FRANKLIN TEMPLETON INVESTMENTS 1
Perspectiva Econômica Global
JUNHO 2011
Perspectivas do Franklin Templeton Fixed Income Group
Christopher Molumphy
Michael Materasso
Roger Bayston
Michael Hasenstab
John Beck
• DESACELERAÇÃO NOS EUA PODE SER TEMPORÁRIA
• É NECESSÁRIO VIGIAR A POLÍTICA NOS MERCADOS EMERGENTES
• (PEQUENOS) LAMPEJOS DE ESPERANÇA NO MERCADO IMOBILIÁRIO DOS EUA
• PERSPECTIVA EUROPEIA
DESACELERAÇÃO NOS EUA PODE SER TEMPORÁRIA
Alguns dados econômicos recentes causaram preocupação com relação ao ritmo da recuperação econômica nos EUA. Os dados mostraram sobretudo um aumento muito menor que o esperado nas folhas de pagamentos não agrícolas em maio, e os S&P/
Case-Shiller U.S. National Home Price Indices sugeriram que os preços de imóveis caíram para seu nível mais baixo desde 2003. Vários indicadores importantes também têm ressaltado uma atenuação na recuperação econômica; esses indicadores incluem uma desaceleração em maio na pesquisa de fabricantes do Institute for Supply Management (ISM). Consequentemente, após os EUA terem registrado crescimento anualizado T/T mais lento de 1,8% no primeiro trimestre de 2011, os analistas têm estado ocupados, reduzindo suas estimativas de crescimento também para o segundo trimestre.
Há uma crença de que a economia dos EUA está simplesmente passando por um “momento tranquilo”
devido ao rompimento da cadeia de suprimentos causado pelo terremoto no Japão em março, por uma onda de desastres naturais nos EUA em si e pelo aumento nos preços do petróleo desde meados de 2010. Porém, uma reversão do choque de oferta atrelado ao Japão, juntamente com os esforços de reconstrução após as inundações e tornados nos EUA, pode estimular a economia no restante do ano. Apesar do potencial de volatilidade renovada, a queda nos preços das commodities vista nas últimas semanas também pode vir a ser útil. Observando-se mais do queos dados apenas de um mês, o fato é que a economia dos EUA continuou a crescer, dando poucos sinais de que enfrenta uma nova recessão, em nossa opinião. O setor privado criou mais de 1,3 milhão de novos empregos neste ano até o final de maio e os balanços patrimoniais das empresas continuaram robustos.
Gráfico 1: Crescimento nos EUA Medido por Produto Interno Bruto (PIB) e Consumer Price Inflation (CPI) (%) 1971–2011 (projeção)
-4 0 4 8 12 16
31/12/71 31/12/75 31/12/79 31/12/83 31/12/87 31/12/91 31/12/95 31/12/99 31/12/03 31/12/07 2011(F)
GDP CPI
Fontes: Bureau of Economic Analysis, Bureau of Labor Statisticse Fundo Monetário Internacional © 2011. Todos os direitos reservados. Não há nenhuma garantia de que qualquer projeção ou estimativa será realizada.
O desempenho não é garantia de resultados futuros.
Gráfico 2: Mudanças nos Preços das Commodities (pontos-base)
15 de Dezembro de 2009–13 de Junho de 2011
400 500 600 700 800
15/12/09 21/02/10 30/04/10 07/07/10 13/09/10 20/11/10 27/01/11 05/04/11 13/06/11
Mudanças nos preços das commodities medidas pelo Sachs
Goldman/S&P Commodities Index. Um índice não é administrado e não se pode investir diretamente em um índice. O desempenho passado não é garantia de resultados futuros.
O GSCI da S&P é calculado principalmente com base na produção mundial ponderada e abrange as principais commodities físicas negociadas em mercados futuros ativos e líquidos. O peso de cada commodity no índice é determinado pela quantidade média de produção, segundo os últimos cinco anos de dados disponíveis. Os pesos da produção são projetados para refletir a significância relativa de cada commodity constituinte no mundo econômico, ao mesmo tempo em que preserva a negociabilidade do índice.
Fonte: Morningstar © 2011. Todos os direitos reservados. As informações contidas neste instrumento: (1) são de propriedade da Morningstar e/ou de seus provedores de conteúdo; (2) não poderão ser copiadas ou distribuídas; e (3) não têm garantia de precisão, completude ou atualização. Nem a Morningstar, nem seus provedores de conteúdo são responsáveis por quaisquer danos ou prejuízos decorrentes de qualquer uso dessas informações.
Mesmo assim, não se pode negar que a taxa de participação do mercado de trabalho continua baixa e o desemprego de longo prazo um problema cada vez maior, pois a recuperação da recessão que terminou oficialmente há um ano e meio continua desacelerada. Observando a história, os analistas destacam que recuperações de crises financeiras como a de 2008 são normalmente tímidas, pois tanto bancos quanto famílias, optam pela redução da alavancagem. Entretanto, a taxa de recuperação atual é decepcionante, em vista das significativas reduções de impostos (mais a prorrogação das existentes) que foram promulgadas em dezembro, das taxas de juros muito baixas e do programa de facilitação quantitativa do Federal Reserve (Fed).
