U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D A P A R A T C E N T R O D E C t E N C I A S E T E C N O L O G I
DISSERTACAO SU8METIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENACAO DOS SOS DE POS-GRADUAQAO DE ENGENHARIA DO CENTRO DE CIENCIAS TECNOLOGIA DA UN I VERS I DADE FEDERAL DA PARATBA, COMO PARTE REQUISITOS NECESSARIOS PARA OBTENgAO DO GRAU DE MESTRE CIENCIAS ( M . S c ) .
CU_R E DOS EM YOUNG TSEN MEN
SENSOR CARDTACO PORTATIL
r n M i c c A n c v A M I M u n n n A •
\
P r o f . GURDIP SINGH DEEP = P r e s i d e n t e =
P r o f .
P r o f . EVANDRO CONF =Membro=
CAMP INA GRANDE-PARAfBA-BRAS I L JULHO - 1975
SENSOR CARDfACQ PORTXTIL
TSEN MEN YOUNG
TESE SUBMETIDA AO CORFO DOCENTE DA COORDENACAO DOS CURSOS DE FO* S-GRADUAC, AO DE ENGENHARI A DA UNIVERSIDADE EEDER.1L DA PARAl BA COMO PARTE DOS REQUISITOS NECESSXRIOS PARA A OBTENCAO DO
GRAU DE MESTRE EM CIENCTA (M. Sc. )
•ft * V Aprovada por:
" \
\
PETER ROBERT METZ Orientaaor
-CAMPINA GRANDE
ESTALO DA PARA13A - BRASIL DEZEMERO - 1972
A B S T R A C T B e g i n n i n g w i t h t h e u n d e r l y i n g p h y s i c s f o r c a r d i a c p o t e n t i a l , t h e r e q u i r e m e n t s f o r a p o r t a b l e e l e c t r i c a l c a r d i a c s e n s o r a r e g i v e n , a n d a s u i t a b l e c i r c u i t i s d e s i g n e d a n d c o n s t r u c t e d . T h e i n s t r u m e n t i s u n i q u e i n t h a t n o t o n l y d o e s i t p r o v i d e t h e s t a n d a r d v i s u a l i n d i c a t i o n o f c a r d i a c a c t i v i t y , b u t a l s o a n a u d i o o u t p u t t o n e , t h e f r e q u e n c y c f w h i c h i s c o n t r o l l e d b y t h e c a r d i a c w a v e f o r r . . T h e o u t p u t s h a v e e x c e l l e n t c o r r e l a t i o n w i t h s t a n d a r d S C G w a v e f o r m s . I t i s e x p e c t e d t h a t x h i s i n s t r u m e n t w i l l b e o f v a l u e i n c e r t a i n t y p e s o f s i t u a t i o n s r e q u i r i n g i m n e d i a t e d i a g n o s i s .
Comecanao com a f i s i c a " b a s i c a pa?'a o p o t e n e i a l c a r — d i a e o , sao a p r e s e n t ados os r e q u i s i t o s p a r a urn 32nsor Car-d i a c o e l e t r i c o p o r t a t i l e urn c i r c a i t o aCar-dequaCar-do e p r o j e t a Car-d o e c c n s t r a i d o . 0 i n s t r u m e n t o e u n i c o : p o i s e l e nao so f o r -nece a i n d i c a e a o v i s u a l p a d r a o da a t i v i d a d e C a r d i a c a , como tambem um torn de s a i d a de a u d i o , c u j a f r e q u e n c i a e e o n t r o -l a d a p e -l a f o r m a de onda c a r d i a c a . As s a i d a s tern c o r r e l a c a o com as f o r m e s de ondas p a d r o e s do ECG. Z s p e r a - s e q u o e s t e i n s t r u m e n t o s e j a v a l i o s o e r o ^ c e r t a s s i t u a c o e s e s p e c i a i s que r e q u e r e m d i a g n o s t i c o i m e d i a t o .
A G R A D F C I M E N T O S D e s e j o a g r a d e c e r ao Dr. S e v e r i r i o B e z e r r a de Car v a l h o p e l a sua i d e i a i n i c i a l a e s t e p r o j e t o , e ao meu s u p e r v i s o r Dr. P e t e r R o b e r t M e t z p o r sua o r i e n t a c a o . lambem a g r a deco a o s D r s . K a r c e l o B a r r o s e M a r i a J o s e de A s s i s p o r a l g u mas v a l i o s a s s u g e s t o e s . S i n c e r o s a g r a d e c i m e n t o s ao P r o f . Jjo se I v a n Carnauba A c c i o l y p o r sua e o l a b o r a c a o d u r a n t e a p r e p a r a c a o a e s t e p r o j e t o . P o r f i m , e x t e r n o ,aq.ui m i n h a g r a t i d a o a F a c u l d a de de M e d i c i n a de Campina Grande e ao C e n t r o de C i e n c i a s e T e c n o l o g i a da U n i v e r s i d a d e F e d e r a l da P a r a x b a p e l a a i u d a f i n a n c e i r a que t o r n o u p o s s i v e l a r e a l i z a c a o do p r e s e n t e t r a b a l h o .
= 111 =
f l D I C E GERAL
SUIIA'RIO FiGIHA
i . n m o n j Q A O i
A . Pap e l do Zri-erJheiro Bio-.acdico 1 B. A E e c e s s i d a d e de u n Sensor C a r d i a c o P o r t a t i l . 2
C. B r e v e B e s c r i e a o do I n s t z ^ n e n t o C o n s t r a i d o .... 3
I I . E I S T R O C A H B I O G R A I ^ ( E G G )
^A. F o n t e E l e t r o - o u f m i c a de V o l t a r e n
B. C a r a c t c r a c t i c a s das F o r n a s de Ondas EC'
1 ) F o r m a l . 2 ) A n o r n a l 8 8 1 1 1 1 1 2 I I I . COKSIBERAQCES BE FEOJETOS 1 6 A. C a r a c t s r i s t i c a s do S i n a i de g n t r a d a 1 6 1 ) S i n a i Besejado 1 6 2 ) Eaido 1 6 B. C a r a c t e r i s t i c a s dos B l e t r c d o s 1 ) P o t e n c i a i s de U e i a — c e l u l a a ) I t l e t a l P u r o "b) S a l M e t a l i c o , 2 ) I n p e & a n c i a J L S 1 3 1 9 2 0 2 0 1 7 . P R 0 J 3 2 0 E COlTSTHJgAO DD I H S T H J I S - — i r , 2 3
= i v = A. E g p o c i f i c a ^ 0 3 s . . 23 B. P i • -rar.a en T l o c o do C i r c u i t o 23 0. ^ o s . i l t x d o s do Pro,jet o . 27 1 ) 32.et.rodo 27 a ) l a t e r i a l 27 b ) Tananho e Porna 27 2 ) E s t a g i o s de A n p l i f i c a d c r e s 27 a ) B s t a a i o de S n t r a d a c o n T r a n s i s t o r PET .. 27 b ) E s t a g i o de s a i d a c o n Circuit© I n t e ~ r a d o . 30 3 ) E s t a g i o de T o n a l i d a d e de A u d i o en P. I * 3 1 a ) O s c i l a d o r e s 3 1 b ) L n s t u r a d o r 3 1 . M- J i J I S p J L c l J . . . . . . . . . i _J_j a ) " e d i d o r , 33 s b ) A u d i o f o n e 34 5 ) P o n t e s de A l i m e n t agao 34 a ) B a t e r i a s . 34 b ) V e r i f i c a g a o 36 B. O r e r a c a o de I n s t r v - . i e n t o e A r'ust-r.ento 36 1 ) Operacao 36 a ) V e r i f i cacao de B a t e r i c 36 b ) L o c a l i z a c a o s o b r e o T o r a n 36 2 ) A j u s t a m e s t o 36 a ) c:-!5H -.. r . 7 7 7 . . T . . r . . T T . . r . . 7 . . . T Y . 7 7 7 . r . ~ 3 6 " b ) P r e q u e n c i a s do O s c i l a d o r 37 V. COITCIFSAO 39
= v = v i . APi::jiG2 AO A . Ana U s e 1 r e r a l do C i r c u i t o j i o n m l i f l e a d e r . . . B. S t a o a s do P r o i e t o do Sensor C a r d i a c o 1 ) E s t a g i o de E n t r a d a a T r a n s i s t o r de E f e i t o de Campo (PET) 2 ) E s t a g i o de S a i d a de C i r c u i t o I n t e g r a d o a ) ^ i r c u i t o I n t e g r a d o A n p l i f i c a d o r B i f e r e n c i a l b ) A Bscolha de Conponentes C. Bados de R e f e r e n c i a 1 * RB. 1 - E l e t r o d e s n e t a l i c o s oonun e seus p o t e n c i a i s SB. 2 - Os p a d r o o s vUS p a r a a n p l i f i c a d o r e s EGG- . RD, 3 C a r a c t e r i s t i c a 3 de f o n t e s b i o p o t e n -c i a i s RB. 4 - C a r a c t e r i s t i c a s do s e n s o r c a r d i a c o
RD. 5 - Bados do Ondas EGG
RB. 6 - Resposta en P r e c u e n c i a do Sensor C a r d i a c o ,.. RB. 7 - i d s t a de - a r t e s e l e t r i c a s 40 46 46 64 64 66 67 67 6S 70 7 1 72 73 75
= V I = LISTA BE PIGU3AS P i C . 1 0 1 -CO "tenia ao P r o i o t i o o do Sensor G a r d i a -P i g . 1C2 - V i s t a I n t e r n a de -P r o t o t i p o do Sensor C a r d i a c c P i g . 103 P i g . 2A1 -V i s t a do Sensor C a r d i a c o e n uso
As HelaC'C-es e n t r e a Acao *4isG'olar e o 3iopo_
t e n c i a l
P i g . 2331 - Porna de Cnda de E l e t r o c a r d i c r a n a I T o r n a l .
