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TREVISA INVESTIMENTOS S.A.

COMPANHIA ABERTA

CNPJ 92.660.570/0001-26

NIRE 43300008061

PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA

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ÍNDICE

Assembleia Geral Ordinária ... 3

Assembleia Geral Extraordinária ... 4

Anexo I - Comentário dos Administradores ... 5

Anexo II – Destinação do Lucro Líquido ... 18

Anexo III – Substituição de Membro do Conselho ... 23

Anexo IV – Proposta de Remuneração dos Administradores ... 29

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PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO

Em cumprimento aos dispositivos estatutários e legais que regem a matéria, a Administração da TREVISA INVESTIMENTOS S.A submete a apreciação de seus Acionistas, na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária a ser realizada em 29 de abril de 2014, conforme edital de convocação a ser publicado, a Proposta da Administração a seguir descrita:

• Em Assembleia Geral Ordinária:

(a) Tomada de contas dos Administradores exame, discussão e votação das demonstrações contábeis relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013;

O comentário dos administradores sobre a situação financeira da Companhia, nos termos do item 10 do Formulário de Referência, instrução CVM nº 481/2009, integra a presente Proposta da Administração como Anexo I.

(b) Proposta de destinação do lucro líquido do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013;

A proposta de destinação do lucro líquido do exercício social e demonstrativo dos dividendos propostos, contendo as informações indicadas no Anexo 9-1-II da Instrução CVM nº 481/2009, integra a presente Proposta da Administração como Anexo II.

(c) Substituição de um dos membros do conselho de administração;

Informação sobre os membros do Conselho de Administração, contendo informações previstas nos itens 12.6 a 12.10 do Formulário de Referencia conforme Artigo 10, da Instrução CVM nº 481/2009, integra a presente Proposta da Administração como Anexo III.

(d) Proposta de remuneração dos administradores e da diretoria estatutária;

A proposta de remuneração dos administradores e informações indicadas no item 13 do Formulário de Referência integra a presente Proposta da Administração como Anexo IV.

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• Em Assembleia Geral Extraordinária:

(a) Cancelamento de ações mantidas em tesouraria, com a consequente modificação do Artigo 5º do Estatuto Social;

A administração da Companhia está submetendo à aprovação dos acionistas o cancelamento de 8.300 ações preferenciais nominativas de emissão da própria Companhia, mantidas em tesouraria. Estas ações foram adquiridas nos meses de novembro de 2013 a fevereiro de 2014, conforme autorizado pelo Conselho de Administração em reunião de 28 de outubro de 2013.

(b) Consolidação do Estatuto Social

Em atendimento ao Art. 11 da Instrução CVM nº481/09, cópia do Estatuto Social da Companhia, contendo, em destaque, as alterações propostas, integra a presente Proposta da Administração como Anexo V.

Porto Alegre, 14 de abril de 2014.

Jorge Lindemann

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Anexo I

COMENTÁRIO DOS ADMINISTRADORES SOBRE A SITUAÇAO FINANCEIRA DA COMPANHIA NOS TERMOS DO ITEM 10 DO FORMULÁRIO DE REFERÊNCIA

(Instrução CVM nº 481/2009)

10.1 Os diretores devem comentar sobre:

a. condições financeiras e patrimoniais gerais

A Companhia atua nos setores de navegação interior, reflorestamento e locação de salas comerciais. A sua principal atividade é exercida pela controlada Navegação Aliança Ltda. responsável por 85% do faturamento consolidado.

A principal controlada da Companhia, Navegação Aliança Ltda., iniciou em 2013 o transporte de celulose e clínquer, cargas que contribuíram para reduzir a sazonalidade da operação bem como reduzir a dependência do agronegócio.

Em 2013 a Navegação Aliança iniciou a construção da terceira embarcação da Série Fundadores, o NM João Mallmann, que deverá ser inaugurado no segundo semestre de 2014. Esta embarcação será utilizada no transporte de granéis sólidos bem como celulose e clínquer.

b. estrutura de capital e possibilidade de resgate de ações ou quotas, indicando: Estrutura do capital expressa em R$ mil:

2011 % 2012 % 2013 % Endividamento

Financeiro Total 55.254 40,9 54.832 40,0 57.204 40,3 Patrimônio Líquido 79.964 59,1 82.405 60,0 84.465 59,7

O endividamento financeiro total compreende as dívidas de curto e longo prazo, das quais destacamos:

1. BNDES, Badesul e Banco Votorantim em virtude de investimentos realizados em três novas embarcações da controlada Navegação Aliança Ltda., conforme política de renovação da frota e capital de giro de longo prazo.

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3. Imposto de Renda e Contribuição Social Diferido sobre propriedade de investimento e terra nua da controlada Trevo Florestal Ltda.

4. Impostos a pagar REFIS.

i. hipóteses de resgate e ii. fórmula de cálculo do valor de resgate A administração informa que não existe provisão para resgate de ações.

c. capacidade de pagamento em relação aos compromissos financeiros assumidos Os compromissos financeiros de curto prazo assumidos pela Companhia representam em 31/12/2013 o montante de R$ 13.150 mil. A administração entende que a sua geração de caixa está compatível e adequada para fazer frente a estes compromissos.

O quadro a seguir apresenta a evolução da geração de caixa consolidada da atividade operacional nos últimos anos, expresso em R$ mil:

2011 2012 2013

18.457 13.717 16.479

A redução verificada na geração de caixa consolidada da atividade operacional em 2012 é decorrente da quebra da safra agrícola 2011/2012 propiciando uma redução significativa na receita de frete hidroviário.

As dívidas bancárias total, incluindo os encargos futuros até o vencimento final, serão amortizadas da seguinte forma: R$ 15,4 milhões até 2015 e R$ 21,3 milhões de 2016 a 2022.

d. fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não circulantes utilizadas

A Companhia e suas controladas dispõem de limites de crédito para capital de giro compatível com as suas necessidades junto às instituições financeiras. Estes limites são utilizados, eventualmente, para suprir necessidades de caixa em decorrência da sazonalidade dos negócios.

No caso de construção de novas embarcações a Companhia vem utilizando recursos do Fundo da Marinha Mercante repassados pelo BNDES e pelo Badesul ou linhas Finame/BNDES, conforme quadro abaixo:

Embarcação Linha/Recursos Instituição

Germano Becker FMM BNDES

Frederico Madörin FMM BNDES/Badesul

João Mallmann Finame PSI Badesul

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e. fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não circulantes que pretende utilizar para cobertura de deficiências de liquidez

Caso a Companhia venha a enfrentar deficiências de liquidez, a administração pretende utilizar suas linhas de crédito disponíveis junto a bancos comerciais e/ou agências de fomento para financiar necessidades de capital de giro e investimentos em ativos não circulantes.

f. níveis de endividamento e as características de tais dívidas, descrevendo ainda: O quadro a seguir apresenta a estrutura financeira líquida da Companhia em R$ mil:

Endividamento Financeiro 2011 2012 2013 Circulante: Financiamentos bancários 3.742 3.373 5.960 Não Circulante: Financiamentos bancários Contratos de mutuo 18.009 3.176 22.234 2.177 23.587 - Total 24.927 27.784 29.547

Caixa e equivalente de caixa (2.812) (5.107) (7.660) Dívida Líquida 22.115 22.677 21.887 Patrimônio Líquido 79.964 82.405 84.465 Estrutura de capital (%): Patrimônio Líquido Endividamento Financeiro Líquido 78,3 21,7 78,4 21,6 79,4 20,6

i. contratos de empréstimo e financiamento relevantes

Os principais empréstimos e financiamentos em 31 de dezembro de 2013, foram obtidos junto ao BNDES 12.538 mil, Badesul R$ 14.570 mil e Banco Votorantim R$ 1.531 mil perfazendo um total de R$ 28.639 mil equivalente a 96,9% da dívida financeira.

ii. outras relações de longo prazo com instituições financeiras

Para atender exigência do cliente no transporte de celulose, a controlada Navegação Aliança Ltda. contratou fiança bancária com o Banco Itaú com vistas a garantir eventuais passivos trabalhistas e tributários no valor de R$ 500 mil com vencimento em 30/04/2015.