Os dados econômicos relativamente fracos provocaram um debate intenso a respeito da intervenção adicional por parte das autoridades para fazer as coisas andarem novamente. Porém, o governo federal dos EUA atingiu seu teto oficial de dívida e está ameaçado por um possível rebaixamento das classificações de crédito, ao passo que suas políticas expansionistas até o momento parecem ter apresentado resultados menores que o esperado. Nessas circunstâncias, as medidas de gastos governamentais adicionais parecem estar fora da pauta, possivelmente deixando para o Fed a responsabilidade de encontrar medidas adicionais para impulsionar o crescimento nos EUA. Ainda é difícil ver quais meios adicionais o Banco Central tem à sua disposição após já ter utilizado várias medidas políticas convencionais e não convencionais. Seu programa de facilitação quantitativa, envolvendo a compra de US$600 bilhões de títulos e valores mobiliários relacionados ao Tesouro, encerra-se no final de junho. Porém o Fed também pode demorar a agir novamente, considerando seu conhecimento da controvérsia associada a esse programa e a falta de certeza sobre a existência de mudanças significativas na perspectiva econômica dos EUA ou riscos com relação a ela. Conforme indicou o Presidente do Conselho do Fed em um discurso no início de junho, no contexto de uma recuperação moderada da crise financeira apimentada pelo que, provavelmente, são desacelerações de curto prazo, “a política monetária não pode ser uma panaceia”.
O consenso geral parece ser de que o setor privado pode colocar, em última instância, a economia dos EUA em um caminho de crescimento sustentável, porém nada foi feito até agora. O crescimento trivial na renda real tem reduzido os gastos das famílias. Por sua vez, os gastos inexpressivos das famílias têm deixado as empresas cautelosas a respeito de contratações, formando, assim, um ciclo vicioso.
Felizmente, em comparação aos temores criados pela crise da dívida soberana da Europa no início de 2010, os mercados de crédito e interbancário continuam relativamente estáveis, em nossa opinião, e destacamos que as folhas de pagamento continuaram crescendo, embora em um ritmo insatisfatório.
Após um período de convalescênça, o sistema bancário parece mais forte atualmente do que no início de 2010 e a última pesquisa sobre economia, o “Beige Book” do Fed, indica que a demanda por crédito está “estável a mais forte” na maior parte dos distritos do Fed. Apesar de as expectativas de lucro terem se tornado um pouco excessivas, em nossa opinião, o crescimento
dos lucros nos últimos trimestres tem sido robusto. Em resumo, acreditamos que a economia dos EUA provavelmente terá que confiar em sua própria robustez de fundamentos para tentar emergir rapidamente do “momento tranquilo” atual, porém também está em relativamente melhor forma para fazê-lo que há um ano.
É NECESSÁRIO VIGIAR A POLÍTICA NOS MERCADOS EMERGENTES
Os dados recentes também sugerem uma moderação no ritmo da recuperação global. Essa fragilidade fica particularmente evidente no G-3 (ou seja, nos EUA, na zona do euro e no Japão), em parte devido ao ritmo de crescimento ter sido tímido mesmo antes da desaceleração recente. Ainda, a desaceleração teve um impacto sobre várias economias emergentes e desenvolvidas. Ela é principalmente evidente nos setores industriais, com os números do Purchasing Managers Index (PMI) apresentando ampla queda. Apesar de acreditarmos que alguns dos fatores que contribuem para essa desaceleração—
como as más condições climáticas e transtorno na oferta devido ao terremoto no Japão—provavelmente são temporários, o ritmo reduzido da expansão pode, na verdade, beneficiar várias economias emergentes em que as lacunas de produção já foram fechadas e o crescimento está acima do potencial.
As economias em franco crescimento da Ásia e América Latina podem ser beneficiadas pela desaceleração recente, pois a consequente queda nos preços das commodities reduz a inflação importada e porque crescimento mais lento minimiza o risco de superaquecimento econômico. Por exemplo, o crescimento na Índia apresentou desaceleração por cinco trimestres consecutivos, e os analistas na Goldman Sachs reduziram sua projeção de crescimento da China neste ano. Os dados do PMI da Índia e China, apesar de ainda em expansão, mostraram uma redução na taxa de expansão, e o crescimento das vendas no varejo da China também apresentou desaceleração.
Gráfico 3: Mercados Avançados Versus em Desenvolvimento: Índices Dívida Pública/PIB 1979–2016 (projeção)
0%
20%
40%
60%
80%
100%
120%
1979 1985 1991 1997 2003 2009 2016(F)
% of GDP
Advanced Economies
Emerging and Developing Economies
Fonte: Fundo Monetário Internacional © 2011. Todos os direitos reservados. Não há nenhuma garantia de que qualquer projeção ou estimativa será realizada. O desempenho não é garantia de resultados futuros.
