s d e M1 e M 2 . E n t ã o , S = SIx
S 2 , L: = Z1 = L 2 , L : Alx A 2 + A, e p a r a t o d o ( t l , s l ) , ( t Z , s 2 ) E S , LI E 1 , Z E A, t l , t 2 E S1,S1,S2 E S23 y1 E A l , ' y 2 E A 2 , ( t 1 3 ~ 1 ) , u + ( t 2 , ~ 2 ) ,z
onde z = L ( y 1 , y 2 ) , t l , u -i t 2 , y1 e s l , u 3 s 2 , Y 2 . V I . 3 . 2 . P r o p o s i ç ã o a ) Se MJé
sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o , Lé
um c i r c u i t o ' p a r c i a l m e n-
t e sem p e r d a de informação em r e l a ç ã o a s a i d a da máquin.aM J ;
b ) Se
MJ
é
d e ordem f i n i t a kJ e L6
p a r c i a l m e n t e sem p e r d a d e informação em r e l a ç ã o a s a í d a da máquina MJ, e n t ã oM
6
d e ordem f i n i t a k-
< kJ.-
Demonstracãoa ) Considerando o c a s o em que
J
= 1 , em L temos p a r a u EAl,
v
E A 2 e y E A que u , v -t y e y + u . Em M1 temos p a r a t l,
t 2 E S I , w E C l que t l , t 2 , u + W , f i c a n d o e n t ã o em M ( t l , s l ) , ( t 2 , s 2 ) , y + w. Logo, M6
sem p e r d a de i n f o r m a ç ã o . 0 mesmo r e s u l t a d o pode s e r o b t i d o p a r a J = 2 . b ) Se M1 f o r d e ordem f i n i t a k l , temos p a r a t l E S1 , x l E C1, 1, Se L6
p a r c i a l m e n t e sem p e r d a d e informação com r e l a ç ã o a s a í d a da máquina M1 temos p a r a z l E A 2 ,z
E Ay l , Z1 -+ Z e z + Y1'
Logo, temos M d e ordem E i n i t a k
-
c kl p o i s pa-
r a s1 E S2 t e r e m o s ( t l , s l ) E S ,z1 z 2 z3
...
zkl+
x
1' uma
k
vez que p a r a z E A 1 em L
z l
+ y l , z 2 -r y 2 ,z 3
-+
y 3 7 ' * ' 9 z k l De modo anál'ago, mostramos que chegaremos em M d e ordem f i n i t a k-
< k 2 ' s e L f o r p a r c i a l m e n t e sem p e r d a d einformação com r e l a ç ã o a A 2 e M 2 f o r sem p e r d a d e informacão de ordem f i n i t a k 2 .
máquina
M 1
c i r c u i t oL
mdquinaM e
F i g u r a 23 AC AD B C BD Figura24
AC/O BD/O A C / 1BD/L
AC/O B D A A C / 1 BD/1 m á q u i n aM
Se M f o r sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o , d e - ordem f i n i t a ou n ã o , M1, M 2 e L não p r e c i s a m s e r sem p e r d a d e informa
-
ç ã o ou d e ordem f i n i t a . Por exemplo vejamos a s máquinas M1, M 2 , M e o c i r c u i t o L r e p r e s e n t a d o s n a f i g u r a 23. Vemos que M , cone-
x ã o p a r a l e l a d e M1 e M 2 com c i r c u i t o l ó g i c o L ,é
sem p e r d a dei n f o r m a ç ã o . embora
M1,
M 2 e L sejam com p e r d a d e i n f o r m a ç á o . A máquina i n v e r s a d e M , sendo M a conexão pa-
r a l e l a d eM1
e M 2 com s a i d a l õ g i c a L ,6
m o s t r a d a n a f i g u r a 2 4.
