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PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

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Academic year: 2022

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INDICE PAGINAS INTRODUÇÃO _________________________________________________________________ 02 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA ___________________________________________________ 03 RESPONSAVEL PELA ELABORAÇÃO DO PPRA _____________________________________ 03 VALIDADE DO P.P.R.A __________________________________________________________ 03 TABELA DE CARGOS ___________________________________________________________ 04 OBJETIVO ____________________________________________________________________ 04 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA ________________________________________________ 04 INTEGRAÇÃO COM O PCMSO ___________________________________________________ 06 ABRANGÊNCIA _______________________________________________________________ 07 DESENVOLVIMENTO __________________________________________________________ 08 MEDIDAS DE CONTROLE _______________________________________________________ 08 NIVEL DE AÇÃO _______________________________________________________________ 10 REGISTRO E DIVULGAÇÃO DE DADOS ___________________________________________ 11 RESPONSABILIDADES _________________________________________________________ 11 ORIENTAÇÕES GERAIS ________________________________________________________ 12 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES – CIPA _______________________ 13 SERVIÇO ESPECIALIZADO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E MEDICINA DO

TRABALHO – SESMT ___________________________________________________________ 14 METODOLOGIA E EQUIPAMENTO ________________________________________________ 14 AVALIAÇÃO DOS RISCOS NOS AMBIENTES DE TRABALHO ________________________________ 15 AVALIAÇÃO DOS RISCOS E PROCESSO DE TRABALHO _____________________________ 17 CRONOGRAMA DE AÇÃO _______________________________________________________ 31 AVALIAÇÃO DOS RISCOS E DA EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES __________________ 32 AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DOS AGENTES AMBIENTAIS ____________________________ 32 TABELA DE MONITORAMENTO DE RUÍDO E ILUMINAÇÃO / SETORES AVALIADOS / NIVEIS ENCONTRADOS _______________________________________________________________ 33 DISPOSIÇÕES FINAIS __________________________________________________________ 34 ANEXOS _____________________________________________________________________ 35

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01.INTRODUÇÃO

Este documento visa descrever o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) da Empresa Coopmix Paraíba Concreto e Construções LTDA Seu conteúdo apresenta as orientações e procedimentos essenciais para conduzir a uma efetiva prevenção dos riscos ambientais a que se expõe o trabalhador no exercício de suas funções.

Requer atualização e acompanhamento contínuos, com avaliações anuais ou a períodos menores, quando houver alterações significativas no ambiente de trabalho, que justifiquem a emissão de novo relatório.

O presente Programa foi elaborado de acordo com as diretrizes da nova redação da Norma Regulamentadora NR-9, estabelecida pela Portaria SSMT 25 / 94 (de 29.12.94, DOU de 30.12.94, republicada em 15.02.95).

O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo de preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com as demais normas de Segurança e Medicina do Trabalho, em particular com o Programa de Controle Médico da Saúde Ocupacional - PCMSO.

Seu objetivo é fornecer parâmetros legais e técnicos considerando a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência dos Riscos Ocupacionais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho.

Neles estão descritas informações sobre: características de cada setor do estabelecimento, máquinas e equipamentos instalados, funções exercidas e trabalhadores expostos, caracterização das atividades desenvolvidas, medidas de controle e proteção utilizadas, reconhecimento e avaliações dos riscos ambientais existentes, bem como, observações e recomendações pertinentes.

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02.IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

Razão Social – Coopmix Paraiba Concreto e Construções LTDA CNPJ – 18.955.549/0001-03

Endereço – Rua Francisco Severiano de Vasconcelos S/N Quadra 10 Lote A2 Loteamento Parque Esperança Cabedelo PB CEP: 58.310-000

Telefone – 083 98262662

CNAE – 42.99-5-99 Grau de Risco - 03

Ramo de Atividade – Outras obras de engenharia não especificadas anteriormente.

CÓDIGO E DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS SECUNDARIAS.