Além disso, acreditamos que a desaceleração global deve, provavelmente, ser temporária. Os fatores fundamentais da recuperação global continuam válidos e os fatores estruturais que causaram o desempenho econômico dos mercados emergentes na última década persistem, em nossa opinião.
Atualmente, o Fundo Monetário Internacional (FMI) espera que o crescimento do PIB nos mercados emergentes apresente redução de 7,3 em 2010 para 6,5% em 2011 e 2012. Essa projeção é, na verdade, maior que a projeção anterior do FMI e muito maior que sua taxa de crescimento projetada em 2011 para as economias em desenvolvimento, que é de 2,4%.1 Tabela 1: Déficit Fiscal em Termos de Percentual do PIB das Economias Avançadas e Emergentes
2007–2016 (projeção)
2007 2010 2011(F) 2016(F)
Economias Avançadas -1,1 -7,7 -7,1 -3,5
Economias Emergentes 0,1 -3,8 -2,6 -1,2
Fonte: Fundo Monetário Internacional © 2011. Todos os direitos reservados. Não há garantia de que qualquer projeção ou estimativa será realizada. O desempenho não é garantia de resultados futuros.
Nesse contexto, a moderação atual no crescimento pode, na verdade, acabar sendo um risco para o bem-estar de certos países se significar um incentivo para que países emergentes baixem a guarda no esforço de impedir o superaquecimento. Em geral, ficamos impressionados com a capacidade de muitos bancos centrais permanecerem “à frente da curva”, porém existe um risco de que as autoridades se tornem complacentes.
Indicando a forte recuperação na inflação em países em desenvolvimento desde o verão de 2009, o Banco Mundial acredita que várias economias em crescimento na Ásia e na América Latina operam, atualmente, acima da capacidade e estão em risco de superaquecimento. Apesar de louvar a resposta da política monetária aos riscos de superaquecimento, o Banco Mundial acredita que “uma política fiscal e cambial pode precisar desempenhar um papel maior para manter a inflação em cheque”.
Na mesma linha, vemos que o maior risco para os mercados emergentes nos próximos anos é um aperto insuficiente da política e acreditamos que países onde as atividades voltaram ao seu potencial de longo prazo precisam continuar a normalizar a política. Além de apertar a política monetária, outras ferramentas provavelmente serão necessárias para limitar a pressão inflacionária, combater as bolhas de preço de ativos e impedir o superaquecimento. Essas ferramentas provavelmente incluirão uma política fiscal prudente, regulamentos macroprudenciais e flexibilidade da moeda. Os elevados preços das commodities globais tenderiam a sustentar o caso para maior aceitação da valorização cambial, principalmente, para limitar o impacto de maiores preços internacionais sobre a economia doméstica.
1Fonte: Fundo Monetário Internacional © 2011. Todos os Direitos Reservados.
(PEQUENOS) LAMPEJOS DE ESPERANÇA NO MERCADO IMOBILIÁRIO DOS EUA
O cenário desacelerado de emprego nos Estados Unidos e o aperto no crédito imobiliário significam que, na melhor das hipóteses, o mercado imobiliário dos Estados Unidos atingiu um ponto mínimo a partir do qual pode, em nossa opinião, se recuperar apenas se a economia global, em geral, apresentar melhoria.
Porém, um cenário mais desfavorável prevê que o setor imobiliário cairá ainda mais se a economia não se recuperar. De fato, mesmo após a introdução de forte crédito tributário para os compradores de imóveis (que venceu no ano passado), da facilitação quantitativa (que venceu no final de junho) e das taxas de juros básicas muito baixas, a situação parece desanimadora para alguns analistas. A Capital Economics estima que os preços dos imóveis residenciais, em termos nacional, estão atualmente 33% abaixo de seu pico em 2006, e o S&P/Case-Shiller U.S. National Home Price Indexindicou uma queda nos preços de 5,1% no primeiro trimestre deste ano.
Enquanto isso, as vendas de imóveis continuaram a cair, registrando uma queda de 12,1% A/A em abril, e a construção está em seu sétimo ano de queda, constituindo um empecilho aos números do PIB dos Estados Unidos.
Apesar de mais uma queda nos preços ser indesejável, a queda sentida no mercado imobiliário nos últimos quatro anos significa que o setor tem sido de importância marginal para o cenário de crescimento de modo geral. De acordo com os números do Bureau of Economic Analysis, o investimento fixo em imóveis residenciais representou 6,1% do PIB dos Estados Unidos em 2005, porém apenas 2,5% em 2010. Entretanto, os preços de construção e imóveis residenciais têm um impacto mais amplo sobre os gastos e a confiança das famílias, bem como sobre a indústria. Quedas adicionais em imóveis também afetariam os balanços patrimoniais dos bancos.
