UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARA^BA CENTRO DE FORMAglO DE PROFESSORES
UMA NOVA EXPERlSNCIA DO ESTAGIO D E
SUPERVISE ESCOLAR
CAJAZEIRAS - PB SETEMBRO - 1989
- COORDENAgSO / ESTjfclO
• Maria I l b a n i z a Gomes • Maria Deusa Sousa
PLANE JAMENTO E EXBCUglO
• Estagiarias
• L i s b e r i a Adrian© Duarte
• Delmira Maria P. B« Pires Jferreira
- CAMPO / E S T A G I O
Grupo Escolar Municipal Costa e Silva Cajazeiras Pb«
Professor Orientador Maria Deusa Sousa
Ao Divino E s p i r i t o Santo por t e r me concedido f o r c a , f e e coragem para enfrentar o desafio da educacao e r e a l i z a r esse trabalho.
A minha irma Lais e ao meu cunhado Morais, 1
que me ajudaram, compreenderam e incentivaram a realizagao ' desta conquista.
Aos professores que repartiram conosco seus 1
coribecimentos, os meus sinceros agradecimentos. L i s b e r i a .
Ao meu esposo, que sempre me incentivou em todos os instantes dedicados ao curso de pedagogia.
Aos meus f i l h o s pelas horas de longa espera,1
pelos dias que passaram sem o meu afeto, eu lhes dedico esta v i t o r i a .
M t i n u t i l esperar uma educagao r a c i o n a l , humana em
uma soeiedade que constantemente ofende a razao e a humanidade. $ i l u s o r i o esperar de um sistema burocratico; estranho a vida, que a escola deva ser f e i t a para a crianga e nao a crianga para a es-eola. £ i n u t i l esperar de um regime que se apoia sobre a autorida de de alguns e a obediencia de outros que desenvolva uma educagao de liberdade. E como imaginar que uma soeiedade tecida de p r i v i l l gios e de discriminagoes elabora um sistema democratico de ensino? Entretanto o lago entre a educagao e as demais expressoes da so-eiedade nao e tao e s t r e i t o , tao determinante que nao possamos mo-d i f i c a r os elementos mo-do sistema inmo-depenmo-dente mo-do conjunto. Porgas' agem no sentido da transformagao das estruturas educativas, as quais concorrem de modo mais ou menos d i r e t o para as transforma-1
goes sociais sob esta condigao 4 que as sociedades se desvencilha rao do peso das tradigoes t i r a n i c a B e da r i g i d e z paralisante. • Assim, a soeiedade e a educagao progredirao ambas no mesmo passo* e, assim reduzirse-ao as contradigoes que tornam a v i d a dos ho-mens tao caotica e tao d i f i c i l ."
S U M A H I O / 1. I n t r o dug ao 2. Sistematizagao 3. Consideragoes Pinais 4. Referenda! Teorico 5. Aaexos 5.1. Piano de Irabalho 5.2. Picnas de L e i t u r a 5.2.1. Leituras Especffiea 5.2.2. Leituras Serais 6. B i b l i o g r a f i a o p p B CAMPU> V o
Concluindo as atividades realizamos tuna reuniao de carater a v a l i a t i v o , onde sentimos que o nosso desempenho eomo estagiarias f o i v a l i d o e proved, to so, nos mostrou em todos os aspec-tos da educagao o quanto e importante a integragao entre a t e o r i a e p r a t i c a .
C O N S I D E R A Q Q E S F I N A I S
Concluindo nosso documento, necessario se f a z apresentarmos os aspectos p o s i t i v o s e negativos vivenciados duran te o estagio supervisionado.
ASPECTOS POSITIVOS:
Receptividade por todos os elementos da Escola. 0 enriquecimento de nossas experiencias educa-cionais.
0 interesse e o dinamismo de alguns professor* res da Escola.
A orientagao, o i n c e n t i v o , a grande forga que recebemos atraves da professora orientadora.
