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CETAC Centro de Treinamento de Canguçu

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Academic year: 2021

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CETAC– Centro de Treinamento de Canguçu

O Centro de Treinamento de Canguçu - CETAC – inaugurado em 1996 dispõe de uma área física de 48,9 ha, com capacidade de hospedagem para 33 pessoas.

Além de alojamentos, refeitório, salas de aula e de lazer, a estrutura conta também com centro de convenções (400 lugares) e unidades didáticas (UD) para as aulas práticas dos cursos.

Administrado pela Emater/RS-Ascar, o CETAC tem os seguintes parceiros:

Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo-SDR/RS, Prefeitura Municipal de Canguçu, Escola Técnica Estadual de Canguçu-ETEC, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Canguçu, Cooperativa Sul-rio-grandense de Laticínios- COSULATI, Universidade Federal de Pelotas e Embrapa.

Em 2017 serão ofertados os seguintes cursos: Artesanato em Lã, Avicultura Colonial, Boas Práticas de Fabricação, Bovinos de Leite, Dieta de Vacas Leiteiras, Gestão de Agroindústria, Inseminação Artificial bovinos, Manejo e Conservação de Solo e Água, Plantas Medicinais, Reciclagem para Inseminadores Artificiais e Silvicultura.

As inscrições para os cursos devem ser realizadas no Escritório da Emater/RS de seu município ou diretamente no CETAC, no endereço abaixo:

Rua João de Deus Nunes, 200 Vila Isabel – C. Postal 67 CEP: 96.600-000 Canguçu/RS

Fone: (53) 3252-2328/(53) 99947-9031 / (53) 99903-3380 / (53)98465-2765 E-mail: [email protected]

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Calendário de Cursos para 2017

Curso Turma Data Carga

Horária

Valor R$

com hospedagem

Valor R$

sem hospedagem

Artesanato em Lã Fiação 22 a 26/5 40 360,00 240,00 Colorização 19 a 23/6 40 360,00 240,00 Tecelagem 16 a 20/10 40 360,00 240,00 Tapeçaria 20 a 24/11 40 360,00 240,00 Feltragem 04 a 07/12 40 360,00 240,00

Avicultura Colonial 01. 03 a 07/4

40

360,00 240,00 02. 05 a 09/6

03. 07 a 11/8 04. 02 a 06/10 Boas Práticas de

Fabricação

01. 08 a 12/5

32 360,00 240,00

02. 11 a 15/9 Bovinos de Leite 01. 19 a 23/6

40 360,00 240,00

02. 14 a 18/8

Dieta de Vacas Leiteiras (2 módulos)

mód. I 12 a 14/6

24 220,00 160,00

05 a 07/7 mód. II 13 a 15/9

24 220,00 160,00

09 a 11/10

Gestão de Agroindústria

01. 23 a 25/8

24 220,00 160,00

02. 23 a 25/10

Inseminação Artificial Bovinos

01. 22 a 24/3

24 220,00 160,00

02. 26 a 28/4 03. 17 a 19/5 04. 28 a 30/6 05. 19 a 21/7 06. 02 a 04/8 Manejo e Conservação

de Solo e Água

01. 13 e 14/7 16 140,00 110,00

Plantas Medicinais e

Fitoterapia Animal 01 16 a 20/10 40 360,00 240,00

Reciclagem para Inseminadores

01. 27 e 28/09 16 140,00 110,00

Silvicultura

01. 09 e 10/03

16 120,00 90,00

02. 18 e 19/04 03. 04 e 05/05 04. 13 e 14/06

No momento da inscrição será cobrado antecipadamente um adiantamento de R$ 50,00 para garantia da vaga.

Para participantes que não são agricultores familiares será cobrada mais uma taxa de inscrição de R$ 30,00 para cada dia de curso.