Na máquina i n v e r s aM i
temos o i n v e r s o do c i r c u i t o l ó g i c o L queJ
r e p r e s e n t a m o s por L i , e a i n v e r s a d e uma d a s máquinas que r e p r g sentamos por M:, e n e s t e c a s o podemos t e r J i g u a l a 1 ou 2 . Pa-
L
L! r e p r e s e n t a o c i r c u i t o i n v e r s o do c i r c u i t o l ó g i c o L que e sem p e r d a de informação com r e l a ç ã o a s a í d a d a máquina M J .
VI.4.
Conexão C a s c a t a ( v e r B O O T H ~ , p á g i n a 1 4 3 )V I . 4 . 1 . D e f i n i ç ã o
A f i g u r a 25 i l u s t r a uma conexão c a s c a t a de
M
com M 2 com i n t e r c o n e x õ e s l q g i c a s I : C + .E1, J : E xAl + E 2 ,1
L : A1
x
Zx
A2+ A . Dando aomo r e s u l t a d o uma máquina M ondeS = S1
x
S 2 , e p a r a t o d o u EE ,
( t l @ s 1 ) , ( t 2 , s ) E S . , Y E A ,( t l , s l ) , u + ( t 2 , s 2 ) , y . Sendo que p a r a t l , t 2 E S1, s1s2 E S2.w & A l
V I . 4 . 2 . P r o p o s i ç ã o
a ) M s e r á sem p e r d a d e informação s e :
1. L f o r p a r c i a l m e n t e sem p e r d a d e informação em r e l a ç ã o a
e n t r a d a do c i r c u i t o I , ou
2 . L f o r sem p e r d a d e informação em r e l a ç ã o a s a í d a d a máqui
-
na M1, e M1 e I forem sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o , ou3 . L f o r sem p e r d a d e informação em r e l a ç ã o a s a f d a d a máqui
-
na M 2 , M 2 f o r sem p e r d a d e informação e J f o r sem p e r d a d e informação com r e l a ç ã o a e n t r a d a do c i r c u i t o I , ou 4 . L f o r sem p e r d a d e informação com r e l a ç ã o a s a f d a d amá
-
q u i n a M 2 , M 2 f o r sem p e r d a de i n f o r m a ç ã o , J f o r sem p e r d a d e informação com r e l a ç ã o a s a í d a d a máquina M1, Ml e I forem sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o .
b) M s e r á d e ordem f i n i t a s e :
1. L f o r p a r c i a l m e n t e sem p e r d a d e informação com r e l a ç ã o a e n t r a d a do c i r c u i t o I , e n e s t e c a s o M tem ordem f i n i t a i- g u a l a 1, ou
2 . L f o r sem p e r d a d e informação com r e l a ç ã o a s a í d a d a
má-
q u i n a M1, M1 f o r d e ordem f i n i t a kl e I f o r sem p e r d a d e informação
,
ou3 . L f o r sem p e r d a d e informação com r e l a ç ã o a s a í d a d a
má-
q u i n a M2, M 2 f o r d e ordem f i n i t a
ki
e J f o r sem p e r d a d e informação com r e l a ç ã o a e n t r a d a do c i r c u i t o I , ou4 . Se L f o r sem p e r d a d e informação com r e l a ç ã o a s a z d a da máquina M2, M 2 f o r d e ordem f i n i t a k 2 , J sem p e r d a d e i n - formação em r e l a ç ã o a s a í d a da máquina M1, M1 f o r d e o r - dem f i n i t a kl e I sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o .