0 apoio e a simpatia da administradora Escolar. fixito em parte, na execugao do piano de agao. ASPECTOS NEGATIVOS:
Palta de acompanhamento e orientagao, em v i r t u de do periodo da greve.
Palta de preparo no 4 2 , 5F I e 6 2 periodo f a l t a n
do embasamento em p r i n c i p i o s e metodos de supervisao.
A f a l t a de interesse e dinamismo de alguns pro fessores.
Apresentados os aspectos p o s i t i v o s e negativos, torna-se indispensavel propormos a l t e r n a t i v a s de solugao tendo em v i s t a a realizagao dos proximos estagios.
SUGESTOES
A professora de p r i n c i p i o s e metodos se enga-1
jasse mais com atividades p r a t i c a s para o Estagio de Supervisao, As atividades do 6 2 periodo principalmente es-tejam voltados para o Estagio.
REFERENCIAL TE<5RIC0
Segundo Jose Carlos Libaneo M A escola e o lugar de ensino e difusao do conhecimento, £ instrumento para o acesso 1 das camadas populares ao saber elaborado; e, simultaneamente, meio educativo de socializagao do aluno no mundo social adulto. 0 ensino, como mediagao socio p o l i t i c a , deve cuidar da formagao da p e r s o n a l i -dade s o c i a l em fase de uma nova c u l t u r a l
Mas na realidade o que observou-se na p r a r i c a r e ferente ao quadro a que esta reduzida a escola publica e melanc<$li-co: desinteresse dos governos, professores mal remunerados a maio-' r i a despreparados desanimados; criangas famintas, empobrecidas c u l -turalmente face as suas condicoes de v i d a prejudicados escolarmente por uma escola inadequada; escolas sujas, f a l t a de recursos d i d a t i -cos etc. Ou seja, os governos estao deixando que a escola permanega numa agonia sem f im, nao para mata-la mas para mante-la dentro dos l i m i t e s minimos de sobrevivencia, t a l como vem fazendo com o povo,1 nao esta nos pianos dos governos a elevacao da qualidade da escola, por que nao interessa a classe dominante a formagao c u l t u r a l verda-deira que l i b e r t a r i a os individuos e p o s s i b i l i t a r i a a tomada de consciencia dos mecanismos de dominacao c a p i t a l i s t a .
Os professores reclamam, tambem, da preparagao 1 d e f i c i e n t e dos alunos dos anos anteriores, outros manifestam uma permanente aversao e a n t i p a t i a pelos problemas manifestados pelos
alunos. ^
Tomando como referencia as evidencias da s i t u a -1 gao da escola partimos para um trabalho de treinamento em servico • que teve como f i n a l i d a d e de trabalhar com o professor suas d i f i c u l -dades em relagao ao aluno, atraves de sessoes de estudo e conversas informais versando sobre conteudos especificos e atualizagao de co-nhecimento s.
Logo, estudando em grupo, procuramos uma maneira onde tentou-se superar os problemas encontrados pafa chegarmos a um melhor desempenho no processo Ensino-Aprendizagem.
Como o trabalbo de supervisao e fundamental na Escola e preciso rever algumas colocagaes de alguns
A escola a t u a l e efetivamente uma escola em c r i s e . Em c r i s e nao apenas por que nao corresponds as necessida des do estudante b r a s i l e i r o , mas tambem porque nao esta em coe-rencia com uma t e o r i a educacional que j u s t i f i q u e sua atuagao. 1
(CANDAV, 1985, 58 p.)
Assim como a escola a t u a l enfrenta grandes 1
crises, a supervisao por sua vez, como esta totalmente v i n c u l a -da a escola sofre tambem suas consequencias*
P L A N O DEB T R A B A L H O
1 - Ob.jetivos:
1.1. GERAIS X5/gzg$, Desenvolver atividades pedagogicas, p o l i t i c a s , soeioculturais e
reereativas de carater educativo, envolvendo professores, pais de alunos, diregao da escola e demais pessoas envolvidas ao processo E!n sino-Aprendizagem.