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Conteúdo dos Cursos

Boas Práticas de Fabricação (BPF)

 Apresentação e recepção dos participantes do curso

 Introdução ao curso

 Elaboração planta baixa da agroindústria

 Fundamentos Boas Práticas Fabricação:

edificações, fluxo e equipamentos

 Trabalho em grupo e apresentação: melhorar a área física de sua agroindústria de doces e conservas, baseados em BPF

 Higienização de mãos – prática – Técnica da tinta guache

 Controle pragas e vetores

Elaboração de POP’s Teoria e Prática

 Elaboração manual BPF – Teoria e prática

 Inserção da agroindústria no espaço social, econômico e ambiental

 Apresentação das agroindústrias participantes

 Prática para coleta material microbiológico (Téc. Swab)

 Microbiologia – Teoria e prática

 Potabilidade de água: teoria e prática

 Higienização de instalações e equipamentos – teoria e prática

 Higiene e saúde do manipulador

 Vistoria agroindústria – aplicação prática do roteiro de inspeção em agroindústria de doces e conservas

Bovinos de leite

 Situação geral da bovinocultura de leite

 Problemas da atividade leiteira

 Agricultura familiar

 Sustentabilidade e cidadania

 Análise econômica da atividade leiteira

 Desempenho da vaca leiteira

 Consumo de volumosos conforme a sua qualidade

 Anatomia e fisiologia da vaca

 Aspectos importantes na produção de

forrageiras: adubação orgânica e pastejo rotativo

 Instalação de cerca elétrica

 Alimentação da vaca leiteira: necessidades qualitativas e quantitativas

 Produção máxima de leite a pasto

 Capacidade de produção das vacas leiteiras

 Uso do feno, silagem, pré-secado e grão úmido

 Ração concentrada- formulações caseiras/

alimentos alternativos

 Criação correta da terneira

 Secagem da vaca leiteira: cuidados pré e pós- parto para bem-estar do animal

 Uso do sal mineral e vitaminas

 Práticas no estábulo

 Planejamento de volumosos das propriedades – situação da propriedade

 Introdução à sanidade: principais doenças do rebanho leiteiro

 Sanidade animal: parasitas internos e externos (prevenção e controles alternativos)

 Higiene e manejo da ordenha

 Qualidade do leite

 Manejo da reprodução

 Uso de plantas medicinais na prevenção e controle de doenças

 Escore corporal e melhoramento animal

 Sanidade e conforto animal

 Estábulo

 Teoria e prática de instalações para bovinos de leite

 Associativismo: organização rural

Manejo e conservação de solos e água

 Solo

 Origem

Formação Constituintes Perfil

Densidade Porosidade Estrutura

 Erosão hídrica

 Perfil e horizontes

Como ocorre a erosão

 Construção de terraços base estreita, descompactação do solo mecânica e biológica

 Planejamento e locação de terraços

 Práticas conservacionistas

 Sistema radicular, relação parte

aérea/sistema radicular, determinação de massa verde

 Manejo de cobertura sem dessecação

 Abastecimento de água, embalagens, meio ambiente e EPI

 Rolagem de plantas de cobertura

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Efeitos da cobertura de solo Efeitos da declividade

 Terraceamento

 Declives (cálculo).

 Trabalho com pé-de-galinha e nível de mangueira

 Locação de terraços com pé-de-galinha e nível de mangueira

 Plantas de cobertura: características desejadas, alelopatia, plantas principais

 Determinação de matéria seca

 Fundamentos do cultivo mínimo e plantio direto

 Vermicompostagem

 Planejamento da propriedade

 NR 31

 Manejo da matéria orgânica

 Insumos alternativos e uso

 Protetores de plantas - SAF Artesanato em lã – fiação e tecelagem

 Fundamentação

 Seleção de lãs

 Limpeza

 Cardação

 Fiação

 Apresentação / Conservação de fios

 Tecelagem básica

 Tear belas artes

 Tear vertical

 Tear penteliço I

 Tear penteliço II

 Tear de pregos / pompons Artesanato em lã – colorização e tapeçaria

 Fundamentação

 Ação dos mordentes (preparação da lã)