P i g . 232 - Segnento S-T d e p r i m i d o d e v i d o .useuxo Car
d i a c o E a n i i i c a d o P i g . 233 Easao da Onda S a 2 A n o r i a l d e v i d o ao A l a r -g a n e n t o de u n Lado do Coraoao V P i g . '2B4 - Q H 3 P r o l o n g a d o d e v i d o a P a l t a de Conduoao do I n p u i s o no 3 i s t e r n a P u r l z i n i e P i g . 236 -P i g . 235 - B a t i d a s A t r i a i s e V e n t r i c u l a r e s B i s s o c i a d a s d e v i d o ao B l o q u e i o C a r d i a c o B a t i d a P r e n a t u r a d e v i d o ao Poco I r r i t a v e l n o Coracao C i r c u i t o E q u i v a l e n t e In^pedancia do E l e t r o d o v e r s u s A'rea do E l e t r o P i g . 3A1 P i g . 3B1 do P i g . 4A1 P i g . 4A2 B i a g r a n a en B l o c o do Sensor C a r d i a c o - B i : E s m e n a t i c o do Sensor C a r d i a c o
Pi.2. 4A3 - C i r c u i t o de Llodulaoao en P r e q a e n c i a
Porna de Cnda EC! e H e l a t i v a L e i t u r a no G-al
v a n o n e t r o C i r c u i t o de P r o t e c a o do E e d i d o r P o n t e de P o t e n c i a e C i r c u i t o L l e d i d o r Curva da B e s p o s t a de P r e q u e n c i a do B i o a n p l i f i c a d o r P i g . 4A4 P i g . 4A5 P i g . 4A6 P i g . 437 -6 i 10 1 1 12 13 13 14 15 17 22 24 26 32 33 34 35 3 3
P l £ . F i g . P i g . 6A1 1 _ P i g . 2 -i I S • ^ L g . P i g . P i g . I 5 -> • ^ 3 4 -535 Oi-O — Oil I P i s . 6™- 1 — 631C A : r l i i a c a d o r 3 i * s i c o D i f e r a n c i a l 40 Deconposicao dao V o l t a r e n s de P n t r a u a 4 1 vi r c u . i t o P a r a A n a l i s e do " o n t o Q u i e s c e n t s 42 C i r c u i t o Para Y o l t a g e m de I a do D i f e r e n c i - 43 a l 13 C a r a c t e n s t i c a de T r a n s f e r e n c i a o a r a u n PPT c a n - l - I T em f u i i c a o da t e m p e r a t u r a .... 45
(a,- - Pmtrada a PPT com r e : l i m e n t a ^ a o
do modo comum (To) - I l n t r a d a - PPT em
cascode 52 C i r c u i t o S i . a p l i f i c a d o da * ' i g . 3A1 53 P s t i g i o de e n t r a d a a PPT 54 C a r a c t e r i s t i c a s y j do PPT 56 G e r a d o r e s de r a i d o de a m p l i i i c a d o r 59 C e r a d o r de c o r r e n t e ^ p o n s t a n t e ( a ) c i r c u i t o ( b ) p o n t o de ogeragao s e l e c i o n a d o em 1 ^ V « T0a • • • • • • 6 2 S e g u i d o r do e m i s s o r 63 C i r c u i t : IC 65 A n a l i s e do c i r c u i t o de r e a l i m o n t a e a o . . . 66
= 1 = " • T ^r~; *"» o - de d e t e c t o r , r e g i s t e r ;.o c o r a o h.v.::ar-0 • l a r t a n t o ind^' p ^nv,^n" *rt 1 i ^ r * n - , T * , i ^-P':Q O ' ^ v < c^e j J ^ ^° ^ ^ c ^ * ^ * " e t ^ r ^ s — t i c a s e s n e c i a i s dos s i n a i s b i o n o t e n c i a i s . Os b i o a o t e n c i a i s e sao o n " i n a o i o s no a or. sn aoo^n os o r ~ arm s ~ o s v ^ v o s
T^el? 2 t !2 Vi:'7ad° do^3 SC T1 30""0s do
?i ctp^n e**rtrvos0, mi? ^c l o s e 2?^^vos« s b i o n o t e n c i a i s
nos oodcm v s n s r assds os ^evenaos 3Xe t r o — ^ u m a c c s de ixma c ^ l ^ l ^ s ^ — a l ^ r 0 - ^ 0 aca.elos cnusados ^ g i ^ a t i v i ' l a l '3 de 'J''"
i t OS c e l u l a r o s t p t s como 0 c e r e o r o on t ec 1 ao
v a n os s i n a i s i D i o r o t enc l a i s _ t s s . 0 e I s t r o c a ^ d i ~ r nr- (HOG") e u s r e m i s t r o do a t i v i d s d e
e i o t r i e r do c^raaao • o •~2-atroence~r'a!c~r~m".a ^221) da v o l t a
-ic v.loo: 0 e l r a n no c e r e b r o ' o s I s t r o m i o a r : ( ' j . . 7 1 ^ aos
t r o o c u l o g r a n a (101) doc o l i o s ; e o e l e t r o r e t i n s grama das r e s n o s t a s "da r e t i n a a Iv.z.
0 s i n a t r u m e n t o' os r o t e r c a a i s acima c i -t a d o s "^r e o i a ^ r de 2 i . f i c a r , o r ? 2 ^ — • r c ^ r i a l o s• Os e e ^ a i n t e a r e q u i s i t e s sao carinas a t o d o s : ( 1 ) . 1 c a g a e i d a d e i ^ c ^ ^ n ^e r ^ t ^g r a~-~*s "^ndican^o u i s i t o ooas T n ^ r * ^ <=. I C T noc o com1 v w — '-' —- — t_ — V
( 2 ) . Uma a l t a i m p e d a n c i a de e n t r a d a , d e v i d o a s a l t a s i m p e d a a c i a s da f o n t e .
( 3 ) . A c a p a c i o a a e de a m p l i f i c a r s i n a i s na f a i x a de
f r e q a e n c i a s de 0,5 Hz a 50 Hz (RD 3 ) .
"os ca.aos ':'. a rune a o c a a*d 1 a e a,
n* 13t a T»"r ^_ *~ ° 0 U S J c' ~: V ^ " a ~ C o T p Q. p ~ ~ x A 10 - j "I Q r, ,^ Q - r p g cz. ~^ p ocor~*c'1 a no c^-v*'~ cao. a a i s c x s o s , urn c e n s o r C a r d i a c o - ^ 1 > de s l a c i l manuseio, caaas c v i d a d e e l e t r i c a lo c o r a a a o s da p o d e r i a o f e r e o e r a :.ar-aa d\o t o : ^ is + ~f* r; y» c -f a r j 5 "»-\ *-v r o A c ^ C ' - . y a n o r t e reo? a n a . 0olooa"c;o-se ur o e s s s r i i o , n o a e r — s e — a a o c s e r v a r ua de onaa p Q g r > 2 J_o T* ^ T C — Q q T1-: CU ~! ^ p Go v ,-)C t0r ^ 3 1 1 0'~ 3 0""" a t e r s . i r a l t>ioo de onde o a r o b s f o s s e c c l o o a d o s o t r e i d e r i a n ' sar. i : o t o : f rt pi p ft"L"">'i r "5 - * 1 —• ^ w> — J - O ' ^ .caaos n e i o s a. ova— c e n t o s ao o o i i t e i r o ao iae-:.ivor eat r a v e v i s i v e l na f a c e do instrument© e os moviraen ] t a i cr^me-'^t • os d'"* ; r a a a r e n t c s . A s s i ;os do n o n t e i -r o a n a i c a -r a a m cesso de f a z e --j , estij.o paarao, no v e r a a r e c e s s a p a d r a o ( t a i s como supados <^Q ~ H ~. ^ - ^ T » P p r i V""1 n P e p j c o j ~ o -a- urn l e t r o a o e c o l o c a a a o L° s t e-^^• e r i a o b t i a l o i m e d i a t a m e n t e t a n n a i s ) . 0 el-.trocardiora'ama t o do c o n t a t o a i r c t o c o n a p e l s do a a c i e n t e ca~o c a n i s ^ u x r c ^ ^ c i o — SQ ^ ^ Pr:e ^ s d^ - - J
p a r a se o b t e r una forzaa de one] a ISO, p o r en o novo i n s t r u
-n e -n t o , d e -n o -n i -n a d o Ce-nsor C a r d i a c o , p o d e r i a f o r -n e c e r ur-n.