Em um relatório relativamente promissor, a taxa de queda nos preços de imóveis residenciais nos Estados Unidos tem apresentado moderação a cada mês, sustentando a ideia de que o setor procura atingir o preço mínimo. Em nossa opinião, o preço inicial dos imóveis é tão baixo que o excesso de oferta deve ser absorvido progressivamente pelo crescimento da população e do emprego, ao passo que a queda nos preços de imóveis residenciais e o aumento na renda familiar significam que a acessibilidade aumentou. Ao mesmo tempo, o aumento nos aluguéis (os aluguéis de apartamentos nos Estados Unidos subiram 5% nos 12 meses até abril de 2011, de acordo com a empresa de pesquisa Axiometrics Inc.) tornou os imóveis residenciais mais atrativos. Os preços de tabela compilados pela Altos Research indicam que o mercado imobiliário nas grandes cidades dos Estados Unidos tem melhorado desde o início deste ano e apresentam melhor desempenho que o sugerido pelos dados nacionais.
Gráfico 4: U.S. National Association of Realtors Composite Housing Affordability Index
Janeiro de 1989–Março de 2011
95 115 135 155 175 195
Jan-89 Apr-92 Jun-95 Aug-98 Oct-01 Dec-04 Feb-08 Apr-11 Fonte: U.S. National Association of Realtors, maio de 2011. O desempenho não é garantia de resultados futuros.
Os baixos rendimentos dos títulos do tesouro ajudaram a manter o crédito imobiliário fraco, e as taxas de execução caíram 17,7% no primeiro trimestre de 2011 em comparação ao trimestre anterior, de acordo com o Federal Reserve de Nova York. Se tais dados sustentam a convicção de que o ciclo imobiliário atingiu um mínimo, então, nos próximos meses, poderemos ver ainda um pequeno aumento na demanda e nos preços, concomitante com o aumento renovado nos empregos.
PERSPECTIVA EUROPEIA
Como nos Estados Unidos, há sinais de que a recuperação na Europa tenha esfriado. A Comissão Europeia assistiu de perto a queda do indicador do sentimento econômico para seu nível mais baixo em seis meses no mês de maio. O PMI composto da indústria e serviços da Markit na zona do euro também apresentou desaceleração em maio. Os fabricantes, principalmente, foram afetados por uma desaceleração no ritmo de novos pedidos e por dificuldades nas cadeias de suprimento causadas pela catástrofe de março no Japão, com uma queda acentuada nas exportações da Alemanha registrada em abril. A produção industrial na Alemanha também caiu em abril, e o Banco Central da França diminuiu sua projeção para o crescimento do país no segundo trimestre. Fora da zona do euro, o PMI da indústria no Reino Unido também caiu em maio, e o setor de serviços (cerca de três trimestres do PIB, de acordo com o Departamento de Estatísticas Nacionais) apresentou expansão a uma taxa mais lenta que o esperado. Além disso, as vendas no varejo do Reino Unido apresentaram queda em maio.
Ao mesmo tempo, não acreditamos que os dados recentes justifiquem o excesso de pessimismo. Embora a zona do euro possa enfrentar tempos difíceis tentando repetir o crescimento econômico robusto de 0,8% T/T visto no primeiro trimestre desse ano, as leituras recentes do PMI ainda ficaram bem acima da marca de 50 que divide a expansão da retração. Apesar disso, a moderação no crescimento europeu provavelmente continuará sendo um assunto do momento nos próximos meses, no mínimo porque o Banco Central Europeu (BCE) deu fortes sinais de que
aumentará as taxas básicas novamente em julho apesar de uma queda nas pressões inflacionárias atrelada às quedas recentes nos preços das commodities.
Enquanto isso, a crise da dívida soberana na Grécia suscita polêmica. Muitos analistas reconhecem que o valor de €110 bilhões fornecidos à Grécia há um ano não é suficiente para sustentar o país com suas dificuldades financeiras contínuas.
Contudo, as autoridades europeias têm discutido muito a respeito de como, quais condições e até mesmo sobre a possibilidade de fornecer auxílio adicional. Um plano preparado pelo Ministério da Fazenda da Alemanha inclui a participação voluntaria—ou não tão voluntária—de credores privados. De acordo com esse plano, os credores trocariam os títulos da Grécia com vencimento em 2012-2014 por novos instrumentos da dívida soberana com vencimento estendido de sete anos. Tais rolagens da dívida podem ser estruturadas de forma a evitar serem considerados um “evento de crédito”, ou um inadimplemento, pelas agências de classificação, o que o BCE está ansioso para evitar.
Para ter certeza, várias partes são contrárias a um segundo bailout da Grécia—tanto por gregos que não aguentam mais a austeridade implacável quanto pelo eleitorado do norte europe,u cada vez mais irritado por ter de ajudar um país do sul da Europa que eles consideram inútil e disfuncional, a pagar suas dívidas com os bancos. Pior, fornecer mais financiamento a Portugal de qualquer maneira ou forma que seja pode simplesmente atrasar o dia em que a Grécia realmente ficará em inadimplência. Com a dívida pública acumulada da Grécia próxima de 150% do PIB no final de 2010, mais um resgate financeiro pode ser considerado um exemplo primordial de
“jogar pérolas aos porcos”.