Os administradores informam que, exceto os empréstimos e financiamentos já relatados, bem como a fiança acima citada não existem outras relações de longo prazo relevantes com instituições financeiras.

iii. grau de subordinação entre as dívidas

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A dívida com o Badesul apresentava garantia real de uma embarcação denominada Trevo Roxo sob a forma hipotecária e fidejussória. Em 2013 esta garantia foi substituída por hipoteca de terras da controlada Trevo Florestal Ltda.

As dívidas com operações Finame apresentam garantia real sob a forma de alienação fiduciária dos bens financiados.

A dívida com o REFIS apresenta garantia real sob a forma de hipoteca do imóvel sede da Companhia localizado em Porto Alegre RS.

A dívida referente capital de giro de longo prazo (PROGEREN) com o Badesul apresenta garantia real sob a forma de hipoteca de imóvel localizado em Rio Grande RS de propriedade da controlada Trevo Florestal.

As demais dívidas não possuem garantia real.

iv. eventuais restrições impostas ao emissor, em especial, em relação a limites de endividamento e contratação de novas dívidas, à distribuição de dividendos, à alienação de ativos, à emissão de novos valores mobiliários e à alienação de controle societário

Os administradores informam que as operações contratadas com as instituições financeiras não estabelecem restrições ao emissor e suas controladas.

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h. alterações significativas em cada item das demonstrações financeiras Balanço Patrimonial consolidado em R$ mil

31/12/2013 31/12/2012 31/12/2011

Ativo

Disponibilidades 7.660 5.107 2.812

Clientes 2.038 1.795 2.027

Demais contas do ativo circulante 2.585 2.144 1.832 Ativo não circulante 129.386 128.191 128.547

141.669 137.237 135.218

Passivo

Financiamentos bancários do passivo circulante 5.960 3.373 3.742 Demais contas do passivo circulante 7.190 5.125 6.258

Contratos de mutuo - 2.177 3.176

Financiamentos bancários não circulante 23.587 22.234 18.009 Demais conta do passivo não circulante 20.467 21.923 24.069 Patrimônio líquido 84.465 82.405 79.964

141.669 137.237 135.218

Disponibilidades: O aumento nas disponibilidades em 2013 e 2012 está associado, respectivamente, ao aumento na geração de caixa e nos financiamentos bancários não circulantes em virtude da contratação de capital de giro de longo prazo.

Clientes: O aumento verificado em 2013 decorre do acréscimo de 32% nas vendas líquidas da controlada Navegação Aliança Ltda. em comparação com o ano anterior. As operações das controladas não apresentam inadimplência.

Demais contas do ativo circulante: O aumento verificado em 2013 está refletido na controlada Navegação Aliança Ltda. especificamente nas contas de impostos a recuperar e outras contas a receber.

Ativo não circulante: considerando os números totais a conta não apresenta variações significativas, embora, existam movimentações relevantes nas contas do ativo imobilizado assim demonstradas:

Ano Adições Baixas Depreciação Residual

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Financiamentos bancários no circulante e não circulante: O aumento em 2013 no valor total de R$ 3.940 mil está vinculado ao novo financiamento obtido para a construção da nova embarcação no montante de R$ 6.827 mil, contabilização de encargos financeiros pelo prazo decorrido no montante de R$ 2.249 mil e pagamento de empréstimos no montante de R$ 5.135 mil.

Contratos de mutuo: em 2013 a controlada Navegação Aliança Ltda. quitou o saldo dos contratos.

10.2 Os diretores devem comentar:

a. resultados das operações do emissor, em especial:

i. descrição de quaisquer componentes importantes da receita

A controlada Navegação Aliança Ltda. atua no transporte de insumos e produtos agrícolas como: fertilizantes, soja, cavacos de madeira e trigo. Em 2011 a empresa transportou 2.416 mil toneladas e em 2012 transportou 2.033 mil. O produto que mais contribuiu para esta redução de volume foi a soja em virtude da quebra da safra 2011/2012. Em 2013 a Navegação Aliança transportou 2.502 mil toneladas com incremento, principalmente, de celulose e clínquer.

ii. fatores que afetaram materialmente os resultados operacionais

O principal fator que afetou o desempenho operacional da controlada Navegação Aliança Ltda. foi a redução na demanda em virtude da estiagem que comprometeu a safra 2011/2012 e a redução do nível do Rio Taquari, prejudicando as operações no porto de Estrela-RS. Em virtude dos novos contratos de transporte de celulose e clínquer em 2013 a empresa apresentou um ganho operacional decorrente da otimização da frota.

b. variações das receitas atribuíveis a modificações de preços, taxas de câmbio, inflação, alterações de volumes e introdução de novos produtos e serviços

As controladas da Companhia não possuem contratos de prestação de serviços ou venda de produtos em moeda estrangeira. A controlada Navegação Aliança Ltda. possui uma política de reajuste de preços com base em acordo, convenção coletiva ou dissídio da categoria, variação do preço do combustível e índice de inflação, normalmente o IPCA-IBGE. Em 2013 os reajustes de frete seguiram esta política.

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c. impacto da inflação, da variação de preços dos principais insumos e produtos, do câmbio e da taxa de juros no resultado operacional e no resultado financeiro do emissor

R$ mil

2011 2012 2013

Resultado operacional antes dos efeitos financeiros 10.627 8.330 8.185

Resultado financeiro (2.577) (2.905) (1.960)

O resultado operacional antes dos efeitos financeiros reduziu em 2012 R$ 2,3 milhões em relação ao ano anterior. Destacamos o aumento de R$ 1,4 milhões na depreciação em virtude de manutenções nas embarcações da controlada Navegação Aliança Ltda.

Em 2013 o resultado operacional foi prejudicado em R$ 2.822 mil pela redução do valor justo das florestas da controlada Trevo Florestal Ltda.

O resultado financeiro aumentou em 2012 R$ 328 mil em relação ao ano anterior em virtude da contratação de capital de giro decorrente da quebra da safra 2011/2012. Em 2013 o resultado financeiro reduziu em R$ 945 mil pela liquidação dos contratos de mutuo e amortização de financiamento.

A Companhia não possui dívida relevante em moeda estrangeira. Os contratos de financiamento de ativo fixo estão vinculados a TJLP, exceto o financiamento da embarcação João Mallmann, cujo custo financeiro total é de 3% a.a.