CNAE: 43.99-1-99 – Serviços especializados para construção não especificados anteriormente

N° DE FUNCIONÁRIOS: 36

03.RESPONSAVEIS PELA ELABORAÇÃO DO PPRA

Responsáveis Técnico:

Uibalçair Luiz Rodrigues: Técnico em Segurança do Trabalho – Concrecon Concreto e Construções LTDA, MTE 960/DF;

04.VALIDADE DO P.P.R.A Início: 16 de Junho de 2014 Atualização: 16 de Junho de 2015

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05. TABELA DE CARGOS

CONCRECON CONCRETO E CONSTRUÇÕES LTDA FRENTE DE TRABALHO

FUNÇÃO QUANT

AJUDANTE 09

BALANCEIRO 01

ENGENHEIRO 01

ENC. DE USINA 01

GERENTE COMERCIAL 01

ANALISTA ADMINISTRATIVO 01

AUXILIAR AMINISTRATIVO 01

LABORATORISTA 01

MECÂNICO 01

AUXILIAR TÉCNICO 01

AUX. DE OPERAÇÕES 01

MOTORISTA 13

OPERADOR DE PA CARREGADEIRA 01

BOMBISTA 04

TOTAL 37

06.OBJETIVO

O PPRA tem por objetivo a promoção e preservação da saúde e da integridade do conjunto dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais, cumprindo a legislação trabalhista referente à saúde no trabalho.

07.CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA

A empresa Coopmix Paraíba Concreto e Construções LTDA encontram-se instalada em uma ampla área localizada no endereço Rua Francisco Severiano de Vasconcelos S/N Quadra 10 Lote A2 Loteamento Parque Esperança Cabedelo PB, onde desenvolve sua atividade econômica principal de Outras Obras de Engenharia Civil não Especificadas Anteriormente. Todos os setores de trabalho apresentam características ambientais de iluminação, ventilação e instalações físicas compatíveis com a execução das atividades desenvolvidas. As salas, departamentos e postos de trabalho são providos com mobílias, equipamentos, maquinas, ferramentas, acessórios, materiais e meios de apoio necessários, observando as características e as funções que são desenvolvidas.

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Quanto ao que determina a NR 23, Norma Regulamentadora que dispõe sobre Proteção contra Incêndio, a empresa segue as orientações do Corpo de Bombeiros de acordo com a licença de funcionamento. Foi observado que o estabelecimento possui sistema de proteção contra incêndio, feito através de extintores de incêndio, carregados e instalados em pontos estratégicos. Vale lembrar que sempre que necessário realizar recarga dos extintores, respeitando o prazo de vencimento.

Quanto ao que determina a NR 24, Norma Regulamentadora que dispõe sobre as condições higiênicas e sanitárias ao conforto dos trabalhadores em seus locais de trabalho, a empresa possui instalações sanitárias, destinadas aos funcionários, separadas por sexo, providas com vaso sanitário, pia com torneira e água corrente, porta papel higiênico, porta sabão liquido e porta papel toalha. Quanto ao vestiário, a empresa possui instalada em seu interior armários providos com compartimentos individuais onde os funcionários guardam seus pertences pessoais, devendo os mesmos apresentarem sempre organizado, limpo, higienizado em perfeitas condições de uso. Há ainda instalações para refeitório. Quanto ao alojamento o mesmo é construído de madeira com as especificações de acordo com a norma, piso em concreto de fácil limpeza, possui 2 (duas) beliche respeitando o espaçamento de 1,20m conforme a norma, com colchões e roupas de cama adequada, possui ventilação natural adequadas, janelas que permitem a entrada de iluminação natural. O alojamento está destinado a permanência de funcionários que executam atividades esporádicas como plantonistas que executam manutenções emergenciais em maquinas e equipamentos.

A distribuição elétrica está baseada na disposição do layout da empresa, sendo necessária atenção quanto às instalações elétricas e do aterramento de maquinas e equipamentos, que deverá apresentar-se sempre protegidas por eletrodutos (tubulações), de modo que não oferecer riscos de contato dos funcionários com fios e condutores elétricos. Atenção também se deve aos fios lógicos que deverão apresentar-se sempre tubulados e organizados para evitar tropeços e quedas acidentais, e aos cabos e fios elétricos das maquinas e equipamentos, que deverá apresentar-se sem emendas, para evitar o choque elétrico, conforme requisitos da NR-10 Norma Regulamentadora sobre Segurança e Instalações em Eletricidade e NBR 5410.

Quanto ao que determina os requisitos da NR 11, Norma Regulamentadora que dispõe sobre o Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de materiais, é fundamental que a empresa siga rigorosamente o que determina essa NR, cumprir as exigências contidas e ainda divulgar aos funcionários através de orientações, palestras, cursos e outros meios viáveis com o objetivo de preservar a saúde e integridade física dos trabalhadores.

