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o
Normas Contábeis
PMEs -
Demonstrações e
Outros (Seções
01,02, 03, 04, 05,
06, 07, 08, 09, 10)
O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).
A reprodução total ou parcial, bem como a reprodução de apostilas a partir desta obra intelectual, de qualquer forma ou por qualquer meio eletrônico ou mecânico, inclusive através de processos xerográficos, de fotocópias e de gravação, somente poderá ocorrer com a permissão expressa do seu Autor (Lei n. 9610)
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS:
É PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESTA APOSTILA, DE QUALQUER FORMA OU POR QUALQUER MEIO.
CÓDIGO PENAL BRASILEIRO ARTIGO 184.
O que é e para que serve a Contabilidade?
Resposta 1:Sistema burocrático desenvolvido por profissionais frustrados e sem imaginação que serve apenas para calcular impostos contribuindo para aumentar a excessiva carga tributária brasileira.
Resposta 2:
Ferramenta dinâmica e eficiente que registra e controla todas operações da empresa e fornece informações úteis para a tomada de decisões por parte de diversos usuários.
X
ADMINISTRADOR Principal Gestor CONTROLADOR Sócio Majoritário STAKEHOLDERS Não controladores Fornecedores Clientes Financiadores Funcionários Governo Sociedade EMPRESA Gestão de Recursos Missão Visão Valores Metas Objetivos OPERAÇÕES Comerciais Produtivas Financeiras Administrativas Relatórios Gerenciais DCUG Demonstrações Contábeis de Uso Geral Relatório da Administração Demonstrações Contábeis Balanço Resultado Fluxo de Caixa DMPL DVA Notas Explicativas Fisco Livros fiscais LALUR Órgão Regulador Bacen, ANS, ANATEL, ANELL, SUSEP, ANTT...CONTABILIDADE Coleta, classifica, registra e relata Operações ADMINISTRAÇÃO Controle interno Operações VENDAS Controle interno Operações COMPRAS Controle interno Operações ESTOQUES Controle interno Operações PRODUÇÃO Controle interno Operações FINANÇAS Controle interno Operações PATRIMÔNIO Controle interno ADMINISTRADOR
CONTÁBEIS DE USO GERAL
STAKEHOLDERS RELATÓRIOS ESPECIAIS • CONTROLADOR • FISCO • REGULADOR
A administração da Entidade é
responsável pela elaboração e
adequada apresentação das
demonstrações contábeis
O Código Civil Brasileiro - Lei 10.406/2002: Seção III
Da Administração
Art. 1.020. Os administradores são obrigados a prestar aos sócios contas justificadas de sua administração, e apresentar-lhes o inventário anualmente, bem como o balanço patrimonial e o de resultado econômico.
Art. 1.065. Ao término de cada exercício social, proceder-se-á à elaboração do inventário, do balanço patrimonial e do balanço de resultado econômico.
O Código Civil Brasileiro - Lei 10.406/2002:
Art. 1.179. O empresário e a sociedade
empresária são obrigados a seguir um
sistema de contabilidade, mecanizado ou
não, com base na escrituração uniforme
de seus livros, em correspondência com a
documentação respectiva, e a levantar
anualmente o balanço patrimonial e o de
NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE ITG 2000 – ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL
Objetivo
Estabelece critérios e procedimentos a serem
adotados pela entidade para a escrituração
contábil de seus fatos patrimoniais, por meio de
qualquer processo, bem como a guarda e a
manutenção da documentação e de arquivos
contábeis e a responsabilidade do profissional
da contabilidade.
NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE ITG 2000 – ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL
Deve
ser
adotada
por
todas
as
entidades, independente da natureza e
do porte, na elaboração da escrituração
contábil, observadas as exigências da
legislação
e
de
outras
normas
ITG 2000 - Formalidades da escrituração contábil
•
Princípios de Contabilidade.
•
A essência econômica da transação.
•
Livros contábeis obrigatórios: Livro Diário e o
Livro
Razão
assinados
pelo
titular
ou
representante
legal
da
entidade
e
pelo
profissional
da
contabilidade
regularmente
habilitado no CRC.
•
As
demonstrações
contábeis
devem
ser
transcritas no Livro Diário
Responsabilidade do contador
Profissional: CFC - Lei 12.249/10 Art. 76. Os arts. 2o,
6o, 12, 21, 22, 23 e 27 do Decreto-Lei no 9.295/46
Civil: Código Civil – Art. 1.177, trata da
responsabilidade civil do contador
Criminal: Código Penal, Lei 8.137/90 (crimes fiscais)
Lei 11.101/2005 (Lei de Falências)
Total segregação entre
contabilidade e fisco
Não importa forma de
tributação
Lucro Real, Presumido
Simples Nacional
QUAL REGIME TRIBUTÁRIO É MAIS
VANTAJOSO PARA AS EMPRESAS?
Lucro Real, Presumido ou Simples
Nacional?