10.3 Os diretores devem comentar os efeitos relevantes que os eventos abaixo tenham causado ou se espera que venham a causar nas demonstrações financeiras do emissor e em seus resultados:

a. introdução ou alienação de segmento operacional

A administração informa que não houve introdução ou alienação de segmento operacional. Em agosto de 2011 foram encerradas as operações da controlada Trevisa Operadora Portuária, que desenvolvia suas atividades no porto de Estrela, RS. Tendo em vista a fraca demanda por serviços portuários no porto de Estrela e a baixa representatividade nos seus resultados, a Companhia decidiu, em reunião do conselho de administração de 23/08/2011, encerrar as atividades desta controlada.

b. constituição, aquisição ou alienação de participação societária

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c. eventos ou operações não usuais

A administração informa que não ocorreram eventos ou operações não usuais. 10.4 Os diretores devem comentar

a. mudanças significativas nas práticas contábeis

Em 2011, 2012 e 2013 não ocorreram mudanças nas práticas contábeis que afetassem as demonstrações financeiras.

b. efeitos significativos das alterações em práticas contábeis Em 2011, 2012 e 2013 não ocorreram alterações nas práticas contábeis.

c. ressalvas e ênfases presentes no parecer do auditor

Em 2011, 2012 e 2013 os pareceres dos auditores independentes foram emitidos sem ressalvas, embora com parágrafo de ênfase abaixo descrito:

“Conforme descrito na nota explicativa 2.1, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Trevisa Investimentos S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações contábeis individuais, somente no que se refere a avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial que, para fins de IFRS seria custo ou valor justo.”

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Contingências

A Companhia mantém provisões no montante de R$ 4.253 mil, conforme demonstrado no quadro abaixo. Segundo consultores jurídicos e de meio ambiente os valores provisionados são suficientes para cobrir prováveis perdas.

R$ mil

Empresa Cível Trabalhista Total

Trevisa Investimentos S.A. 1.279 1.453 2.732

Navegação Aliança Ltda 450 1.061 1.511

Trevo Florestal Ltda - 10 10

Total 1.729 2.524 4.253

Os valores apresentados acima não consideram depósitos recursais no montante de R$ 1.004 mil. O valor das provisões considera o atual estágio do andamento dos processos.

10.6 Com relação aos controles internos adotados para assegurar a elaboração de demonstrações financeiras confiáveis, os diretores devem comentar:

a. grau de eficiência de tais controles, indicando eventuais imperfeições e providências adotadas para corrigi-las

Os controles internos da Companhia e de suas controladas são considerados adequados e eficientes para a elaboração de demonstrações financeiras confiáveis.

A principal controlada da Companhia, Navegação Aliança Ltda, é uma empresa certificada com os padrões normativos da ISO9001 e OHSAS18001 pelo Bureau Veritas Certification. Os padrões de trabalho são parte fundamental da rotina das atividades. Todos os processos principais, de apoio e gerenciais são documentados. Também há atividades de verificação, como: auditorias internas e externas, verificação de conformidade legal, monitoramento e medições de processos através de indicadores. Esses monitoramentos estão disponibilizados no sistema de gestão para acompanhamento dos planos de ação que também estão concentrados nesse sistema.

A auditoria independente da Companhia e suas controladas, até o exercício findo em 31 de dezembro de 2010, foi realizada pela BDO Auditores Independentes através do exame das demonstrações contábeis, com base, exclusivamente, em informações e documentos disponibilizados. Os auditores não se manifestaram sobre insuficiências ou falhas de controles internos para a elaboração das demonstrações financeiras.

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A partir do exercício iniciado em 2012 a Companhia e suas controladas passaram a ser auditadas pela BDO RCS Auditores Independentes S/S.

b. deficiências e recomendações sobre os controles internos presentes no relatório do auditor independente

Nossos auditores, referente aos três últimos exercícios, não emitiram nenhum relatório identificando deficiências nos controles internos do emissor nem de suas controladas.

10.7 Caso o emissor tenha feito oferta pública de distribuição de valores mobiliários, os diretores devem comentar:

a. como os recursos resultantes da oferta foram utilizados

A administração informa que a Companhia não fez oferta pública de distribuição de valores mobiliários.

b. se houve desvios relevantes entre a aplicação efetiva dos recursos e as propostas de aplicação divulgadas nos prospectos da respectiva distribuição

A administração informa que a Companhia não fez oferta pública de distribuição de valores mobiliários.

c. caso tenha havido desvios, as razões para tais desvios

A administração informa que a Companhia não fez oferta pública de distribuição de valores mobiliários.

10.8 Os diretores devem descrever os itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras do emissor, indicando:

a. os ativos e passivos detidos pelo emissor, direta ou indiretamente, que não aparecem no seu balanço patrimonial (off-balance sheet items), tais como:

i. arrendamentos mercantis operacionais, ativos e passivos

A administração informa que não existem arrendamentos mercantis operacionais, ativos e passivos que não aparecem no balanço patrimonial da Companhia direta ou indiretamente.

ii. carteiras de recebíveis baixadas sobre as quais a entidade mantenha riscos e responsabilidades, indicando respectivos passivos

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iii. contratos de futura compra e venda de produtos ou serviços

A administração informa que não existem contratos de futura compra e venda de produtos ou serviços que não aparecem no balanço patrimonial da Companhia direta ou indiretamente.

iv. contratos de construção não terminada

A administração informa que não existem contratos de construção não terminada que não aparecem no balanço patrimonial da Companhia direta ou indiretamente.

v. contratos de recebimentos futuros de financiamentos

A administração informa que não existem contratos de recebimentos futuros de financiamentos que não aparecem no balanço patrimonial da Companhia direta ou indiretamente.

b. outros itens não evidenciados nas demonstrações financeiras

A administração informa que não há outros itens relevantes não evidenciados nas nossas demonstrações financeiras.

10.9 Em relação a cada um dos itens não evidenciados nas demonstrações financeiras indicados no item 10.8, os diretores devem comentar:

a. como tais itens alteram ou poderão vir a alterar as receitas, as despesas, o resultado operacional, as despesas financeiras ou outros itens das demonstrações financeiras do emissor

A administração informa que não há itens não evidenciados nas demonstrações financeiras da Companhia direta ou indiretamente.

b. natureza e o propósito da operação

A administração informa que não há itens não evidenciados nas demonstrações financeiras da Companhia direta ou indiretamente.

c. natureza e montante das obrigações assumidas e dos direitos gerados em favor do emissor em decorrência da operação

A administração informa que não há itens não evidenciados nas demonstrações financeiras da Companhia direta ou indiretamente.

10.10. Os diretores devem indicar e comentar os principais elementos do plano de negócios do emissor, explorando especificamente os seguintes tópicos:

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i. descrição quantitativa e qualitativa dos investimentos em andamento e dos investimentos previstos

A Companhia está desenvolvendo um projeto eólico para ser instalado na área da sua controlada Trevo Florestal Ltda. O valor do investimento está previsto em R$ 1.500 mil e deverá ser concluído em 2015. Em 2013 foi investido o valor de R$ 450 mil.

A controlada Trevo Florestal Ltda vem replantando as áreas cortadas de forma a manter a continuidade da operação no longo prazo. O investimento realizado em 2013 foi de R$ 1.172 mil.

