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OS DESAFIOS DA SILVICULTURA NO RIO GRANDE DO SUL

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Academic year: 2021

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OS DESAFIOS DA

SILVICULTURA NO RIO

GRANDE DO SUL

ASSOCIAÇÃO GAÚCHA DE EMPRESAS

FLORESTAIS

Leonel F. Menezes - Presidente

(2)

AGEFLOR

QUEM SOMOS: uma sociedade civil de direito privado, sem fins lucrativos, de duração ilimitada e fundada em 22 de setembro de 1970. OBJETIVO:Congregar e representar as empresas que tenham por finalidade a produção, a industrialização e a comercialização de produtos de base florestal, basicamente oriundos de florestas plantadas, buscando contemplar os aspectos sociais, ambientais, econômicos e tecnológicos. QUADRO SOCIAL com 50 empresas que atuam em diferentes segmentos da cadeia produtiva da base florestal do Rio Grande do Sul: produção florestal(florestamento e reflorestamento), Madeira (serrada e imunizada), Painéis(MDF, MDP, OSB, chapas de fibra, compensados, laminados, faqueados), Celulose e papel, Cavacos, Indústrias químicas(tanino, resina), Carvão vegetal, Máquinas e equipamentos, Insumos e produtos, Prestadores de serviços florestais, assessorias e consultorias técnicas e Movelaria.

ESTRUTURA: Presidente, 10 Vice-Presidentes, Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Conselho Consultivo. Assessorias: técnica, jurídica e de comunicação.

O QUE QUEREMOS: o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva de base florestal com:

-Qualidade e produtividade florestal/industrial -Novos mercados nacionais e internacionais -Desenvolvimento tecnológico

(3)
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ÁREA DE FLORESTAS PLANTADAS

NO RS

Gênero Florestal Área em ha -2002 (UFSM) Área em ha - 2007 (AGEFLOR) Área em ha - 2009 (associadas da AGEFLOR) Pinus 150.000 182.378 268.360 Eucalipto 110.000 222.245 301.260 Acácia 100.000 158.961 174.150 TOTAL 360.000 563.584 738.770 % da superfíci e do RS 1,3% 2,0% 2,62%

(5)

A CONSTRUÇÃO DA BASE

FLORESTAL NO RS

-Código Florestal Brasileiro de 1965 - florestas plantadas livres

- Lei de Incentivos Fiscais ao Reflorestamento (1966): ocupados novos espaços como o litoral e serra, com projetos aprovados pelo IBDF. -Incentivos encerrados em 1987

-Plantio de florestas continuou, estabelecendo uma cadeia produtiva de base florestal

- 2003: Programa Floresta-Indústria/RS: elaborado com recursos do FUNDEFLOR.

Objetivos do Programa: Aumento da área plantada

Ampliação e modernização das indústrias existentes Atração de novas indústrias

Foco na Metade Sul

O NOVO CENÁRIO VISLUMBRADO PARA O RS: Projetos industriais em implantação, na época: ARACRUZ CELULOSE

VOTORANTIM CELULOSE E PAPEL STORA ENSO

SCANCON DO BRASIL FIBRAPLAC

MASISA SATIPEL

Prevista a aplicação de mais de 5 bilhões de dólares

Aumento da área cultivada com florestas para cerca de 1 milhão de ha, ocupando em torno de 3,5% do território do RS.

(6)

A CONSTRUÇÃO DA BASE

FLORESTAL NO RS

POLOS

(7)

A CONSTRUÇÃO DA BASE

FLORESTAL NO RS

Aumento da base florestal (plantios):

-2003: 15 mil hectares

-2004: 30 mil hectares

-2005: 50 mil hectares

-2006: 90 mil hectares

Inicia discussão sobre o licenciamento da silvicultura

e elaboração do Zoneamento Ambiental para

Silvicultura

-2007: 50 mil hectares

-2008 : ???

– aprovado o ZAS pelo CONSEMA

-2009: ???

– prazo até 11 abril para regularização dos

plantios acima de 500 ha

-2010: ???

– Programa Florestal RS

-2011: ???

– prazo até 11 de abril para regularização

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OS ATUAIS DESAFIOS

PARA A SILVICULTURA

PROCEDIMENTOS PARA O LICENCIAMENTO:

-Necessário simplificação e padronização

-Diferentes interpretações do ZAS pelos técnicos licenciadores

-Empreendimentos de porte médio, pequeno e mínimo: apenas

cadastramento (auto-declaração)

REGULARIZAÇÃO DOS PLANTIOS EXISTENTES:

-Porte grande e excepcional: prazo vencido em 11 de abril de

2009, após 2 anos de protocoladas as solicitações, a maioria

ainda não obteve Licença de Operação (muitas condicionantes e

equivocadas)

-GRAVE: erradicação gradativa de plantios no litoral

-Porte médio, pequeno e mínimo: necessário ampliação de

prazo para o CADASTRAMENTO. Da forma como está proposto

o LICENCIAMENTO pela FEPAM, colocará os pequenos

produtores na ILEGALIDADE, gerando um passivo ambiental.

É imprescindível estudo para modificar os procedimentos:

simplificar e divulgar junto aos pequenos empreendedores.

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OS ATUAIS DESAFIOS

PARA A SILVICULTURA

-Revisão do ZAS após 5 anos ( a partir da aprovação

pelo CONSEMA em 2008):

Antes, entendemos que deve ser elaborado o

Zoneamento

Ecológico-Econômico

concluído

o

inventário florestal do RS.

-Lócus institucional das florestas plantadas, como

atividade produtiva agrícola deve ser em Secretaria de

Produção.

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