ECO en zaenos de t r e s segundos, o que e s t a b e n d e n t r o da
fcargen de s e g u r a n a a . 3e o p o n t e i r o do' n e d i d o r do Sensor
p o r t a t i l nao se c o v e s e e , i s t o s i g i i i f i e a r i a que a a t i v i d a dc c a r d i a c a t e r i a p a r d o , e o p a c i e n t e d e v e r i a s e r n a s s a -'geado o n a i s r a p i d o p o s s i v e l . 3e o p o n t e i r o i n d i c a s s e un c o d e l o de f i b r i i a e a o v e n t r i c u l a r , a a p l i c a c a o de urn r a p i d o c o n t r a c oque s e r i a a p r o p r i a d a . Se o p a c i e n t e t i v e s s e f a l l i a no s i sterna r e s p i r a t o r i o , o n e d i d o r a i n da a c u s a r i a a t i -v i d a d e n o r n a l no c o r a c a o . v \ C. B r e v e B e s c r i c a o do I n s t r u n e n t o C o a s t r a i d o . ^ \* 0 Sensor C a r d i a c o a t u a i c e n t e c o n s t r u i d o e u c d e t e t o r de s i n a l b i o p o t e n c i a l v e r s a t i l , c o c p a c t o , p o r t a t i l e c o n s u — p r i n e n t o a b a t e r i a. . ( p i l h a ) , o c u a l e capaz ae i n d i c a r a a t i v i d a d e do c o r a c a o , o b s e r v a n d o a foaaaa de onda, a t r a v e s de um o s c i i o s c o p i o . 0 s i n a l de s a i d a node s e r v i s t o do u n g a l v a -n o -n e t r o ou o u v i d o p o r i -n t e r -n e i i o de a u d i o l o -n e . A s a i d a p a r a o a u d i o f o n e e u n t o n de a u d i o de f r e c u e n c i a n o a u l a d a , c o n t r o -l -l da p e -l a f o r c a de onda do 1C1.
A~~rcsiz troncia de e n t r a t l T l o s e n s o r ~e~de~25 negoTLa7
e n q u a n t o cue a banda n a s s a n t e e de 0,6 £.3.000 l i s . r a s a o
•de r e i e i c a o de nodo c o a u n ae 74 db e c o n s e g u i d a, p a r a os
s i n a i s na c o n a f i g i r a o a o do n o l o badanceado.
Coco una conodidade. a c a i s , ao p i l l a s i n t e r n a s p o d e n
s e r r a p i d a n e n t e t e s t a d a s c o n a a.iuda do aaedidor e n i s t e n t a no
= 4 =
D e t a l h e s e s p e c i f i c o s s o b r e a operagao do d i s p o s i t i v o
sao dados na secao I V - D - 1 .
1 '
= 5 =
•Pig. 1C1 - VISTA EXTERNA EO PROTO*TIPO DO
SENSOR CARDIACO NOSTRANDO A COEPIGURAgAO
= 6 =
F i g . 1C2 - VISTA INTERNA DO PROTO*TIPO DO SENSOR
CARDIACO IIOSTRAEDO OS QUADROS DOS CIRCUITOS.
F i g . 1C3 - VISTA DO 3EES0R
I I - EL2TR0CAEDI0GRAI.IA (EGG)
A. Fonte l l e t r o - q u i m i c a de V o l t a r e n ( F i g . 2A1)
As c e l u l a s c a r d i a c a s , coaio o u t r o s t e c i d o s m a m i f e r o s
e x c i t a v e i a , t e a uma composicao i o n i c a i n t r a c e l u l a r que d i
f e r e d a q u e l a e n c o n t r a d a nos f i u i d o s e x t r a e e l u l a r e s . P a r a
nossa c o n s i d e r a c a o , os i o n s mais i m p o r t a n t e s sao o s o d i o
( N a+) e o p o t a s s i o ( K+) . As g r a n d e z a s r e l a t i v a s das c o n
-c e n t r a t e s d e s t e s i o n s sao i n d i -c a d a s p e l o s tamanhos dos
s i m b o l o s na i l u s t r a c a o ( F i g . 2 A 1 ) . C o n c e n t r a c a o n o r m a l i n
t r a c e l u l a r de Na e aproximadamente t r i n t a vezes menor que
a c o n c e n t r a g a o e x t r a c e l u l a r , e, p o r causa d e s t a d i f e r e n c a
e como a membrana r e s t a n t e e m a i s p e r m e a v e l a E+ do que
a N a+, a membrana da f i b r a \ r e s t a n t e e s t a p o l a r i z a d a . A
g r a n d e z a ( m o d u l o ) da p o l a r i z a g a o (o p o t e n c . i a l r e s t a n t e da
t r a n s m e m b r a n a ) pode s e r medida i n s e r i n d o um m i c r o ' e l e t r o d o
d e n t r o da c e l u l a e medindo a d i f e r e n c a de p o t e n c i a l a t r a
-v e s da membrana. I s t o e m o s t r a d o e s q u e m a t i c a m e n t e t a n t o
com a v o l t a g e m r e g i s t r a d a (-90 mV) como com o t r a c a d o
do o s c i l o s c o p i o .
Com o i n i c i o da e x c i t a g a o e x i s t e uma mudanga n a
p e r m e a b i l i d a d e da membrana que p e r m i t e os i o n s ITa+ com
c a r g a p o s i t i v a moverem-se r a p i d a m e n t e p a r a b a i x o do s e u g r a d i e n t e e l e t r o q u i m i c o , a t r a v e s da membrana e d e n t r o da f i b r a . E s t e i n f l u x o r e p e n t i n o de c a r g a p o s i t i v a , c a r r e g a -do p o r N a+, na v e r d a d e i n v e r t e o p o t e n c i a l da transmembra na de modo que a p a r t e i n t e r n a se t o r n a 20 a 30 mV m a i s p o s i t i v a do que a p a r t e e x t e r n a . A c o r r e n t e de N a+ p a r a o i n t e r i o r e r e p r e s e n t a d a a q u i p e l a s e t a g r a n d e ; a mudanca r e s u l t a n t e no p o t e n c i a l da transmembrana e m o s t r a d a no t r a
go a s c e n d e n t e ( f a s e 0 ) do t r a c - d o l o o s c i l o s c o p i o .
De-p o i s da e x c i t a c a o e x i s t e am De-p e r i o d o de d u r a c a o v a r i a v e l
( f a s e s 1 e 2 ) quando o p o t e n c i a l da membrana permanece pr/o
ximo de z e r o . B s t e p e r i o d o , f r e q u e n t e m e n t e d e s c r i t o como o " p l a t e a u " do p o t e n c i a l de acao da transmembrana, r e s u l t a de um d e c r e s c i m o na p e r m e a b i l i d a d e de Na e K . Subsequen t e m e n t e , a r e p o l a r i z a c a o ou a r e s t a u r a c a o do p o t e n c i a l res t a n t e n o r m a l , o c o r r e d e v i d o a um a u n e n t o en p e r m e a b i l i d a -de -de K+ e um e f l u x o de K+ das c e l u l a s . A f a s e de r e p o l a r i z a c a o r a p i d a ( f a s e 3 ) e s e g u i d a de um p e r i o d o de um p o -t e n c i a l r e s -t a n -t e e 3 -t a v e l ( f a s e 4 ) a -t e a chegada da onda s e g u i n t e de e x c i t a c a o . ^ P a r a m a n t e r os g r a d i e n t e s de c o n c e n t r a c a o n o r m a l p a r a e s t e s i o n s , um s i s t e m a de t r a n s p o r t e a t i v o , f r e q u e n t e
-mente denominado "bomba", deve e x p e l i r o s o d i o que e n t r o u
e bombear p a r a d e n t r o uma q u k n t i d a d e e q u i v a l e n t e do potas_
s i o . A bomba e s t a r e p r e s e n t a d a p e l a r o d a com p e d a i s . Os
m e d i c o s c i e n t i s t a s a i n d a nao e n t e n d e r a m exatamente como o
CO F i g . 2A1 - AS RELAC033 ERTRS A A CAO MUSCULAR E 0 EIOPOTEITCIAL mv MILIVOLTS - ?A) - 40 - 60 - no -100 FLUIDOS DO CORTO FORA DA CtiLULA I.TETTDIUNA CELULAR CITOriASI-IA ITErUHAHA C E L U L A R FLU I DO 3 DO CORTO. FORA DA CivLULA ACAO - X . 0 POTEECIAL 'DA A£AO REPOUSO h + + + + +
ESTADO EM DESPOLARIZAQAO ESTADO REPOLARIZAQAO E3TAD0 EM RET0U30 RET0U30 DE3P0 LA RIZA DO
RESTAURAQAO DO + | y 4- EQU1LIT3RI0 IONIC 0
K...
K
Na
+K
+Na
+ ( - i .( . | - j | + 4 4 . + 4 + K+ NaK
+Na
+= 1 1 =
B. C a r a c t e r i s t i c a s das F o r m s de Onda3 SCO- •- '
Um e l e t r o c a r d i o g r a m a e um r e g i s t r o g r a f i c o dos p o t e n c i a i s e l e t r i c o s p r o d u z i d o s p e l o c o r a c a o . Como t a l , e um i n s t r u m e n t o m u i t o i m p o r t a n t e p a r a a v a l i a r a c a p a c i d a d a do c o r a c a o em t r a n s m i t i r 0 impulso c a r d i a c o . Quando um i m p u l
so caminha s o b r e as f i b r a s do musculo do c o r a c a o , a c o r -r e n t e e l e t -r i c a g e -r a d a p e l o f l u x o dos 10ns penet-ra nos f l u i
dos v i z i n h o s , e uma pecuena p a r c e l a de c o r r e n t e r e a l m e n t e f l u i a t e a s u p e r f i c i e do c o r p o . Ao c o l o c a r - s e e l e t r c d o s
s o b r e a p e l e na d i r e c a o do c o r a c a o ou s o b r e q u a l q u e r um dos l a d o s do c o r a c a o , e c o n e c t a n d o - o s a um i n s t r u m e n t o re_ g i s t r a d o r a p r o p r i a d o , 0 impulso gerado durante cada b a t i -da 'do c o r a c a o pode s e r r e g i s t r a d o .