A controlada Navegação Aliança Ltda. contratou a empresa Intecnial, localizada em Erechim-RS, para a construção de uma embarcação denominada NM João Mallmann. O valor a ser investido será 100% financiado pelo Badesul com recursos do BNDES/FINAME e, em 2013, foi liberado a 1ª parcela no valor de R$ 6.793 mil. A embarcação terá capacidade de transporte de 4.500 toneladas de granéis sólidos e entrará em operação no segundo semestre de 2014.

ii. fontes de financiamento dos investimentos

Em R$ mil Fonte 2011 2012 2013 BNDES 15.764 14.148 12.538 Badesul 3.139 2.850 9.390 Finame 1.649 1.373 908 Total 20.552 18.371 22.836

iii. desinvestimentos relevantes em andamento e desinvestimentos previstos Em 2012 e 2013 não houve desinvestimentos e não há previsão para os próximos exercícios.

b. desde que já divulgada, indicar a aquisição de plantas, equipamentos, patentes ou outros ativos que devam influenciar materialmente a capacidade produtiva do emissor A administração informa que não houve a aquisição de plantas, equipamentos, patentes ou outros ativos que possam influenciar materialmente a capacidade produtiva do emissor e suas controladas.

c. novos produtos e serviços, indicando:

i. descrição das pesquisas em andamento já divulgadas

A administração informa que não há pesquisas em andamento referente novos produtos e serviços.

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A administração informa que não realizou nenhum desembolso a título de pesquisas para desenvolvimento de novos produtos e serviços.

iii. projetos em desenvolvimento já divulgados

A administração informa que, exceto o projeto eólico em desenvolvimento na controlada Trevo Florestal Ltda., não possui nenhum outro projeto em desenvolvimento.

iv. montantes totais gastos pelo emissor no desenvolvimento de novos produtos ou serviços

A administração informa que não realizou nenhum desembolso a título de desenvolvimento de novos produtos e serviços.

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Anexo II

PROPOSTA DE DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO SOCIAL E DEMONSTRATIVO DOS DIVIDENDOS PROPOSTOS

ANEXO 9-1-II

DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO 1. Informar o lucro líquido do exercício

O valor do lucro líquido da Controladora foi no montante de R$ 4.231.149,34 (quatro milhões duzentos e trinta e um mil cento e quarenta e nove reais e trinta e quatro centavos).

2. Informar o montante global e o valor por ação dos dividendos, incluindo dividendos antecipados e juros sobre capital próprio já declarados.

Não aplicável.

3. Informar o percentual do lucro líquido do exercício distribuído

A Companhia vai distribuir 47,23% do lucro líquido da Controladora, limite superior aos 25% obrigatórios conforme estipula o artigo 202 da Lei 6404/76. Com base nas disposições do artigo 27 do Estatuto Social a Companhia vai distribuir 28,22%.

4. Informar o montante global e o valor por ação de dividendos distribuídos com base em lucro de exercícios anteriores.

A seguir demonstramos os dividendos distribuídos nos anos de 2010 a 2013.

31/12/2013 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2010

Lucro liquido 4.231.149,34 4.480.949,90 6.953.178,77 3.425.006,94 Reserva legal (211.557,47) (224.047,50) (347.658,94) (171.250,35) lucro após reserva legal 4.019.591,87 4.256.902,40 6.605.519,83 3.253.756,59 Reversões de:

Reserva de reavaliações 320.334,99 281.986,45 289.875,97 423.687,36 Reserva de lucros a realizar 3.475.278,05 3.412.500,58 3.181.063,89 3.921.800,86

Dividendos 28.007,77 - - -

Constituição de reserva de lucros a realizar de ajuste a valor justo dos ativos biológicos

de controlada (761.181,61) (3.582.724,86) (3.655.790,52) (2.727.584,81) Base de calculo de dividendos 7.082.031,07 4.368.664,57 6.420.669,17 4.871.660,00 Dividendos obrigatórios 25% 1.770.507,77 1.092.166,14 1.605.167,29 1.217.915,00 Dividendos complementares 227.732,23 526.963,86 - - Total dos dividendos 1.998.240,00 1.619.130,00 1.605.167,29 1.217.915,00 Dividendos por classe de ação:

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Tabela comparativa dos dividendos 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2010

Dividendos propostos 1.998.240,00 1.592.129,80 1.605.167,24 1.217.915,00 Dividendos por ação:

Ordinárias 1,0910 0,880 0,867 0,658 Preferenciais 1,2001 0,968 0,954 0,724 Nº de ações: Ordinárias 766.000 766.000 766.000 766.044 Preferenciais 975.000 985.200 985.200 985.236 1.741.000 1.751.200 1.751.200 1.751.280

Os dividendos foram calculados em conformidade com o artigo nº 27 do Estatuto Social da Companhia. Sobre o valor dos dividendos não haverá retenção de Imposto de Renda.

Os dividendos propostos no montante de R$ 1.998.240,00 serão submetidos à aprovação da assembleia geral ordinária a ser realizada em 29 de abril de 2014.

Terão direito ao recebimento dos dividendos os acionistas titulares de ações da Companhia na data da realização da AGO.

5. Informar, deduzidos os dividendos antecipados e juros sobre capital próprios já declarados: a. O valor bruto de dividendo e juros sobre capital próprio, de forma segregada, por ação de cada espécie e classe

A proposta para pagamento de dividendos é com base no artigo 202 da Lei 6404/76 e artigo 27 do Estatuto Social. O valor a ser distribuído é R$1.998.240,00, correspondendo a R$1,091 por ação ordinária e R$1,2001 por ação preferencial (excluído as ações em tesouraria).

b. A forma e o prazo de pagamento dos dividendos e juros sobre capital próprio

A companhia realiza o pagamento de dividendos, conforme a disponibilidade financeira em consonância com as regras da legislação societária (Lei 6.404/76, legislação CVM e normas do Estatuto Social). A data de pagamento será definida na aprovação em Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 29 de abril de 2014.

c. Eventual incidência de atualização e juros sobre os dividendos e juros sobre capital próprio. A Companhia não tem previsão estatutária em relação à atualização e juros sobre dividendos e juros sobre o capital próprio.

(20)

20

A data da declaração de pagamento, considerada para identificação dos acionistas que terão direito ao seu recebimento será a data de 29 de abril de 2014. A partir do dia 30 de abril de 2014, as ações da Companhia serão negociadas “ex-dividendos”.

6. Caso tenha havido declaração de dividendos ou juros sobre capital próprio com base em lucros apurados em balanços semestrais ou em períodos menores

A Companhia não realizou pagamento de dividendos ou juros sobre o capital próprio com base em lucros apurados em balanços semestrais ou em períodos menores.

a. Informar o montante dos dividendos ou juros sobre capital próprio já declarados. Não aplicável

b. Informar a data dos respectivos pagamentos Não aplicável

7. Fornecer tabela comparativa indicando os seguintes valores por ação de cada espécie e classe:

a. Lucro líquido do exercício e dos 3 (três) exercícios anteriores Tabela informada no item 4.

b. Dividendo e juro sobre capital próprio distribuído nos 3 (três) exercícios anteriores Tabela informada no item 4.

8. Havendo destinação de lucros à reserva legal a. Identificar o montante destinado à reserva legal

Foi constituída reserva legal no montante de R$ 211.557,47 e demonstrado no quadro do item 4.

b. Detalhar a forma de cálculo da reserva legal

A esta reserva devem ser destinados 5% do lucro líquido do exercício até o limite de 20% (vinte por cento) do Capital Social, por força do disposto no artigo 193 da Lei 6.404/76 e do artigo nº 27 do Estatuto Social.