Gráfico 5A: Déficit Geral do Governo da Grécia em Termos de Percentual do PIB
2000–2016 (projeção)
-18 -15 -12 -9 -6 -3 0
2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012(F) 2014(F) 2016(F) Fonte: Fundo Monetário Internacional © 2011. Todos os direitos reservados. Não há garantia de que qualquer projeção ou estimativa será realizada. O desempenho não é garantia de resultados futuros.
Gráfico 5B: Dívida Bruta do Governo Geral da Grécia em Termos de Percentual do PIB
2000–2016 (projeção)
70 90 110 130 150 170
2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012(F) 2014(F) 2016(F)
Fonte: Fundo Monetário Internacional© 2011. Todos os direitos reservados. Não há garantia de que qualquer projeção ou estimativa será realizada. O desempenho não é garantia de resultados futuros.
Aos olhos de alguns, a Grécia faria a si mesma um favor reestruturando seu encargo de dívida (preferencialmente do modo mais organizado possível). Uma vez perfurada a “ferida”
—esse é o argumento—então o dinheiro que deixou o país na expectativa de inadimplência na verdade voltaria. Os proponentes dessa visão indicam a inadimplência da Argentina em 2002. A Argentina deixou de pagar parte de sua dívida externa no começo do ano, causando saídas de capital substanciais e secando os investimentos estrangeiros.
Entretanto, como o preço de todos os ativos caiu dramaticamente, novos recursos surgiram no país e a economia cresceu muito e rapidamente pelo resto da década. Quanto à Grécia, já surgiram caçadores de barganhas corporativas enquanto o governo busca vender companhias estatais em uma tentativa de ajudar a estabilizar as finanças do país.
Gráfico 6: Crescimento do PIB na Argentina, A/A (%) Terceiro Trimestre de 1999–Quarto Trimestre de 2010
-20 -15 -10 -5 0 5 10 15
Sep-99 Dec-00
Mar-02 Jun-03
Sep-04 Dec-05
Mar-07 Jun-08
Sep- 09
Dec-10 Fonte: INDEC (Argentina) Instituto Nacional de Estatística e Censos. O desempenho passado não é garantia de resultados futuros.
Ao mesmo tempo, acreditamos que um resgate renovado da Grécia deve ser colocado em algum tipo de contexto positivo.
Em primeiro lugar, o dinheiro extra que a Grécia pode exigir (estimado em €60 bilhões ou mais) representa menos de 1% do
PIB da zona do euro. Em segundo lugar, tentativas de envolver credores privados devem amenizar a crítica do Norte da Europa sobre um segundo bailout grego. Em terceiro lugar, a captação extra ao menos forneceria tempo extra para os bancos e outros detentores de dívidas reforçarem o capital para ajudar a enfrentar possíveis prejuízos das participações de dívida soberana da Grécia. Em quarto e último lugar, salvo se todas as outras opções forem esgotadas, uma inadimplência soberana da Grécia não seria do interesse da zona do euro ou, de fato, do interesse da própria Grécia (pelo menos no curto prazo). Mais imediatamente, uma “reprogramação” da dívida grega pode desencadear uma crise de liquidez imediata no sistema bancário debilitado da Grécia. O exemplo da Grécia levantaria uma questão de inadimplência semelhante na Irlanda e Portugal e causaria danos incalculáveis à credibilidade do euro, em nossa opinião.
Enquanto isso, mesmo que as autoridades europeias e o FMI se movam para reforçar seus planos de resgate para a Grécia, mais problemas surgem em outras partes da zona do euro, com dúvidas contínuas sendo levantadas sobre a saúde de partes do sistema bancário da Espanha e o estado das finanças públicas em várias regiões do país, cujo endividamento aumentou substancialmente desde 2008.
As tensões atuais na zona do euro levantaram algumas propostas radicais, mas nenhuma como a do presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, que sugeriu o estabelecimento de um ministério financeiro único com responsabilidade pela vigilância das “políticas fiscais e de concorrência” na União Europeia. Tal ministério poderia vetar decisões específicas de gastos e fazer cumprir o regulamento do “setor financeiro integrado” da união. A proposta de Trichet vai contra a corrente política em muitos dos maiores países europeus, porém acreditamos que a disposição dos governos nacionais de sacrificar um pouco mais a autonomia pode, na verdade, ajudar a colocar a zona do euro em uma base mais sólida.