= 12 =
A c u r v a r o t u l a d a "p" e causada p e l a c o r r e n t e e l e t r i
ca e s p a l h a n d o s e p e l a s u p e r f i c i e do c o r p o ouando o i m p u l
-so passa a t r a v e s dos a t r i o s . As c u r v a s marcadas con "Q" ,
"H" e "3" sao causadas p e l a passages! do i m p u l s o a t r a v e s
dos v e n t r f c u l o s , e a c u r v a "T" e causada p e l o r e t o r n o de i o n s p a r a d e n t r o da f i b r a do m u s c u l o v e n t r i c u l a r no f i m do p e r i o d o r e f r a t a r i o . ( 2 ) . A n o r m a l . Com as a n o r m a l i d a d e s c a r d i a c a s das va r i a s doengas, o e l e t r o c a r d i o g r a n a e f r e q u e n t e m e n t e d i f e -r e n t e do n o -r m a l . m a l da c o r r e n t e e l e t r i c a do c o r a c a o e n t r e as b a t i d a s do
c o r a c a o . Em g e r a l , i n d i c a danos nas membranas das f i b r a s
do m u s c u l o v e n t r i c u l a r , o que frequent'emente o c o r r e
= 13 =
V S
/-—-/-—- ' I:::I.:j • :
/-—-i ;•••!- i |
- -.! J , .. ' .I'
• \ : ;•s
.; • I •t " 1— i:"::|i.:HL•H—
rrr -r- -ry
i 1 -I . h , b i r di Razao da onda 3
a R anormal
de-vido ao
alarga-uento de un
la-do la-do coracao.
A .fig. 233 ilustra una onda QR3 anormal com
excessi-ve alargamento da onda S e estreitamento da enda R. Isto
e causado pelo alargamento de urn lado do coracao, que fas
fluir roais corrente dacuele lado do que do outro.
' T — — ' 1 ' :T- ; , j - ~ . . V - ; - • - - : r : -: . . . - : . - . ! . . ; : —j J
K
: " : T l * " J l : r ^ -I • - - • • ::T; i . i l » • i -: •p f-•! •
:
Pm
i / :-; i — t i ' : • - . . : . . . r . 1 -••— — - i1
r
* - p - • . L -. .:— —1
:! .;• 1^:- : :
i— —1
i-
S i d : :'. ' . - \— —1
Fig. 2B4
QRS prolongado
devido a faita
de conducao do
impulso no sis
teca Parkinje.
Q • 9
A fig. 234 nostra o que se encontra nuina pessoa que
ten o sistena de Furkinje parcialnente bloqueado. Keste
caso, o inpulso e transmitido atraves dos ventrfculos tao
lentanente que o conplexo QRS dura tn periodo prolongado
de tempo e tanben desenvolve una forma anormal.
A fig. 235 ilustra o efeito de bloqueamento do tapul
so no feixe A—V. Embora as ondas cardfacas ocorram
regu-larmente, nao ha una relacao definida con as ondas "p" ,
sendo conpcnsadas como mcstrado na fig* 235. Isto signifi
ca que os atrios estao pulsando numa taxa natural de
rit-mo do no S-A, enquanto os verioriculos assumem sua propria
taxa ritmica.
Einalmente, a fig. 236 ilustra um registro, indicado
pela seta, de una batida prematura do coracao. A unica
anormalidade aqui e cue o impulso ocorre imediatamente
a-pos a ultima batida do coracao. Isto e normalmente
causa-do por um coracao irritavel resultants de fatores como o
fumo excessivo, muito cafe, bebida, ou falta de sono.
- Um estudo dessas figuras mostra como varias anormali
dades das fungoes do coracao podem ser descobertas atra
-ves dos registros eletrocardiograficos, e cujo
diagnosti-' f M
co e deserjavel para todas pessoas doentes do coracao. '
= 16 =
'•-5-III - OONSIDEaAQOES DE PHOJSIO
As especificagoes para o projeto de anplificadores bio
potenciais sao determinadas pelas caracterfsticas do sinal
e pela aplicagao. As caracteristicas do sinal consisted de
fatores, tais como nivel, ruido e largura de banda. A aplica
gao influencia todos estes fatores e irapoe outros U n i t e s
de aistorgao, linearidade e estabilidade do ganho.
A
• C^racteristicas do Sinal _de_E_ntrada
1) - Sinal Deserjado •
Referindc-acs a fig. 3-^1 que nostra um circui
to equivalent e para to do o si sterna, nos vemos (RD-3) q,ue o
sinal do niodo aiferencial e da^orden de
300 a 5000 uV p.p.
e e acompanhado, inf elizrnente, por am sinal de no do com urn
(CM) que poae ser maior varias oraens de grandeza. 0 sinal
de nodo comum indesejado, cujos componentes serao explicados
posteriormeate, irapoe ^ue o primeiro estagio do amplificaaor
aiferencial tenha uma graade razao de rejeigao de modo comum
(CMRR).
2) - Ruido
A fonte de tensao de node comum, mostrada na
figura 3A1, represents os sinais espurios, ou "ruido'
1. (As ye
zes, os sinais estranbos nao sao sempre ae no do conum em sua
totalidade, e podem aparecer como sinais de modo diferen
cial. Tais sinais sao causaqos por novimentos do corpo,
CORPO
e /2
e SINAL BIO
3 —
POTENCIAL
e "ARTIPACT"c +
CAFACITANOIA DA TELE
INTERFACE El IT RE
ELETRODO E PELE
ALITLIFICADOR
BIOPOTENCIAL
E = E - K Loc(;.;) I
1
POTENCIAL DE LISIA- I Z
RE3ISTENCIA DA PELE
1 C ]^
L U^ DO ELETRODO
• V 113
^\A-—|(-AA—
O U 3 1 K A I m fa RESIST£i!CIA"DE
r - n n r * n r v T T T T _ — « -n DnuiiTT.TT>TTIA T>IP
I
J.IOBO COI.JJI.I
'c PROFUITDIDADE
DO TECILO
Zc
i "PELLET'" E RE3I3 j
Z12
= I r^
2 D ;>
i : C IA DE
•ENTRADA DIFERENCIAL
i TETJCIA "GEL"•II-iZ , Z =II.TEDAi:CIA DE
; 3J 5 ;.;odo COI.UM.! C OLD LI '
Fig. 3A1 - CIRCUITO EQUIVALENTE
Projetos equivulentes para a medida do tipo de biopotencial deve conciderar
a3 interagoos causadas pela fonte do biopotencial - o corpo - e a interface
(5)
do elotrodo e as caracteristicas do aaiplificador.
— i u —
mm
respiragao, contragao muscular, etc., e muitas vezes podem
tornar-se insignificantes quando o paciente permanece num
estado de tranquilidade).
0 maior problems, com o C 1.7 e a interferencia da li
-nha externa de energia (60 Es) na interface dos eletrodos.
Sua voltagem pode alcangar ate 600 mV.p.p. A
interferencia de 60 Hz via modo aifereninterferencial nao parece ser um pro
-blema serio.
-
. i
.i
Uma outra fonte de "ruido" e causada pelo chamado
potencial de meia-celula (ver segao III. B . 1 . , para uma
discussao sobre potenciais de meia-celula). Idealmente os
potenciais de meia-celula formados em cada eletrbdo se
cancelam, as perturbagoes na distribuigao ionica proximo
aos eletrodos metalicos podem produzir diferengas de v o l
-taren, d-c tao grande quanto os biopotenciais ou mesmo mai
ores. 0 uso de um amplificador a-c contorna facilmente e_s
\ . I
te problema particular.
B . Caracteristlcas dog Eletrodos
1) - Potenciais de l.Ieia-celula
Um metodo popular de construir eletrodos e usar um
metal puro, geralmente a prata.
mas, deve-se notar que a combinagao eletron-tecido
forma uma bateria eletroquamica de meia-celula que produz
= 19
-una diferenca de potencial entre o eletrodo e o tecido
e-piteliai. Este yotencial e nenor que 1 volt, nas
ocasio-nalnente pode alcancar ate 3 volts ( RD-1).
0 fenoneno eletrocuimico pode ser explicado teorica
mente pela equacao:
i:
= + e~ (i)
LI = concenfcracao de ions metalicos na interface
e = numero de eletrons.
0 potencial do eletrodo e una fungao logaritmica da
concentragao de ions netalicos, cono descrito pela
corJae-cida equagao de ITernst:
1 '
E = E° + RT/E log (K ) (2)
V
E = potencial observado
E°= potencial padrao para a meia-celula
R = Constante universal dos gases
T = Temperatura ' (Absoluta)
F = Coulombs por equivalente (numero de Coulombs
necessarios para uma reagao, envolvendo un gra
ma do peso atomico do elemento).
LI
+= concentracao de ions metalicos (em moles)
(a) Metal Puro: Se o eletrodo e de prata, a equacao
t o m a - s e :
E = 0,800 + C,059 log (Ag
+) Volts, a 25°C .... (3)
Iva pratica, o primeiro termo da equacao, E ° ,
cance-laria com o termo equivalente para o segundo eletrodo,de_s
de que qualquer medida requeira duas conexoes em serie .
Teoricamente, o instrumento mediria uma diferenca de poten
cial nula entre dois eletrodos identicos cclocados na pele.
Entretanto, nuitos fatores, tais como decbalanceamento da
resitcncia de 3ontato e pressao, podem produzir voltarens
variando de urs poucos microvolts ate 20 milivolts d-c.
j
0 eletrodo de prata usado neste exemplo e irrealiza
vel. Tal eletrodo nao alcangaria un potencial estavel
co-nhecido porque a ausencia de ions-prata no corpo humano
impede o termino da reacao predizivel descrita pela
equa-cao (2).