(21)

21

10. Em relação ao dividendo obrigatório

a. Descrever a forma de cálculo prevista no estatuto

Art. 27º - Do lucro líquido resultante, 5% (cinco por cento) será aplicado na constituição da reserva legal, a qual não poderá exceder o importe de 20% (vinte por cento) do capital social. Do saldo, ajustado pelas importâncias destinadas à formação de reservas para contingências, reservas de lucros a realizar, e respectivas reversões nos termos da lei, se for o caso, 25% (vinte e cinco por cento) será atribuído aos acionistas, como dividendo mínimo obrigatório, sendo que às ações preferenciais caberá mais 10% (dez por cento) sobre o lucro distribuído às ações ordinárias. O saldo remanescente será utilizado na formação de reservas para investimentos e/ou para reforço de capital de giro, a qual não poderá exceder o importe de 100% (cem por cento) do capital social, ou terá a destinação que a Assembleia Geral deliberar por proposta dos órgãos da administração.

b. Informar se ele está sendo pago integralmente

Todos os dividendos distribuídos pela Companhia foram pagos integralmente, nas datas declaradas em Assembleia Geral Ordinária.

c. Informar o montante eventualmente retido

Não ocorreu retenção de dividendos, nos três últimos exercícios sociais.

11. Havendo retenção do dividendo obrigatório devido à situação financeira da companhia A proposta da Companhia para a distribuição dos lucros, apurado no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, não prevê retenção de dividendos obrigatórios.

12. Havendo destinação de resultado para reserva de contingências

A proposta da Companhia para a distribuição dos lucros, apurado no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013, não prevê constituição de reserva de contingências.

13. Havendo destinação de resultado para reserva de lucros a realizar a. Informar o montante destinado à reserva de lucros a realizar

No corrente exercício foi constituída reserva de lucros a realizar no montante de R$ 761.181,61. b. Informar a natureza dos lucros não-realizados que deram origem à reserva

Representa o incremento nas florestas e gado da controlada Trevo Florestal Ltda. decorrente da contabilização do valor justo.

(22)

22

a. Descrever as cláusulas estatutárias que estabelecem a reserva

Art. 27º - Do lucro líquido resultante, 5% (cinco por cento) será aplicado na constituição da reserva legal, a qual não poderá exceder o importe de 20% (vinte por cento) do capital social. Do saldo, ajustado pelas importâncias destinadas à formação de reservas para contingências, reservas de lucros a realizar, e respectivas reversões nos termos da lei, se for o caso, 25% (vinte e cinco por cento) será atribuído aos acionistas, como dividendo mínimo obrigatório, sendo que às ações preferenciais caberá mais 10% (dez por cento) sobre o lucro distribuído às ações ordinárias. O saldo remanescente será utilizado na formação de reservas para investimentos e/ou para reforço de capital de giro, a qual não poderá exceder o importe de 100% (cem por cento) do capital social, ou terá a destinação que a Assembleia Geral deliberar por proposta dos órgãos da administração.

b. Identificar o montante destinado à reserva

O valor a ser constituído é de R$ 5.083.791,07 conforme demonstrado no quadro abaixo.

31/12/2013

Lucro líquido do exercício 4.231.149,34 Reversão de reserva de reavaliação 320.334.99

Reversão de dividendos 28.007,77

Realização de lucros sobre ativos biológicos 3.475.278,05 Constituição de reserva de lucros a realizar - ativos

biológicos (761.181,61)

Constituição de reserva legal (211.557,47)

Dividendos (1.998.240,00)

Saldo a destinar 5.083.791,07

15. Havendo retenção de lucros prevista em orçamento de capital Não aplicável

(23)

23

Anexo III SUBSTITUIÇÃO DE UM DOS MEMBROS DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

ITENS 12.6 A 12.10 DO FORMULÁRIO DE REFERÊNCIA (Instrução CVM nº 481/2009)

12.6 Composição da administração e do conselho de administração Conselho de Administração

A AGO/AGE de 29/04/2014 submeterá aos acionistas da Companhia a substituição do conselheiro de administração Sr. James Sinclair pelo conselheiro Sr. Marcos Barbosa. O quadro a seguir apresenta a composição do Conselho de Administração eleito na AGO de 27/04/2012 pelo prazo de mandato de três anos e a substituição proposta pelo prazo de um ano, objetivando uniformizar os prazos de mandato.

Diretoria Estatutária

Membros do Conselho de Administração

Nome Idade Profissão CPF

Cargo Eletivo Data Eleição/Posse Prazo do Mandato Outros Cargos Exercidos Eleito pelo Controlador

Fernando Ferreira Becker 76 Advogado 010.882.460-87 Presidente 27/04/2012 3 anos

Não exerce

outras funções Não

Juan Enrique Rassmuss 51 Engenheiro 214.569.238-03

Vice-Presidente 27/04/2012 3 anos

Não exerce

outras funções Não

Rosana de Oliveira Lindemann 51 Pedagoga 483.784.109-00

Conselheiro

(Efetivo) 27/04/2012 3 anos

Não exerce

outras funções Não

Silvia Christina Mallmann Guariglia 58

Bacharel em

História 384.725.890-72

Conselheiro

(Efetivo) 27/04/2012 3 anos

Não exerce

outras funções Não

Marcos Ribeiro Barbosa 52 Advogado 031.645.538-54

Conselheiro

(Efetivo) 29/04/2014 1 ano

Não exerce

outras funções Não

Antonio Roberto Florio 54 Contador 048.106.928-33

Conselheiro

(Suplente) 27/04/2012 3 anos

Não exerce

outras funções Não

Elmiro Lindemann 87 Empresário 000.700.330-72

Conselheiro

(Suplente) 27/04/2012 3 anos

Não exerce

outras funções Não

Rogério Pohlmann Livi 69 Físico 011.669.130-15

Conselheiro

(Suplente) 27/04/2012 3 anos

Não exerce

outras funções Não

Cleide Carvalho Teixeira 42

Administradora

de Empresas 099.494.468-30

Conselheiro

(Suplente) 27/04/2012 3 anos

Não exerce

outras funções Não

Cesar Vicente Trindade 55 Engenheiro 420.665.220-15

Conselheiro

(Suplente) 27/04/2012 3 anos Diretor Não

Membros da Diretoria Estatutária

Nome Idade Profissão CPF

Cargo Eletivo Data Eleição/Posse Prazo do Mandato Outros Cargos Exercidos Eleito pelo Controlador

Jorge Lindemann 53 Contador 421.671.910-49

Diretor de Relações

com

Investidores 30/04/2013 1 ano

Não exerce

outras funções Não

Cesar Vicente Trindade 55 Engenheiro 420.665.220-15 Diretor 30/04/2013 1 ano

Conselheiro

(24)

24

12.7 Composição dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, financeiro e de remuneração

Justificativa para o não preenchimento do quadro:

A companhia informa que não possui comitês, estatutários, de auditoria, de risco, financeiro e de remuneração.

12.8 Experiência profissional e declaração de eventuais condenações da administração e Conselho de administração

Conselho de administração

FERNANDO FERREIRA BECKER

Experiência profissional: Ex-presidente, primeiro e segundo vice-presidente e membro do conselheiro de administração, diretor de suprimentos, diretor comercial e diretor administrativo da Adubos Trevo S.A.; ex-presidente do conselho superior, presidente do conselho de administração, diretor superintendente e diretor da Trevisa Investimentos S.A.; ex presidente do Sindicato das Indústrias de Mármore, Calcário e Pedreiras do RGS; ex conselheiro do Frigorífico Anselmi S.A.; Presidente do Conselho de administração da Trevisa Investimentos S.A.

Declaração de eventuais condenações: Informou à Companhia que não ocorreu contra si, durante os últimos 5 anos: i. qualquer condenação criminal; ii.qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitada para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.