DADOS MACROECONÔMICOS DA ZONA DO EURO
FINAL OUTPUT
Produto Interno Bruto (PIB)1 2T10 3T10 4T10 1T11
PIB, A/A (%) 2,0 2,0 1,9 2,5
Consumo das Famílias, A/A (%) 0,6 1,0 1,1 1,1
Formação de Capital Fixo Bruto, A/A (%) -0,6 0,5 1,3 4,2 INFORMAÇÕES ECONÔMICAS1
JAN 11 FEV 11 MAR 11 ABR 11
Vendas no Varejo, A/A (%) 0,5 1,1 -1,7 1,0
Taxa de Desemprego (%) 10,0 9,9 9,9 9,9
Produção Industrial, A/A (%) 6,2 7,8 5,7 —
PRESSÃO INFLACIONÁRIA E SALARIAL
Indicadores de Inflação¹ JAN 11 FEV 11 MAR 11 ABR 11
Índice de Preços Ao Consumidor (CPI), A/A (%) 2,3 2,4 2,7 2,8
Core CPI, A/A (%) 1,1 1,0 1,3 1,6
MERCADOS FINANCEIROS
FEV 11 MAR 11 ABR 11 MAI 11 Dow Jones EURO STOXX
50 Price Index EUR, Índice Preço/Lucro dos Últimos 12 Meses2
12,20 11,39 11,79 11,23
Taxa de Refinanciamento do Banco Central Europeu
(BCE) (%)3 1,00 1,00 1,25 1,25
Rendimento dos German Bunds de 10 Anos (%)2 3,17 3,35 3,24 3,02 BALANÇA DE PAGAMENTOS1
Balança Comercial DEZ 10 JAN 11 FEV 11 MAR 11
Bilhões de euros -1,32 -16,00 -3,00 2,80
Saldo em Conta Corrente 1T10 2T10 3T10 4T10
% PIB -0,8 -0,8 -0,3 0,3
DADOS MACROECONÔMICOS DO JAPÃO
RESULTADO FINAL
Produto Interno Bruto (PIB)4 2T10 3T10 4T10 1T11
PIB, T/T ar (%) 0,0 3,6 -2,9 -3,5
Consumo das Famílias, T/T ar (%) -1,3 6,2 -2,5 -4,4 Formação de Capital Fixo, T/T ar (%) 10,7 4,2 0,1 -4,9 INFORMAÇÕES ECONÔMICAS
JAN 11 FEV 11 MAR 11 ABR 11
Taxa de Desemprego (%)5 4,9 4,6 4,6 4,7
Produção Industrial, A/A (%)6 2,9 2,9 -13,1 -14,0
Índice Terciário A/A (%)6 1,4 1,8 -4,5 —
Atividades Corporativas 2T10 3T10 4T10 1T11
Crescimento dos Lucros Corporativos (%)7 83,4 54,1 27,3 16,2
Pesquisa Trimestral Tankan (nível do índice)8 1 8 5 6
INFLAÇÃO
Indicadores de Inflação5 JAN 11 FEV 11 MAR 11 ABR 11
Índice de Preços Ao Consumidor (CPI), A/A (%) 0,0 0,0 0,0 0,3 CPI ex. Fresh Food, A/A (%) -0,2 -0,3 -0,1 0,6 MERCADOS FINANCEIROS2
FEV 11 MAR 11 ABR 11 MAI 11 Nikkei 225, Índice de Preço/Lucro dos Últimos 12 Meses 19,2 17,8 18,0 17,7 Rendimento dos JGBs de 3 Meses (%) 0,115 0,110 0,110 0,105 Rendimento dos JGBs de 10 Anos (%) 1,264 1,260 1,210 1,165 BALANÇA DE PAGAMENTOS
Balança Comercial Mensal7 JAN 11 FEV 11 MAR 11 ABR 11
Bilhões de Ienes -395 723 240 -418
Saldo em Conta Corrente9 2T10 3T10 4T10 1T11
% PIB 3,4 3,5 3,6 3,4
Abreviações: T/T ar: Trimestre a Trimestre – taxa anualizada. A/A: Ano a ano.
1. Fonte: © União Europeia 1995–2011.
2. Fonte: Bloomberg. Índice Preço/Lucro de Dow Jones EURO STOXX 50 Price Index e Nikkei-225 Stock Average, calculados pela Bloomberg.
3. Fonte: Banco Central Europeu.
4. Fonte: Instituto de Pesquisa Socioeconômica (ESRI), Gabinete, Governo do Japão.
5. Fonte: Ministério dos Assuntos Internos e de Comunicação do Japão.
6. Fonte: Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão.
7. Fonte: Ministério da Fazenda do Japão.
8. Fonte: Banco do Japão.
9. Fonte: Índices Bloomberg.
O desempenho anterior não garante resultados futuros e os resultados poderão diferir em períodos futuros.
PIB Real da Zona do Euro, A/A (%)
-6 -3 0 3 6
1Q06 1Q07 1Q08 1Q09 1Q10 1Q11
Fonte: © União Europeia 1995–2011, em março de 2011. O desempenho anterior não garante resultados futuros e os resultados poderão diferir em períodos futuros.
Índice de Preços ao Consumidor, A/A (%)
-2 0 2 4 6
Apr-06 Apr-07 Apr-08 Apr-09 Apr-10 Apr-11
CPI Core CPI
Fonte: © União Europeia 1995–2011, em abril de 2011. O desempenho anterior não garante resultados futuros e os resultados poderão diferir em períodos futuros.
Balança de Comércio Exterior, PIB (%)
-1.0 -0.5 0.0 0.5
1Q08 1Q09 1Q10 1Q11
Fonte: © União Europeia 1995–2011, em março de 2011. O desempenho anterior não garante resultados futuros e os resultados poderão diferir em períodos futuros.