(b) Sal metalico: G lore to de prata, e fracamente so_
luvel e permanece em equilibrio como solugao saturada. A
equagao para um eletrodo de prata-cloreto de prata e: •
Ag + C l " = AgOl + e~ (4)
A concentragao de ions prata e dada por:
(Ag
+) = Zs/(C1
+) (5)
\
onde Us e o produto de solubilidade para o Cloreto de Era
ta. A ecuacao do potencial eletrico entao torna-se:
E = -0,22 + 0,059 log (Cl~) volts.
Com o uso de Cloreto de Prata (AgCl), o potencial e depen
dente da'presenga de Cloreto no corpo e entao e prsvisivel
e capas de alcsngar um valor estavel conhecido.
2) - Impedancia
Pa fig. 3A1, o modelo do corpo consists de elementos
EC paralelos, representanao resist, eneia da pele, resisten ,
cia de penetragao do tecido e capacitancia. 0 valor dos
parametros variam largamente de pessoa para pessoa e cs va
lores nao sao estaveis com o tempo. Se o material do
ele-trodo e cuidadosamente escolhido e uma'boa preparagao da
pele e levada a efeito, a impedancia entre a pele e ele
-= 21 -=
trodo pode ser reduzida a um valor muito aenor que 1 C
1 2const-ante de alg-omas referenda.: (6).
x = sen preparacao da pele
• = con jreparagao da pele
50 40 30 20 10 5 -0 _ 0.0! X. _L 3 D A -/J ^/v't, X /ill— 1722 D E T::D7E::IIT E L S T B O D O
Ar/Ag21
1 * m i *» k-"I
)D0. itrt v
AP
O R pHicglo i I : i ' i i C A B 0 I E S S , E 0.1LI ABULT0
0.5 1..' ! A'RBA D O D L E 2 P X D 0 cm2. 10Pig. 3B1 - Lnpedancia do eletrodo versus area do ele
2 _
trodo (cn ) . Para eletrodos de Cloreto de x-rata, a re
lacao er.tre a inpedaacia e a a'rea do eletrodo, e
nos-trada acina.' A figura ilustra a importancia da adequa
da preparagao da pele
V k >'
I
= 23 =IV - PR0J2T0 S COlTSTHJCjlO DO H73TRTJI!EI^?0
A« Bspecificaooes
3* muito importance cue amplificadores e
eletro-dos sejam projetieletro-dos com cuidado. De node a . se otter
bom desempenho eletrico do instrumento projeta&o, este
deve satisfazer as seguintes especificaooes:
1 ) Grande razao de rejeicao de no do conun /
( > 6 0 d B ) .
2) AIta inpedancia de entrada (> 20 megohm).
<j * 3) Larga faiza de voltagem de no do conun
( > 5 0 0 n V ) .
4) Pequeno desvio 'termico, pequeno "offset v o l
-tage " ( -50°C a *§0°C).
5} K m i m a figura de ruado.
6) Paixa inpedancia de saida.
7) Bandapassante de 0,5 a 500 E z .
3 . Dia ~rama en 31oco do Circuits
0 diagrana en blcco do Sensor Cardfaco e nostra
do na Fig. 4A1. C prineiro estagio e um amplificador
diferencial F3I. 2* seguido de dois seguiaores de
emis-sor para f o m e c e r sinal ao circuito Integra do (IC). 0
IC conte'm tres estagios adicionais de amplificagao. 2res
saidas sao fomecidas: uma, a um miliai-perametro dc; ou
tra, a um osciloscopio opcional, e a terceira e uma ea_f
da audivel, dada pela diferenca entre a frequencia fixa
de um oscilador e a de um VCO (oscilador controlado a
voltagem)._ A frequencia do VCO e controlada pela volta
gem do EGG.
EL.iTR0D03 DE PRATA !
DIOIOTENCIAIi
OARDIACO
JAGUE
AUXILJ.AR
E U T R A D A P A R AOUTROS
DIOrOTEiiCIAISL+9vJ_
A I ' P L I P I G A D O R P I P E -R E N C I A I P E T ( D A ) BFV/ - 1 0 S E G U I D O R D E EI.1I330R S E G U I D O R D E ,EI.II330R
- y455 Kite
oso
v.c.o.
456 Kite
rARA
0 S 3 I L 0 S C 0 P I 0 GALVAi:0:.3TR0 I.1EDID0R D E F R O T E C A O I.'ISTU-R A D O I.'ISTU-R K F I L T R O P A33A
P A I X AII
A U D I O F O : ; E0 sinal de saida do IG aplicado ao estagio 7C0
e ao circuito nedidor, e projetado para 3 (tres) volts
pico a pico. Dessa f o m a , o ganho total do sencor car
diaco deve ser naior cue 3000, para um sinal de entrada
tipico de 1 raV.
0 segando estagio e urn. circuito integrado do
aaplificador aiferencial. 0 ganho do estagio de entra
da e nantido baixo, para pernitir ao anplificador
ope-rar con gr^ndes "electrode offset voltages" e una gran
de rasao de rejeicao de nodo conun. Da consideracao a
cina, o ganho do estagio de entrada e projetado para
8,-e o do circuito int8,-egrado 8,-e aproxinadan8,-ent8,-e 440. D8,-ess8,-e
nodo, o garaio total do sensor cardiaco e 3520.
V
A resistencia de 'fonte do IG deve ser pequena,
de nodo a nanter baixo o niado na saida. cono
observa-•V1
do da curva ruido na saida versus resistencia de fonte
do IC. 0 estagio de entrada, no entanto, necessitauna
alta resistencia de carga. Dessa forna, sao .necessa
-rios dois estagios seguidorss de enissor Q„ e Q , para
o casanento de inpedancias entre a saida do F3T e
en-trada do estagio IG que o segue.
e usado cono fonte de corrente constante pa
ra o anplificador aiferencial a 222, con o objetivo de
obter neliior CHE3 (rasao de re;
:eigao de nolo conun).
Fig.4A2 SENSOR CARDIACO PORTXTIL
fcl.ELaTHODOS DE PRATA PARA DIOPOTEiiOIAL CARDIACO
* 2. ENTiL\ DA PARA OUT NO J BIOIOTEJKJIAIS
= 21 =
« •
C. Pesqlvados do Pro.is to
1) Eletrodo
a) Material
Existen tree eletrodos de cobre,
galvaniz?.-dos com prata. Dois deles sao usagalvaniz?.-dos para a entrada
balanceada do anplificador, e oterceiro e aterrado. Na
pratica o Ag e nelhor material para eletrodo que o
^s/Ag01> pois o ultimo e sensivel a luz - o AgCl se
converte en Ag.
b) Ta.r.anho e Porna
Os eletrodos ten 3»5 cm de dianetro e estao
dispostos en forma triangular no fundo do sensor, cono
nostrado na Pig. 1C1. A distancia entre dois eletrodos
, • v» ,
de entrada balanceada e 9,5 cm. Isto t c m a possivei _e
xaminar criarcas tao ben q.uanto adultos.
2) Estagios Amplifica&ores
Os de tallies das fases do pro jet o do amplifi
cador estao no Apendice (VT-3). Tessa secao, serao
a-preseiitadcs apenes os principals resultados.
a) Transistor a Efeito da Oanpo (PET) - Es- .
tagio de Entrada
Un par de PETs e eecolhido para o estagic .
anplificador aiferencial de entrada. Elss f o m e c e n
u-na alta inpedancia de entrada, grande CI733, baixo
rui-do, e baixa corrente polarizaoao, essoncial para boa
sensibilidade do anplificador. 0 anplificador, con en
trada vari*avc-l balanceada, reduzira a corrente de dreno
produzida pela voltagen de interferencia.
— C •-, —
Os ?ZTs usados sao do tipo PP ,7-10, cujo
baixo ruido a baixas frequencias e apropriado para os
anplificadores difsranciais. Urn ponto as cparacao
cuidadosomente escolhido ajuda a conpensar o desvio
t e m i c o e fas o 222 independente da tempera tura. 0
ponto onde a corrente de dreno I, e iguai a
275 uA e
selecionado (ver detalhe de projeto 1 7 - 3 ) . Esse
pon-to de operacao, nao so fornece ninino desvio ternico,
como tanben nuito baixo raido. A transcondutancia g
e 0,85 aA/V nesse ponto. Para obtencao de una aelhor
CURE, maxima oscilacao, e o ganlio desenado de 8, a re
sistencia de
*erto P . e tomada 10 E ohm para o
esta-gio a PET de entrada.
1
f0 valor de IL. controla. o equilibrio d o
o
-,
PET. Uma resistencia de
100 ohms e bastante para um
par casado dc PPIs, embora\para PSIs com grandes
vol-tagens de desequilibrio, Eg deva ser aumentada, as
custas de uma redugao da CHER.
Ponte de Corrente Constante
e usado como resistencia de fonte(Rs)
do PET no amplificador diferencial. I t , e Hp sao
escolliidos para dar mesma condicao quiescente a e
Q_, como o original (I.) . . Da 3c. (6310) e 3c,. (639)
a ZuC
a CIuRR e pro"oorcional a resistencia de saida B , e 3
o o
e um aoro
defence de R (= R _ ) . Para uma nelhor CLZR3
e 5
priado ponto de operacao de D,_, Rj. e escolhido 6,8 K
R_ e Rq sao escolhidos, da consideracao de esta
onm.
Rocpostg ga Preguancig
Como mencionado, a bandapassante don s i
-nais do EGG- vai ds 0,5 a 500 E s . Os capacitores do
a-coplaaiento, C e 0
o, devem ser grandes o bastante para
deixaren passar esses sinais de baixa frequeueia.