- P o s s i b i l i t a r aos alunos um estudo pratico e funcional para t o r na-los capazes de l e r e escrever corretamente e, consequentemente 1 atuar com r e l a t i v a e f i c i e n c i a ao seu ambiente.
1.2. ESPECIFICOS
- Melhorar o n i v e l de aprendizagem em comunicagao e expressao nos aspectos de linguagem o r a l e e s c r i t a .
- Incentivar o aluno a reconhecer o v a l o r da recreagao na vida hu-mana.
Orientar ao professor para o desenvolvimento da l e i t u r a e e s c r i -t a .
Orientar o professor quanto ao uso correto de material d i d a t i c o . - P a r t i c i p a r das atividades socio-culturais e r e l i g i o s a s .
2 - Definicao de Trabalho
2.1. Fundamentagao Teorica 2.2. Treinamento em servigo
• Planejamento p a r t i c i p a t i v o
• Sessoes de estudo sobre conteudo e atualizagao de conhecimen tos nas areas de comunicagao e expressao, ciencias e estudos sociais. 3 - Sistematizagao do Trabalho
I parte: - Planejamento participativo
- Reunioes com professores e pais - Conversa informal com os alunos
- Levantamento das questoes geradoras pertinentes ao planejamento.
I I partes - Sessoes de estudo de conteudo e atualizagao de conhe
cimentos.
Selegao de textos Produgao dos textos Selegao dos textos
Avaliacao
OBRA - SUPERVISED PEDAGdGICA: U M MODELO
AOTOR - MARY R A N G E L
A S S U N T O - Educagao.., uma h i s t o r i a de amorJ
E D I T O R A - VOZES L T D A Ne - 2§ - Edicao
ANO - 1980
I - R E S U M O
Por i n c r i v e l que parega, esta e realmente, das mais novas e, ao mesmo tempo, das mais antigas h i s t o r i a s entre muitas que formam a v i d a do homem, uma h i s t o r i a cujo t i t u l o e tema de estudos, de "bates, controversias, "ataques e defesas", - a educagao!
A educagao, responsabilizado por exitos e fracassos, pela formagao do homem que faz a soeiedade melhor ou p i o r , e objeto de constantes preocupagoes. Sao muitas as dificuldades e, entre elas sem
duvida, a da realizagao de um ensino que atenda as diferengas i n d i v i d u ais e tambem ao mundo, com todas as suas exigencias e s o l i c i t a g o e s .
A Psicologia, a Sociologia e todas as Ciencias que fundamentam o ato de ensinar, defendem e determina a atengao i n d i v i d u -a l -ao -aluno, o -atendimento -a c-ad-a ser hum-ano, n-as su-as necessid-ades e ( interesses proprios* No entanto, este "ensino i n d i v i d u a l i z a d o " permane^
ce ainda - e hoje mais do que nunca como um desafio ao professor, dian
te de uma classe de 40/50 alunos, ou mais*.. um desafio que na verdade,
so pode ser vencido de uma forma: - Com amor!
De C r i s t o a l a S a l l e , de La Salle a Maria Mantesso-r i , de MontessoMantesso-ri a Piaget e a todos os educadores que hoje reafirmam* os p r i n c i p i o s do "deixar caminhar por seus proprios passos, temos as-s i as-s t i d o a incontestavel esforgo geral no sentido de uma educagao
cen-trado no aluno, uma educagao que a respeite t a l como e. A t a r e f a e bastante d i f i c i l .
- £ preciso conhecer o "material humano", com todas as suas peculialidades e na sua maneira tao especial do ser.
- "& preciso adequar me to dos e pro gramas ao t i p o de aluno.
- £ preciso r e s p e i t a r o ritmo proppio de cada um. - £ preciso v a r i a r tecnicas e meios de fixagao 1
de conhecimentos.
- £ preciso dar oportunidade de crescimento, de um "desabrochar" sadio, sem entraves.