R % P % Receita bruta 380 100 380 100 CMV (228) 60 (228) 60 Margem bruta 152 40 152 40 Despesas (73) 20 (73) 20 79 20 79 20 ICMS (68) 18,00 (68) 18 PIS (6) 1,65 (2) 0,65 COFINS (29) 7,60 (11) 3 Impstos s/ vendas (104) (82) Crédito ICMS 41 18,00 41 18 Crédito PIS 4 1,65 Crédito COFINS 17 7,60 Imptos s/ compras 62 41 Impostos líquidos (41) (41)
Lucro antes IRCS 38 38
R % P % Lucro antes IRCS 38 38 IR (6) 15 (5) 1,2 CSLL (3) 9 (4) 1,0 Despesa tributária (9) (9) Lucro líquido 29 29
PONTO DE
EQUILÍBRIO
FISCAL
Receita bruta 380 CMV (228) Margem bruta 152 Despesas (73) 79 Impstos s/ vendas Imptos s/ compras Impostos líquidos Lucro antes IRCS IR CSLL Despesa tributária Lucro líquido R % P % 380 100 380 100 (266) 70 (266) 70 114 30 114 30 (73) 20 (73) 20 41 10 41 10 (104) (82) 72 48 (31) (34) 10 7 (1) 15 (5) 1,20 (1) 9 (4) 1,08 (2) (9) 8 (2) R % P % 380 100 380 100 (190) 50 (190) 50 190 50 190 50 (73) 20 (73) 20 117 30 117 30 (104) (82) 52 34 (52) (48) 65 69 (10) 15 (5) 1,20 (6) 9 (4) 1,08 (16) (9) 50 60HARMONIZAÇÃO MUNDIAL DE
NORMAS CONTÁBEIS
1.973 - IASC - International Accounting Standards Committee Emissor das 41IAS - International Accounting Standards NIC - Normas Internacionais de
Contabilidade
2.001 - IASB - International Accounting Standards Board
www.ifrs.org www.iasb.org
Emissor das 13
IFRS - International Financial Reporting Standards
NRFI - Normas de Relatórios Financeiros Internacionais
CPC - Comitê de Pronunciamentos Contábeis
CFC, IBRACON, BOVESPA, APIMEC, ABRASCA FIPECAFI
www.cpc.org.br
CPC emite Pronunciamentos, Interpretações e Orientações sempre em convergência com as IFRS do International Accounting Standards Board (IASB).
Órgãos reguladores (CFC, CVM, CMN, SUSEP, ANEEL, ANS e ANTT) emitem seus atos próprios adotando os do CPC e definindo vigência.
http://www.cpc.org.br/pdf/CPCs_200112_.pdf
RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.329/11
NBC TG 1000 - Contabilidade para Pequenas e
Médias Empresas
COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO PME
CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade – The International Financial Reporting Standard for Small and
IFRS PME difere do IFRS completo?
Simplificação do
IFRS completo
Por que uma PME adotaria?
Possibilidade de melhoria no acesso
ao capital;
Melhor comparabilidade;
Quais empresas
se enquadram
como PME?
Pequenas e médias empresas:
Ativo total inferior a R$240 milhõese receita bruta anual
inferiora R$300 milhões
(a) não têm obrigação pública de prestação de contas (SA ou LTDA); e
(b) elaboram demonstrações contábeis para fins gerais para usuários externos:
• proprietários que não estão envolvidos na administração do negócio,
• credores existentes e potenciais,
Empresas que não se enquadram PME:
(i)
companhias abertas – CVM
(i)
sociedades de grande porte, Lei nº.
11.638/07 (Receita $300 ou Ativos $240)
(iii) as sociedades reguladas pelo Banco Central
do Brasil, Susep, ANS, ANEEL, ANATEL, e outros
órgãos reguladores.
Empresas que não
se enquadram PME:
Aplicam normas
contábeis completas:
43 Pronunciamentos
do CPC – IFRS
+- 2.900 páginas
Empresas que se
enquadram PME:
Pronunciamento CPC
– PME:
Versão simplificada
do CPC – IFRS
35 SEÇÕES
+- 250 páginas
CONTABILIDADE PARA PME - MÓDULO 1
CONCEITOS GERAISSeção 1 PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS Seção 2 CONCEITOS E PRINCÍPIOS GERAIS
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - ESTRUTURA
Seção 3 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Seção 4 BALANÇO PATRIMONIAL (DEMONSTRAÇÃO DA POSIÇÃO FINANCEIRA) Seção 5 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO E DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE
Seção 6 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO E DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS
Seção 7 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
Seção 8 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Seção 9 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONSOLIDADAS Seção 10 POLÍTICAS CONTÁBEIS, ESTIMATIVAS E ERROS
NBC TG 1000 - Contabilidade para
Pequenas e Médias Empresas
Seção 1
Seção 1 Pequenas e médias empresas
Define PME conforme definido pelo IASB:
Ativo total inferior a R$240 milhões e receita bruta anual inferior a R$300 milhões
(a) não têm obrigação pública de prestação de contas (SA ou LTDA); e
(b) elaboram demonstrações contábeis para fins gerais parausuários externos:
•proprietários que não estão envolvidos na administração do negócio,
•credores existentes e potenciais,
•e agências de avaliação de crédito.
