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[Ano] TERMO DE REFERÊNCIA DO SEBRAE-SP DE ACESSO A MERCADOS PARA CIRCUITOS TURÍSTICOS

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Academic year: 2021

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[Ano]

TERMO DE REFERÊNCIA

DO SEBRAE-SP

DE ACESSO A MERCADOS

PARA CIRCUITOS

TURÍSTICOS

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[Ano]

2008. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAESP

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

A reprodução não autorizada desta publicação, no todo ou em parte, constitui violação dos direitos autorais (Lei nº 9.610)

INFORMAÇÕES E CONTATOS

Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae SP Unidade de Acesso a Mercados

Rua Vergueiro, 1117 – 13º andar – Paraíso – São Paulo – SP – cep 01504-001 Telefone (xx) (11) – 3177.4500

Home: www.sebraesp.com.br

ELABORAÇÃO

Tânia de Almeida Macriani – Consultora Credenciada

MHD Consultoria Empresarial Ltda

www.mhdconsultoria.com.br

U.O. Acesso a Mercados – SEBRAE-SP

Maria Eugênia Ruiz Barbosa – Gestora

Gilberto Campião – Coordenador

Lilian Fusco - Gerente

U.O. Desenvolvimento Territorial – SEBRAE-SP

• Ary Scapin Junior - Gestor

• José Bento Desie - Gestor

• Marta Maria Mendes - Gestora

• Joaquim Batista Xavier Filho - Gerente

Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas

Unidade Organizacional de Acesso a Mercados

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[Ano]

PROPÓSITO

O objetivo do Termo de Referência do Sebrae-SP de Acesso a Mercados para

Circuitos Turísticos é proporcionar que a formatação de circuitos contemple o

pensamento mercadológico desde seu início.

Este Termo de Referência não tem por finalidade tratar da formatação do Produto Turístico, e sim proporcionar aos empresários e gestores do circuito o conhecimento dos aspectos que o mercado analisa e valoriza na seleção de um destino turístico. Nesta publicação, estão reunidas ações que representam condições básicas para o desenvolvimento de estratégias de comercialização e promoção, tanto do destino como de seus empreendimentos.

É fundamental que o circuito turístico desenvolva um posicionamento adequado no mercado, uma comunicação efetiva com o seu público-alvo e que os empresários e o poder público adotem ações comerciais sinérgicas que alavanquem a atividade turística e a economia da região.

Neste contexto, o Termo de Referência propõe a unificação da linguagem e a catalisação de esforços entre empresários, associações e poder público (consórcios, prefeituras) no desenvolvimento de alternativas de acesso a mercados.

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[Ano]

Ciclo de Vida

Todo produto ou serviço possui um ciclo de vida, e no turismo isto não é diferente.

Identificar a fase do ciclo de vida em que se encontra nossa atividade turística é fundamental para apoiar a estratégia de promoção e comercialização.

Fonte: Marketing Aplicado ao Turismo – Autor Eduardo Flávio Zardo, Editora Roca, 2003

Adaptado de Butter, R.W. The Concepto f a Tourist Area Cycle of Evolution, Canadian Geografer, Oxford, Pergamon Press Ltd, vol. 24, p. 5-12, 1980

Descrição das Fases do Ciclo de Vida:

Ausência de Turismo: a região possui apenas recursos naturais, históricos,

culturais ou outros ainda não explorados. O potencial da atividade turística começa a ser levantado, nesta fase são formadas associações e consórcios, inicia-se a busca de apoio de entidades, é comum a realização de benchmarking (pesquisa) de outras regiões que obtiveram sucesso com o turismo;

Nascimento da Atividade: os produtos turísticos começam a ser

formatados, criação de circuitos, o poder público começa a investir em infra-estrutura, capacitação dos empreendimentos, sensibilização da comunidade, início das campanhas de comunicação. Nesta fase existe um baixo conhecimento dos turistas e do mercado. Inicia-se a criação da marca. Existem poucas opções de hospedagem e estadia. Os custos são altos e os lucros baixos;

Desenvolvimento / Consolidação: promoção e comercialização

planejada, aumento do fluxo de turistas, fixação da marca, lançamento de novos produtos e serviços, conhecimento amplo pelo mercado,

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[Ano]

Neste Manual deve estar expresso como utilizar a marca do circuito nos três níveis de comunicação:

• circuito;

• cidades;

• empreendimentos.

O Manual contribui para uma divulgação efetiva e coesa com o mercado, portanto deve trazer diretrizes para uma comunicação integrada.

Conforme já mencionamos, a marca do circuito deve funcionar como o “sobrenome” da cidade ou do nosso empreendimento.

Vamos pegar como exemplo a Serra Gaúcha, uma região que já usufrui de grande reconhecimento no mercado. O turista menciona que vai para Bento Gonçalves na Serra Gaúcha, ou que vai para o hotel “XX” na Serra Gaúcha. Isto demonstra a importância da fixação da marca do circuito, da cidade e da nossa empresa.