JUAN ENRIQUE RASSMUSS

Experiência profissional: Finantial Management Program, Stanford University, USA, Specialization in Finance, The Wharton School, Ingenieria Industrial, Pontifícia Universidade Católica – Chile, CIMET S.A., Argentina- Diretor de Produção; CIMET S.A., Argentina – Diretor Geral; Conducobre S.A, Diretor e Membro do Conselho de Administração; Glarus S.A., Diretor; Sudamericana Fibras Brasil Ltda., Diretor e Membro do Conselho de Administração; Diretor Executivo da Metalurgia Peruana S.A.; Vice-presidente do conselho de administração da Trevisa Investimentos S.A.

(25)

25

ROSANA DE OLIVEIRA LINDEMANN

Experiência profissional: Coordenadora de cursos de atualização de conhecimentos do SESC MS; Membro do conselho de administração da Trevisa Investimentos S.A.

Declaração de eventuais condenações: Informou à Companhia que não ocorreu contra si, durante os últimos 5 anos: i. qualquer condenação criminal; ii.qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitada para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.

SILVIA CHRISTINA MALLMANN GUARIGLIA

Experiência profissional: bacharel em história trabalhou em pesquisa para o Museu de Porto Alegre, RS; Seção de Referência e Acervo do Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa, RS.; Curso de Governança Corporativa em Empresas Familiares IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa; Membro do conselho de administração da Trevisa Investimentos S.A.

Declaração de eventuais condenações: Informou à Companhia que não ocorreu contra si, durante os últimos 5 anos: i. qualquer condenação criminal; ii.qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitada para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.

MARCOS RIBEIRO BARBOSA

Experiência profissional: Sócio da L.O. Baptista Advogados Associados; pós-graduado em Direito Processual Tributário na Faculdade de Direito PUCSP, 2002; Faculdade de Direito da Universidade São Francisco, bacharel em Direito, 1997; extensão em Direito Tributário, 1986 pela Universidade de São Paulo - USP; Instituto de Educação Santo André – IESA, bacharel em Ciências Contábeis, 1985; membro efetivo do conselho fiscal da Usina São Martinho S/A, participando de vários outros conselhos de administração e Conselho fiscal, instrutor em diversas organizações de ensino.

(26)

26

ANTONIO ROBERTO FLORIO

Experiência profissional: Graduação em ciências contábeis; graduação em direito; pós-graduação em Direito Tributário; pós-pós-graduação em Direito Público, gerente contábil de empresa até 1994; proprietário de escritório contábil desde 1995; e exercício da advocacia tributária e empresarial desde 2002, membro suplente do Conselho de Administração da Trevisa Investimentos S.A.

Declaração de eventuais condenações: Informou à Companhia que não ocorreu contra si, durante os últimos 5 anos: i. qualquer condenação criminal; ii.qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitada para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.

ELMIRO LINDEMANN

Experiência profissional: Diretor geral, membro do conselho de administração da Adubos Trevo S.A.; presidente da Federasul biênio 1977/78; membro do conselho de administração da Trevisa Investimentos S.A.; membro suplente do conselho de administração da Trevisa Investimentos S.A.

Declaração de eventuais condenações: Informou à Companhia que não ocorreu contra si, durante os últimos 5 anos: i. qualquer condenação criminal; ii.qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitada para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.

ROGÉRIO POHLMANN LIVI

Experiência profissional: Mestre em física e doutor em ciências, membro do conselho superior e de administração da Trevisa Investimentos S.A.; professor adjunto e pesquisador do Instituto de Física da UFRGS; membro suplente do conselho de administração da Trevisa Investimentos S.A.

Declaração de eventuais condenações: Informou à Companhia que não ocorreu contra si, durante os últimos 5 anos: i. qualquer condenação criminal; ii.qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitada para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.

CLEIDE CARVALHO TEIXEIRA

(27)

27

Declaração de eventuais condenações: Informou à Companhia que não ocorreu contra si, durante os últimos 5 anos: i. qualquer condenação criminal; ii.qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitada para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.

Diretoria

JORGE LINDEMANN

Experiência Profissional: Contador e bacharel em ciências econômicas UFRGS, pós-graduação em finanças e em logística FGV, mestre em administração de empresas PUCRS, diretor da Navegação Aliança Ltda. e Trevo Florestal Ltda.; Diretor de Relações com Investidores da Trevisa Investimentos S.A.

Declaração de eventuais condenações: Informou à Companhia que não ocorreu contra si, durante os últimos 5 anos: i. qualquer condenação criminal; ii.qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas; iii. Qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitada para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.

CESAR VICENTE TRINDADE

Experiência profissional: Engenheiro civil, pós-graduado em finanças empresariais, especialista em engenharia na área de concentração da produção com ênfase em sistemas de transportes e logística, engenheiro de projetos, gerente administrativo e gerente de patrimônio e materiais da Adubos Trevo S.A.; diretor da Trevo Florestal Ltda; membro suplente do conselho de administração e diretor da Trevisa Investimentos S.A.;

(28)

28

12.9 Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e controladores

Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e controladores

Nome

CPF Nome empresarial do emissor,

controlada ou controlador CNPJ

Tipo de parentesco com o administrador do emissor ou controlado Cargo Administrador do emissor ou controlada

Rosana de Oliveira Lindemann 483.784.109-00 Trevisa Investimentos S.A 92.660.570/0001-26

Marido ou esposa (1º grau por afinidade)

Conselho de administração

Pessoa relacionada

Jorge Lindemann 421.671.910-49 Trevisa Investimentos S.A 92.660.570/0001-26 Diretor de Relações com

Investidores

12.10 Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros

Justificativa para o não preenchimento do quadro:

(29)

29

Anexo IV PROPOSTA DE REMUNERAÇÃO DOS ADMINISTRADORES E INFORMAÇÕES INDICADAS NO

ITEM 13 DO FORMULÁRIO DE REFERÊNCIA ARTIGO 12 (Instrução CVM nº 481/2009) I. Proposta de remuneração dos administradores

A proposta de remuneração dos administradores para o exercício 2014, sujeito a aprovação da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária a realizar-se no dia 29.04.2014, é de manter o montante anual até R$ 1.500.000,00. Este montante será destinado conforme deliberação do Conselho de Administração.

II. Item 13 do Formulário de Referência (ICVM nº 480/2009)

13. 1 Descrever a política ou prática de remuneração do conselho de administração, da diretoria estatutária e não estatutária, do conselho fiscal, dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, de risco, financeiro e de remuneração, abordando os seguintes aspectos:

a. objetivos da política ou prática de remuneração

A companhia remunera seus administradores conforme parâmetros de mercado, considerando o porte da empresa e setor de atividade.

b. composição da remuneração, indicando:

i. descrição dos elementos da remuneração e os objetivos de cada um deles

A remuneração dos administradores é composta de pró-labore fixo e bônus (prêmio) pelo atendimento das metas estabelecidas para o exercício. Os benefícios concedidos pela companhia são assistência médica e seguro de vida.

ii. qual a proporção de cada elemento na remuneração total A proporção da remuneração total está demonstrada no quadro a seguir (em %):

Órgão de administração 2011 2012 2013

Conselho de Administração

Fixo 83 96 93

Variável 7 4 7

Diretoria estatutária e não estatutária

Fixo 83 96 93

(30)

30

iii. metodologia de cálculo e de reajuste de cada um dos elementos da remuneração

O valor da remuneração total dos administradores aprovada pela assembleia geral é de até R$ 1.500 mil anual. A sua distribuição entre conselho de administração e diretoria é estabelecida pelo conselho de administração. Nos últimos exercícios a remuneração fixa dos conselheiros e diretores vêm sendo reajustada pelos índices de inflação.