Seção 1 Pequenas e médias empresas
O termo empresas de pequeno e médio porte adotado
nesta Norma não inclui
(i) as companhias abertas, reguladas pela CVM;
(ii) as sociedades de grande porte, como definido na Lei
nº. 11.638/07;
(iii) as sociedades reguladas pelo Banco Central do Brasil,
pela Superintendência de Seguros Privados e outras
sociedades cuja prática contábil é ditada pelo
correspondente órgão regulador com poder legal para
tanto.
NBC TG 1000 - Contabilidade para
Pequenas e Médias Empresas
Seção 2
Conceitos e princípios gerais
Seção 2 Conceitos e princípios gerais
Objetivo: Informações sobre posição financeira,
desempenho e fluxos de caixa
Características qualitativas
Definições: Ativos, passivos, patrimônio liquido
Definições: Receitas e despesas
Seção 2 Conceitos e princípios gerais
Objetivo das demonstrações contábeis de pequenas e médias empresas
2.2 O objetivo das demonstrações contábeis de pequenas e médias empresas é oferecer informação sobre
• a posição financeira (balanço patrimonial),
• o desempenho (resultado e resultado abrangente) e
• fluxos de caixa da entidade,
que CPC_PME_R1 é útil para a tomada de decisão por vasta gama de usuários que não está em posição de exigir relatórios feitos sob medida para atender suas necessidades particulares de informação.
2.3 Demonstrações contábeis também mostram os resultados da diligência da administração – aresponsabilidadeda administração pelos recursos confiados a ela.
OBJETIVO, UTILIDADE E LIMITAÇÕES DO RELATÓRIO CONTÁBIL-FINANCEIRO DE PROPÓSITO GERAL
Recursos econômicos (bens)e reivindicações (direitos e obrigações) Mudanças nos recursos econômicos e reivindicações
Performance financeira refletida pelo regime de competência
Performance financeira refletida pelos fluxos de caixa passados
NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL
ESTRUTURA CONCEITUAL PARA ELABORAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE RELATÓRIO CONTÁBIL-FINANCEIRO
Características qualitativas fundamentais
Relevância e Materialidade Representação fidedigna
Características qualitativas de melhoria
Comparabilidade Verificabilidade Tempestividade Compreensibilidade PREMISSA SUBJACENTE Continuidade
NBC TG - CPC - Estrutura Conceitual
Recursos econômicos, reivindicações e suas mudanças
Informação sobre a natureza e os montantes de recursos econômicos e reivindicaçõesda entidade auxiliam usuários a identificarem a fraqueza e o vigor financeiro da entidade que reporta a informação.
Informação sobre as mudanças nos recursos econômicos e reivindicações ajuda a avaliar adequadamente a performance da entidade, mostrandoo quão diligente a administração tem sido no desempenho de suas responsabilidades (função confirmatória) e são úteis para predição de retornos futuros da entidade sobre os seus recursos econômicos (função preditiva).
Performance financeira refletida pelo:
Regime de Competência -
Retrata com propriedade os efeitos de transações e outros eventos e circunstâncias sobre os recursos econômicos e reivindicações da entidade nos períodos em que são produzidos, independentemente dos recebimentos e pagamentosFluxos de Caixa -
Ajudam os usuários a avaliar a capacidade de a entidade gerar fluxos de caixa futuros líquidos, indicando como a entidade obtém e despende caixa, informações sobre seus empréstimos, dividendos e outros fatores que podem afetar a liquidez e a solvência da entidade.CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DA INFORMAÇÃO CONTÁBIL-FINANCEIRA ÚTIL
Características qualitativas fundamentais
Relevância
Representação fidedigna
Características qualitativas de melhoria
Comparabilidade Verificabilidade Tempestividade Compreensibilidade
Características qualitativas fundamentais
Relevância
- Importância dos fatos - diz respeito à influência de uma informação contábil na tomada de decisões.As informações são relevantes quando fazem a diferença nas decisões econômicas dos usuários, ajudando-os a avaliar o impacto de eventos passados ou corrigindo as suas avaliações anteriores (valor confirmatório), ou
ajudando-os nos processos para predizer resultados futuros (valor preditivo). A Relevância depende da natureza e também da materialidade (tamanho) do item em discussão.
CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS FUNDAMENTAIS
Representação fidedigna
Para ser representação perfeitamente fidedigna, a realidade retratada precisa ter
três atributos:COMPLETA, NEUTRA e LIVRE DE ERROS
Para sercompleta, precisa conter o necessário para que o usuário compreenda o fenômeno sendo retratado.
Para serneutra, precisa estar desprovida de viés na seleção ou na apresentação, não
podendo ser distorcida para mais ou para menos.