Con-siderando-se o "recovery time", ruido, e o tamanho dos
capacitores, que nao podem ser nuito grandee para esse
pequeno instrumento, os capacitores sao tonados de5Cu7.
ITo entanto, uma alteracao pode ser feito no limite
in-ferior da resposta en frequencia, en favor do ruido e
"recovery time". Eais alta frequencia de corte inferi
or provoca mais baixos ru,idos e menores "recovery tines".
C^ e escolliido 0,01 u? para deterninar o U n i t e super!
or de resposta en frequencies que resulta en estreita
bandapassante e nais baixo ruido. A faixa de passages,
do circuito entao vai de 0,6 a 300 E z , que e adequado
para "monitoring purposes".
Dazao de Eejeicso de Eodo-Comum
CIEE; e a rasao entre o ganho diferencial
(A,) e o ganho de modo-comun (A ) . Da Sq. (6310), ve-
0. c
nos que a resistencia de fonte dc anplificador diferen
cial e o fator mais importante na CI32. Q,, a parte a
tiva, e usado para fazer o papel de H . Die apresenta
resistencia do saida de
7 megohms, a qual a CIT3H do .e3_
tagio de entrada atingir ate 80 d3.
Eaixa de 7olta~em de Eodo-ccmun.
Uma larga faixa de voltagem de modo-conum
(CIJ7), t o m a o anplificador nais versa'til. Da 3q. (6311},
-de 3 relativanonte constante. Poreu o TIT troo 3P.7-10
os
aprecenta alta 7 , e dessa forma, nao e muito bon para a
tender essa e:dLgencia.
Pigura de guido
A figura de ruido indica quao bom e o
de-senpenho do anplificador en relacao ao raido.
Represen-ta a rasao do ruido toRepresen-tal rns na saida, para o roido rns
causado pela resistencia de fonte de ruido equivalente,
R • A figura de ruido
(IT?) so e considerada, se a
re-la j a o S/lT de entrada e pecuena. 3n nos-a aplicaeao, o
nenor sinal de entrada e muitas veses naior que a equiva
ler.te contribuicao de ruido do YET e resistencia de
fon-te. Dessa forma, a otmizacao da figura de ruido do
an-plificador nao e necessaria.
b ) Circuito Integrado (IC) - Estagio de Saida
A escolha do IC depende das exigencias f i
-nals do circuito. 0 IC do tipo "33-1741 CG- e usado nesse
sensor, por ter una "slewing rate" grande o bastante
(0,3 7//us) para satisfaser o exigido de 0,04-
7/JLIZ, 1 de
ter baixa "offset current" de entrada, pela qual o
equi-librio de corrente na entrada do P3P node ser nantido.
As resistencias de realinentaeao e serie
sao escolhidas de 1 neg e 2,2 T. cans respectivanente, pa
ra fomeceren o ganho exigido.
A CURE total do circuito, depende do ganho
e CURB do par de ?3_s, e da 0133. do anplificador de
sai-da- A CURB total estabelecida no sensor e de 74 d3.
Os resictores R_. e 3^_, R _ e 2
0deven
fl f2 sel se2
ser cuidadosanente selecionadas de nodo a faser asrasoes
Rj, / H „ e 3 / 3 _ tao iguais quanto possivel. Da
Sq. (6D21), quando
R^./ii^ =H ,/3
0, a sera zero.
fl
2?2 se_Lse2 oc
e e o sinal de nodo-conun da saida dc IC. ITesce ca
oc —
so, ana nais alta rasao de reieicao do nodo-coram pode
ser obtida.
3) Estagio FI. de Tonalidade de Audio
a) Osciladores
Dois osciladores "Colpitts'
1sao usados;
un opera a una frequencia fiioa de 455 HEz, e o outro e
un "voltage controlled oscillator" (VCO) con frequencia
noninal de 455 IE-Is. Sua freouSncia e controlada pelo
sinal de saida do bio-anplificador. Un diodo "varicap"
tipo TA-102, e usado para nodalagso en freqiencia. 0
circuito e nostrado na Fig. A-AJ- 0 VCO fomcece una
nudanr^a de frequencia de 1
-sZJIs/Volt, levando a una
nu-danoa de frequencia de 3 ^ z , quando o riaior sinal esp_e
rado de 1 nV e aplicado ao instrunento.
b ) Ilisturador
Un anplificador differencial con dois o s
-ciladores cono entradas e usado cono nisturador.
qa
-beno? - ' da "square lov; modulation tlieoren", quando
dois sinais passan atraves de tal dispositivo nao-line_
ar , eles prodasirao a sona e iiferenea de todcs sinais,
cono 455 Ills, 455 + EEs, 456 + EEz + 455 Ills, 456+ EEz
- 455 EEs. Un filtro pasei-baina e colocado a. saida
do circaito para dar un ton PII de aprezinadanente 1
EEz.
IFT 221c o ||^wv-i-j I 2.5uf : A u y J).\-102 j 2 0 V j '.2k =^2k 1 0 0 H.Ol: 1.2k: C . l u f —ir-r = U 1 1 109 "I 17k IFT 4551cl!z 22k 201: i
U
1
$2.2k4 —
r nc-178 JL
1 0 k BC-109 2k £820 2 Ok 30k +3v 2.5uf4 - v l
2t7k' > 180kLit
"5 }
4) D i s p l a y a ) ITedidor
Un " i l i a L i p e r f n s t r o de orden de 1 nA e r e -s i -s t e n c i a i n t e r n a de 7 0 olma e uoado co~o i n d i e a d o r da forma de onda do SCO. 0 a e d i d o r e a carga do e s t a g i o
I C .
1 '
F i g - . 4A4 - 0 ECG IXRIvlAL 2 A I L I T F a A 321ATIV-A I»0 ::^LILX3
0 medidor e r r o t c i d o • de dgno por c o i r " i o
-4
mm. '
0.6 V
f
/ 0. 5 V
1 •
CA?kAC?DIilCTICA DO LI01X3
F i g . 4A5 - CIBCUITO DD PP.OTECAO DO I3DID0R
b ) Audiofone
Como j a aeiicionado, s i i i i ao anplii?aCa.dop b i o p o t e n c i a l r.ao sonente pode ser v i s t a cor. a u x f l i o do£al_ vanomeoro, cono tanoen poae s e r ouvida por n e i o de un au d i o i o n e . 0 t o n t e n una f r e c u e n e i a nedia de l_r-Ts con v a r i aoao p r o p o r c i o r a l a v o l t a r e n i n s t a n t a n e a do DOG-.
5) Ponte de a l i n e n t a c a o a) D a t e r i a s
Duas b a t e r i a s de 9 v o l t s e 15 x 2,5 x 4,5cn" de tananho sao usadas no c i r c u i t o , coro n o s t r a d o na P i g . 4A7. Ha una pequona p o r t a no rfurdo do sensor cardaaco, na r a que as b a t e r i a s possan ser t r o c a d a s f a c i l n e n t e . 0 t e n -po n e i i o de v i d a das b a t e r i a s e de 35 h o r a s .
b ) V e r i f i c a c a o de P a t e r i a
Para a u n e n t a r a c o n f i a b i l i d a d e do sensor, e l e d e v o r i a ser.pre dar una i n i i c a e a o e o r r e t a no r.o s t r a -der, p o r e n , i s c o e i n p o s s i V e l quando a b a t e r i a e s t a f r a ca. A s s i n , un c i r c u i t o de t e s t e de b a t e r i a se f a z ne-c e s s a r i o , ne-cono rnostrado r.a Pi::. 4%a6.
D. Opera--co e A riustarent? do I n a t r u n e r i t o 1) Operajao
a ) V e r i f i c a c a o de B a t e r i a
i ) . Leve a chave '"CIT OPP" para "OH", i i } . Leve a chave do n e d i d o r para a p o s i
-cao de "T3ST".
i i i ) . A l e i t u r a do n e d i d o r deve e s t a r no narcador V e r n e l h o ou a c i n a d e s t e . (Se
e s t i v e r abaizo da l i n h a v e r n e l l i a , si£ n i f i c a que a b a t e r i a deve s e r trocadaX i v ) . Leve a chave do n e d i d o r de v o l t a a p£
sioao "OPP?."
b ) Colocacao sobre o tor-ax
Estej'a c e r t o de que os t r e s e l o t r c d o s es-tao en c o n t a t o con a p e l e t a o ben quanto p o s s a v e l , con i g u a l pressao.
2 ; A-justanento a ) C13R
Un r e s i s t o r v a r i a v e i no c i r c u i t o de f o n t e do a n p l i P i c a d o r d i f e r e r . c i a - l a PIP e usado para f a z e r o a n p l i f i c a d o r exatanente balanceado, levando a una nelher razao de r e j e i ^ a o de nodo-conun. Pie e a j u s t a l o a posi_
= 37 =
cao de mninio s .nal de nodo-cocuin na s a i d a , enquanto d o i s e l e t r c d c s balanceados sao conectados j u n t o s , cone ua lu.~ar de a p l i c a c a o de s i n a l . 0 s i n a l de entrada u
-sado e de 100/iV p-p e 100 Hz.
b ) Prequencias do O s c i l a d o r
Os d o i s o s c i l a d o r e s devem ser ajustados de modo a tere:n uaa d i f e r e n g a de f r e q u e n c i a de 1 EHz
( f r e q u e n c i a f i x a de o x c i l a g a o a 455 KHz, 700 a 456 KHz). 0 a j u s t e e f e i t o g i r a n d o o nucleo de f e r r o dos t r a n s -f o r n a d o r e s de P . I . ' * V — \ \ V1 r
= 3S =
V. C 0 IT C I U S A O
Uc pequeno Sensor p o r t a t i l para obteneao. quase que i n s t a n t a n e a a e n t e de dados 7X0, f o i c o n s t r u f d o e f e i t o para u t i l i d a d e n e d i c a .