-
Demonstraçãoa . 1 . Temos que em L p a r a v l E Al,
wl
E A2, u E L , y E A , v l , wl,u + y e y + u . Em M1 t l & S1, I ( u ) E ,Y1 + t 2 & S 1 , v1 e em M 2 s1 E S 2 , J ( v l , u ) E E 2 + s 2 E S 2 , wl. E d a í e n t ã o k l s e r á
z m
p e r d a d e informação p o i s t e r e m o s ( t l , s l ),
( t 2 , s 2 ) , y + u on- d e em L y + u . a . 2 . EmI ,
I ( u ) + X l e x l + U . E m M l , t l , x l & Z + t 2 , V1 e t l , t2, v1 + x l . Em L,
v l , w l , u + y e y + v l . Em H 2 . 5 1 , J ( v l , u ) + s 2 , w1 e em M t e r e m o s ( t l , s l ) , ( t 2 , s 2 ) , y + U , i s t oé ,
M sem p e r d a d e informação p o i s p o r L y + v l , p o r M1 t l,
t 2 ,vl + x1 e p o r I x l + u .+ u , i s t o
é,
M
sem p e r-
d a d e i n f o r m a ç ã o p o i s p o r L , y + wl, p o r M 2 S1,S2,W1 + Z1 e p o r J zl + u . s l , z1 + s 2 , w1 e w -+ zl e em M t e r e m o s ( t l , s l ) , ( t 2 , s 2 ),
1 y + u , i s t oé,
M
sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o p o i s p o r L y + wl, s1 ,wl +zl:,
p o rJ
zl+ v l , p o r M1 tl,tZ,vl-..--+ X 1 p o r I X1 + U . b . 1 . Se Lé
sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o com r e l a ç ã o a C ,6
e v i d e n t e que em M c a d a símbolo d a s e q u z n c i a d e sai'da produz um si'mbo-
10 d a s e q u ê n c i a d e e n t r a d a ; l o g oM
tem ordem f i n i t a k = 1. b.2. Aqui temos p a r a y E A k l = yl y Z . . . k Ykl , Z E ~ ~1 2 ~ 3 " ' = Z Z Z t l E S Z ' X 1' 1 E L1 e em I X l + u E L..
E m M temõs p a r a s1 E S2 ( t l , s l ) , y + U , i s t oé,
p a r a t o d o y E A k l com um e s t a d o i n i c i a l ( t l , s l ) E S determinamos o p r i m e i r o s í m b o l o d a s e q u ê n c i a d e e n t r a d a . k b.3. P a r a y E A ~ Z = y1 y 2 . . . y k 2 , ZFE b22 = z1 z 2 i . . ZkZ em L J X 2 + U E E . E m M f i c a m o s com ( t l E S1, s1 E S 2 ) , y + u,
ou s e j a , uma máquina d e ordem f i n i t a k 2 .
c i r c u i t o
I
c i r c u i t oJ
máquinaM 1
máquinaM 2
m a q u i n aM
AB
c i r c u i t oK
F i g u r a 2 6A B A
AB/O
Novamente em L wk
.
Em M 2 s 2 ,z 2 z3
...
+ 2+ 1-
Z k 2 + l Z k 2 + 1 v 2 e s 2 , v 2 + s3. Em J v 2 + y 2 . E a s s i m por d i a n t e como no c a s o da conexão s é r i e , a t é que em L wk + k -+ z 2.. 1-1 k2+kl -1' em M~ Skl. Z k 2 Zk2+1...
z k2+ kl -1 + V kl , e m J v kl -b Y k l * E a g o r a em M1 t l , yl y 2 . ..
Ykl+ X 1 E Z1 e e m I x 1 - u 1 E L . E a í e n t ã o em M temos ( t l , s 1 ) , y1 y2.
.