Serlivre de erronão significa total exatidão, mas sim que o processo para obtenção da informação tenha sido selecionado e aplicado livre de erros.
No caso de estimativa, ela é considerada como tendo representação fidedigna se, além disso, o montante for claramente descrito como sendo estimativa e se a natureza e as limitações do processo forem devidamente revelados.
ESSÊNCIA SOBRE A FORMA
A característica essência sobre a forma foi formalmente retirada da condição de componente separado da representação fidedigna, por ser
considerado isso umaredundância. A representação pela forma legal que difira da substância econômica não pode resultar em representação fidedigna.
Primazia da essência sobre a forma
A forma (documento, papel) nem sempre representa a essência dos fatos
Arrendamento Financeiro:
Forma: Aluguel Essência: Financiamento
Desconto de duplicatas:
PRUDÊNCIA
A característica
prudência (conservadorismo)
foi também
retirada da condição de aspecto da representação
fidedigna por ser considerada
inconsistente
com a
neutralidade.
Subavaliações de ativos e superavaliações de passivos,
com consequentes registros de desempenhos posteriores
inflados,
são
considerados
incompatíveis
com
a
informação que pretende ser neutra.
CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE MELHORIA
COMPARABILIDADE
A Comparabilidade é a característica que permite a identificação e compreensão de similaridades e diferenças entre os itens.
Comparabilidade: Consistência e Uniformidade
Consistência: permite comparar demonstrações de uma empresa ao longo de vários períodos. Definir tendências.
Uniformidade: permite comparar demonstrações de várias empresas num mesmo período (Itaú X Bradesco).
CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE MELHORIA
VERIFICABILIDADE
A verificabilidade ajuda a assegurar aos usuários que a informação representa fidedignamente o fenômeno econômico que se propõe representar.
A verificação pode ser direta ou indireta.
Verificação direta significa verificar um montante ou outra representação por meio de observação direta, como, por exemplo, por meio da contagem de caixa. Verificaçãoindiretasignifica checar os dados de entrada do modelo, fórmula ou outra técnica e recalcular os resultados obtidos por meio da aplicação da mesma metodologia.
CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE MELHORIA
Tempestividade
Tempestividade significa ter informação disponível para tomadores de decisão a tempo de poder influenciá-los em suas decisões.
Tempestividade: Confiabilidade e Utilidade
Confiabilidade: Tempo possibilita informação mais confiável. Estimativas mais precisas.
Utilidade: Tempo torna a informação menos útil para tomada de decisões.
CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE MELHORIA
Compreensibilidade
Classificar, caracterizar e apresentar a informação com
clareza e concisão torna-a compreensível.
Usuários não contadores
Notas explicativas
Restrição de custo na elaboração e divulgação de relatório
contábil-financeiro útil
O custo de gerar a informação é uma restrição sempre
presente na entidade no processo de elaboração e
divulgação de relatório contábil-financeiro.
Empresas de capital aberto e de grande porte
Aplicam normas completas – 43 NBC TG = CPC Empresas de pequeno e médio porte
ESTRUTURA CONCEITUAL
Premissa subjacente
Continuidade
As demonstrações contábeis normalmente são
elaboradas tendo como premissa que a entidade
está em atividade e irá manter-se em operação por
um futuro previsível.
ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Posição Patrimonial e Financeira
Patrimônio: Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido
Ativo: Recursos (bens e direitos) sob controle da entidade, decorrentes deeventos passados e dos quais se espera que fluam
benefícios econômicos futurospara a entidade
Passivo:Obrigações presentesda entidade, decorrentes deeventos
passadose dos quais se espera que fluam benefícios econômicos futurosda entidade
Desempenho Econômico: Demonstração do Resultado: Regime de Competência = Receitas (despesas)
RECEITAS
Receitas são aumentos nos benefícios econômicos durante o período contábil sob a forma de
entrada ou aumento de ativos ou diminuição de passivos,
que resultam em aumentos do patrimônio líquido
e que não sejam provenientes de aporte dos proprietários da entidade.
DESPESAS
Despesas são decréscimos nos benefícios econômicos durante o período contábil sob a forma de
saída ou redução de ativos ou incrementos em passivos,
que resultam em decréscimo do patrimônio líquido
e que não sejam provenientes de
distribuição de resultado ou de capital aos proprietários da entidade.
ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
Desempenho Financeiro: Demonstração dos Fluxos de Caixa
Fluxos de Caixa (pagamentos e recebimentos) decorrentes das Atividades:
• Operacionais, • De Investimentos e • De Financiamentos
BALANÇO PATRIMONIAL
APLICAÇÕES = BENS E DIREITOS
ATIVO
FONTES = TERCEIROS E PRÓPRIAS
PASSIVO + Patrimônio Líquido
Ativo é um recurso (bem ou direito) controlado pela entidade
como resultado de eventos passados e
do qual se espera que resultem futuros benefícios econômicos
para a entidade
PASSIVO
Obrigação presente da entidade decorrente de evento passado que vai gerar saída de recursos
PL = PATRIMÔMIO LÍQUIDO Valor residual de ativos menos passivos
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DRE- Demonstração do Resultado do Exercício
BALANÇO PATRIMONIAL +ATIVO (-) Caixa Equivalentes de caixa Direitos Estoques Investimentos Imobilizado Intangível + PASSIVO (-) Obrigações Patrimônio Líquido Capital Reservas Resultados
Receitas
Vendas = Risco, controle e benefícios
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BALANÇO PATRIMONIAL +ATIVO (-) Caixa e Equivalentes Direitos Estoques Investimentos Imobilizado Intangível + PASSIVO (-) Obrigações Patrimônio Líquido Capital Reservas Resultados ReceitasVendas = Risco, controle e benefícios Serviços = efetiva prestação
(Despesas) Consumo de bens e
serviços
LUCRO
Reconhecimento dos elementos das demonstrações
contábeis
Um item que se enquadre na definição de um elemento
deve ser reconhecido se:
•
for
provável
que algum benefício econômico futuro
associado ao item
flua para a entidade
ou
flua da
entidade
; e
•
o item tiver custo ou valor que possa ser mensurado com
Mensuração dos Elementos das Demonstrações Contábeis
Os elementos patrimoniais podem ser reconhecidos pelo:
• custo histórico,
• custo corrente (reposição),
• valor realizável ou
• valor presente dos futuros benefícios econômicos.
O custo histórico é a base mais comumente adotada, em combinação com as demais para certas situações.
NBC TG 1000 - Contabilidade para
Pequenas e Médias Empresas
Seção 3
Apresentação das Demonstrações
Contábeis
Seção 3 Apresentação das Demonstrações Contábeis
Apresentação justa: presume-se que decorre da adoção do IFRS para PMEs (pode precisar de divulgações suplementares)
Conformidade total: Declara conformidade com o
IFRS para PMEs apenas se as demonstrações contábeis estiverem em conformidade total
Comparações: Pelo menos demonstrações contábeis
e notas explicativas comparativas de um ano (doze meses)
Seção 3 Apresentação de demonstração contábil
Conjunto completo de demonstrações contábeis da entidade deve incluir:
BP - Balanço Patrimonial;
DRE - Demonstração do Resultado do Exercício; DRA - Demonstração do Resultado Abrangente;
DMPL – Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido;
DFC - Demonstração dos Fluxos de Caixa; NE - Notas Explicativas.
NBC TG 1000 - Contabilidade para
Pequenas e Médias Empresas
Seção 4
Balanço Patrimonial
Seção 4 Balanço Patrimonial
O balanço patrimonial representa a Posição
Patrimonial e Financeira da Entidade.
Recursos econômicos (bens) e reivindicações
(direitos e obrigações)
BALANÇO PATRIMONIAL
APLICAÇÕES = BENS E DIREITOS
ATIVO FONTES = TERCEIROS E PRÓPRIAS PASSIVO + Patrimônio Líquido
Ativo é um recurso (bem ou direito) controlado pela entidade
como resultado de eventos passados e
do qual se espera que resultem futuros benefícios econômicos
para a entidade
PASSIVO
Obrigação presente da entidade decorrente de evento passado que vai gerar saída de recursos
PL = PATRIMÔMIO LÍQUIDO Valor residual de ativos menos passivos
Seção 4 Balanço Patrimonial
Distinção entre circulante e não circulante
Apresentar
ativos
circulantes
e
não
circulantes, e passivos circulantes e não
circulantes,
como
grupos
de
contas
APLICAÇÕES = BENS E DIREITOS
ATIVO
FONTES = TERCEIROS E PRÓPRIAS
PASSIVO + Patrimônio Líquido
CIRCULANTE OBRIGAÇÕES CURTO PRAZO LONGO PRAZO RECEITAS DIFERIDAS CAPITAL RESERVAS RESULTADOS + Receitas (-) Despesas BENS / DIREITOS CURTO PRAZO LONGO PRAZO INVESTIMENTOS IMOBILIZADO INTANGÍVEL ATIVO CIRCU-LANTE ATIVO NÃO CIRCU-LANTE PASSIVO CIRCULANTE NÃO CIRCULANTE PL PATRI-MÔMIO LÍQUIDO Ajustes de Avaliação Patrimonial
Seção 4 Balanço Patrimonial
O balanço patrimonial representa a Posição Patrimonial e Financeira da Entidade e deve incluir, no mínimo, as seguintes contas:Ativo
(a) caixa e equivalentes de caixa;
(b) contas a receber e outros recebíveis; (c) ativos financeiros;
(d) estoques;
Seção 4 Balanço Patrimonial
Ativo
(f) propriedade para investimento; (g) ativos intangíveis;
(h) ativos biológicos, mensurados pelo custo ; (i) ativos biológicos, mensurados pelo valor justo; (j) investimentos em coligadas;
(k) investimentos em empreendimentos controlados em conjunto;
Seção 4 Balanço Patrimonial Passivo
(l) fornecedores e outras contas a pagar;
(m) passivos financeiros (exceto os mencionados nos itens (l) e (p));
(n) passivos e ativos relativos a tributos correntes; (o) tributos diferidos ativos e passivos (devem sempre ser classificados como não circulantes);
Seção 4 Balanço Patrimonial
Patrimônio Líquido
(q)
participação
de
não
controladores,
apresentada no grupo do patrimônio líquido mas
separadamente do patrimônio líquido atribuído
aos proprietários da entidade controladora;
(r)
patrimônio
líquido
pertencente
aos
proprietários da entidade controladora.