Atenção também se deve a todas as maquinas e equipamentos que os funcionários fazem uso, salientando que os mesmos deverão apresentar dispositivos de acionamento, partida e parada, seguindo o que determina a NR 12, Norma Regulamentadora que dispõe sobre Máquinas e Equipamentos. Em relação à

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manutenção das mesmas, é preciso salientar que deva ser feita periodicamente, independente de a máquina apresentar defeito ou não.

Quanto ao que determina a NR 6, Norma Regulamentadora que dispõe sobre fornecimento e uso de EPI’s (Equipamento de Proteção Individual), a empresa fornecer aos trabalhadores, gratuitamente e sempre que se fizer necessário os equipamentos de proteção individual com Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo órgão competente em Segurança e Saúde no Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego de acordo que a atividade requer.

Os postos de trabalho estão providos com mobílias, equipamentos, maquinas, acessórios, materiais e meios de apoio necessários, observando as características e as atividades que são desenvolvidas.

Desse modo a empresa conta com profissionais qualificados, treinados e capacitados, que trabalham devidamente uniformizados, fazendo uso ainda, conforme sua atividade, de Equipamentos de Proteção Individual (EPI).

Para melhor organização, a empresa desenvolve suas atividades com uma estrutura funcional compondo-se dos seguintes departamentos e setores:

 ADMINISTRATIVA;

 SETOR DE PRODUÇÃO / USINA DE CONCRETO;

 CIBINE DA BALANÇA;

 LABORATÓRIO;

 PÁTIO CENTRAL/ OFICINA MECÂNICA.

 BAIAS DE AGREGADOS (AREIA, BRITA E PÓ DE BRITA);

A empresa conta ainda com uma frente de trabalho onde se fabrica e comercializa o concreto, sendo o processo de produção, maquinas e equipamentos similar ao da sede. Os setores apresentam boas condições de organização e limpeza.

08.INTEGRAÇÃO COM O PCMSO

Este programa é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores. Sugiro, pois, que o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) da empresa Coopmix Paraíba Concreto e Construções LTDA seja articulado com este PPRA, de forma que conscientize as práticas de higiene ocupacional, e inclua em seus exames médicos clínicos e complementares mecanismos que possam detectar, preferencialmente no exame médico admissional ou periódico, o aparecimento ou agravamento dos Distúrbios Osteomusculares

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Relacionados ao Trabalho (DORT), Perdas Auditivas Induzidas por Ruído Ocupacional (PAIRO), além de outros critérios estabelecidos pelo médico coordenador.

Fica o representante legal da CIPA quando houver ou um funcionário treinado em prevenção de acidentes do trabalho como responsável em colaborar no desenvolvimento e articulação entre este Programa e o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Porém, qualquer trabalhador terá o direito de apresentar sugestões de aprimoramento ou avaliação deste Programa, tendo em vista que sua segurança é o motivo da implantação do mesmo.

09.ABRANGÊNCIA

Este Programa abrange os riscos ambientais da empresa. A NR-09, em seu item 9.1.5, considera riscos ambientais, os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador.

Ainda em seu item 9.1.5, a NR-09 estabelece as seguintes definições:

 Consideram-se agentes físicos as diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como ruídos, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes;

 Consideram-se agentes químicos as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão;

 Consideram-se agentes biológicos as bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros microorganismos que, em contato com o homem, causem dano a sua saúde através da penetração por via cutânea, digestiva ou respiratória: vírus, bactérias, fungos, protozoários, parasitas, bacilos entre outros;

Riscos ergonômicos: Agentes que podem provocar alterações fisiológicas e psicológicas ao trabalhador. Tais danos podem vir em prejuízo de sua produtividade e, principalmente, sua segurança: estresse físico e mental, esforço físico, posturas inadequadas, produtividade, ritmos excessivos, jornadas de trabalho desgastantes, trabalho em turnos, monotonia e repetitividade.

Incluem ainda aspectos relacionados à organização do trabalho, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho, e ao levantamento, transporte e descarga de materiais.

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Riscos de acidente: Envolvem, principalmente, os aspectos construtivos das edificações e a utilização de máquinas e equipamentos; vão desde a utilização improvisada, inadequada e defeituosa de máquinas e equipamentos até questões de arranjo físico e EPI inadequado ou defeituoso. Outras situações que podem contribuir para a ocorrência de acidentes são as provenientes de aspectos comportamentais negativos, individuais e coletivos, vindas da direção, chefia ou do próprio trabalhador e ainda pela falta de orientação, treinamento, aptidão e outros fatores relacionados à conduta do trabalhador.