V a r i o s nelhoramentos poden s e r f e i t o s no i n s t r u nento: un e s u b s t i t u i r a chave de l i g a c a o t e n p o r a r i a p o r
o u t r a que p r e v i n a o uso i n a d v e r t i d o da b a t e r i a , e o u t r o melhoraniento e f o r n e c e r FETs easados para o a m p l i f i c a
-dor d i f e r e n c i a l de e n t r a d a .
Se este i n s t r u m e n t o sera u t i l ou nao, sonente o tempo podera c o n t a r .
V
= 4 0 = 4 > -L. ^ 1 X 4,« _ W O A. A Natureza dos A n p l i f i c a d o r e s D i f e r e n c i a i s a 73T A n p l i f i c a d o r e s d i f e r e n c i a i s eonst-ituem una c l a s s e a s p e c i a l de c i r c u i t o s c u j a fuu?ao e a n p l i f i c a r a d i f e r e n -ca e n t r e d o i s s i n a i s , independente de sens v a l o r e s i n d i v i d u a i s . Sua c o n f i ^ u r a e a o e e::trenanente i m p o r t a n t e en an-p l i f i c a d o r e s de b i o an-p o t e n c i a l .
0 c i r c u i t o b a s i c o de un a m p l i f i c a d o r d i f e r e n c i a l
e nostrado na "F±£. 6A1. Sera nostrado que a v o l t a r e n de
saida e p r o p o r c i o n a l a. d i f e r e n c a e n t r e os d o i s s i n a i s de e n t r a d a . fin R. EFVTLO 4 + B?.'.10 G 1 Pi£. 5A1 - a.
0 c i r c u i t o sera a n u l i s a d o i n i c i a l r e n t e sob a supo-sicao de que e x i s t e urr.a p e r f e i t a s i n e t r i a , i . e , os FPTs e os c i r c u i t o s externos de ''gate* sao i d e n t i c o s .
De maneira a se o b t e r conlieciiiiento da operagao do c i r c u i t o , a n a l i s a r e n o s usando t e c n i c a padrao que e n f a t i z a o f a t o de que a saida e e s s enc i a I n en t e p r o p o r c i o n a l somen
i . t e a. d i f e r e n c a de v o l t a r e n e - e*.
g g
A a n a l i s e e i n i c i a d a expressando a v o l t a g e n de en-t r a d a en en-t e r r o s das conponenen-tes de nodo conun e nodo d i f e r e n c i a l . A i n t e r p r e t a c a o g r a f i c a deste processo e n o s t r a -da na f i g . 6A2^
1 ' ' "
• 6 e M e' e P i g . 6A2 Deconposicao das v o l t a g e n s de en-t r a d a . e - e' g g e + e (6A1) (6A2) g- = e A (6A3) • — e -oA
(6A4)onde a v o l t a g e n n e d i a eQ e chanada v o l t a g e n de nodo co
-nun, e a d i f e r e n c a de v o l t a g e n A e e chanada voltagen de nodo d i f e r e n c i a l . Pa f i g . 6A2 •ooaen ser exrreH
= AO =
s a s em t e r s o s de e^ e A e , nostradas cono na equacao(6A3)
e equacao (CA4) r e s p e c t i v a n e n t e .
Desde que e assunida una p e r f e i t a s i n e t r i a , pode -nos para a n a i i s e , s u b s t i t u i r a f o n t e Ess p o r duas f o r t e s colocando en s e r i e con cada una delas una r e s i s t e n c i a de 2R , cono nostrado na f i g . 6A3- Esta a n a i i s e e nara o r o n t o q u i e s c e n t e .
I s t o pode ser v e r i f i c a d o usando KVL
7 - s s V 0 s s ( I + I ) H - Ess s i s2 s i s2 s
1 '
= I . (2S ) - Ess s i s = I s2 (2H ) - Ess s (6A5)desde que I , = I '9\ devido a. s i n e t r i a .
S J. 3 c. !• |
P i g . 6A3 - CI3CUI20 PAHA AEjClISE DO POETO QUI53CEPTE OU EEC.EAITPO A e = 0 (e = e' = e )
= 43 =
• r r l i r l
A condicao de s i n a l de nodo corroa, e a p l i c a d a cono n o s t r a d o na f i g . 6A3. 0 s i n a l de nodo do p o r t coram no dreno e da O u 'dc ' r , + 2H ( 1 + u ) + I? as s d (SAG) onde: 11 = g^_ r ^ . Un f a t o r de a n p l i f i c a e a o u e f r e q u e n t e n e n t e d e f i n i d o cono o produto g r . Sle node s e r c a l
111 ds — culado d i r e t a n e n t e p e l a s c a r a c t e r i s t i c a s de v i usando a r e l a c a o : ^ jx = -ds V gs ponto Q A i n p o r t a n c i a de un v a l o r grande de H para r e d u -s
z i r a v o l t a * ioao conun ae t e i ~ a n a l sl...p!Les e i l u s t r a d a p e l a equaeao (6A6).
v4
ITa condigao de s i n a l de nodo d i f e r e n c i a l e a p l i c a -do cono n o s t r a d o na f i g . 6A4. 0 . s i n a l d i f e r e n c i a l no dreno e dado p o r : •» BF'.V 1 0 ad 2 v Jdd Hd BFW 1 0 s2 - e •dd -As. A s 1 -T
e ,, = -7 — r - (oA /) d a
<
ras
+V
A v o l t a g e n t o t a l de dreno e eneontrada sonando os r e s u l t a d o s das equacoes ( 0 A 6 ) e ( 6 A 7 ) eJ r T 1 = e, + e., dT do ad e +
ArA
A L (6A3) 'dT r . + 22 ( 1 + n ) + 2 , 0 (B_ + r , ) as s / d d ds$ * lieste ponto e u t i l d e f i h i r m o s d o i s ganhos de v o l t a -gen de nodo conun, A devido a e , que e:
c v 0
\ - u 2 , .
Ac = TA + 2 ( 1 + u ) § '+ H, ( $ A 9 )
ds ' s d
e o ganho de v o l t a g e n de nodo d i f e r e n c i a l , A^ devido a A e ,
- M 2 A, = 7 5 \ (6A10) d ( rd s + H d ) l o g o , r ^ e,_ = A e + A, — r — _ c — 0 — d 2 -A v o l t a g e n de salda duplanente t e r n i n a d a do a n p l i f i cador d i f e r e n c i a l e: es a i d a = 6d T l " ed T 2 " U c l eo + A d l ~ ( Ac 2 eo - Ad 2
= 45 = ena£da = U c l '
W
e0 * U d l + Ad 2
) Af
*A d A e ( 6 A l l ) onds: c l " *c2 " d l ~ "d2 " *d e /, = r r ^ - A a saida r , * H7 ds d p o r t ante-: e /, = i:Ae = I I (e - s') saiaa " S 5 Da equagao a c i n a , no a n p l i f i e a d o r d i f e r e n c i a l i d e a l , a v o l t a g e s de saida e e p r o p o r c i o n a l a A e 3a I d asonente e nao depende da v o l t a g e s de nodo eQ .
Tanben, en u n a n n l i f i c a d o r d i f e r e n c i a l A -,- A - c 1 c ^ Se R fosse grande, entao A , e A „ t e n d e r i a a zero,
s c l c2 a s s i n n a i s seguranente i . a i „ 2J 0
** * = 46 =
B. Passalens do Pro.ieto dc A r i n l i f i c a d o r do Sensor Cardiaco
1) Dstagio do Zntrada a T r a n s i s t o r de E f e i t o de Canpo (PET)
• A selerao de uin ponto de operagao a p r o p r i a d o ( I , , V_ e V, ) para o e s t a g i o
a 0,3 as de entrada e d e t e r n i n a d o
p e l a s seguintes consideragoes. " D r i f t " Ternico ITuio
A P i g . 631 n o s t r a a dependencia da c a r a c t e r i s t i
ca de t r a n s f e r e n c i a con a t e n p e r a t u r a . Observe desta f i g u r a que e x i s t e i m v a l o r de 7 para o q u a l I , ( = ( L ) , )
£S * - d a s t c nao v a r i a con a t e n p e r a t u r a T. " D r i f t " t e r n i c o pode v i r t u a l n e n t e s e r e l i n i n a d o p o l a r i s a r d o o PPT neste ponto Q, onde as curvas de t e n p e r a t u r a se i n t e r c e p t a n . t u a l n e n t e s e r e l i n i n a d o p o l a r i s a r d o o PPT neste ponto Q, onde as curvas de t e n p e r a t u r a se i n t e r c e p t a n . \ 25°C Zero —Temperoture - / •
Coefficient bios point / i
t*°>ZTC t*°>ZTC
— — (V-.1 v«, _
T>A ~ £—>! ^ ;« D •• ^ 7^-?T?"f cn-rn ? t\— T I T ? ". T " " ^ T!T, — ^ t " ^ T £ T> "? ' TT"
Quando I aunenta, os p o r t a d o r e s dininue.u de v e -l o c i d a d e e a corre-late I , e r e d u s i d a . 7 e r i f i c a - s e ' one e s t a redugao en I , e de 0,7 £•/ ° C Por o u t r o l a d o , o decre'scino da l a r / r r r a da b a r r e i r a do " g a t e - t o - c l i a n n e l " con o aunento da t e n p e r a t u r a l e v a I . a aunenar. 7 e r i -f i c a - s e ' cue e~-te avnento en I e s q u i v a l e n t e a una va r i a - a o de 2,2 n7 / °C en | 7 „ | . ITo ponto Q, o d e c r e s c i no de 0,7 /' de 1 ^ conpensa o a c r e s c i n o devido a b a r r e i -r a . Logo: 0,007 11.1 = 0,0022 s onde g e a t r a n s c o n d u t a n c i a . P o r t a n t o n
1 • l i J
0,314 7 , (6B1) Adenais: V \ 7, 2 1 = 1 . ( 1 - (632) d ass 7 • P . SE = 3 M ( 1 <5 S3 ) P onde g = - (6B4) —iO » PDestas quatro equajoes, nos obtenos
V I - l " C3i = 0,63 " (635) — i v l o ^ y — P onde ~ e o v a l o r de g e l , e o c o r r e n t e ae dreno no n ass de s a t u r a j a o , para 7 = 0 .