O valor da remuneração variável (bônus) está vinculado ao atingimento de metas estabelecidas em cada exercício na controlada Navegação Aliança Ltda. As metas são:

(a) volume transportado;

(b) consumo de combustível das embarcações; (c) sinistros com cargas e embarcações;

(d) orçamento.

Essas metas estão relacionadas com a política da qualidade da controlada Navegação Aliança Ltda. com relação aos aspectos economia, segurança e qualidade da missão da empresa. A cada meta corresponde um valor do prêmio que por sua vez é igual ao valor de 1/2 pro labore. A tabela a seguir apresenta os parâmetros da remuneração variável da companhia:

Aspectos da “Missão” vinculados

ao prêmio Metas anuais

Prêmio (= 1/2 pro labore) Economia Volume transportado 1 Consumo de combustível 1/2 Orçamento 1/4

Qualidade/Segurança Sinistros com

cargas/embarcações 1/2

iv. razões que justificam a composição da remuneração A política de remuneração da companhia se justifica pelas seguintes razões:

(1) Competitividade com a prática de mercado, que permite atrair e reter os profissionais com as qualificações requeridas;

(2) Associar uma parcela da remuneração aos resultados da empresa;

(3) Balancear a remuneração variável de curto prazo, visando à geração de resultados anuais sustentáveis e que resultem na criação de valor para os acionistas.

(31)

31

Os indicadores de desempenho correspondem às metas estabelecidas e estão demonstrados no quadro a seguir:

Metas Indicadores de desempenho

Volume transportado Toneladas orçadas/ano Consumo de combustível Litros/tonelada orçado

Orçamento % de redução do orçamento no ano Sinistros com

cargas/embarcações Nº máximo de sinistros

d. como a remuneração é estruturada para refletir a evolução dos indicadores de desempenho

A política de remuneração variável se aplica não somente aos administradores da Trevisa, mas também aos demais funcionários da controlada Navegação Aliança Ltda. Sendo assim os indicadores são medidos e acompanhados mensalmente com pagamento anual do prêmio. A meta volume transportado se constitui em um pré-requisito para o pagamento dos demais prêmios em função da sua relevância na obtenção dos resultados.

e. como a política ou prática de remuneração se alinha aos interesses do emissor de curto, médio e longo prazo

A política da companhia visa a atração, retenção e motivação de profissionais qualificados para a implementação das estratégias de negócios aprovadas pelos acionistas.

O estabelecimento das metas anuais está alinhado com os objetivos de longo prazo estabelecidas pela companhia.

f. existência de remuneração suportada por subsidiárias, controladas ou controladores diretos ou indiretos

Os membros do Conselho de Administração e da Diretoria não recebem qualquer remuneração suportada por subsidiárias, controladas ou controladores diretos ou indiretos.

g. existência de qualquer remuneração ou benefício vinculado à ocorrência de determinado evento societário, tal como a alienação do controle societário do emissor A companhia informa que não há qualquer remuneração ou benefício vinculado à ocorrência de determinado evento societário.

(32)

32

Remuneração total do exercício social em 31/12/2013 valores anuais

31/12/2013 Conselho de Administração

Diretoria

Estatutária Total

Nº de membros 5 2 7

Remuneração fixa anual

Salário ou pró-labore 866.150,00 106.636,00 972.786,00 Benefícios direto e indireto 47.983,00 19.193,00 67.176,00

Participações em comitês 0 0 0 Outros 0 0 0 Descrição de outras remunerações fixas 0 0 0 Remuneração variável Bônus 72.060,00 9.114,00 81.174,00 Participação de resultados 0 0 0 Participações em reuniões 0 0 0 Comissões 0 0 0 Outros 0 0 0 Descrição de outras remunerações variáveis 0 0 0 Pós-emprego 0 0 0 Cessação de cargo 0 0 0 Baseada em ações 0 0 0 Observação Total de remuneração 986.196,00 134.943,00 1.121.139,00

Remuneração total do exercício social em 31/12/2012 valores anuais

31/12/2012 Conselho de Administração

Diretoria

Estatutária Total

Nº de membros 5 2 7

Remuneração fixa anual

Salário ou pró-labore 729.989,00 88.358,00 818.347,00 Benefícios direto e indireto 47.983,00 19.193,00 67.176,00

(33)

33

Remuneração total do exercício social em 31/12/2011 valores anuais

31/12/2011 Conselho de Administração

Diretoria

Estatutária Total

Nº de membros 5 2 7

Remuneração fixa anual

Salário ou pró-labore 653.778,00 69.493.00 723.271,00 Benefícios direto e indireto 40.464,00 16.186,00 56.650,00

Participações em comitês 0 0 0

Outros 0 0 0

Descrição de outras remunerações

fixas 0 0 0 Remuneração variável Bônus 49.422,00 6.252,00 55.674,00 Participação de resultados 0 0 0 Participações em reuniões 0 0 0 Comissões 0 0 0 Outros 0 0 0

Descrição de outras remunerações

variáveis 0 0 0 Pós-emprego 0 0 0 Cessação de cargo 0 0 0 Baseada em ações 0 0 0 Observação Total de remuneração 743.664,00 91.931,00 835.595,00

13.3. Os quadros a seguir apresentam a remuneração variável paga aos administradores nos exercícios de 2013, 2012 e os valores previstos para 2014:

Remuneração variável prevista para o exercício social corrente 2014. Em R$ Conselho de Administração Diretoria Estatutária Total Nº de membros 5 2 7 Bônus

Valor mínimo previsto no plano de

remuneração zero zero zero

Valor máximo previsto no plano de

remuneração 100.100,00 12.100,00 112.200,00

Valor previsto no plano de remuneração,

caso as metas sejam atingidas - - -

Participação nos resultados Não aplicável Não aplicável Não aplicável

Valor mínimo previsto no plano de

remuneração Não aplicável Não aplicável Não aplicável Valor máximo previsto no plano de

remuneração Não aplicável Não aplicável Não aplicável Valor previsto no plano de remuneração,

(34)

34

Remuneração variável – exercício social encerrado em 31/12/2013 em R$ Conselho de Administração Diretoria Estatutária Total Nº de membros 5 2 7 Bônus

Valor mínimo previsto no plano de

remuneração zero zero zero

Valor máximo previsto no plano de

remuneração 91.000,00 11.000,00 102.000,00

Valor previsto no plano de remuneração,

caso as metas sejam atingidas - - -

Valor efetivamente reconhecido no

resultado do exercício social 72.060,00 9.114,00 81.174,00

Participação nos resultados Não aplicável Não aplicável Não aplicável

Valor mínimo previsto no plano de

remuneração Não aplicável Não aplicável Não aplicável Valor máximo previsto no plano de

remuneração Não aplicável Não aplicável Não aplicável Valor previsto no plano de remuneração,

caso as metas sejam atingidas Não aplicável Não aplicável Não aplicável

Remuneração variável – exercício social encerrado em 31/12/2012 em R$ Conselho de Administração Diretoria Estatutária Total Nº de membros 5 2 7 Bônus

Valor mínimo previsto no plano de

remuneração zero zero zero

Valor máximo previsto no plano de

remuneração 97.000,00 11.000,00 108.000,00

Valor previsto no plano de remuneração, caso as metas sejam atingidas

Valor efetivamente reconhecido no

resultado do exercício social 39.942,00 4.670,00 35.272,00

Participação nos resultados Não aplicável Não aplicável Não aplicável

Valor mínimo previsto no plano de

remuneração Não aplicável Não aplicável Não aplicável Valor máximo previsto no plano de

remuneração Não aplicável Não aplicável Não aplicável Valor previsto no plano de remuneração,

caso as metas sejam atingidas Não aplicável Não aplicável Não aplicável

13.4 Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária

(35)

35

13.5 O quadro a seguir apresenta a quantidade de ações da Companhia detidas pelos administradores, direta e indiretamente em 31/12/2013:

Sociedade emissora: Trevisa Investimentos S.A.