- £ preciso preparar para o mundo cada vez mais complexos e d i f i c i l , exigindo cada vez mais de quern se dispoe a v i -ver e, mais que isso, a veneer.
- £ preciso recuperar.
E quern sabe, e preciso, apenas, A M A R .
Nao f o i d i f i c i l provar a extensao da t a r e f a . 0 d i f i c i l , sim, e a maneira de t o r n a - l a r e a l , em toda a sua dimensao.
Pore'm a resposta a todas as dificuldades e a t o -das a complexidade da situagao se encontra, exatamente, no que ha de mais simples: no exercicio do magisterio por vocacao e i d e a l .
Como vemos, e, realmente, uma velha h i s t o r i a .
uma h i s t o r i a que em meio a este mundo cada vez mais complexo, perma
nece a mesma na sua simplicidade, no seu unico j e i t o v i a v e l e possi v e l de ser: - uma velha h i s t o r i a de amor!
osftA - A N O T A Q S E S SOBRE M E T O D O L O G I A E P R A T I C A D E E N S I N O N A E S C O L A D E 12 G R A U .
AUTOR - Helena Gemignani e FAZENDA, I v a n i Catarina Arantes. E D I T O R A - Edigoes Loyola
CAPfTULO - I I
ASSUNTO - Metodologia da comunicagao e expressao, motivagao para a l e i t u r a .
ANO - 1985.
I - R E S U M 0
Nossa f i l o s o f i a de trabalho nao e a de impor, 1
mas a de propor a l t e r n a t i v a s de trabalho.
Consideramos em p r i n c i p i o bons todos os metodos1
e tecnicas u t i l i z a d o s , desde que nao r e s t r i n j a m a personalidade do professor e/ ou do aluno; sejant eles dedutivos ou i n d u t i v o s , apelan do ao i n d i v i d u a l ou ao c o l e t i v o , d i r e t i v o s ou nao d i r e t i v o s .
Gostariamos de e n f a t i z a r a necessidade de um t r a balho com a crianga, seja trabalhando-as no sentido de c u l t i v a - l a s ' e aprimora-las.
Essas duas tarefas por serem correlatas e simal-taneas, sao indispensaveis e equivalentes. Assim, nao basta deixar f l u i r a sensibilidade se nao a burilamos e a trabalhamos a, l u z de tecnicas adequadas. Se forem trabalhadas algumas situagoes j a conhe cidas, e nao houver a c r i a t i v i d a d e , d i f i c i l m e n t e ocorrera a transfe rencia de aprendizagem e o conteudo transmitido t e r a v a l o r apenas * em s i mesmo.
Palar, ouvir, contar estcJrias, mostrar f i g u r a s , * deixar manusear l i v r o s , p a r t i l h a r l i v r o s , o r i e n t a r sua escola, pro-porcionar experiencias variadas, estimular a escolha i n d i v i d u a l , e i s algumas atitu.de s que deverao estar pre sent es no professor de comuni cagao e expressao, independente da tecnica ou do caminho (metodo) ' escolhido.
I I - B E S U M 0
Diretamente ligada aos interesses da f a i x a e t a r i a e ao n i v e l socio - economico - c u l t u r a l dos alunos, encontra-se a mo tivagao para a l e i t u r a .
£ fundamental uma selegao c r i t e r i o s a quanto aos termos dos l i v r o s e a forma de expressao dos autores. Livros motiva-dores sao aqueles que despertam o a p e t i t e l i t e r a r i o i n f a n t i l#
A escolha dos l i v r o s devera evidentimente ser pre cedida de uma l e i t u r a cuidadosa por um ou mais membros da a'rea de comunicagao e expressao e discutida com os demais professores da es-cola, afim de "buscar-se uma interagao entre as diferentes areas de estudos.
Deverao ser examinados e ponderados, os l i v r o s i n dicados ou que partam do interesse espontaneo dos alunos.