.yk + k 3 u l , OU 1 2 - 1 s e j a , uma máquina d e ordem f i n i t a kl + k2-1.V I . 4 . 3 . Observações
Se M
é
sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o , d e ordem f i - n i t a ou n ã o , I , J , L , M1 e M 2 não precisam s e r . Por exemplo v e - jamos a s máquinas r e p r e s e n t a d a s n a f i g u r a 26. A máquina M6
sem p e r d a d e informação embora sendo uma conexão c a s c a t a d e I , J , L , M1 e M 2 , em que t o d o s s ã o com p e r d a d e i n f o r m a ç ã o .V I . 5 . Conexão com R e a l i m e n t a ç ã o ( v e r B O O T H ~ , p á g i n a 118)
V I . 5 . 1 . D e f i n i ç ã o
Supondo A1 = E 2 e que M 2
é
uma máquina d e Moore com f u n ç ã o de Moore h : S2 + A 2 , ( i s t oé ,
h(s)=g2(s,ylcZ2)), a conexão com r e a l i m e n t a ç ã o d e M1 com M 2 produz uma máquina M = E , S , A , f , g > r e p r e s e n t a d a na f i g u r a 27 onde S= SI X S2A = A l , L : C X A 2 +E1 e que p a r a u E C , t l , t 2 E S1, s 2 E S 2 , ( t l , s 2 ) , U + y em M e t l , L ( u , h ( s 2 ) ) + t 2 , y em M1 e s 2 , y + s3
F i g u r a 2 7 V I . 5 . 2 . P r o p o s i ç ã o a ) Se L
é
um c i r c u i t o combinakional sem t r o l a d o p e l a s a í d a d e M 2 ,M 2
sem peri p e r d a I a d e d e informação con-
informação (de o r - dem f i n i t a ) , e n t ã oM
6
sem p e r d a d e informação (de ordem f i - n i t a k = k l )L
b) Se M
6
sem p e r d a d e informação (de ordem f i n i t a ) , e n t ã o L e um c i r c u i t o c o n t r o l a d o p e l a s a í d a da máquina M 2 d e s d e que af u n ç ã o h s e j a s o b r e j e t o r a .
c ) Se M
6
sem p e r d a de informação (de ordem f i n i t a ),
e n t ã oMp;
é
sem p e r d a d e informação (de ordem f i n i t a ) d e s d e que-
Demonstraçãoa ) Em M temos ( t l , s l ) , u E 1 + ( t 2 , s 2 ) ,y .
E m M 1 t l , x + t 2 , y 1 e t 1 9 t 2 9 Y l +
x
1 p o i s M16
sem p e r d ad e informação
.
Sendo L sem p e r d a d e informa.ção c o n t r o l a d o p e l a s a í d a d a
má-
q u i n a M2, temos que u E L ' , h ( s l ) + X e h ( s l ) , x + u .
Em M 2 s1 ,yl -+ s 2 , h ( s l ) e a í e n t ã o ( t l , s l ) ,
( t 2 , s 2 ) , y + U , i s t o
é ,
Mé
sem p e r d a d e i n f o r m a ç ã o .Agora s e M1
é
sem p e r d a d e informação d e o r-
dem f i n i t a kl temos que t l ,x
+ y e t l , y + x l p a r ak Y = Y1 Y2 O * * Y k l E b l l e x = X~ x 2
...
x
E kl Em M 2 s l , y l + h ( s l ) , em L , h ( s l ) ,xl + u e em M ( t l , S I ) , Y + u e a í e n t ã o hlé
d e ordem f i n i t a k-
< k l . Se M tem ordem f i n i t a k e n t ã o ( t l , s l ) , y + v1 E 1 p a r a y = yl y2...
yk E A:1 e em L v l , h ( s l ) + vlo E1 e com i s t o em M1 t l , y + u l e k 1 < - k. Logo k = kl.b ) Se L não
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um c i r c u i t o sem p e r d a d e informação c o n t r o l a d o porA 2 , temos que p a r a u , v E L , sl E S 2 , x l E 11, u =
v
e huma f u n ç ã o s o b r e j e t o r a , u , h ( s l ) + X 1 e v , h ( s l ) + X 1 . Em
M1 p a r a t l J 2 E S1 e y1 E Al, t l , X1 -+ t 2 , yl. Em M 2 sl7y1 + s 2
E S2.
aí
em M t e r e m o s ( t l , s l ) ,u + ( t 2 , s 2 ) y 1 , ( t l , S I ) , V +( t 2 , s 2 ) ,yl e u =