PIB Real do Japão, T/T ar (%)
-25 -15 -5 5 15
1Q06 1Q07 1Q08 1Q09 1Q10 1Q11
Fonte: ESRI, Gabinete, Governo do Japão, março de 2011. O desempenho anterior não garante resultados futuros e os resultados poderão diferir em períodos futuros.
Índice de Preços ao Consumidor, A/A (%)
-3 -1 1 3
Apr-06 Apr-07 Apr-08 Apr-09 Apr-10 Apr-11
CPI CPI ex-Fresh Food
Fonte: Ministério dos Assuntos Internos e de Comunicação do Japão, abril de 2011. O desempenho anterior não garante resultados futuros e os resultados poderão diferir em períodos futuros.
Balança Comercial Visível, PIB (%)
-1 0 1 2
1Q08 1Q09 1Q10 1Q11
Fonte: Ministério da Fazenda do Japão e Instituto de Pesquisa Socioeconômica, Gabinete, Governo do Japão, em 31 de março de 2011. O desempenho anterior não garante resultados futuros e os resultados poderão diferir em períodos futuros.
DADOS MACROECONÔMICOS DOS ESTADOS UNIDOS
RESULTADO FINAL
Produto Interno Bruto (PIB)1 4T10 1T11 2T11E2 3T11E2
T/T ar (%) 3,1 1,8 3,3 3,3
INFORMAÇÕES ECONÔMICAS CONSUMO/DEMANDA FINAL
Renda/Poupança1 JAN 11 FEV 11 MAR 11 ABR 11
Gastos das Famílias, A/A (%) 4,1 4,4 4,4 4,8
Renda das Famílias, A/A (%) 4,5 4,8 4,8 4,4
Taxa de Poupança, (%) 5,4 5,0 4,9 4,9
Emprego FEV 11 MAR 11 ABR 11 MAI 11
Taxa de Desemprego (%)3 8,9 8,8 9,0 9,1
Taxa de Participação (%)3 64,2 64,2 64,2 64,2 Folhas de Pagamento Não Agrícolas (em milhares)3 235 194 232 54 Pedido de Auxílio-Desemprego, média de 4
semanas (em milhares)4
393 395 432 427
Habitação5 JAN 11 FEV 11 MAR 11 ABR 11
Vendas de Imóveis Existentes (em milhões) 5,40 4,92 5,09 5,05
Variação A/A (%) 6,1 -2,0 -6,4 -12,9
INVESTIMENTO
Lucro Corporativo6 4T10 1T11 2T11E 3T11E
Lucro, A/A (%) 37,49 28,55 10,3 10,2
Produção e Utilização7 JAN 11 FEV 11 MAR 11 ABR 11
Produção Industrial, A/A (%) 5,6 5,2 5,3 5,0
Utilização da Capacidade (%) 76,8 76,5 77 76,9
Investimento Fixo Não Residencial1 2T10 3T10 4T10 1T11
A/A (%) 5,2 8,2 10,6 9,5
INFLAÇÃO E PRODUTIVIDADE
Indicadores de Inflação JAN 11 FEV 11 MAR 11 ABR 11
Gastos com Consumo Pessoal (PCE), A/A (%)1 1,2 1,6 1,8 2,2
Core PCE, A/A (%)1 0,8 0,9 0,9 1,0
Índice de Preços ao Consumidor (CPI), A/A (%)1 1,6 2,1 2,7 3,2
Core CPI, A/A (%)3 1,0 1,1 1,2 1,3
Índice de Preços no Atacado (PPI), A/A (%)3 3,6 5,6 5,8 6,8 Core Producer Prices, A/A (%)3 1,6 1,8 1,9 2,1
Produtividade3 2T10 3T10 4T10 1T11
Produtividade, T/T ar (%) -1,7 2,3 2,9 1,8
Unit Labor Costs (Custo Unitário de Mão-de-obra),
T/T ar (%) 4,9 0,1 -2,8 0,7
MERCADOS FINANCEIROS
Valorização ABR 11 MAI 11 JUN 11E JUL 11E
P/E S&P 5006 15,47 15,31 — —
Fed Funds Rate7,8 (Taxa Básica de Juros dos EUA) 0,25 0,25 0,10 0,11 BALANÇA DE PAGAMENTOS
Déficit Comercial Mensal dos EUA1,9 JAN 11 FEV 11 MAR 11 ABR 11 Bilhões de Dólares Norte-Americanos -47,9 -46,0 -46,8 -43,7
Déficit em Conta Corrente dos EUA 1T10 2T10 3T10 4T10
Trimestral (em bilhões de dólares norte-
americanos)1 -108,7 -122,7 -125,5 -113,4
Anualizado (% PIB)10 -2,7 -3,0 -3,1 -3,2
Abreviações: T/T ar: Trimestre a Trimestre – taxa anualizada. A/A: Ano a ano.