NBC TG 1000 - Contabilidade para
Pequenas e Médias Empresas
Seção 5
Demonstração do Resultado e
Demonstração do Resultado
Seção 5 Demonstração do Resultado e Demonstração do Resultado Abrangente
Abordagem da demonstração única ou das duas demonstrações
A segregação das operações descontinuadas é obrigatória
A apresentação do subtotal de “Resultado do Período” é obrigatória se a entidade possui itens de Outros Resultados Abrangentes
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DRE - Demonstração do Resultado do Exercício
Receitas de vendas
Transferência de riscos, controle e
benefícios sobre os bens
comercializados
Prestação de serviços
(Despesas)
Consumo de bens e serviços
Resultado
DESEMPENHO = DRE - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO + Receitas líquidas = Transferência de riscos, controle e benefícios) 1.200 - Custo dos produtos, das mercadorias ou dos serviços vendidos (620)
= Lucro bruto 580
- Despesas com vendas, gerais, administrativas (120) - Outras despesas e receitas operacionais (Ociosidade, Impairment) 10 + - Resultados de participações societárias 80 = Resultado antes das receitas e despesas financeiras 550
- Despesas financeiras (30)
+ Receitas financeiras 5
= Resultado das operações continuadas antes dos tributos sobre o lucro 525
- Despesa com tributos sobre o lucro (180)
1 = Resultado das operações continuadas após tributos sobre o lucro 345
2 = Resultado líquido das operações descontinuadas (95)
1 + 2 = 3 Resultado líquido do período 250
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE TOTAL
Resultado abrangente total
é a mudança
no patrimônio líquido durante um período
que resulta de transações e outros eventos
não derivados
de transações com os
proprietários
na
sua
capacidade
de
DESEMPENHO = DRA - DEMONSTRAÇÃO ABRANGENTE DO RESULTADO DO EXERCÍCIO
• Ganhos e perdas:
• Provenientes da conversão de demonstrações contábeis de operação no exterior (ver Seção 30 Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis); • Atuariais (ver Seção 28 Benefícios a Empregados);
• Provenientes de mudanças nos valores justos de instrumentos de hedge (ver Seção 12 Outros Tópicos sobre Instrumentos Financeiros)
DESEMPENHO = DRA - DEMONSTRAÇÃO ABRANGENTE DO RESULTADO DO EXERCÍCIO
1 + 2 = 3 Resultado líquido do período 250
Outros resultados abrangentes:
Ajustes de Instrumentos de hedge (40) Variação cambial de Investimentos no exterior 170
NBC TG 1000 - Contabilidade para
Pequenas e Médias Empresas
Seção 6
Demonstração das Mutações do
Patrimônio Líquido
Seção 6 Demonstração das Mutações do Patrimônio
Líquido
•
Apresenta todas as alterações no patrimônio líquido
•resultado abrangente total
•
aportes e retiradas de proprietários
•dividendos
CAPITAL RESERVAS LUCROS ACUMU AJUSTES AVAL PATRIM TOTAL Saldos Iniciais 1.000 380 - 270 1.650 Ajustes Instrumentos de hedge (40) (40) Variação cambial de Investimentos no exterior 170 170 Capitalização de reservas 150 (150) Integralização de Capital 350 350 Lucro Líquido do Período 250 250 Constituição de Reservas 140 (140) Dividendos (110) (110) Saldos Finais 1.500 370 0 400 2.270 RESULT ABRANG (40) 170 250 380
DMPL = DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PL DRA = DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE
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Pequenas e Médias Empresas
Seção 7
Seção 7 Demonstração dos Fluxos de Caixa
Todas as PMEs devem apresentar uma demonstração
dos fluxos de caixa
Opção de utilizar o
•
método indireto, ou
•
método direto
para apresentar fluxos de caixa das atividades
operacionais
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
FLUXO DE CAIXA PROVENIENTE DAS
1 - ATIVIDADES OPERACIONAIS
MÉTODO DIRETO OU INDIRETO
2 - ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS
3 - ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS
1 + 2 + 3 = AUMENTO OU REDUÇÃO DE CAIXA
+ SALDO INICIAL DE CAIXA E EQUIVALENTES
MODIFICAÇÕES NA POSIÇÃO FINANCEIRA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
Caixa: numerário em mãos, depósitos bancários disponíveis. Equivalentes de caixa: aplicações de curto prazo (90 dias da aplicação), de alta liquidez.