10.DESENVOLVIMENTO

O desenvolvimento do PPRA baseia-se no objetivo de um programa de higiene ocupacional, que consiste das seguintes etapas:

a) antecipação e reconhecimento dos riscos;

b) estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle;

c) avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores;

d) implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia;

e) monitoramento da exposição aos riscos;

f) registro e divulgação dos dados.

A profundidade e a complexidade do PPRA dependerá da identificação de riscos ambientais na fase de antecipação ou reconhecimento. Caso não sejam identificados riscos ambientais, o PPRA se resumirá na fase de antecipação dos riscos, do registro e divulgação dos dados encontrados.

11.MEDIDAS DE CONTROLE

Deverão ser adotadas as medidas necessárias suficientes para a eliminação, a minimização ou o controle dos riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações:

a) identificação, na fase de antecipação, de risco potencial à saúde;

b) constatação, na fase de reconhecimento de risco evidente à saúde;

c) quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores excederem os valores dos limites previstos na NR 15 ou, na ausência destes os valores limites de exposição ocupacional adotados pela American Conference of Governmental Industrial Higyenists-ACGIH, ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos do que os critérios técnico- legais estabelecidos;

d) quando, através do controle médico da saúde, ficar caracterizado o nexo causal entre danos observados na saúde os trabalhadores e a situação de trabalho a que eles ficam expostos.

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O estudo desenvolvimento e implantação de medidas de proteção coletiva deverão obedecer à seguinte hierarquia:

a) medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à saúde;

b) medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho;

c) medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho.

A implantação de medidas de caráter coletivo deverá ser acompanhada de treinamento dos trabalhadores quanto aos procedimentos que assegurem a sua eficiência e de informação sobre as eventuais limitações de proteção que ofereçam.

Quando comprovado pelo empregador a inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva ou quando estas não forem suficientes ou encontrarem-se em fase de estudo, planejamento ou implantação ou ainda em caráter complementar ou emergencial, deverão ser adotadas outras medidas obedecendo-se à seguinte hierarquia:

a) medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho;

b) utilização de Equipamento de Proteção Individual - EPI.

Equipamento de Proteção Individual (EPI)

Considera-se Equipamento de Proteção Individual todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e a integridade física do servidor.

É de responsabilidade obrigatória da empresa o fornecimento gratuito do EPI adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias:

 Sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou de doenças profissionais e do trabalho;

 Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas;

 Para atender situações de emergenciais.

São responsabilidades do empregador:

 Adquirir o tipo de EPI adequado à atividade do servidor;

 Fornecer ao servidor somente EPI aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho;

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 Treinar o servidor sobre o uso adequado de EPI;

 Tornar obrigatório o seu uso;

 Substituí-lo, imediatamente, quando danificado ou extraviado;

 Responsabilizar-se pela sua higienização e manutenção periódica;

 Comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada no EPI.

São responsabilidades dos Empregados:

 Usar o EPI apenas para a finalidade a que se destina;

 Responsabilizar-se pela guarda e conservação do EPI;

 Comunicar ao empregador qualquer alteração que torne o EPI impróprio para uso.

Cabe ao empregador manter uma ficha de fornecimento de EPI para cada servidor. Esta ficha é um documento legal e um comprovante da empresa do fornecimento dos EPI’s aos servidores. Deve ficar arquivada na pasta de documentos, contendo: nome do servidor, cargo, EPI fornecido, data da entrega, CA do EPI, lote, assinatura do servidor e do responsável pela entrega do equipamento.

12.NIVEL DE AÇÃO

Com base na Norma Regulamentadora – NR 09 e legislação complementar consideram-se níveis de ação o valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de tolerância.

As ações devem incluir monitoramento periódico da exposição, a informação aos trabalhadores e o controle médico.

Deverão ser objeto de controle sistemático as situações que apresentem exposição ocupacional acima dos níveis de ação, conforme indicado nas alíneas que seguem:

a) para agentes químicos, a metade dos limites de exposição ocupacional considerados de acordo com os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores excederem os valores dos limites previstos na NR 15 ou, na ausência destes os valores limites de exposição ocupacional adotados pela American Conference of Governmental Industrial Higyenists-ACGIH, ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos do que os critérios técnico- legais estabelecidos;

b) para o ruído, a dose de 0,5 (dose superior a 50%), conforme critério estabelecido na NR 15, Anexo I, item 6.

Referências

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