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A MODELAÇÃO DA EVACUAÇÃO DE EDIFÍCIOS EM CASO DE INCÊNDIO A

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Academic year: 2021

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A

Apresentações de:

Leça Coelho - LNEC

A MODELAÇÃO DA EVACUAÇÃO DE EDIFÍCIOS EM CASO DE INCÊNDIO

A. Leça Coelho1, Elisabete Cordeiro2, João Craveiro1, João Emílio Almeida3, Rosaldo J. F. Rossetti3,

1Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Portugal, [email protected]; [email protected] 2EngSegIn, Portugal, [email protected]

(2)

2

ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO

Enquadramento do estudo

Investigação desenvolvida

Investigação futura

Aplicabilidade dos resultados da investigação A MODELAÇÃO DA EVACUAÇÃO DE EDIFÍCIOS

(3)

ENQUADRAMENTO

DO ESTUDO

A MODELAÇÃO DA EVACUAÇÃO DE EDIFÍCIOS EM CASO DE INCÊNDIO

O estudo faz parte de um projeto mais abrangente que procura modelar o risco de incêndio em edifícios

(4)

4 O objetivo é determinar o tempo de evacuação de um edifício em caso de incêndio (TE)

No decurso da evacuação vão ocorrer diferentes fases, às quais correspondem tempos distintos.

Essas fases ocorrem desde o início do incêndio até à saída do último ocupante para o exterior ou um lugar seguro, e demoram um determinado tempo até se concretizarem.

ENQUADRAMENTO

DO ESTUDO

A MODELAÇÃO DA EVACUAÇÃO DE EDIFÍCIOS EM CASO DE INCÊNDIO

(5)

O tempo de evacuação de um edifício (TE) é o somatório dos tempos referidos.

Td– Tempo de detecção (Fase 1)

TR– Tempo de pré-movimento dos ocupantes (Fase 2)

TP– Tempo “gasto” pelos ocupantes no seu percurso até o exterior (Fase 3)

O edifício será seguro se se verificar a seguinte condição:

TE = Td+ TR + TP

ENQUADRAMENTO

DO ESTUDO

A MODELAÇÃO DA EVACUAÇÃO DE EDIFÍCIOS EM CASO DE INCÊNDIO

TDEE > TE

TDEE– Tempo disponível para evacuar o edifício determinado a partir de um modelo de desenvolvimento do incêndio

(6)

6

SÍNTESE DA INVESTIGAÇÃO

DESENVOLVIDA

No domínio da evacuação de edifícios em caso de incêndio, o LNEC desenvolveu um modelo de simulação que contempla somente a designada Fase 3 do movimento das pessoas.

A MODELAÇÃO DA EVACUAÇÃO DE EDIFÍCIOS EM CASO DE INCÊNDIO

A larm e evacuação já não pode ser Instant e em que a feita e m segurança Fi m do processo de evacua ção T em po de detecção T em po de pré -m ovi-m ent o T em po correspondent e ao percurso de evacuação Tem po disp onível para evacuar o edifício

M argem de segurança F ASE 1 FASE 2 F ASE 3

Deci são de Aban donar

(7)

0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 PM FE FP EH Edifício V (m.s-1)

SÍNTESE DA INVESTIGAÇÃO

DESENVOLVIDA

Estudos decorrentes de simulacros :

Relacionam grandezas fundamentais

características do movimento dos

ocupantes (Fase 3).

A MODELAÇÃO DA EVACUAÇÃO DE EDIFÍCIOS EM CASO DE INCÊNDIO

Estudos decorrentes de simulacros: Identificam e caraterizam diferentes tipos de movimentos numa situação de evacuação (Fase 3). 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1 1,1 1,2 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 V (p.m2) D (m . s-1) P & M - E P & M - N Evacuation drills 029 , 1 . 3313 , 0 V=− D+

(8)

8 0 20 40 60 80 100 120 140 O1 O2 O3 O4 O5 O6 Ocupante t (s) tR tIAD tCEE

SÍNTESE DA INVESTIGAÇÃO

DESENVOLVIDA

Análise das reações ao fumo em função de anterior envolvência num incêndio

Caraterização da reação aos sistemas de deteção e alarmes (Fase 1)

A MODELAÇÃO DA EVACUAÇÃO DE EDIFÍCIOS EM CASO DE INCÊNDIO

Ações que os ocupantes podem efetuar (Fase 2)

tIAD - Instante em que é emitido o início do alarme definitivo, ou seja, o alarme para início da evacuação

tR- Instante em que o ocupante se levanta da cadeira onde se encontrava sentado

tCEE- Tempo de chegada do elemento da equipa de segurança, ordenando a saída dos ocupantes da sala In v e s ti g a r p a ra c o m b a te r o i n c ê n d io In v e s ti g a r p o r c u ri o s id a d e V o lt a r p a ra t s T e n ta r o u tr o c a m in h o p a ra s a ir d o e d if íc io O u tr a T o ta l In v e s ti g a r p a ra c o m b a te r o i n c ê n d io In v e s ti g a r p o r c u ri o s id a d e V o lt a r p a ra t s T e n ta r o u tr o c a m in h o p a ra s a ir d o e d if íc io O u tr a Não 41 2 3 110 6 162 25% 1% 2% 68% 4% Sim 12 3 3 23 1 42 29% 7% 7% 55% 2% Total 53 5 6 133 7 204 26% 2% 3% 65% 3% E x p e ri ê n c ia a n te ri o r

(9)

ETAPA

1

Desenvolvimento de modelo de simulação, que permita determinar o tempo de

resposta dos sistemas automáticos de deteção de incêndio. ETAPA

2

Dar continuidade ao trabalho de campo relativo a:

Recolha de informação sobre a identificação do sinal de alarme e da reação a

esse sinal (Fase 1).

Recolha de informação sobre o comportamento das pessoas após terem

conhecimento do incêndio (Fase 2).

A aquisição de informação será feita a partir das seguintes vias distintas:

Inquérito a pessoas indiferenciadas Inquérito a bombeiros

Inquéritos a pessoas envolvidas em incêndios reais SG e ABMS (Apresentação seguinte)

INVESTIGAÇÃO FUTURA

A MODELAÇÃO DA EVACUAÇÃO DE EDIFÍCIOS EM CASO DE INCÊNDIO

(10)

10 ETAPA

3

Tratamento dos dados recolhidos

Elaboração de um modelo comportamental incorporando os seguintes aspetos: Identificação do sinal de alarme por parte dos ocupantes

Reação a esse alarme

Ações desenvolvidas após tomar conhecimento do incêndio

Transformação do modelo comportamental num modelo de simulação Melhoria do modelo existente relativamente à Fase 3

Articulação do vários modelos de modo a ter um único que contemple as 3 fases referidas

Articulação deste modelo com outros relativos ao desenvolvimento do incêndio.

INVESTIGAÇÃO FUTURA

A MODELAÇÃO DA EVACUAÇÃO DE EDIFÍCIOS EM CASO DE INCÊNDIO

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A concretização de um modelo de simulação que permita determinar o tempo de evacuação dos edifícios, quando articulado com outros, nomeadamente de desenvolvimento do incêndio, é fundamental para:

Apoio à elaboração de legislação, com especial destaque para os edifícios existentes A avaliação das condições de segurança de edifícios complexos

Elaboração de medidas de autoproteção nesses edifícios

APLICABILIDADE DOS

CONHECIMENTOS DESENVOLVIDOS

A MODELAÇÃO DA EVACUAÇÃO DE EDIFÍCIOS EM CASO DE INCÊNDIO

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12

OBRIGADO PELA ATENÇÃO

Referências

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