Atividades operacionais: recebimentos em dinheiro pela venda de bens e serviços e pagamentos a fornecedores, a empregados, impostos, seguradores...
Atividades de investimentos: aquisição e venda de instrumentos financeiros e ativos não circulantes (Investimentos, Imobilizado e Intangível)
Atividades de financiamentos: variações no patrimônio líquido (sócios = capital e lucros) e empréstimos e financiamentos. Fluxos de Caixa Atividades Operacionais Método Direto Recebimentos de clientes 30.150 Pagamentos a fornecedores, empregados, impostos e outros (27.600) Caixa gerado 2.550 Juros pagos (270) IRCS pagos (900) Caixa líquido 1.380
Fluxos de caixa - Método indireto
Lucro líquido antes do IRCS 3.350
Ajustes por:
• Depreciação (não financeira) 450 • Perda cambial empréstimos (Financ) 40 • Renda de investimentos (Invest) (500) • Despesas de juros (competência) 400 Lucro financeiro operacional 3.740 Aumento nas contas a receber de clientes e
outros
(500)
Diminuição nos estoques 1.050
Diminuição em contas a pagar e fornecedores (1.740) Caixa gerado 2.550 Juros pagos (270) IRCS pagos (900) Caixa líquido 1.380
Fluxos de caixa das atividades de
investimentos $
Compra de investimentos (550)
Compra de ativo imobilizado (350)
Recebido pela venda de imobilizado 20
Juros recebidos 200
Dividendos recebidos 200
Caixa líquido usado nas atividades de
investimentos (480)
Fluxos de caixa das atividades de
financiamentos
$
Recebido pela emissão de ações
500
Recebido por empréstimo a longo
prazo
250
Pagamento de empréstimos
(1.340)
Dividendos pagos
(200)
Caixa líquido usado nas atividades
Demonstração dos Fluxos de Caixa $
Caixa líquido proveniente das atividades operacionais 1.380 Caixa líquido usado nas atividades de investimentos (480) Caixa líquido usado nas atividades de financiamentos (790)
Aumento líquido ao caixa e equivalentes de caixa 110 Caixa e equivalentes de caixa no início do período 120
Caixa e equivalentes de caixa ao fim do período 230
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Pequenas e Médias Empresas
Seção 8
Seção 8 Notas Explicativas As notas explicativas devem:
(a) apresentar informações acerca das bases de elaboração das demonstrações contábeis e das práticas contábeis específicas utilizadas, de acordo com os itens 8.5 e 8.7;
(b) divulgar as informações exigidas por esta Norma que não tenham sido apresentadas em outras partes das demonstrações contábeis; e
(c) prover informações que não tenham sido apresentadas em outras partes das demonstrações contábeis, mas que sejam relevantes para compreendê-las.
Notas Explicativas:
A entidade normalmente apresenta as notas explicativas na seguinte ordem:
(a) declaração de que as demonstrações contábeis foram elaboradas em conformidade com esta Norma (ver item 3.3); (b) resumo das principais práticas contábeis utilizadas (ver item 8.5);
(c) informações de auxílio aos itens apresentados nas demonstrações contábeis, na ordem em que cada demonstração é apresentada, e na ordem em que cada conta é apresentada na demonstração; e
Pequenas e médias empresas Nota Explicativa
Resumo das principais políticas contábeis
As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações financeiras estão definidas abaixo. Essas políticas foram aplicadas de modo consistente nos exercícios apresentados, salvo quando indicado de outra forma.
Base de preparação e apresentação
As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com o CPC PMEs (R1) . Elas foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e ajustadas para refletir a remensuração de propriedade para investimento, ativos biológicos e instrumentos financeiros derivativos ao seu valor justo.
A preparação de demonstrações financeiras em conformidade com o CPC PMEs (R1) requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da administração da Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis. As áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem maior complexidade, bem como aquelas cujas premissas e estimativas são significativas para as demonstrações financeiras, estão divulgadas na Nota 3.
Pequenas e médias empresas Nota Explicativa
Caixa e equivalentes de caixa
Caixa e equivalentes de caixa incluem dinheiro em caixa, depósitos bancário, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez, com vencimentos originais de até três meses (com risco insignificante de mudança de valor) e saldos em contas garantidas.
As contas garantidas são demonstradas no balanço patrimonial como "Empréstimos", no passivo circulante.
Pequenas e médias empresas Nota Explicativa
Contas a receber de clientes
As contas a receber de clientes são inicialmente reconhecidas pelo valor da transação e subsequentemente mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método da taxa de juros efetiva menos a provisão para créditos de liquidação duvidosa.
Um ajuste para créditos de liquidação duvidosa é constituído quando existe uma evidência objetiva de que a Companhia não receberá todos os valores devidos de acordo com as condições originais das contas a receber.