1. Fonte: Bureau of Economic Analysis.
2. Fonte: Previsões Econômicas da Bloomberg, em 31/05/11.
3. Fonte: Bureau of Labor Statistics.
4. Fonte: Department of Labor
5. Fonte: Copyright National Association of REALTORS®. Reimpressão permitida.
6. Fonte: Bloomberg. Lucro Corporativo e Índice Preço/Lucro S&P 500 representados pelos cálculos da Bloomberg referentes aos ganhos dos componentes do Índice S&P 500 em 31 de maio de 2011.
STANDARD & POOR’S®, S&P® e S&P 500® são marcas registradas da Standard & Poor’s Financial Services LLC. A Standard & Poor’s não patrocina, endossa, vende ou promove nenhum produto baseado em índice da S&P.
7. Fonte: Federal Reserve. Na reunião de 16 de dezembro de 2008, o Federal Reserve cortou a principal taxa de juros dos Estados Unidos para “uma meta de taxa” entre zero e 0,25.
8. Fonte: Bolsa de Mercadorias de Chicago (Taxa de Futuros de Fundos Federais de (30 dias referentes a junho e julho de 2011), em 31 de maio de 2011.
9. Fonte: U.S. Census Bureau.
10. Fonte: Índices Bloomberg.
O desempenho anterior não garante resultados futuros e os resultados poderão diferir em períodos futuros.
Produto Interno Bruto (PIB), T/T ar (%)
-10 -5 0 5 10
1Q06 1Q07 1Q08 1Q09 1Q10 1Q11
Fonte: Bureau of Economic Analysis, março de 2011. O desempenho anterior não garante resultados futuros e os resultados poderão diferir em períodos futuros.
Renda e Gastos das Famílias, A/A (%)
-5 0 5 10
Apr-06 Apr-07 Apr-08 Apr-09 Apr-10 Apr-11
Consum er Spending Personal Income
Fonte: Bureau of Economic Analysis, abril de 2011. O desempenho anterior não garante resultados futuros e os resultados poderão diferir em períodos futuros.
Folhas de Pagamentos Não Agrícolas e Taxa de Desemprego
-1,000 -500 0 500
May-06 Aug-07 Nov-08 Feb-10 May-11
Thousands
0 4 8 12
Percent
Nonfarm Payrolls Net Charge Unemployment Rate (right-hand scale)
Fonte: Bureau of Labor Statistics, maio de 2011. Todos os números são ajustados sazonalmente. O desempenho anterior não garante resultados futuros e os resultados poderão diferir em períodos futuros.
Índice de Preços ao Consumidor, A/A (%)
-5 0 5 10
Apr-06 Apr-07 Apr-08 Apr-09 Apr-10 Apr-11
CPI Core CPI
Fonte: Bureau of Labor Statistics, abril de 2011. O desempenho anterior não garante resultados futuros e os resultados poderão diferir em períodos futuros.
Produtividade e Custo Unitário de Mão-de-Obra, T/T ar (%)
-10 -50 5 10
1Q06 1Q07 1Q08 1Q09 1Q10 1Q11
-10 0 10
Unit Labour Costs Productivity
Fonte: Bureau of Labor Statistics, março de 2011. O desempenho anterior não garante resultados futuros e os resultados poderão diferir em períodos futuros.
Déficit Comercial Anualizado dos Estados Unidos, PIB (%)
-7.0 -6.0 -5.0 -4.0 -3.0 -2.0
4Q05 4Q06 4Q07 4Q08 4Q09 4Q10
Fontes: U.S. Census Bureau e Bureau of Economic Analysis, dezembro de 2010. O desempenho anterior não garante resultados futuros e os resultados poderão diferir em períodos futuros.
Informações Legais Importantes
As opiniões contidas neste material refletem a percepção do autor na ocasião da publicação e não constituem aconselhamento para investir, análise ou recomendação, podendo ser modificadas sem aviso prévio. Tais opiniões são fornecidas casualmente. Elas não fazem parte de uma recomendação legal ou tributária ou oferta de cotas ou de qualquer papel, ou mesmo convite para investir em cotas de qualquer fundo da Franklin Templeton. As subscrições de cotas do Fundo só podem ser feitas de acordo com o atual prospecto do Fundo.
Os preços das cotas e rendimentos resultantes podem tanto subir quanto cair, e os investidores podem não receber de volta a quantia investida.
Performance passada não é garantia de performance futura.
As flutuações da moeda podem afetar o valor dos investimentos externos. Um investimento em qualquer Fundo implica riscos, os quais estão descritos no prospecto do Fundo. O risco nos mercados emergentes pode ser maior do que aquele observado nos mercados desenvolvidos. Os investimentos em instrumentos derivativos implicam riscos específicos descritos mais detalhadamente no prospecto do Fundo.
Franklin Templeton Investimentos (Brasil) Ltda.
Av. Brigadeiro Faria Lima 3311, 5o andar São Paulo, SP 04538-133, Brasil Tel.: 55 11 3206-0000 Fax: 55 11 3078-1728 www.franklintempleton.com.br
2011630_GEP_IAS
© 2011 Franklin Templeton Investments. Todos os direitos reservados.