Os v a l o r e s de 7 e I , sao es~>ecificados p e l a 3a.
g S a - ^
(515) e Eq.(6B5), respectivanentew Os paranotros do BPw-1C, nedidcs a 2= 25 °d usando un tracador de c a r a e t e r i s t i cas de t r a n s i s t o r do t i p o 575 sao 7p =-3,3 7 I , 10 oA dss = gmo - 5,26 LIA/V S u b s t i t u i n d o 7 , 1 , e g nas f o r m u l a s a c i n a , p ass mo ' obten-se As equacoes (635)'' e (635) dao os v a l o r e s de
(7_ ) para o desvio nulo.t Con o PET p o l a r i z a d o nestes j S ZXC
v a l o r e s , o desvio t e r n i c o e p r a t i c a n e n t e e l i n i n a i o . Tes-t e ponTes-to de operagao, usando a Eq. ( 6 3 3 ) , a Tes-transaonduTes-tan c i a g e
n
g ^ = 0,36 nA/7
Para o t e r n e l h o r CI.LRE, R, deve s e r pequeno. Para
— a . —
-o b t e r nanina excursa-o de s i n a l , 7, deve t e n d e r a I,R,. Un
as d a v a l o r adequado para R, e 10 E omns, s o ganlio do e s t a g i o
de entrada a PET e
V i s t o que R e a i c p e d a n c i a de entrada do se-g u i d o r de e n i s s o r ( I ? ) . =la e nruito se-grande co-parada con 2,.
C desenpenlio o l e t r i c o e t e r i a i c o pode s e r aper-f e i c o a d o usando un par casado de PETs, e nontando os PEPS nun s u b s t r a t e de a l u n ' n i o , para o p e r a r con arenas un desvio n f n i n o de t e n p e r a t u r a . l a s cono e d i f i c i l
o b t e r e s t a espeeie de p a r casado, nos usranos, ao i n v e s , un p a r de PETs do t i p o 3F',Y-10, que te... rr.ido n u i t o b a i
xo en bai:-:as f r e c u e n c i a s , pare, o est a g i o de entrada do
Sensor Cardiaco, cono n o s t r a d o na P i g . 4A2, r o t u l a d o s
« 1 e V
Hasao de Reieiac.o de oao-co:nrn (CERE)
A CliER t e n grande • i n p o r t a n c i a p a r a o a n p l i f i c a dor d i f e r e n c i a l porque e una nedida da l i a b i l i d a d e do c i r c u i t o en d i s t i n g u i r entradas d i f e r o n c i a i s
de entradas ccnuns.
C ganho de nodo d i f e r e n c i a l , A,, pode s e r es-presso cono A, =
r- T=,
=T" (637) d r , + (x +u)2 + os a a onde E. r . = r e s i s t e n c i a de dreno do PET R& + R^ ss Rg , r e s i s t o r v a r i a v e l na f o n t e do PET cono n o s t r a d o na P i g . 5 3 3 ,e o gardio de nodo conon Ac e
, intl ( 6 3 8 )
onde 2 e a r e s i s t e n c i a en nodo ccnun de f c n t e do ge-o
Q,-R 4 1 v- -f 0^ - - . + u-., • - l e 3 ^ - + j p e 3 f s j (6P 'o h 2 + 2 - 1:. - h _/h , o o j e j i e j r e / oe3 onae ^ - , a , - RG/ 2 ^ D i v i d i n d o A. p e r A , o b t i n - s e a CIIRR, d G a n a - f a =r a £ + d ^ ) ( 2 ? .0 * - \ ) * aa ( 6 3 1 0 )
Se Rq e n u i t o grande, entno a CXIR2 sera a l t a .
P o r t a n t o , e usado un t r a n s i s t o r 20-109, Q~, cono nos-t r a d o na P i g . 4A4» cono gerador de c o r r e n nos-t e c o n s nos-t a n nos-t e, q q u a l t e n una r e s i s t e n c i a de saida de 7 negolms. (7e j a c o r r e n t e c o n s t a n t e ) . Pntao, a CIdPE £ \ \ 9) r T_ _ _ r,„ -f ( 1 + / i ) ( 2 S + 2C / ) + 2 rd s + ( 1 + / ° * V 2 * \ = 10.300 (80,6 d2) .
Poren, r e a l r e n t e , szo o b t i d o s apenas 74 dp no Sensor Cardiaco.
Se en algunas a p l i c a c o e s a CIPIP p r e c i s a s e r a l t a , a r e a l i n e n t a o a o do nodo corns, pode s e r usada
2°
para aunentar a CZ.I22 para IOC dP , cono n o s t r a d o na P i g . 632 ( a ) , ou o c i r c u i t o a r g l i f i c a d o r d i f e r e n c i a l *caccode'( a PPP pode s e r usado para a u n e n t a r a CLI22
pa-'s q r a 120 d3, cono n o s t r a d o na P i g . 632 ( b ) .
Fl.o. o 32 ( b ) » p •• -GOD:
I f e i t o da Ir.^od.-.r.cia de Peril
Se o c i r c u i t o e q u i v a l e n t e o r i g i n a l do e l e t r o d o -pe l e da P i g . 3A1 e s i n p l i f i c a d o cono na P i g . 633, e pos s i v e l c a l c u l a r o e f e i t o de d e s e q u d l a b r i o na CIPtP devido a inpedaneia da f o n t e .
Quando o carregaxiento de Z1? na voltage.-.; de
en-t r a d a e ^ ® pequeno, o c i r c u i en-t o pode s e r en-t r a en-t a d o cono - T_7 > — ~i Le nodo conunnro d o i s d i v d s o r e s de v o l t a g e n se^arades, 2 Z 0 r a r e Z0.,. Una v o l t a g e n de entrada c d u z i r a un e r r : d i f e r e n c i a l de v o l t a g e — de entrada p r o -p o r c i o n a l a d i f e r e n c a e n t r e as. duas razees d i v i s o r a s , e a CIIRI2 sera entao l i n i t a d a p o r
S-3 siapiesiiente 2 0 l o gl c ( Z13 s2 s i 13 POKTE 3ICPCTEIICIA1 e T
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0
£l ' S"?EA1A EE AIIPLI?ICAEOiJ I Ie! 2 s2 \ Z13 "12 23 v w w-P i g . 6E3 - CIECEITC SIE-PLI-PICAEC DA -Pig. 3 A 1 Eao i n p o r t a quae boa s e j a a CIEG. do a n p l i f i c a d o r , a C.ZP3. e f e t i v a ainda dopenda do desbalanceanento da i n p e d a n c i a da f o n t e e a imps lane i a de entra*da de redo conuai. Logo, a e e p e c i f i c a e a o para a i n p e d a n c i a de entrada de rode conun l e v a r a en ccn~a o desbalance anento da i n p e d a n c i a da f o n t e .
Por exenplc, u n a n p l i f i o a d r r t a p i c o E33- pode-r i a t e pode-r una inpedancia de entpode-rada de 1 pode-r e g o l m e una CIE?E de ICO d e c i b e l s . Idas, ex opera^ac, desbalancea-nentos de e l e t r o d o s de 5 E i l o l u s nao sao i n c o u u n s , e a C:E3E e f e t i v a en t a l caso e l i i a i t a d a on 46 dE.
V o l t a r e n " O f s e t1 1
A v o l t a g e n " o f f s e t " pode c o r n d n i n i s a d a a j u s -t a n d : a n a l l i a de en-trada do c i r c u i -t o d i f e r e n c i a l . C a j u s t e conpensa qualquer e r r o cio a i r e r e n ^ a cte s i n a i e n t r e as v o l t a r e n s de p o r t a a p l i c a d a s , 7 _ e 7 „, v a r i a n
<J>— i j1^
do arenas o 3v a r r o - r i a d o . 0 v a l o r de ~lr c o n t r o l a o
o o e q u i l x b r i o do PET. Sonando as v o l t a r e n s na n a l h a da
p o r t a para a f o n t e cono nostrr.do na P i g . 614, nos t e -nos
1 '
B F W - I O
- VEE
P i g . O.D4- — £iOX4»»xxO -M±.±SleiVj\ A 2-J
7 = 1 3 - 7 + *~ 2 . g l Aa ia6 a g s l - g s s i g l onde I Vg 2 " Xd 2H6 l + Yg s 2 + Jg s s 2 "g2 e a c o r r e n t e de fuga da p o r t a do IdDT. 0 t e r :ss
no I H e usualnente d e s p r e s x v e l porque e ge-r a l n e n t e nenoge-r do cue 10 pico-anpege-res e o v a l o ge-r de -