São várias as formas e os meios de realizar uma comunicação adequada. Vamos conhecê-los:

FORMAS OU FERRAMENTAS MEIOS OU MÍDIAS

PROPAGANDA

Anúncios impressos/ Mídia Impressa Catálogos, Folhetos, Folders

Jornais, Revistas,

Caraterísticas: Outdoor, Busdoor, Banners caráter público

alta penetração / cobertuta expressividade

Newsletter (informativos históricos e culturais) Mapas

Adesivos Selos

Adesivagem, envelopagem de frota de veículos Embalagem de produtos artesanais

Uniformes

Placas de sinalização

Placas com informações históricas, culturais e turísticas

Anúncios Eletrônicos / Mídia Eletrônica TV, Rádio

Internet

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[Ano]

O PODER DA INTERNET NA PROMOÇÃO TURÍSTICA

A internet tem o poder de reforçar ou desestimular o sonho de visitar uma determinada localidade, um restaurante, hotel ou pousada.

A grande maioria dos turistas acessa a internet para visualizar a região, buscar referências dos atrativos e dos empreendimentos onde possa se hospedar, alimentar e se divertir.

É imprescindível que nossa empresa, cidade e o próprio circuito tenham sites bem montados e complementares. Isto reforça a importância de um Manual de Identidade Visual e de Comunicação.

Também é fundamental levantar quais são os principais sites de informações turísticas e alimentá-los com material de qualidade que possa contribuir para o aumento do fluxo turístico. Muitos sites independentes trazem dados e

referências sobre destinos turísticos, com fotos, relatos históricos, opiniões e depoimentos de pessoas que já realizaram a viagem. É atribuição dos gestores do circuito monitorá-los e mantê-los atualizados.

Todo o material de comunicação deve ser rico em fotos de boa qualidade, destacar os atrativos, disponibilizar mapas precisos, endereços completos, informações sobre a cultura, história, tradições, atividades econômicas, recursos naturais, artesanato, costumes, gastronomia e particularidades que estimulem o desejo do turista de vivenciar uma experiência inesquecível. Devemos lembrar que viajar pode atender a necessidade básica de descansar, relaxar, se divertir e até trabalhar, mas todo o turista traz em si o desejo de tornar a próxima viagem a melhor de sua vida.

Aos gestores do circuito cabe a responsabilidade da promoção coletiva e institucional do destino.

Ao poder público, como prefeituras e secretarias ou diretorias, cabe o dever de divulgar sua localidade e apoiar a comunicação institucional.

Aos empresários cabe a responsabilidade de divulgar seu empreendimento, destacando que o mesmo pertence ao circuito.

(7)

[Ano]

2.4. PONTO / DISTRIBUIÇÃO / COMERCIALIZAÇÃO :

O quarto “P” do composto de marketing tradicional se refere ao ponto físico, praça ou local onde o produto ou serviço é ofertado e à forma como

distribuímos ou comercializamos este mesmo produto ou serviço.

Neste Termo de Referência, vamos tratar da forma de comercialização da atividade turística.

Existem dois canais típicos de venda:

• A venda indireta através ou turismo agenciado

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[Ano]

Devemos entender o perfil, o comportamento e os hábitos de nosso público alvo, quais são as necessidades e desejos que eles buscam satisfazer, para que possamos desenvolver produtos e serviços turísticos que venham de encontro e até excedam às suas expectativas.

Qual sua necessidade básica, qual o produto esperado, como podemos ampliá-lo, qual o produto potencial que pode encantá-lo?

Os “4Ps” do composto de marketing giram em torno das necessidades e desejos de nossos clientes, ou seja dos turistas que queremos conquistar .

Compreender os motivos que levam o consumidor a escolher um destino turístico e a selecionar um meio de alimentação e hospedagem ou adquirir um artesanato passa pela avaliação de fatores sociais, culturais e econômicos. Podemos analisar os consumidores em função de fatores como:

• Faixa etária; • Escolaridade; • Etnia; • Faixa de renda; • Estilo de Vida; • Valores; • Forma de alimentação; • E muitos outros.

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[Ano]

SEGMENTAÇÃO DE MERCADO EM FUNÇÃO DA OFERTA

O conceito de turismo, estabelecido pela Organização Mundial do Turismo compreende as “atividades que as pessoas realizam durante viagens e estadas em lugares diferentes do seu entorno habitual, por um período inferior a um ano, com a finalidade de lazer, negócios ou outras”.

No Brasil, o Ministério de Turismo adotou oficialmente este conceito, assim, a segmentação baseada na oferta define os tipos de turismo que podem ser encontrados em uma determinada região, e que devem formatados para atender à demanda.

Os principais segmentos ou tipos específicos de turismo são:

Como o universo que compreende o turismo é muito amplo e dinâmico, novas segmentações podem surgir como forma de oferecer ao mercado opções de atividades que aproveitem as potencialidades regionais e, ao mesmo tempo, que satisfaçam as necessidades e desejos de experiências e vivências diferenciadas por parte dos turistas.

Referências

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