Alem da escolha dos l i v r o s , torna-se fundamental' nao so a forma de trabalha-los, mas sobretudo, uma dosagem adequada ao tempo disponivel a. l i t e r a t u r a .
Ressaltamos a necessidade de uma orientagao d i r e -t a em sala de aula, e de uma cobranga periodica dos l i v r o s ou capi-tu l o s indicados para a instalagao de habito de l e r .
Entendemos por cobranga, a discussao o r a l ou es-c r i t a , i n d i v i d u a l ou em grupo dos textos l i d o s , bem es-como a rees-criagao dos temas dramatizando ou reescrevendo.
Varias sao as formas de motivar e despertar o i n -teresse da crianga.
- Averiguar as experiencias da crianga e relaciona-las com o assunto da l i g a o que v a i ser l i d a .
Aproveitarse para tecer comentarios em torno do desenho que i l u s -t r a o -t e x -t o .
- Despertar a curiosidade de classe, relatando H algo M da e s t o r i a .
- A motivagao podera ser dada no i n i c i o da aula ou durante a apresen tagao das palavras novas.
OBBA - SUPERVISlO PEDAG<5GICA: UM MODELO AUTOR - MARY RANGE!
ASSUNTQ - A IMPORTlNGIA DE LEVAR 0 ALUNO A PALAR E ESCREVER. EDITPRA - V02ES LTDA.
N2 - 2S - Edicao. ANO - 1980.
- R E S U M 0
Muitos habitos proprios de nossa epoca como o
"ver e ouvir a televisao passivamente", o r e a l i z a r , na escola, t e s -tes cujos i t e n s requerem apenas a marcacao em X, a escassez do dia-logo em casa, as poucas oportunidades e a pouca vontade de escrever, conduzem a crianga e o jovem a, dificuldade de expressao.
Assim, recomendamos aos professores de todas * as d i s c i p l i n a s que induzam e estimulem o aluno a ' f a l a r e escrever" e embora ele nao deva "perder nota" por faze-lo de maneira incorret a , senao em l i n g u a porincorretuguesa. Os professores das demais d i s c i p l i -nas devem assinalar e chamar a atengao do aluno aos erros de g r a f i a
e de expressao o r a l . $
Os exercicios e os testes devem se c o n s t i t u i r1
nao so de i t e n s objetivos, mas tambem de i t e n s de dissertagao, em que o aluno seja levado a organizar o pensamento, formular ideias e expressa-las de maneira adequada.
5. 2« 2.
OBRA - REVISTA NOYA ESCOLA ASSUNTO - AIDS
ANO - 1987 N2 - 12
R E S U M O
AIDS, surgiu da promiscuidade sexual, no B r a s i l f o i diagnosticado em 1982 com v i t i m a de 6 pessoas. AIDS e a Sindrome da Imunodeficiencia adquirida, e uma doenca f a t a l que acarreta a des t r u i c a o das defesas do organismo do homem,
Os sintomas e v a r i a v e l , pode comegar com febre* baixa e constante, sudorese a noite e c a l a f r i o s , fadiga, perda de pe
so i n e x p l i c a v e l e acentuada, inchago de glanglios em todo corpo, tos se, aparecimento de manchas avermelhadas na pele, d i a r r e i a persisten te por mais de um mes.
0 agente causador da AIDS e o v i r u s HTLVTII, •
que compromete o sistema imunologico do individuo, tornando predis-' posto as infecgoes por diversos agentes e microorganismos, depois de
infectado 0 individuo f i c a sem alto defesa organica.
£ considerado t r e s grandes grupos de r i s c o :
- Homossexuais e bissexuais masculinos - Usuarios de drogas i n j e t a v e i s
- Hemofilicos,
Aquele que apresentar um ou mais sintomas e per tencer a um destes grandes grupos de risco deve:
- e v i t a r 0 relacionamento sexual, a nao ser com parceiro f i x o ; - e v i t a r a doagao de sangue;
- diminuir a promiscuidade sexual;
- e v i t a r a p r a t i c a de drogas i n j e t a v e i s ;
OBRA - REVISTA MUNDO JOV2M
ASSUNTO - OS DEZ MANDAMENTOS DOS PAIS E MESTRES. EDITORA - JORNAL LAR CAT(3LICO
ANO - 1979.