Órgão Ações ON Ações PN Total

Conselho de

Administração 569.034 488.300 1.057.334

Diretoria 111.366 0 111.366

Outros acionistas 85.600 486.700 572.300

Total de ações 766.000 975.000 1.741.000

A participação dos administradores direta e indiretamente se restringe as ações do emissor. Os administradores não possuem participações nas empresas controladas.

13.6 Remuneração baseada em ações

A Companhia informa que a sua política de remuneração do conselho de administração e da diretoria estatutária não contempla remuneração baseada em ações.

13.7 Opções em aberto

A Companhia informa que a sua política de remuneração do conselho de administração e da diretoria estatutária não contempla remuneração baseada em ações.

13.8 Opções exercidas e ações entregues

A Companhia informa que a sua política de remuneração do conselho de administração e da diretoria estatutária não contempla remuneração baseada ações.

13.9 Precificação das ações/opções

A Companhia informa que a sua política de remuneração do conselho de administração e da diretoria estatutária não contempla remuneração baseada em ações.

13.10 Planos de previdência

(36)

36

13.11 Remuneração individual máxima, mínima e média do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal.

Valores anuais Diretoria Estatutária Conselho de Administração

31/12/2013 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2013 31/12/2012 31/12/2011 Nº de membros 2 2 2 5 5 5 Valor da maior remuneração (Reais) 73.931,00 61.976,00 56.772,00 379.211,00 320.134,00 304.514,00 Valor da menor remuneração (Reais) 61.012,00 50.244,00 35.159,00 62.461,00 60.130,00 55.431,00 Valor médio da remuneração (Reais) 67.471,00 56.110,00 45.965,00 197.232,00 162.648,00 148.733,00

A Companhia não possui conselho fiscal.

13.12 Descrever arranjos contratuais, apólices de seguros ou outros instrumentos que estruturem mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de destituição do cargo ou de aposentadoria, indicando quais as consequências financeiras para o emissor.

A Companhia informa que a sua política de remuneração do conselho de administração e da diretoria estatutária não contempla arranjos contratuais, apólices de seguros ou outros instrumentos que estruturem mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores.

13.13 Em relação aos 3 últimos exercícios sociais, indicar o percentual da remuneração total de cada órgão reconhecida no resultado do emissor referente a membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores, diretos ou indiretos, conforme definido pelas regras contábeis que tratam desse assunto

(37)

37

13.14 Em relação aos 3 últimos exercícios sociais, indicar os valores reconhecidos no resultado do emissor como remuneração de membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal, agrupados por órgão, por qualquer razão que não a função que ocupam, como por exemplo, comissões e serviços de consultoria ou assessoria prestados Os membros do conselho de administração e da diretoria estatutária não recebem comissões nem qualquer remuneração de consultorias ou assessorias prestadas.

13.15. Em relação aos 3 últimos exercícios sociais, indicar os valores reconhecidos no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor, como remuneração de membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal do emissor, agrupados por órgão, especificando a que título tais valores foram atribuídos a tais indivíduos

Os membros do Conselho de Administração e da Diretoria não recebem qualquer remuneração de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas.

13.16 Outras informações relevantes

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38

Anexo V

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL ARTIGO 11 (Instrução CVM nº 481/2009)

REFORMA DO ESTATUTO SOCIAL

A administração da Companhia, em cumprimento ao disposto no artigo 11 da Instrução CVM nº 481/2009, vem, através do presente relatório, apresentar a origem e justificativa das alterações propostas aos senhores acionistas para reforma do estatuto social da Companhia.

A alteração estatutária a ser submetida à aprovação dos senhores acionistas na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da Companhia, a realizar-se no dia 29 de 2014, está devidamente destacada no Estatuto Social a seguir. A nova redação está apresentada em vermelho.

ESTATUTO SOCIAL TÍTULO I

DENOMINAÇÃO, SEDE E FORO, OBJETO SOCIAL E DURAÇÃO

Art. 1º - TREVISA INVESTIMENTOS S.A., empresa de capital privado nacional, fundada conforme instrumento arquivado na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Sul, sob nº 21.659, em sessão de 16.07.1930, com a denominação de LUCHSINGER, MADORIN e CIA. LTDA., tendo sido transformada em sociedade anônima em 14.09.1960, consoante instrumento arquivado na mesma Junta Comercial sob nº 121.335, em sessão de 22.09.1960, reger-se-á pelo presente estatuto e pelas disposições legais em vigor.

Art. 2º - A sociedade tem sede e foro à Av. Padre Cacique, 320, CEP 90.810-240 em Porto Alegre, no Estado do Rio Grande do Sul.

Art. 3º - O objeto social da companhia consiste na participação no capital de empresas, de qualquer setor econômico, como sócia, cotista ou acionista, através de recursos próprios ou provenientes de incentivos fiscais; locação de espaços comerciais; exercício da atividade de representação comercial, compreendendo o agenciamento de vendas e intermediação de negócios, ressalvados os que dependem de prévia autorização governamental.

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TÍTULO II CAPITAL SOCIAL E AÇÕES

Art. 5º - O capital Social totalmente subscrito e integralizado é de R$ 20.000.000,00 (vinte

milhões de reais), dividido em 1.732.700 (um milhão, setecentas e trinta e duas mil e setecentas) ações nominativas sem valor nominal, sendo 766.000 (setecentas e sessenta e seis mil) ações ordinárias e 966.700 (novecentas e sessenta e seis mil e setecentas) ações preferenciais.

Justificativa: adequar à quantidade de ações da Companhia em virtude do cancelamento de 8.300 ações preferenciais nominativas em tesouraria.

Art. 6º - As ações terão a forma nominativa.

Art. 7º - A companhia poderá emitir títulos múltiplos de ações e cautelas representativas das mesmas, podendo, ainda, anexar-lhes cupões.

Art. 8º - As ações, títulos múltiplos e cautelas serão sempre assinados por dois (2) diretores. Art. 9º - Cada ação ordinária dá direito a um voto na Assembléia Geral.

Art. 10º - As ações preferenciais terão direito a dividendos 10% maiores que os atribuídos às ações ordinárias, não terão direito a voto, gozarão de prioridade no reembolso do capital, sem prêmio, em caso de liquidação da companhia e participarão, proporcionalmente, junto com as ações ordinárias, dos dividendos obrigatórios previsto neste estatuto social.

Parágrafo Único – As ações preferenciais adquirirão o direito de voto se a companhia não distribuir dividendos pelo prazo de três exercícios consecutivos.

Art. 11º - Nos aumentos de capital, poderá deixar de ser observada a proporcionalidade existente entre as diversas espécies e/ou classes de ações de emissão da companhia.

TÍTULO III ASSEMBLÉIAS GERAIS

CONVOCAÇÃO, INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO

Art. 12º - As assembléias gerais ordinárias ou extraordinárias serão convocadas e funcionarão na forma de lei.

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Referências

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