 Ação dos colorizantes (colorização)

 Ação dos fixadores

 Preparação e uso das infusões (identificação de plantas utilizadas em infusões para

colorização)

 Cores e matizes

 Tapeçaria básica

 Acabamentos em tapeçaria Plantas medicinais

 Trabalho em grupo (experiências individuais e resgate do conhecimento popular,

potencialidades, dificuldades e dúvidas)

 Apresentação do trabalho em grupo

 Cenário das Plantas Medicinais no mundo (uso através da história)

 Apresentação de bibliografia

 Potencialidades de usos de plantas bioativas (higiene pessoal, da casa, remédios, alimentação etc.)

 Princípio ativo das plantas

 Reconhecimento das plantas bioativas - herbário, sementeira e fotos

 Plantas tóxicas e plantas indicadoras

 Reconhecimento das plantas (aromáticas, medicinais, condimentares e tóxicas) - prática no horto

 Cultivo e propagação de plantas medicinais

 Fatores que influenciam no cultivo de plantas

 Colheita, secagem e armazenamento das plantas (teórica)

 Prática de reconhecimento, coleta e secagem das plantas

 Boas práticas de fabricação de remédios

 Uso das plantas no saneamento doméstico (teórica e prática)

 Confecção de desinfetantes, repelentes, sachês, sabonete

 Fitoterapia na sanidade animal: diarreias, endo e ecto parasitas

 Formas de preparo caseiro de produtos fitoterápicos (teórica)

 Prática de formulação de remédios caseiros (infusão, decocção, sabão)

 Prática de formulação de remédios caseiros (tinturas, xaropes, pomadas, óleos)

 Fitoterapia na sanidade animal, diarreias, endo e ecto parasitas (prática com animais)

 Prática de uso de plantas na alimentação humana (manteiga condimentada, óleo, vinagre, sal temperado)

Avicultura Colonial

 Introdução, mercado e oportunidades

 Sistemas de criação: industrial, colonial, orgânico e fundo de quintal

 Aspectos construtivos: plantas, piquetes e cercas

 Prática e manejo

 Homeopatia e fitoterapia na avicultura

 Alimentação tradicional e alternativa

 Processamento da produção Visitas a unidades produtoras

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 Equipamentos

 Raças

Dieta para vacas leiteiras MÓDULO I

Introdução para dieta de ruminantes

Fisiologia digestiva

Variáveis das exigências nutricionais e consumo de matéria seca

Tipos de alimentos, concentrados e volumosos, proteicos e energéticos.

Características dos alimentos Prática de coleta de dados

Pesagem da vaca, ECC, produção de leite, período de lactação, última inseminação

Dados dos alimentos tipos e pesagem

Trabalho na planilha de Gerenciamento do Rebanho

Cálculo da dieta com BOVITER. Considerações sobre manejo da dieta para uma vaca

Cálculo da Dieta com BOVITER. Considerações sobre manejo da dieta para o lote de vacas

MÓDULO II

Estudo de casos, avaliação da gestão e dieta do rebanho dos participantes

Período de transição

Doenças metabólicas

Sanidade

Mineralização

Considerações sobre dietas nos diferentes períodos do ano

Prática de cálculo da dieta com BOVITER considerando diferentes alimentos

Encaminhamento do trabalho na propriedade e avaliação do trabalho

Inseminação artificial em bovinos

Histórico da inseminação, vantagens e desvantagens

Aparelho reprodutor feminino

Ciclo estral bovino

Manifestação do cio

Horário da inseminação

Sêmen; manejo do botijão

 Cuidados e sequência da inseminação

 Prática de montagem do aplicador

 Prática em método Shiva e peças de frigorífico

 Toque em animais

Curso realizado em dois módulos, orientados pela pedagogia da alternância: primeira parte prática em manequins e peças de frigorífico; agricultor pratica em casa e retorna para a prova em um segundo momento a ser combinado.

Referências

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