Pequenas e médias empresas Nota Explicativa
Estoques
Os estoques são demonstrados ao custo ou ao valor líquido de realização, dos dois o menor. O custo é determinado pelo método de avaliação de estoque "custo médio ponderado" e o valor líquido de realização corresponde ao preço de venda estimado menos custos para concluir e vender.
O custo dos produtos acabados e dos produtos em elaboração compreende matéria-prima, mão de obra direta, embalagem, outros custos diretos e os respectivos gastos indiretos de produção (com base na capacidade operacional normal).
Os estoques são avaliados quanto ao seu valor recuperável nas datas de balanço. Em caso de perda por desvalorização (impairment), esta é imediatamente reconhecida no resultado.
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Pequenas e Médias Empresas
Seção 9
Demonstrações Consolidadas
e Separadas
Seção 9 Demonstrações Consolidadas e Separadas
Consolidação é requerida quando há um relacionamento controladora-controlada, exceto quando:
• A controlada foi adquirida com objetivo de venda
dentro de um ano
• A controladora é uma controlada e sua controladora
ou controladora suprema utiliza os IFRSs completos ou o IFRS para PMEs
Base de consolidação: controle
Demonstrações individuais - NBC TG - CPC 26
São demonstrações contábeis de uma única entidade econômica.
Demonstrações consolidadas -
NBC TG -
CPC 36são demonstrações contábeis de um conjunto de entidades (grupo econômico) apresentadas como se fossem as de uma única entidade econômica.
Optativas e adicionais às obrigatórias.
Investimento societário avaliado por valor justo ou ao custo.
Informa melhor do que equivalência patrimonial ou
consolidação. Empresa Holding Demonstrações individuais Investimento Controlada MEP – Método da Equivalência Patrimonial = 70% PL de ALFA 70% do Capital Empresa ALFA Demonstrações individuais Demonstrações consolidadas
Empresa Holding
Demonstrações separadas Investimento na ControladaVALOR JUSTO OU CUSTO
70% do Capital
Empresa ALFA
Demonstrações individuais
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Pequenas e Médias Empresas
Seção 10
Políticas Contábeis, Mudança de
Estimativa e Retificação de Erro
Seção 10
Políticas Contábeis, Mudança
de Estimativa e Retificação de Erro
Política
contábil
:
Princípios,
bases,
convenções, regras e práticas específicos
aplicados pela entidade na elaboração e
apresentação
das
demonstrações
Políticas (Práticas) contábeis
a) reconhecimento da receita; b) princípios de consolidação, incluindo subsidiárias integrais e associadas;
c) combinações de negócios; d) controle compartilhado;
e) reconhecimento, depreciação ou amortização de ativo tangível e intangível;
f) imobilização de custos de empréstimos e outras despesas; g) contratos de construção; h) propriedades de investimento; i) instrumentos financeiros e investimentos; j) arrendamentos mercantis; k) custos de pesquisa e desenvolvimento; l) estoques;
m) impostos, incluindo impostos diferidos;
n) provisões;
o) custos de benefícios aos empregados;
p) conversão em moeda estrangeira e
hedging;
q) definição de negócios e
segmentos geográficos e o critério de apropriação de custos entre segmentos;
r) definição de caixa e equivalentes de caixa;
s) reconhecimento dos efeitos da inflação, e
t) subvenções do governo.
Seção 10 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro
Estimativa contábil: • Devedores duvidosos • Vida útil de imobilizado • Valor residual de imobilizado
• Vida útil de intangível
• Valor recuperável de imobilizado
• Provisão para perdas prováveis com:
– Contingências trabalhistas, cíveis e fiscais – Garantias de produtos
Seção 10 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro
Mudança em estimativa contábil: Ajuste do valor contábil de ativo ou passivo, ou a quantia da baixa periódica de ativo, que resulte da estimativa da situação de ativos e passivos, bem como de benefícios futuros esperados e obrigações a eles relacionadas.
Mudanças nas estimativas contábeis resultam de novas informações ou novos desdobramentos e, por isso, não são correção de erros.
Seção 10 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro
Erros: Omissões e inexatidões nas demonstrações contábeis da entidade para um ou mais períodos passados, decorrentes de falha em usar ou de mau uso de informações confiáveis que:
(a) estavam disponíveis quando as demonstrações contábeis daqueles exercícios foram autorizadas para emissão; e
(b) poderiam razoavelmente ter sido obtidas e levadas em consideração na elaboração e apresentação dessas demonstrações contábeis.
Exemplos de erros:
Erros de contagem de estoques
Ativos reconhecidos sem atender aos critérios de: CONTROLE, EVENTO PASSADO E BENEFÍCIO FUTURO
Você não sente nem vê,
Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo
Que uma nova mudança em breve vai acontecer
E o que há algum tempo era jovem, novo
Hoje é antigo, e precisamos todos rejuvenescer
Belchior
Precisamos todos rejuvenescer nossos conhecimentos...