R E S U M 0
1 Nao digas a tuna crianga: Nao faga i s s o , sera lhe dares outra c o i -sa para fazer.
- Educar e c o r r i g i r e s u b s t i t u i r uma forma de reacao inconveniente1
por uma adequada.
2 - Nao digas que uma coisa e ma apenas porque te aborrece.
A qualificacao de uma coisa em boa ou ma e importante para a c r i -anga na formagao de sua capacidade de julgamento.
3 - Nao f a l e s das criangas em sua preaengat nem penses que elas nao
escutam, nao observam e nao compreendeau
- A crianga que se sente objeto de atengao dos adultos, quer quando a elogiam quer quando a censuram, desenvolve uma excessiva estima 1
de s i mesmo, que a levara a procurar essa atengao de qualquer manei ra e a s o f r e r , quando nao a conseguir.
4- ~ Nao interrompas o que uma crianga esta fazendo sem avisa-la pre-viamente.
- A crianga tern prazer na agao. Interrompe-la subitamente e
causar-lhe v i o l e n t a emogao de natureza i n i b i t o r i a . j
5 - Nao manifestes inquietagao quando a crianga c a i , ou nao quer co-mer etc. Eaze o que f o r necessario sem te agitares nem t e alarmares. - A inquietagao alarmada em torno de qualquer episodio da vida de uma crianga serve apenas para ampliar o torn emocional do aconteci-' mento.
6 Nao demonstres amor a crianga acariciandoa constantemente, f a -ze-o ocupando-te de seus interesses.
- 0 carinho f i s i c o pode ser agradavel para quern o da, mas pode nao corresponder ao interesse r e a l de quern o recebe.
7 - Nao leves uma crianga ao passeio: Vai passear com ela.
- A crianga por suas d e f i c i e n c i a s n a t u r a i s , e uma dependente. Quan-to mais cedo se anular em seu e s p i r i t o t a l sentimenQuan-to de dependen-1
c i a tanto mais rapidamente se completara o de que se basta a s i mes ma.
8 - Nao fagas sermoes morais a. criariQa pequena.
- As expressoes de conteudo moral sao incompreensiveis para a c r i a n ~ ga pequena porque sao abstratas.
9 - Nao f a l t e s as tuas promessas nem prometas o que nao podes fazer. - No e s p i r i t o de uma crianga promoter e comegar a r e a l i z a r . Se a pro messa se cumprir, havera uma frustagao, como se a crianga houvesse 1
sido privada de cumprir alguma coisa, o que da em seu e s p i r i t o o r i - ' gem a descrenga*
10 - Nao mintas a uma crianga.
- A mentira podera ser uma necessidade s o c i a l . Mas, para a crianga e uma desilusao da autoridade materna, ou paterna, como fonte de conhe
GADOTII, Moacir, Educagao e compromisso Papirus, 1985.
IEMLE, Mirian, Guia Teorico do Alfabetizador, Editora Jtfcica, Sao Paulo, 1987.
RODRIGUES, Neidson, Por uma Nova Escola, t r a n s i t o r i o e o per manente na educagao. 39 Edigao, Sao Paulo, 1986.
RANGE!, Mary, Supervisao Pedagogica: Um modelo, Editora Vozes Ltda, Rio de Janeiro, 1979.
NI!DECOPP, Maria Tereza, Uma escola para o povo. Sao Paulo.
PETEROSSI, Helena Gemignani e EAZENLA, Ivani Catarina Arantes. "Anotagoes sobre metodologia e p r a t i c a de ensino na escola de 12 grau". Sao Paulo !oyola, 1985.